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ABEVD NA MÍDIA | NEWS

Clipping de Notícias das Empresas de Vendas Diretas e Parceiros. Confira:

Estadão – BC mantém Selic em 2% ao ano, mas economistas veem alta de juros em 2021

Está é a quarta vez que a taxa básica de juros da economia fica inalterada pelo Copom; projeção de analistas é que Selic termine 2021 em 3,50% ao ano

BRASÍLIA – Mesmo com a alta recente da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, manter a Selic (a taxa básica da economia) em 2% ao ano. Esta é a quarta vez que a Selic não sofre alteração, após nove cortes consecutivos. Com isso, a taxa se manteve no piso da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996.

O colegiado, no entanto, retirou o “forward guidance” – prescrição futura, no jargão inglês – adotado desde agosto que estabelecia condições sob as quais o Copom se comprometia a não elevar os juros.

A decisão desta noite era largamente aguardada pelo mercado financeiro. De um total de 58 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas esperavam pela manutenção da Selic em 2% ao ano. Para o fim de 2021, as casas esperam desde uma Selic estável em 2% até um aumento dos juros a 4,75% ao ano. A projeção mais comum é que a taxa acabe 2021 em 3,50%.

Ao justificar a decisão de hoje, o BC avaliou que manutenção da Selic em 2% ao ano é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante, que inclui o ano-calendário de 2021 e, principalmente, o de 2022.

Sobre a retirada do “forward guidance”, o BC informou que as condições deixaram de ser satisfeitas já que as expectativas de inflação estão próximas da meta. Desde agosto do ano passado, o Copom passou a usar o instrumento se comprometendo a não elevar os juros de acordo com três condições: projeções de inflação abaixo da meta no horizonte relevante, manutenção do regime fiscal e expectativas de longo prazo ancoradas. Na reunião de dezembro, o Copom já havia sinalizado que o “forward guidance” seria abandonado “em breve”.

Segundo o BC, isso não significa, no entanto, que haverá uma elevação da taxa de juros, “pois a conjuntura econômica continua a prescrever, neste momento, estímulo extraordinariamente elevado frente às incertezas quanto à evolução da atividade”.

As dúvidas sobre a possibilidade de o BC manter a Selic em 2% ao ano por muito tempo se ampliaram recentemente. Isso porque dados mostraram uma inflação acelerada. O IPCA – índice oficial de inflação – fechou dezembro com alta de 1,35%. Gastos com alimentação e preços administrados (como energia elétrica) têm pressionado o índice. No acumulado de 2020, houve alta de 4,52%. Neste cenário, com uma inflação mais alta, o BC seria obrigado a subir os juros.

Com expectativas de inflação mais elevadas, o mercado financeiro vem projetando o reinício da alta de juros para meses mais próximos. Conforme o Relatório de Mercado Focus, que compila as projeções das instituições financeiras, a expectativa mediana é de que a Selic suba em agosto deste ano. Estes cálculos, porém, foram feitos antes da decisão de hoje do Copom.

O centro da meta de inflação perseguida pelo BC em 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2% a 5%).

Fonte: Estadão

2021-01-21T09:46:55-03:00janeiro 21st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Governo federal lança sistema para simplificar a abertura de empresas

São Paulo e Rio de Janeiro já aderiram ao Balcão Único

O Ministério da Economia lançou hoje (20) o Balcão Único, um projeto que permitirá aos cidadãos abrirem uma empresa “de forma simples e automática, reduzindo o tempo e os custos para iniciar um negócio no Brasil”. A primeira cidade a aderir ao projeto foi São Paulo, que já disponibilizou o novo sistema no dia 15. A próxima cidade a oferecer a ferramenta será o Rio de Janeiro.

De acordo com o ministério, por meio de um formulário único e totalmente digital, empreendedores podem abrir empresas em apenas um dia e sem necessidade de percorrer vários órgãos públicos.

Tudo poderá ser feito no mesmo ambiente virtual: recebimento das respostas necessárias da prefeitura; registro da empresa; obtenção do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e inscrições fiscais; desbloqueio do cadastro de contribuintes; recebimento das licenças, quando necessárias; e ainda o cadastro dos empregados que serão contratados. O Balcão Único permitirá ainda que os empreendedores possam, no momento da abertura da empresa, realizar o cadastro de empregados pelo e-Social.

