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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Exame – Como o mercado de venda direta se reinventou com o social commerce

Penetração das vendas online no varejo brasileiro, que era de apenas 5% em 2019, passou para 12% pós-pandemia

Sempre foi muito comum encontrarmos revendedoras de marcas de venda direta como Natura, Boticário e Avon nas ruas, no trabalho, e até mesmo na família. De 2020 para cá, desde o início da pandemia de covid-19, tem sido ainda mais comum encontrarmos pessoas conhecidas vendendo produtos no Instagram e WhatsApp.

Não é para menos, ao final de 2019 a penetração das vendas online no varejo brasileiro era de 5%, e ao final de 2021 esse número chegou a 12%, conforme apurou pesquisa feita pelo MCC-Enet. Foram mais de 290 mil novas lojas online que surgiram somente durante a Pandemia, isso sem considerar as pessoas que passaram a vender algum produto ou serviço pelo Instagram, WhatsApp, dentre outras redes sociais, o chamado social commerce.

Não foi diferente com as revendedoras, que desde 2020 tiveram de se reinventar para aprender a vender seus produtos no Instagram e WhatsApp. Grande parte das vendas feitas no ambiente de trabalho, no porta-a-porta, ou em loja física, deram lugar ao social commerce, e provavelmente isso nunca mais voltará ao que um dia foi antes de 2020.

O Brasil é sem dúvidas uma das maiores potências globais no mercado de venda direta. Segundo pesquisa da World Federation of Direct Selling Associations – WFDSA, o Brasil é líder no mercado de venda direta na América Latina, com mais de US$ 7 bilhões de faturamento em 2021 , e é o sétimo país com maior volume de vendas no mundo.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas – ABEVD, são 4 milhões de revendedoras registradas formalmente no Brasil. No entanto, espera-se um número total ainda maior, se consideradas as revendedoras informais que ainda não foram mapeadas.

As mudanças

No Brasil há dois tipos predominantes de marcas D2C:

  1. as que vendem diretamente aos consumidores finais por meio de revendedoras
  2. as que já nasceram digitais, e usam de redes sociais e seu próprio e-commerce para venderem aos consumidores finais. Essas últimas são as chamadas DNVBs (Digitally Native Vertical Brands).

Ambas têm investido cada vez mais em sua presença digital, que vai desde o branding, criação de comunidade que se identifica com a marca, parcerias com influenciadores digitais, e principalmente explorando as redes sociais e o e-commerce próprio como canal de vendas.

A consequência disso, é que está cada vez mais caro vender online, e grande parte das marcas D2C estão com um CAC (Customer Acquisition Cost) cada vez mais alto, pelos seguintes fatores:

  1. Anúncios mais caros: cada vez mais marcas e pessoas fazem anúncios no Google, Facebook, Instagram e Youtube, e a consequência disso é que, para conseguir um clique no seu anúncio, vai ter que pagar mais.
  2. Parceria com influenciadores: tem se tornado comum marcas e empresas maiores pagarem por exclusividade de alguns influenciadores. Por incrível que pareça, mesmo que esse influenciador não produza qualquer conteúdo ou faça alguma ação específica com sua marca parceira, ele está recebendo para somente não fazer parceria com nenhuma outra marca. Como consequência, o mercado de influenciadores está aquecido, e já não cabe mais no bolso de todas as marcas.
  3. Experiência do cliente: as marcas D2C têm em seu DNA uma excelente, exclusiva, e personalizada experiência de compra para seus clientes. Essa experiência envolve uma comunicação assertiva em cada etapa da do processo de compra, além da jornada que passa pela logística e termina no famoso “unboxing”, para que seu cliente seja estimulado a comprar novamente, se possível num valor maior que a compra anterior. Fazer isso em escala costuma custar caro, já que demanda um time dedicado, tecnologia, e muita análise de dados.

Para uma marca D2C conquistar grande participação de mercado em seu segmento, é preciso explorar canais de venda tanto no digital como no físico, ou seja, o omnichannel passa a ser quase que uma estratégia fundamental nessa jornada.

O grande desafio para uma marca D2C nos tempos de hoje é replicar sua atual experiência do cliente no omnichannel, e ao mesmo tempo reduzir seu CAC. Revendedoras multimarcas que vendem no social commerce podem ser a resposta.

Marcela Quiroga, especialista em vendas diretas, ex-executiva Natura e cofundadora da Sync, acredita que há muito espaço para a venda por relacionamento, promovida pelas revendedoras social commerce, que convivem com seus clientes e acompanham suas necessidades de perto.

Ela diz que “a recomendação da revendedora pode ser assertiva, já que ela conhece o estilo de vida do cliente, e sua influência na decisão de compra na última milha traz uma grande oportunidade para as marcas D2C que apostam na experiência de compra e no acompanhamento da recompra, com o CAC menos volátil e a comprovada característica do canal da venda direta, a capilaridade.”

Para as revendedoras

Em pesquisa feita pela CVA Solutions junto com a ABEVD, ficou claro que as revendedoras são multimarcas, e vendem, em média, produtos de 3 marcas diferentes. Esse comportamento já era comum há anos, mas tem se intensificado cada vez mais.

