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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Clipping – IstoÉdinheiro – Jovens com até 30 anos querem ser empreendedores, diz pesquisa

Independência financeira, fugir do desemprego e autonomia no trabalho são os desejos de uma parcela significativa dos jovens brasileiros. Um levantamento da Globo mostra que 24% dos jovens das classes A, B e C com até 30 anos são empreendedores e 60% querem ter um negócio próprio no futuro.

Entre os jovens que desejam empreender, 67% querem ter um negócio para se tornar independentes financeiramente; 39% para ter mais autonomia e não ter chefe; 33% ter tempo mais flexível; e 31% querem oferecer um produto/serviço inovador no mercado. O levantamento foi realizado no início de março com 1,5 mil pessoas de 16 a 30 anos.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) mostra que, no primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação entre a população de 14 a 17 anos chegou a 46,3%; entre os de 18 a 24 anos, o desemprego foi de 31%; e de 25 a 39 anos, ficou em 14,7%, mesma taxa observada no conjunto do país no período.
De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em 2020, o empreendedorismo individual e por necessidade ganhou força. O número de empreendedores iniciais motivados por necessidade saltou de 37,5% para 50,4%. Já o empreendedorismo nascente, aquele que tem no máximo 3 meses em operação e inclui quem ainda não abriu, mas está fazendo algo para abrir um negócio, cresceu 25% e atingiu o maior patamar da série histórica, com uma taxa de 10,2%.
“Um grupo que pode ser chamado de filhos da pandemia, aqueles que começaram seu negócio pós pandemia e, em sua maioria, foram para o caminho do empreendedorismo por uma extrema necessidade de obter renda”, disse o presidente do Sebrae, Carlos Melles.
Segundo Melles, são necessárias políticas públicas que amparem os donos de pequenos negócios, ampliem a oferta de crédito, reduzam a burocracia, prorroguem o pagamento de impostos e até concedam moratória.

2021-06-28T10:55:08-03:00junho 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Confiança da construção cresce 5,2 pontos em junho, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 5,2 pontos de maio para junho deste ano e chegou a 92,4 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Essa foi a segunda alta consecutiva do indicador. É o maior patamar desde janeiro deste ano (92,5 pontos). Resultado acima de 100 pontos indica confiança. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção dos empresários da construção sobre o presente, subiu 4 pontos e chegou a 89,5 pontos, maior nível desde fevereiro deste ano (90 pontos). O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cresceu 6,4 pontos e atingiu para 95,4 pontos, maior nível desde de dezembro de 2020 (95,5 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade da Construção subiu 3 pontos percentuais, para 77,4%.

2021-06-25T17:49:08-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – SP: sindicato aponta melhor maio na venda de imóveis novos em 17 anos

O mercado imobiliário na capital paulista registrou o melhor desempenho dos imóveis residenciais novos para meses de maio dos últimos 17 anos, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Secovi-SP –  Sindicato da Habitação. Em maio deste ano, foram lançadas 8.443 unidades residenciais, volume 77,4% superior ao apurado em abril (4.760 unidades) e 437,8% acima do total de maio do ano passado (1.570 unidades). Em relação às vendas, a pesquisa mostrou que foram comercializadas no mês 5.883 unidades residenciais novas na cidade, superando em 44,1% o resultado de abril (4.083 unidades) e em 144,6% o registrado em maio de 2020 (2.405 unidades). “Este desempenho foi surpreendente, principalmente pelo fato de estarmos atravessando um momento de restrições de mobilidade, em virtude das regras de contingência do Plano São Paulo, para evitar a contaminação da covid-19”, disse Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Acumulado No acumulado no ano, de janeiro a maio, foram 23.098 unidades comercializadas e 20.174 unidades lançadas na cidade de São Paulo. Em comparação com os dados de 2020, as variações foram de 66,0% nas vendas e de 166,5% nos lançamentos No acumulado de 12 meses (junho de 2020 a maio de 2021), os lançamentos na capital paulista somaram 72.582 unidades, ficando 15,7% acima das 62.727 unidades lançadas no período anterior (junho de 2019 a maio de 2020). Já as 60.602 unidades comercializadas representaram um aumento de 20,5%, também no acumulado de 12 meses, em relação ao período anterior, quando foram negociadas 50.285 unidades. O Secovi-SP destacou o comportamento do mercado de alto e médio padrão, que se superou em relação aos imóveis econômicos – enquadrados no programa Casa Verde e Amarela –, respondendo por 65% dos lançamentos e por 52% das vendas do mês. Os econômicos registraram, em maio, a comercialização de 2.823 unidades e o lançamento de 2.985 unidades. Já no segmento de mercado de médio e alto padrão, a pesquisa identificou 3.060 unidades vendidas e 5.458 unidades lançadas. A capital paulista encerrou o mês de maio com a oferta de 45.154 unidades novas disponíveis para venda. A quantidade de imóveis ofertados ficou 6,2% acima da registrada em abril (42.508 unidades) e 39,2% acima do volume de maio de 2020 (32.438 unidades). O número é composto por imóveis na planta, em construção e prontos, lançados nos últimos 36 meses (junho de 2018 a maio de 2021).

