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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Veja – Faturamento de empresas do varejo cresce mesmo com pandemia

Mesmo com um cenário tão adverso provocado pela pandemia do novo coronavírus, as quinze empresas participantes do programa de mentorias brMalls Partners, realizado em parceria com a Endeavor, estão conseguindo se desenvolver e já apontam resultados na metade do caminho.

A expectativa é chegar a um faturamento superior a 300 milhões de reais nesse ano, um crescimento de mais de 50% em comparação a 2019.

Fonte: Veja

2020-09-23T14:21:13-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Pandemia reduz em um décimo renda mundial obtida com trabalho, diz OIT

Informação está no 6º relatório da OIT sobre efeitos da covid-19

 

A renda mundial obtida com o trabalho caiu cerca de 10,7% – ou US$ 3,5 trilhões – nos primeiros nove meses de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (23).

Essa leitura, que não inclui o auxílio à renda fornecido pelos governos para compensar o fechamento de locais de trabalho durante a pandemia, é o equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global para os três primeiros trimestres de 2019, acrescentou a instituição.

“O fechamento de locais de trabalho continua a perturbar os mercados em todo o mundo, levando a perdas de horas de trabalho maiores do que as estimadas anteriormente”, disse a OIT em seu sexto relatório sobre os efeitos da pandemia no mundo laboral.

Trabalhadores em economias em desenvolvimento e emergentes, especialmente aqueles com empregos informais, foram afetados em uma extensão muito maior do que em crises anteriores, disse a agência da Organização das Nações Unidas. A OIT informou que o declínio no número de empregos foi geralmente maior para as mulheres do que para os homens.

“Assim como precisamos redobrar nossos esforços para combater o vírus, também precisamos agir com urgência e em escala para superar seus impactos econômicos, sociais e de emprego. Isso inclui apoio sustentado para postos de trabalho, empresas e renda”, disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, em comunicado.

 Fonte: Agência Brasil

2020-09-23T14:20:21-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Exame – Com atletas, Avon aborda a alta performance feminina em nova campanha

A ação de marketing da Avon marca os lançamentos da linha Power Stay

Para o lançamento da linha Power Stay, a fabricante de cosméticos Avon se aliou a um time de atletas Marta Silva, Pâmela Rosa, Raissa Machado e Vitoria Rosa. A intenção da campanha é mostra a cotidiana da atleta profissional no Brasil, onde há pouco incentivo e reconhecimento.

A campanha desenvolvida pela Wunderman Thompson contou com uma série de ações no Dia da Alta Performance (21/09) com celebridades, atletas e influenciadores usando o batom roxo, escolhido como referência a jogadora Marta em campo em 2019, e pela cor também simbolizar o feminismo e a resistência.

O dia começou com a apresentadora Fátima Bernardes em seu programa matinal com o tom marcante na boca, seguido pelas publicações nas redes sociais de um time diverso de mulheres, contando, inclusive, com a participação da porta-voz da Natura no Twitter, a Nat, que aderiu ao dia como forma de apoio às mulheres que tem se desdobrado para executar todas suas tarefas.

A marca também buscou homenagear mulheres ao conectar seus desafios e histórias de vida. A ação contou com a participação da Fátima Bernardes, Sandy, Gretchen, Zezé Motta, Claudia Raia, Ísis Valverde, Giovanna Antonelli, Ana Paula Xongani, Cris Vianna, Camila de Lucas, Quênia Borges, Marta Silva, Raíssa Machado, Pamela Rosa, Vitória Rosa, Mayra Aguiar, Nat, Magá Moura, Daniele da Mata, Raquel Virgínia, Assucena e mais de 30 influenciadores digitais.

 

Maquiagem

 

A linha conta com produtos como corretivos em 10 tons, 10 cores de batom, 13 tonalidades de base líquida e 12 cores de batom líquido. A intenção da marca é oferecer produtos com alta duração e para diferentes tons de pele.

