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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Money Report – Varejistas pressionam por retorno da tributação de sites chineses

Manifesto de 48 entidades solicita ao ministro da Fazenda a reintrodução do imposto de importação para combater o que percebem como concorrência desigual
Um comunicado subscrito por 48 entidades representativas dos setores varejista e industrial foi encaminhado ao Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (1º), demandando o fim da isenção fiscal para produtos importados de até US$ 50. As informações são da Folha de S. Paulo.

As organizações argumentam que a demora do governo em analisar a reintrodução do imposto é “injustificável”. “No que tange aos claros efeitos prejudiciais dessa isenção na indústria e no varejo nacionais, resultantes da ausência de igualdade tributária, não há mais margem para avaliações”, destaca o comunicado.

O documento também solicita uma audiência com o ministro Fernando Haddad. Entre os signatários estão entidades como Ciesp, IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo), ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), Força Sindical, Sindilojas, Abcomm (comércio eletrônico), Alobrás (lojistas do Brás), Abicalçados, Abevd (empresas de vendas diretas), entre outras.

No manifesto, as organizações setoriais alegam que a carga tributária sobre as operações é consideravelmente superior aos 17% que as empresas estrangeiras passaram a pagar a partir de agosto.

Os varejistas expressam preocupação em relação ao Dia das Mães. De acordo com o setor, se a isenção não for revogada com urgência e antecedência suficiente, os pedidos à indústria para o evento serão prejudicados.

Os empresários destacam também que a “lentidão na avaliação do governo” resulta em perdas na produção e nas vendas, impactando negativamente no emprego. Diante desse cenário de indefinição, consideram mais apropriado isentar as empresas da indústria e do comércio, a fim de evitar uma “concorrência desigual”.

Fonte: Money Report.

Outra publicação:

Folha de S. Paulo.

2024-02-02T12:21:10-03:00fevereiro 2nd, 2024|Categories: ABEVD na mídia|

Grandes Nomes da Propaganda – ABEVD lança série com dicas de empreendedores líderes do setor

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) lança a campanha “Estratégias de líderes referências nas Vendas Diretas”, que traz dicas de negócios, por meio de vídeos com empreendedores de destaque, para pessoas que já revendem produtos e serviços ou que desejam empreender na Venda Direta. A ideia surgiu do advento dos influenciadores no setor, que ganhou força ao longo dos anos.

“Nós, como Associação, temos o dever de usar nossos canais de comunicação para promover a Venda Direta e educar quem deseja ingressar no setor. Quem melhor que os próprios empreendedores que já se destacaram com o seu negócio para dar essas dicas? Vemos um movimento, cada vez mais comum, de empreendedores tornando-se influenciadores digitais, conseguindo assim, alavancar seus negócios”, pontua a presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

A maneira de revender produtos e serviços se modificou e, a grande maioria dos empreendedores utiliza o WhatsApp (79,9%), e as redes sociais (71,3%) para divulgação, venda e também para atrair novos clientes, tornando-se verdadeiros influenciadores. Cada influenciador tem, em média, 710 inscritos no YouTube, 5.904 seguidores no Instagram, 2.998 no Facebook e 5.860 no TikTok, segundo pesquisa, desse ano, encomendada pela ABEVD.

Esse movimento condiz com o número maior de jovens que optam pela Venda Direta, com 49,5% dos 3,5 milhões de empreendedores independentes brasileiros se encaixando na faixa etária de 18 e 29 anos. As redes sociais possibilitam uma amplitude maior para os negócios, transformando essa a única atividade financeira para 63,5% da força de venda do segmento.

A diretora de marketing do Hinode Group, Sabrina Pinho, explica que os empreendedores sempre foram grandes influenciadores da marca e, naturalmente, levaram isso para o ambiente digital. Com isso, o grupo criou, em parceria com a maquiadora, empreendedora e influenciadora de beleza, Ju Rakoza, o Programa Consultores Influenciadores, que aborda conteúdo e dicas para utilização das redes sociais.

“Como parte da estratégia de comunicação para este ano, contamos com um squad de influenciadores que é composto por diferentes perfis, entre eles, empreendedores da marca com ampla influência no ambiente digital e fora dele”, explica Sabrina.

Com cerca de 75 mil de seguidores no Instagram, Anna Clara Alves Costa, de 31 anos, empreendedora que revende Hinode, comenta que a vida de influencer potencializou o empreendedorismo que ela já praticava. “Ser uma influenciadora também no mundo digital me ajuda a atingir pessoas de públicos que certamente eu não atingiria. Trabalhando de maneira verdadeira, constante e interessante, consigo atrair mais clientes, mostrando um pouco da minha rotina de uso e os resultados gerados”, pontua.