Isso acontece pelo fato de as revendedoras buscarem aumentar seu ticket médio nas vendas para suas clientes, já que ela pode vender um mix de produtos de marcas diferentes para uma mesma cliente.

Em decorrência da evolução deste comportamento, destacam-se como principais mudanças para as revendedoras:

  1. Revendedoras são donas dos clientes: as clientes não são das marcas D2C, mas sim das revendedoras. As consumidoras finais dessas marcas D2C não estão comprando seus produtos porque são fabricados por uma referida marca, elas estão comprando das revendedoras porque são elas que recomendam, ensinam como usar, mostram na prática, tiram dúvidas, e entendem qual o produto mais recomendado para cada uma de suas clientes.
  2. Empreendedora ≠ revendedora: antes era Anna Clara Revendedora Eudora, Avon e Jequiti. Agora é Anna Clara Cosméticos. A Anna Clara cuida da aquisição, relacionamento, vendas, pós-vendas, e experiência de excelência para seus clientes.
  3. Tecnologia para vendas: era muito comum as revendedoras esperarem das marcas todas as ferramentas e tecnologia para ajudar em suas vendas. De 2020 para cá, isso mudou completamente. Por mais que as revendedoras recebessem um catálogo digital pronto de cada marca com todos os seus produtos, mesmo assim elas estão optando por soluções multimarcas, para criarem seus próprios sites, e concentrarem nele todos os seus produtos, de todas as marcas que revendem. Assim, as revendedoras oferecem uma experiência de compra simples e unificada para seus clientes.
  4. Vendas por relacionamento: é a principal característica da venda direta. Nunca vai deixar de existir, mas tende a continuar evoluindo. O relacionamento não é mais no porta-a-porta, mas sim pelo Instagram (stories, directs, posts) e pelo WhatsApp.

Quando falamos de tecnologia para vendas e vendas por relacionamento, é aqui que o social commerce mais tem impactado as vendas das revendedoras, e é exatamente onde mora a maior oportunidade para os próximos anos: o aumento da conversão em vendas.

O e-commerce não é a solução para as revendedoras, já que ele não consegue reproduzir uma venda por relacionamento. Automatizar pagamento, frete, e 100% da experiência de compra online não tem ajudado na conversão em vendas para o e-commerce brasileiro.

De acordo com a Experian Hitwise, a taxa de conversão média do e-commerce brasileiro é de 1,65%. Segundo a Sync, empresa de social commerce para revendedoras e empreendedoras, quando adicionado o fator venda por relacionamento numa experiência de compra online, essa taxa de conversão em vendas pode chegar a 17%.

Isso acontece pelo fato de a venda por relacionamento entrar no momento do pagamento do produto, que é feito diretamente pelo WhatsApp. Na prática, a venda por relacionamento no social commerce começa com um cliente selecionando os produtos interessados, montando um carrinho e fazendo o pedido. A grande diferença é a partir do pedido, que em vez de mostrar campos de pagamento para serem preenchidos e verificados, o pedido é redirecionado automaticamente para o WhatsApp da revendedora, para o pagamento por PIX.

O fato de mandar o pedido pronto para ser pago com o PIX no WhatsApp, e não apresentar nenhum formulário para dados de pagamento e de entrega, faz com que o cliente chegue muito mais propenso a fazer a compra. Isso porque o consumidor final se sente mais seguro para fazer o pagamento, após confirmar a compra com a empreendedora no WhatsApp.

Tendências

  1. 25% de penetração das vendas online no varejo brasileiro: segundo Ethan Choi, sócio na Accel, um dos principais fundos de investimentos internacionais que investem em empresas de tecnologia, é esperado que nos próximos 10 anos a penetração do e-commerce no varejo americano atinja o patamar de 50%, enquanto na América Latina esse índice chegue a 25%. Esse número hoje no Brasil é de 11%, então podemos dizer que espera-se que as vendas online no Brasil dobrem nos próximos anos.
  2. Novas marcas D2C entrando no mercado: as marcas Direct-To-Consumer estão ganhando cada vez mais força e expressividade no mundo online, e devemos ver diversas novas marcas surgindo nos próximos anos. Isso deve favorecer o surgimento de novas DNVBs, e como consequência do mercado aquecido a competição deve aumentar bastante.
  3. Creators economy: esse nome é dado para o mercado de influenciadores digitais que se tornam donos de produtos físicos ou digitais, e passam a ter suas marcas próprias para vender diretamente para sua audiência. Eles não querem mais fazer publicidade para outras marcas, eles querem vender seus próprios produtos e ganhar dinheiro nas vendas. Exemplos no Brasil: Anitta em parceria com a CIMED lançou um perfume íntimo; Gusttavo Lima lançou um perfume em parceria com a Adventures; e quem nunca ouviu falar da Boca Rosa?
  4. Vendas diretas no social commerce: as marcas D2C, na busca por diminuir seu CAC e escalar suas vendas, tendem a surfar no crescimento

exponencial do social commerce. Há uma clara oportunidade para essas marcas replicar a experiência do cliente para milhares, e até milhões, de novos clientes por meio de um canal de vendas com revendedoras multimarcas que já estão vendendo no social commerce. Quanto mais revendedoras presentes nas redes sociais falarem, usarem, ensinarem a usar, tirarem dúvidas, e de fato venderem para suas clientes, mais essas marcas D2C vão estar sendo consumidas nas casas das pessoas, e não apenas ganhando likes no Instagram.

