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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Consumidor Moderno – O redesenho da Avon para as representantes da marca nas redes sociais

Entenda como as mídias sociais podem auxiliar na construção do EX, bem como ampliar as vendas das revendedoras da marca

Ainda que há alguns anos trabalhar com as redes sociais não fosse essencial, hoje, é quase impossível tornar um novo empreendimento — e até mesmo os antigos —reconhecido sem elas. Para se ter ideia do tamanho do impacto nas vendas, desde 2020, mais de 48% dos empreendedores independentes utilizaram as mídias sociais para vender produtos e, no total, 54% revendem de forma online nos dias de hoje.

Mas que as redes sociais são grandes vitrines para consumo, a maior parte das pessoas já sabe. O que elas desconhecem é que as redes também podem ser um importante canal de Employee Experience (EX), capaz de representantes da beleza.

Essa ação, mais do que um investimento em digitalização, já é fundamental. Segundo a pesquisa Olha de Novo, realizada pela Avon em 2021, 67% das brasileiras consideram o e-commerce como seu principal canal de compras. E capacitar as revendedoras para usar esse canal é um caminho certeiro.

“A Avon é inovadora desde sua origem porque as Representantes da Beleza sempre foram influenciadoras em suas redes de contato. A digitalização amplia ainda mais essa possibilidade, pois garante a liberdade das Representantes e dos seus clientes de se relacionarem como preferirem”, explica Carol Albuquerque, diretora de Marketing de Relacionamento da Avon.

O forte investimento da Avon nas vendas por redes sociais

Por meio das revendedoras, a Avon passou por algumas mudanças para revenda dos produtos da marca de forma mais inovadora e, acima de tudo, digital. Um dos primeiros passos foi migrar a venda para as plataformas online, por meio do app Minha Avon — loja virtual personalizada da representante —, além do Avon Conecta e a Revista Digital, uma maneira de digitalizar os meios antigos de venda para as representantes.

Todo esse processo economiza saídas e organiza melhor a logística de entrega dos produtos, atributos muito importantes para a renda das revendedoras. E para que todo o processo funcione da melhor forma, a Avon também investiu em cursos gratuitos de marketing digital e vendas nas mídias sociais.

“A Representante pode utilizar as redes sociais para divulgar o seu negócio para todo o país com o auxílio dos nossos conteúdos e ferramentas, conquistando novos consumidores e, assim, podendo se tornar uma influenciadora digital também”, complementa Albuquerque.

Como isso se torna uma prática de EX e beneficia as revendedoras?

Além dos cursos gratuitos e de uma nova possibilidade para se tornar representante — uma atuação mais gerenciável, facilitada e proveitosa no digital, — uma das grandes vantagens é que o uso das redes tem ampliado (e muito) o alcance das vendas, o que traz um impacto positivo às revendedoras.

Prova disso é o relato de Camila Lorrane, representante da marca há mais de uma década. “Minha história com a Avon começou em 2011, quando realizei meu primeiro cadastro como Representante da marca. Na época, eu estava na faculdade e buscava uma fonte de renda extra. Eu trabalhava como professora de matemática na rede pública e já não tinha vontade de continuar na profissão, em um emprego fixo”, comenta a revendedora.

Foi só durante a pandemia que ela compreendeu que o digital poderia ser um grande aliado das revendas da Avon. “Comecei de fato a enxergar o trabalho com a Avon como oportunidade de empreender e conciliar a minha profissão com as tarefas de casa e a minha família. Minha atuação como Representante acabou se tornando minha principal fonte de renda e hoje ganho até mais do que quando lecionava”, completa.

A ascensão do WhatsApp como canal frequente de vendas

Outro ponto no qual a Avon tem investido forte é nas vendas pelo WhatsApp. Segundo estudo da Consumoteca, que o uso da ferramenta para fins de negócios cresceu 251% em 2021.

“Busco explicar para minhas clientes como podem usar os produtos depois que compraram e estou sempre em contato com elas por meio do WhatsApp para entender como estão sendo suas experiências. Assim, elas voltam a comprar quase que mensalmente comigo”, finaliza Lorrane.