“Os conteúdos preferidos dos seguidores e clientes são de beleza – cuidados com a pele, corpo e maquiagem. Mais que apenas produtos, mostro também minha maneira de enxergar a vida, valores, família, pois não dá para ser uma página só de vendas. Pessoas se relacionam com pessoas e não com produtos”, completa Anna Clara.

O empreendedor potiguar Cleberley Fernandes, de 45 anos, revende Forever Living, maior fabricante de produtos à base de Aloe Vera do mundo. “A atuação como influenciador me ajudou sobretudo em minha realização pessoal. Me sinto feliz em poder, de alguma forma, contribuir com quem está começando e passar meu conhecimento de mais de 18 anos como empreendedor”, comenta. Fernandes ainda acrescenta que mesmo com mais de 100 mil seguidores, consegue manter uma relação de afinidade com eles. “Trato todos com muito carinho e atenção, pois entendo que o bom atendimento e o acompanhamento constante são primordiais para o sucesso e, por consequência, alguns deles acabam se tornando empreendedores também devido à confiança e ao relacionamento”.

“A cada ano que passa utilizamos mais influenciadores em nossas estratégias corporativas. Além disso, apoiamos e desenvolvemos nossos parceiros para que eles também produzam conteúdo e tornem-se ainda mais relevantes com seus públicos. Para nós, é fundamental transmitirmos nossas mensagens de maneira simples e correta e, portanto, a contribuição de indivíduos e empresas referências em suas áreas é fator chave para nosso sucesso.”, explica o gerente de marketing da Forever Living, Bernardo Dutra.

Adriana Colloca analisa esse novo momento como parte da Venda Direta. “Quando se popularizou o telefone, os empreendedores utilizaram da tecnologia para alcançar um maior número de pessoas, com o e-mail aconteceu o mesmo e agora, com as redes sociais, aumentou demasiadamente esse alcance, havendo uma migração para esses ambientes”, pontua. “A Venda Direta sempre será sobre relações, independentemente de onde elas aconteçam”, conclui.

Fonte: Grandes Nomes da Propaganda.

Outras publicações:

Oitavo

Revista Empreende

Agora Brasil 

O Dia News

2024-01-03T10:16:50-03:00janeiro 3rd, 2024|Categories: ABEVD na mídia|

Diário do Comércio – Associação lança série com dicas para o setor

Grande maioria dos empreendedores utiliza o WhatsApp (79,9%), e as redes sociais (71,3%) para divulgação, venda e atração de novos clientes

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) lança a campanha “Estratégias de líderes referências nas Vendas Diretas”, que traz dicas de negócios, por meio de vídeos com empreendedores de destaque, para pessoas que já revendem produtos e serviços ou que desejam empreender na Venda Direta. A ideia surgiu do advento dos influenciadores no setor, que ganhou força ao longo dos anos.

“Nós, como Associação, temos o dever de usar nossos canais de comunicação para promover a Venda Direta e educar quem deseja ingressar no setor. Quem melhor que os próprios empreendedores que já se destacaram com o seu negócio para dar essas dicas? Vemos um movimento, cada vez mais comum, de empreendedores tornando-se influenciadores digitais, conseguindo assim, alavancar seus negócios”, pontua a presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

A maneira de revender produtos e serviços se modificou e, a grande maioria dos empreendedores utiliza o WhatsApp (79,9%), e as redes sociais (71,3%) para divulgação, venda e também para atrair novos clientes, tornando-se verdadeiros influenciadores. Cada influenciador tem, em média, 710 inscritos no YouTube, 5.904 seguidores no Instagram, 2.998 no Facebook e 5.860 no TikTok, segundo pesquisa, desse ano, encomendada pela ABEVD.

Esse movimento condiz com o número maior de jovens que optam pela Venda Direta, com 49,5% dos 3,5 milhões de empreendedores independentes brasileiros se encaixando na faixa etária de 18 e 29 anos. As redes sociais possibilitam uma amplitude maior para os negócios, transformando essa a única atividade financeira para 63,5% da força de venda do segmento.

Adriana Colloca analisa esse novo momento como parte da Venda Direta. “Quando se popularizou o telefone, os empreendedores utilizaram da tecnologia para alcançar um maior número de pessoas, com o e-mail aconteceu o mesmo e agora, com as redes sociais, aumentou demasiadamente esse alcance, havendo uma migração para esses ambientes”, pontua. “A Venda Direta sempre será sobre relações, independentemente de onde elas aconteçam”, conclui.

Fonte: Diário do Comércio.

2024-01-03T10:09:55-03:00janeiro 3rd, 2024|Categories: ABEVD na mídia|

ContiNet – Por conta própria: Mais de 30 milhões de brasileiros vivem do empreendedorismo

Segundo relatório do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado em 15 de setembro deste ano, há mais de 30 milhões de brasileiros trabalhando por conta própria, nas mais variadas atividades que se pode imaginar.

