Economia

ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Agência Brasil – Pequenos negócios foram os maiores geradores de empregos em março

Segmento abriu 88,9% de todas as vagas no terceiro mês deste ano

Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPE) expandiram, no último mês de março, a sua participação proporcional na geração de novos postos de trabalho no país.

Segundo o Sebrae, o segmento abriu 88,9% de todas as vagas no terceiro mês deste ano. De acordo os dados, os pequenos negócios contabilizaram mais de 1 milhão de admissões e um saldo positivo de 121 mil empregos.

No acumulado do ano, o Brasil já registra um saldo de 615 mil novos postos de trabalho, sendo as micro e pequenas empresas as grandes fornecedoras de emprego, com 430 mil vagas, correspondendo a 70% do total. Por sua vez, o levantamento indica que as médias e grandes empresas registraram um saldo de 148 mil empregos, 24,1% do total.

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, os cenários são relativamente semelhantes. “Todos os portes de empresa apresentaram saldos positivos, sendo que as MPE tiveram resultados quase três vezes maior do que as médias e grandes”.

Serviços lideram

Segundo o Sebrae, o setor de serviços continua como o maior gerador empregos. Em março, as MPE desse segmento contrataram 74.255 pessoas, com um total, até o momento, de 273.698 novos postos de trabalho, em 2022.

Já no comércio, tanto as MPE quanto as médias e grandes empresas (MGE) apresentaram saldos menores de emprego. Contudo, no acumulado do ano, as médias e grandes foram as que mais fecharam postos de trabalho: 43.361 mil desligamentos nas MGE, contra 17.434 das micro e pequenas empresas.

*Com informações do Sebrae

Edição: Lílian Beraldo

2022-05-06T11:08:32-03:00maio 6th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Indicador de emprego da FGV avança 4,5 pontos em abril

Com o resultado, Iaemp atingiu 79,5 pontos

O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 4,5 pontos de março para abril deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 79,5 pontos, o maior nível desde dezembro de 2021 (81,8 pontos).

O Iaemp antecipa tendências do mercado de trabalho, com base em entrevistas com consumidores e com empresários dos setores da indústria e de serviços.

Segundo a FGV, em abril os sete componentes do Iaemp contribuíram para a alta do indicador, com destaque para a situação atual dos negócios dos serviços (alta de 1,6 ponto) e da indústria (alta de 1,2 ponto).

Edição: Denise Griesinger

2022-05-05T11:06:33-03:00maio 5th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Venda de imóveis em São Paulo em março cresce 36,4%

Dados são da pesquisa Secovi-SP

O número de unidades residenciais novas comercializadas na cidade de São Paulo em março chegou a 6.494 e foi 36,4% maior do que o total vendido no mesmo mês do ano passado. No acumulado de 12 meses até março, as 67.248 unidades comercializadas representaram aumento de 22,3% em relação ao período anterior, de abril de 2020 a março de 2021, de acordo com a Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário (PMI).

Segundo os dados, o VGV (Valor Global de Vendas) atingiu no mês R$ 3,16 bilhões, resultado 66,4% maior que o de março de 2021 (R$ 1,90 bilhão) – valores deflacionados pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo de Construção), medido pela Fundação Getulio Vargas, referente a março de 2022. Em 12 meses, o VGV totalizou R$ 32,3 bilhões, ficando 9,3% acima do volume registrado no mesmo período de 2021.

A cidade de São Paulo encerrou março com 63.450 unidades disponíveis para venda, número 51,7% superior ao volume do terceiro mês de 2021 (41.837 unidades). Essa oferta é composta por imóveis na planta, em construção e prontos, lançados nos últimos 36 meses.

De acordo com a Secovi-SP, os lançamentos em março alcançaram as 6.869 unidades residenciais, volume 96,4% maior que o de março de 2021, quando foram lançadas 3.497 unidades. Em 12 meses, contados de abril de 2021 a março de 2022, os lançamentos na capital paulista somaram 86.061 unidades, resultado 36,9% acima do total verificado no mesmo período anterior.

