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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Estadão – Sem auxílio e sob restrições da pandemia, economistas apontam risco de recessão

Um movimento de revisão para baixo nas projeções de crescimento para o primeiro trimestre e para 2021 como um todo já estava em curso desde o ano passado, mas agora analistas alertam para uma queda do PIB também no segundo trimestre

RIO – Em meio ao recrudescimento da pandemia, a economia brasileira entrou em 2021 dando sinais de perda de fôlego. Sem o auxílio emergencial para trabalhadores informais, extinto a partir de janeiro, uma retração do Produto Interno Bruto (PIB) neste primeiro trimestre já estava no radar. Agora, vem crescendo o número de analistas que esperam queda também no segundo trimestre, configurando o que o mercado chama de “recessão técnica”, quando a economia se contrai por dois trimestres seguidos.

Com um Natal fraco para o comércio e com o setor de serviços terminando o ano ainda longe do normal, o sinal de dezembro foi de arrefecimento na retomada da economia. Para piorar, os primeiros dados de janeiro, como os índices de confiança do consumidor e dos empresários, o fluxo nas estradas e a venda de veículos, não foram bons.

Um movimento de revisão para baixo nas projeções de crescimento para o primeiro trimestre e para 2021 como um todo já estava em curso desde o ano passado. Agora, os dois trimestres seguidos de retração já estão no cenário das equipes de análise do banco BNP Paribas, da consultoria MB Associados e do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

A MB Associados passou a projetar duas retrações seguidas no PIB, tanto no primeiro (-0,8%) quanto no segundo (-0,3%) trimestres. Para o economista-chefe da consultoria, Sérgio Vale, um dos problemas é que a vacinação contra a covid-19 vai demorar a deslanchar.

“Estou otimista com as vacinas, e vejo chance de o programa de imunização acelerar ao longo do caminho, podendo ter impacto potencialmente explosivo lá na frente, já que mais vacinas estão surgindo. No começo, no entanto, a produção, aquisição de insumo, negociação política, é tudo mais lento e podemos entrar numa recessão leve”, diz Vale.

Outras equipes – como as dos bancos Citi, Goldman Sachs, Fibra e Santander e a da consultoria Tendências – veem a economia estagnada no primeiro semestre, combinando queda no PIB do primeiro trimestre com baixo crescimento no segundo.

Pessimismo
Dados econômicos da última semana corroboraram o cenário mais pessimista. Na quarta-feira, o IBGE informou que as vendas do varejo caíram 6,1% em dezembro ante novembro, bem abaixo das mais pessimistas projeções. Na quinta-feira, o desempenho negativo do setor de serviços – queda de 0,2% ante novembro, que não surpreendeu – confirmou o clima de desaceleração. Na sexta-feira, o IBC-Br, indicador de atividade do Banco Central (BC), veio com alta de 0,64% em dezembro, mas não foi suficiente para mudar o humor.

Segundo Bráulio Borges, economista sênior da LCA Consultores, se mantido o ritmo de crescimento de 3,14% do IBC-Br no quarto trimestre de 2020 sobre o terceiro, seria o suficiente para o PIB como um todo crescer 3,5% em 2021. Ou seja, se o crescimento for zero ao longo do ano, sempre na comparação de um trimestre com o imediatamente anterior, a economia já fecharia com ganho. É o que economistas chamam de “carregamento estatístico”.

“Qualquer crescimento na faixa de 3,0% ou 3,5% (em 2021 como um todo) significará que a economia estará andando de lado. Seria o crescimento mais elevado desde 2013, mas seria ilusório”, afirma Borges.

A LCA Consultores ainda não projeta dois trimestres seguidos de queda, mas, segundo Borges, pode haver retração no primeiro trimestre. Para o economista, mais preocupantes do que os dados do fim de 2020 que mostraram arrefecimento são os indicadores que já saíram sobre janeiro.

Fonte: Estadão

2021-02-17T08:01:20-03:00fevereiro 17th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Receita do Social Selling para aumentar os resultados

Como a tecnologia da plataforma móvel está melhorando o desempenho de vendas e simplificando a experiência digital.