Entre as principais, mais de 40% envolve a prestação de serviços, compreendendo quem trabalha de entregador de gás autônomo à costureira que realiza pequenos reparos em ateliês de bairro, e cerca de 22% equivalem aos autônomos que investem no comércio como caminho para empreender.

Com o índice de desemprego em torno de 7,7% (dados da Pnad Contínua divulgados em 22 de novembro), o empreendedorismo é, em alguns casos, o único caminho para fugir da estagnação financeira e se manter fora do grupo de 5,9% de brasileiros que se encontram em extrema pobreza, de acordo com dados da SIS (Síntese de Indicadores Sociais) do IBGE.

Empreender não é tão difícil quanto conviver com o desemprego, o desalento e a extrema pobreza.

Há casos em que é necessário realizar investimentos consideráveis e assumir riscos que podem levar a situações preocupantes, caso não haja o devido preparo para iniciar a jornada empreendedora, mas nem todo tipo de atividade autônoma precisa começar de forma complexa.

As vendas diretas e as oportunidades relacionadas à economia circular são exemplos de como é possível dar início a uma empreitada autônoma bem sucedida.

(Re)Vendas Diretas

Quando o assunto são vendas diretas, o Brasil ocupa a primeira posição na América Latina e a 7ª no mundo, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), que divulga anualmente os números do setor no País.

Seja vendendo os melhores perfumes masculinos e femininos, roupas, lingeries e sapatos, oferecendo alarmes de segurança para comércios ou equipamentos para empresas, quem trabalha com a oferta de produtos de terceiros e, geralmente, é remunerado por comissão, consegue empreender e atuar com autonomia, sem precisar investir rios de dinheiro ou assumir grandes riscos.

Isso não quer dizer que seja fácil, porém, é um caso em que características pessoais e competências emocionais podem contar mais do que anos de graduação.

Vender é menos difícil quando se conhece as técnicas, mas pode-se dizer que também há uma pitada de “dom” para trabalhar com vendas.

Quem deseja começar a trabalhar de forma autônoma, seja para complementar a renda ou para garantir o sustento da família, pode encontrar na revenda de produtos uma porta de entrada muito interessante para o empreendedorismo.

Economia Circular

Quando se fala em economia circular é natural que o termo “reciclagem” se apresente como uma primeira ideia, e isso não é, de todo, errado.

Reciclar, seja o plástico, o alumínio ou qualquer outro material, é uma necessidade para o planeta, e o processo de coleta desses materiais é uma forma autônoma de sobrevivência de muitas pessoas.

Embora pouco valorizada, a coleta de materiais recicláveis ajuda cerca de 800 mil brasileiros a colocarem comida em suas mesas. Os dados são fornecidos pelo levantamento do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), considerando o ano de 2022.

Porém, é importante ressaltar que economia circular não envolve apenas a reciclagem de materiais. Trata-se, também, do reaproveitamento do que já se encontra produzido.

Segundo dados da Global Fashion Agenda, organização sem fins lucrativos, publicados pela Agência Brasil, a indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo, ficando atrás apenas da indústria do petróleo.

A conscientização sobre este assunto tem conduzido a sociedade para um outro tipo de consumo: a moda circular.

Quem nunca doou uma roupa que não lhe serve mais?

Em uma mudança de endereço, nem sempre vale a pena carregar malas e malas de roupas… O que fazer com elas?

Há diversas situações em que não é possível manter as roupas que se possui, e inúmeras outras em que se deseja comprar algo novo, mas não necessariamente algo que nunca tenha sido usado por alguém.

Uma bolsa de grife, um vestido de festa ou um sapato assinado por um grande estilista são peças de vestuário e acessórios que não costumam ser usadas inúmeras vezes pela mesma pessoa.

É aí que entra o conceito de “moda circular”.

O que não serve para um, serve para outro, e isso vem criando um novo cenário comercial que vai além daquele repasse de roupas entre membros da vizinhança ou família, e muito além daqueles brechós escuros e bagunçados já conhecidos por muitas pessoas.

O conceito de brechó de luxo tem se tornado cada vez mais popular entre a população feminina.

Comprar marcas como Chanel, Prada, Gucci e Armani por preços muito abaixo dos praticados em lojas de grife, é algo bastante atraente para muitas mulheres, mas essa não é a única razão que tem levado cada vez mais pessoas a comprarem roupas dentro da economia circular.

A preocupação ambiental e social é uma das impulsionadoras desse tipo de negócio, e o resultado é sempre positivo para o meio ambiente, para a sociedade, para a economia e para o empreendedorismo – em especial, o feminino.

Assim como nos negócios de revenda, o investimento para trabalhar com moda circular não é tão oneroso.

Pode-se começar aos poucos – inclusive com vendas diretas – e ir expandindo os negócios aos poucos.