 

Fonte: Exame

2020-09-23T14:18:13-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Natura & Co patrocinará duas iniciativas do Pacto Global da ONU

Natura & Co anunciou recentemente novas alianças com o Pacto Global das Nações Unidas.

Conforme a Semana do Clima 2020 – de 21 a 27 de setembro – assume um papel importante na determinação de como a sociedade avança em um mundo pós-pandêmico, Natura & Co – o grupo que compreende Avon, Natura, The Body Shop e Aesop – anunciou passos significativos para apoiar principais esforços multilaterais para aprofundar seus compromissos de enfrentar as crises climáticas e combater a desigualdade de gênero.

A Natura & Co lançou seu Compromisso com a Vida em 15 de junho de 2020 e afirmou que alcançará emissões líquidas de carbono zero para seus quatro negócios até 2030. A empresa também se comprometeu a alcançar a paridade de gênero até 2023.

Roberto Marques entra para o Conselho do Pacto Global das Nações Unidas

Roberto Marques, presidente executivo e CEO do Grupo Natura & Co dará continuidade ao legado do cofundador da Natura & Co Guilherme Leal ao ingressar no Conselho do Pacto Global da ONU, a maior iniciativa de sustentabilidade do mundo. Ele será o único representante no Conselho vindo da América Latina. Guilherme Leal atuou no Conselho do Pacto Global da ONU por dois anos.

“É uma honra continuar o legado de Guilherme Leal ao ingressar no Conselho do Pacto Global da ONU”, disse Marques. “Agora, mais do que nunca, enquanto planejamos reconstruir melhor em um mundo pós-COVID-19, os líderes empresariais em todos os setores devem trabalhar juntos para criar um caminho claro em direção a um ambiente mais sustentável e uma sociedade mais inclusiva. As Nações Unidas têm a legitimidade e as conexões necessárias para fazer isso. Estou ansioso para trabalhar com um grupo de líderes que têm demonstrado consistentemente seu compromisso em abordar as questões mais urgentes do mundo.”

Ambição de 1,5oC e Igualdade de Gênero

A convite do Pacto Global da ONU, a Natura & Co patrocinará duas Iniciativas – Ambição para 1,5oC e Objetivo de Igualdade de Gênero – para ajudar a impulsionar o diálogo e a ação para alcançar as ambições dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU que abordam a crise climática e a igualdade de gênero.

As duas iniciativas são programas aceleradores de prazo estabelecido em nível nacional em colaboração com Global Compact Local Networks, operando em quase 70 países. Eles são projetados para incorporar práticas de negócios sustentáveis, dimensionando o impacto coletivo dos negócios em direção ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Com sua experiência local e regional, as Redes Locais estão posicionadas de forma única para ajudar as empresas a entender o que significa negócio responsável em diferentes contextos nacionais, culturais e linguísticos.

“Natura & Co tem demonstrado consistentemente seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) por meio de suas práticas de negócios e, por isso, estamos muito satisfeitos que eles serão patrocinadores do Pacto Global da ONU em ações climáticas globais e para os programas de Igualdade de Gênero da Meta”, disse Sanda Ojiambo, CEO e diretor executivo do Pacto Global da ONU. “O apoio deles ajudará a elevar o nível de ação empresarial sobre as crises climáticas e a igualdade de gênero em todo o mundo e estamos ansiosos para trabalhar com eles.”

Em junho de 2020, a Natura & Co anunciou seu Compromisso com a Vida, um plano abrangente de sustentabilidade que intensificou as ações do Grupo para enfrentar alguns dos problemas mais urgentes do mundo, incluindo a crise climática e a proteção da Amazônia, a defesa dos Direitos Humanos e a garantia da igualdade e inclusão em toda a sua rede e abraçando a circularidade e a regeneração até 2030.

