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Notícias do Setor | Economia

ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Agência Brasil – Confiança do consumidor volta a crescer em junho

Crescimento ocorre após queda de 3,1 pontos de abril para maio

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 3,5 pontos em junho deste ano na comparação com o mês anterior. O crescimento do indicador veio depois de uma queda de 3,1 pontos de abril para maio.

Com o resultado, o ICC atingiu 79 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o melhor resultado desde agosto do ano passado (81,8 pontos).

O Índice de Situação Atual (ISA), que mede a percepção do consumidor brasileiro no presente, subiu 1,3 ponto e chegou a 70,4 pontos, melhor resultado desde julho de 2021 (70,9 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE), que mede a confiança no futuro, cresceu 4,9 pontos e atingiu 85,9 pontos, ficando ainda abaixo de abril (86,1 pontos).

Edição: Maria Claudia

2022-06-24T11:01:51-03:00junho 24th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Total de empresas ativas cresce 3,7% no Brasil

Hoje, há 5,4 milhões de companhias no país, revela o IBGE

O número de empresas e outras organizações ativas no Brasil cresceu 3,7% entre 2019 e 2020, chegando a 5,4 milhões. Mesmo com esse aumento, o total de pessoas ocupadas assalariadas em empresas diminuiu 1,8% no mesmo período, o que significa 825,3 mil postos de trabalho formais a menos no país.

As mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho. Os dados são da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2020 divulgada hoje (23), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a primeira vez, na série histórica do estudo, desde 2008, que a queda no número de assalariados ocorreu ao mesmo tempo em que houve aumento expressivo no total de empresas. Esse movimento pode ter sido ocasionado, de acordo com o instituto, por pessoas que foram demitidas e tentaram abrir seu próprio negócio ou por quem buscava compensar as perdas de renda nesse período.

“A gente não imagina, em período de forte crise econômica, ter aumento de empresas. Mas, ao mesmo tempo, isso é explicado pelo crescimento de empresas que não possuem assalariados”, disse o gerente da pesquisa, Thiego Ferreira.

“Apesar de todos os esforços, inclusive políticos, e das políticas públicas para manter os empregos, ocorreram, naturalmente, demissões. Muita gente teve redução na renda ou porque foi demitida ou porque teve diminuição da jornada de trabalho e isso pode ter motivado a busca dessas pessoas por abrirem seus próprios negócios”, argumentou.

Menos funcionários e salários menores

Entre 2019 e 2020, o número de empresas sem empregados assalariados cresceu 8,6%, o que significa 227,3 mil empresas a mais em 2020. Já as empresas com assalariados recuaram em todas as faixas analisadas. As com um a nove empregados caíram 0,4%; as com 10 a 49 empregados, 5,3%; as com 50 a 250 assalariados, 2,3%; e as com mais de 250 funcionários tiveram uma redução de 1%.

Os dados mostram, ainda, que o salário médio pago pelas empresas do país em 2020 caiu 3% em relação a 2019, chegando a R$ 3.043,81, ou o equivalente a 2,9 salários mínimos. Já a massa salarial, que atingiu R$ 1,8 trilhão, teve um recuo de 6% em relação a 2019, o que representou, segundo o IBGE, a maior redução na série histórica da pesquisa. Essa perda salarial foi, segundo o instituto, intensificada pela redução no número de assalariados.

Em relação às unidades federativas, o Distrito Federal e o Amapá registraram os maiores salários: o DF com uma remuneração média mensal 5,3 salários mínimos e o Amapá com 3,7 salários, ambos seguidos pelo Rio de Janeiro e São Paulo com 3,3 salários mínimos cada. Esses dois estados concentram mais de um terço dos assalariados do país. Já os menores salários foram anotados na Paraíba – salário médio mensal de 2,1 salários mínimos -, seguido do Ceará e Alagoas: 2,2 salários mínimos cada.

Mulheres mais impactadas

Segundo o IBGE, as mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho em empresas. Em 2020, enquanto o número de homens assalariados caiu 0,9%, em relação a 2019 o total de mulheres recuou 2,9%. Dos 825,3 mil postos de trabalho perdidos entre 2019 e 2020, 71,9%, o equivalente a 593,6 mil vagas, eram ocupados por mulheres.

