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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Clipping – Agência Brasil – Microempresas individuais puxam a criação de empresas em março

O mês de de março registrou a criação de 351.714 empresas no país, um aumento de 17,9% em comparação com igual período de 2020. A abertura das empresas em março, o último mês com dados consolidados, foi impulsionada pelo crescimento das microempresas individuais (MEIs) e dos negócios do setor de serviços. Os dados, divulgados hoje (22), são do Indicador Nascimento de Empresas da Serasa Experian. Segundo o levantamento, do total de 351.714 empresas criadas em março, 240.166 foram do setor de serviços (68,2%); 81.890, do comércio (23,3%); 26.419, da indústria (7,6); e demais, 3.239 (0,9%). Quanto à natureza jurídica, foram abertas 282.211 MEIs (80,3%); 45.145 sociedades limitadas (12,9%); 10.383 empresas individuais (2,9%); e 13.965, outros tipos (3,9%). “As pessoas seguem optando por investir na abertura de empresas para geração de renda, já que o desemprego continua em alta”, destacou o economista da Serasa Experian Luiz Rabi. Em comparação à março do ano passado, as sociedades limitadas tiveram o maior crescimento do mês, com alta de 67,3%. “O aumento desse tipo de empresa pode indicar que os empreendedores estão preferindo trabalhar em sociedade para garantir, principalmente, apoio financeiro em meio à crise econômica, já que o investimento inicial costuma ser decisivo para garantir a saúde e o sucesso do novo negócio”, ressaltou Rabi. O Sudeste registrou o maior número de empresas abertas (178,3 mil), seguido do Sul (63,7 mil), Nordeste (58 mil), Centro-Oeste (31,7 mil), e Norte (19,7 mil).

2021-06-23T15:11:51-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de um ano

Influenciado pela perspectiva de aumento de juros no Brasil e pelo cenário internacional, o dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de um ano. A bolsa de valores recuperou-se no fim da tarde, mas encerrou o dia com leve queda. O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) vendido a R$ 4,966, com recuo de R$ 0,057 (-1,13%). A cotação chegou a iniciar o dia em alta, mas reverteu o movimento e passou a operar em queda livre no fim da manhã. A moeda norte-americana está no menor nível desde 10 de junho de 2020, quando estava em R$ 4,936. A divisa acumula queda de 4,95% em junho. No ano, a queda chega a 4,29%. O otimismo no câmbio contrastou com o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 128.767 pontos, com recuo de 0,38%. O indicador chegou a cair 1,1% durante a manhã, mas recuperou-se durante a tarde. A divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central contribuiu para a queda do dólar. O documento indicou que a autoridade monetária pode acelerar a alta de juros no Brasil, caso a inflação continue alta. Juros mais altos estimulam a entrada de capitais em países emergentes, diminuindo a pressão sobre o câmbio. Paralelamente, a perspectiva de um aperto mais intenso na política monetária afeta a bolsa. Com a alta da taxa Selic, os juros básicos da economia, os investidores se sentem estimulados a tirar recursos da bolsa e voltar a aplicar em renda fixa, que oferece menos riscos que o mercado de ações. O dólar também caiu no exterior após declarações de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Em apresentação a deputados norte-americanos, ele disse que a inflação na maior economia do planeta é transitória e que o Fed não pensa em retirar tão cedo as medidas de estímulo para recuperar os Estados Unidos da crise gerada pela pandemia de covid-19.

2021-06-23T15:09:24-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Ipea aumenta previsão de alta do PIB do setor agropecuário