“Vamos alavancar, mais do que nunca, o poder do “&” e do “Co” na Natura & Co”, disse Marques. “O “&” representa nossa crença de que o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental são alcançáveis, enquanto o “Co” representa o poder da cooperação, colaboração e tudo o que une as pessoas para a ação. É por isso que acreditamos que governos, sociedade civil, empresas, comunidades científicas, instituições financeiras e academia devem trabalhar juntos para encontrar soluções que possibilitem um impacto positivo mais rápido e mais amplo. A era do unilateralismo acabou. Precisamos adotar uma abordagem multilateral em como nós, como sociedade, conduzimos as decisões, mesmo quando ainda não temos todas as respostas. Estamos empenhados em garantir que esta seja a década de ação decisiva e urgente para o clima e a igualdade de gênero.”

Durante a Semana do Clima, a Natura & Co participará de uma série de debates e painéis importantes para o avanço da agenda ambiental e social.

Fonte: Direct Selling News

2020-09-23T14:12:37-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Fashion Network – Avon apresenta novo posicionamento de marca

A empresa americana de cosméticos, Avon, que pertence ao grupo brasileiro de beleza, Natura & Co, introduziu novos slogan e posicionamento de marca em uma nova campanha que convida as pessoas a reconsiderarem suas visões sobre a empresa.

A nova identidade da marca foi desenvolvida para destacar o trabalho da Avon no apoio às mulheres e causas sociais como violência doméstica e câncer de mama. Com foco no legado da Avon como uma empresa com um propósito, “Watch Me Now” marca um novo capítulo para a companhia de beleza, que está entrando em seu 135º ano.

O logotipo da Avon recebeu sua primeira atualização em décadas e a marca está apresentando um “tom de voz mais ousado e confiante” que é mais relevante para os milhões de representantes de vendas independentes que vendem seus produtos em todo o mundo.

James Thompson, head de marca, categorias e lojas da Avon, disse: “Há uma enorme percepção e afeição pela marca Avon, mas nos permitimos nos tornar um pouco subestimados”. “Somos uma empresa de beleza dinâmica, ousada, moderna e inclusiva; somos uma marca de qualidade relevante para todos; lutamos por questões importantes, como violência de gênero e câncer de mama. Oferecemos uma oportunidade de ganho flexível desde antes das mulheres terem o direito de votar. Watch Me Now traz à vida o melhor da marca e a reposiciona com orgulho de uma forma que atrai os indivíduos e atinge as preocupações coletivas”.

A campanha destaca a evolução da Avon nos últimos 12 meses, como os investimentos para se modernizar, introduzindo novas ferramentas digitais para apoiar seus representantes.

Angela Cretu, CEO da Avon, disse: “Watch Me Now sinaliza o início de um novo capítulo para a Avon. A Avon tem trabalhado com beleza de uma maneira diferente por 135 anos e não vamos parar agora – estamos apenas começando…Continuamos inovando e evoluindo, por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento de produtos e pessoas, para garantir que a beleza seja democrática e acessível a todos. E continuaremos a nos manifestar, impulsionando mudanças e impactos positivos nas causas que afetam as mulheres globalmente. A diferença é que estamos fazendo isso de uma forma mais relevante, ousada e confiante com Open Up Avon e expandindo nossos negócios”.

“Watch Me Now” será lançada globalmente em todos os pontos de contato com o consumidor da Avon a partir deste mês.

Fonte: Fashion Network

2020-09-23T14:10:09-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Exame – Marca de cosméticos de luxo reduz preços no Brasil em até 50%

Com 200 funcionários, a operação brasileira da Jeunesse faturou 600 milhões de reais em 2019 e, para esse ano, a expectativa é crescer 20%

A Jeunesse, empresa norte-americana de produtos rejuvenescedores, tem uma nova estratégia para sua operação brasileira: cortar os preços até pela metade. Baseada no modelo de venda direta, a empresa atua com duas linhas: de cosméticos para cuidados com a pele e de nutrição. A redução dos preços atinge nove das 14 marcas que são comercializadas no Brasil. “Queremos democratizar o luxo”, afirma Lásaro do Carmo Júnior, presidente da empresa no Brasil. A Jeunesse também aumentou o número de lançamentos no mercado brasileiro: desde o início do ano, 12 novos produtos chegaram ao país.

