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Notícias do Setor | Economia

ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

DSN – Young Living Now detém a maioria das patentes de produção de óleo essencial na indústria de vendas diretas

A Young Living anunciou que recebeu 17 patentes de utilidade e design pelo US Patent and Trademark Office. Com essas adições, a empresa agora detém mais patentes de produção de óleo essencial do que qualquer outra empresa do setor de vendas diretas, estabelecendo um recorde global. 

“O pioneirismo em novas tecnologias e processos faz parte da natureza da Young Living como líder mundial em óleos essenciais”, disse Mark Bartlett Ph.D., vice-presidente executivo de ciência e desenvolvimento de produtos da Young Living. “As patentes protegem nossas inovações e descobertas contínuas, dando à Young Living, nossos parceiros de marca e nossos funcionários uma vantagem competitiva ao proteger o trabalho que fazemos melhor. Estamos empolgados em avançar a conversa sobre o importante papel que as patentes desempenham aqui na Young Living na indústria de óleos essenciais.” 

O fundador da empresa, D. Gary Young, está listado como inventor em 14 das 17 patentes da Young Living, com Mary Young, atual CEO, listada como co-inventora em quatro das 14 patentes.  

Incluídas nestas novas patentes estão uma gama de processos, produtos e designs, incluindo óleo essencial Blue Spruce, um suplemento dietético de ácidos graxos ômega-3, um sistema para destilação, difusores de líquidos e aplicadores de rolos massageadores. 

2022-09-30T09:58:27-03:00setembro 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Promoview – Natura faz ação pela conservação e regeneração da Amazônia

floresta amazônica está perto de seu ponto de inflexão. De janeiro a setembro de 2022, mais de 400 milhões de árvores foram derrubadas na Amazônia brasileira, conforme dados inéditos do Monitor da Floresta do PlenaMata, plataforma criada pela NaturaMapBiomasInfoAmazonia e Hacklab pelo fim do desmatamento.

Durante esse tempo, foram perdidas mais de 1,6 milhão de árvores por dia, uma média de 1.156 a cada minuto, 19 a cada segundo.

Natura vem promovendo, desde o começo deste mês, uma série de iniciativas para falar sobre a urgência do desmatamento, com o objetivo de levar conhecimento ao público sobre esse grave problema, incentivando e mobilizando a população em torno de ações efetivas para conter a devastação na região, como escolhas de consumo, mobilização social e voto consciente.

A maior ativação da ação é um contador de árvores derrubadas na região amazônica que passou a fazer parte do cotidiano de Brasília.

Desde 5 de setembro, Dia da Amazônia, o telão gigante do Conic, referência no “coração” do Distrito Federal, de frente à Esplanada dos Ministérios, mostra estimativas em tempo real das árvores derrubadas na Amazônia, refletidas da plataforma on-line PlenaMata.

É o maior painel digital da América Latina veiculando conteúdos sobre desmatamento e trazendo questionamentos aos políticos.

Dia 29, a Natura deu mais um passo para aumentar a conscientização da população em relação ao desmatamento. No intervalo do debate entre os presidenciáveis realizado pela TV Globo, a marca exibiu um filme especial diretamente direcionado aos candidatos:“Candidatos(as), eu perco mais de 350 mil árvores só no tempo desse debate. Qual o plano para frear meu desmatamento?”.

A mesma frase está sendo exibida no painel de Brasília, que já divulgou questionamentos tanto a políticos quanto a eleitores. São questionamentos como “Candidatos(as), eu acabo de atingir a maior taxa de queimadas da história. Vocês acham que o país sobrevive sem mim?”; e “Com o número de árvores que venho perdendo, fica difícil comemora o Dia da Árvore. Eleitos, seu voto vai melhorar essa situação?”.

É a primeira oportunidade em que a vinheta é transmitida em intervalo de debate, com a primeira sendo realizada no dia 24/09, na CNN.