Para Geizy Carla, outra revendedora, o uso da Minha Avon é complementar com o WhatsApp. “Eu tenho uma loja virtual no aplicativo da Avon, mas a ferramenta que mais utilizo para as vendas online é a revista digital que a empresa disponibiliza para as Representantes. Minhas clientes adoram essa facilidade, porque basta selecionar digitalmente o que desejam comprar e me enviar de volta pelo Whatsapp”, explica ela. “Depois da venda, gosto de manter contato com o cliente para saber como está sendo a experiência dele com o produto, se está gostando. Aproveito também para compartilhar nas redes sociais os feedbacks que recebo. Isso ajuda a despertar a curiosidade das pessoas sobre os produtos”, conclui.

2022-06-21T11:09:09-03:00junho 21st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Valor Econômico – 2W Energia fatura R$ 1 bi com pequenos clientes

País tem atualmente 42 comercializadoras varejistas que atendem pequenos clientes habilitadas na CCEE

A 2W Energia alcançou a marca de R$ 1 bilhão em contratos de eletricidade comercializados por sua comercializadora, criada exclusivamente para atender a pequenas e médias empresas. A empresa negocia este tipo de contrato desde o fim de 2020. A chamada comercialização varejista é uma das apostas da 2W Energia num mercado cada vez mais concorrido e em vias de ser ampliado com mudanças nos limites de migração para o mercado livre, onde o consumidor pode escolher o fornecedor da energia. A empresa possui 2 mil consultores no Brasil que buscam novos negócios.

A figura do comercializador varejista foi criada para que esse agente represente, perante a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), consumidores com pequenas cargas, de até 1 megawatt (MW), para não “congestionar” a câmara com operações de varejo. Atualmente, 42 comercializadores varejistas estão habilitados na CCEE para operar. Nos últimos anos, a migração para o mercado livre tem sido intensiva, puxada em grande parte pelos chamados consumidores especiais, aqueles que possuem demanda acima de 0,5 MW, conectados em alta tensão, que compram energia de fontes renováveis, como eólicas e usinas solares. Dados da CCEE atualizados até maio apontam para um total de 9.017 consumidores especiais.

Segundo o presidente da 2W, Claudio Ribeiro, a marca de R$ 1 bilhão é importante especialmente quando se olha o porte dos clientes. São consumidores que possuem contas de luz na casa de R$ 30 mil por mês e demanda efetiva a partir de 0,2 MW, embora tenham carga contratada de 0,5 MW. Os contratos têm prazo médio de 7,4 anos, considerado de longo prazo, ante o perfil de carga desse nicho.

O executivo recorda que o mercado livre tem possibilidade de se expandir só com a adoção, pelo governo, de medidas infralegais, o que envolveria empresas com carga contratada abaixo de 0,5 MW, conectadas em alta tensão. “Teríamos uns 250 mil consumidores que poderiam se tornar livres só com uma portaria do MME [Ministério de Minas e Energia].”

Outra vertente da 2W Energia é a geração. Atualmente, possui dois projetos eólicos em implantação, que somam 399 MW de potência: Anemus, de 138,6 MW, no Rio Grande do Norte, que terá aerogeradores da brasileira Weg; e Kairós, de 260,4 MW, no Ceará, com turbinas da dinamarquesa Vestas. O investimento nos parques é de cerca de R$ 2,2 bilhões.

Ribeiro informou que a empresa planeja construir um terceiro parque eólico, pelo menos. A meta é chegar a 1 gigawatt (GW) nos próximos dois anos.

A empresa até estuda entrar na geração solar, mas está atenta à situação atual da cadeia de fornecimento, pois os equipamentos são oriundos de fábricas da China, o que não acontece na fonte eólica, cujos fornecedores estão localizados em países da Europa e nos Estados Unidos, além de existir uma indústria formada no Brasil. A alta demanda chinesa por geração solar, o câmbio e questões logísticas têm influenciado os preços. Mas a empresa não fecha totalmente a porta para a fonte.

“Vamos continuar investindo. Temos dois trabalhos: executar os dois parques que já estão com obras a todo vapor e pensar na estruturação financeira dos projetos que estão no ‘pipeline’ que completam esse 1 GW”, disse.