Com 200 funcionários, a operação brasileira faturou 600 milhões de reais em 2019 e, para esse ano, a expectativa é crescer 20%. Criada em 2009 na Flórida, Estados Unidos, e presente em 148 países, a Jeunesse atingiu vendas globais de 1,1 bilhão de dólares em 2019. Em 2018, o valor havia sido de 1,46 bilhão de dólares.

Os produtos da companhia não são baratos pois, segundo o executivo, há muita tecnologia e valor agregado. Mas, para deixar a marca mais conhecida no país e aumentar as vendas, era necessário reduzir os preços. Um exemplo é o carro-chefe da Jeunesse, a linha Luminesce, de produtos antienvelhecimento e que prometem melhorar a aparência de linhas finas e rugas. O produto Luminesce Cellular Rejuvenation Serum, de R$ 704,45 sai por R$ 359. Já o hidratante diário Luminesce Daily Moisturizing  Complex teve preço reduzido de R$ 470,85 para R$ 260.

O kit completo com seis produtos da linha Luminesce pode sair por quase 2100 reais no site da Dafiti. Uma lata do energético Nevo, no site da Americanas, chega a sair por quase 20 reais, e uma barra do sabonete Jeunesse Spa, por 30 reais. A empresa atua apenas com venda direta, por meio de 400.000 distribuidores no Brasil – 50.000 ativos por mês. De acordo com o presidente, as vendas nos sites de marketplace são feitas pelos distribuidores e não diretamente pela empresa. As vendas oficiais dos produtos, bem como a política de redução de preços, valem apenas para o comércio eletrônico e para os distribuidores oficiais da Jeunesse.

O corte no preço deu resultado: a linha Luminesce, por exemplo, já teve aumento de 150% nas vendas. Para conseguir reduzir os preços, a companhia encolheu suas margens, negociou com fornecedores e busca deixar a produção mais nacional. Cerca de 40% dos produtos são importados. Para aqueles que são fabricados no Brasil, 90% da matéria prima usada é importada.

Fonte: Exame

2020-09-23T13:55:41-03:00setembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Presidente da CNM, Glademir Aroldi defende reforma tributária ampla

Especialista Gustavo Fossati aborda como reduzir os litígios judiciais

Em meio às discussões em torno de pontos de uma reforma tributária ideal para o país, a simplificação do atual sistema brasileiro sobre arrecadação e distribuição de tributos tem alcançado unanimidade entre os atores que discutem o assunto. Na edição desta semana do programa Brasil em Pauta –  Especial Reforma Tributária, que vai ao ar hoje (21), às 22h30, na TV Brasil, o tema volta à tona permeado por diferentes argumentos.

 

Doutor em direito tributário pela Universidade de Münster, na Alemanha, o professor da FGV Direito Rio Gustavo Fossati explica que uma das causas para tantas disputas judiciais sobre tributação é a repartição das competência tributárias prevista na Constituição Federal. O atual modelo divide entre União, estados e municípios a responsabilidade por arrecadar e distribuir tributos como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Impostos sobre Serviços (ISS).

 

“Essa repartição de competências tributárias do consumo não é comum nos países desenvolvidos e membros da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], os quais têm a tributação sobre o consumo sobre a forma de um imposto só. Só o fato de termos, no mínimo esses três impostos, ao invés de um, e cada um desses impostos sobre a competência de um ente federativo diferente, isto automaticamente já leva a disputas ou à chamada guerra fiscal”, afirma.

 

Como advogado, Fossati tem dezenas de processos tratando sobre o assunto. “Isto abarrota os tribunais. No âmbito dos países mais desenvolvidos, como países membros da União Europeia, essa questão já está resolvida desde 1968”, disse. Levantamentos apontam que a disputa judicial sobre tributos no país envolve montantes de cerca de R$ 1,5 trilhão por ano. “Boa parte desse valor decorre da gente ainda não ter um IVA [imposto único sobre o consumo que tem sido defendido pelo governo]. Se a gente tivesse um IVA único, de base ampla, a arrecadação seria uma só e, no momento posterior, a gente trabalharia a repartição dessa receita entre os entes federativos”, defendeu.

