Loading...

Notícias do Setor | Economia

ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Exame – Em ano histórico, PMEs movimentam R$ 2,3 bilhões no e-commerce

No último ano, desempenho das pequenas e médias empresas no varejo digital registrou recordes, mostra estudo da Nuvemshop

Mais maduras no ambiente digital do que nunca, as pequenas e médias empresas (PMEs) tiveram um desempenho histórico no e-commerce em 2021. De acordo com um levantamento da startup Nuvemshop, que ajuda lojistas a migrarem para o online, esses negócios movimentaram cerca de 2,3 bilhões de reais me vendas digitais no último ano, uma alta de 77% em comparação ao volume de 2020.

Seguindo a tendência vista em 2020, muitos consumidores foram às compras pela internet pela primeira vez em 2021 — 5 milhões, de acordo com a startup. Nesse ritmo, o volume de pedidos saltou de 6 milhões para 10,5 milhões no último ano. Já o número de produtos comercializados por PMEs cresceu 59%, para 44,5 milhões de itens.

A Black Friday, importante data do varejo nacional, foi o ponto alto das pequenas empresas em 2021. O estudo mostra que esse foi o período com maior quantidade de lojistas realizando ações promocionais na internet — mais de 60% das PMEs foram ativas na data. Em seguida, as datas mais relevantes foram o Natal (29,5%) e o Dia das Mães (26,5%).

A Nuvemshop destaca o crescimento de alguns setores que, até pouco tempo, ocupavam uma pequena fatia do faturamento dos pequenos negócios na internet. Um deles é o segmento de bíquinis e roupas de banho, que teve uma alta de 154%, como consequência da retomada das viagens e pequenas reuniões. O avanço da vacinação, segundo a empresa, também foi crucial para o acréscimo nas vendas de materiais de escritório: o aumento foi de 156%.

Os 5 segmentos com maior faturamento no e-commerce em 2021

  • Moda (R$ 895,4 milhões)
  • Saúde & Beleza (R$ 146,5 milhões)
  • Acessórios (R$ 114 milhões)
  • Eletrônicos (R$ 82 milhões)
  • Casa & Jardim (R$ 79 milhões)

Em relação aos métodos de pagamento, o cartão de crédito concentrou a maior parte dos pedidos (54%). O destaque, no entanto, está nos pagamentos feitos com Pix (6%), que ultrapassaram os que foram pagos com boleto (5%).

O que esperar em 2022

O bom desempenho dos pequenos negócios no e-commerce, mesmo em paralelo à retomada do varejo físico, é um sinal de que o digital não perderá a relevância. Pelo contrário. A tendência é que sejam criados novos modelos de negócios, a partir da união dos dois modelos de venda — físico e online.

“Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.

2022-01-14T10:12:07-03:00janeiro 14th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Venda de produtos de consumo em supermercados cresce 1,9% em novembro

Abras descarta ações para reduzir movimento de pessoas nas lojas

O consumo de produtos do setor supermercadista nos lares brasileiros cresceu 1,97% em novembro de 2021, na comparação com outubro. Na comparação com novembro de 2020, houve alta de 4,43% e, no acumulado de janeiro a novembro, de 2,88%. Os dados foram divulgados hoje (13) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Segundo o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan, o crescimento de novembro ante o mesmo mês do ano anterior deve ser analisado pensando nas restrições existentes naquele período. “Havia uma restrição muito grande, diferente deste ano em que tivemos a economia e o comércio totalmente abertos, a volta ao normal do trabalho das pessoas, além do saldo positivo na empregabilidade.”

Milan disse que também contribuíram para o aumento do consumo no setor as ações promocionais dos supermercados em novembro, a diversidade de marcas como alternativas para os consumidores de menor poder aquisitivo e o pagamento do 13º terceiro aos trabalhadores assalariados.

Restrições pela covid-19

Mesmo com o anúncio de medidas restritivas por causa do aumento dos casos de influenza e covid-19 , feito ontem pelo governo paulista, o setor não tem intenção de implantar ações para reduzir o movimento de pessoas nos supermercados, disse o dirigente da Abras. “Até porque fomos o primeiro segmento da economia a estabelecer seus protocolos, que, ao longo do tempo, foram se aprimorando.”

De acordo com Milan, a orientação neste momento é que todas as lojas reforcem os cuidados com os consumidores, principalmente onde há mais contato, como nas áreas onde ficam as cestinhas e os carrinhos, intensificando a limpeza. Além disso, ele recomenda que continue a vigilância constante sobre o uso de máscaras de proteção, a oferta de álcool gel para limpeza das mãos e o respeito às marcações delimitadas na frente de caixas e áreas de serviço para que mantenha o distanciamento entre as pessoas.