2022-06-20T12:52:43-03:00junho 20th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Exame – Natura&Co: principal missão do novo CEO é trazer agilidade para a companhia

CEO quer ‘desburocratizar’ decisões dentro da empresa para gerar mais receita; ações disparam

Agilidade é a palavra de ordem que define a missão do novo CEO da Natura&Co, Fábio Barbosa. Em coletiva de imprensa nesta manhã, o executivo mencionou por vezes seguidas a missão de descentralizar decisões que antes ficavam sob a figura do líder de crescimento sustentável para dar mais poder às unidades de negócio. “A organização ficou burocratizada ao longo do tempo. Estamos perdendo agilidade e algumas empresas do grupo estavam se ressentindo de não poderem tomar decisões. Vamos encontrar um equilíbrio, que vai impactar na receita e nos ajudar a crescer”, afirmou Fábio. O executivo, que já participava do conselho da Natura há cerca de cinco anos, ressaltou estar honrado em assumir o desafio e destacou que não se trata de um ‘sonho antigo’, mas sim do reflexo do relacionamento de longo prazo que mantém com a companhia.

A mudança vem em um momento delicado para a Natura. O valor de mercado da companhia, que era de R$ 83 bilhões em fevereiro de 2021, está atualmente abaixo de R$ 20 bilhões. Além dos fatores externos, como a guerra entre Ucrânia e Rússia (que impactaram significativamente a operação da Avon International, responsável por 22% das vendas), o aumento de complexidade da organização para tomada de decisões foi apontado como um dos motivos que permitiu à companhia perder tração ao longo do tempo.

De maneira prática, a descentralização significa permitir que as quatro empresas do grupo – Aesop, Avon International, Natura&Co Latam e The Body Shop – tenham mais autonomia, por exemplo, em questões de contratações e administração financeira. São áreas que representam o começo, mas não o fim da transformação que o executivo quer promover. Fábio menciona que a formação do comitê de transição, que deve atuar até o fim do ano na companhia, vai tentar identificar mais oportunidades de melhoria na relação com cada área e diferenciá-los de “falsos dilemas”, nas palavras do executivo.

Dentro dessa realocação, Fábio destaca que não haverá mudanças nos cargos de executivos de cada uma das áreas. O novo CEO afirma que conversou com cada um dos CEOs das quatro empresas e assegurou que  não devem haver reorganizações a respeito do emprego de cada um deles. O que pode acontecer, entretanto, é uma mudança na atuação de cada área. “Não sei se temos de ter todas as marcas em todas as regiões, por exemplo. Vamos estudar melhor esse mix”, diz.

Fábio quer liderar esse movimento dentro da Natura e, afirma, seu mandato não tem hora para acabar. “Assumo o cargo sem data de validade. Não sou o CEO do comitê de transição da Natura, mas sim o CEO da companhia”, afirma.

O que o mercado pensa

O tom foi mantido em teleconferência nesta manhã, de autonomia para gerar agilidade dentro da empresa. Analistas questionaram a companhia sobre o limite para corte de custos e enxugar a companhia, ao que os porta-vozes responderam que a prioridade para a companhia não é cortar custos, mas focar no aspecto de estratégia para cada unidade e região geográfica. Novamente, a palavra autonomia para as unidades apareceu como destaque.

Questionamentos a respeito do contexto que levou a essa mudança repentina dentro da companhia também se repetiram entre os analistas. “Ouvimos o mercado. Tivemos uma série de conversas com o conselho nos últimos meses a partir da demanda de investidores e foi o momento de considerar que precisamos enxugar um pouco a estrutura, revisitar formatos e cenários”, disse Fábio. De acordo com o executivo, pensar em um mercado para cada marca é apenas um exemplo de mudança na alocação de capital daqui para frente.

A respeito da contribuição que a própria carreira no mercado financeiro pode trazer para a companhia, Fábio afirmou que sempre trabalhou com pessoas. Os números desempenham parte importante no processo, mas tipos de incentivos aos profissionais e, de novo, a descentralização de decisões devem desempenhar papel essencial para o avanço da empresa. “Sustentabilidade continuará sendo nosso pilar essencial, mas queremos colocar as pessoas certas nos lugares corretos. A gestão está inteiramente ligada à melhor escolha de pessoas que possam dar o melhor de si nas posições em que forem colocadas”, afirmou.

Ao avaliar outros pontos que ‘seguravam’ os avanços da companhia, outro questionamento de analistas, Fábio também mencionou o investimento em tecnologia. O mercado tem que trabalhar em cada especificidade de cada região, em vez de tentar padronizar tudo de uma vez só — o que considera um aprendizado. Ou seja, não tentar implantar o mesmo modelo de venda direta em todos os países em que a companhia está presente.

O mercado recebeu de forma positiva a troca do comando da empresa: nesta manhã, as ações da Natura dispararam 10% e a companhia lidera a alta do Ibovespa.