 

Autor do livro Constituição Tributária Comentada, Fossati afirma que a simplificação é caminho necessário para a redução dos litígios judiciais e consequentemente custos para empresas e governos. O especialista garante que as propostas em tramitação no Congresso Nacional – propostas de Emenda à Constituição (PEC 45 e PEC 110) e o projeto apresentado em julho pelo governo federal (PL 3887) – não ferem o pacto federativo que trata da repartição de competências e distribuição de receitas entre União, estados e municípios.

 

Para ele, é importante que todos os entes busquem solução nas mudanças das regras tributárias em prol de um Brasil único.  “O Estado é um só formado pelo povo, pelo Estado e pela soberania. Temos um Brasil só. Seja o representante da União, dos estados ou dos municípios, ele tem que lutar por um Brasil só.  Esse é um momento de esforço político de se unir”, disse. Nesse debate, Fossati não hesita em defender que municípios recebam uma fatia maior do bolo. “A vida acontece nos municípios e a Constituição Federal preceitua que os assuntos de interesse local são de competência dos municípios e a maioria das questões são assuntos locais. Quem mais vai ter que colocar a mão na massa são os municípios. Os municípios vão precisar de mais dinheiro para isto. Precisam receber uma fatia maior da receita tributária e espero que seja através da unificação dos tributos sobre o consumo em um único tributo”, afirmou.

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, admite que a discussão é complexa e lembra que o trabalho da entidade é defender as necessidades da gestão local, mas, reconhece: “Não podemos olhar a árvore. Temos que olhar a floresta, o Brasil. Neste momento, a gente precisa de união, entendimento e compreensão de todos. A oportunidade de colocarmos, em prática o que ministro [da Economia, Paulo] Guedes tem defendido: colocar o recurso onde tem a necessidade, onde as pessoas estão”, disse.

 

A simplificação é uma das premissas defendidas pela CNM para aumentar os investimentos locais e atrair investimentos estrangeiros como forma de ampliar a geração de emprego e renda para que os brasileiros. Nesta linha, Aroldi faz coro à defesa de um imposto único sobre consumo, mas com a garantia de participação dos três entes federativos. “Com um comitê paritário que possa controlar, administrar e fazer a distribuição, o compartilhamento desses impostos. Defendemos uma reforma ampla. Não dá para ter três, quatro ou seis impostos sobre o consumo como o Brasil tem hoje. Uma demanda judicial é hoje 70% do PIB nacional. Alguma coisa ou muita coisa não está funcionando”, lamentou.

 

Segundo ele, desde a Constituição de 1988 foram definidas competências e compartilhamento do bolo tributário. “De lá para cá, União e estados transferiram competências – que chamamos de responsabilidades – e não transferiram, na mesma proporção, os recursos necessários. Precisamos e devemos trabalhar para corrigir numa reforma tributária”, afirmou. Para o representante das mais de 5,5 mil cidades brasileiras, além da reforma tributária, é preciso investir na regulamentação de um pacto federativo adequado e em outras reformas como a administrativa.  Aroldi acredita que, juntas, essas iniciativas seriam suficientes para “preparar o Brasil para o caminho do desenvolvimento, trabalhando as desigualdades regionais e sociais. Temos hoje municípios pobres em estados considerados ricos e municípios ricos em estados considerados pobres. A reforma tributária, o pacto e a reforma administrativa podem amenizar essas distorções”, completou.

 

Fonte: Agência Brasil

2020-09-22T14:04:02-03:00setembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Folha de São Paulo – Brasileiro é dos que mais sentem a ‘inflação da Covid’, aponta estudo

Mudança de hábitos de consumo aumenta mais o custo de vida no Brasil do que em outros 17 países

 

O Brasil é um dos países nos quais as mudanças nos hábitos de consumo durante a pandemia do coronavírus mais pressionaram o custo de vida das famílias.