Além de chamar atenção para o impacto climático que ameaça o planeta com desmatamento da Amazônia, a intervenção urbana e o conjunto de ações traz, durante o período eleitoral, questionamentos aos candidatos sobre ações efetivas de combate à degradação da floresta amazônica, e convoca os eleitores brasileiros a refletirem sobre a importância do seu voto para a conservação e regeneração do bioma.

2022-09-30T09:54:48-03:00setembro 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – BC eleva projeção de crescimento da economia de 1,7% para 2,7%

Estimativa de inflação caiu de 8,8% para 5,8%, ainda acima da meta

O Banco Central (BC) elevou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 2,7%. A projeção consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado hoje (29).

“A surpresa no crescimento do segundo trimestre, os resultados iniciais do terceiro, e estímulos não contemplados no Relatório de Inflação anterior – notadamente o aumento do valor do benefício do Auxílio Brasil e o arrefecimento da inflação, resultante, em grande medida, da redução de tributos sobre combustíveis, energia e serviços de comunicação – são os principais fatores para a revisão”, explicou o BC.

No segundo trimestre, o PIB cresceu 1,2% em relação ao trimestre anterior, puxado pelo aumento do consumo das famílias, a retomada dos serviços presenciais e o avanço dos transportes de carga e de passageiros. Foi o quarto resultado positivo consecutivo do indicador após o recuo de 0,3% no segundo trimestre do ano passado. Segundo o BC, uma nova expansão deve ser registrada no terceiro trimestre de 2022, “mas em magnitude menor do que a observada nos últimos três trimestres”.

Entre os componentes da oferta, a previsão de alta para a indústria foi alterada de 1,2% para 2,4%, com melhora nas previsões para todos os setores, com exceção da indústria extrativa. Em serviços, a estimativa foi revista de 2,1% para 3,4%, com elevação nas estimativas de crescimento para todos os setores, exceto para serviços ofertados pelo governo.

Em sentido oposto, a projeção para a agropecuária foi alterada de alta de 2,2% para estabilidade, em linha com revisões do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentaram ligeira redução nas projeções para a produção de grãos e forte recuo na previsão para cana-de-açúcar. No mesmo sentido, as expectativas para a pecuária foram reduzidas, refletindo dados mais recentes de produção de carne, leite e ovos disponibilizados pelo IBGE.

Com relação aos componentes domésticos da demanda, houve elevação nas projeções para o consumo das famílias, de 1,7% para 3,9%, e para a formação bruta de capital fixo das empresas, de queda de 2,7% para queda de 0,4%, e redução na projeção para o consumo do governo, de 1,8% para 0,7%. As exportações e as importações de bens e serviços, em 2022, devem variar, na ordem, 1,5% e queda de 2,5%, ante projeções respectivas de 2,5% e queda de 4% no Relatório de Inflação anterior.

Pela primeira vez, o BC trouxe a projeção para o PIB de 2023. A estimativa é de crescimento de 1%, “sob influência da esperada desaceleração global e dos impactos cumulativos da política monetária doméstica”.

Inflação

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar 2022 em 5,8%, no cenário com taxa de juros (Selic) em 13,75% ao ano e câmbio partindo de R$ 5,20. No relatório anterior, em junho, a projeção era 8,8%.

O BC também projeta que a inflação deve ser de 4,6% em 2023 e de 2,8% em 2024 e 2025. Nessa trajetória, a taxa Selic chega ao final de 2023, 2024 e 2025 em 11,25%, 8% e 7,50%, respectivamente.

A meta para 2022, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% de inflação, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior 5%. Para 2023 e 2024, o CMN estabeleceu meta de 3,25% e 3% para o IPCA, respectivamente, também com 1,5 ponto percentual de tolerância.