2022-06-20T12:51:14-03:00junho 20th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Valor Investe – Estudo mostra quais são as empresas campeãs em ESG do Brasil na opinião de consumidores

Pesquisa realizada pela consultoria Walk The Talk mostra que brasileiros têm grandes expectativas sobre pautas ESG em empresas

Com o intuito de mostrar ao mercado as empresas que mais são associadas ao ESG (sigla para questões ambientais, sociais e de governança), a consultoria Walk The Talk by La Maison divulgou uma pesquisa realizada com 4.421 pessoas (homens e mulheres), de 16 a 64 anos, das cinco regiões do Brasil, das classes ABC e pediu a percepção sobre o posicionamento e ações de 50 empresas que são representativas em suas categorias.

Além de mostrar as companhias que mais atuam em relação ao meio ambiente, sociedade e governança, a pesquisa também revela as principais preocupações da população com essas causas.

Juliana Simão, fundadora da consultoria explica que em 2021, a empresa juntou alguns grupos de consumidores de diferentes idades, gênero, classe social e localidades para levantar suas percepções sobre questões relacionadas a ESG. “Para cada empresa citada, tentamos trazer uma segunda, terceira ou quarta da mesma categoria para conseguir compará-las”, comenta.

A Natura foi a empresa mais associada ao ESG, obtendo 536 pontos, num índice que chega a 1 mil. A Unilever aparece logo após, com 389, seguida pela Ypê (386), Boticário (376), Petrobrás (372), Nestlé (354), Banco do Brasil (335), P&G (332) e Coca Cola (315).

Simão destaca que a pesquisa abrange a opinião de consumidores sobre as marcas e não sobre as ações das empresas como corporações. “Os clientes criam expectativas sobre as empresas e elas mudaram conforme o passar dos anos”, esclarece.

Ainda na opinião da fundadora, cada vez mais os consumidores percebem a falta de autoridade dos governos e instituições, fazendo com que as marcas ganhem relevância e possam conquistar credibilidade em pautas ESG, que fazem parte do cotidiano dos clientes.

A pesquisa revela que 94% dos brasileiros esperam que as empresas façam algo sobre ESG e acreditam que a empresa tem obrigação de fazer algo relacionado aos problemas. Porém, quando questionados, apenas 17% acreditam que as corporações efetivamente fazem. “Analisamos uma lacuna entre a expectativa do consumidor e a realidade, que é o que as marcas demonstram”, afirma a fundadora.

Questões ambientais ocupam grande parte da expectativa dos brasileiros, que esperam que as empresas cuidem da natureza, seja modificando produtos e serviços para se tornarem melhores do ponto de vista ambiental, não façam testes em animais ou produzindo embalagens melhores para o meio ambiente.

Todas as empresas citadas na reportagem ficaram no grupo “Alto”, marcando de 301 a 600 pontos. Acima de 600 pontos, as empresas são consideradas no ranking “Muito Alto” (o melhor grupo). Nenhuma das companhias que operam no Brasil entraram no primeiro grupo. De acordo com Simão, isso acontece em função do amadurecimento da pauta de ESG no Brasil.

“Nosso país ainda dá os primeiros passos em ESG. Existem empresas mais engajadas que outras, muitas companhias ainda não conseguiram desenvolver, de fato, essas práticas ou fazem apenas o que é necessário e higiênico. O ESG ainda precisa amadurecer e a pressão do brasileiro é uma das peças-chave para isso”, analisa.

Com relação ao primeiro estudo realizado pela Walk the Talk, em setembro de 2021, apenas três empresas permanecem na categoria alto: Natura, Nestlé e Ypê. As outras entraram nessa edição.

2022-06-15T11:30:16-03:00junho 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Herbalife faz parceria com Plastic Bank para prevenir a poluição plástica 

A Herbalife Nutrition anunciou uma parceria de responsabilidade global de dois anos com o Plastic Bank, uma empresa social que trabalha para impedir o plástico oceânico, que impedirá que 400.000 libras de plástico poluam os oceanos até 2023. Como benefício adicional, os membros da comunidade do Plastic Bank na Indonésia podem trocar resíduos plásticos por benefícios que melhoram a vida.

“A saúde do nosso planeta afeta a saúde dos indivíduos”, disse Erin Richards-Kunkel, Diretora Sênior de Parcerias Estratégicas e CSR da Herbalife Nutrition. “Nossa parceria com o Plastic Bank ajudará a melhorar os oceanos do mundo, criando uma oportunidade financeira para as pessoas se juntarem a esse esforço.”