Em nota, a pasta explicou que, segundo relatório do Banco Mundial, para abrir uma empresa nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo era necessário cumprir 11 procedimentos – alguns, em órgãos distintos – o que levava, em média, 17 dias e gerava um custo que representa 4,2% da renda per capita. Esses dados colocaram o Brasil na 138ª posição no quesito abertura de empresas, entre os 190 países avaliados pelo Banco Mundial.

“A transformação digital em um Balcão Único no modelo de one stop shop fará o Brasil ganhar posições no ranking mundial quanto à facilidade de fazer negócios”, disse o Ministério da Economia.

Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, o governo federal quer expandir o sistema para todo o Brasil.

O projeto é liderado pela Receita Federal e pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital e foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Fonte: Agência Brasil

 

2021-01-21T09:44:39-03:00janeiro 21st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – País terá PIB per capita este ano 2,3% menor que em 2019

Estudo da FGV leva em conta encolhimento de 2020 e crescimento de 2021 com base na pesquisa Focus e no FMI

O Brasil deve encerrar 2021 com PIB per capita 2,3% abaixo de 2019, ano anterior à pandemia – e esse indicador não tem prazo para retornar ao que era antes da crise. O alerta partiu dos pesquisadores da Fundação Getulio Vargas Claudio Considera e Juliana Trece, em estudo divulgado ao Valor.

Os economistas levam em conta projeções de mercado, do boletim Focus e do FMI, que sinalizam queda de 5,1% no PIB per capita em 2020, devido à pandemia; e crescimento de cerca de 3% na economia em 2021. Mas a recuperação na atividade esperada para este ano não será suficiente para superar perdas da economia brasileira com a crise em 2020, resumiu Considera.

Isso afeta o PIB per capita. O Brasil não está sozinho: de 200 países analisados no estudo, só 30 conseguirão retornar em 2021 ao PIB per capita anterior à pandemia.

Juliana Trece disse que em 2019 o PIB per capita era R$ 35.247. Deve ter caído para R$ 33.449 em 2020 e pode chegar a R$ 34.453 este ano.

A incapacidade de recuperação de PIB per capita no país em 2021, mesmo com estimativa de alta na economia esse ano, leva em conta dois fatores. O primeiro: o “baque” na atividade de 2020 foi muito grande. As projeções da FGV apontam para queda em torno de 4,4% no PIB do ano passado. O segundo é a constatação que, mesmo antes da covid-19, a atividade não vinha em ritmo de crescimento elevado.

O cenário desafiador mesmo antes da covid-19 faz com o PIB per capita do país se recupere a ritmo mais lento do que a média mundial. No estudo, a média do PIB per capita mundial em 2021 ainda vai estar 1,4% abaixo de nível de 2019.

O indicador do Brasil deve ficar menos desfavorável do que média das economias da América Latina. Nesse bloco, o PIB per capita deve encerrar 2021 ainda 6,5% abaixo do de 2019. O desempenho do continente é afetado por resultados muito ruins, com quedas mais intensas que a média mundial. É o caso da Venezuela, que deve encerrar este ano com PIB per capita 31,9% abaixo de nível covid, e da Argentina, com 9,3% a menos.

No caso das economias emergentes – incluindo o Brasil -, o PIB per capita deve terminar o ano, em média, 0,4% acima de nível de 2019, sendo o único bloco a ter resultado positivo. Mas o desempenho se deve quase exclusivamente à China, que deve encerrar ano com PIB per capita 9,6% acima de 2019.

Questionados sobre quando PIB per capita brasileiro voltaria ao “normal”, com patamar equivalente ao de antes da pandemia, os técnicos foram taxativos ao dizer que não há como fazer previsão adequada. “Depende de inúmeros fatores, e ainda há muitas incertezas”, afirmou Juliana. Para Considera, a “recuperação da atividade econômica depende de retorno de convívio social, e isso só ocorrerá com a vacina”.