Cesta Abrasmercado

Conforme boletim mensal do setor, a cesta Abrasmercado, composta por 35 produtos de largo consumo, teve discreto recuo (-0,32%) em novembro, na comparação com outubro e fechou o mês em R$ 697,80. Na comparação com novembro de 2020, o indicador cresceu 13,1%.

Os itens que mais subiram de outubro para novembro foram cebola (25,2%), extrato de tomate (22,3%), café torrado e moído (10,0%), biscoito de maisena (6,5%) e sabão em pó (5,8%). Os que tiveram maior queda de preço foram carne dianteiro (-4,6%), queijo muçarela (-3,1%), leite longa vida (-2,7%), batata (-2,6%) e queijo prato (-2,1%).

Entre as localidades que registraram maior queda no preço dos produtos da cesta em novembro, estão Brasília (-3,0%), Grande Porto Alegre (- 0,95%), interior do Rio Grande do Sul (-0,75%), Grande Rio de Janeiro (-0,70) e Grande Belo Horizonte (- 0,38). As maiores altas ocorreram em Natal (2,96%), Curitiba (2,61%), Fortaleza (1,79%), Goiânia e João Pessoa (1,39%).

Edição: Nádia Franco

2022-01-14T10:15:16-03:00janeiro 14th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Pop Cyber – Avon renova patrocínio para o Big Brother Brasil 22

A Avon fez história durante o BBB 21, quando foi a primeira marca de maquiagem a patrocinar o reality. Se este ano o objetivo era fazer um convite para que todos olhassem de novo para a marca sob uma nova perspectiva, em 2022, dando continuidade à parceria, a ideia é trazer ainda mais as Representantes da Beleza Avon e as consumidoras para o centro da estratégia, elevando sua experiência com a marca, que se reinventa e se adapta a cada geração, entregando produtos inovadores e acessíveis.

Com a campanha #AvonTáOn, criada pela Wunderman Thompson e lançada no BBB, a Avon esteve entre as três melhores anunciantes de 2021 no prêmio Caboré. Também foi considerada a melhor ação do ano por profissionais do mercado publicitário. Além disso, esse case se destacou com um ouro e um bronze no Effie Awards Brasil deste ano.

“No BBB21, a casa mais vigiada do Brasil apresentou uma nova Avon para as pessoas, contribuindo para um processo de renovação de imagem da marca de forma massiva. Colocamos os produtos do portfólio à prova, gerando uma mudança de percepção, construindo desejo de compra e conquistando impacto positivo em vendas. Para 2022, queremos consolidar ainda mais o nosso posicionamento, destacando a qualidade e a tecnologia dos nossos produtos e reconectando a Avon com todos e todas ao celebrar e valorizar a força, a autoestima e a diversidade da população brasileira”, explica Viviane Pepe, diretora de Comunicação da Avon Brasil.

Ao longo dos mais de 100 dias de programa em 2021, a Avon promoveu oito campanhas dentro da casa; triplicou as vendas no seu e-commerce e lojas Avon Conecta; liderou o engajamento entre marcas de beleza no Instagram e Twitter, plataforma em que foi trending topics por 10 vezes; teve 64% a mais de registros de novas Representantes e aumentou a intenção de compra e recomendação de marca. Além disso, a empresa também estimulou conversas relevantes sobre pilares importantes para a marca, como respeito, diálogo e impacto positivo na sociedade.

“Agora, com mais experiência em BBB, sabemos o caminho para superar esses recordes. Estamos animados para continuar escrevendo essa história de sucesso em 2022, aproveitando o reality para nos aproximarmos e conversarmos não apenas sobre produtos, mas também sobre temas relevantes com nossas Representantes, consumidoras e com a sociedade como um todo”, completa a executiva.

Como um dos maiores patrocinadores do programa, a Avon terá ativações importantes ao longo da programação, passando por datas comemorativas relevantes. Em breve, a marca trará mais detalhes sobre campanhas, ações e novidades que apresentará na casa. O BBB 22 começa em 17 de janeiro.

2022-01-13T10:08:37-03:00janeiro 13th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – América Latina e Caribe devem crescer 2,1% em 2022

Em 2021, a região cresceu 6,2%

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) está prevendo para este ano um crescimento médio de 2,1% para a região, bem abaixo dos 6,2% registrados em 2021.