Essa colaboração faz parte dos esforços da empresa para alcançar 50 milhões de impactos positivos que nutrem as pessoas e o planeta até seu 50º aniversário em 2030.

2022-06-10T11:36:46-03:00junho 10th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Tupperware lança coleção Vera Bradley de edição limitada de produtos on-the-Go 

Em uma colaboração por tempo limitado, a Tupperware lançou recipientes de alimentos e bebidas com os designs florais exclusivos de Vera Bradley. A linha inclui três padrões vibrantes de Vera Bradley – Daisy Smile Collection, Falling Daisies Collection e Sunflower Collection – e inclui uma garrafa de água ECO + reutilizável, conjunto de lanches e sanduíche.

“Sabemos que os consumidores estão sempre procurando por combinações de marcas empolgantes”, disse Anita Sonder, diretora de marketing de produtos da Tupperware, EUA e Canadá. “Não poderíamos estar mais empolgados em colaborar com Vera Bradley e trazer aos fãs da marca não apenas produtos bonitos, mas também baseados em reutilização e sustentabilidade. De aventuras de verão a volta às aulas, você pode se sentir bem com esta coleção de edição limitada por mais de um motivo. O design é alegre, alegre, inspirado na natureza, mas pode ajudar a reduzir o desperdício de alimentos e de uso único. Um ganha-ganha!”

A coleção completa, incluindo mochilas e bolsas combinando, pode ser encontrada nas lojas Vera Bradley.

“Assim como Vera Bradley, a Tupperware é uma marca confiável por sua qualidade e reconhecida por seus designs inteligentes que são práticos, bonitos e gentis com o planeta”, disse Daren Hull, presidente da marca Vera Bradley. “Adoramos colaborar com a equipe da Tupperware para nossos clientes”.

2022-06-09T11:17:33-03:00junho 9th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

O Globo – Marca americana de panelas Royal Prestige, de venda direta, busca PMEs no Brasil

A Royal Prestige, marca de utensílios domésticos e mais conhecida pelas panelas, da Hy Cite Enterprises, com sede em Wisconsin, nos Estados Unidos, está desembarcando no Brasil de olho nos empreendedores. A marca, que vende através de venda direta, está investindo cerca de US$ 1,3 milhão no país, entre marketing, tecnologia, contratação e linha de produtos. A meta é conquistar de mil a 1.500 vendedores. O foco sãoas regiões Sul e Sudeste.

—Nosso modelo de negócios é a venda direta através desses empreendedores, que são pequenas e médias empresas ou pessoas com CNPJ no Simples —diz Paulo Moledo, CEO e presidente da Hy Cite Enterprises no país.

Os empreendedores ganham um percentual sobre as vendas dos mais de 90 produtos do portfólio. Eles podem também criar sua própria rede de revendedores.

—Investimos em capacitação e treinamento com noções tributárias — destaca ele.

Com faturamento de U$S 423 milhões, a companhia está presente em nove países, a maior parte da América Latina e nos EUA, onde tem atuação na comunidade hispânica. A meta no Brasil é faturar até US$ 100 milhões nos próximos quatro anos.

2022-06-08T10:27:21-03:00junho 8th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Convergência Digital – Na Natura, a assistente virtual Nat, foi de inovação digital à porta-voz da marca

Por Roberta Prescott*

Apoiar o time a qualquer momento e não limitar o atendimento à central foi o que levou a Natura a desenvolver a Nat, assistente virtual que se beneficia de técnicas de inteligência artificial e interface conversacional para facilitar a comunicação com os consultores da marca. Atualmente, cerca de 60% do atendimento às consultoras é feito pela Nat, o dobro do objetivo inicial que era de 30%. A Nat já cobre os principais fluxos de atendimento, desde negociar boletos, emissão de segunda via, tirar as principais dúvidas sobre produtos e ciclos de venda e sugestão de carrinho para pedido.

A Nat, que começou como inovação digital dentro da área de produtos e serviços digitais na Natura, em 2018, rapidamente, foi inserida na operação, no dia a dia, deixando de ser teste de inovação digital, algo exploratório, para ser uma parte importante do fluxo de atendimento às consultoras. “Hoje é um serviço que evolui e que tem melhoria contínua”, disse Bárbara Villar, líder de experiência do usuário e service design da Natura.