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou de 2,2% para 2,6% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços produzidos no país) do setor agropecuário para este ano, na comparação com 2020. Os dados, divulgados hoje (23) pelo órgão, indicam também avanço de 2,7% para a produção vegetal e de 2,5% para a produção animal. De acordo com o Ipea, a razão da revisão para cima foi a melhora no resultado esperado de itens importantes tanto na produção vegetal como animal no ano. O Ipea alerta, no entanto, que a crise hídrica “pode prejudicar mais do que o previsto a produção vegetal, e ao segmento da pecuária de bovinos, que ainda tem incertezas relativas à oferta e à demanda”. Produção vegetal Na produção vegetal, a projeção do crescimento de 2,7% no ano, que deve ocorrer apesar da queda esperada nas culturas, como o café (-21,0%), o algodão (-19,7%), o milho (-3,9%) e a cana-de-açúcar (-3,1%), não será “suficiente para comprometer o bom desempenho geral da agricultura sustentada nas altas da produção de soja (9,4%), do arroz (2,8%) e do trigo (27,9%)”, observou o Ipea. Produção animal Já na produção animal, a alta de 2,5% no ano, deve ser favorecida pelo crescimento de todos os segmentos conforme a projeção em bovinos (0,9%), nos suínos (6,8%), nas aves (6,5%), no leite (3,2%) e nos ovos (2,3%). O levantamento destacou que mesmo positivo, o desempenho da carne bovina ficou aquém do esperado, compensado pela forte alta de suínos e aves. Para o pesquisador associado do Ipea e um dos autores do estudo, Pedro Garcia, o aumento do consumo de suínos e frangos compensou a desaceleração da carne bovina. “A produção de suínos e frangos foi impulsionada pelo aumento do consumo em substituição ao da carne bovina, que permanece com preço elevado e oferta limitada de animais para abate”. A pesquisa chamou atenção ainda para os principais riscos relacionados ao setor. A necessidade de poupar água para a geração de energia hidrelétrica pode interferir na produção vegetal, agravada pela ocorrência de choques climáticos adversos no centro-sul. Na produção animal, o risco permanece com “uma possível frustração na projeção de crescimento da produção de bovinos, que pode ser impactada por uma recuperação na oferta de animais mais lenta do que o projetado”. O levantamento levou em consideração as estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e em projeções próprias para a pecuária a partir de dados das Pesquisas Trimestrais do Abate, Produção de Ovos de Galinha e Leite.

2021-06-23T15:07:33-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Produção industrial cresce em maio, após queda em abril, diz CNI

A Sondagem Industrial, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta para resultados positivos em maio de 2021, após a queda na produção em abril. O índice ficou em 52,8 pontos e é o melhor resultado para o mês desde 2017. O índice varia de 0 a 100, com linha de corte em 50 pontos, os dados acima desse valor indicam crescimento e abaixo, queda na comparação com o mês anterior. Além disso, o índice de evolução do número de empregados subiu para 51,1 pontos. De acordo com a CNI, já são 11 meses seguidos sem que o índice registre queda do emprego na indústria. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) alcançou 70% em maio de 2021, após crescimento de dois pontos percentuais em relação a abril. A UCI se encontra 15 pontos percentuais acima da registrada em maio de 2020, primeiro mês após a crise da primeira onda de covid-19. O percentual é o maior para o mês desde 2014, quando alcançou 71%. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado registrou 49,2 pontos em maio, um recuo de 0,4 ponto na comparação com abril. Ainda assim, o índice permanece relativamente próximo à linha de 50 pontos, o que, para a CNI, indica que os estoques estão próximos ao planejado pelas empresas. “Esse fato, aliado a atividade positiva, se reflete nas expectativas positivas para os próximos meses”, explicou, em comunicado. Otimismo De acordo com a pesquisa, o otimismo dos empresários industriais em relação aos próximos seis meses voltou a crescer em junho, embora ainda não tenha alcançado o pico observado em setembro de 2020. O índice de expectativa de demanda está em 59,9, aumento de 1,2 ponto em relação a maio e 11,2 pontos superior ao registrado em junho de 2020. Esse é o maior nível do indicador em 2021. Já o otimismo em relação à exportação permaneceu praticamente constante em relação ao mês anterior: alta de 0,1 ponto. A intenção de investimento aumentou em relação a maio e segue acima da média histórica. O índice de intenção de investimento alcançou 57 pontos em junho de 2021, alta de 1,2 ponto em relação a maio. O índice se encontra 15,6 pontos acima do registrado em junho de 2020. A pesquisa completa está disponível na página da CNI.

2021-06-23T15:04:10-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Grupo Hinode, mesmo com restrições da pandemia, transforma 16 milhões de reais em bônus viagem como reconhecimento de seus consultores

Com a crise gerada pela pandemia, o Grupo Hinode se sensibiliza com os milhares de consultores e transforma, excepcionalmente este ano, as suas cobiçadas viagens anuais em uma premiação em dinheiro para os empreendedores de maior destaque durante o ano de 2020.