No relatório de junho, o BC reconheceu oficialmente o estouro da meta deste ano, mas, agora, reduziu essa probabilidade. “Em termos de probabilidades estimadas de a inflação ultrapassar os limites do intervalo de tolerância, destaca-se, no cenário de referência, a redução da probabilidade de a inflação ficar acima do limite superior em 2022, que passou de próximo de 100% no relatório anterior para cerca de 93% neste relatório, e o aumento da probabilidade para 2023, de cerca de 29% para em torno de 46%”, aponta o relatório.

Segundo o BC, a inflação acumulada em quatro trimestres atingiu o pico de 11,9% no segundo trimestre deste ano, e deve cair de forma significativa nos trimestres seguintes. Especificamente para a revisão para baixo de 2022, o relatório destaca, entre outros, o efeito das reduções de tributos federais sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações. Já a elevação das projeções para 2023 – de 4% para 4,6% – resultou, justamente, da hipótese de retorno das tributações sobre combustíveis no início do ano que vem, além da depreciação cambial e de indicadores de atividade econômica mais fortes do que o esperado.

Com as quedas recentes da inflação, o Banco Central encerrou o ciclo de elevação da Selic e manteve a taxa básica em 13,75% na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada. Essa foi a primeira pausa nas elevações após 12 altas consecutivas, em um ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.

Entretanto, a instituição considera que a inflação ao consumidor continua elevada e sinalizou que “não hesitará” em retomar o ciclo de alta caso o processo de desinflação não transcorra como esperado.

Esse é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.

Edição: Fernando Fraga

2022-09-30T09:51:05-03:00setembro 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Itupeva Agora – Natura inicia operação logística com novas carretas a GNV e Biometano em Itupeva

Desde o começo do mês, os primeiros seis conjuntos de carretas movidas a Gás Natural Veicular (GNV) da Natura circulam em São Paulo. Os veículos, que fazem o transporte de produtos acabados da marca, também estão habilitados para rodar à base de Biometano, um biocombustível gerado a partir de resíduos orgânicos, e que reduz ainda mais o impacto dessa atividade no meio ambiente. Já de início, a projeção é emitir 16% menos poluentes em relação à frota movida a diesel. Com o uso do biometano, que pode ser viabilizado até o primeiro semestre de 2023, o potencial de redução de emissões chega a 82%, na medida em que a oferta do biocombustível se amplie no país. Como resultado imediato dessa transformação logística, mais de 98 toneladas de gases do efeito estufa deixarão de ser lançadas na atmosfera a cada ano. A iniciativa conta com a parceria da Coopercarga, transportadora que presta serviços à empresa.

“A implantação da frota de carretas movidas a combustíveis menos poluentes significa um grande ganho ambiental na cadeia de transportes da Natura. É mais um passo da companhia no combate às mudanças climáticas, e em direção a gerar impacto positivo em todas as etapas do negócio”, pontua a Vice-Presidente de Operações, Logística e Suprimentos de América Latina de Natura &Co, Josie Peressinoto Romero.

Os veículos serão conduzidos por motoristas mulheres. Em um ano, serão realizadas 12 mil viagens, percorrendo 640 mil quilômetros. A princípio, as carretas vão circular em duas rotas, que compreendem os municípios de São Paulo, Cajamar e Itupeva, sedes de unidades fabris e de centros de distribuição da Natura. Tendo como trajeto as principais rodovias do Estado, como a Bandeirantes, a Anhanguera e a Dom Gabriel, as carretas levarão estampadas em seus baús a mensagem da Jornada de Impacto Positivo, iniciativa que representa a ambição da Natura em ser net zero (zerar emissões líquidas) até 2030.

Compromissos para zerar emissões

O projeto de descarbonização da operação logística da Natura está alinhado ao Compromisso com a Vida, Visão de Sustentabilidade do grupo Natura &Co, que também inclui Avon, The Body Shop e Aesop. As metas estabelecem ações para enfrentar algumas das questões globais mais urgentes, incluindo a crise climática e a proteção da Amazônia, a defesa dos direitos humanos, a garantia de equidade e inclusão em toda a rede do grupo e a adoção da circularidade e da regeneração até 2030.

