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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Mirian Gasparin – Vendas Do Varejo Em 2022 Chegaram A Quase R$ 2 Bilhões

Pesquisa mostra que foram mais de 11 milhões de transações ao longo do ano, totalizando 53 milhões de produtos vendidos

Um levantamento da VarejOnline, empresa especializada em tecnologia para gestão de lojas, franquias e pontos de venda (PDV), aponta que as vendas no varejo totalizaram R$ 1,9 bilhões em 2022, um aumento de 51% em comparação com 2021. Tendo como base os clientes da VarejOnline, o estudo mostra outros dados interessantes, como o número de vendas realizadas, que supera 11 milhões de transações, além do número de peças vendidas, que somadas dão 53 milhões.

Em relação aos métodos de pagamento, o balanço da empresa indica que 45% das compras foram realizadas pelo cartão de crédito, 20% cartão de débito, enquanto o Pix e o dinheiro representaram 10%. A VarejOnline obteve um crescimento de 40% em sua carteira de clientes, e também um aumento em sua receita mensal recorrente de 112%.

“Obtivemos no ano passado um crescimento significativo, que comprova a tendência cada vez maior da busca das empresas por ERPs. A retomada em 100% do varejo físico também teve impacto em nossos resultados, e esperamos que em 2023 possamos continuar oferecendo mais tecnologia e agilidade aos nossos clientes através de nossa plataforma”, comenta Juliano Mortari, CEO e fundador da VarejOnline.

Fonte: Mirian Gasparin

 

2023-02-03T10:42:14-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – Flexibilidade no formato e nas funções da loja: ingrediente-chave para o sucesso no varejo e no franchising

O varejo está sempre em busca de formas para melhorar suas operações e aumentar as vendas. Um aspecto muito importante nessa busca é a experimentação de novos formatos para as operações. E isso pode incluir tanto a redução quanto a ampliação do espaço – e, claro, agregar funções para a loja.

Nesse estudo constante da eficiência aliado à experiência nos espaços físicos, a estratégia tem que contar com um olhar claro sobre como o espaço afeta a jornada do consumidor, uma vez que hoje os pontos de contato são os mais diversos possíveis e adicionar “funções” à loja pode efetivamente melhorar a experiência do consumidor.

Algumas das perguntas que sempre ouvimos quando estamos discutindo estratégias de expansão e desenvolvimento de novos conceitos passam pelas seguintes questões: como aproveitar melhor os espaços, como melhorar a experiência e incrementar a lucratividade, qual formato melhor responde à estratégia de expansão e qual impacto pode ter no desenvolvimento do negócio no longo prazo, etc.

Na prática, a flexibilidade de formatos é um componente-chave para maximizar o sucesso e a expansão de uma empresa independentemente do segmento e a estratégias de atuação nos diferentes mercados e para diferentes públicos

Se pensarmos apenas em formatos, de forma resumida, essa flexibilização permite:

Para lojas menores: minimiza o impacto em determinado mercado, identificando os locais ideais para atingir o consumidor e melhorar o posicionamento de uma marca – tudo com custos reduzidos. Além disso, a redução dos espaços não pode significar redução também na oferta de produtos ou experiência de compra prejudicada. Na prática, abre-se a possibilidade de integrar canais, trazer novas abordagens para apresentação do portfólio completo da marca e repensar equipes e funções no ponto de venda, para dizer apenas alguns aspectos.

Para lojas maiores: há mais espaço para desenvolver conceitos experimentais e até criar recursos avançados de distribuição. Além disso, há maior possibilidade de explorar experiências, seja com o produto, seja com o conceito do negócio, agregando serviços, tecnologia e maior possibilidade de explorar “o conceito” da marca e a conexão emocional com o consumidor.

Sempre digo que os varejistas têm várias formas de otimizar sua presença física, e engana-se quem pensa que se trata apenas de escolher um ponto para o seu negócio – isso parece conversa de outro tempo da história do varejo. A variação de formatos e tamanhos de lojas é um grande trunfo para que as marcas se concentrem em trazer os produtos certos para seu público-alvo e aumentar o impacto de cada local.

Atualmente, há diversos caminhos que o consumidor pode seguir para adquirir um produto ou serviço:

Pesquisar na internet e comprar na loja física (ou o contrário);

Comprar na internet e retirar na loja física;

Comprar por celular, computador, aplicativos e até por voz;

Comprar pelas redes sociais ou plataformas de live commerce;

Imergir no metaverso e viver experiências sensoriais diversificadas;

Comprar produtos de segunda mão na própria loja e muitos outros.

Isso tudo é viabilizado pela tecnologia, que oferece todo o suporte à interação de clientes com as marcas, em diferentes plataformas. Há quem diga que o universo digital vai ser uma ferramenta para lidar com o mundo físico, e isso não pode ser mais verdade. Cada vez mais a tecnologia se insere nas nossas vidas criando conveniência e nos ajuda a economizar tempo para as mais diversas atividades reais e cotidianas. Físico e digital se unem e acabam gerando um looping infinito.