Fonte: Exame

2022-11-29T09:57:05-03:00novembro 29th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Mirian Gasparin – Luiza Helena Trajano Abre Congresso Nacional De Venda Direta Que Debate Tendências Do Consumidor

Evento que acontece no dia 20 de outubro, em São Paulo, contará gigantes do setor do empreendedorismo brasileiro

Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza, abre, ao lado dos principais tomadores de decisão e executivos do setor do empreendedorismo brasileiro, o 3º Congresso Nacional de Vendas Diretas, que acontece na próxima quinta-feira (20), em São Paulo, que debaterá os principais temas ligados às tendências, futuro e comportamento dos consumidores e das novas gerações.

O evento, promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), acontecerá no WTC Events Center, em São Paulo (SP), e debaterá as mudanças em um setor que passou por um grande processo de digitalização nos últimos anos, com mais de 50% dos empreendedores atuando via ferramentas digitais, como WhatsApp, internet e mídias sociais para promover e vender produtos.

Houve mudanças, também, em relação ao perfil da força de vendas do setor, com muitos jovens sendo atualmente atraídos para a atividade. Do total de empreendedores que atuam na área, os jovens de 18 a 29 anos totalizam 48,1% da força de venda, com um crescimento na quantidade de homens que revendem produtos, somando 42,2%.

“A digitalização do setor, aliada ao aumento de categorias ofertadas pelo canal, que inclui desde os tradicionais cosméticos e cuidados pessoais, até equipamentos e utensílios para casa, suplementos, vitaminas, vestuário, chocolates e muitos outros, é um dos motivos apontados para a atração de jovens”, explica a presidente da ABEVD, Adriana Colloca.

Tomadores de decisão e grandes executivos do setor já tem suas presenças confirmadas, entre eles Erasmo Toledo, vice-presidente de integração e expansão de negócios da Natura &Co Latam e presidente do Conselho Diretor da ABEVD, Cida Franco, diretora de vendas da Natura; Emerson Teixeira, diretor-executivo de gestão comercial da Avon, e Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza estará no painel de abertura. Veja a programação completa aqui.

Troca de Experiências

Para Erasmo Toledo, o Congresso é um evento ideal para trocar experiências e conhecer novas propostas e profissionais do setor. “As empresas de venda direta precisam sempre adotar novas práticas e tecnologias. São empresas e empreendedores que não podem ficar desatualizados. E não há melhor forma de se atualizar do que em eventos como esse Congresso, que traz referências e especialistas para a troca de experiências”, afirma.

Os temas presentes na programação do evento estão ligados à tendências, futuro e comportamento do consumidor e das novas gerações, como por ex: estratégias e gerenciamento da digitalização, estratégias para entender a necessidade e aproximar o consumidor, liderança feminina em equipes de venda direta, além de debates para tornar a venda direta ainda mais atraente para quem precisa de oportunidades de empreendedorismo. Para finalizar o dia, o evento trará as avaliações de grandes executivos sobre o futuro da sociedade e do setor, seus desafios e oportunidades.

Tomadores de decisão e grandes executivos do setor já tem suas presenças confirmadas. Muitos profissionais e experts irão compor as palestras e debates. Entre eles, representantes de empresas líderes, como Erasmo Toledo, vice-presidente de integração e expansão de negócios da Natura &Co Latam e presidente do Conselho Diretor da ABEVD, Cida Franco, diretora de vendas da Natura; Emerson Teixeira, diretor-executivo de gestão comercial da Avon, além de muitos outros. Luiza Helena Trajano Presidente do Conselho do Magazine Luiza estará no painel de abertura. Veja a programação completa aqui.

Durante o evento, serão premiadas empresas de venda direta com melhores projetos nas áreas de digitalização, inovação, excelência em treinamento e capacitação, excelência em incentivo e reconhecimento e impacto feminino, além de um profissional do jornalismo que escreveu sobre a venda direta.

Expo ABEVD 2022

Além do 3º Congresso Nacional de Vendas Diretas, será realizado simultaneamente a EXPO ABEVD 2022, uma exposição de empresas de vendas diretas de toda a América Latina. A entrada na Expo é gratuita e contará com estandes de diversas empresas e fornecedores, com palestras e cursos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para empreendedores do setor, falando sobre empoderamento feminino e dicas de vendas.

As empresas, ao exporem suas marcas, trarão uma experiência moderna e imersiva, mostrando aos interessados em empreender a possibilidade de avaliar diversas opções, conhecendo e testando produtos.

Fonte: Mirian Gasparin

2022-10-18T10:35:21-03:00outubro 18th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Gazeta do Povo – Como o mercado de venda direta está se reinventando com o social commerce

Sempre foi muito comum encontrarmos revendedoras de marcas de venda direta como Natura, Boticário e Avon nas ruas, no trabalho, e até mesmo na família. De 2020 para cá, desde o início da pandemia de COVID-19, tem sido ainda mais comum encontrarmos pessoas conhecidas vendendo produtos no Instagram e WhatsApp. Não é para menos, ao final de 2019 a penetração das vendas online no varejo brasileiro era de 5%, e ao final de 2021 esse número chegou a 12%, conforme apurou pesquisa feita pelo MCC-ENET. Foram mais de 290 mil novas lojas online que surgiram somente durante a Pandemia, isso sem considerar as pessoas que passaram a vender algum produto ou serviço pelo Instagram, WhatsApp, dentre outras redes sociais, o chamado social commerce.