A pesquisa também indicou que os imóveis de dois dormitórios tiveram o maior volume de lançamentos (3.798 unidades), de vendas (3.935 unidades), de oferta (34.171 unidades), de VGV (R$ 1,170 bilhão), de VGO (R$ 12 bilhões) e maior VSO (10,3%) – resultado das 3.935 unidades comercializadas em relação aos 38.106 imóveis ofertados.

Os imóveis na faixa de 30 m² e 45 m² de área útil também lideraram em todos os indicadores: vendas (3.568 unidades), VGV (R$ 891,4 milhões), lançamentos (3.193 unidades), oferta (29.665 unidades), VGO (R$ 7,9 bilhões) e maior VSO (10,7%).

Quando analisadas as faixas de preço, as unidades com valores até R$ 240 mil registraram os melhores indicadores de vendas (2.736 unidades), lançamentos (2.658 unidades), maior VSO (11,1%). Imóveis com preços acima de R$ 1,5 milhão lideraram em VGV (R$ 915,4 milhões) e maior VGO (R$ 12,3 bilhões). Os imóveis na faixa de R$ 240 mil a R$ 500 mil tiveram a maior quantidade de oferta (23.966 unidades).

Edição: Fernando Fraga

2022-05-05T11:00:42-03:00maio 5th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Jornal Contábil – Expectativa é de que comércio virtual cresça 21% em 2022

É nesta conjuntura que entram em cena os integradores de marketplace, que tornam as atividades dos sellers mais seguras e organizadas

Mesmo com a publicação em Diário Oficial da União anunciando o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), no dia 22 de abril, e os números de infectados pelo coronavírus retrocedendo cada vez mais, o e-commerce continua ganhando cada vez mais adeptos. E tudo leva a crer que, daqui para frente, o comércio digital se consolidará ainda mais. Isso porque o modelo que vinha sendo implementado timidamente foi acelerado de maneira forçada com as medidas de distanciamento social. E o que antes estava sendo visto como “a única opção”, atualmente é considerado como uma espécie de “modo automático de fazer compras”.

Para se ter uma ideia, segundo um estudo da empresa de pesquisa de mercado eMarketer, há dois anos, apenas 17,8% das vendas eram feitas a partir de compras on-line. Esse número deve chegar a 21% em 2022, um aumento de 17,9% na participação do mercado de comércio eletrônico em dois anos, e com a movimentação de US$ 5,55 trilhões. Estima-se que o crescimento continuará, chegando a 24,5% até 2025, o que se traduz em um alavancar de 6,7 pontos percentuais em apenas cinco anos.

É nesta conjuntura que entram em cena os integradores de marketplace, que tornam as atividades dos sellers (loja que deve cumprir a obrigação de entregar o produto ao cliente, no prazo) bem mais estruturadas. Ocorre que muitos vendedores de marketplaces oferecem seus produtos em mais de uma plataforma ao mesmo tempo, como por exemplo – Americanas Marketplace, Mercado Livre, Magalu, Shopee. E, com isso, a gestão das vendas, se for feita de forma individual, pode ser um grande desafio, a começar pelo número de colaboradores, softwares especializados, investimentos…

Portanto, hoje, não basta apenas ter uma loja virtual: “o comércio eletrônico não é um luxo, nem uma estratégia. Ele é transfronteiriço e se tornou uma necessidade. Portanto, para os comerciantes se faz necessário integrar o seu negócio com marketplaces que ofertarão uma gestão muito melhor das operações, que vão desde o cadastro do produto, passando pela impressão de notas fiscais e etiquetas de forma conjuntas, controle de estoques de CNPJs no mesmo dashboard, precificação e relatórios”, explica Vinícius Ribeiro, Head de Marketing da Magis5, um hub integrador que centraliza vendas e a gestão do negócio, funcionando como um shopping do varejo digital, oferecendo suporte e automatização às pequenas lojas que são abrigadas pelas grandes redes.