Diante desse cenário, a participação feminina entre os assalariados das empresas formais do país diminuiu, pela primeira vez, desde 2009. O percentual de postos ocupados por mulheres passou de 44,8% em 2019 para 44,3% em 2020, a menor participação feminina desde 2016.

“Apesar de ser uma queda de 0,5%, ela revela um comportamento que tem relação com a pandemia. Quando procuramos entender melhor esses números, o que encontramos como justificativa são dois movimentos. Houve um crescimento de ocupações em setores que usualmente empregam mais homens e, por outro lado, uma redução dos segmentos que empregam mais mulheres”, explicou o gerente da pesquisa.

De acordo com Ferreira, setores como o de construção, com empregados majoritariamente homens, cresceram, enquanto segmentos com funcionários majoritariamente mulheres – educação e alimentação – reduziram os postos no primeiro ano de pandemia.

Perdas em alimentação e cultura

Segundo a pesquisa do IBGE, as maiores reduções de assalariados foram nos segmentos de alojamento e alimentação, com uma queda de 373,2 mil; administração pública, defesa e seguridade social (233,9 mil); e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (221,7 mil funcionários a menos).

Na outra ponta, o aumento mais significativo foi no setor de saúde humana e serviços sociais, com mais 139,3 mil assalariados.

O gerente da pesquisa destacou, ainda, que as áreas de alimentação e de arte, cultura, esporte e recreação tiveram as maiores perdas de assalariados da série histórica. Esses percentuais são respectivamente 19,4% e 16,4%.

“As características desses setores já contribuem para terem sofrido efeitos da pandemia. Mais ainda a natureza da pandemia, que envolveu distanciamento social. As pessoas não vão para restaurantes para evitar contaminação, têm receio de comer fora, fora os lockdowns. Por mais que tivesse muita garantia de segurança, [elas] não podiam sair”, explicou Ferreira.

O Cempre é um banco de dados mantido pelo IBGE com informações cadastrais e econômicas da grande maioria das empresas e outras organizações legalmente constituídas no Brasil.

Integram esse banco empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), da Secretaria Especial da Receita Federal. Microempreendedores individuais não fazem parte do levantamento.

Edição: Kleber Sampaio

2022-06-23T10:43:27-03:00junho 23rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Microempresas e MEI poderão acessar programa de crédito garantido

Recursos deverão estar disponíveis no final de julho

A segunda edição do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito, na modalidade garantia (PEAC-FGI), poderá apoiar microempresas e microempreendedores individuais (MEI), anunciou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo o chefe do Departamento de Produtos de Garantia para Acesso ao Crédito do BNDES, Luciano Lanz, para a operacionalização do programa, são necessários ainda a realização de assembleia geral extraordinária de cotistas do Fundo, a divulgação de regulamento com as novas condições e o desenvolvimento e adaptação dos sistemas de tecnologia da informação (TI) do BNDES e dos bancos parceiros. Na primeira rodada do PEAC, foram 47 bancos habilitados.

“A expectativa é que esteja disponível para concessão de garantias no final de julho”, informou Lanz.

Esse prazo conta a partir da publicação hoje (21), no Diário Oficial da União (DOU), da portaria assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes que estabeleceu as diretrizes do novo PEAC-FGI, operacionalizado pelo Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

Resultado de parceria entre o BNDES e o Ministério da Economia, a segunda edição do PEAC foi viabilizada pela Medida Provisória 1.114/2022, e contará com recursos já disponíveis no Fundo Garantidor, sem necessidade de novos aportes da União.

Garantias

Os novos empréstimos terão como garantia os recursos pagos pelas empresas referentes aos financiamentos garantidos até o término do primeiro PEAC, em dezembro de 2020.

“Nessa nova rodada, não há novo aporte de recursos do Tesouro. O que acontece é que os recursos que já foram liberados em decorrência de resultados de aplicações financeiras do Fundo ou de operações de garantia eventualmente já liquidadas estão sendo usados para concessão de novas garantias”.

Com isso, a expectativa é ter em torno de R$ 1 bilhão de recursos este ano e algo próximo de R$ 1,2 bilhão, no próximo exercício. Considerando a expectativa de alavancagem desses recursos, Lanz estimou que isso deve possibilitar um volume perto de R$ 22 bilhões até o final de 2023, em termos de crédito garantido.