As viagens, que são um dos grandes incentivos e motivo de orgulho para os consultores, são muito significativas, pois celebram suas conquistas e desempenho dentro da Hinode. Para a empresa, a melhor saída, dada as restrições e riscos da pandemia, foi transformar a tão sonhada viagem em dinheiro que com certeza irá impactar muitas famílias.

“Essa é uma iniciativa pioneira do segmento de marketing multinível e traz uma ajuda emergencial para nossa rede de consultores”, afirma Eduardo Frayha, CSMO do grupo.

São mais de 16 milhões de reais distribuídos entre esses consultores. Mais de 3.350 deles recebem os bônus, variando de 3 mil a 31 mil reais, em suas contas correntes a partir deste mês. Os pagamentos são faseados durante o segundo semestre, de acordo com as conclusões dos períodos de qualificações de cada um.

A ação do Grupo Hinode reafirma a posição da empresa em ser uma plataforma de microempreendedorismo, visando sempre oferecer aos seus consultores possibilidades de transformação de vida por meio de geração de negócios. E essa é uma grande oportunidade de direcionar esse montante para impactar tanto os seus consultores como suas famílias, visto o cenário econômico atual. 

“Pensamos na melhor maneira de recompensar esse consultor, que mesmo diante de tempos tão difíceis, superou barreiras e transformou 2020 num ano em que batemos recordes de vendas dentro da Hinode, e a conclusão mais assertiva foi a premiação remunerada”, explica Frayha.

O grupo partilha anualmente 52% da sua receita líquida em forma de bônus. Há um comissionamento extra para os seus consultores, além da margem de revenda, e essa ação é uma forma de não deixar de premiar. O foco está no incentivo à movimentação econômica, disponibilizando quantias para que os premiados utilizem o dinheiro, seja para continuar investindo em seu negócio, ou mesmo para sanar dificuldades financeiras que possam estar passando pelo momento.

“Estamos desempenhando o nosso papel social, retribuindo a dedicação dessas pessoas em forma de bonificação em quantias significativas que, com certeza, terão destinos excelentes nas suas vidas”, finaliza o executivo.

Os contemplados recebem, além do dinheiro, um kit com brindes viagem, para manter o sonho da viagem para a próximo ano, como também participam de um evento on-line, no segundo semestre, exclusivo para eles.

2021-06-23T15:01:22-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – JE Online – 4 Tipos de Negócios para Perfis Diferentes de Empreendedores