Para zerar emissões líquidas de carbono até o prazo estipulado, a empresa atua em linha com metas baseadas na ciência, rastreando as emissões em toda a cadeia de valor e fornecedores, desde a extração de matérias-primas até o descarte de embalagens, além de aplicar o Protocolo de Nagoya e pagamentos de repartição de benefícios para evitar a perda de biodiversidade. O grupo também aderiu ao “Race to Zero”, campanha mundial que tem objetivo zerar as emissões líquidas de carbono até 2050, em linha com o Acordo do Clima de Paris.

“Buscamos sempre maximizar nossos impactos positivos e reduzir as emissões por meio da inovação, da circularidade e de soluções regenerativas que gerem neutralidade de carbono, e investir em projetos sustentáveis para nossa logística é um caminho fundamental”, explica Josie.

Para as emissões que não podem ser evitadas, a Natura adquire créditos de carbono, tanto para neutralizar seu impacto no clima como para gerar outros co-benefícios socioambientais às áreas e comunidades associadas a projetos de crédito de carbono. A empresa, que já é carbono neutro desde 2007, já compensou a emissão de mais de 4 milhões de toneladas de gases do efeito estufa através de 43 projetos do tipo, sendo 36 no Brasil e 7 nos demais países – Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru.

2022-09-29T10:06:38-03:00setembro 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Dólar cai para R$ 5,35 com alívio internacional

Bolsa fechou estável, com recuperação do mercado externo

Após dias de tensão e de turbulência, o mercado financeiro teve um dia de trégua nesta quarta-feira (28). O dólar fechou em queda, após bater em R$ 5,42 no início das negociações. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou estável.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,35, com queda de R$ 0,027 (0,5%). A cotação iniciou em forte alta, mas passou a cair após a abertura do mercado norte-americano. Na mínima do dia, por volta das 14h30, chegou a R$ 5,32.

Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 2,85% em setembro, após passar a maior parte do mês em queda. Em 2022, a divisa cai 4,05%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 108.451 pontos, com alta de apenas 0,07%. Pouco depois das 16h, o indicador chegou a subir 0,55%, mas desacelerou nos minutos finais de negociação.

O mercado global teve um dia de alívio, apesar dos temores de recessão na Europa e nos Estados Unidos. A libra esterlina e o euro, que se desvalorizavam fortemente desde o fim da semana passada, voltaram a se recuperar perante o dólar. As bolsas norte-americanas tiveram fortes altas com a queda no rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano.

O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 1,89%. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, ganhou 2,02%. O S&P 500, das maiores empresas, avançou 1,95%. A recuperação, no entanto, não chegou à bolsa brasileira, que fechou estável porque as ações da Petrobras, os papéis mais negociados, caíram.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da estatal recuaram 0,7%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) fecharam com queda de 1,35%.

Edição: Fernando Fraga

2022-09-29T09:44:44-03:00setembro 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Prévia do IBGE registra deflação de 0,37% em setembro

A maior influência no resultado foi o preço dos combustíveis

A prévia da inflação de setembro registra recuo de 0,37%. É a segunda queda seguida no Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) depois de cair 0,73% em agosto. A maior influência no resultado foi o preço dos combustíveis, com destaque, em especial, para a redução no preço da gasolina.

O IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado trimestralmente, teve queda de 0,97%. No acumulado do ano, no entanto, o IPCA-15 avançou 4,63%, mas nos últimos 12 meses desacelerou para 7,96%, abaixo dos 9,60% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2021, o índice foi de 1,14%.

Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o indicador, mesmo com a deflação, apenas três grupos de produtos e serviços entre os nove pesquisados apresentaram queda em setembro. “Influenciado pelo item combustíveis, o grupo dos Transportes registrou recuo de 2,35% nos preços e deu a maior contribuição em pontos percentuais (-0,49) do índice”, informou o IBGE.