A assistente virtual é fruto da transformação digital da companhia e evoluiu conforme foi aumentando e melhorando o entendimento acerca da jornada da consultora. “Fomos evoluindo os produtos e serviços, com o objetivo de negócio de melhorar o processo e de dar mais autonomia para a consultora. Inteligência artificial proveu esta melhor experiência”, contou.

Além do papel de atendimento, a Nat também se tornou a influenciadora digital da Natura, sendo a porta-voz da marca no Twitter. “Ela é a voz da nossa marca e tem abordado temas muito relevantes. Temos conseguido um nível de engajamento muito alto. A personalidade da Nat é muito nítida no nosso twitter”, detalhou a executiva.

As tecnologias de voz ainda são disruptivas e novas. “Hoje, já olhamos para a jornada, tanto consumidor como consultora, sendo cada vez mais digital. Os assistentes estão ficando melhores. A voz oferece facilidade e inclusão. Explorar tecnologias de voz tem sido cada vez mais relevante, seja pelo acesso por pessoas que sejam analfabetas, seja pela autonomia. É inclusão digital. Também podemos ver nos jovens que usam cada vez mais voz”, disse Bárbara Villar.

Desenvolvimento da Nat, a assistente da Natura

O bot nasceu primeiro apenas no Facebook. Era 2016 e a funcionalidade se restringia a mostrar opções de presentes para os consumidores comprarem online. Dois anos mais tarde, o projeto foi ampliado e a Nat saiu dos limites da rede social, ficando acessível para consultoras e possibilitando serviços como renegociação de dívidas, solicitação de segunda via de boletos, falar sobre os status de pedidos e pagamentos, entre outras funções.

O momento era de transformação digital e a Natura entendeu a necessidade de dar acesso 24 horas por dia, sete dias na semana. Bárbara Villar explicou que o processo de inovação é bastante inclusivo, com consultoras e clientes finais cocriando para entender as principais necessidades, melhorar os serviços e encontrar oportunidades de inovação. “Sabíamos que a maior parte das dúvidas era simples, pelo que ligavam no call center, então, queríamos deixar mais autônomo, mas, no processo, descobrimos que muitas amavam falar com a central, porque nossos atendentes são muito incríveis e elas elogiavam muito”, contou Villar.

Para preencher esta lacuna, a Natura apostou em uma interface conversacional usando IA como habilitadora da experiência. Também escolheu o nome da assistente e definiu o tom de voz e repertório. “Entendemos que bot com persona poderia apoiá-las, fizemos testes para ver e as consultoras ficaram encantadas”, disse.

As provas de conceito começaram no Facebook, até porque esta foi uma das primeiras plataformas que permitirem chatbots. À medida que tecnologia evoluiu, houve a migração para WhatsApp. O período restrito ao Facebook foi, segundo Villar muito importante para entender e desenhar as principais jornadas. “Analisamos os principais chamados e transformamos os workflows de atendimento em linguagem conversacional. Identificamos os principais chamados — negociação das dívidas e emissão de segunda via de boletos para as consultoras — para dar prioridade a eles”, detalha a líder de UX da Natura.

Mais recentemente, a interface Nat passou a conseguir interpretar a voz. Para Bárbara Villar, existem importantes características quando se fala em uso de inteligência artificial e interface conversacional na parte de bots. Segundo ela, é necessário entender bem o workflow e a jornada para treinar a IA de forma a entender o contexto. As mensagens também devem ser ricas e darem a possibilidade de ofertar botões para a pessoa interagir clicando em opções, o que facilita a comunicação. “Conseguir interpretar os áudios foi um baita avanço”, disse. A novidade tem pouco mais de um ano em execução.

Na Natura, a IA também está presente no mecanismo de recomendações de produtos e na comunicação e individualização das ofertas personalizadas no e-commerce. “A Nat não é o único projeto de IA. Com a acessibilidade e inclusão e a facilidade das interfaces com voz, começamos a explorar assistentes por voz e, recentemente, lançamos o voice commerce; é possível fazer compra na Natura pelo Google Assistant: esta é uma das frentes”, completou a executiva.

2022-06-07T10:19:23-03:00junho 7th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Forever Living – Forever Living lança linha de Óleos Essenciais puros

O Essential Oils Lavender, o Essential Oils Lemon e o Essential Oils Peppermint são os novos lançamentos de bem-estar da Forever

Nossos sentidos são incrivelmente intensos e o olfato é o principal deles. Os receptores olfativos passam informações para o sistema límbico no nosso cérebro, que age junto à emoção e à memória. Não é surpresa que a aromaterapia possa ter um impacto tão profundo no humor, na memória e na energia. Para proporcionar o poder dos aromas, a Forever Living, líder mundial de produtos à base de aloe vera, está lançando uma nova linha de Óleos Essenciais puros.