Igor Savoia é um desses lojistas. Com mais de 400 mil clientes atendidos e mais de 25 mil produtos que ele vende fazem parte do catálogo on-line da Na Web Utilidades. O empresário e influenciador, que foi atraído para a Magis5 desde 2021 por causa da confiança que a marca tem no mercado, viu seu faturamento crescer 20% desde o final de 2021, quando começou a utilizar a plataforma. “Sem a Magis5, eu precisaria ter estoque separado, o cadastro de produtos em cada um dos sites, fazer o gerenciamento de pedidos separadamente, bem como os cancelamentos, organizar os pagamentos, ajuste de preços, entre muitos outros serviços prolongados, e eu necessitaria de pessoal para fazer tudo isso e, mesmo assim, ocasionaria falhas e erros”.

Com um volume de vendas variando entre 600 e 150 mil pedidos por mês, Claudio Dias, CEO da Magis5, conta que a empresa bateu recordes de transações em valores: foram R$ 1,2 bilhão na plataforma (em 2021) e a expectativa é a de ultrapassar neste ano a marca de R$ 4 bilhões. Apenas no primeiro trimestre deste ano, a empresa já bateu os 540 milhões. Tudo graças às condições oferecidas pela plataforma, que atraíram um grande contingente de pequenos empreendedores, principalmente nos setores de moda, vestuário, equipamentos eletrônicos, calçados, entre outros: “Estar no varejo on-line através de um marketplace é a porta de entrada de quem quer empreender on-line, mas não domina o universo da tecnologia”.

Natural de Rio Claro, no estado de São Paulo, a Magis5 surgiu no ano de 2018 e desde então vem ajudando os vendedores do e-commerce a economizar tempo, dinheiro e esforço com tarefas manuais e a resolver os principais problemas de integração e controle encontrados pelos vendedores, como a criação de anúncios automáticos para todos os marketplaces, sincronização de estoques, controle de preços, expedição, entre outras atividades.

2022-05-04T12:35:27-03:00maio 4th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Produção industrial tem alta de 0,3% em março, diz IBGE

Crescimento foi registrado em 14 das 26 atividades pesquisadas

A produção da indústria brasileira teve alta de 0,3% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. É a segunda alta consecutiva do indicador, que já havia crescido 0,7% em fevereiro. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado de 12 meses, a indústria nacional teve crescimento de 1,8%. Apesar disso, houve quedas de 2,1% na comparação com março de 2021. No acumulado do primeiro trimestre, o setor recuou 4,5%.

Na passagem de fevereiro para março, a indústria cresceu em 14 das 26 atividades pesquisadas, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (6,9%), outros produtos químicos (7,8%), bebidas (6,4%) e máquinas e equipamentos (4,9%).

Já entre os 12 ramos com queda na produção, os principais recuos foram observados produtos alimentícios (-1,7%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-8,4%).

Analisando-se as quatro grandes categorias econômicas da indústria, três tiveram alta de fevereiro para março: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (8%), bens de consumo duráveis (2,5%) e bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,6%).

Os bens de consumo semi e não duráveis foram a única grande categoria em queda no período (-3,3%).

O pesquisador do IBGE André Macedo explicou que as altas de fevereiro e março não foram suficientes para eliminar as perdas de janeiro (-2%). Alguns fatores dificultam a retomada da indústria brasileira, como a oferta afetada pelo mercado internacional e a demanda doméstica.

Além disso, as indústrias também sentem um aumento do custo de produção e uma escassez de algumas matéria-prima. Ele explica ainda que a inflação diminui a renda disponível e os juros altos encarecem o crédito.

Edição: Maria Claudia

2022-05-04T12:33:05-03:00maio 4th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Índice de Desempenho de micros e pequenas indústrias cresce, diz CNI

Indicador registrou 45,5 pontos no 1º tri, melhor média desde 2012

O primeiro trimestre de 2022 foi positivo para micros e pequenas indústrias, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta segunda-feira (2). O Panorama da Pequena Indústria indica melhora no Índice de Desempenho, que registrou a melhor média (45,5 pontos) no primeiro trimestre do ano desde 2012. No primeiro trimestre de 2021, o índice ficou em 43,9 pontos.