Fonte: Valor Econômico

2021-01-21T09:42:37-03:00janeiro 21st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Akmos apresenta hidratante corporal Rénover, com nutrição prebiótica

Tecnologia que é tendência mundial em nutrição e cuidado agora disponível em todo o Brasil

A Akmos, uma das empresas de venda direta multinível que mais cresce no país, começa o ano de 2021 com mais uma novidade: o hidratante corporal Rénover. A partir de hoje (18), o produto já está disponível nas mais de 60 franquias da marca de Norte a Sul do Brasil, além de poder ser adquirido com milhares de empreendedores Akmos. Dessa forma, a marca pretende levar o que existe de mais atual em nutrição corporal para brasileiros com os mais diversos tipos de pele.

Com nutrição prebiótica, uma fórmula inteligente que se adapta às mudanças diárias da pele, o hidratante corporal Rénover oferece a combinação ideal entre tecnologia e ingredientes naturais. O lançamento vem para completar a linha Rénover, que conta com hidratante para os pés e esfoliante. Os três produtos, juntos, oferecem uma experiência única, renovando a rotina de cuidados com a pele. Com absorção instantânea e fragrância suave de óleo de andiroba, óleo de amêndoas doces e manteiga de Murumuru, o Rénover vem em uma embalagem de 150 gramas, ideal para levar para onde for e reaplicar ao longo do dia.

Clean label, hipoalergênica e vegana, a fórmula suave do Rénover se adapta às necessidades da pele, que é constantemente transformada por variações no sono, alimentação, hormônios, estresse e outros estímulos, podendo apresentar características distintas ao longo do mês, até mesmo do dia. Segundo Mythali Garcia, farmacêutica da Akmos, o hidratante atua não apenas na nutrição, mas também na proteção da pele. “Os prebióticos atuam como alimento para bactérias benéficas, estimulando as defesas da pele e combatendo microorganismos a partir da criação de uma barreira física protetora. Isso é muito importante, já que a cada banho removemos a proteção natural da pele”, explica.

Venda direta: empreendedorismo e fácil acesso aos produtos

Qualquer pessoa pode sem tornar um empreendedor Akmos, facilitando ainda mais a comercialização dos mais de 300 produtos inovadores da empresa, focados em beleza e bem-estar. As linhas de Nutrição, Suplementação, Cosmética, Vestuário Tecnológico, Perfumaria e Maquiagem são sucesso de venda tanto em franquias, presentes em 23 estados, quanto na venda direta.

Com este o modelo de negócio, os revendedores podem atuar sozinhos, no horário que tiverem disponibilidade, ou formar equipes de vendas, com margens de até a 100% de lucro. Além disso, a Akmos oferece treinamento on-line para todos os seus empreendedores, por meio da plataforma Universidade Akmos, para que eles alcancem resultados melhores, e disponibiliza toda a sua infraestrutura para treinamentos e aperfeiçoamento dos grupos de venda. Mais informações em www.akmos.com.br.

Fonte: Assessoria de comunicação

2021-01-20T09:39:04-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Documentário de conservação produzido por Mary Kay Inc. estreia no Bayou Film Festival

O documentário de conservação Guardians of the Gulf, produzido pela Mary Kay Inc. com a Media One, começará a ser exibido online no dia 20 de janeiro, como parte do 16º Festival de Cinema anual de Cinema no Bayou.
Filmado, dirigido e produzido por uma equipe feminina, Guardians of the Gulf explora os impactos de desastres naturais catastróficos, furacões, pesca predatória, escoamento agrícola e derramamento de óleo em um dos ecossistemas de maior biodiversidade da Terra.

O filme foi criado em parceria com The Nature Conservancy, que, junto com Mary Kay e Media One, visitou as costas do Texas, Alabama e México para contar as histórias frequentemente esquecidas sobre a preservação do Golfo. Por meio da resiliência de conservacionistas e de conversas com pescadores locais, operadores turísticos, chefs e líderes estudantis, o filme explora como aumentar a sustentabilidade e promover mudanças por meio da ação.