Encontrar novas maneiras de se conectar com os clientes tem sido a chave do sucesso para empresas em meio a uma pandemia de isolamento. A falta de tráfego de pedestres nas lojas e encontros pessoais tem afetado muitas categorias do setor. Ainda assim, aqueles que sobreviveram e até prosperaram são aqueles que aprenderam como acessar os pontos de conexão móveis e online existentes.

Dentro desse cenário virtual, a tecnologia da plataforma móvel tornou-se uma solução cada vez mais atraente para o desafio da venda social em um mundo socialmente distante. A maioria das empresas de venda direta oferece um aplicativo móvel para acompanhar o folheto do produto. Ainda assim, alguns estão levando essa abordagem móvel ainda mais longe, oferecendo conteúdo de treinamento, comunicação interativa, lembretes baseados em comportamento, inscrição e amostragem por meio do aplicativo.

Antes da pandemia, a Avon, parte do Grupo Natura & Co, recorreu a uma plataforma de aprendizagem chamada Fuse para ajudar a resolver os problemas de aprendizagem que eles sentiam estarem impedindo os objetivos de negócios. Em janeiro, após integrar 45 de seus 50 mercados e 18 meses de parceria, a Avon anunciou os benefícios baseados em dados de sua nova abordagem de plataforma móvel para educação e treinamento: Representantes que usaram a plataforma com mídia (três a quatro vezes por mês ) ou alta frequência teve desempenho até três vezes melhor do que aqueles que não o fizeram.

“Analisamos diferentes métricas, como taxas de conclusão, consumo de conteúdo e níveis de interação, mas os dados mostraram muito claramente que era a frequência com que nossos empreendedores de beleza voltavam à plataforma Fuse que fez a maior diferença”, disse Avon’s Andy Stamps, gerente de experiência digital. “Foi aqui que vimos aumentos realmente dramáticos no desempenho dos negócios. Foi definitivamente um momento de mandíbula no chão. ”

As opções de tecnologia de plataforma estão crescendo. A vida muda e funciona! recorra à NOW Technologies para fornecer conteúdo compartilhável, distribuir conversores de vendas de call-to-action interativos e ampliar o envolvimento do distribuidor.

O vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios da NOW Technologies, Noah Westerlund, afirma que a implementação de uma plataforma de vendas sociais pode servir como um impulsionador de crescimento para as empresas. “É essencial que as empresas forneçam uma ferramenta simples e acessível aos seus distribuidores”, afirma. “Temos um mecanismo de comunicação robusto e uma plataforma de aquisição de clientes envolvente da qual todas as empresas de vendas diretas podem se beneficiar.”

As empresas fora do espaço de venda direta também estão se voltando para o valor que essas plataformas de venda social oferecem. A L’Oreal adquiriu uma participação minoritária na Replika Software, uma plataforma que capacita as marcas a “ativar em escala vendedores sociais para inspirar suas redes e gerar vendas de comércio eletrônico”. Embora o e-commerce já represente um quarto das receitas de vendas da L’Oreal, este novo foco na venda social por meio da tecnologia de plataforma é o próximo passo para alavancar o que a diretora digital da empresa, Lubomira Rochet, descreve como um “ecossistema de vendedores sociais para a categoria de beleza . ”

Manter os distribuidores engajados enquanto alimenta o interesse e as vendas nunca foi tão difícil, mas as plataformas de vendas sociais estão provando ser um dos recursos mais poderosos que a indústria pode utilizar.

“Isso mudou a maneira como as empresas de nossos clientes se mantêm conectadas e fortes e continuam a impulsionar suas receitas”, afirma Westerlund. “Vimos taxas incríveis de aquisição de clientes e grandes aumentos na atividade do distribuidor.”

Fonte: Direct Selling News

2021-02-16T11:22:24-03:00fevereiro 16th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Promessa de Bolsonaro de ampliar faixa de isenção do IR vai custar R$ 74 bi aos cofres públicos

Presidente quer passar renda livre do pagamento do imposto para R$ 3 mil; hoje, só é isento quem ganha menos de R$ 1.903,98

BRASÍLIA – A promessa de campanha renovada em janeiro pelo presidente Jair Bolsonaro de ampliar a isenção do Imposto de Renda custará quase de R$ 74 bilhões aos cofres públicos.

No mês passado, o presidente disse que tentaria passar a renda livre do pagamento do imposto para R$ 3 mil mensais. Em 2020, só ficaram isentos do IR quem tem renda inferior a R$ 1.903,98 por mês.