Conforme forem chegando os resultados, pode-se pensar em locar e organizar um espaço e investir em marketing para ampliar as vendas.

É preciso estudar, sim. Mas começar é o que faz com que novos caminhos se abram.

Um passo de cada vez, em direção ao desenvolvimento pessoal, profissional e econômico, é o que tem feito com que os brasileiros consigam empreender através das diversidades e se manterem ativos, independentemente dos cenários econômicos gerais do país.

Fonte: ContiNet Notícias.

2023-12-26T10:03:52-03:00dezembro 26th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

O Globo – Cosméticos lideram mercado de vendas diretas no Brasil

Vantagens desse modelo de negócios vão de altos ganhos à facilidade de oferecer atendimento personalizado

O setor de cosméticos e cuidados pessoais domina 42,7% das vendas diretas (feitas por meio de empreendedores ou distribuidores independentes) no Brasil. É o que revela uma pesquisa de campo feita pela empresa CVA Solutions e divulgada pela ABEVD (Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas).

Outro dado chamativo diz respeito ao perfil dos profissionais que atuam nesse modelo de negócios: 60% são mulheres e 79,5% têm de 18 a 40 anos, segundo a ABEVD.

Esse é um dos motivos que podem explicar o fato de os cosméticos estarem em primeiro lugar no ranking, avalia Wanderley Pereira de Melo, empreendedor e distribuidor independente no mercado de vendas diretas.

“Muitas mulheres se identificam com os produtos de uso contínuo, que trazem também uma grande oportunidade de penetração em outros segmentos”, afirma o especialista. Perfumes, esmaltes, maquiagens e hidratantes são alguns dos itens comercializados nessa área.

Os setores de roupas e acessórios (18%) e saúde e nutrição (10%) ocupam o segundo e terceiro lugar do ranking, respectivamente. A ABEVD cita ainda o dado de que as vendas diretas no Brasil tiveram faturamento de aproximadamente US$ 7,6 milhões (cerca de R$ 37 milhões, na cotação atual) em 2022. O valor coloca o país na sétima posição do mundo entre os maiores mercados.

Na análise de Melo, esse modelo de negócios tem grande potencial de crescimento e é vantajoso para pessoas de diferentes perfis. “O mais interessante são os altos ganhos que a venda direta proporciona. Outra vantagem é que você pode personalizar o seu atendimento e, o mais importante de tudo, o atendimento presencial, o corpo a corpo. Você consegue atender, de prontidão, o cliente e entregar o produto em mãos.”

Os benefícios incluem também flexibilidade de horário, redução de custos operacionais e facilidade para fidelizar clientes. No entanto, apesar da modalidade de negócio estar presente no mercado brasileiro desde o final da década de 1970, Melo acredita que ela ainda está “só começando” e tem muito a se desenvolver.

Desafios para o mercado de vendas diretas

Um dos desafios enfrentados está na capacitação. Segundo o especialista, muitos entram na área sem se preparar devidamente. É comum que as pessoas recusem os treinamentos que a maioria das empresas oferecem aos empreendedores e distribuidores independentes.

Existe, inclusive, uma visão de que as vendas diretas seriam apenas um “bico”, ou seja, um modelo de negócio menor e temporário. A força do mercado no Brasil e em outros países mostra o contrário, explica Melo.

“Na verdade, muitos lares no mundo todo têm 100% de suas contas pagas por meio desse trabalho. É uma área com oportunidades gigantes e muitas chances de sucesso. Vendas diretas, para mim, são a melhor opção de realização de sonhos”, conclui.

Fonte: O Globo.

2023-12-20T11:04:38-03:00dezembro 20th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Econômico – Relatório aponta Brasil como sétimo país em vendas diretas

Relatório da Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas mostra que o país se manteve na sétima posição entre as maiores receitas em vendas diretas no mundo e lidera o ranking entre países da América Latina

O Brasil teve em 2022 o sétimo maior faturamento em vendas diretas no mundo. É o que apontam os dados divulgados pela WFDSA (Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas) e ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).

Pelo segundo ano consecutivo o país obteve a mesma colocação, ficando atrás somente de Estados Unidos, Coreia do Sul, Alemanha, China, Japão e Malásia. O Brasil também manteve a liderança do ranking entre os países da América Latina.

Produtos e serviços por venda direta movimentaram R$ 45 bilhões durante o período no país, fruto do trabalho de 3,5 milhões de empreendedores que revendem direto das empresas para o cliente final, por marketing multinível ou mononível.

Para Cristina Boner, empresária e profissional da área de tecnologia, a posição mundial do Brasil em vendas diretas e a liderança na América Latina é um indicativo da robustez e da vitalidade do setor no país. “Isso demonstra não apenas a força do mercado interno, mas também a capacidade de adaptação e inovação das empresas e dos profissionais envolvidos”.