Os óleos essenciais usados na aromaterapia são extraídos de culturas cuidadosamente selecionadas, principalmente usando destilação a vapor e prensagem a frio. Cada óleo essencial é extraído de uma determinada parte da planta, incluindo flores, frutos, sementes, folhas e, até mesmo, cascas e raízes. A parte vegetal utilizada e as técnicas de extração são distintas para cada tipo de óleo.

Lançamentos da Forever Living e suas propriedades:

Forever® Essential Oils Lavender

A lavanda é um botânico excepcionalmente poderoso com uma rica história de uso que remonta à Roma e à Grécia antigas. O aroma distinto e delicado do Forever® Essential Oils Lavender evoca sensações de calma e relaxamento. A novidade contém altos níveis de acetato de linalila, que confere à lavanda seu aroma doce frutado e altos níveis de terpenos.

O óleo de lavanda da Forever é perfeito para uso tópico ou em difusor e para evocar sentimentos de relaxamento após um longo dia, preparando o corpo e a mente para uma noite de sono tranquila.

Forever® Essential Oils Lemon

O limão está entre os óleos mais conhecidos e amplamente utilizados no mundo. É usado há séculos para afastar insetos, desinfetar, limpar e, ainda, por seu aroma edificante. Ao usar o Forever® Essential Oils Lemon na pele, com um difusor ou misturá-lo com um óleo transportador, o aroma poderoso e revigorante promoverá um humor energizado e animado. O uso desse óleo essencial contribui para a imunidade e adiciona um aroma fresco ao ambiente.

Forever® Essential Oils Peppermint

O uso de peppermint remonta às culturas romana e grega antigas, onde era usado como aromático e ingrediente para alimentos. Hoje, o óleo deste botânico é utilizado pela aromaterapia e em uso tópico. Forever® Essential Oils Peppermint é feito com folhas colhidas no sopé do Himalaia, na Índia, onde o clima e o solo produzem peppermint potente e de alta qualidade. O resultado é um aroma puro e fresco para despertar os seus sentidos, provocando uma sensação revigorante e refrescante.

Fonte: Forever Living.

2022-06-02T12:18:03-03:00junho 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Repórter Diário – Pormade chega ao ABC com loja física e espera crescer 50% este ano

A Pormade Portas acaba de inaugurar sua loja na avenida Portugal 1.422, em Santo André, a primeira loja da marca no ABC e que traz o seu conceito inovador de porta pronta, que dispensa preparo e intervenções nas portas durante a obra. Em entrevista ao RD Momento Econômico o diretor comercial e de marketing da Pormade Portas, João Ricardo Olinquevicz, falou sobre o mercado do segmento e sobre a expectativa de crescer 50% este ano com a inauguração de mais 15 lojas.

“Estamos vindo com cada vez mais força com o kit porta pronta, vendendo direto para o consumidor final a nível Brasil e trazendo as nossas estratégias para melhorar ainda mais a experiência do nosso consumidor final”, explica o diretor ao jornalista Leandro Amaral.

História

A Pormade tem 83 anos de mercado e há 20 anos entrou muito forte com o kit porta pronta. “É um trabalho muito bem feito de engenharia que a tornou líder do mercado. Nosso presidente é muito visionário; temos uma fábrica pronta com uma capacidade muito grande e que produz pedidos grandes entre 400 e 500 kits e porque não vender portas de uma em uma? Então a gente passou por uma série de mudanças e vem passando por mais mudanças ainda para atender o consumidor final. Além de portas trabalhamos com papel de parede, tem rodapés que são uniformes com a nossa porta, e a gente está começando a trabalhar com piso vinílico, então cada vez mais a gente quer se transformar num marketplace da construção civil para atender a demanda, a necessidade do cliente, tanto na reforma como na construção”, diz Olinquevicz.