2021-06-25T17:47:18-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Dólar cai para R$ 4,90 e fecha no menor valor em mais de um ano

Em um dia de alívio global, o dólar operou em queda contínua e fechou no menor nível em mais de um ano. A bolsa de valores (B3) recuperou-se parcialmente de perdas recentes e voltou a encostar nos 130 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (24) vendido a R$ 4,905, com recuo de R$ 0,058 (1,17%). Durante toda a sessão, a moeda operou em baixa, fechando próxima da mínima do dia. Foi o quarto dia consecutivo de queda da divisa. A cotação está no menor nível desde 9 de junho do ano passado, quando fechou em R$ 4,89. A divisa acumula queda de 6,12% neste mês. No ano, o recuo está em 5,47%. No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Após dois dias de queda, o índice Ibovespa da B3 fechou a quinta-feira aos 129.514 pontos, com alta de 0,85%. O indicador acumula alta de 2,61% em junho e de 8,82% em 2021. A divulgação de dados que mostram que a recuperação do emprego e do consumo nos Estados Unidos está mais lenta do que o esperado animou os mercados. Os pedidos de auxílio-desemprego na terceira semana de junho vieram mais altos que o esperado, e as compras de bens de capital (máquinas e equipamentos) e de bens duráveis também vieram abaixo da estimativa dos investidores. Um atraso na recuperação econômica dos Estados Unidos aumenta as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) eleve os juros somente no fim de 2022. Juros mais baixos em economias avançadas estimulam a aplicação de recursos em países emergentes, como o Brasil. Desde os primeiros meses da pandemia da covid-19, os juros básicos norte-americanos estão entre 0% e 0,25% ao ano, no menor nível da história. Paralelamente às taxas baixas nos Estados Unidos, os investidores estão reagindo à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro. Divulgado ontem (23), o documento revela que a autoridade monetária brasileira pode acelerar o ritmo de elevação da taxa Selic (juros básicos da economia) caso a inflação permaneça alta nos próximos meses. Juros mais altos no Brasil também atraem capitais estrangeiros, pressionando para baixo a cotação do dólar.

2021-06-25T17:45:30-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – DSN – Herbalife promete US $ 1 milhão para apoiar a batalha da Índia contra COVID-19

A Herbalife Nutrition anunciou que comprometeu mais de $ 1 milhão de dólares para ajudar a Índia enquanto busca se recuperar da atual crise de saúde criada pelo COVID-19 e seu impacto persistente. Desde abril de 2020, a Herbalife fornece ajuda na forma de ventiladores de UTI, concentradores de oxigênio e kits de EPI para mais de dez estados do país. “A pandemia é um desafio de saúde pública e uma crise humanitária”, disse Ajay Khanna, vice-presidente e chefe de país da Herbalife Nutrition na Índia. “Estamos empenhados em fazer tudo o que pudermos para ajudar nossas comunidades e nossa nação. A Herbalife Nutrition continua a fornecer suporte por meio da doação de equipamentos médicos e seu trabalho com seus parceiros para fortalecer a infraestrutura existente. A jornada para a recuperação completa só pode ser feita juntos, e faremos nossa parte para ajudar todos os índios a superar isso. ” A empresa também ofereceu programas de assistência direcionados para seus distribuidores e funcionários na Índia, incluindo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, aconselhamento médico, campanhas de vacinação e suprimentos de concentradores de oxigênio.