Na versão anterior, lançada em 30 de junho de 2020 como medida para mitigar a crise econômica gerada pela pandemia da covid-19, o PEAC-FGI recebeu quatro aportes do Tesouro Nacional no montante de R$ 5 bilhões cada, somando R$ 20 bilhões, para garantia dos recursos destinados para financiamentos pela rede de bancos parceiros, com baixo risco de inadimplência.

Luciano Lanz destacou que outra grande diferença em relação ao PEAC-FGI de 2020 é a exclusão da garantia para grandes empresas. Além disso, para os microempreendedores individuais e microempresas, foi definido o limite máximo de 30% para cobertura de inadimplência permitido na Lei 14.042.

“Com isso, você reforça o compromisso do governo federal e do BNDES no apoio ao empreendedorismo e no acesso ao crédito para aqueles que têm maior dificuldade em oferecer garantias ao sistema bancário”.

Por outro lado, o percentual máximo de cobertura de inadimplência para pequenas empresas será de 10% e, para médias empresas, 7%, mostrando redução em comparação ao primeiro PEAC, quando os percentuais eram de 30% e 20%, respectivamente.

Lanz deixou claro que o foco é ampliar o acesso para microempreendedores individuais e microempresas. Ele lembrou também que, no primeiro PEAC, a situação era mais grave, gerada pela pandemia do novo coronavírus, e existia necessidade de esses percentuais para pequenas e médias empresas serem mais altos do que são hoje.

“Apesar de a gente ainda estar sentindo os efeitos da pandemia, da própria guerra da Ucrânia e outras questões, a gente está em uma situação menos crítica sob esse ponto, o que permite que você reduza o percentual para esses segmentos, mas mantendo a expectativa de efetividade e alcance do programa”, afirmou.

Balanço

As contratações de financiamento do primeiro PEAC-FGI foram encerradas em dezembro de 2020. Dados acumulados pelo BNDES entre 30 de junho e 31 de dezembro de 2020 revelam que o total de financiamentos contratados com garantia pelo programa emergencial de crédito alcançou R$ 92,1 bilhões, por meio de mais de 40 agentes financeiros, com 135.720 operações e apoio a 114.355 empresas de todas as regiões do país. Dessas companhias, 68% eram de pequeno porte; 31% de médio porte; 1% de grande porte. Os financiamentos foram concedidos em mais de 3.800 municípios.

Matéria alterada às 19h14 para correção de informação. Ao contrário do que estava publicado anteriormente, a expectativa é que a concessão de garantias esteja disponível no final de julho e não em 30 dias, como foi publicado anteriormente.

Edição: Lílian Beraldo

2022-06-22T12:27:33-03:00junho 22nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Consumidor Moderno – O redesenho da Avon para as representantes da marca nas redes sociais

Entenda como as mídias sociais podem auxiliar na construção do EX, bem como ampliar as vendas das revendedoras da marca

Ainda que há alguns anos trabalhar com as redes sociais não fosse essencial, hoje, é quase impossível tornar um novo empreendimento — e até mesmo os antigos —reconhecido sem elas. Para se ter ideia do tamanho do impacto nas vendas, desde 2020, mais de 48% dos empreendedores independentes utilizaram as mídias sociais para vender produtos e, no total, 54% revendem de forma online nos dias de hoje.

Mas que as redes sociais são grandes vitrines para consumo, a maior parte das pessoas já sabe. O que elas desconhecem é que as redes também podem ser um importante canal de Employee Experience (EX), capaz de representantes da beleza.

Essa ação, mais do que um investimento em digitalização, já é fundamental. Segundo a pesquisa Olha de Novo, realizada pela Avon em 2021, 67% das brasileiras consideram o e-commerce como seu principal canal de compras. E capacitar as revendedoras para usar esse canal é um caminho certeiro.

“A Avon é inovadora desde sua origem porque as Representantes da Beleza sempre foram influenciadoras em suas redes de contato. A digitalização amplia ainda mais essa possibilidade, pois garante a liberdade das Representantes e dos seus clientes de se relacionarem como preferirem”, explica Carol Albuquerque, diretora de Marketing de Relacionamento da Avon.