A especialista afirma que a posição de destaque no cenário global e regional também se deve à cultura empreendedora brasileira. “A valorização do relacionamento direto com o cliente e a personalização do atendimento contribuem para o sucesso do Brasil no segmento”, diz ela, ressaltando a importância de fatores como “a diversidade de produtos oferecidos, a eficácia das estratégias de vendas e a crescente digitalização dos processos de venda”.

Dados do setor de vendas diretas

Ainda segundo dados da ABEVD, as categorias que geram mais receitas no segmento são: cosméticos e cuidados pessoais, com 43%; roupas e acessórios, com 18%; e saúde e nutrição, com 10% do faturamento do setor.

Sobre os perfis dos empreendedores, as mulheres são maioria, ocupando 60% dos postos de trabalho. A maior parte dos revendedores é casada, representando 57% do total.

O levantamento também aponta a faixa etária dos empreendedores de vendas diretas. Quase a metade, 49%, são jovens de 18 a 29 anos. Já os com idade de 30 a 40 anos correspondem a 30% dos revendedores, enquanto os vendedores mais experientes, de 41 a 54 anos, representam 16% do total.

Boner aponta que conhecer os dados sobre o perfil do empreendedor independente no Brasil é fundamental para entender as dinâmicas do mercado de vendas diretas. “Geralmente, esses empreendedores são motivados pela flexibilidade de horários, pela possibilidade de gerenciamento autônomo dos negócios, e pelo desejo de alcançar independência financeira”, explica a especialista em tecnologia.

A empresária ressalta a importância da diversidade do perfil dos revendedores, abrangendo diferentes faixas etárias e acredita que esse panorama sugere que o setor de vendas diretas é acessível e atraente para uma ampla gama de pessoas, oferecendo oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

O relatório da ABEVD, por fim, mostra que os canais digitais predominam na divulgação de vendas diretas, com 80% dos revendedores utilizando aplicativos de mensagens, e 71% usando as redes sociais para atender os clientes.

Fonte: Valor Econômico.

2023-12-18T10:17:43-03:00dezembro 18th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

O Globo – Relatório aponta Brasil como sétimo país em vendas diretas

Relatório da Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas mostra que o país se manteve na sétima posição entre as maiores receitas em vendas diretas no mundo e lidera o ranking entre países da América Latina

O Brasil teve em 2022 o sétimo maior faturamento em vendas diretas no mundo. É o que apontam os dados divulgados pela WFDSA (Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas) e ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).

Pelo segundo ano consecutivo o país obteve a mesma colocação, ficando atrás somente de Estados Unidos, Coreia do Sul, Alemanha, China, Japão e Malásia. O Brasil também manteve a liderança do ranking entre os países da América Latina.

Produtos e serviços por venda direta movimentaram R$ 45 bilhões durante o período no país, fruto do trabalho de 3,5 milhões de empreendedores que revendem direto das empresas para o cliente final, por marketing multinível ou mononível.

Para Cristina Boner, empresária e profissional da área de tecnologia, a posição mundial do Brasil em vendas diretas e a liderança na América Latina é um indicativo da robustez e da vitalidade do setor no país. “Isso demonstra não apenas a força do mercado interno, mas também a capacidade de adaptação e inovação das empresas e dos profissionais envolvidos”.

A especialista afirma que a posição de destaque no cenário global e regional também se deve à cultura empreendedora brasileira. “A valorização do relacionamento direto com o cliente e a personalização do atendimento contribuem para o sucesso do Brasil no segmento”, diz ela, ressaltando a importância de fatores como “a diversidade de produtos oferecidos, a eficácia das estratégias de vendas e a crescente digitalização dos processos de venda”.

Dados do setor de vendas diretas

Ainda segundo dados da ABEVD, as categorias que geram mais receitas no segmento são: cosméticos e cuidados pessoais, com 43%; roupas e acessórios, com 18%; e saúde e nutrição, com 10% do faturamento do setor.

Sobre os perfis dos empreendedores, as mulheres são maioria, ocupando 60% dos postos de trabalho. A maior parte dos revendedores é casada, representando 57% do total.

Boner aponta que conhecer os dados sobre o perfil do empreendedor independente no Brasil é fundamental para entender as dinâmicas do mercado de vendas diretas. “Geralmente, esses empreendedores são motivados pela flexibilidade de horários, pela possibilidade de gerenciamento autônomo dos negócios, e pelo desejo de alcançar independência financeira”, explica a especialista em tecnologia.

A empresária ressalta a importância da diversidade do perfil dos revendedores, abrangendo diferentes faixas etárias e acredita que esse panorama sugere que o setor de vendas diretas é acessível e atraente para uma ampla gama de pessoas, oferecendo oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

O relatório da ABEVD, por fim, mostra que os canais digitais predominam na divulgação de vendas diretas, com 80% dos revendedores utilizando aplicativos de mensagens, e 71% usando as redes sociais para atender os clientes.