2021-06-25T17:38:56-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Revista Live Marketing – Instituto Avon lança linha exclusiva de produtos com vendas 100% destinadas ao enfrentamento da violência contra mulheres e atenção ao câncer de mama

O Instituto Avon, organização não-governamental que atua em prol da detecção precoce do câncer de mama e do enfrentamento das violências contra as mulheres e meninas, lança sua primeira coleção exclusiva de produtos que terão verba 100% destinada ao apoio e suporte de ações que beneficiarão mulheres e meninas em todo o País. Em 18 anos, o Instituto Avon, braço social da Avon no Brasil, já promoveu mais de 400 projetos e iniciativas que atenderam mais de 5,7 milhões de brasileiras. Diversificada, a linha apresenta acessórios para celular e itens para uso diários, como nécessaire, sacola retornável e lancheira térmica, entre outros. Ao todo, dez produtos serão disponibilizados nas páginas permanentes do Instituto Avon em edições da revista Moda e Casa. “A linha de produtos é uma grande conquista para o avanço das causas em prol das mulheres, pois com a verba arrecadada nós investiremos na continuidade do trabalho e no desenvolvimento de projetos e ações como, por exemplo, a Coalizão Empresarial Pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas e o Outubro Rosa”, explica Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon. A coleção, composta por nécessaire, sacola, caneca, garrafa, protetor de celular, anel para celular com espelho, lancheira, lancheira termina, colar apito e tigela de cerâmica, pode ser adquirida com as representantes da beleza Avon. Novos produtos serão apresentados a cada campanha, confira os itens disponíveis.

2021-06-25T17:36:52-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – IstoÉdinheiro – Natura declara guerra a tudo que mata e desmata

Sabe aquela coincidência que, de tão boa, parece que foi premeditada? É o que aconteceu com o grupo Natura&Co. Na mesma semana que o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles deixou o cargo – para alegria da fauna e da flora internacional – a Natura lançou duas grandes iniciativas de combate à fome e ao desmatamento. Na primeira frente, a companhia declarou que vai apoiar a campanha Tem Gente com Fome, criada pela Coalizão Negra por Direitos em parceria com Instituto Ethos, Anistia Internacional, Oxfam Brasil, Redes da Maré, Ação Brasileira de Combate às Desigualdades, 342 Artes, Nossas, Orgânico Solidário, Grupo Prerrogativas e Fundo Brasil.

O objetivo da ação é arrecadar fundos para iniciativas de combate à fome, à miséria e à violência durante a pandemia de Covid-19.

Com R$ 100 mil, serão doadas duas cestas básicas para cada uma das 500 famílias contempladas pela ação. A boa notícia da parte ambiental – além do Salles, é claro – é que a Natura decidiu lançar uma plataforma de monitoramento da Amazônia. A medida compõe uma série de ações do Compromisso com a Vida 2030, um plano de sustentabilidade que reúne 31 metas para enfrentar alguns dos desafios globais mais urgentes: crise climática, proteção da Amazônia, defesa dos direitos humanos, inclusão e abraçar regeneração em seus negócios até 2030. “Em nosso modelo de negócio garantimos o equilíbrio entre lucro e propósito”, disse Roberto Marques, CEO e presidente executivo do Conselho de Administração de Natura &Co. “Apenas 25% das empresas da Fortune 500 estão comprometidas em ser neutras em carbono até 2030. Então, está claro que o mundo ainda tem um longo caminho a percorrer.”