E, por conta disso, não dá para dizer que a loja é apenas um canal de vendas. Ela hoje tem amplas funções e ganha ainda mais relevância na estratégia das marcas. Ela se tornou uma plataforma para engajamento e aquisição de clientes por meio de programas de relacionamento, atração de comunidades e prestação de serviços. Passou a ser local para educação do consumidor e até mesmo se tornou uma grande plataforma de mídia.

Esse repensar dos papéis, formatos e conceitos das lojas e outros pontos de vendas é pauta das empresas que desejam se manter relevantes e perenes no mercado. As possibilidades de como explorar esses diferentes cenários e extrair o melhor de cada um são muitas e podemos estar juntos nessa jornada.

Fonte: Mercado e Consumo

2023-02-03T10:41:33-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

CNDL – Por que os marketplaces asiáticos são tão atrativos?

Os sites estrangeiros Shein, Shoppee e Aliexpress caíram nas graças dos brasileiros ao longo dos últimos anos. Em novembro de 2022, milhares de pessoas se acotovelaram para acompanhar a inauguração da primeira unidade física da Shein na América do Sul. A pop-up store (loja temporária) fica no Shopping Vila Olímpia, localizado na zona sul de São Paulo. A pergunta que não quer calar é: por qual motivo o Brasil foi escolhido para abertura dessa loja no continente sul-americano?

“O Brasil é um grande mercado consumidor para a Shein. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, em seu relatório “Global Competitiveness Report”, de 2019, o país ocupa a décima posição ao avaliar o tamanho de mercado, indicando assim uma oportunidade para investidores estrangeiros entrarem em um mercado consumidor tão grandioso”, explica em artigo Mariana Munis, professora de Marketing e Comportamento do Consumidor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

Entre os brasileiros que compram em sites internacionais – operação denominada pelo instituto de pesquisa Nielsen como Cross Border Trade –, 58% dos shoppers são do gênero masculino; 62% têm entre 25 e 49 anos; 64% possuem ensino superior; e 39% dos shoppers têm a renda familiar até R$4.800. Os dados são de pesquisa realizada, semestralmente, com o painel de consumidores online, pela NielsenIQ|Ebit e Bexs Pay e divulgada na 46ª Edição do relatório Webshoppers. Foram entrevistadas 2.837 pessoas de 02 a 08 de agosto de 2022.

Segundo a professora da Mackenzie Campinas, o fator preço mais baixo é um dos grandes atrativos para os consumidores brasileiros comprarem de sites estrangeiros. A redução do tempo de entrega e o empacotamento da mercadoria também são importantes. “Todas chegam embrulhadas em uma sacolinha, que dá para ser utilizada posteriormente de outras formas. Além disso, a mercadoria boa e barata chega mais facilmente e a ansiedade da espera diminui”, conta Mariana Munis.

A facilidade de comprar no celular

Esses sites tornaram-se mais famosos, principalmente durante a pandemia. O fácil acesso aos produtos via o aplicativo mobile das lojas influenciou o fortalecimento dos marketplaces asiáticos em território nacional. Só para ter ideia, o mercado de mobile commerce (ou m-commerce) faturou, em 2021, R$ 95,5 milhões, representando 53% das vendas nacionais online, de acordo com dados do Relatório Apps Mobile de Compras de 2022, da Liftoff. Mariana Munis chama atenção para as estratégias de marketing digital usadas por essas plataformas.

“O cliente consegue efetuar suas compras de maneira intuitiva e fácil, além de encontrar precisamente as medidas da peça de roupa, por exemplo. Os usuários podem postar fotos com as mercadorias que compraram e efetuarem depoimentos sobre as peças, ganhando em contrapartida cupons de desconto nas próximas compras, o que faz com que muitas pessoas voltem a comprar”, relata a educadora.

As lojas asiáticas ainda têm várias iniciativas para incentivar as pessoas que nunca compraram da plataforma a efetuarem seus primeiros pedidos, como cupons de desconto.

“Ao abrir o aplicativo, o cliente pode resgatar cupons e, se deixou os depoimentos e a foto da mercadoria, acumula mais descontos. Logo, quanto mais um cliente compra, mais ele tem descontos e cupons”, diz a especialista.

Fonte: CNDL

2023-02-03T10:40:32-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Terra – Descubra como vender mais através das redes sociais

Especialista explica o conceito e dá dicas para implementação da estratégia para seu negócio

As redes sociais já viraram sinônimo de internet para muita gente. Elas estão tão presentes no dia a dia do brasileiro que estão sendo usadas pelas empresas como forma de se aproximar do cliente, personalizar a compra e criar conteúdo viral.