Fonte: O Globo.

2023-12-15T11:07:49-03:00dezembro 15th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

Acionando – Venda Direta: setor capacita mais de 1mi de empreendedores no primeiro semestre de 2023

Setor de Venda Direta alcança marca histórica: 1 milhão de empreendedores capacitados em 2023

No decorrer do primeiro semestre deste ano, mais de 1 milhão de empreendedores independentes no setor de Venda Direta foram beneficiados com programas de formação e capacitação, revela pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Essa iniciativa reflete o comprometimento do setor em promover o desenvolvimento profissional e impulsionar o mercado nacional.

Empreendedorismo em Foco

A pesquisa revela que mais de 1 milhão de empreendedores independentes do setor de Venda Direta participaram ativamente de treinamentos de formação e capacitação durante o primeiro semestre de 2023. Esse dado reflete o compromisso do setor em promover o desenvolvimento profissional e fomentar o empreendedorismo.

Temas Abrangentes nos Treinamentos

Os treinamentos oferecidos pelas empresas de Venda Direta abordam uma variedade de temas essenciais para o sucesso dos empreendedores. Desde técnicas de vendas até digitalização, finanças e aprimoramento interpessoal, esses cursos proporcionam uma formação abrangente para os profissionais do setor.

Vantagem Competitiva através da Capacitação

Jordan Rizetto, vice-presidente de marketing para Américas do Sul e Central da Herbalife, destaca a importância estratégica de investir na capacitação da força de vendas. Ele ressalta que o aprimoramento das habilidades de vendas não apenas promove a fidelidade dos clientes, mas também confere uma vantagem competitiva significativa para as empresas.

Acesso Simplificado aos Cursos

Para facilitar o acesso dos empreendedores aos cursos de capacitação, a Herbalife desenvolveu o aplicativo HN Grow. Com mais de 70 módulos online, a plataforma oferece uma experiência multimídia, incluindo vídeos, trilhas de aprendizado, guias e e-books, proporcionando flexibilidade e conveniência.

Resultados Expressivos

Crisciane Rodrigues, presidente do Comitê de Sustentabilidade do Hinode Group, destaca resultados expressivos entre os empreendedores que participaram de cursos de capacitação. O volume de compras desses empreendedores foi 104% superior à média geral, evidenciando o impacto positivo da formação na performance comercial.

Histórias de Sucesso

Empreendedores reais, como Leonardo Sousa e Wesley Pereira, compartilham suas experiências positivas com a capacitação do setor. A história de Sousa destaca a transformação de alguém sem experiência em vendas para um empreendedor bem-sucedido. Pereira enfatiza como os treinamentos proporcionaram insights valiosos para melhorar suas habilidades de vendas.

Iniciativas de Liderança Feminina

Projetos como o Pérolas, integrado à Universidade Hinode, surgem como plataformas importantes para a formação de lideranças femininas no setor de Venda Direta. Essa iniciativa, que começou em 2015, é reconhecida pelos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU, inspirando e capacitando empreendedoras para atingir alta performance.

Apoio da ABEVD

A presidente-executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, Adriana Colloca, destaca o compromisso da entidade em organizar ações de capacitação em parceria com o Sebrae. Esse esforço coletivo reforça a prioridade dada ao sucesso do empreendedor independente, sustentando os pilares fundamentais do setor.

Empreendedorismo para Todos: A Democracia da Venda Direta

A Venda Direta, marcada por sua acessibilidade e baixo investimento inicial, destaca-se como um modelo de negócios democrático. O investimento contínuo das empresas na qualificação dos empreendedores reforça a ideia de que esse setor pode ser aprendido por todos e aprimorado ao longo do tempo.

Fonte: Acionando.

2023-12-15T10:58:33-03:00dezembro 15th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

Clienta SA – A digitalização do porta a porta gerando oportunidade e experiência

CEO da Vendah relata as etapas que levaram à criação da plataforma que permite ampliar o universo da venda direta via digital

O ápice da pandemia evidenciou duas realidades paralelas: de um lado, 50 milhões de mulheres fora do mercado de trabalho; por outro, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), mais de 80% das revendedoras já se utilizavam do WhatsApp para divulgar produtos. Estava, portanto, formado o cenário para a digitalização do mercado da venda direta, trocando o porta a porta pela interação via aplicativo de mensagens, oportunidade detectada para surgimento da Vendah. Por meio do aplicativo da plataforma, a revendedora tem acesso a cerca de 700 produtos voltados para casa, cozinha e decoração, em uma jornada em que compartilha a divulgação dos itens via Whatsapp, gera ali o pedido e envia o link de pagamento. A empresa, então, faz o envio da mercadoria à revendedora e esta realiza a “última milha” da logística. Descrevendo toda a trajetória da ideia à materialização do empreendimento, Luis Felipe Franco, CEO da Vendah, participou, hoje (05), da 827ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