Nesse conteúdo, serão abordados 4 segmentos e nichos de negócios que podem ajudar quem está em busca de um novo caminho no mercado empreendedor a encontrar um destino interessante para a próxima jornada. Mercado Digital – Para quem quer de trabalhar de casa Quem sonha em dar adeus ao patrão e poder trabalhar nos horários que forem mais convenientes para seu estilo de vida, pode ter certeza que o mercado digital não decepciona quando o assunto são oportunidades. O número de buscas envolvendo a prestação de serviços digitais só aumenta. Uma breve pesquisa no Google Trends revela que a procura por termos como “web designer contratar”, “criação de site orçamento”, “marketing digital dicas”, e outros que envolvem construir ou desenvolver um negócio online apenas cresce. Não há nenhum indicador que aponte que se trata de uma bolha. A tendência, no mercado digital, é de expansão pelas próximas dezenas de anos. Para quem quer conquistar alguns milhares de reais mensais, sem precisar sair de casa, nenhuma dica poderia ser mais útil do que as relacionadas à especialização. Dentro do segmento digital, a ordem é se manter atualizado e adquirir experiência em projetos próprios, antes de tentar se inserir no mercado. Realizando a prestação de serviços bem sucedida para algumas empresas, a contratação frequente se torna uma realidade e as indicações para novos trabalhos, também. Como há uma demanda muito grande por profissionais, quem é bom no que faz dificilmente fica sem trabalho e nesse mercado, o capital é mais intelectual do que físico, o que faz com que haja uma margem de lucro muito superior ao mercado comercial, por exemplo. Franquias de Alimentação Rápida – Para quem quer ficar longe do stress Quem gosta de por a mão na massa e não se imagina trabalhando em frente a um computador o dia todo, pode investir em negócios que contam com a presença do público e não carregam o estresse presente em alguns tipos de comércio. Uma franquia de sorvetes, por exemplo, é um local onde dificilmente um cliente voltará solicitando troca ou alegando arrependimento da compra. O movimento é feito de atendimentos rápidos, clientes descontraídos que estão a passeio e também não estão dispostos a se aborrecer. Os produtos vendidos são de baixo custo, o que torna o negócio bastante resistente a crises e ainda possibilita que o empreendedor faça bastante networking, expanda seu empreendimento e ganhe bastante experiência em relacionamento com o público. A dica para quem pensa em abrir uma franquia com esse tipo de produto como carro chefe é ter em mente que, em algumas regiões do Brasil, o negócio pode ser afetado pela sazonalidade e ser menos lucrativo em alguns meses do ano. Em todo caso, isso não é, nem de longe, um impeditivo para que haja sucesso no negócio. Outro segmento que está sempre em alta no mercado empreendedor e faz sucesso, principalmente, entre as mulheres (embora não seja um ramo exclusivamente destinado a elas), é o de decoração para festas. Decoração de Festas – Para quem não quer saber de rotina Dentro deste segmento existem diversos nichos: festas de noivado e casamento, bodas, batizados, aniversários, despedidas de solteiro, chás de cozinha, chás de bebê, chás revelação e muitos outros. Há empreendedores que trabalham de forma mais abrangente, aceitando projetos dos mais variados nichos e também há aqueles que preferem se especializar, para poder oferecer mais opções e maior experiência para um único tipo de festa. O número de variáveis, nesse caso, é infinito e o empreendedor que pretende trabalhar com decoração de festas precisa ter em mente que deve estar em constante atualização. Se a especialização for em festa infantil, por exemplo, é preciso ter em mente que, se em um ano o tema mais pedido para festa envolver a decoração da Moana Baby, no ano seguinte, é muito provável que haja uma redução considerável nesses pedidos e que uma nova personagem se torne líder nas solicitações dos pais. Não há motivos para ter receios em relação a isso, afinal, muitos tipos de negócios vivem esse tipo de necessidade de atualização. No mercado da moda, por exemplo, as coleções se dividem em primavera/verão e outono/inverno e os estilistas e comerciantes precisam se adaptar às estações para continuar realizando suas vendas. Basta ter isso em mente e criar um plano estratégico para utilizar, ao máximo, cada lançamento de desenhos da Disney, Pixar e outras indústrias infantis, para que todas as festas sejam um sucesso e gerem muitas indicações, afinal, em festas infantis, todos os pais presentes são novos clientes em potencial. MMN – Para quem gosta de influenciar pessoas O marketing multinível não é uma novidade e já consolidou seu espaço como modelo de negócio válido. Para quem gosta de trabalhar com pessoas, se relacionar e influenciar os que estão ao seu redor, empresas como a Hinode oferecem um sistema fácil e simples para iniciar uma jornada que pode ser muito lucrativa para quem tem o dom da comunicação e encontra facilidade no convencimento de pessoas. Os empreendedores de Marketing Multinível trabalham, geralmente, indicando pessoas para trabalhar com a venda de algum serviço ou produto e passam a ser remunerados com um percentual do resultado obtido pelos seus “afiliados”. O gerenciamento pode ser feito através de plataformas que são administradas pelas empresas que oferecem os produtos ou serviços. No caso da Hinode, por exemplo, há uma plataforma chamada VO Hinode Escritório Virtual por onde cada empreendedor pode acompanhar seus resultados e os resultados dos seus indicados. Esse tipo de empreendimento é excelente para quem tem pouco capital para investir inicialmente, mas confia no seu poder de engajar pessoas e nas suas habilidades de liderança. Além disso, é uma grande oportunidade para ampliar o networking e fazer novos negócios. Você já atuou em algum desses nichos? Qual tipo de empreendimento mais combina com o seu perfil? Se esse conteúdo ajudou você a esclarecer um pouco suas ideias sobre oportunidades de empreendedorismo, não deixe de compartilhar essa matéria nas suas redes sociais. Ela pode ajudar mais pessoas a descobrirem novos caminhos profissionais.