As quedas nos preços no período nos subitens etanol (10,10%), gasolina (9,78%), óleo diesel (5,40%) e gás veicular (0,30%) contribuíram para o resultado. Somente a gasolina provocou o impacto negativo mais intenso (-0,52 ponto percentual) entre os 367 subitens pesquisados no IPCA-15 de setembro.

“Esse resultado decorre da redução no preço do produto vendido para as distribuidoras em 16 de agosto [R$ 0,18 por litro] e em 2 de setembro [R$ 0,25/l]”, explica o IBGE.

Também no grupo de Transportes, houve queda de 0,08% em ônibus urbano, causada pela redução, desde 11 de setembro, nos preços das passagens aos domingos em Salvador (-0,82%). No mesmo grupo, em movimento diferente, os preços das passagens aéreas cresceram 8,20%, que voltaram a subir após a queda de 12,22% em agosto. O seguro voluntário de veículo também avançou (1,74%), bem como o emplacamento e licença (1,71%) e o conserto de automóvel (0,62%).

Comunicação e alimentos

As quedas de 2,74% no grupo Comunicação e de 0,47% no de Alimentação e bebidas representaram impactos de -0,14 ponto percentual e -0,10 ponto percentual, respectivamente. De acordo com o IBGE, a maior variação negativa em absoluto de 2,74% foi influenciada pelos recuos nos preços dos planos de telefonia fixa (-6,58%) e de telefonia móvel (-1,36%), além de queda nos pacotes de acesso à internet (-10,57%) e nos combos de telefonia, internet e tv por assinatura (-2,72%). Houve deflação ainda nos aparelhos telefônicos (-0,99%).

“Vale lembrar que a Lei Complementar 194/22, sancionada no final de junho, fixou um limite para a alíquota máxima de ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações”, observou o IBGE.

Para a retração de 0,47% no grupo de Alimentação e Bebidas pesou a queda de 0,86% na alimentação no domicílio, com destaque para os subitens óleo de soja (-6,50%), tomate (-8,04%) e, principalmente, leite longa vida (-12,01%). Mesmo com a queda em setembro, o preço do leite acumula alta de 58,19% no ano no IPCA-15. Já os subitens cebola (11,39%), frango em pedaços (1,64%) e frutas (1,33%) tiveram alta no grupo.

Já a alimentação fora do domicílio passou de 0,80% em agosto para 0,59% em setembro. “O item lanche (0,94%) segue em alta, com variação próxima à do mês anterior (0,97%), enquanto a refeição também desacelerou: de 0,72% para 0,36%”, informou o IBGE.

Os demais seis grupos pesquisados apresentaram alta no IPCA-15 de setembro, com destaque para Vestuário (1,66%), com avanço de 1,83% nos preços das roupas femininas, de 1,78% nas masculinas e de 1,52% nas infantis, que voltaram a subir de forma mais intensa. As elevações se estenderam aos calçados e acessórios (1,58%) e às joias e bijuterias (0,98%), que cresceram depois de recuar 0,36% em agosto.

Saúde

Os itens de higiene pessoal (1,28%), planos de saúde (1,13%) e produtos farmacêuticos (0,81%) influenciaram a alta de 0,94% do grupo de Saúde e cuidados pessoais, que tinha apresentado queda de 0,37% em agosto.

Habitação

No grupo Habitação a elevação de 0,47% foi puxada pelos aumentos dos itens gás de botijão (0,81%) e aluguel residencial (0,72%), como também pela energia elétrica (0,41%), tendo em vista que, em Belém (10,52%), a tarifa por kWh foi reajustada em 14,74% em 7 de agosto.

“O subitem gás encanado (0,30%) também cresceu, em função dos reajustes verificados em duas áreas: no Rio de Janeiro (0,13%), com reajuste de 0,20% desde 1º de agosto; e em Curitiba (1,95%), onde foi aplicado um aumento de 2,26% nas tarifas residenciais em 9 de agosto”, disse o IBGE.