Segundo o relatório Social Trends 2022 da Hootsuite, 53,2% dos jovens preferem usar as mídias sociais para pesquisar marcas. Os consumidores estão cada vez mais atentos aos conteúdos produzidos pelas empresas para criar uma experiência de compra mais inovadora e diferenciada. De forma direta, isso acaba melhorando os resultados de um negócio.

O primeiro conceito que precisa ser considerado por empresas de qualquer tamanho ― mas especialmente as pequenas ―, é o do social commerce. Trata-se da estratégia de utilização das redes sociais como canal de venda para alcançar novos clientes. E essa é uma estratégia que ainda falta para muitos empreendedores pequenos.

“Essa tendência parece estar crescendo e cada vez mais vai ser uma aposta para as empresas. De acordo com o Statista, as previsões de mercado indicam que o volume global deste tipo de vendas rondará os US$ 2,9 trilhões até 2026”, explica Beatriz Millani, especialista em marketing da Eshopper, ferramenta comparativa de mercado, que analisa a jornada de compra online.

O que o social commerce traz de diferente?

É importante observar que o grande diferencial desse canal de compra é a possibilidade de personalização da experiência e a facilidade com que os usuários finalizam uma compra. A grande sacada é investir em plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Pinterest e TikTok.

De acordo com estudo feito pelo site We Are Social em parceria com a Hootsuite, o brasileiro passa, em média, 3 horas e 31 minutos por dia nas redes sociais. Isso é um tempo médio alto consumindo conteúdos e anúncios, por isso, muitas marcas já perceberam a importância de estarem disputando alguns segundos desses consumidores.

“Pela possibilidade de segmentar os anúncios de acordo com seu público alvo, as empresas conseguem encontrar seus clientes que estão dispostos a comprar e também personalizar seus conteúdos de acordo com seu consumidor, priorizando sempre vídeos curtos e imagens de alta qualidade”, comenta Beatriz.

Dicas para você usar em seu negócio

O social commerce ganhou muita força durante a pandemia do Covid-19, pois os consumidores passaram a comprar mais online e a buscar mais comodidade com a experiência de compra.

A especialista Beatriz Millani separou algumas dicas para implementar essa estratégia na sua marca:

  • Adapte o conteúdo para as redes sociais, tornando a navegação mais fácil e funcional;
  • Crie conteúdos fáceis de ser compartilhados;
  • Aproveite a exposição da marca para tornar o público fidelizado;
  • Crie condições especiais de acordo com a sazonalidade;
  • Divulgue eventos e descontos exclusivos para o público daquela rede;
  • Utilize sempre métricas para acompanhar os resultados e adaptar de acordo com a necessidade do consumidor;
  • Melhore a usabilidade de todos os canais para que o cliente tenha sempre uma experiência uniforme e positiva.

Fonte: Terra

2023-02-03T10:39:35-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Jornal Dia a Dia – IDV projeta aumento nominal nas vendas do varejo para o primeiro trimestre de 2023