2021-06-25T17:33:12-03:00junho 25th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – BC projeta “ligeiro superávit” de US$ 3 bilhões para contas externas

O Banco Central (BC) manteve a projeção para o saldo das contas externas neste ano em 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). A previsão está no Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado hoje (24). No documento, o órgão elevou a estimativa de crescimento da economia de 3,6% para 4,6% em relação ao relatório anterior, de março. Com isso, o “ligeiro superávit” previsto para as transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, passou de US$ 2 bilhões para US$ 3 bilhões em 2021. Segundo o BC, a projeção tem mudanças pontuais em sua composição. “Em relação ao cenário anterior, as alterações incorporam preços de commodities mais altos, crescimento maior da atividade doméstica e internacional e taxa de câmbio mais baixa.” Na balança comercial, mantém-se a projeção do saldo de US$ 70 bilhões, enquanto se espera maior corrente de comércio. A previsão de valor recorde das exportações, de US$ 280 bilhões é atribuída principalmente ao aumento disseminado dos preços das exportações, em especial minério de ferro, petróleo e soja. Por outro lado, as vendas de produtos manufaturados não devem recuperar o patamar de 2019, perdendo espaço. Parte relevante do aumento esperado das importações, de US$ 186 bilhões para US$ 210 bilhões reflete mudanças na série histórica divulgada pelo Ministério da Economia . Além disso, segundo o BC, a atividade doméstica mais forte e o real mais valorizado têm impactado positivamente as importações, em particular as de bens intermediários. As contas de serviços e de renda primária também foram revisadas e em direções opostas. A redução do déficit em serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos, entre outros), de US$ 26 bilhões para US$ 19 bilhões, é motivada principalmente pelos menores gastos com aluguel de equipamentos, especialmente no setor petroleiro. Na renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), a perspectiva mais otimista para a atividade doméstica e o impacto positivo dos preços de commodities para empresas exportadoras levou ao aumento da projeção de despesas na conta de lucros e dividendos, de déficit de US$ 24 bilhões para déficit US$ 28 bilhões. No total, a projeção da renda primária foi de déficit de US$ 47 bilhões para déficit US$ 51 bilhões. Investimento estrangeiro No caso de um país registrar saldo negativo em transações correntes, é preciso cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo. A projeção para os ingressos líquidos de IDP segue em US$ 60 bilhões (3,8% do PIB) em 2021. “Todavia, espera-se maior contribuição do componente de participação no capital, que deve refletir a aceleração dos lucros e o melhor desempenho da economia, contrabalançado por entradas líquidas menores de empréstimos intercompanhia”, diz o relatório. Em 2020, foram registrados US$ 34,2 bilhões (2,38% do PIB) de investimentos externos no Brasil. Já a projeção de entrada de investimentos em carteira passivos foi elevada, de US$ 10 bilhões para US$ 21 bilhões. Se confirmada, 2021 será o primeiro ano com entradas líquidas nessa conta desde 2015. “O aumento do diferencial de juros entre Brasil e as principais economias avançadas, que torna os instrumentos de dívida locais mais atrativos, deve se tornar fator relevante para atração de capitais. Adicionalmente, em ambiente de melhora na percepção do risco-país, a conta de títulos no país deve refletir o aumento das emissões líquidas de títulos pelo Tesouro Nacional, resultando em novos ingressos ainda que a participação de estrangeiros se mantenha em níveis historicamente baixos. A conta de ações, após três anos de saídas líquidas, deve encerrar o ano em terreno positivo, refletindo o ambiente de menor volatilidade nos mercados globais e cenário mais favorável para a atividade econômica no país”, diz o relatório. Para os outros investimentos passivos – que incluem essencialmente depósitos, empréstimos e créditos comerciais – o aumento do diferencial de juros deve beneficiar a entrada de empréstimos de longo prazo no restante do ano. De acordo com o BC, o movimento, no entanto, tende a ser contrabalançado por saídas líquidas na conta de créditos comerciais, que teve entradas significativas até abril. Assim, a projeção total da conta de outros investimentos passou de saídas de US$ 4 bilhões para entradas líquidas de US$ 9 bilhões no ano.