Não foi diferente com as revendedoras, que desde 2020 tiveram de se reinventar para aprender a vender seus produtos no Instagram e WhatsApp. Grande parte das vendas feitas no ambiente de trabalho, no porta-a-porta, ou em loja física, deram lugar ao social commerce, e provavelmente isso nunca mais voltará ao que um dia foi antes de 2020.

O Brasil é sem dúvidas uma das maiores potências globais no mercado de venda direta. Segundo pesquisa da World Federation of Direct Selling Associations – WFDSA, o Brasil é líder no mercado de venda direta na América Latina, com mais de 7 bilhões de dólares de faturamento em 2021 , e é o 7º país com maior volume de vendas no mundo.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas – ABEVD, são 4 milhões de revendedoras registradas formalmente no Brasil. No entanto, espera-se um número total ainda maior, se consideradas as revendedoras informais que ainda não foram mapeadas.

As mudanças no mercado da venda direta

Para as marcas D2C (Direct-To-Consumer)

No Brasil há dois tipos predominantes de marcas D2C: 1) as que vendem diretamente aos consumidores finais por meio de revendedoras; e 2) as que já nasceram digitais, e usam de redes sociais e seu próprio e-commerce para venderem aos consumidores finais. Essas últimas são as chamadas DNVBs (Digitally Native Vertical Brands).

Ambas têm investido cada vez mais em sua presença digital, que vai desde o branding, criação de comunidade que se identifica com a marca, parcerias com influenciadores digitais, e principalmente explorando as redes sociais e o e-commerce próprio como canal de vendas.

A consequência disso, é que está cada vez mais caro vender online, e grande parte das marcas D2C estão com um CAC (Customer Acquisition Cost) cada vez mais alto, pelos seguintes fatores:

 Anúncios mais caros: cada vez mais marcas e pessoas fazem anúncios no Google, Facebook, Instagram e Youtube, e a consequência disso é que, para conseguir um clique no seu anúncio, vai ter que pagar mais.

Parceria com influenciadores: tem se tornado comum marcas e empresas maiores pagarem por exclusividade de alguns influenciadores. Por incrível que pareça, mesmo que esse influenciador não produza qualquer conteúdo ou faça alguma ação específica com sua marca parceira, ele está recebendo para somente não fazer parceria com nenhuma outra marca. Como consequência, o mercado de influenciadores está aquecido, e já não cabe mais no bolso de todas as marcas.

Experiência do cliente: as marcas D2C têm em seu DNA uma excelente, exclusiva, e personalizada experiência de compra para seus clientes. Essa experiência envolve uma comunicação assertiva em cada etapa da do processo de compra, além da jornada que passa pela logística e termina no famoso “unboxing”, para que seu cliente seja estimulado a comprar novamente, se possível num valor maior que a compra anterior. Fazer isso em escala costuma custar caro, já que demanda um time dedicado, tecnologia, e muita análise de dados.

Para uma marca D2C conquistar grande participação de mercado em seu segmento, é preciso explorar canais de venda tanto no digital como no físico, ou seja, o omnichannel passa a ser quase que uma estratégia fundamental nessa jornada.

O grande desafio para uma marca D2C nos tempos de hoje é replicar sua atual experiência do cliente no omnichannel, e ao mesmo tempo reduzir seu CAC. Revendedoras multimarcas que vendem no social commerce podem ser a resposta.

Marcela Quiroga, especialista em vendas diretas, ex-executiva Natura e cofundadora da Sync, acredita que há muito espaço para a venda por relacionamento, promovida pelas revendedoras social commerce, que convivem com seus clientes e acompanham suas necessidades de perto.

Ela diz que “a recomendação da revendedora pode ser assertiva, já que ela conhece o estilo de vida do cliente, e sua influência na decisão de compra na última milha traz uma grande oportunidade para as marcas D2C que apostam na experiência de compra e no acompanhamento da recompra, com o CAC menos volátil e a comprovada característica do canal da venda direta, a capilaridade.”

Para as revendedoras

Em pesquisa feita pela CVA Solutions junto com a ABEVD, ficou claro que as revendedoras são multimarcas, e vendem, em média, produtos de 3 marcas diferentes. Esse comportamento já era comum há anos, mas tem se intensificado cada vez mais.

Isso acontece pelo fato de as revendedoras buscarem aumentar seu ticket médio nas vendas para suas clientes, já que ela pode vender um mix de produtos de marcas diferentes para uma mesma cliente.

Em decorrência da evolução deste comportamento, destacam-se como principais mudanças para as revendedoras:

 Revendedoras são donas dos clientes: as clientes não são das marcas D2C, mas sim das revendedoras. As consumidoras finais dessas marcas D2C não estão comprando seus produtos porque são fabricados por uma referida marca, elas estão comprando das revendedoras porque são elas que recomendam, ensinam como usar, mostram na prática, tiram dúvidas, e entendem qual o produto mais recomendado para cada uma de suas clientes.