Fonte: Direct Selling News

2021-01-20T09:32:12-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – “Melhor política econômica é a vacina”, diz Castelar

Para economista do Ibre, crescimento de 3,5% para este ano é “fraco” e viés é de alta, se o cenário positivo se concretizar

O crescimento na faixa de 3,5% esperado para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil este ano é bastante fraco e o viés nessa projeção é para cima, mas para que um cenário mais positivo e com retomada mais forte se concretize, “a melhor política econômica é a da vacina”. A avaliação é de Armando Castelar, coordenador de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), que foi o convidado de ontem da Live do Valor.

Segundo Castelar, 2021 será um ano de duas metades bem marcadas para a economia brasileira, com um primeiro semestre “muito triste” e um segundo semestre “mais animado” por causa da vacina. Até lá o nível de atividade estará sob efeito de contração fiscal, devido ao fim do auxílio emergencial, e também das incertezas sobre o processo de vacinação.

“O quão triste o primeiro semestre vai ser depende de coisas que não dominamos: de quanta vacina vai ter, de quantas pessoas vão querer se vacinar. São coisas complicadas de prever”, disse Castelar, que destacou, também, o ponto de partida favorável deixado pelo ano passado para o crescimento de 2021. Dos cerca de 3,5% previstos para a expansão do PIB, 2,8% se deveriam somente ao carregamento estatístico do fim de 2020, estimou.

“Mas nem tudo são notícias ruins”, ponderou. Para ele, o setor externo será um impulso à atividade este ano. Commodities como soja, minério de ferro e petróleo, que o país exporta, estão em alta, o que atrairá investimentos. Além disso, segmentos que já mostraram recuperação, como a indústria de transformação e as vendas de alguns ramos do comércio, devem continuar com bom desempenho, avaliou. Do lado negativo, a fraqueza dos serviços pessoais e do setor de transportes continua “segurando” a economia, observou Castelar, e isso só vai mudar quando a pandemia estiver controlada.

“O que faz o PIB não estar crescendo são serviços do governo, particularmente aulas, e serviços pessoais. Para isso não adianta dar estímulos, porque não resolve o problema de contágio da covid. O que resolve é a imunidade.” Em sua visão, a melhor política econômica no momento seria “a da vacina”.

A relativa ineficiência dos estímulos ficou clara, na avaliação de Castelar, ao longo de 2020, quando houve forte aumento da poupança das famílias, apesar dos incentivos fiscais. Para ele, a geração de empregos vem se recuperando desde meados de 2020, mas de um patamar muito baixo. A tendência é que essa trajetória continue, mas ao mesmo tempo haverá alta da taxa de desemprego, porque muitas pessoas vão voltar a buscar ocupação após a retirada do auxílio.

Há muita discussão entre especialistas sobre qual será o destino da “poupança precaucional” feita na pandemia, lembrou o coordenador do Ibre/FGV. Em sua percepção, que, ponderou, é apenas uma especulação, “quando houver sintomas de imunidade coletiva, as pessoas vão tirar férias, vão a festas, vão sair e gastar como nunca na vida.”

Ele se disse pouco otimista com a aprovação de reformas estruturais. “Acho que vamos viver um congelamento dessas reformas.”

Fonte: Valor Econômico

2021-01-20T09:26:58-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Vale-transporte gera créditos de PIS e Cofins

Entendimento está em solução de consulta publicada na segunda-feira pela Divisão de Tributação (Disit) da 7ª Região Fiscal

A Receita Federal passou a permitir créditos de PIS e Cofins sobre vale-transporte, e não só para as empresas de limpeza, conservação e manutenção – conforme previsão nas leis que tratam das contribuições sociais. Em solução de consulta publicada na segunda-feira, a Divisão de Tributação (Disit) da 7ª Região Fiscal (ES e RJ) afirma que o benefício vale também para indústrias e demais prestadores de serviços.

O entendimento da Receita sobre insumos, segundo advogados, vem sendo alterado depois de os contribuintes vencerem julgamento bilionário no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em recurso repetitivo, a 1ª Seção afastou, por maioria de votos, a interpretação restritiva adotada pelo órgão.