Indagado, de início, sobre a origem de sua veia empreendedora, Luis explicou que surgiu já na infância e se manteve mesmo depois de formado em engenharia mecânica pela USP. Embora atuando como trainee em uma grande multinacional alemã, já desenhava os primeiros modelos de negócio com seu primeiro sócio, também engenheiro, que era o seu pai. Foi assim que, em 2010, abandonou a recém-iniciada carreira corporativa para começar um negócio de gerenciamento de projetos industriais, ainda hoje existente. Entretanto, sua inquietação o levaria a tomar outros rumos, chegando a criação, em 2021, da Vendah. Nessa transição, ele havia passado pelo hub global de aceleração de empreendimentos, a Endeavor, refinando sua vocação por meio do apoio a empreendedores disruptivos. “Ali pude ver que não é fácil obter êxito na iniciativa de transformar toda uma indústria, mas é possível. Dali, saí para trabalhar em uma empresa de venda direta de produtos de beleza que, apoiada pela Endeavor, estava se constituindo em uma marca diferenciada com novos conceitos nesse mercado.”

Essa experiência permitiu a Luis confirmar seu pendor pelo fundamento do modelo D2C, podendo usar tecnologia e varejo, combinação pela qual sempre foi um entusiasta. Isso veio a calhar com a chegada da pandemia, quando se elevou muito o número de pessoas que precisavam continuar ganhando dinheiro, mesmo tendo perdido seus empregos e tendo de ficar em casa em função do lockdown. “Percebi, então, que só havia duas opções para essas pessoas: ou atuar na revenda das tradicionais empresas do porta a porta ou vender, informalmente, seus produtos caseiros. Não existia, no mercado, nenhuma marca nativa digital que oferecesse uma nova e promissora alternativa no sentido de ampliar as possibilidades.” Somado a isso, outro dado chamava a atenção, que era a existência de cerca de 50 milhões de mulheres alijadas do mercado de trabalho, levando-o à conclusão de que havia espaço e oportunidade para impactar a vida de muita gente.

Nessa linha, a gota d’água para empurrá-lo na decisão de empreender, enfrentando todos os riscos, foi perceber que o modelo que sonhava para disruptar no segmento já estava sendo aplicado em outro país. O primeiro passo, então, foi aproveitar esse momento da crise sanitária global para conversar com muitas revendedoras, conhecer seu universo, com todas as dificuldades e anseios inerentes. “Sempre fui partidário de que a melhor forma de minimizar o risco é conhecer com profundidade seus clientes, suas dores e estudar os dados com muito zelo. Para isso, criei um site na internet que atraía pessoas interessadas em trabalhar como revendedoras, conversando pessoalmente com 100% de quem acessou o canal.”

Além da descoberta dessa conexão com o público, Luis entendeu que era necessário já contar com produtos para os mais decididos já iniciarem suas atividades. Buscando os primeiros 50 itens em marketplaces já existentes, começou a consolidá-los na plataforma batizada de Vendah, mas ainda sem CNPJ e colaboradores para comprar, embalar e enviar os produtos para as primeiras equipes de revendedores. Porém, o negócio ganhou força, justamente, no entendimento de Luis, pelo sucesso nesse esforço de conhecer as dores dos verdadeiros clientes do empreendimento, o público revendedor, que, nessa breve história de menos de três anos, já alcançou picos de 40 mil pessoas atuando para uma organização que já conta com 70 profissionais nos times de vendas. “Tudo porque não perdemos jamais essa essência da centralidade no cliente, esse contato permanente com a ponta do negócio, pois nascemos para servir a revendedora.”

Depois de explicar que essa cultura se cristaliza por meio de uma construção diária, como se cada dia da empresa fosse o primeiro, o CEO explicou a importância da cofundadora Ilana Nasser atuando como CXO, acompanhando de perto toda a experiência das revendedoras no dia a dia do negócio e disseminando essa cultura pela organização. “Ou seja, somos uma das raríssimas startups que contam com uma diretora da experiência do cliente.” Ainda houve tempo para Luis responder a questões vinda da audiência, como, por exemplo, sobre a forma de digitalizar a atividade das milhares de revendedoras obtendo ganhos satisfatórios e mantendo a confiabilidade no modelo de negócio, conquistando também fidelização. Além disso, explicou os diferentes tipos de venda direta existentes, sendo que, no caso da Vendah, a mesma se dá no chamado mononível e não por meio de ramificações de vendas. Trata-se de um marketplace gerenciado, com mais de 80% de produtos importados, garantindo a distribuição até chegar à revendedora, a qual responde pela última milha da logística.