Regiões

Das 11 áreas pesquisadas nove registraram deflação em setembro. Conforme o indicador, a maior foi em Recife (-0,93%), impactada pela queda nos preços da gasolina (-13,85%). Belém apresentou o maior aumento (0,50%), influenciado pela alta da energia elétrica residencial (10,52%). Curitiba registrou 0,03% no IPCA-15 de setembro.

Pesquisa

Segundo o IBGE, a diferença entre o IPCA-15 e o IPCA, que é o indicador da inflação oficial do país, está somente no período de coleta e na abrangência geográfica. Para o cálculo do IPCA-15 de setembro, os preços foram coletados no período de 13 de agosto a 14 de setembro (referência) e comparados com aqueles vigentes de 14 de julho a 12 de agosto de 2022 (base).

“O IPCA-15 refere-se a famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia”, explica o IBGE.

Edição: Fernando Fraga

2022-09-28T11:01:12-03:00setembro 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Gastos de turistas estrangeiros no país crescem 84% de janeiro a julho

Nos sete primeiros meses do ano, visitantes gastaram US$ 2,7 bilhões

Os gastos de turistas estrangeiros no país somaram mais de US$ 2,7 bilhões (cerca de R$ 14,5 bilhões no câmbio de hoje) de janeiro a julho deste ano, valor 84% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 1,5 bilhão). As informações foram divulgadas hoje (26) pelo Ministério do Turismo, com base em dados do Banco Central.

Somente em julho deste ano, foram US$ 389 milhões, 74% a mais do que em julho de 2021 (US$ 223 milhões). De acordo com o Ministério do Turismo, os dados apontam para a forte retomada do setor, que sofreu bastante com a pandemia de covid-19, a partir do segundo bimestre de 2020.

A expectativa do Ministério do Turismo é de que, até o fim do ano, 4,2 milhões de turistas estrangeiros visitem o Brasil. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro Carlos Brito disse que a retomada dos voos internacionais e o trabalho da Embratur, a agência brasileira de promoção do país no exterior, devem favorecer a chegada de turistas estrangeiros.

“A retomada dos voos internacionais agora vai aquecer a nossa economia, porque com o nosso trabalho, que estava sendo realizado no pré-pandemia, iríamos ultrapassar os 7 milhões de turistas estrangeiros que vinham ao nosso país. Mas fomos surpreendidos com a pandemia. Agora esperamos chegar no final do ano com mais de 4 milhões de turistas estrangeiros aqui no nosso país. Dessa forma, fortalecendo cada vez mais a economia”, disse o ministro.

O recorde de turistas estrangeiros no país que visitaram o Brasil foi registrado em 2018, quando 6,62 milhões vieram ao país. Em 2019, último ano cheio antes da pandemia, foram 6,35 milhões. Em 2020, as medidas de isolamento social no Brasil e no mundo provocaram um grande baque no turismo internacional, a partir de março. Naquele ano, foram 1,8 milhão de turistas estrangeiros no país. Em 2021, esse número caiu para menos de 600 mil.

Neste ano, os turistas estrangeiros voltaram a superar 1 milhão ainda no primeiro semestre. “É muito importante que os estrangeiros venham ao nosso país. Dos estrangeiros que vêm ao nosso país, em torno de 93% querem voltar e 95% aprovam a nossa gastronomia. Temos que trazer os turistas estrangeiros ao nosso país, porque temos tudo o que eles procuram ou muito mais do que eles imaginam”, disse Brito.