 

É isso o que mostra estudo do economista argentino Alberto Cavallo, professor da escola de negócios da Universidade Harvard, que comparou a inflação causada especificamente pelas consequências da crise sanitária com a variação capturada pelos índices de preços ao consumidor existentes.

 

Entre 18 nações emergentes e desenvolvidas analisadas pelo pesquisador, o Brasil registrou a maior disparidade entre o que ele batizou de “inflação da Covid” e o indicador oficial (o IPCA), em maio.

 

A diferença, no caso brasileiro, foi de 0,88 ponto percentual entre os dois índices acumulados em 12 meses, ante 0,82 ponto percentual nos Estados Unidos e no Uruguai. Em terceiro lugar, aparece a Coreia do Sul, com 0,49 ponto percentual.

 

Segundo Cavallo, o Brasil aparece no topo da lista porque apresentou uma combinação entre alta forte nos preços de alimentos (9% anuais em maio) e queda no custo de transporte (de 2,5%).

 

“Como as pessoas estão consumindo mais comida (com inflação) e menos transporte (com deflação), o índice da Covid ajustado tem mais inflação”, disse Cavallo à Folha.

 

Ele ressalta que, embora 12 dos 18 países analisados tenham apresentado padrões similares, a divergência entre as taxas de inflação setoriais brasileiras na pandemia tem sido maior e mais persistente.

 

De acordo com Cavallo, em julho, o índice de preços ajustado pelos efeitos da Covid ainda se mantinha 0,88 ponto percentual acima da inflação oficial no Brasil.

 

Para construir o índice de inflação relacionado à pandemia, o pesquisador registrou as mudanças nas tendências de consumo dos norte-americanos entre janeiro e abril, com base em dados de gastos com cartões que são disponibilizados em alta frequência por um projeto das universidades Harvard e Brown.

 

Cavallo, que é filho do ex-ministro da Economia da Argentina Domingo Cavallo, notou que os novos hábitos em decorrência da crise sanitária –como o maior distanciamento social– causaram significativa mudança no peso de diferentes grupos de bens e serviços na cesta de consumo.

 

O item “comida em casa” que representa 7,58% do índice de preços ao consumidor americano saltou para 11,28% no contexto da pandemia. A fatia do custo com o segmento imobiliário –já extremamente alta nos Estados Unidos– aumentou ainda mais, de 42,11% para 55,8%.

 

Estudo mostra que índices oficiais de inflação subestimam o aumento de custos amargado pelas famílias na crise atual

Entre 18 países, Brasil registrou a maior distorção entre a ‘inflação da Covid-19’ e a variação no indicador de preços ao consumidor.

Na contramão desses movimentos, houve quedas de 15,74% para 6,25% no caso de transportes e de 8,83% para 5,6% em gastos com cuidados médicos.

Usando os novos pesos do contexto da pandemia, o economista construiu o índice de inflação da Covid-19 para os EUA e o comparou com o indicador oficial.

Assumindo que alterações similares nas tendências de consumo ocorreram em outros países, ele calculou as mudanças nos pesos dos diferentes itens que compõem a inflação nas demais 17 nações.

No Brasil, ele estimou um aumento no peso de alimentação em casa de 14,8% para 23,9%. Já a fatia representada por transporte caiu de 19,8% para 8,5%.

O pesquisador concluiu que, com as mudanças de pesos, os índices de inflação oficial têm subestimado o aumento real no custo de vida durante a pandemia na maior parte dos países. O estudo foi publicado pelo NBER (National Bureau of Economic Research), prestigiado centro de pesquisa americano.

No caso dos Estados Unidos, ele mostra que a inflação da pandemia tem pesado mais no bolso da população mais pobre, que destina uma parcela maior de sua renda a itens como alimentação.