O relatório anual Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe 2021, divulgado hoje (12), além da previsão de desaceleração do crescimento este ano, ainda analisa questões como as assimetrias no acesso à vacinação, as altas taxas de desemprego, principalmente entre as mulheres, e a inflação.

O relatório da Cepal aponta como as estimativas de crescimento e outros indicadores econômicos refletem o impacto sofrido pelos países da região em decorrência da crise da covid-19.

“A América Latina e o Caribe cresceram, em média, 6,2% (em 2021), mas quando vamos analisar América Central e México estamos em 6%, e quando vemos América Central sem o México estamos em 6,7%, um crescimento muito importante, tendo Panamá como uma das economias mais importantes. No caso da América do Sul, o Peru, com 13,5%; também Chile, com 11,8%; e Argentina, com 6,8%, crescimentos muito importantes nessas economias”, explicou Alicia Bárcena, secretária-executiva da Comissão Regional das Nações Unidas. O Brasil apresentou um crescimento 4,7% no ano passado.

De acordo com a Cepal, o crescimento médio esperado de 2,1% para este ano reflete uma alta heterogeneidade entre países e sub-regiões: o Caribe crescerá 6,1% (excluindo a Guiana), a América Central crescerá 4,5%, enquanto a América do Sul crescerá 1,4%. “A desaceleração esperada na região em 2022, juntamente com os problemas estruturais de baixo investimento e produtividade, pobreza e desigualdade, requerem que o fortalecimento do crescimento seja um elemento central das políticas, ao mesmo tempo em que são consideradas as pressões inflacionárias e os riscos macrofinanceiros”, disse Bárcena.

Em relação ao acesso à vacinação, o relatório aponta que os 33 países da América Latina e Caribe têm 60,1% da população com esquema vacinal completo. O país mais adiantado é o Chile (86,6%), seguido de Cuba (85,9%), Uruguai (76,9%) e Argentina (73,2%). O Brasil aparece em sétimo no ranking, com 67,6% das pessoas com esquema de vacinação completo.

Inflação

De acordo com a Cepal, no ano passado foram registradas altas inflacionárias na maioria dos países da região, lideradas por aumentos nos alimentos e na energia (a inflação atingiu a média de 7,1% em novembro, excluindo a Argentina, Haiti, Suriname e Venezuela), e espera-se que essas altas persistam em 2022.

Em outro âmbito, o relatório aponta que o financiamento para o desenvolvimento também é fundamental para apoiar os espaços de política e de investimento. E que é necessário ampliar e redistribuir a liquidez desde os países desenvolvidos até os países em desenvolvimento; fortalecer os bancos de desenvolvimento; reformar a arquitetura da dívida internacional; proporcionar aos países um conjunto de instrumentos inovadores destinados a aumentar a capacidade de pagamento da dívida e evitar o endividamento excessivo.

Trabalho e Emprego

Em relação às ocupações, em 2021, a Cepal mostra que 30% dos empregos perdidos em 2020 não foram recuperados. Além disso, a desigualdade entre homens e mulheres se acentuou, o que reflete a sobrecarga do cuidado sobre as mulheres e o menor dinamismo de setores que concentram o emprego feminino, como os serviços.

“As mulheres realmente ficam de fora e em 2021 mais de 38% dos trabalhos ocupados por mulheres acabaram durante a crise e não se recuperam. No caso dos homens, este número é de 21%, que é, como vocês podem ver, uma cifra um pouco menor. Não é bom, mas é um número menor do que o das mulheres. E entre 2020 e 2021 a queda na participação laboral afetou mais as mulheres, que deixaram de buscar emprego e, com certeza, nos lares com menores de 5 anos, ocasionou mais impacto sobre os cuidados no caso das mulheres”, ressaltou Bárcena.

Para 2022, a Cepal projeta uma taxa de desocupação de 11,5% para as mulheres – levemente inferior aos 11,8% registrados em 2021, mas ainda muito superior aos 9,5% existentes antes da pandemia em 2019 -, enquanto para os homens a desocupação seria de 8,0% este ano, quase igual à de 2021 (8,1%), mas ainda bem acima dos 6,8% registrados em 2019.

Edição: Fernando Fraga

2022-01-13T10:05:41-03:00janeiro 13th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Índice da Construção Civil registra alta de 18,65% em 2021

Em dezembro, o índice foi 0,52% – a menor taxa mensal do ano

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) registrou uma alta de 18,65% em 2021. O resultado foi divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação a 2020, o índice subiu 8,49 pontos. É a maior taxa anual desde 2013.