Empreendedora ≠ revendedora: antes era Anna Clara Revendedora Eudora, Avon e Jequiti. Agora é Anna Clara Cosméticos. A Anna Clara cuida da aquisição, relacionamento, vendas, pós-vendas, e experiência de excelência para suas clientes.

Tecnologia para vendas: era muito comum as revendedoras esperarem das marcas todas as ferramentas e tecnologia para ajudar em suas vendas. De 2020 para cá, isso mudou completamente. Por mais que as revendedoras recebessem um catálogo digital pronto de cada marca com todos os seus produtos, mesmo assim elas estão optando por soluções multimarcas, para criarem seus próprios sites, e concentrarem nele todos os seus produtos, de todas as marcas que revendem. Assim, as revendedoras oferecem uma experiência de compra simples e unificada para seus clientes.

Vendas por relacionamento: é a principal característica da venda direta. Nunca vai deixar de existir, mas tende a continuar evoluindo. O relacionamento não é mais no porta-a-porta, mas sim pelo Instagram (stories, directs, posts) e pelo WhatsApp.

Quando falamos de tecnologia para vendas e vendas por relacionamento, é aqui que o social commerce mais tem impactado as vendas das revendedoras, e é exatamente onde mora a maior oportunidade para os próximos anos: o aumento da conversão em vendas.

O e-commerce não é a solução para as revendedoras, já que ele não consegue reproduzir uma venda por relacionamento. Automatizar pagamento, frete, e 100% da experiência de compra online não tem ajudado na conversão em vendas para o e-commerce brasileiro.

De acordo com a Experian Hitwise, a taxa de conversão média do e-commerce brasileiro é de 1,65%. Segundo a Sync, empresa de social commerce para revendedoras e empreendedoras, quando adicionado o fator venda por relacionamento numa experiência de compra online, essa taxa de conversão em vendas pode chegar a 17%.

Isso acontece pelo fato de a venda por relacionamento entrar no momento do pagamento do produto, que é feito diretamente pelo WhatsApp. Na prática, a venda por relacionamento no social commerce começa com um cliente selecionando os produtos interessados, montando um carrinho e fazendo o pedido. A grande diferença é a partir do pedido, que em vez de mostrar campos de pagamento para serem preenchidos e verificados, o pedido é redirecionado automaticamente para o WhatsApp da revendedora, para o pagamento por PIX.

O fato de mandar o pedido pronto para ser pago com o PIX no WhatsApp, e não apresentar nenhum formulário para dados de pagamento e de entrega, faz com que o cliente chegue muito mais propenso a fazer a compra. Isso porque o consumidor final se sente mais seguro para fazer o pagamento, após confirmar a compra com a empreendedora no WhatsApp.

As maiores tendências para os próximos anos

 25% de penetração das vendas online no varejo brasileiro: segundo Ethan Choi, sócio na Accel, um dos principais fundos de investimentos internacionais que investem em empresas de tecnologia, é esperado que nos próximos 10 anos a penetração do e-commerce no varejo americano atinja o patamar de 50%, enquanto na América Latina esse índice chegue a 25%. Esse número hoje no Brasil é de 11%, então podemos dizer que espera-se que as vendas online no Brasil dobrem nos próximos anos.

Novas marcas D2C entrando no mercado: as marcas Direct-To-Consumer estão ganhando cada vez mais força e expressividade no mundo online, e devemos ver diversas novas marcas surgindo nos próximos anos. Isso deve favorecer o surgimento de novas DNVBs, e como consequência do mercado aquecido a competição deve aumentar bastante.

Creators economy: esse nome é dado para o mercado de influenciadores digitais que se tornam donos de produtos físicos ou digitais, e passam a ter suas marcas próprias para vender diretamente para sua audiência. Eles não querem mais fazer publicidade para outras marcas, eles querem vender seus próprios produtos e ganhar dinheiro nas vendas. Exemplos no Brasil: Anitta em parceria com a CIMED lançou um perfume íntimo; Gusttavo Lima lançou um perfume em parceria com a Adventures; e quem nunca ouviu falar da Boca Rosa?

Vendas diretas no social commerce: as marcas D2C, na busca por diminuir seu CAC e escalar suas vendas, tendem a surfar no crescimento exponencial do social commerce. Há uma clara oportunidade para essas marcas replicar a experiência do cliente para milhares, e até milhões, de novos clientes por meio de um canal de vendas com revendedoras multimarcas que já estão vendendo no social commerce. Quanto mais revendedoras presentes nas redes sociais falarem, usarem, ensinarem a usar, tirarem dúvidas, e de fato venderem para suas clientes, mais essas marcas D2C vão estar sendo consumidas nas casas das pessoas, e não apenas ganhando likes no Instagram.

*Leonardo Cecchetto é fundador e CEO da Sync, uma startup que ajuda marcas D2C a escalarem suas vendas e experiência do cliente por meio de revendedoras multimarcas que vendem no social commerce, e que já ajudou a 40.000 revendedoras a aumentarem suas vendas.

Fonte: Gazeta do Povo

2022-10-18T10:32:15-03:00outubro 18th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Revista News – Hinode lança água de colônia Mania de Alegria Baby

A Hinode lança a água de colônia Mania de Alegria Baby. A novidade chega para completar a linha de mesmo nome, com a exclusiva tecnologia Hinode Baby Calm, que combina ingredientes testados pela neurociência com propriedades que ajudam a relaxar e acalmar.