 

HERANÇA DEFLACIONÁRIA NO PÓS-PANDEMIA

No Brasil, o arroz se tornou o vilão mais conhecido da inflação da Covid identificada por Cavallo. Em decorrência de uma combinação de fatores, entre eles um aumento da demanda, o preço do cereal disparou.

 

A alta motivou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a pedir patriotismo aos donos de redes de varejo, o que, segundo ele, significaria não repassar o maior custo com o arroz para os preços do produto nas prateleiras até que a situação se normalizasse.

 

“Não existe tabelamento. Mas [estamos] pedindo para eles que o lucro desses produtos essenciais para a população seja próximo de zero”, afirmou o presidente recentemente.

 

Além da reação de Bolsonaro, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), do Ministério da Justiça, cobrou dos varejistas explicações sobre o aumento dos preços de itens da cesta básica.

 

Essas reações com ares de intervencionismo contrastaram com a decisão efetivamente tomada pelo Ministério da Economia de zerar temporariamente a tarifa de importação do arroz.

 

Ao baratear o custo para a compra do produto no exterior, a medida busca aumentar a competição no mercado interno, o que tende a reduzir os preços, sem causar distorções na economia.

 

“Essa foi uma boa solução para permitir que a oferta se ajuste ao aumento da demanda”, afirma Carlos Kawall, diretor do Asa Bank e ex-secretário do Tesouro Nacional.

 

Para o economista, muito do aumento nos preços de alimentos se deve ao pagamento do auxílio emergencial aos mais vulneráveis, como trabalhadores informais, nos últimos meses.

 

Mas esse efeito tende a ser transitório e deve perder força quando o benefício for interrompido, levando a economia a se acomodar em um novo patamar.

O economista diz não estar tão otimista com os sinais recentes de retomada da atividade no Brasil.

“O desemprego não disparou nesta crise porque muitas pessoas deixaram de procurar trabalho. Mas a ocupação despencou e pode demorar a voltar ao nível anterior à crise.”

Dados divulgados na semana passada mostram que parte do represamento na procura por emprego começou a se desfazer. Mais de 1 milhão de brasileiros que tinham saído temporariamente da força de trabalho voltaram a buscar uma vaga, levando a taxa de desocupação a subir de 13,2% para 14,3% em uma semana.

Essa tendência deve estar associada ao menor receio de contágio pelo coronavírus, mas também à proximidade do fim do auxílio. A combinação entre a suspensão da transferência emergencial e o desemprego alto deve a reduzir a demanda, diminuindo a pressão sobre os preços que vinham em alta.

Além disso, para Kawall, muitas das mudanças de hábitos que devem perdurar após a pandemia –como o trabalho remoto, a redução de viagens de negócios e a realização de grandes eventos online– também terão efeito deflacionário.

Alberto Cavallo também acredita que as mudanças que, hoje, fazem com que os índices oficiais de preços não sejam um bom espelho do aumento de custo de vida nos últimos meses serão, em parte, revertidas, após a pandemia.

“Eu espero que todas as categorias [de preços de bens e serviços] voltem ao normal, com a exceção talvez do transporte, que pode permanecer mais baixo se as pessoas decidirem trabalhar mais de casa do que anteriormente”, diz.

A provável transitoriedade nas distorções de preços, somada à reação do Ministério da Economia de reduzir tarifas de importação, amenizou o impacto negativo da cobrança de Bolsonaro por patriotismo aos varejistas.

“Acho que foi da boca para fora, embora seja mais um episódio lamentável que leva ao receio de uma guinada populista”, afirma Kawall.

Fonte: Folha de São Paulo

2020-09-22T14:02:13-03:00setembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Suno Research – Ideal capta R$ 100 milhões e foca agora no varejo da Bolsa

Com apenas um ano e meio de vida, a Ideal já se tornou a quarta maior corretora do Brasil. Forte no segmento institucional e operando contratos futuros na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), a companhia anunciou nesta segunda-feira (21) que captou R$ 100 milhões da Kaszek Ventures para ir ao varejo.