Estudo da Associação Nacional dos Auditores da Receita Fiscal (Unafisco), repassado com exclusividade ao Estadão/Broadcast, mostra que a nova promessa de Bolsonaro beneficiaria 4,3 milhões de contribuintes, que ficariam isentos do tributo. Isso representaria uma redução de R$ 73,87 bilhões na arrecadação do governo federal.

“O que estamos trazendo é que, se ele quer (isentar até R$ 3 mil), então saiba que custa R$ 74 bilhões. Temos de onde tirar se cortarmos privilégios tributários, mas é preciso que saiba o quanto custa e que terão que enfrentar esses privilégios. Tem que tirar do lugar certo”, afirma o presidente da Unafisco, Mauro Silva.

Ele lembra que os privilégios tributários concedidos pelo governo – como isenção de IR sobre lucros e dividendos, reduções de tributos a empresas do Simples e a igrejas e entidades filantrópicas – somaram mais de R$ 400 bilhões em 2020.

Desde a campanha, Bolsonaro, em um aceno à classe média, prometia ampliar a isenção do tributo. Na época, o compromisso era que passar o limite para cinco salários mínimos (hoje, seria o equivalente a R$ 5,5 mil)

“Vamos tentar pelo menos para 2022 passar para R$ 3 mil. Está hoje em dia mais ou menos R$ 2 mil, nós gostaríamos de passar para R$ 5 (mil). Não ia ser de uma vez toda, mas daria até o final do nosso mandato para fazer isso aí. Não conseguimos por causa da pandemia”, disse o presidente, em transmissão em suas redes sociais no dia 14 de janeiro.

Para o economista Fábio Klein, da Tendências Consultoria, não é o momento de fazer qualquer medida que implique em perda de arrecadação, ainda mais algo desse vulto.

“Uma sugestão como essa não casa com o modelo (liberal). O Brasil nunca corrige anualmente a tabela porque isso implica em perda de receita.

Se você pensar que o auxílio emergencial vai custar R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões, vai abrir mão de R$ 70 bilhões neste momento?” questiona.

Ele lembra que, apesar da defasagem na correção da tabela, a mudança implicaria em concentrar ainda mais o modelo tributário brasileiro em impostos sobre o consumo e não sobre a renda e patrimônio. Esse último é considerado socialmente mais justo, por atingir de forma maior quem ganha mais.

“A composição da tributação brasileira já é muito mais sobre o consumo. Se for por um modelo desses, você vai aumentar ainda mais essa desigualdade”, completa.

Defasagem
Segundo a Unafisco, a tabela de Imposto de Renda está defasada desde 1996 e acumula perda de 103,87%. Se fosse corrigida toda a defasagem,em 2021, praticamente 13 milhões de contribuintes deixariam de pagar o imposto. A defasagem acumulada chegaria a 113% em 2022 e a correção total representaria uma perda de R$ 111,78 bilhões na arrecadação federal.

Para o presidente da entidade, ao não corrigir a tabela do Imposto de Renda pelo menos nos anos em que está no governo, Bolsonaro descumpre outra promessa de campanha: a de não aumentar a carga tributária. “O não reajuste da tabela representa um aumento de imposto. Esse dogma do ideário liberal não está sendo respeitado ano após ano”, completa.

Pelos cálculos da associação, para ficar no “zero a zero” nos dois primeiros anos de seu governo, Bolsonaro teria que reajustar a tabela em 13,1%. Sem isso, acabará tendo um acréscimo de arrecadação de R$ 23,2 bilhões no período, e há um crescimento na carga tributária em 0,34 ponto porcentual neste ano.

Silva defende que o governo apresente um plano para corrigir, aos poucos, a tabela do Imposto de Renda, para tirar esse ônus das costas do contribuinte pessoa física. “Sabemos que R$ 112 bilhões representa um esforço fiscal muito grande e localizado para um só assunto, principalmente em uma época em que os custos da pandemia ultrapassam R$ 1 trilhão. Mas é necessário começar a fazer algo”, afirma.

O presidente sugere que o governo corrija, a cada ano, a inflação dos últimos 12 meses e de mais um ano que ficou para trás e que, concomitantemente, vá reduzindo benefícios tributários. “Isso representaria um custo anual de R$ 7 a R$ 8 bilhões. Se fizesse um plano de recuperar a perda gradualmente, daria para ser absorvido e cortar benefícios suavemente”, completa.