Em dezembro, o Sinapi foi 0,52%, a menor taxa mensal de 2021. Em dezembro, o custo nacional da construção por metro quadrado ficou em R$ 1.514,52, sendo R$ 910,06 relativos aos materiais e R$ 604,46 à mão de obra. Em novembro, o custo havia sido R$ 1.506,76.

A variação da mão de obra permaneceu praticamente estável em relação ao mês anterior: 0,15% em dezembro, contra 0,18% em novembro. A parcela dos materiais foi 0,76%, registrando uma queda de 0,9 pontos em relação a novembro.

Na regionalização dos índices, o Norte do país registrou as maiores altas: 0,81%. Seguido de Nordeste (0,66%), Sudeste (0,32%), Sul (0,53%) e Centro-Oeste (0,61%).

Edição: Fernando Fraga

2022-01-12T10:31:13-03:00janeiro 12th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Mais de 195 mil empresários já pediram adesão ao Simples Nacional

Resultado final será divulgado em 15 de fevereiro

O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte de 2022, conhecido como Simples Nacional, já recebeu, desde 3 de janeiro, pedido de adesão de 195,25 mil empresários, segundo informação da Receita Federal. O resultado final será divulgado no dia 15 de fevereiro.

As microempresas e empresas de pequeno porte podem fazer opção pelo Simples Nacional até 31 de janeiro.

Para as empresas em atividade, a solicitação pode ser feita até o último dia útil (31). Se for aceita, valerá a partir de 1° de janeiro deste ano (em caráter retroativo).

Para as empresas em início de atividade, o prazo para pedido de adesão é de 30 dias do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual), desde que não tenham decorridos 60 dias da data de abertura do CNPJ. Quando aprovada, a opção produz efeitos a partir da data da abertura do CNPJ. Segundo a Receita, após esse prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do ano-calendário seguinte, produzindo efeitos a partir de então.

O acesso ao sistema para adesão é feito por meio do Portal do Simples Nacional: em Simples – Serviços > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional. A Receita ressalta que os solicitantes não podem fazer parte das vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 2006.

*Com informações da Receita Federal

Edição: Graça Adjuto

2022-01-12T10:24:50-03:00janeiro 12th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

DSN – Inovações digitais da Mary Kay para melhorar a experiência do cliente em 2022

Em seus destaques de fim de ano, divulgados esta semana, a Mary Kay Inc. compartilhou as realizações de 2021 que ajudarão a empresa a aumentar seu impacto global e continuar enriquecendo a vida das mulheres. Incluído nesta lista estava uma reflexão sobre suas inovações revolucionárias de realidade digital e virtual – ferramentas que agora estão prontas para construir à medida que se aproxima do novo ano.

Em 2021, o Mary Kay Global Design Studio e a Glamhive da empresa adotaram novas campanhas de mídia social criando o primeiro reality show global TikTok, envolvendo o público por meio de uma vitrine de talentos em guarda-roupa, maquiagem e cabelo. A empresa também lançou o Suite 13, que permite aos usuários experimentar produtos por meio de realidade virtual e oferecer o primeiro showroom virtual pop-up da empresa. Mary Kay MirrorMe cria reformas de realidade aumentada, enquanto o aplicativo Mary Kay Skin Analyzer escaneia o rosto de um cliente para fornecer uma rotina de cuidados com a pele personalizada.

2022-01-11T09:53:19-03:00janeiro 11th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Isto É Dinheiro – Varejo: redes investem em vendas diretas para aumentar receita e criar relacionamento

Pernambucanas foi uma das últimas redes no setor a aderir à tendência e estrear nas vendas diretas; grupo oferece de mercadorias a serviços financeiros

Parece coisa do passado: representantes comerciais indo de porta em porta para oferecer produtos apresentados em catálogos de papel. Mas há um toque digital: eles também abordam clientes de forma remota, pelo WhatsApp e nas redes sociais, atuando como guias de uma jornada de compra on-line. Em tempos de desemprego em alta e economia no limbo, o mercado de vendas diretas, que movimentou R$ 50 bilhões em 2020 no Brasil, anda bem, obrigado. A despeito da famigerada ideia de um consumidor independente na era digital, os 5% de crescimento que o setor das vendas diretas reportou no primeiro ano da pandemia reflete a distorção nesta leitura. É um caso de estratégias complementares: o investimento em canais eletrônicos não é homogêneo e, para atender o público com pouca familiaridade com o mundo digital ou que está fora da cobertura da rede física, a força de trabalho nas vendas diretas se torna crucial.