Em janeiro, o Indicador de Desempenho das pequenas indústrias registrou 43,3 pontos, resultado abaixo da média histórica (43,5 pontos), porém, nos meses seguintes, o desempenho melhorou. Na passagem para fevereiro, o índice cresceu 1,8 ponto e, em março, mais 2,9 pontos.

O Panorama da Pequena Indústria reúne quatro indicadores: desempenho, situação financeira, perspectiva e índice de confiança. Todos os índices variam de 0 a 100 pontos. Quanto maior ele for, melhor é a performance do setor.

Já o Índice de Situação Financeira das pequenas indústrias recuou para 41 pontos no primeiro trimestre de 2022. Na comparação com o quarto trimestre de 2021, o indicador mostra queda de 1 ponto, ou seja, revela uma piora da situação financeira no primeiro trimestre de 2022. Apesar da queda, o índice permanece acima de sua média histórica (37,8 pontos).

Segundo a CNI, o problema principal para as micro e pequenas empresas (MPEs) está na falta ou alto custo de matéria-prima. “A preocupação com a falta e o alto custo das matérias-primas aumentou na passagem do quarto trimestre de 2021 para o primeiro trimestre de 2022, diferentemente do que aconteceu com as empresas de maior porte. O desempenho da pequena indústria no trimestre foi positivo, mas esse problema segue travando o que poderia ser um melhor resultado. A piora da situação financeira é outro reflexo desse problema de insumos”, disse o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

A falta ou alto custo de matéria-prima permaneceu no primeiro lugar do ranking de principais problemas enfrentados pelas MPEs da indústria extrativa, de transformação e da construção. A elevada carga tributária se manteve na segunda posição também para os três segmentos industriais.

Confiança

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) para as pequenas indústrias alcançou 56,4 pontos em abril de 2022, aumento de 5,1 pontos na comparação com o mesmo mês em 2021.

O Índice de Perspectivas da pequena indústria também apontou perspectivas favoráveis dos empresários da pequena indústria. O indicador registrou aumento de 0,6 ponto em abril de 2022, alcançando 51,3 pontos. A média do trimestre foi 3 pontos maior que a do mesmo período em 2021.

O Panorama da Pequena Indústria é divulgado trimestralmente com base na análise dos dados da pequena indústria levantados na Sondagem Industrial, na Sondagem Indústria da Construção e no ICEI. Todos os meses, os pesquisadores ouvem mais de 900 empresários de empresas de pequeno porte.

Edição: Kleber Sampaio

2022-05-03T11:42:14-03:00maio 3rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Faturamento de bares e restaurantes deve aumentar 30% no Dia das Mães

Data é segundo melhor dia do ano em relação ao movimento, diz Abrasel

O faturamento dos bares e restaurantes no país deverá aumentar 30% no final de semana do Dia da Mães, comemorado no próximo domingo (8), em comparação ao mesmo período do ano passado. A previsão é da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), divulgada hoje (2).

De acordo com a entidade, em algumas capitais, o faturamento deverá ser maior inclusive do que o registrado no final de semana do Dia das Mães de 2019, antes da pandemia de covid-19. Em Belo Horizonte a expectativa é de 20% a mais do que o faturamento de 2019; em São Paulo e no Rio de Janeiro, 15% maior.

“O dia das mães é o segundo melhor dia do ano em relação ao movimento nos restaurantes, ficando atrás somente do Dia dos Namorados. Este ano estamos caminhando para o fim da pandemia. E o fim das restrições, somado à vacina, gera ainda mais confiança para consumidor, que deve voltar a encher as mesas dos restaurantes nessa data especial”, destacou o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci.

Edição: Maria Claudia

2022-05-03T11:40:51-03:00maio 3rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Indicador de Incerteza da Economia recua 6,4 pontos em abril

Índice atinge menor nível desde janeiro de 2020, diz FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) recuou 6,4 pontos em abril para 114,9 pontos (pts), menor nível desde janeiro de 2020 (112,9 pts), período anterior à pandemia de covid-19 no país. O índice foi divulgado hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Segundo a economista do Ibre/FGV, Anna Carolina Gouveia, com o resultado de abril, o indicador retornou ao patamar anterior à pandemia pela primeira vez desde o início da crise sanitária. “Um nível bastante inferior ao dos piores momentos da crise, mas ainda elevado em termos históricos. A convergência a este patamar ocorre exatamente dois anos após o pior momento da crise, e reflete em grande medida a sensação de que a pandemia estaria sob controle”, disse ela, em nota.