O forte investimento da Avon nas vendas por redes sociais

Por meio das revendedoras, a Avon passou por algumas mudanças para revenda dos produtos da marca de forma mais inovadora e, acima de tudo, digital. Um dos primeiros passos foi migrar a venda para as plataformas online, por meio do app Minha Avon — loja virtual personalizada da representante —, além do Avon Conecta e a Revista Digital, uma maneira de digitalizar os meios antigos de venda para as representantes.

Todo esse processo economiza saídas e organiza melhor a logística de entrega dos produtos, atributos muito importantes para a renda das revendedoras. E para que todo o processo funcione da melhor forma, a Avon também investiu em cursos gratuitos de marketing digital e vendas nas mídias sociais.

“A Representante pode utilizar as redes sociais para divulgar o seu negócio para todo o país com o auxílio dos nossos conteúdos e ferramentas, conquistando novos consumidores e, assim, podendo se tornar uma influenciadora digital também”, complementa Albuquerque.

Como isso se torna uma prática de EX e beneficia as revendedoras?

Além dos cursos gratuitos e de uma nova possibilidade para se tornar representante — uma atuação mais gerenciável, facilitada e proveitosa no digital, — uma das grandes vantagens é que o uso das redes tem ampliado (e muito) o alcance das vendas, o que traz um impacto positivo às revendedoras.

Prova disso é o relato de Camila Lorrane, representante da marca há mais de uma década. “Minha história com a Avon começou em 2011, quando realizei meu primeiro cadastro como Representante da marca. Na época, eu estava na faculdade e buscava uma fonte de renda extra. Eu trabalhava como professora de matemática na rede pública e já não tinha vontade de continuar na profissão, em um emprego fixo”, comenta a revendedora.

Foi só durante a pandemia que ela compreendeu que o digital poderia ser um grande aliado das revendas da Avon. “Comecei de fato a enxergar o trabalho com a Avon como oportunidade de empreender e conciliar a minha profissão com as tarefas de casa e a minha família. Minha atuação como Representante acabou se tornando minha principal fonte de renda e hoje ganho até mais do que quando lecionava”, completa.

A ascensão do WhatsApp como canal frequente de vendas

Outro ponto no qual a Avon tem investido forte é nas vendas pelo WhatsApp. Segundo estudo da Consumoteca, que o uso da ferramenta para fins de negócios cresceu 251% em 2021.

“Busco explicar para minhas clientes como podem usar os produtos depois que compraram e estou sempre em contato com elas por meio do WhatsApp para entender como estão sendo suas experiências. Assim, elas voltam a comprar quase que mensalmente comigo”, finaliza Lorrane.

Para Geizy Carla, outra revendedora, o uso da Minha Avon é complementar com o WhatsApp. “Eu tenho uma loja virtual no aplicativo da Avon, mas a ferramenta que mais utilizo para as vendas online é a revista digital que a empresa disponibiliza para as Representantes. Minhas clientes adoram essa facilidade, porque basta selecionar digitalmente o que desejam comprar e me enviar de volta pelo Whatsapp”, explica ela. “Depois da venda, gosto de manter contato com o cliente para saber como está sendo a experiência dele com o produto, se está gostando. Aproveito também para compartilhar nas redes sociais os feedbacks que recebo. Isso ajuda a despertar a curiosidade das pessoas sobre os produtos”, conclui.

2022-06-21T11:09:09-03:00junho 21st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Valor Econômico – 2W Energia fatura R$ 1 bi com pequenos clientes

País tem atualmente 42 comercializadoras varejistas que atendem pequenos clientes habilitadas na CCEE

A 2W Energia alcançou a marca de R$ 1 bilhão em contratos de eletricidade comercializados por sua comercializadora, criada exclusivamente para atender a pequenas e médias empresas. A empresa negocia este tipo de contrato desde o fim de 2020. A chamada comercialização varejista é uma das apostas da 2W Energia num mercado cada vez mais concorrido e em vias de ser ampliado com mudanças nos limites de migração para o mercado livre, onde o consumidor pode escolher o fornecedor da energia. A empresa possui 2 mil consultores no Brasil que buscam novos negócios.