Mesmo com o aumento de 38% do faturamento com o e-commerce em 2021 (dados da Confederação Nacional do Comércio), o movimento em vendas diretas é essencial para fisgar os 12% dos consumidores que, segundo levantamento do IDC, ainda escapam às garras do comércio eletrônico. Em 2020, a rede Marisa ingressou nas vendas diretas digitais por meio do programa Sou Sócia, que já tem mais de 30 mil vendedoras no País. Já a Pernambucanas, uma das últimas a aderir à tendência, investiu R$ 10 milhões no desenvolvimento do seu canal de vendas diretas, lançado em dezembro. Depois de um ano em que até grandes varejistas amargaram resultados negativos, qualquer espaço nesse mercado é precioso demais para se perder.

A indústria também percebeu a força das vendas diretas. Na Ambev, as vendas pelo app Zé Delivery bateram recorde no último ano. Embaladas pelo salto digital nas vendas, esse canal direto com o consumidor é ainda um atalho para as fabricantes driblarem a inflação acumulada em mais de 10%. Varejistas reagem, elevando suas apostas com ofertas até da carteira de produtos financeiros nas vendas diretas. Diante do turbulento horizonte para a economia em 2022 e das incertezas sobre o cenário da Covid-19, o momento no varejo é de se aproximar do consumidor, física ou digitalmente, e reforçar seu papel capilar no mercado.

2022-01-11T09:51:53-03:00janeiro 11th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Barômetros Globais sinalizam melhora no início de 2022

Índices foram divulgados hoje pelo Ibra/FGV

Após caírem na maior parte do segundo semestre de 2021, os Barômetros Econômicos Globais, indicadores que permitem analisar o desenvolvimento econômico mundial, sobem pelo segundo mês consecutivo, informou hoje (10) o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O Barômetro Coincidente se mantém acima da média histórica, enquanto o Barômetro Antecedente retorna à faixa neutra dos 100 pontos.

O Barômetro Econômico Global Coincidente subiu 0,4 ponto em janeiro, para 108,7 pontos enquanto o Barômetro Econômico Global Antecedente avançou 3,6 pontos, para 100,9 pontos, maior nível desde setembro de 2021 (108,1 pontos).

Segundo o Ibre/FGV, ambos os resultados foram bastante influenciados pela melhora do ambiente econômico na região da Ásia, Pacífico e África.

Enquanto o Barômetro Coincidente reflete o estado atual da atividade econômica, o Barômetro Antecedente emite um sinal cíclico cerca de seis meses à frente dos desenvolvimentos econômicos reais. Esses indicadores se baseiam nos resultados de pesquisas de tendências econômicas realizadas em mais de 50 países. A intenção é ter a cobertura global mais ampla possível.

Segundo o pesquisador do Ibre/FGV Paulo Picchetti, os efeitos da nova onda da pandemia da covid-19 e da perspectiva de políticas monetárias mais restritivas sobre as expectativas acerca do nível de atividade econômica parecem já ter sido incorporados em sua maioria nos últimos meses de 2021.

“No início de 2022, os barômetros globais sinalizam uma trajetória de adaptação a esse novo cenário, revertendo a tendência de queda observada nos últimos meses do ano anterior”, disse, em nota, Paulo Picchetti.

Barômetro Coincidente

A região da Ásia, Pacífico e África contribuiu com 1,3 ponto para a alta do Barômetro Coincidente Global. A Europa, por sua vez, foi em sentido contrário e contribuiu negativamente com 1 ponto para o resultado agregado. Apesar do recuo, o indicador regional da Europa ainda sustenta o maior nível entre as três regiões, com o indicador na faixa dos 112 pontos.

Entre os indicadores setoriais, apenas a Indústria subiu em janeiro, enquanto os demais continuam sinalizando desaceleração no nível de atividade. Todos os setores se mantêm na zona favorável, e o indicador da Indústria passou a ser o mais alto entre eles, o que não ocorria desde outubro de 2021.

Barômetro Antecedente

Assim como no Barômetro Coincidente, a região da Ásia, Pacífico e África exerceu a maior contribuição para a evolução do Barômetro Antecedente em janeiro de 2022, com 3,2 pontos. A Europa também contribuiu positivamente, com 0,7 ponto.