Fonte: Estadão

2021-02-16T11:08:49-03:00fevereiro 16th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Endividamento das famílias brasileiras bate novo recorde na pandemia, diz BC

Levantamento de novembro mostra que residências brasileiras consumiam 51% de sua renda com débitos bancários, renovando máxima registrada em outubro de 2020

BRASÍLIA – O endividamento das famílias brasileiras bateu novo recorde em novembro de 2020, em plena pandemia de covid-19. Segundo dados do Banco Central (BC), as dívidas bancárias atingiram 51% da renda acumulada das famílias nos 12 meses anteriores.

O recorde anterior havia sido registrado no mês de outubro de 2020, com 49,81% dos ganhos. A série histórica começou em janeiro de 2015. Entram na conta todas as dívidas com bancos, incluindo as de financiamento imobiliário.

Em janeiro de 2019 – ou seja, antes da pandemia –, esse indicador era de 45,19%. O menor porcentual registrado desde o início do levantamento é o de janeiro de 2005 (18,42%), que marca o começo da série histórica.

Comportamento
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) elaborou estudo sobre o comportamento do endividamento dos brasileiros em 2020.

O levantamento mostra que a média de famílias endividadas no ano passado cresceu 2,8 pontos porcentuais, quando comparado a 2019, alcançando 66,5%. Trata-se do maior resultado anual da série, que começou em 2010. Apesar de ter alcançado a máxima histórica, a variação do indicador em 2020 foi menor do que a registrada em 2019 (+3,3 pontos porcentuais).

O estudo da CNC também apontou crescimento de 1,5 ponto porcentual na proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso, alcançando 25,5%. Este indicador chegou a começar 2020 com números melhores do que os de 2019.

Assim como em anos anteriores, o cartão de crédito gera as principais dívidas das famílias – 78%, na média de 2020. Em segundo e terceiro lugares, ficaram, respectivamente, o carnê (16,8%) e o financiamento de carro (10,7%)

Fonte: Estadão

2021-02-16T11:04:43-03:00fevereiro 16th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – ‘Há dez anos não opero com banco comercial’, afirma empreendedor

Micro e pequenas empresas, como a de Mauri Pimentel, puxam o crescimento de cooperativas

Dono de uma empresa de consultoria e treinamento, Mauri Pimentel maneja toda a sua vida financeira pelo aplicativo do Sicoob. Há dez anos já não opera com nenhum banco comercial. “As taxas são muito mais competitivas”, comenta. O empresário lembra que muito antes de o Banco Central impor um limite às cobranças de juros do cheque especial, as cooperativas de crédito já ofereciam taxas acessíveis.

No meio da pandemia, quando viu seu faturamento desabar 80%, Pimentel recorreu ao Sicoob e teve acesso ao Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), lançado pelo governo). Com R$ 50 mil em mãos, e com juros de 3,5% ao ano, Mauri irrigou seu negócio no pior momento e pôde respirar.

No caso dele, a ida a uma agência é raridade. “Apenas em uma emergência”, conta. Todas suas necessidades, tanto como pessoa física quanto jurídica, são resolvidas pelo aplicativo ou internet banking.

Clóvis Amaral, dono de uma loja de peças, acessórios e serviços para motocicletas em Goiânia, é cooperado a uma das cooperativas do Sicoob há 17 anos. Logo no começo da pandemia, quando ficou com seu negócio com as portas fechadas por 30 dias, recebeu a visita do gerente da cooperativa para oferecer uma linha emergencial para capital de giro, que foi prontamente aceita. Clóvis pegou, assim, um empréstimo de R$ 80 mil, com juros de 0,7% ao mês.

Quando o governo lançou o Pronampe, o pequeno empresário recebeu mais uma ligação e visita de seu gerente. Recebeu a proposta de um empréstimo de R$ 200 mil. Clóvis pegou o crédito e aproveitou para pagar a dívida mais cara. “Se não fosse a cooperativa eu teria tido muitos problemas, como vi outras pessoas tendo”, ressalta o empreendedor.