Para os ministros, deve-se levar em consideração a importância – essencialidade e relevância – do insumo para a atividade do empresário. Como o uso de créditos pode reduzir o valor das contribuições, o tema é de grande relevância para os contribuintes e a Fazenda Nacional.

Na Solução de Consulta nº 7.081, a Receita Federal levou em consideração o fato de o vale-transporte, fornecido aos funcionários que trabalham diretamente na produção de bens ou na prestação de serviços, ser uma “despesa decorrente de imposição legal”.

“É uma imposição da legislação trabalhista e, por esse motivo, deve ser considerado insumo para fins de créditos de PIS e Cofins”, diz Douglas Rogério Campanini, sócio-diretor da Athros Auditoria e Consultoria.

Ele lembra que nos últimos anos, por meio de um parecer técnico (nº 5, de 2018) e uma solução de consulta (nº 45, de 2020), a Receita tratou do assunto. Na primeira norma, manteve sua posição contra a tomada de créditos de PIS e Cofins sobre gastos com vale-transporte.

Na outra, porém, a Coordenação-Geral de Tributação (Cosit) abriu a possibilidade de abatimento dos gastos com pessoa jurídica para o transporte de empregados. Como no texto o órgão, além do setor de limpeza, trata de forma geral de “produção de bens ou de prestação de serviço”, o consultor tributário considera que o entendimento valeria para todos os contribuintes.

Para a advogada Luciana Aguiar, sócia do Bocater Advogados e professora da FGV-SP, a solução de consulta da 7ª Região Fiscal é positiva ao tratar do vale-transporte, mas está equivocada em relação aos demais itens abordados – vale-refeição, vale-alimentação e uniformes. Pelo entendimento da Receita, o benefício só valeria para o setor de limpeza, conservação e manutenção.

“Os vales [refeição e alimentação] não estão em lei, mas podem ser exigidos em acordos ou convenções coletivas, o que obriga o empregador a fornecê-los”, diz a advogada. “Então, o entendimento deveria ser o mesmo.”

João Cipriano, sócio da área tributária do Miguel Neto Advogados, afirma que a solução de consulta “trata de forma desigual alguns gastos que são equivalentes”. “Se quem trabalha na produção de alimentos não estiver vestido adequadamente, a atividade pode ser paralisada pelos órgãos reguladores. Equivale dizer que gastos com uniforme são essenciais.”

Fonte: Valor Econômico

2021-01-20T09:22:55-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança do empresário do comércio cai 2,2% em janeiro, diz CNC

Efeitos da pandemia influenciam desempenho do setor

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos. Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que os efeitos da pandemia ainda influenciam a confiança dos comerciantes. Ele disse que, tradicionalmente, janeiro é um mês mais modesto para o consumo. “Passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares”, comentou.

O índice referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais e o que avalia as expectativas no curto prazo registraram quedas e, por serem dois dos principais índices do Icec, impactaram o resultado negativo do indicador principal.

Enquanto o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais passou para 80,5 pontos com o recuo de 5,8%, o indicador que avalia as expectativas no curto prazo apresentou retração pela segunda vez consecutiva, agora de 2,3% e atingiu 142,1 pontos. Mesmo assim, é o único dos indicadores do Icec acima dos 100 pontos.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, considerou entre os motivos para a influência que levou ao resultado negativo podem estar o aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor nas compras.

“A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce”, acrescentou.

Investimentos
O único a apresentar resultado positivo (1%) foi o índice que mede as intenções de investimento. Com isso, alcançou 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo em dezembro. Um outro destaque também foi a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e fechou o mês com 121 pontos.

O economista informou que, nos últimos quatro anos, a intenção de aumentar o quadro de funcionários tem registrado variações positivas em janeiro.

“O planejamento dos empresários pode incluir aumento do número de pessoal para os próximos meses se a recuperação do emprego, consumo e da geração de renda permanecer em um ritmo satisfatório”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-20T09:20:07-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Copom deve manter juros básicos em 2% ao ano

Resultado da reunião será divulgado no fim da tarde

Apesar da alta na inflação nos últimos meses, as instituições financeiras apostam na manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, no menor nível da história. A taxa que vigorará nos próximos 45 dias será divulgada hoje (20), no fim da tarde, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

A estimativa de manutenção da taxa consta do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central (BC).