Empresas associadas ao IDV estimam aumento nominal das vendas de 4,0%, 4,8% e 5,1% para janeiro, fevereiro e março, respectivamente
Os últimos dados do IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo), elaborado com base nas projeções feitas pelas empresas associadas do Instituto e apurado pela EY, projetam aumento nominal de vendas, sem descontar a inflação, de 4,0%, 4,8% e 5,1% para janeiro, fevereiro e março, respectivamente, sempre em comparação com os mesmos meses do ano passado. Em dezembro, a variação nominal registrada foi de 4,3% em relação ao mesmo mês de 2021, mas vale ressaltar que está em declínio deste abril de 2022.
Quando descontado o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), o índice projeta queda de 1,7% em janeiro e 0,6% em fevereiro e leve crescimento de 0,8% em março, também em relação aos mesmos meses do ano anterior. Em dezembro de 2022 houve queda de 1,5%.
No IAV setorial, os seis segmentos apresentaram variação positiva em dezembro de 2022: material de construção (2%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (17,0%), móveis e eletrodomésticos (8,0%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,0%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,0%) e tecidos, vestuário e calçados (8,0%).
Em relação às projeções nominais por setores, destaque para os de tecidos, vestuário e calçados, que apresenta projeção positiva para os próximos três meses (13,0% em janeiro, 17,0% em fevereiro e 27,0% em março); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (15,0% em janeiro, 18,0% em fevereiro e 17,0% em março); móveis e eletrodomésticos (8,0% em janeiro, 6,0% em fevereiro e 10,0% em março); artigos de uso pessoal e doméstico (15,0% em janeiro, 12,0% em fevereiro e 13,0% em março) e material de construção (7,0% em janeiro, 7,0% em fevereiro e 8,0% em março).
Já o setor de hiper e supermercados, alimentação e bebidas apresentou projeção de queda de 2,0% em janeiro, leva alta de 1,0% em fevereiro e nova queda de 1,0% em março. “O IAV tem antecipado com precisão o que é efetivamente realizado pelo varejo com três meses de antecedência”, afirma Jorge Gonçalves Filho, presidente do IDV.
Sobre o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas)
Criado em outubro de 2007, o IAV-IDV é um índice que consolida a evolução das vendas efetivamente realizas pelos associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), permite projetar expectativas para os próximos meses e, assim, servir de base de informação para a tomada de decisão dos executivos do varejo. Para se chegar aos números apresentados pelo IAV-IDV, as empresas associadas reportam seus próprios resultados e suas expectativas sobre vendas nos meses seguintes.
Sobre o IDV
O IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) representa 72 empresas varejistas de diferentes setores, como alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, material de construção, medicamentos, vestuário e calçados. Atuante em todo o território nacional, o IDV tem como principal objetivo contribuir para o crescimento sustentável da economia brasileira, além do desenvolvimento do varejo ético e formal.
Conheça as empresas associadas: Alesat, Americanas S/A, Arezzo, Beleza na Web, Bob´s, C&A Modas, C&C Casa e Construção, Cacau Show, Caedu, Calvin Klein Brasil, Carrefour, Cencosud, Centauro, Companhia Sulamericana de Distribuição, Cybelar, Dafiti, Decathlon, DPaschoal, DPSP, Estée Lauder, Ferreira Costa, Frigelar, Gouvêa Ecosystem, Grupo Boticário, Grupo Avenida, Grupo Pão de Açúcar, Grupo Soma, Habib’s, Inbrands, Itapuã Calçados, Kalunga, Leo Madeiras, Leroy Merlin, Livraria Cultura, Lojas Bemol, Lojas Cem, Lojas Leader, Lojas Pompeia, Lyon, Magazine Luiza, Marisa, Marisol, McDonald’s, Movida, Mundo do Cabeleireiro, Natura&Co, Nagem, Netshoes, Novo Mundo, Óticas Carol, Pague Menos, Pandora, Panvel Farmácias, Pernambucanas, Petz, Polishop, Quero-Quero Casa e Construção, Ráscal, RD (Raia Drogasil), Renner, Restoque, Ri Happy, Riachuelo, Roldão, Saraiva, Sephora, Telhanorte, Tok&Stok, Via Varejo, Via Veneto/Broosfield, Vivara e Zara.
Fonte: Jornal Dia Dia

2023-02-02T10:00:53-03:00fevereiro 2nd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Investing.com – Será que a venda de participação na Aesop muda o jogo na Natura?