A figura do comercializador varejista foi criada para que esse agente represente, perante a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), consumidores com pequenas cargas, de até 1 megawatt (MW), para não “congestionar” a câmara com operações de varejo. Atualmente, 42 comercializadores varejistas estão habilitados na CCEE para operar. Nos últimos anos, a migração para o mercado livre tem sido intensiva, puxada em grande parte pelos chamados consumidores especiais, aqueles que possuem demanda acima de 0,5 MW, conectados em alta tensão, que compram energia de fontes renováveis, como eólicas e usinas solares. Dados da CCEE atualizados até maio apontam para um total de 9.017 consumidores especiais.

Segundo o presidente da 2W, Claudio Ribeiro, a marca de R$ 1 bilhão é importante especialmente quando se olha o porte dos clientes. São consumidores que possuem contas de luz na casa de R$ 30 mil por mês e demanda efetiva a partir de 0,2 MW, embora tenham carga contratada de 0,5 MW. Os contratos têm prazo médio de 7,4 anos, considerado de longo prazo, ante o perfil de carga desse nicho.

O executivo recorda que o mercado livre tem possibilidade de se expandir só com a adoção, pelo governo, de medidas infralegais, o que envolveria empresas com carga contratada abaixo de 0,5 MW, conectadas em alta tensão. “Teríamos uns 250 mil consumidores que poderiam se tornar livres só com uma portaria do MME [Ministério de Minas e Energia].”

Outra vertente da 2W Energia é a geração. Atualmente, possui dois projetos eólicos em implantação, que somam 399 MW de potência: Anemus, de 138,6 MW, no Rio Grande do Norte, que terá aerogeradores da brasileira Weg; e Kairós, de 260,4 MW, no Ceará, com turbinas da dinamarquesa Vestas. O investimento nos parques é de cerca de R$ 2,2 bilhões.

Ribeiro informou que a empresa planeja construir um terceiro parque eólico, pelo menos. A meta é chegar a 1 gigawatt (GW) nos próximos dois anos.

A empresa até estuda entrar na geração solar, mas está atenta à situação atual da cadeia de fornecimento, pois os equipamentos são oriundos de fábricas da China, o que não acontece na fonte eólica, cujos fornecedores estão localizados em países da Europa e nos Estados Unidos, além de existir uma indústria formada no Brasil. A alta demanda chinesa por geração solar, o câmbio e questões logísticas têm influenciado os preços. Mas a empresa não fecha totalmente a porta para a fonte.

“Vamos continuar investindo. Temos dois trabalhos: executar os dois parques que já estão com obras a todo vapor e pensar na estruturação financeira dos projetos que estão no ‘pipeline’ que completam esse 1 GW”, disse.

2022-06-20T12:52:43-03:00junho 20th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Exame – Natura&Co: principal missão do novo CEO é trazer agilidade para a companhia

CEO quer ‘desburocratizar’ decisões dentro da empresa para gerar mais receita; ações disparam

Agilidade é a palavra de ordem que define a missão do novo CEO da Natura&Co, Fábio Barbosa. Em coletiva de imprensa nesta manhã, o executivo mencionou por vezes seguidas a missão de descentralizar decisões que antes ficavam sob a figura do líder de crescimento sustentável para dar mais poder às unidades de negócio. “A organização ficou burocratizada ao longo do tempo. Estamos perdendo agilidade e algumas empresas do grupo estavam se ressentindo de não poderem tomar decisões. Vamos encontrar um equilíbrio, que vai impactar na receita e nos ajudar a crescer”, afirmou Fábio. O executivo, que já participava do conselho da Natura há cerca de cinco anos, ressaltou estar honrado em assumir o desafio e destacou que não se trata de um ‘sonho antigo’, mas sim do reflexo do relacionamento de longo prazo que mantém com a companhia.

A mudança vem em um momento delicado para a Natura. O valor de mercado da companhia, que era de R$ 83 bilhões em fevereiro de 2021, está atualmente abaixo de R$ 20 bilhões. Além dos fatores externos, como a guerra entre Ucrânia e Rússia (que impactaram significativamente a operação da Avon International, responsável por 22% das vendas), o aumento de complexidade da organização para tomada de decisões foi apontado como um dos motivos que permitiu à companhia perder tração ao longo do tempo.