O Copom reúne-se a cada 45 dias. O anúncio da Selic ocorre após a segunda parte do encontro, em que os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a taxa. Ontem (19), no primeiro dia da reunião, foram feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro.

Meta de inflação
A Selic representa o principal instrumento do governo para controlar a inflação, garantindo que ela fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2021, a meta está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Para 2022, a meta é 3,5%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Até alguns meses atrás, as instituições financeiras projetavam inflação abaixo do centro de meta. A situação, no entanto, mudou com a recente alta no preço dos alimentos. Os analistas consultados no boletim Focus agora projetam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará o ano em 3,43%. Para 2022, a estimativa está em 3,5%.

Controle da demanda
O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.

Ao manter a Selic no mesmo patamar, o Copom considera que as alterações anteriores nos juros básicos foram suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-20T09:18:09-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

A Crítica (Manaus/AM) – Projeto de Djuena Tikuna é contemplado pelo Natura Musical

O álbum “Torü Wiyaegü” será gravado com o apoio do edital nacional, um dos mais importantes do Brasil

Cantora do povo Tikuna, a maior nação indígena do País, Djuena é uma artista da Amazônia, mais especificamente da região do Alto Solimões. Mas, no que depender do Natura Musical, sua música é do Brasil. Recentemente contemplada pelo projeto nacional, Djuena anuncia o trabalho “Torü Wiyaegü”, que na língua de seu povo significa ‘Nosso canto’.

De acordo com a artista, o trabalho será um registro da música tradicional Tikuna. “As canções tradicionais serão interpretadas por mim e serão registradas em livro e CD”, explicou ela, ressaltando que, contudo, o projeto ainda está no começo, em fase de pré-produção e pesquisa, e, portanto, não tem uma data de lançamento definida.

“Torü Wiyaegü” foi um dos 43 projetos selecionados entre os mais de 3,3 mil inscritos no Natura Musical. A seleção foi feita por uma curadoria de 29 profissionais do mercado musical. Vale ressaltar, ainda, que em 2020 o Natura Musical disponibilizou R$ 5,5 milhões em patrocínio via edital.

Natura Musical

Criado em 2005, com a proposta de ser uma plataforma para artistas, bandas e coletivos lançarem novos trabalhos, com uma casa de show que recebe o Brasil inteiro e festivais que mostram nossa diversidade cultural, o Natura Musical resolveu inovar neste último edital.

Além da criação artística, o edital selecionou propostas a partir de um olhar mais inclusivo, buscando aumentar a proporcionalidade de grupos historicamente sub-representados. Entre os selecionados, foram contemplados quatro projetos de povos originários, nove projetos da comunidade LGBTQIA+, 18 projetos em que mulheres são protagonistas e outros 17 que valorizam a cultura negra.

Essa nova visão também abriu espaço para mais iniciativas de fomento de cenas e redes, que movimentam a cadeia da economia criativa em diferentes formatos e para diferentes públicos. Além de mostras, festivais e residências artísticas, Natura Musical vai contemplar projetos educativos, de inclusão de PCDs e que atende pessoas com autismo.

Crias de Curupira

Outro projeto amazonense contemplado pelo Natura Musical foi o “Crias de Curupira”, que reúne diversos estilos, identidades e facetas artísticas, com a proposta cultural de levar diversão, conhecimento e diversidade, seja no palco, cabines ou em encontros e debates sobre produções artísticas.

O “Crias de Curupira” inclui o novo disco de Anne Jezini, uma turnê por cidades do País ao lado de Pimenta Com Sal e Merm.Ade e mais um projeto chamado LabCurupira, um evento de formação, painéis e oficina. O nome do projeto é uma homenagem ao Curupira Mãe do Mato, espaço cultural de Manaus onde as participantes do projeto se apresentavam com regularidade antes da pandemia do coronavírus.

Fonte: A Crítica (Manaus/AM)

2021-01-19T10:16:30-03:00janeiro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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