2021-06-23T14:58:26-03:00junho 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Copom: Inflação persiste, mas economia evolui mais que o esperado

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou hoje (22) que o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, levou em consideração a “persistência da pressão inflacionária” maior que a esperada, sobretudo entre os bens industriais. Apesar da persistência, o comitê identifica tendência de melhora na economia do país. Na última quarta-feira (16), o Copom elevou a Selic de 3,5% ao ano para 4,25% ao ano. “Adicionalmente, a lentidão da normalização nas condições de oferta, a resiliência da demanda e implicações da deterioração do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, a despeito da recente apreciação do Real”, informou a autoridade monetária ao divulgar a ata da reunião realizada na semana passada pelo comitê. Apesar da persistência inflacionária apontada, o BC prevê uma “evolução mais positiva do que o esperado” para a economia brasileira, conforme vem sendo identificado nos indicadores recentes que mostram “revisões relevantes” nas projeções de crescimento. Com isso, acrescenta a ata, “os riscos para a recuperação econômica reduziram-se significativamente”. No cenário externo, a ata registra que estímulos fiscais e monetários em alguns países desenvolvidos têm promovido ”uma recuperação robusta da atividade econômica”, o que corrobora para um cenário mais otimista nesses países. “No cenário básico, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio partindo de US$/R$ 5,052, e evoluindo segundo a paridade do poder de compra, as projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 5,8% para 2021 e 3,5% para 2022”, diz a ata. Levando em conta esse cenário, o Copom prevê uma trajetória de juros que se eleva para 6,25% ao ano em 2020 e para 6,5% ao ano, em 2022. “As projeções para a inflação de preços administrados são de 9,7% para 2021 e 5,1% para 2022. Adota-se uma hipótese neutra para a bandeira tarifária de energia elétrica, que se mantém em ‘vermelha patamar 1’ em dezembro de cada ano-calendário”, complementa. Na avaliação do BC, manifestada semana passada pelo Copom, foi dito que o cenário indica ser apropriada a normalização da taxa de juros para patamar considerado neutro, de forma a mitigar a disseminação dos atuais choques temporários sobre a inflação. “Não há compromisso com essa posição e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação”, complementa a nota. Para a próxima reunião, a expectativa é de “continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude”. O comitê, no entanto, ressalta que uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte “pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários”. Trajetória Com a decisão, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano, em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. O centro da meta inflacionária, definida pelo Conselho Monetário Nacional, está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

2021-06-22T15:42:40-03:00junho 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – CNC aponta melhorias no mercado de trabalho e retomada no consumo

O indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgado hoje (21) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ficou em 67,5 pontos, revelando alta de 2,1% em junho, considerando o ajuste sazonal. De acordo com a CNC, apesar do aumento, esse foi o menor nível desde agosto de 2020 (66,2 pontos) e o pior junho da série histórica iniciada em 2010. Em comparação a junho do ano passado, o ICF baixou 2,6%. A economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, disse a Agência Brasil que todos os indicadores tiveram crescimento. “Todos eles colaboraram de alguma forma”. Apontou que as famílias registraram expectativas positivas sobre o mercado de trabalho tanto no curto quanto no longo prazo, o que permitiu a retomada no consumo. O ICF de junho repetiu o número obtido em maio, mas teve uma melhora em função do ajuste sazonal, explicou a economista. Catarina chamou a atenção para a parte do emprego, que foi o maior indicador do mês. “Tanto o emprego atual, como em perspectiva profissional tiveram aumento”. Segundo ela, isso tem a ver com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que estão vindo positivos nos últimos meses. “ Isso está animando os consumidores e a renda atual também, que teve crescimento com o auxílio emergencial, que está sendo disponibilizado e está amenizando as dificuldades das famílias, incentivando o consumo”. Retomada O indicador de renda atual cresceu 1,5% no mês, mesmo atingindo seu menor nível histórico (74,2 pontos). Por outro lado, o indicador de perspectiva de consumo (64,3 pontos), que apresentou o maior avanço em junho (+6,5%), teve redução na percepção de menor expectativa de compra (56,9 pontos). Enquanto isso, o indicador de emprego atual permaneceu como o maior índice do mês (86,4 pontos), seguido por perspectiva profissional, com 76,3 pontos. Para que haja uma retomada do consumo, Catarina Carneiro da Silva afirmou que a população precisa estar totalmente vacinada. “Para reativar totalmente o consumo, as pessoas que estão inseguras para sair precisam estar vacinadas e precisam estar seguras também em relação à economia, ter seu emprego e seu salário normalizado. Só com vacinação que tudo vai se normalizar e as pessoas vão poder consumir tanto quanto gostariam”, sinalizou. De acordo com a pesquisa da CNC, do total de 18 mil famílias consultadas, a maioria dos entrevistados (43,2%) apontou que a renda de sua família piorou em relação ao ano passado, contra 42,9% no mês anterior e 37,9% em junho de 2020. No entanto, com o ajuste de sazonalidade, o índice apresentou crescimento de 1,5%. A maior parte dos entrevistados (35,5%) respondeu que se sente tão segura com seu emprego quanto no ano passado, maior percentual da série histórica e uma proporção acima do mês anterior (34,3%) e do que em junho passado (31,3%). Ao contrário de maio passado, quando o item havia sido destaque negativo, em junho o tema voltou a ser o maior marco do mês. Catarina lembrou que a pandemia começou no Brasil em março de 2020 e, em junho, o país já estava com problemas no mercado de trabalho. “Então, é uma melhora mas, de qualquer maneira, bom mesmo seria quando chegasse na parte mais segura”. Disse que, em fevereiro, a maior parte das famílias se sentia insegura. De março em diante, essa parcela passou a se tornar mais segura e maioria. “Ou seja, a gente já está melhorando. Desde então essa parcela vem melhorando e se sobressaindo. O mercado de trabalho está se fortalecendo e puxando o consumo”.

2021-06-22T15:40:49-03:00junho 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Forbes – 3 dicas de João Appolinário, CEO da Polishop, para o varejo pós-pandemia

“O varejo é sempre o para-choque da economia. Na crise, ele sente os impactos antes de todos os setores.” É assim que João Appolinário, CEO e fundador da rede Polishop, descreve os últimos 12 meses de negócios no Brasil. Para o empresário, os pequenos e médios comércios são fundamentais para manter a saúde do varejo nacional.

“Até as maiores empresas fizeram follow-on a todo momento ano passado, tentando buscar mais dinheiro no mercado. Ninguém estava com caixa preparado para a pandemia”, avalia o executivo e, de fato, 2020 foi um ano de desafios para o setor. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que 75 mil estabelecimentos comerciais fecharam suas portas apenas no último ano. Todos estes registravam vínculos empregatícios.

Em sua própria empresa, Appolinário revela que o faturamento de 2020 foi 15% menor que o do ano anterior, por conta do fechamento do principal canal da rede: as lojas físicas. Nos meses de abril, maio, junho e julho, porém, foi possível atingir 20% acima da meta da varejista, com a migração de clientes para o online. “Tivemos como estratégia oferecer produtos focados em melhorar a vida das pessoas que redescobriram suas casas durante a pior fase da pandemia”. Itens de cozinha, higiene e produtos de academia foram fortemente vendidos em canais digitais da rede.

Varejo físico e presencial

Nenhum canal é uma ilha, nem mesmo a internet. O empresário defende que “pessoas querem falar com pessoas”, principalmente após o longo período de isolamento em função da pandemia. Por isso, ainda que o e-commerce traga comodidade e praticidade, as lojas físicas são peça fundamental do varejo.