A fragrância da linha conta com notas florais aveludadas e delicadas de algodão e lavanda, que transmitem todo o cuidado e carinho para os pequenos. A tecnologia H-EMOTION, presente nos produtos, traz acordes olfativos testados cientificamente que ajudam a despertar emoções.

Como topo, a colônia traz bergamota, pêra e notas de powdery. No corpo, o delicioso aroma das rosas, muguet, violeta, lavanda, vanila e notas de algodão. O fundo traz musk, sândalo, âmbar e madeiras transparentes. Tudo isso promovendo sensações e cheiros que marcam momentos de crescimento e aprendizado com os pequenos, deixando ainda um perfume suave na pele.

Com produtos hipoalergênicos testados dermato e oftalmologicamente, Mania de Alegria Baby é pensada para bebês, de 0 a 2 anos, e oferece opção de sabonete líquido, shampoo e hidratante corporal, todos com óleos vegetais, com ingredientes naturais, sem álcool, sem sulfato e livres de parabenos e corantes na sua formulação. Recentemente a linha também entrou para os produtos em refil, com o novo formato do sabonete líquido.

Fonte: Revista News

2022-10-07T10:13:07-03:00outubro 7th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

MSN – Empresários defensores da terceira via lamentam resultado e esperam instabilidade

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O resultado das urnas neste domingo (2), que trouxe a perspectiva de um segundo turno apertado entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), foi recebido com decepção entre os apoiadores da terceira via no empresariado, que preveem papel importante de Simone Tebet (MDB) nas próximas semanas. A expectativa é que o resultado alimentará instabilidade na política e na economia.

Entre os signatários de um manifesto de economistas e empresários que declarou apoio a Tebet em junho, ainda não há uma posição definida por um dos dois candidatos que ficam na disputa. A candidata emedebista ficou em terceiro lugar no primeiro turno.

“Perdemos a chance de eleger uma candidata com propostas muito bem estruturadas, representada por Simone Tebet, que poderia pôr fim a uma polarização maléfica, que certamente perdurará no próximo mandato, vença quem vencer o segundo turno”, afirma Antonio Carlos Pipponzi, presidente do conselho de administração da gigante do varejo farmacêutico RaiaDrogasil.

Neste domingo, o Brasil se mostra “um país conservador e injusto”, na opinião do empresário Horácio Lafer Piva, que foi um dos maiores entusiastas da terceira via no setor privado. Piva é um dos membros do trio de empresários, ao lado de Pedro Passos (Natura) e Pedro Wongtschowski (Ultrapar), que fez uma série de manifestações em defesa das instituições brasileiras nos últimos meses.

“E o paradoxo é que é a injustiça social que o faz assim. Respeito as urnas, lamento a incompetência das pesquisas, temo pela democracia e lutarei por ela”, afirma Piva. Ele ressalva que o dia não foi agressivo, embora tenso, mas o mundo ficará intrigado, o que não é bom para a economia.

“Fomos surpreendidos com resultados que mostram que nossas análises estão falhas. Investidores não gostam de riscos, e assimetrias de informações não são boas. Precisarão de tempo para interpretar o que houve, e isto enfraquece oportunidades que o Brasil oferece”, disse o empresário.

A executiva Maria Silvia Bastos Marques, ex-presidente do BNDES e do Goldman Sachs no Brasil, que também assinou o manifesto pró-Tebet em junho, afirma que “os grandes perdedores dessa eleição foram os institutos de pesquisa que erraram de forma muito significativa em todas as eleições”. Para ela, os números podem ter gerado implicações sobre o voto dos eleitores.

Para Laércio Cosentino (Totvs), outro signatário, a única certeza neste momento é a de que os eleitores de Tebet e Ciro Gomes (PDT) irão decidir a eleição. “A influência de cada um dos dois no voto em segundo turno de seus eleitores será limitada, uma vez que a decisão será ideológica”, afirma.

Fonte: MSN

2022-10-03T09:32:51-03:00outubro 3rd, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

O Sul – Redes sociais facilitam a vida de “sacoleiras digitais” na compra e venda de produtos

Sacolas pesadas, horas de viagens de ônibus e sobra de sola de sapato. Daqui a alguns anos, essa jornada das sacoleiras pode ficar no passado. Com as redes sociais, muitas buscam fornecedores de forma online e revendem seus produtos por meio de catálogos e fotos na internet.

Segundo pesquisa de 2021 da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o mercado de venda direta no País tem cerca de 4 milhões de empreendedores, sendo que 20,6% usam a internet para revender. Outros 18% usam o WhatsApp e cerca de 14,9% usam as mídias sociais.

Bianca Amaral Sobroza, de Campo Grande (MS) concentra todas as vendas pelo aplicativo de mensagens. Apaixonada por bijuterias e acessórios, ela viu na venda dos produtos uma forma de complementar a renda. Aos 35 anos, Bianca é servidora pública, formada em Direito, mas acredita que tem “uma veia para empreender”.

Na primeira compra, em outubro do ano passado, Bianca investiu R$ 400 em acessórios. Dois meses depois, em dezembro, já fez uma compra de R$ 2 mil. “Desde então só foi aumentando”, afirma.