Crédito corporativo

Foi a carteira do Sicoob para micro e pequenas empresas, setor carente de crédito nos grandes bancos, justamente a que mais expandiu no ano passado: 60%. Essa foi a grande alavanca para a carteira de crédito total do Sicoob crescer cerca de 30%, para um saldo de R$ 89 bilhões.

Segundo Almada, do Sicoob, a presença física é crucial. É com ela que a cooperativa conhece melhor as empresas, para entender o seu risco, uma vez que muitas dessas empresas não têm balanços organizados. “A cooperativa olha para o retorno social”, diz.

Fonte: Estadão

2021-02-16T11:02:15-03:00fevereiro 16th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Poltrona Vip – Lucas Penteado fala com Astrid Fontenelle no #ConversaTáOn, da Avon

A Avon reafirma o posicionamento ativista em causas sociais e lança a campanha #ConversaTáOn, que tem como objetivo promover diálogos e trocas mais aprofundadas sobre assuntos relevantes que dominam as redes sociais. A iniciativa começa neste domingo (14), às 23h30, e trará uma conversa entre o ator e produtor Lucas Penteado e a apresentadora Astrid Fontenelle.

O público poderá assistir o bate papo no Twitter da Avon e nas contas de Instagram da Avon Brasil e de Lucas. “Vamos somar nessa rede de acolhimento e amor!”, comenta Astrid, que debaterá com o ator os temas diversidade, racismo, cultura do cancelamento e violência psicológica.

“Mais do que uma campanha, queremos abrir espaços de diálogo e senso de coletividade, chamando as pessoas a aprofundarem conversas e questionarem estereótipos e visões equivocadas. Não temos a intenção de nos posicionar a favor ou contra nenhuma pessoa e não vamos incitar a cultura do cancelamento, mas sim construir pontes e alternativas, com respeito, leveza e conscientização. Nossas redes serão um espaço de troca, acolhimento e empatia.”, afirma Viviane Pepe, diretora de Comunicação da Avon Brasil.

“Temos muito a acrescentar como marca pioneira em estimular conversas, como fazemos há 135 anos, defendendo a elevação da autoestima, a inovação, a diversidade, o antirracismo e o estímulo ao empreendedorismo feminino, além de importantes mobilizações no enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas no Brasil e na prevenção do câncer de mama, por meio da atuação direta do Instituto Avon”, complementa a VP de Marketing, Danielle Bibas.

A #ConversaTáOn terá programação divulgada nos canais da Avon e por meio de QR Code no comercial veiculado pela marca na TV, convidando a audiência a participar. Os seguidores da Avon nas redes também poderão votar nos temas que considerarem mais relevantes para discussão e, a cada semana, especialistas, artistas e formadores de opinião irão debater sobre esses assuntos.

Além das lives, pílulas de conteúdo serão disponibilizadas nas redes sociais da Avon para aquecer o debate, trazendo novos pontos de vista sobre as questões que vão surgindo ao longo do programa, além de enquetes e cards compartilháveis produzidos com o suporte de especialistas nos temas.

Fonte: Poltrona Vip

2021-02-15T09:26:18-03:00fevereiro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Profissionais de venda apelam para o telefone para interagir com clientes

Pesquisa mostra que uso da ferramenta de comunicação tradicional ressurgiu na pandemia

Uma nova pesquisa indica o impacto sobre a carreira e a rotina dos vendedores no Brasil que, em muitos casos, perderam visitas a campo e lojas, viagens com clientes e o contato presencial que pautava o relacionamento para as vendas. O estudo, realizado pela plataforma de treinamentos de vendas B2B neoxs, ouviu 161 profissionais de áreas comerciais de empresas de diferentes setores da economia brasileira em dezembro de 2020.

Duas conclusões chama atenção. A primeira é o tempo médio de negociação para o fechamento de uma venda, que passou a ocorrer on-line, aumentou para mais da metade dos entrevistados. A segunda é mais curiosa: embora as ferramentas digitais tenham se consolidado como o principal meio de acessar o cliente, foi o bom e velho telefone que ganhou protagonismo na rotina dos vendedores na crise.