Já o indicador do Hemisfério Ocidental contribuiu negativamente, com 0,3 ponto, fechando o mês 10 pontos abaixo do nível de neutralidade de 100 pontos. Segundo o Ibre/FGV, o resultado reflete o aumento dos riscos ao crescimento associado ao avanço da nova variante Ômicron da covid-19 na região e a desaceleração cíclica prevista em países como o Brasil.

Houve alta em dois dos cinco indicadores antecedentes setoriais em janeiro: Indústria e Serviços. Os demais indicadores recuaram no mês. Com o resultado, o indicador da Economia Geral (avaliações dos consumidores e agregadas empresariais) fecha o mês abaixo dos 90 pontos e 20 pontos abaixo do indicador do setor de Serviços, o mais otimista.

“O resultado sinaliza, por um lado, o descolamento entre percepções de empresas e de consumidores, e do outro, a evolução ainda favorável dos segmentos de serviços presenciais, os que mais sofreram nos momentos de maiores restrição à mobilidade durante a pandemia de covid-19”, explica o Ibre/FGV.

Edição: Fernando Fraga

2022-01-11T09:49:52-03:00janeiro 11th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Produção de veículos tem alta de 11,6% em 2021, diz Anfavea

No ano passado, 2,24 milhões de unidades foram fabricadas

A produção de veículos cresceu 11,6% em 2021, segundo o balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Foram fabricadas no ano passado 2,24 milhões de unidades, enquanto em 2020 as montadoras produziram 2,01 milhões de veículos. Em dezembro a produção teve leve alta (0,8%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 210,9 mil unidades.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, destacou que no final do ano as montadoras fizeram um esforço para contornar os problemas enfrentados nos últimos meses com a falta de componentes em todo o mundo.

“A gente conseguiu puxar a produção em dezembro, trazendo peças, falando com fornecedores, ligando para as nossas matrizes para disponibilizarem semicondutores, de tal forma que a gente pudesse entregar o máximo possível para atender a fila de espera”, disse.

Vendas

As vendas tiveram alta de 3% ao longo do ano passado, com a comercialização de 2,12 milhões de unidades. Em dezembro, no entanto, foi registrada uma queda de 15,1% nas vendas em relação ao mesmo mês de 2020, com o licenciamento de 207,1 mil unidades.

Automóveis

A produção de automóveis e veículos comerciais leves teve alta de 8,7% em 2021, com a fabricação de 2,07 milhões de unidades. Em dezembro, a produção teve uma ligeira retração (0,4%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 197,1 mil unidades.

As vendas desses segmentos registram uma pequena queda (1%), com a comercialização de 1,72 milhão de automóveis e veículos comerciais leves. Em dezembro, a retração nas vendas chegou a 22,3% em comparação com o mesmo mês de 2020.

Caminhões

A produção de caminhões teve alta de 74,6% em 2021. Foram fabricadas ao longo do ano passado 158,8 mil unidades. Em dezembro, a produção de caminhões ficou em 12,4 mil unidades, 18,2% a mais do que o mesmo mês do ano anterior.

As vendas de caminhões cresceram 43,5% ao longo do ano passado, com a comercialização de 128,7 mil unidades do segmento. Em dezembro, os licenciamentos tiveram expansão de 20,8%, com a venda de 11,8 mil unidades.

Exportações

As exportações de veículos cresceram 16% em 2021 em comparação com o ano anterior, com a comercialização de 376,4 mil unidades para o exterior. Em dezembro, o crescimento ficou em 8,3% em relação ao mesmo mês de 2020, com a exportação de 41,6% unidades.

Emprego

A indústria automotiva chegou ao final do ano passado com 103,3 mil funcionários, uma retração de 1,5% em relação a novembro de 2020 e de 0,2% comparando com o nível emprego no final de 2020. Moraes atribuiu a redução a adoção de planos de demissão voluntária em algumas empresas e ao encerramento de contratos temporários de trabalho.

Previsões

A previsão da Anfavea é de que as vendas de veículos cresçam 8,5% em 2022 e a produção tenha uma alta de 9,4% neste ano. Para as exportações, a expectativa é de expansão de 3,6%.

O presidente da associação patronal lembrou que as incertezas causadas pela pandemia de covid-19 continuam a dificultar as estimativas sobre o futuro, mas que a indústria espera um crescimento “moderado” para este ano.

Edição: Denise Griesinger

2022-01-10T11:53:02-03:00janeiro 10th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
Ir ao Topo