Ela destaca que não faz a divulgação dos seus produtos em outras redes sociais, mas que colegas de trabalho e amigas costumam comprar. “É que as pessoas, além de não terem tempo, elas não têm mais paciência. Elas não têm mais vontade e nem disposição para ir a shoppings e a lojas. Então a comodidade que a venda online traz é indiscutível para a cliente”, ressalta.

Por não ser a sua atividade principal, Bianca afirma que a demanda de tempo é um problema. Tanto para envio de fotos dos produtos como para responder clientes, a sacoleira diz que há necessidade de estar sempre online.

Bianca não tem CNPJ nem MEI, como a maioria das sacoleiras do País, que atuam no mercado informal. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de informalidade no Brasil foi de 40% da população ocupada no 2º trimestre de 2022. O número de trabalhadores informais chegou a quase 39,3 milhões em junho deste ano, recorde da série histórica do indicador, iniciada em 2015.

O reaquecimento do mercado de trabalho depois dos dois primeiros anos de pandemia vem sendo puxado pela informalidade.

Sacoleira youtuber

Foi no mercado informal que Priscilla Rosa dos Santos também começou a revender cosméticos, acessórios e roupas infantis em 2009, alguns meses após sua filha, Luiza Valenthina, nascer. Moradora de Embu das Artes, na Grande São Paulo, ela deixou o trabalho de vendedora de shopping para conseguir cuidar da filha por tempo integral e trabalhar de casa.

“Como a maioria das mulheres, há uma dificuldade em continuar no mercado de trabalho, principalmente para trabalhar no shopping. Eu trabalhava de segunda a segunda.” Segundo ele, a dificuldade era encontrar alguém para cuidar de criança no fim de semana. “Não tinha ninguém da família que pudesse cuidar. Aí tinha de dar meus pulos.”

Empreendedora por necessidade, investiu R$ 500 reais na primeira compra com o sonho de um dia ter sua própria loja. Após alguns anos, em 2014, começou a revender na internet, por meio do Facebook. “Dentro da minha casa, conseguia às vezes ganhar mais do que meu esposo que saía todo dia para trabalhar”, destaca.

Já no Youtube criou um canal, em 2017, para dar dicas de fornecedores, finanças e empreendedorismo para outras sacoleiras, que hoje conta com 38,4 mil inscritos e 816.649 visualizações. “Queria ajudar mães que querem ficar perto dos filhos, mas precisam ter uma renda, porque não dá para depender do marido.” Para Priscilla, a maior vantagem das redes sociais é o alcance. “Já fiz envio para Amazonas, mesmo como sacoleira, depois do canal. Você consegue viver de internet, mas você não consegue viver sem internet.”

Fonte: O Sul.

2022-09-30T10:33:23-03:00setembro 30th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Estadão – Redes sociais transformam rotina de sacoleiras digitais

Profissionais escolhem produtos e falam com fornecedores sem sair de casa, mas sonho continua sendo o de ter uma loja física 

Sacolas pesadas, horas de viagens de ônibus e sobra de sola de sapato. Daqui a alguns anos, essa jornada das sacoleiras pode ficar no passado. Com as redes sociais, muitas buscam fornecedores de forma online e revendem seus produtos por meio de catálogos e fotos na internet.

Segundo pesquisa de 2021 da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o mercado de venda direta no País tem cerca de 4 milhões de empreendedores, sendo que 20,6% usam a internet para revender. Outros 18% usam o WhatsApp e cerca de 14,9% usam as mídias sociais.

Bianca Amaral Sobroza, de Campo Grande (MS) concentra todas as vendas pelo aplicativo de mensagens. Apaixonada por bijuterias e acessórios, ela viu na venda dos produtos uma forma de complementar a renda. Aos 35 anos, Bianca é servidora pública, formada em Direito, mas acredita que tem “uma veia para empreender”.

Na primeira compra, em outubro do ano passado, Bianca investiu R$ 400 em acessórios. Dois meses depois, em dezembro, já fez uma compra de R$ 2 mil. “Desde então só foi aumentando”, afirma.

De brincos e colares, passando por “xuxinhas” e “liguinhas” de cabelo até chegar em cintos de couro, Bianca pesquisa os acessórios que são tendência de compra e entra em contato com fornecedores de São Paulo e de Belo Horizonte. Pede fotos, analisa o catálogo, confere as novidades semanais nas listas de transmissão nas quais já está inserida e seleciona as peças que deseja. Tudo de forma online.

Ela destaca que não faz a divulgação dos seus produtos em outras redes sociais, mas que colegas de trabalho e amigas costumam comprar. “É que as pessoas, além de não terem tempo, elas não têm mais paciência. Elas não têm mais vontade e nem disposição para ir a shoppings e a lojas. Então a comodidade que a venda online traz é indiscutível para a cliente”, ressalta.

Por não ser a sua atividade principal, Bianca afirma que a demanda de tempo é um problema. Tanto para envio de fotos dos produtos como para responder clientes, a sacoleira diz que há necessidade de estar sempre online.