Quase 80% dos entrevistados disseram utilizar a ligação tradicional para prospectar clientes. “O telefone ressurgiu para esses profissionais em função da limitação do presencial. A voz ganhou importância nessa relação com o cliente porque, diferente das outras plataformas, onde é preciso mandar a mensagem e esperar a resposta, no telefone a troca é mais instantânea”, avalia Mauricio Vergani, CEO da Neoxs. E-mail, mensagem de WhatsApp e rede sociais foram citadas como ferramentas também por 71,6%, 64,2% e 58,7% dos entrevistados, respectivamente.

Em sua visão, os vendedores perceberam que, embora o digital tenha ganhado importância para eles, os clientes foram abundados com soluções e plataformas – e, nesse sentido, a abordagem mais tradicional foi uma estratégia melhor. Mas para a ligação funcionar, avalia Vergani, é preciso realizar uma preparação prévia para criar uma abordagem 100% personalizada.

“Nas interações presenciais, os clientes tinham mais tempo para trocar ideias com os vendedores, responder a dúvidas deles, e esperar que eles trouxessem depois a resposta. A sensação agora é que todos estão mais impacientes, então os profissionais de vendas já precisam chegar com a solução”, diz. Ele quantifica essa estratégia: “É se preparar ao menos 1h30 para uma ligação de 3 minutos. A produtividade agora é medida pela assertividade e não pelo volume”. Na pesquisa, porém, que 53,2% dos entrevistados investem menos de 1 hora ou não se preparam e apenas 15,6% dos respondentes declararam gastar 2 horas ou mais planejando a sua abordagem.

Para cerca de 40% dos entrevistados, a variação da taxa de aproveitamento em oportunidades e fechamentos de vendas diminui em comparação a 2019, mas aumentou para 31,2% aumentou. Vender também ficou mais difícil: os gestores comerciais de vendas B2B ouvidos na pesquisa consideram que vender está 67,9% mais difícil em meio a tantas mudanças. Em termos de perspectivas, quase 90% dos gestores entrevistados veem 2021 como mais otimismo e mais da metade disse que vai manter suas equipes. Vergani também avalia que o storytelling ganhou mais relevância na carreira dos vendedores. “Ser um bom contador de história não estava no radar de muitos. Mas os vendedores mais bem-sucedidos agora são os que utilizam técnicas que ajudar os clientes a perceberem que ele está ‘dentro’ do problema deles”.

Fonte: Valor Econômico

2021-02-15T09:22:34-03:00fevereiro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – ‘Discriminação no crédito ficou mais evidente na pandemia’

Fernando Ribeiro, presidente da Kobold, diz que empresas menores são as mais penalizadas

A forma como os bancos emprestam recursos, com o olhar para seu balanço financeiro e com exigência de garantias, desenvolve uma “discriminação no crédito”, na qual empresas de menor porte são penalizadas com uma taxa de juros mais alta, afirma Fernando Ribeiro, presidente da Kobold, gestora especializada na gestão de fundos creditórios (FIDCs). Esse cenário ficou mais em evidência na pandemia, especialmente no pior momento da crise, na qual as grandes empresas tiveram acesso a liquidez, enquanto as empresas menores não. A seguir, trechos da entrevista:

Por que o crédito é discriminatório?

A maneira em que o crédito é oferecido ao mercado vem com dogmas seculares. O grande, médio e pequeno são considerados pelos seus números e suas disponibilidades de garantias. O acesso ao crédito mais barato é para quem é mais forte e grande e mais caro para quem tem uma estrutura mais frágil de capital. Essa forma de conceder crédito não potencializa as estruturas de negócio e provoca o empoçamento de crédito e discriminação, de alguma forma.

E isso ficou mais claro na pandemia?

A discriminação ficou mais evidente na pandemia. No começo houve muita busca por crédito e os grandes conseguiram, pois tinham menos risco. Para as pequenas e médias o melhor modelo foi o Pronampe, mas mesmo assim não atendeu a todas.

E como o risco das empresas pode ser medido?

O risco não pode ser medido por uma foto do passado, sem compreender o presente. Se um pequeno empresário cumpre o que propõe em suas transações com uma grande empresa, ele não pode ser penalizado pelo seu tamanho. A tecnologia já permite que essa análise seja feita, capturando em tempo real uma série de evidências ao longo da vida da transação.

Mas como dar crédito mais barato a empresas menores?