De maneira prática, a descentralização significa permitir que as quatro empresas do grupo – Aesop, Avon International, Natura&Co Latam e The Body Shop – tenham mais autonomia, por exemplo, em questões de contratações e administração financeira. São áreas que representam o começo, mas não o fim da transformação que o executivo quer promover. Fábio menciona que a formação do comitê de transição, que deve atuar até o fim do ano na companhia, vai tentar identificar mais oportunidades de melhoria na relação com cada área e diferenciá-los de “falsos dilemas”, nas palavras do executivo.

Dentro dessa realocação, Fábio destaca que não haverá mudanças nos cargos de executivos de cada uma das áreas. O novo CEO afirma que conversou com cada um dos CEOs das quatro empresas e assegurou que  não devem haver reorganizações a respeito do emprego de cada um deles. O que pode acontecer, entretanto, é uma mudança na atuação de cada área. “Não sei se temos de ter todas as marcas em todas as regiões, por exemplo. Vamos estudar melhor esse mix”, diz.

Fábio quer liderar esse movimento dentro da Natura e, afirma, seu mandato não tem hora para acabar. “Assumo o cargo sem data de validade. Não sou o CEO do comitê de transição da Natura, mas sim o CEO da companhia”, afirma.

O que o mercado pensa

O tom foi mantido em teleconferência nesta manhã, de autonomia para gerar agilidade dentro da empresa. Analistas questionaram a companhia sobre o limite para corte de custos e enxugar a companhia, ao que os porta-vozes responderam que a prioridade para a companhia não é cortar custos, mas focar no aspecto de estratégia para cada unidade e região geográfica. Novamente, a palavra autonomia para as unidades apareceu como destaque.

Questionamentos a respeito do contexto que levou a essa mudança repentina dentro da companhia também se repetiram entre os analistas. “Ouvimos o mercado. Tivemos uma série de conversas com o conselho nos últimos meses a partir da demanda de investidores e foi o momento de considerar que precisamos enxugar um pouco a estrutura, revisitar formatos e cenários”, disse Fábio. De acordo com o executivo, pensar em um mercado para cada marca é apenas um exemplo de mudança na alocação de capital daqui para frente.

A respeito da contribuição que a própria carreira no mercado financeiro pode trazer para a companhia, Fábio afirmou que sempre trabalhou com pessoas. Os números desempenham parte importante no processo, mas tipos de incentivos aos profissionais e, de novo, a descentralização de decisões devem desempenhar papel essencial para o avanço da empresa. “Sustentabilidade continuará sendo nosso pilar essencial, mas queremos colocar as pessoas certas nos lugares corretos. A gestão está inteiramente ligada à melhor escolha de pessoas que possam dar o melhor de si nas posições em que forem colocadas”, afirmou.

Ao avaliar outros pontos que ‘seguravam’ os avanços da companhia, outro questionamento de analistas, Fábio também mencionou o investimento em tecnologia. O mercado tem que trabalhar em cada especificidade de cada região, em vez de tentar padronizar tudo de uma vez só — o que considera um aprendizado. Ou seja, não tentar implantar o mesmo modelo de venda direta em todos os países em que a companhia está presente.

O mercado recebeu de forma positiva a troca do comando da empresa: nesta manhã, as ações da Natura dispararam 10% e a companhia lidera a alta do Ibovespa.

2022-06-20T12:51:14-03:00junho 20th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Comércio paulista cria mais de 10 mil vagas de emprego em abril

Dados divulgados hoje são da FecomercioSP

O comércio paulista gerou 10.371 vagas com carteira assinada em abril, depois de 2,6 mil postos de trabalho fechados em março, de acordo com dados da Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (Pesp), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

“É importante ressaltar que, em abril do ano passado, o estado enfrentava a fase mais restritiva ao funcionamento e à ocupação dos estabelecimentos considerados não essenciais”, diz a FecomércioSP.

O varejo foi o setor que mais se destacou em abril, com a criação de 6.345 empregos, influenciada pelo segmento de ferragens, madeira e materiais de construção, com a formação de 860 vagas.

O comércio por atacado gerou 2.647 vagas de emprego, graças, principalmente, ao segmento de produtos alimentícios em geral, responsável pela criação de 365 postos.

O comércio e reparação de veículos registrou o desenvolvimento de 1.379 vagas, com destaque para a atividade varejista de peças e acessórios novos para veículos (325).