Edição: Vitor Abdala

2022-09-27T10:25:25-03:00setembro 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Hinode – Hinode Group conquista prêmio ABRE com a linha Routine Dermo

Companhia levou o Ouro no Voto Popular e Bronze em Design Gráfico na categoria de Cosméticos e Cuidados Pessoais

O Hinode Group acaba de conquistar mais um prêmio ABRE, da Embalagem Brasileira, que tem como objetivo eleger as embalagens que se destacam como ícones de excelência no mercado brasileiro. A linha Routine Dermo, com design simples e elegante, levou o Ouro no Voto Popular e Bronze em Design Gráfico na categoria de Cosméticos e Cuidados Pessoais.

Lançada em maio deste ano, a Routine Dermo conta com doze novos produtos com a tecnologia Skintelligent, exclusiva da marca, que trazem uma combinação de ativos poderosos com fórmulas baseadas na tecnologia second skin, ricas em fosfolipídios que mimetizam as propriedades da pele, conferindo sensorial leve e delivery system dos ativos para a área do rosto.

Além das embalagens simples e elegantes que consideram diferentes aplicadores para diferentes texturas, tornando o uso do consumidor mais agradável e atrativo, os novos recipientes de Routine Dermo transmitem os valores da empresa, com informações claras e de fácil entendimento, que olham para o ESG, já que são feitos de materiais recicláveis. A redução de plástico/por unidade também foi de 60g para 0,06kg e as bisnagas oferecem o consumo até o final, graças à tecnologia de válvula airless.

“Este prêmio é o resultado de um ano e meio de trabalho e um extenso processo de pesquisa envolvendo mais de mil pessoas. O diferencial da linha está na experiência que ela oferece e nas embalagens, que carregam beleza e sofisticação no design. Também demos um grande passo no quesito ESG, com o uso de menos materiais e plástico. Um excelente exemplo de criatividade x funcionalidade”, comemora Erica Pagano, VP de Produtos, Branding e Marketing do Hinode Group.

A votação contou com 16 jurados, além do júri popular, que foi responsável por mais um ouro na conta do Hinode Group. A empresa também foi contemplada em 2017 com o Feelin´ for Her (ouro no voto popular e bronze – design estrutural), em 2018 com Venyx (ouro no voto popular) e Léser (bronze – tecnologia) e em 2021 com Sublime (ouro – voto popular e bronze – tecnologia).

Esta é a 22ª edição do prêmio, que avalia diversos critérios até chegar aos vencedores, como inovação, funcionalidade, qualidade, atratividade e sustentabilidade.

SOBRE HINODE

Fundado em 5 de outubro de 1988, o Hinode Group nasceu como uma empresa de cosméticos de venda direta. Em 2008, transformou-se numa das primeiras companhias nacionais a investir no modelo de marketing de rede. Uma marca feita para pessoas que assumem o rumo de suas vidas, orientados pela paixão por desenvolver produtos e criar oportunidades. A categoria fragrâncias é o carro-chefe, com itens premiados. A Hinode conta com linhas feminina, masculina, infantil e de bem-estar, oferecendo aos consumidores um portfólio de produtos essenciais e a beleza integral, que cuida de dentro para fora e de fora para dentro. Os itens da marca podem ser encontrados com consultores oficiais Hinode e no e-commerce da marca.

2022-09-26T11:18:42-03:00setembro 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Confiança dos consumidores avança 5,4 pontos em setembro

Alta foi influenciada pela melhora dos indicadores sobre o momento

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 5,4 pontos em setembro, para 89 pontos, o maior nível desde janeiro de 2020, com 90,4 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 3,3 pontos, para 84 pontos.

Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Segundo a coordenadora das Sondagens do Ibre/FGV, Viviane Seda Bittencourt, a confiança dos consumidores sobe pelo quarto mês consecutivo influenciada pelas perspectivas mais otimistas em relação aos próximos meses. De acordo com ela, tal resultado parece estar relacionado com a queda nas expectativas de inflação dos consumidores para os próximos 12 meses e um aumento do otimismo em relação ao mercado de trabalho.