É preciso fortalecer as cadeias e dar um novo outro olhar ao crédito. Não por foto, mas por filme. É preciso conhecer as condições da cadeia, conhecer o propósito e aí precificar o risco. Com o crédito, você fortalece a empresa, a cadeia e a empresa protagonista também. Há melhora em todo o ecossistema e mais saúde para as pontas que estão mais frágeis.

E as empresas protagonistas de cadeias de fornecedores estão mais sensíveis ao tema?

Estamos em conversas com mais cadeias para oferecer a infraestrutura em que grandes empresas fazem o crédito chegar aos pequenos. Fechamos com a SAP e em breve deveremos anunciar uma parceria com uma multinacional no setor de equipamentos médicos. As cadeias perceberam a necessidade de manter a sua cadeia sadia.

Fonte: Estadão

2021-02-15T08:57:10-03:00fevereiro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Ipea aponta recuo da inflação para as famílias de menor renda

Para famílias de renda mais alta a inflação passou de 1,05% para 0,29%

A taxa de inflação para as famílias de renda mais baixa (cujo rendimento familiar mensal é menor que R$ 1.650,50) registrou um recuo de 1,58%, em dezembro, para 0,21% no primeiro mês de 2021. A informação consta do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda referente a janeiro, divulgado hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A análise mostrou ainda que, na faixa com as famílias de renda mais alta (com rendimento domiciliar superior a R$ 16.509,66), a taxa de inflação passou de 1,05% para 0,29% no mesmo período.

Segundo a pesquisa, em janeiro, embora a pressão no preço dos alimentos ainda tenha sido registrada, esse impacto foi menor do que em dezembro. Onze dos 16 itens que compõem o subgrupo de alimentação apresentaram desaceleração da inflação, com destaque para arroz (recuo de 3,84% para 0,24%), carnes (3,58% para -0,08%), frango (2,75% para -0,07%), leite (157% para -1,35%) e óleo de soja (4,99% para -1,08%).

Para o Ipea, o principal alívio para o segmento mais pobre da população foi a redução dos preços de energia elétrica: a deflação de 5,6% das tarifas conseguiu anular as altas de aluguel (0,55%) e do gás de botijão (3,19%).

A energia elétrica não contribuiu tanto para desacelerar a inflação na faixa de renda mais alta da população, pois esse item tem peso menor na cesta de consumo dessas famílias. Ao mesmo tempo, elas foram mais atingidas pelo aumento de 2,17% da gasolina. O impacto do grupo de transportes sobre essa faixa de renda só não foi maior graças à deflação das passagens aéreas (-19,9%) e dos transportes por aplicativo (-12,1%).

Além dos combustíveis, os reajustes de 0,66% dos planos de saúde e de uma série de serviços, como costureira (1,32%), depilação (1,28%) e cartório (7,82%), ajudaram tornar a desaceleração inflacionária menos intensa para as famílias mais ricas em janeiro.

Em comparação com janeiro de 2020, somente as famílias de renda muito baixa e renda média alta (com rendimentos entre R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66) apresentaram taxas de inflação um pouco menores, com redução de 0,23% para 0,21% e de 0,28% para 0,27%, respectivamente.

De acordo com o Ipea, a classe com a maior variação nesse período foi a de renda mais alta, passando de 0,18 % em janeiro de 2020 para 0,29% no primeiro mês de 2021. No entanto, entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2021, a inflação das famílias mais ricas (2,9%) segue bem abaixo da observada no segmento mais pobre (6,2%).

Fonte: Agência Brasil

2021-02-15T08:54:52-03:00fevereiro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Reunião de Esclarecimentos sobre as linhas de crédito ofertadas pelo Governo do Estado de São Paulo e oportunidades para nossa força de vendas

Em razão dos recentes anúncios do Governo do Estado de São Paulo, acerca da liberação de linhas de créditos (mais de 70 milhões) destinas a empreendedores para o enfrentamento da pandemia e a manutenção de suas atividades, realizamos reunião com a Cordenadora de Parcerias da Desenvolve SP (Magali Michelutti), visando entender as peculiaridades do sistema e oportunidades para nossa força de venda.

A aproximação resultou a oportunidade da ABEVD firmar acordos de cooperação com a Instituição financeira, de modo favorecer o modelo de negócio e facilitar o dia-a-dia das empresas de venda direta.

2021-02-14T14:28:49-03:00fevereiro 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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