A economista acrescentou que o resultado também foi influenciado por uma visão menos pessimista em relação ao impacto potencial de curto prazo do conflito entre Rússia e Ucrânia no país.

Os dois componentes do Indicador de Incerteza caminharam em sentidos opostos em abril. O componente de mídia caiu 8,3 pontos, para 113,6 pontos, menor nível desde fevereiro de 2020 (113 pts). A queda deste componente contribui negativamente em 7,2 pontos para o índice agregado. “Já o componente de expectativas, que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, subiu 3,8 pontos, para 114 pontos, contribuindo positivamente em 0,8 ponto para a evolução na margem do IIE-Br”, informou a FGV.

“A tendência do IIE-Br para os próximos meses dependerá da continuidade da sensação de retorno à normalidade pré-pandemia e dos desdobramentos das tensões geopolíticas. Seguirão também no radar nos próximos meses fatores como a inflação e as eleições presidenciais”, afirmou Anna Carolina.

De acordo com a economista, a alta do componente de Expectativa foi motivada pelo aumento da dispersão das previsões dos especialistas de mercado para a inflação e o câmbio.

“A política monetária do Banco Central de alta dos juros tem sinalizado fortemente seu objetivo em conter a inflação, porém a alta dos preços mundiais, motivada pela pandemia e intensificada pela guerra na Ucrânia, pode ter influenciado na maior heterogeneidade das previsões no horizonte de 12 meses. O cenário externo, com temas como o conflito na Ucrânia, e a política monetária dos Estados Unidos, também podem estar influenciando na maior dispersão das previsões do câmbio.”

Edição: Valéria Aguiar

2022-05-02T10:56:36-03:00maio 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Caged: Brasil cria 136 mil empregos com carteira assinada em março

No acumulado do ano, foram geradas mais de 615 mil novas vagas

O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apresentado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado.

O saldo de março último foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 de demissões. O estoque de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos no país, encerrou março 41,2 milhões de empregados, variação de positiva de 0,33% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.

“Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos”, destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante apresentação do resultado. “Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos”, acrescentou.

Os dados mostram que saldo positivo do nível de emprego em março foi registrado em quatro dos cinco grupos de atividades econômicas. A maior parte, no total de 111.513 novos empregos, foi gerada no setor de serviços, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.

O setor de construção civil foi o segundo que gerou mais empregos em março, com saldo positivo de 25.059 postos de trabalho, seguido pela indústria (15.260 novos empregos) e comércio, com saldo de 352. O setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve saldo negativo de geração de empregos, com 15.995 desligamentos a mais do que contratações.

Regiões

Em termos regionais, o mês de março teve saldo positivo de empregos em quatro das cinco regiões geográficas do país. No Sudeste, foram 75.804 novos postos de trabalho, seguido pelo Sul, com 33.601 vagas; Centro-Oeste, que gerou 33.601 empregos e Norte, com saldo positivo de 9.357 vagas. No Nordeste, o saldo da geração de empregos ficou negativo, com desligamento de 4.963 postos em relação às contratações. A explicação do ministério para o saldo negativo no Nordeste é o período de desmobilização do setor de cana-de-açúcar, especialmente nos estados de Sergipe, Pernambuco e Alagoas, com demissão de trabalhadores temporários.

Em março, 23 das 27 registraram saldos positivos na geração de empregos. Os estados com melhor resultado foram São Paulo (34.010 postos), Minas Gerais (27.452 postos) e Rio Grande do Sul (13.744 postos). Já os estados com piores saldos, em que houve mais demissões do que contratações, foram justamente do Nordeste: Sergipe (-2.502 postos), Pernambuco (-6.091 postos) e Alagoas (-10.029 postos).