Para Nilson Monteiro, CEO da Ideal, apesar da concorrência, ainda há espaço para o crescimento do negócio no varejo, dado que o número de entrantes na Bolsa deverá continuar alto pelos próximos anos.

“Hoje fazemos cerca de 17% de futuros, então somos a maior corretora de futuros no mercado e fazemos por volta de 7% do volume de Bolsa, sendo a quarta maior. Tem muito espaço para capturar market share e clientes e a entrada da rodada é para partirmos para outros clientes e outros produtos”, disse.

De acordo com Monteiro, a Ideal não irá, no entanto, concorrer com as plataformas pelo modelo tradicional.

“Não vamos concorrer com as plataformas tradicionais, a gente não acredita que seria necessário mais uma corretora com modelo plataforma, gerente ou agente autônomo. A gente prefere mais como uma empresa de tecnologia, em um modelo B2B2C, então vamos servir empresas tecnológicas para elas, sim, acessar os clientes através do nosso chassi tecnológico”, afirmou.

Segundo Lucas Cury, COO da Ideal, a pandemia causada pelo novo coronavírus (covid-19) e as implicações que trouxe para o mercado de capitais, como circuit breakers seguidos, demonstrou que a Ideal estava pronta tecnologicamente para ampliar o modelo de atuação.

“A pandemia foi um ótimo desafio pois não teria outra forma de provar que a plataforma é robusta. Então damos muita ênfase na robustez tecnológica, mas também temos que levar em conta que a gestão está muito redonda também. Queremos um projeto baseado em princípios corretos e que seja sustentável no longo prazo”, completou.

Fonte: Suno Research

2020-09-22T14:00:37-03:00setembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

UOL – CEO da Natura entra para o Conselho do Pacto Global da ONU

O CEO da empresa de beleza Natura & CO, Roberto Marques, entrou ontem para o Conselho Diretor Pacto Global das Nações Unidas, e defendeu o multilateralismo para que haja um avanço na sociedade depois da pandemia do coronavírus.

Presidente do quarto maior grupo de beleza do mundo, Marques é o único latino-americano no conselho da iniciativa de sustentabilidade corporativa. Ele segue os passos do cofundador da Natura Guilherme Leal, que também fazia parte do grupo de líderes empresariais eleitos pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.

O executivo está participando da Semana Climática, realizada em Nova York por ocasião da Assembleia Geral das Nações Unidas, e disse em entrevista à Agência Efe que o evento adquiriu um papel muito mais relevante nas decisões sobre como fazer a sociedade avançar em um mundo pós crise sanitária.

Nesse sentido, a Natura & Co foi convidada a liderar duas das campanhas do Pacto Global para atingir as Metas de Desenvolvimento Sustentável da ONU sobre emergência climática e igualdade de gênero, que estão sendo desenvolvidas em nível nacional com a ajuda de redes locais e regionais.

“Não creio que haja um plano B para o mundo, porque no final das contas não podemos dirigir um negócio em um planeta morto. Há um plano A, e o plano A é combinar o desenvolvimento sustentável com o crescimento dos negócios e garantir que tenhamos zero emissões líquidas de carbono”, afirmou por telefone.

Em junho, a Natura anunciou um plano de sustentabilidade com prazo até 2030 para tratar de questões como a proteção da Amazônia, a defesa dos direitos humanos e a inclusão de grupos sub-representados em seus negócios, bem como a circularidade e a regeneração de seus produtos.

Marques frisou a importância da aproximação da sociedade civil, das ONGs, da ciência e do setor privado e, quando questionado sobre o papel desempenhado pelas lideranças e especialmente pelo governo brasileiro, endossou apelos da ONU por esforços conjuntos.

“O convite é para que as pessoas sigam a abordagem multilateral. Uma abordagem unilateral de qualquer ator não será suficiente para desenvolver as respostas e soluções que o mundo precisa desesperadamente neste momento”, opinou.

Fonte: UOL

2020-09-22T13:56:40-03:00setembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
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