2021-06-24T13:28:36-03:00junho 24th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – BC aumenta projeção de crescimento da economia de 3,6% para 4,6%

O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 3,6% para 4,6%. A informação consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado hoje (24) e, segundo o órgão, apesar da intensidade da segunda onda da pandemia de covid-19, os indicadores recentes da atividade econômica interna continuam mostrando evolução mais positiva do que o esperado. “Adicionalmente, a recuperação parcial da confiança dos agentes econômicos, as medidas de preservação do emprego e da renda, o prognóstico de avanço da campanha de vacinação, os elevados preços de commodities [produtos primários com cotação internacional] e os efeitos defasados do estímulo monetário indicam perspectivas favoráveis para a economia”, diz o relatório. Modelos matemáticos do BC também indicam que recentemente houve uma redução da sensibilidade da atividade econômica à intensidade da pandemia, fato que pode estar ligado à surpresa positiva com os dados da atividade no período. No primeiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1,2% em relação ao trimestre anterior, segundo o BC, retornando ao patamar do último trimestre de 2019, antes da pandemia, com resultados positivos nos três setores da economia: serviços, agropecuária e indústria. “O desempenho positivo ocorreu a despeito do ambiente de recrudescimento da pandemia da covid-19 e da retirada do auxílio emergencial para pessoas em situação de vulnerabilidade, superando as expectativas que grande parte dos analistas econômicos tinha na data do último Relatório de Inflação [em março]”, explicou o BC. Oferta de bens e serviços No mesmo sentido, a autoridade monetária espera que os programas do governo de auxílio às empresas preservem a oferta de bens e serviços no médio prazo e que a nova rodada de auxílio emergencial e a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas auxiliem a preservação do consumo das famílias, especialmente no segundo trimestre e no início do terceiro. Por outro lado, segundo o Banco Central, apesar da redução significativa dos riscos para a recuperação econômica, ainda há bastante incerteza sobre o seu ritmo de crescimento. Entre os fatores que podem diminuir a taxa de expansão estão o risco de surgimento ou disseminação de novas variantes de covid-19, com novas medidas temporárias de distanciamento social, a dificuldade para obtenção de insumos e os custos elevados em algumas cadeias produtivas, além de eventuais implicações da crise hídrica, a pior que o país vive em 90 anos. “A crise hídrica na bacia hidrográfica do Paraná pode ter implicações negativas para a geração de energia elétrica, para além do aumento de preços decorrente do maior acionamento de usinas termoelétricas”, diz o relatório. Alta da inflação Já a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar 2021 em 5,82%, no cenário com taxa de juros (Selic) em 6,25% ao ano em 2021 e 6,5% ao ano em 2022 e câmbio partindo de R$ 5,05. No relatório anterior, em março, a projeção era 5%. O BC também projeta que a inflação deve ser de 3,8% em 2022 e 3,25% em 2023. A estimativa está acima da meta de inflação para este ano que é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%. “Análise desagregada das projeções dos analistas mostra que a revisão altista da projeção abrangeu preços de alimentos, bens industriais e preços administrados, em particular gasolina e energia elétrica”, afirma o relatório do BC. “A inflação de curto prazo manteve-se pressionada, com destaque para a continuidade da alta dos preços das commodities, para a persistência do cenário de restrições de oferta de alguns materiais e insumos e para a deterioração do cenário hídrico, que tem rápida repercussão sobre o preço da energia elétrica mediante o acionamento de bandeiras tarifárias. Esses fatores mais do que compensaram os efeitos desinflacionários do recrudescimento da pandemia sobre os preços de serviços e da recente apreciação do real”, explicou. Em maio, o IPCA fechou em 8,06% no acumulado de 12 meses. No trimestre encerrado em maio, a alta foi de 2,08%, acima do patamar compatível com a meta de inflação e acima da previsão divulgada no Relatório de Inflação anterior, de 1,75%. A taxa foi, contudo, inferior à observada no trimestre anterior, de 2,48%. Em 2020, a inflação fechou em 4,52%, acima da meta de inflação para o ano, de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância, de 2,50% a 5,50%. Com a alta da inflação, o Banco Central elevou pela terceira vez consecutiva a taxa básica de juros, a Selic, de 3,5% para 4,25% ao ano. A instituição também sinalizou que deve promover nova alta na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em agosto. Esse é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.