A Natura &Co (BVMF:NTCO3) disse na terça-feira, 31, que a venda de participação da Aesop ainda não está definida, respondendo a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
As ações do conglomerado de marcas de cosméticos subiram +12,5% nos dois últimos pregões (30 e 31 de janeiro) por causa das especulações sobre a temática.
Segundo a apuração da Bloomberg, além da LVMH (dona da Sephora) e da L’Oréal, o grupo de beleza japonês Shiseido também estaria interessado na marca de luxo da companhia brasileira.
“Enxugando a holding”
Após criar o quarto maior grupo do mundo no segmento de beleza com a aquisição da Avon, a Natura (agora Natura&Co) decidiu, no ano passado, abandonar sua plataforma global e focar suas operações apenas na América Latina.
A compra da Avon, a princípio, gerou uma grande expectativa no mercado, que enxergou boa visibilidade na combinação de negócios. A visibilidade, porém, não se confirmou.
Por conta, principalmente, de culturas diferentes nas operações espalhadas pelo mundo, a transação ficou longe de ser um sucesso e trouxe na bagagem uma forte queda para os resultados da Natura.
Para reverter o cenário, a saída foi dar um passo para trás e voltar todas as atenções para o mercado latino, onde a companhia possui uma expertise muito maior. Com isso, a Natura também optou por colocar à venda um de seus principais e mais rentáveis ativos: a Aesop.
Natura e Aesop
A Aesop foi a primeira movimentação que a Natura realizou em seu processo de internacionalização, em 2013. De lá para cá, a marca australiana segue sendo uma das subsidiárias que mais crescem em seu portfólio.
No entanto, desde o ano passado, a Natura avalia vender uma fatia da Aesop ou fazer um IPO de sua marca de luxo.
Não é possível afirmar quem ganha a preferência da Natura para a venda da Aesop.
Apesar de ter comprado a The Body Shop (empresa que também poderia estar à venda) diretamente da L’Oréal, não é possível afirmar que a companhia francesa de beleza teria uma exclusividade na operação de venda da Aesop.
Valuation da Aesop
Para se ter ideia, a Aesop foi recentemente avaliada em torno de US$ 2 bilhões – o que representa mais da metade do valor de mercado atual da Natura, de aproximadamente R$ 20 bilhões.
Considerando os resultados da subsidiária australiana, uma possível venda nesses moldes saíria por um múltiplo de cerca de 4 vezes receita (Aesop representa ~7% da receita total da Natura), enquanto sua controladora negocia a míseros 0,5 vezes receita.
Os números mostram o valor que a marca possui, tendo em vista uma grande expectativa de resultados futuros embutida em seu preço. Em um cenário mundial de juros em alta, é bem provável que a Natura deixe a ideia de um possível IPO de lado e foque em uma venda da Aesop.
Cisão da Aesop é positiva
Para Danielle Lopes, uma possível venda da Aesop seria positiva para a Natura e destaca que o movimento pode ajudar a brasileira a reduzir sua alavancagem.
Seria a venda de um segmento importante para eles e que destrava valor. A Aesop é o segmento que mais cresce dentro da Natura e representa 7% da receita líquida e 16% do Ebitda.
Natura oferece um bom ponto de entrada?
Com o possível interesse de gigantes mundiais do mercado de luxo e beleza pela Aesop e dado o valuation extremamente atrativo para a Natura, as ações da empresa já sobem mais de +12,5% nos últimos dois pregões, trazendo um alento após uma sequência de fortes baixas nos últimos anos.
Porém, mesmo que as ações da Natura tenham caído mais de -75% desde as máximas em 2021, ainda não é possível afirmar que NTCO3 está barata.
O que vem acontecendo nos últimos anos é o processo natural de uma ação no longo prazo: acompanhar os resultados da empresa, tanto para cima como para baixo. No caso da Natura, como podemos ver, é para baixo.
As ações da Natura recuaram mais de -75% desde as máximas em 2021As ações da Natura recuaram mais de -75% desde as máximas em 2021
Lucro e cotação das ações da Natura. Fonte: Bloomberg
Ainda que consiga vender a Aesop e colocar uma boa quantia no bolso, nossos analistas acreditam que, atualmente, a Natura não traz uma grande visibilidade de crescimento para os investidores comprarem suas ações com uma boa margem de segurança.
Mesmo considerando um múltiplo Preço/Receita baixo e que não seja possível calcular seu Preço/Lucro (a empresa vem dando prejuízo nos últimos 12 meses), vemos que a empresa negocia a 10 vezes Ebitda, o que está acima da média histórica da bolsa brasileira, que é de um EV/Ebitda de 8 vezes.
Sendo assim, não vemos as quedas de NTCO3 como uma oportunidade no momento. Quem sabe após a companhia confirmar a venda de um de seus principais ativos e realizar uma boa gestão dos recursos possamos voltar a analisar uma possível entrada no papel.
Recomendação: Ficar de fora
Fonte: Investing.com

2023-02-02T10:00:03-03:00fevereiro 2nd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Consumidor Moderno – Avon mergulha no universo das representantes