A pesquisa mostra ainda que, nos primeiros quatro meses do ano, o balanço é negativo, com o fechamento de 11.337 postos de trabalho. O varejo, que perdeu 24.698 empregos, foi o principal responsável pelo resultado no período.

As principais influências observadas foram os resultados dos hipermercados e supermercados (-15.037) e do ramo de vestuário e acessórios (-7.066). Já o atacado apresentou saldo positivo de 8.984 vagas, enquanto o setor de comércio e reparação de veículos gerou outras 4.377 vagas.

Nos serviços houve criação de 27.938 empregos em todo o estado de São Paulo, um crescimento de quase 200% em relação ao mesmo período do ano passado, quando se apontou geração de 9.725 vagas.

Com o resultado de abril, o estoque chegou a quase 6,692 milhões de vínculos empregatícios. Das 14 divisões que formam o setor, 12 demonstraram avanço na empregabilidade: os serviços de transporte, armazenagem e correios, com 8.679 novos postos de trabalho, e o de alojamento e alimentação, com 7.186 empregos, foram os que mais geraram vagas.

Capital paulista

Segundo a FecomercioSP, na cidade de São Paulo, o comércio gerou 4.182 empregos com carteira assinada, com destaque para o varejo, que criou 2.779 postos de trabalho, puxado por vestuário e acessórios (436). No ano, o setor perdeu 932 vagas, em razão da divisão varejista (-5.583), especialmente dos hipermercados e supermercados (-4.839).

Já nos serviços, foram criadas 5.579 vagas, com o melhor resultado no grupo de alojamento e alimentação (3.300), puxado pelos restaurantes e bares (2.493), enquanto o pior foi observado nos serviços administrativos e complementares, que perderam 7.313 postos de trabalho, com atenção especial ao segmento de serviços de seleção, agenciamento e locação de mão de obra (-4.230 vagas). No ano, foram 51.100 postos, com liderança dos serviços educacionais (14.456).

Edição: Denise Griesinger

2022-06-20T12:48:56-03:00junho 20th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Valor Investe – Estudo mostra quais são as empresas campeãs em ESG do Brasil na opinião de consumidores

Pesquisa realizada pela consultoria Walk The Talk mostra que brasileiros têm grandes expectativas sobre pautas ESG em empresas

Com o intuito de mostrar ao mercado as empresas que mais são associadas ao ESG (sigla para questões ambientais, sociais e de governança), a consultoria Walk The Talk by La Maison divulgou uma pesquisa realizada com 4.421 pessoas (homens e mulheres), de 16 a 64 anos, das cinco regiões do Brasil, das classes ABC e pediu a percepção sobre o posicionamento e ações de 50 empresas que são representativas em suas categorias.

Além de mostrar as companhias que mais atuam em relação ao meio ambiente, sociedade e governança, a pesquisa também revela as principais preocupações da população com essas causas.

Juliana Simão, fundadora da consultoria explica que em 2021, a empresa juntou alguns grupos de consumidores de diferentes idades, gênero, classe social e localidades para levantar suas percepções sobre questões relacionadas a ESG. “Para cada empresa citada, tentamos trazer uma segunda, terceira ou quarta da mesma categoria para conseguir compará-las”, comenta.

A Natura foi a empresa mais associada ao ESG, obtendo 536 pontos, num índice que chega a 1 mil. A Unilever aparece logo após, com 389, seguida pela Ypê (386), Boticário (376), Petrobrás (372), Nestlé (354), Banco do Brasil (335), P&G (332) e Coca Cola (315).

Simão destaca que a pesquisa abrange a opinião de consumidores sobre as marcas e não sobre as ações das empresas como corporações. “Os clientes criam expectativas sobre as empresas e elas mudaram conforme o passar dos anos”, esclarece.

Ainda na opinião da fundadora, cada vez mais os consumidores percebem a falta de autoridade dos governos e instituições, fazendo com que as marcas ganhem relevância e possam conquistar credibilidade em pautas ESG, que fazem parte do cotidiano dos clientes.

A pesquisa revela que 94% dos brasileiros esperam que as empresas façam algo sobre ESG e acreditam que a empresa tem obrigação de fazer algo relacionado aos problemas. Porém, quando questionados, apenas 17% acreditam que as corporações efetivamente fazem. “Analisamos uma lacuna entre a expectativa do consumidor e a realidade, que é o que as marcas demonstram”, afirma a fundadora.