A gigante Amazon, por exemplo, uma das maiores varejistas do e-commerce do mundo, também tem buscado ampliar sua presença física. Apenas nos 6 primeiros meses de 2020, a rede abriu 29 novas lojas físicas, segundo relatório da Statista. De acordo com o site da Amazon, a empresa já opera cerca de 100 localidades físicas de varejo no país. “Não são todos que compram um sofá ou um colchão sem experimentar. Parte das pessoas quer ter contato físico, conversar com um vendedor, ser convencida”, afirma. Há que considerar também que a retomada pós-pandemia não deve encontrar o mesmo contexto macroeconômico. “A Selic não é o grande vilão da história, a inflação é muito mais perversa. Para pequenas e médias empresas, o custo do dinheiro já é muito elevado. Não são 2 ou 3 pontos de Selic que vão mudar a vida do empreendedor”, afirma Appolinário. A taxa Selic foi neste mês elevada para 4,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, enquanto a inflação medida pelo IPCA acumulada em 12 meses é de 8,06%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A mudança, para o dono da Polishop, precisa acontecer através de uma reforma tributária que simplifique a cobrança de impostos e facilite a rotina do varejo de pequeno e médio porte. Enquanto essa reforma não acontece, João Appolinário compartilha com os empreendedores e varejistas três dicas para os próximos meses.

1 – Manutenção de estoques

A alta de preços no varejo foi sentida mundialmente no último ano. João Appolinário exemplifica citando produtos da China cujos preços cresceram 20%, sem considerar a taxa de câmbio.

As razões para este crescimento podem estar atreladas à falta de mercadorias e à escassez mundial de algumas matérias-primas. Neste sentido, conseguir abastecimento, independente do setor, é a primeira coisa que deve ser feita pelos varejistas, segundo o empresário.

2 – Investir em canais digitais

Appolinário afirma que a divisão de compras na Polishop era de 70% em lojas físicas e 30% em canais digitais antes da explosão da Covid-19. Porém, dentre as vendas realizadas em loja, 80% dos clientes já iniciavam sua jornada de consumo na internet, através de pesquisas e comparações.

“As pessoas já estavam vivendo em um mundo digital, ouvindo música por streaming e usando mapas onlines, já não se compra enciclopédia há muito tempo. Faltava a digitalização jurídica”, diz. “O maior legado desta crise é acelerar os canais online para complementar os pontos físicos.”

O empresário defende que os varejistas precisam estar prontos para atender todos os tipos de consumidor: aqueles que ainda preferem lojas físicas e, também, os que enxergam mais vantagem em comprar direto de suas casas. “Quem não estava digitalizado nos últimos meses sofreu muito”, analisa.

3 – Manter os preços pré-pandemia aos consumidores

Para recuperar o fôlego de vendas, o dono da Polishop ressalta que o principal desafio no varejo será conseguir reconquistar a confiança das pessoas na economia, na manutenção de empregos e no desenvolvimento do país.

“Hoje, o consumidor está muito mais preocupado com sua permanência no trabalho. Vai depender da capacidade do mercado de fazer com que essa retomada aconteça”, diz.

Sendo assim, o empresário aconselha que os varejistas mantenham os produtos com preços semelhantes aos encontrados em 2019 e início de 2020, antes da pandemia começar.

2021-06-22T15:38:11-03:00junho 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Fashion Network – Natura inicia expansão no México por meio de lojas físicas

O novo estabelecimento está instalado no piso térreo do shopping Paseo Interlomas, complexo localizado no município de Huixquilucan, no Estado do México, conforme confirmado pela Natura ao FashionNetwork.com. Vale ressaltar que a loja vende uma seleção completa de cosméticos e produtos de beleza, incluindo propostas masculinas e de perfumaria. Por meio de suas redes sociais, a empresa fundada em 1969 anunciou que esta é a primeira de 6 outras lojas Natura que serão abertas ainda em 2021 para continuar complementando sua estratégia omnicanal no mercado mexicano. Esta aposta complementa seus outros dois canais de venda no país: e-commerce e venda direta. Hans Werner, gerente geral da Natura México, destacou que as vendas diretas e as consultoras de beleza continuarão sendo o foco dos negócios da empresa. “Estamos ampliando nossa presença no mercado mexicano por meio de outros canais que nos permitem chegar a consumidores que hoje têm hábitos de consumo diferentes dos de venda direta”, disse Werner. Até o momento não foram confirmadas as próximas localizações das lojas Natura, embora, segundo informações do jornal Sol de México, estão sendo contemplados os shoppings Plaza Satélite, Perisur, Santa Fé, Punta Norte e a cidade de Querétaro. Na América Latina, além de México e Brasil, a Natura também possui estabelecimentos físicos na Argentina e o Chile.

2021-06-22T15:32:23-03:00junho 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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