Thoughtworks ajudou a marca a conhecer suas revendedoras melhor e aprofundar relacionamento com clientes
Com mais de 5,6 milhões de representantes em mais de 65 países, a Avon é capaz de chegar a praticamente todas as casas do mundo. Mas quem são essas revendedoras, que carregam a marca consigo e fazem a interlocução direta com os clientes? No Brasil, a Avon arregaçou as mangas para conhecê-las em profundidade, e compreender suas motivações e anseios.
São empreendedoras que se espalham por todo Brasil, em grandes centros ou em cidades pequenas do interior. Com perfis e histórias diversass: mulheres e homens, jovens e maduras, mães e filhas, nativas e imigrantes digitais. O trabalho foi realizado junto com a Thoughtworks. Segundo Ricardo Cavalcanti, diretor-geral da empresa no Brasil, esse tipo de trabalho segue metodologia de design e envolve entrevistas com essas pessoas para entender os perfis que formarão as personas.
“Personas nada mais são do que representações que identificam elementos relevantes para a vida daquela pessoa. Por exemplo, para identificar ‘será que aquela representante de vendas ela usa mais o celular? Usa mais o site? Como ela faz a entrega? Como conversa com os clientes?”, resume Cavalcanti.
Personas para entrar no universo das representantes
A Avon já possui um conhecimento em alto nível, mas essa metodologia desafia um pouco essas pré-concepções e chegou a conclusões mais interessantes, mais profundas sobre as revendedoras da Avon, que representam a marca para os clientes finais.
“É interessante perceber é que não dá para tratar a representante Avon como sendo um único perfil, há diversidade e isso ajuda a priorizar o trabalho que vai ser feito em termos de produto digital. Na prática, elas interagem com as representantes, interagem com as consultoras, com os clientes finais e também com a empresa através dessas ferramentas digitais, seja no celular, seja num site.”
O impacto dessa identificação foi para o centro da mesa. “Tanto na hora de fazer uma funcionalidade específica, seja numa questão bem tática, mesmo, operacional, ajuda a priorizar ações de acordo com cada perfil. Um trabalho desses leva para a mesa de decisão estratégica no alto nível sobre onde a Avon deveria focar com esse ou aquele perfil”. A noção de jornada da representação, service blueprint, ajuda a identificar gargalos, que vão da logística à uma questão específica de vendas, e ajudam a entender profundamente dores e, nesse caso, na interação com ferramentas também é uma das formas de perceber essas oportunidades.
É possível olhar essa jornada desde antes mesmo do contato com a empresa e até depois que o cliente recebeu o produto. No caso desse estudo da Avon, o consumidor final não foi diretamente tocado, mas o material vai para as rodas de discussão, onde são tomadas decisões estratégicas. “Mesmo que não estava diretamente ligado com o processo inicial, há descobertas, e a partir daí resultados que não são decisões de marca, decisões de priorização de produtos, decisões de negócio.”
O estudo ultrapassa a escala das revendedoras e passa de ponta a ponta pelo processo. Apesar de o consumidor ver uma revista ou um site, há todo um processo interno, de pedido, logística, mesmo sem a própria representante ter conhecimento, mas que move o estoque, gera fabricação, logística e papel. Essa série de processos, às vezes internos, não tem interação direta, mas começam na revendedora e nas decisões que ela toma com suas clientes. “Com o estudo, estes gargalos podem ser melhor percebidos e corrigidos”.
Este é um processo complexo de entender intimamente os perfis com que a marca se relaciona, as motivações, diferentes formas de realizar vendas, as dificuldades enfrentadas no dia a dia, a relação com as ferramentas digitais da Avon, uma empresa com mais de 136 anos de história, e a relação com a marca. “É natural que, à medida em que a empresa vai crescendo, o processo se torne mais robusto. E essa robustez às vezes vem com um pouco de burocracia também, às vezes vem com um certo engessamento. Para uma empresa grande, essas oportunidades de azeitar novamente aquela máquina são bem evidentes”, pontua o diretor da Thoughtworks, que ressalta ainda que a técnica é bem portável para empresas pequenas. “O que vai diferenciar é que uma empresa menor provavelmente é estar focando em menos perfis ou em menos processos, mais simplificados”.
Cliente no centro, na ponta e na mente
Mas num estudo sobre representantes, é impossível não falar das pessoas com quem eles dialogam. E o cliente é levado em conta dentro desse processo desde o começo. “A parte fundamental no caso da Avon é que a representante é a empresa para o cliente. A marca chega num intermediário que a representa. Você consegue identificar qual é o perfil consumidor que essas pessoas atendem, o tipo de contato. A gente tem que atender na verdade ao consumidor e prepara-las para conseguir essa situação de ganha-ganha se vender mais”.
O conhecimento gerado nesta frente, juntamente com outras iniciativas estratégicas internas, ajudaram a empresa a voltar às suas raízes: uma relação próxima entre Avon e as representantes, ajudando-as a prosperar seus negócios cada vez mais e, assim, crescer junto.
“É importante deixar claro que esse não é um mapeamento estático. É bem natural que esse processo seja continuamente revisitado. As formas de pensar nessa evolução, inclusive demograficamente, continuam sendo representativas”, exemplifica Cavalcanti.
“A quantidade de consultores que são nativos digitais vai ser bastante maior. Então, daqui a alguns anos, vai ter uma quantidade mínima de pessoas que não são nativas digitais usando essas ferramentas, e elas podem ser mais complexas. É um processo natural. Por outro lado, esse processo tem um cunho estratégico, com várias ações que podem ser tomadas em um processo evolutivo”.
Usabilidade é tudo
Entender melhor as motivações e restrições existentes ajudaram a identificar como cada produto digital impacta o dia a dia das representantes, mapeando possibilidades de melhoria nos produtos digitais da Avon. Outro aspecto essencial é a usabilidade das ferramentas da marca pelas representantes.
“É enorme o estudo e a responsabilidade. É preciso ter alguém focado nessa jornada, nessa interação com aquele artefato digital para ajudar na adoção daquela ferramenta. Design, usabilidade, interação são essenciais para um produto digital conseguir ser bem-sucedido. As três ferramentas da Avon estabeleceram uma nova forma de pensar com base em design, né? Então eu acho que isso é uma mudança bem drástica e fornece insumos para tomar a decisão no mais alto nível. Você passa a discutir, personificando aquela decisão, o que muda a forma de pensar, muda as discussões no seu site, acelera discussões, inclusive. Quem está fazendo o trabalho de desenvolver o produto, mas também quem está tomando decisão sobre os rumos do negócio como um todo, e todo mundo falando a mesma língua.”
Fonte: Consumidor moderno