Questões ambientais ocupam grande parte da expectativa dos brasileiros, que esperam que as empresas cuidem da natureza, seja modificando produtos e serviços para se tornarem melhores do ponto de vista ambiental, não façam testes em animais ou produzindo embalagens melhores para o meio ambiente.

Todas as empresas citadas na reportagem ficaram no grupo “Alto”, marcando de 301 a 600 pontos. Acima de 600 pontos, as empresas são consideradas no ranking “Muito Alto” (o melhor grupo). Nenhuma das companhias que operam no Brasil entraram no primeiro grupo. De acordo com Simão, isso acontece em função do amadurecimento da pauta de ESG no Brasil.

“Nosso país ainda dá os primeiros passos em ESG. Existem empresas mais engajadas que outras, muitas companhias ainda não conseguiram desenvolver, de fato, essas práticas ou fazem apenas o que é necessário e higiênico. O ESG ainda precisa amadurecer e a pressão do brasileiro é uma das peças-chave para isso”, analisa.

Com relação ao primeiro estudo realizado pela Walk the Talk, em setembro de 2021, apenas três empresas permanecem na categoria alto: Natura, Nestlé e Ypê. As outras entraram nessa edição.

2022-06-15T11:30:16-03:00junho 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Micro e pequenos empresários mantêm otimismo pelo quarto mês seguido

Dados fazem parte da Sondagem Econômica das Micro e Pequenas Empresas

O otimismo dos donos de micro e pequenas empresas segue em alta pelo quarto mês consecutivo. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o índice de confiança do micro e pequeno empresário (IC-MPE) avançou 1,8 ponto em maio, chegando a 98,1 pontos, o maior nível desde outubro de 2021, quando indicou 98,9 pontos. Os dados fazem parte da Sondagem Econômica das Micro e Pequenas Empresas, realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na avaliação do Sebrae, a maior circulação de pessoas, após dois anos de confinamento em razão da pandemia de covid-19, a melhora no desempenho das vendas, bem como a prorrogação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) até 2024, pesaram na percepção positiva dos empresários.

“A contínua recuperação da confiança foi observada em todos os setores pesquisados: comércio, serviços e indústria de transformação”, disse o Sebrae.

Entre os setores, o comércio foi o que obteve mais destaque. Após registrar queda em abril, a confianças dos empresários desse segmento voltou a subir em maio. O índice apresentou elevação de 5,5 pontos, fechando o mês em 91,4 pontos, o maior nível desde outubro de 2021 (92,9 pontos).

No setor de serviços, a atividade de transporte foi a que mais se destacou. Outro setor que ganhou espaço foi o de serviços profissionais e serviços prestados às famílias. Já a indústria de transformação se manteve em um patamar neutro, mas com destaque para o vestuário que trouxe um índice de confiança positivo.

De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o ânimo dos empresários foi influenciado tanto pela situação atual quanto pelas expectativas de curto prazo. Melles, entretanto, pondera que ainda é preciso ter cautela.

“Mesmo com esse cenário de melhora no ânimo por parte das empresas, a parcimônia tem sempre que prevalecer, já que ainda enfrentamos problemas conjunturais, como a escassez de insumos, prognósticos de alta de inflação e taxas de juros”, argumentou.

Edição: Lílian Beraldo

2022-06-15T11:28:05-03:00junho 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Veja – Vendas no varejo crescem 6,9% em maio, segundo a Cielo

Apesar da expansão do faturamento, o comércio varejista ainda não está no patamar pré-pandemia, quando excluída a inflação

Dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado mostram que, descontada a inflação, as vendas no varejo em maio cresceram 6,9% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Os segmentos que mais se destacaram foram “Vestuário”, “Postos de Gasolina” e “Turismo e Transporte”.

De acordo com Diego Adorno, gerente de produtos de dados da companhia, os resultados de maio do ano passado foram afetados por medidas de restrição ao comércio relacionadas à pandemia de Covid-19, favorecendo maio deste ano na comparação.

Apesar da expansão do faturamento, o comércio varejista ainda não está no patamar pré-pandemia, quando excluída a inflação.

2022-06-14T10:33:28-03:00junho 14th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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