“Há um aumento na intenção de consumo, exceto para os consumidores de renda mais baixa, o que reflete ainda dificuldades dessa classe. Além disso, a proximidade das eleições tem um efeito potencializador dessas expectativas. É necessário ter cautela nesses resultados, considerando uma política monetária ainda restritiva e a possibilidade de desaceleração da atividade econômica, que reduziria a velocidade de recuperação do mercado de trabalho”, explicou a pesquisadora, em nota.

Conforme o Ibre/FGV, a alta em setembro foi influenciada pela melhora dos indicadores sobre o momento e próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) avançou 7,6 pontos, para 100,2 pontos, maior desde dezembro de 2019, com 100,3 pontos, período pré-pandemia da covid-19. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 1,6 ponto, para 73,3 pontos, maior resultado desde março de 2020, embora ainda baixo em termos históricos.

Em relação aos indicadores que medem a satisfação dos consumidores no momento, há uma percepção de melhora da situação econômica com aumento de 2,5 pontos no indicador para 82,3 pontos, maior nível desde fevereiro de 2020 (85,5 pontos). A avaliação sobre a situação financeira da família se alterou pouco, 0,8 ponto para 64,9 pontos, nível ainda baixo em termos históricos.

Nas expectativas, o item que mais contribuiu para a alta no mês foi o que mede o otimismo das famílias em relação à situação financeira nos próximos seis meses, cujo indicador subiu 10,4 pontos para 100,8 pontos, maior nível desde janeiro de 2020 (81,7 pontos).

O indicador que mede a situação econômica também avançou pelo quarto mês consecutivo. Em setembro subiu 6,1 pontos para 115,4 pontos, maior desde julho de 2021 (116,3 pontos). A intenção de compra de bens duráveis se eleva pela segundo mês consecutivo, dessa vez 5,4 pontos, acumulando alta de 16,7 pontos nos dois últimos meses levando o índice para 84,4 pontos, melhor resultado desde fevereiro de 2019 (86,6 pontos).

Edição: Fernando Fraga

2022-09-26T11:09:50-03:00setembro 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – CNC: intenção de consumo das famílias cresce 1,4% em setembro

Pesquisa destaca melhora na percepção da renda atual

O indicador antecedente Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,4% em setembro, alcançando 84,4 pontos, seguindo a tendência de alta iniciada em janeiro deste ano. O patamar supera em 16,5% o resultado de setembro do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (22) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a CNC, o aumento foi influenciado pela melhora do mercado de trabalho. “Com efeito, os indicadores de Emprego Atual e de Perspectiva Profissional permaneceram como os únicos nos quais todas as famílias se demonstram satisfeitas”, ressalta a entidade.

A Perspectiva Profissional subiu 1,4% em setembro, para 103,4 pontos, após a queda de 0,3% registrada em agosto. Na comparação anual, a alta é de 25,3%. Os dados apontam que 47,1% dos entrevistados disseram estar com uma perspectiva positiva para o emprego nos próximos 6 meses.

O segundo componente de maior influência no ICF no mês foi a avaliação da Renda Atual, com alta de 2,1%, para 99,1 pontos. Na comparação com setembro de 2021, o componente subiu 25,6%.

“Contribuíram para isso o aumento do valor do Auxílio Brasil e a recuperação de parte do poder de compra decorrente da deflações de julho e agosto. Para as famílias com renda abaixo de dez salários mínimos, a alta foi inclusive mais expressiva (2,2%), o que corrobora a influência dos programas de renda”, explica a CNC.

A Perspectiva de Consumo nos próximos meses subiu 1,2% na passagem de agosto para setembro e 7,8% na comparação anual. Segundo a entidade, o componente foi favorecido por “avanços nas condições de consumo, com renda, inflação e mercado de trabalho mais favoráveis”.

Porém, a CNC destaca que, por causa do suporte financeiro para as famílias de baixa renda ser temporário, a Perspectiva de Consumo cresceu influenciada pelas famílias com renda acima de dez salários mínimos.

2022-09-23T09:59:08-03:00setembro 23rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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