2023-02-02T09:59:10-03:00fevereiro 2nd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – O valor do capital humano em um varejo cada vez mais inovador

Para Carlos Carvalho, CEO e co-fundador da Truppe!, é preciso desenvolver profissionais preparados para atender aos negócios cada vez mais digitais
A automação no varejo se intensificou nos últimos anos e está presente em diferentes áreas – desde a gestão de processos, com sistemas e softwares gerenciais, a operação de uma loja, em equipamentos como o self-checkout. Essa transformação não quer dizer que os humanos serão substituídos por robôs e inteligências artificiais. Pelo contrário. O fator humano foi um dos temas mais abordados na NRF 2023 e foi apresentado no Interactive Retail Trends – Pós- NRF 2023, realizado em São Paulo nesta terça-feira, 31, pela Gouvêa Experience.
Para Carlos Carvalho, CEO e co-fundador da Truppe!, estamos acompanhando é a modificação no perfil das demandas e, consequentemente, nos requisitos exigidos dos profissionais.
“Cada vez mais o desenvolvimento humano, aprendizado contínuo e a especialização surgem como necessidades para posições em que o raciocínio, o conhecimento e o relacionamento não poderão ser substituídos. E este é nosso papel: desenvolver profissionais preparados para atender aos negócios cada vez mais digitais”, afirma.
Carvalho destaca que é preciso trabalhar na revisão de atitudes frente às exigências, cada vez maiores, dos times multidisciplinares e polivalentes.
Essa mudança na estrutura de trabalho exige também que a contratação seja feita de formas diferentes. Confira algumas dicas para atrair talentos:
– Use as redes sociais;
– Tenha uma cultura de trabalho acolhedora;
– Use plataformas de recrutamento;
– Crie uma escuta de trabalho atraente;
– Seja transparente e dê feedbacks.
Transformação na cultura de trabaho
Outro ponto importante é fazer uma transformação na cultura de trabalho para que os colaboradores se sintam reconhecidos e em um ambiente acolhedor.
Entre ações para atrair e reter talentos, Carvalho cita a oferta de jornada flexível e opções de trabalho remoto, além de um pacote de benefícios relevantes. “Quando falamos em benefícios relevantes é ouvir o colaborador para saber o que ele quer e o que pode ser melhorado”.
Fonte: Mercado e Consumo

2023-02-02T09:58:25-03:00fevereiro 2nd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – A importância do varejo no PIB e a comparação entre os mercados de Brasil e EUA

Interactive Retail Trends, evento pós-NRF da Gouvêa Ecosystem, analisou o presente e o futuro do mercado de varejo
Duas semanas após o fim da NRF23, a maior feira de varejo do planeta, a Gouvêa Ecosystem organizou o Interactive Retail Trends, um evento que contou com palestras de convidados e consultores do grupo analisando e entendendo os próximos passos do mercado no Brasil e no mundo.
Abrindo o evento, Marcos Gouvêa de Souza, fundador e CEO da Gouvêa Ecosystem, trouxe um pouco da importância da participação do varejo na economia de cada país. “O papel do evento é trazer para nossa realidade o que vimos lá fora para gerar resultados. Comparar com a nossa própria realidade. Sabendo que hoje a participação do varejo no PIB de cada país é um indicador importante de evolução de mercado”, afirmou.
Marcos acredita que nos próximos anos a tendência é o setor de varejo cada vez mais aumentar sua participação no PIB dos países, inclusive no do Brasil.
“Quando uma economia se desenvolve a população migra da área de produtos para a área de serviços. Na área de alimentação, por exemplo, existe a transformação da compra dos produtos para se fazer em casa, para a compra do serviço de food fora dela. E essa tendência, indo para outras áreas, faz o mercado se aquecer”, revelou o CEO da Gouvêa Ecosystem.
Explosão do e-commerce e varejo de valor
Fazendo uma comparação entre Brasil e EUA, sabendo que cada mercado tem suas nuances e dificuldades, podemos perceber alguns movimentos em comum. Em um estudo comparativo entre 2000 e 2022, com dados do Censo Bureau, a evolução das vendas no varejo geral norte-americano passou de uma base de 100 para 256. No Brasil a evolução foi de 100 para 196.
“O chamado varejo de valor cresceu muito nos EUA e foi um pouco mais tímido no Brasil. Olhando para trás podemos ver o quanto estamos migrando ao longo do tempo para o varejo de valor. É a busca do mais por menos”, lembrou Marcos.
Já o e-commerce teve uma explosão nos dois países e também no mundo nos últimos anos. E a pandemia foi a grande responsável por esse ‘boom’. “Muita coisa que estava chegando naturalmente acabou sendo acelerada pela pandemia. Nesse ponto vemos um crescimento maior no Brasil do que nos EUA, mas isso acaba sendo compreensível já que o mercado digital norte-americano estava na frente do brasileiro em muitos aspectos”, revelou Marcos.
“O varejo será cada vez mais protagonista. Isso se encaminha nesta direção. E deveria assumir novas posturas por conta dessa tendência. É necessário atitude no plano pessoal e coletivo. As perspectivas são boas para os próximos anos”, finalizou Marcos, encerrando a abertura do evento.
Fonte: Mercado e Consumo