Salário

De acordo com os dados do Novo Caged, o salário médio de admissão em março de 2022 foi R$ 1.872,07. O valor é menor que o registrado em fevereiro, com um decréscimo de R$ 38,72, o que equivale a uma variação de -2,03%. É o terceiro mês seguido que o salário médio de admissão vem caindo no país.

Trabalho intermitente

Em março deste ano, o Novo Caged registrou 25.600 admissões e 18.658 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 6.942 empregos.

Um total de 5.382 estabelecimentos contratantes e 228 empregados celebraram mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente.

Em termos de atividades econômicas, o saldo de emprego na modalidade de trabalho intermitente distribuiu-se por serviços (+4.842 postos), construção (+1.596 postos), indústria geral (+733 postos), agropecuária (-9 postos) e comércio (-220 postos).

Em relação ao trabalho em regime de tempo parcial, foram registradas 21.574 admissões e 16.581 desligamentos, um saldo de 4.993 empregos. Foram registrados 9.043 estabelecimentos contratantes e 107 empregados que celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.

Do ponto de vista das atividades econômicas, o saldo de emprego em regime de tempo parcial distribuiu-se por serviços (+3.850 postos), comércio (+1.044 postos), indústria geral (+67 postos), construção (+38 postos) e agropecuária (-6 postos).

O saldo de emprego em regime de tempo parcial ficou assim distribuído por setor: serviços (5.615 postos), indústria geral (2.286 postos), comércio (1.167 postos), construção (241 postos) e agropecuária (209 postos).

Em março de 2022, houve ainda 22.440 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, conforme regras na Reforma Trabalhista. Essas demissões envolveram 14.963 estabelecimentos, em um universo de 13.881 empresas. Houve 44 empregados que realizaram mais de um desligamento mediante acordo com o empregador, informou o Ministério do Trabalho e Previdência.

Edição: Claudia Felczak

2022-04-29T11:53:36-03:00abril 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

G1 – Em fevereiro, investimentos estrangeiros diretos são os maiores em cinco anos

No mês retrasado, investimentos estrangeiros somaram US$ 11,8 bilhões. Já as contas externas registraram déficit de US$ 2,4 bilhões no mesmo período.

Os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 11,8 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Banco Central.

Trata-se do maior valor desde janeiro de 2017, quando atingiram US$ 12,4 bilhões, segundo a série histórica da instituição. Ou seja, em pouco mais de cinco anos.

O ingresso de recursos no país, em um momento no qual os países desenvolvidos ainda apresentavam taxas de juros mais baixas, foi um dos fatores apontados por especialistas pela queda do dólar nos últimos meses.

No fim de fevereiro, mesmo em meio às tensões pela guerra na Ucrânia, a moeda norte-americana estava por volta de R$ 5,15, após fechar 2021 em R$ 5,60. Nesta quinta-feira (29), o dólar estava em R$ 4,94.

Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo o Banco Central, os investimentos estrangeiros somaram US$ 16,6 bilhões, com alta de 34% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 12,3 bilhões).

Contas externas

Ainda segundo o Banco Central, as contas externas registraram um rombo de US$ 2,4 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, o déficit havia somado US$ 4 bilhões.

Já no primeiro bimestre deste ao, a conta de transações correntes registrou um resultado negativo de US$ 10,5 bilhões, com queda na comparação com o mesmo período de 2021 (-US$ 12,3 bilhões).

O resultado em transações correntes, um dos principais sobre o setor externo do país, é formado por balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior).

De acordo com o BC, a queda no déficit das contas externas neste ano está relacionada uma melhora na balança comercial, que teve superávit de US$ 2 bilhões no primeiro bimestre. Entretanto, a conta de serviços registrou um déficit de US$ 3,2 bilhões e as remessas de lucros e dividendos ao exterior totalizaram US$ 5,4 bilhões (contra US$ 2,1 bilhões no mesmo período de 2021).

Para todo ano de 2022, a expectativa do Banco Central é de uma melhora nas contas externas. A estimativa da instituição é de um superávit de US$ 5 bilhões. Se confirmado, será o primeiro saldo positivo desde 2007.

2022-04-29T11:51:29-03:00abril 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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