Apesar de investir muito na plataforma e-commerce que hoje responde por 15% das vendas, a rede conta com 40 lojas e a de Santo André é a 41ª. “São pontos de experiência. A gente fez um estudo socioeconômico de PIB da Construção Civil e identificou alguns lugares que estão pujantes, que estão construindo muito, e no ABC as sete cidades têm um potencial muito grande, então nada mais justo do que ter o nosso ponto de calor lá para que o cliente possa ir, tocar na porta, para que tenha essa experiência. O cliente gosta muito disso, principalmente quando ele realiza o sonho da casa própria, muitas vezes as pessoas vivem isso uma vez na vida, então ele quer ter essa experiência e no ABC, na Avenida Portugal foi onde a gente escolheu para que ficássemos mais próximos desse público na região”, conta o diretor de marketing.

A Pormade tem expectativa de mais 15 lojas até o final do ano. A estratégia é pulverizar pontos de venda no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Segundo Olinquevicz por questões de logística a rede ainda não chega a todo o país, mas pretende chegar. ”Cada vez mais a gente está ganhando mercado e se estruturando internamente para que a gente possa atender essa demanda do mercado. Durante 40 anos a gente tinha uma porta convencional que o cliente comprava lá no varejo; ia na loja e comprava os pedaços da porta, como temos um produto inovador, entregamos direto para o consumidor final, a preço de loja e a preço de fábrica”.

Com a loja na região a estratégia é fazer circular uma outra estratégia da rede, que é o caminhão showroom chamado de Pormade Móvel. “A gente vai até a casa do cliente, então para cada ponto de calor, a gente consegue colocar esse pormade móvel visitando a região, caso o cliente não consiga ir no showroom”, explica. Sobre o investimento em Santo André o diretor afirma que foram aportados R$ 250 mil que já está gerando cerca de 60 empregos diretos e indiretos.

Diferencial

O conceito de porta pronta da Pormade além de ganhar o mercado traz mais qualidade no produto final, melhor acabamento e gastos na obra, esse conjunto é o grande diferencial da empresa. “É uma quebra de paradigma, culturalmente nos últimos 40 anos o cliente comprava os pedaços da porta, compra o batente, a guarnição, a folha de porta e esse produto fica, de certa forma, artesanal porque precisa pintar em obra e fazer todo esse trabalho. A gente faz todo esse projeto na fábrica esse vão de porta vai travado e chegando lá e só colocar no vão do cliente; o nosso produto vem com pintura de fábrica, revestimento, batente e guarnição à prova d´água. São alguns diferenciais que o mercado não tem, sem contar com a beleza da porta”, enumera Olinquevicz, que acrescenta que o prazo de entrega é curto, de apenas 15 dias.

O material do batente é feito em PVC Wood, uma mistura de pó de madeira com PVC que garante ao produto ser à prova de água e de cupins. “A pintura é em UV,  quase uma laca industrial então essa porta não vai amarelar”, completa o diretor sobre o acabamento.

E-commerce

Hoje o e-commerce representa de 15 % das vendas da Pormade e esse mercado vem crescendo bastante segundo o diretor de marketing . O produto mais vendido é o kit porta branca, mas há outras tonalidades a novidade é a impressão de qualquer imagem que o cliente quiser na porta, tornando o produto totalmente personalizado.

A segurança é outra garantia. Segundo Olinquevicz, além da beleza as portas são feitas com enchimento sólido e testadas seguindo normas da ABNT. Além disso o cliente de hoje quer inovação aliada à segurança. “Tem a configuração com as fechaduras eletrônicas; são vários modelos que você pode destravar pelo celular. A segurança e a beleza caminham lado a lado e cada vez mais a gente vem fazendo teste e impacto aqui e cada vez mais desenvolvendo com os fabricantes de fechaduras cada vez mais produtos inteligentes, sem falar que tem também olho mágico eletrônico”, destaca.

A Pormade já exporta seus produtos para países do Mercosul como Paraguai, Uruguai e Argentina, mas ainda apenas para grandes obras. O próximo passo é levar a consultoria final e vender diretamente ao consumidor nesses países.

Universidades

A empresa criou uma startup que chamas-se #dentrodaobra para apresentar o produto porta pronta em universidades. “O nosso kit porta pronta é inovador então ele muda o modelo construtivo. Algumas universidades ainda ensinam o modelo antigo e a gente quer levar o nosso produto para eles terem essa experiência então levamos o nosso Pormade Móvel, o nosso caminhão showroom, e faz lives lá dentro apresentando o nosso produto para estudantes de arquitetura, de design de interiores e engenheiros. Mostramos o quanto nosso produto vai auxiliá-lo num projeto futuro que eles vão estar desenvolvendo”.

2022-06-02T12:15:06-03:00junho 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
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