2021-06-24T13:26:44-03:00junho 24th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Crédito concedido por bancos deve crescer 11,1% este ano, estima BC

O saldo do crédito concedido pelos bancos deve crescer 11,1% este ano, de acordo com o Relatório de Inflação, publicação trimestral do Banco Central (BC), divulgado hoje (24), em Brasília. A estimativa é maior do que a observada no relatório anterior: 8%. “O aumento decorre da mencionada surpresa referente à evolução do saldo nos últimos três meses e da reavaliação na trajetória esperada para o crédito, em contexto de maior atividade econômica, reedição do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e desta vez como linha de crédito permanente,e novas medidas de postergação de pagamentos”, assegura o BC. Em 2020, o saldo do crédito cresceu 15,6%, com alta de 11,2% para famílias e 21,8% para empresas. Para 2021, essa projeção de 11,1% vem do crescimento de 13,5% no crédito para famílias e de 8% para pessoas jurídicas. “Em resumo, a revisão na projeção de crescimento do estoque total de crédito para 2021 não trouxe mudanças qualitativas relevantes em relação ao cenário esperado no relatório anterior. Ainda se espera a volta do protagonismo do crédito às famílias no SFN [Sistema Financeiro Nacional] em ambos os segmentos. Porém, a incorporação no cenário de novos estímulos creditícios para as pequenas e médias empresas diminuiu a intensidade da desaceleração esperada no segmento de pessoa jurídica (PJ) direcionado”, afirma o relatório. Para o crédito livre, a projeção de expansão é 13,5%, com aumentos de 14% e 13% para os saldos de empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, respectivamente. A expectativa para o crédito direcionado é de aumento de 7,7% em 2021, com alta de 13% para as pessoas físicas e estabilidade para as empresas. O crédito livre é aquele em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito. Análise De acordo com o Banco Central, os dados do mercado de crédito divulgados desde o último relatório mostraram desempenho acima do esperado em todos os segmentos, com destaque para a trajetória do crédito direcionado, que surpreendeu nas operações com pessoas físicas e jurídicas. No crédito livre, houve destaque para o aumento nas contratações de pessoas jurídicas em março, principalmente nas linhas de desconto de recebíveis e financiamento às exportações. Nos financiamentos às empresas com recursos livres, a projeção passou de 10% para 13%, considerando o maior crescimento econômico e perspectivas favoráveis para o setor exportador. Em relação ao crédito direcionado para as empresas, a projeção passou a contemplar novo aporte ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), responsável por oferecer garantias às operações do Pronampe, assim como medidas pontuais de prorrogação de pagamentos. Com isso, a expectativa do BC é que o saldo de crédito registre estabilidade nesse segmento, em comparação com a projeção de queda de 7% no relatório anterior. No segmento de pessoas físicas, a projeção subiu de 12% para 14% no saldo dos empréstimos com recursos livres, com maior contribuição das operações de cartão de crédito à vista e financiamento de veículos. “A despeito do recrudescimento da pandemia, a resiliência desse segmento se mostrou uma surpresa, com efeitos bem menos intensos do que os vistos no ano passado”, explica o relatório. No crédito direcionado, a projeção de crescimento foi revista de 11% para 13%, influenciada pelo volume de concessões crescente nos financiamentos imobiliários no contexto de taxas de juros ainda baixas e pelo aumento nas contratações do crédito rural, em linha com o bom desempenho do setor agrário.

2021-06-24T13:24:43-03:00junho 24th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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