2023-02-01T09:54:57-03:00fevereiro 1st, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Exame – O consumidor tem sede de varejo

Varejistas buscam expandir a visão da rotina do cliente, seja visual, de compra ou de atendimento com pilares de tecnologia e mapeamento de dados
Recentemente, fui a um grande shopping em São Paulo focado em fazer uma simples compra. Fiquei impressionado com o que vi. Passear pelos corredores daquele lugar se tornou um grande evento, um programa de família voltado para entretenimento. Os largos corredores estavam inundados de gente, com fila da esquerda pra quem vem e fila da direita pra quem vai. Famílias grandes pelas mesas da praça de alimentação, centenas de crianças correndo ou dirigindo mini carros infantis em formato de animais, ilhas de balões infláveis, doces, pipoca, monte sua pulseira, faça seu slime, enfim, um completo parque de diversões. Lojas imensas, recheadas de ativações para atrair os olhares, poucos comprando, mas todos entrando e saindo de lojas em busca da experiência ofertada por aquela marca. De fato, um grande evento acontecendo ali, o do varejo.
Afinal, o que está acontecendo no varejo? Uma convergência de mercados e segmentos, todos voltados para o consumidor. Os varejistas estão em busca de expandir a visão da rotina do cliente já que todos os segmentos possuem semelhanças na busca pela melhor experiência, seja visual, de compra ou de atendimento com grandes pilares de tecnologia e mapeamento de dados para que essa ação seja o mais individual possível. A pauta é uma necessidade incontestável: digital first, onde o conceito de omnicanalidade deixa de ser uma inovação e passa a ser uma obrigação que atinge níveis de necessidade de reformulação completa de alguns modelos de negócio.
Com tanta coisa acontecendo e chamando a atenção do consumidor ao mesmo tempo, precisamos cada vez mais pensar em como garantir efetividade e inovação no trade, mantendo em relevância o pensamento latente sobre o futuro das lojas físicas. Quais as oportunidades, como convergem com o digital e como garantir que essa estrutura seja um complemento e potencializador do processo de vendas? O digital, marketing, vendas e trade devem considerar atuar em conjunto. O trade deve olhar para o consumidor e pensar o PDV como um ponto dessa jornada, que pode “estar vindo” do digital para ampliar a experiência ou “estar retornando” para o digital para conversão com comodidade. O trade passa a se posicionar de uma forma diferente dentro do funil de vendas e isso requer um novo olhar e habilidades dos profissionais que atuam nessa área.
Lembrando também que, temos sempre novas tecnologias chegando e avançando, a exemplo Web3 e 5G, essas de alguma forma irão influenciar as estratégias das marcas tanto no físico como no digital. Ainda estamos numa fase de consolidação dessas tecnologias e quando falamos do mercado brasileiro e do território nacional, temos desafios de infraestrutura grande que precisarão ser transpostos ao mesmo tempo, e, como observamos nas últimas mudanças tecnológicas, não estamos considerando algo a longo prazo. A partir da disponibilidade de uma infraestrutura sólida, ainda que regional, viveremos um período de adaptação de comportamento do consumidor, e nesse momento, é necessário um trabalho fundamental de mapeamento de resposta dele.
O varejo não para e ele depende do consumidor. Nossa indústria precisa olhar para absolutamente tudo o que está acontecendo, pois tudo reflete aqui. Para sanar a sede do consumidor, precisamos acompanhar as constantes e rápidas mudanças no varejo e se alimentar de tendências interessantes que não serão opcionais para marcas que querem estar cada vez mais próximos aos consumidores não apenas em uma comunicação individualizada, mas em uma experiência de varejo que converse com o cotidiano do consumidor, que anseia inovação, praticidade e tecnologia, exigindo das marcas atitudes robustas e aplicações audaciosas para ganhar atenção e fidelidade.
Esse ano, minha expectativa é que as empresas olhem muito para essa nuance de inovação e tecnologia imerso dentro do hábito comum dos consumidores. E quando digo isso, não considero apenas inovações em tecnologia de produtos e soluções, mas sim num cotidiano de experiência digital e tecnológica, que é o que vivemos hoje.
*Elson Menezes é diretor de Retail da Cheil
Fonte: Exame

2023-02-01T09:53:53-03:00fevereiro 1st, 2023|Categories: Notícias do Setor|
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