Entrevista na íntegra:

Fonte: Cliente SA.

2023-12-06T10:18:01-03:00dezembro 6th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|

Terra da Luz – No Brasil e no mundo: Venda Direta incorpora o online e se mantém contemporânea

*Por Adriana Colloca, presidente-executiva da ABEVD

A década de 70 popularizou a Venda Direta no mundo e no Brasil como uma atividade caracterizada pela relação do vendedor com o cliente, que ia de porta a porta apresentar produtos e suas utilidades. Mais de 50 anos depois, com a migração das relações para o mundo digital, tudo agora pode ser comercializado por meio da Venda Direta, desde perfumes até materiais de construção e produtos agrícolas e as barreiras geográficas caíram, uma vez que os clientes podem estar em qualquer lugar do mundo. Porém, manter a essência e valorizar as relações humanas é o tema central dos debates nacionais e internacionais que o setor tem tido, pois esse é o seu diferencial.

Numa era onde prevalecem carrinhos de compras online e algoritmos, a atividade consegue fazer do tradicional a grande novidade, ao manter seu fundamento principal na escuta e entendimento de um vendedor com o seu cliente, entendendo as suas necessidades e indicando um produto ou serviço de acordo com seu perfil e necessidades.

No mês passado, tanto no 4º Congresso Nacional de Vendas Diretas, promovido pela ABEVD quanto no Congresso Mundial do setor, realizado pela World Federation Of Direct Selling Associations (WFDSA), reconheceram que essa é a vantagem central da Venda Direta frente aos diferentes modelos de venda.

O que não significa que as coisas não mudaram também neste segmento. A Venda Direta de 2023 é formada por jovens de 18 a 29 anos (49,5%), sendo que a maioria deles (63,5%) dedicados integralmente a essa atividade. Os dados são da mais recente pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) e demonstram que o setor virou a chave e encontrou um equilíbrio entre a inovação do digital com o seu diferencial tradicional.

As marcas sabem que mais do que vender e aumentar lucros, elas são capazes de transformar vidas, levando renda a todos que se dedicam ao empreendedorismo. Os debates entre executivos da Venda Direta sempre são sobre mesmo em um mundo com Inteligência artificial e tanta tecnologia, continuar priorizando pessoas, pois esse é o fator principal que mantém o setor vivo diante das muitas transformações tecnológicas das últimas cinco décadas.

A junção entre empreendedorismo e a utilização estratégica de ferramentas digitais para divulgação de produtos estão impulsionando o setor a patamares mais elevados, com 79,9% dos revendedores utilizando o WhatsApp, e 71,3% as redes sociais para realizar negócios, além do fato de que muitos se transformaram em verdadeiros influenciadores digitais, alavancando mais suas vendas – exemplo disso é o salto de 58,7% que a renda média mensal obteve na comparação entre 2020 (R$ 1.639,00) e 2023 (R$ 2.602,00).

A percepção externa do segmento também mudou significativamente, deixando de ser visto apenas como uma forma de renda complementar para se tornar uma opção viável de empreendedorismo. Aqueles que atuam na Venda Direta estão buscando um porto seguro para desenvolver seus negócios, considerando o baixo risco e investimento inicial envolvido, e também, o acesso a treinamentos, fornecendo aos empreendedores conhecimentos valiosos sobre estratégias de vendas, marketing, gestão financeira e outras habilidades essenciais para o êxito do empreendimento.

Os homens no Brasil são 40% da força de venda, tornando a Venda Direta mais equilibrada. Nos Estados Unidos, os homens possuem 11% a mais de chance de terem uma opinião positiva sobre o setor do que as mulheres. Esse apontamento foi declarado como um dos fatores mais surpreendentes, e é uma indicação que o público masculino continuará escolhendo a Venda Direta como opção de empreendimento e de consumo.

Sem exigência de escolaridade, experiência ou grande capital inicial, a Venda Direta é um dos poucos setores na qual a meritocracia funciona, onde o êxito do empreendedor depende unicamente de como e quanto ele se dedica na divulgação e na atenção aos seus clientes. O trabalho não é mais visto como “coisa de mulher” ou um “bico”, e sim como um espaço democrático de opção de empreendedorismo – sendo buscado principalmente por sua flexibilidade de tempo (54,7%) e pela possibilidade de ser seu próprio chefe (54,4%). Uma opção cada vez mais emblemática para quem quer ser bem-sucedido dependendo apenas de seus esforços.

*Adriana Colloca é presidente-executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1980 para promover e desenvolver a Venda Direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais. A entidade é membro da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo. Por isso, segue os códigos de ética implantados por suas filiadas, que representam mais de 70 países.

Fonte: Terra da Luz.

2023-11-28T10:32:55-03:00novembro 28th, 2023|Categories: ABEVD na mídia|