Bianca não tem CNPJ nem MEI, como a maioria das sacoleiras do País, que atuam no mercado informal. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de informalidade no Brasil foi de 40% da população ocupada no 2º trimestre de 2022. O número de trabalhadores informais chegou a quase 39,3 milhões em junho deste ano, recorde da série histórica do indicador, iniciada em 2015.

O reaquecimento do mercado de trabalho depois dos dois primeiros anos de pandemia vem sendo puxado pela informalidade.

Sacoleira youtuber

Foi no mercado informal que Priscilla Rosa dos Santos também começou a revender cosméticos, acessórios e roupas infantis em 2009, alguns meses após sua filha, Luiza Valenthina, nascer. Moradora de Embu das Artes, na Grande São Paulo, ela deixou o trabalho de vendedora de shopping para conseguir cuidar da filha por tempo integral e trabalhar de casa.

“Como a maioria das mulheres, há uma dificuldade em continuar no mercado de trabalho, principalmente para trabalhar no shopping. Eu trabalhava de segunda a segunda.” Segundo ele, a dificuldade era encontrar alguém para cuidar de criança no fim de semana. “Não tinha ninguém da família que pudesse cuidar. Aí tinha de dar meus pulos.”

Empreendedora por necessidade, investiu R$ 500 reais na primeira compra com o sonho de um dia ter sua própria loja. Após alguns anos, em 2014, começou a revender na internet, por meio do Facebook. “Dentro da minha casa, conseguia às vezes ganhar mais do que meu esposo que saía todo dia para trabalhar”, destaca.

Já no Youtube criou um canal, em 2017, para dar dicas de fornecedores, finanças e empreendedorismo para outras sacoleiras, que hoje conta com 38,4 mil inscritos e 816.649 visualizações. “Queria ajudar mães que querem ficar perto dos filhos, mas precisam ter uma renda, porque não dá para depender do marido.” Para Priscilla, a maior vantagem das redes sociais é o alcance. “Já fiz envio para Amazonas, mesmo como sacoleira, depois do canal. Você consegue viver de internet, mas você não consegue viver sem internet.”

2022-09-29T10:15:12-03:00setembro 29th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Diário da Manhã – Grupo Natureza inaugura Espaço do Revendedor O Boticário em Hidrolândia

Franquia investe no modelo de venda direta para ampliar rede de revendedoras e impulsionar o empreendedorismo reforçando a presença em Goiânia, Região Metropolitana e Caldas Novas

O modelo de venda direta vem atraindo cada vez mais revendedores. Em Goiás já são 120 mil consultores atuando com esse modelo de renda, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). É nesse cenário que surgem os Espaços do Revendedor (ER).

Eles chegam com a proposta de facilitar o acesso aos produtos, proporcionando mais agilidade na revenda e uma experiência de compra ainda mais personalizada e agradável. Somente em Goiânia, Região Metropolitana e Caldas Novas, o Grupo Natureza, um dos grupos franqueados do Boticário no Estado, inaugura a sua quinta loja nesse formato, dessa vez em Hidrolândia.

A partir da inauguração da loja, dia 3 de outubro, às 9h, os revendedores de porta a porta na região passarão a contar com amplo espaço para conferir a variedade de produtos. Outro atrativo é que quem fizer compras na data, levará gratuitamente um produto selecionado. Além de um portfólio completo do Boticário, outros destaques são as linhas selecionadas de Quem Disse Berenice? e da alta perfumaria francesa de O.U.i.

O Espaço do Revendedor (ER) ainda oferece suporte para compra, apresentação e demonstração de produtos, em ambientes especialmente pensados para experimentações e treinamento de revendedores. Trata-se de um espaço com localização privilegiada, facilidade de estacionamento e muito conforto. “O espaço beneficiará os consultores do Boticário com atendimento direcionado às necessidades de quem vende de porta a porta. O foco é na interação com a equipe, oportunidade de experimentação dos produtos, treinamentos, incentivos de venda e comodidade para retirar os produtos no ato da compra”, ressalta a Gerente de Venda Direta e Digital do Grupo Natureza, Débora Landim.

Além de atendimento e experiências pensados especialmente para eles, os consultores contam com outros atrativos proporcionados pelo Boticário. O ano inteiro a marca investe em promoções exclusivas para que os revendedores lucrem a cada lançamento, suporte em ferramentas digitais para facilitar as vendas, sorteios de viagens e participação em eventos exclusivos.

Mercado aquecido

Atualmente, a franquia tem quatro Espaços do Revendedor em funcionamento, dois em Aparecida de Goiânia, um na Capital e outro em Caldas Novas. A previsão é inaugurar o sexto ponto de atendimento nesse formato ainda este ano, em Senador Canedo. “Com isso, levamos praticidade, aumentamos nossa capilaridade e ainda expandimos nossa base de revendedores, atendendo pessoas que vislumbram oportunidades de ampliar a renda e empreender”, acrescenta Débora.

Como ser um revendedor

Para ser revendedor o Boticário basta acessar o site: revenda.boticario.com.br e fazer um breve cadastro. Em até 48h, uma das representantes da marca irá entrar em contato para explicar o funcionamento da venda direta do Boticário. O passo seguinte é validar o cadastro, assinar o contrato e, então, adquirir o Kit Início para começar as vendas.

Serviço

Inauguração Espaço do Revendedor O Boticário – Hidrolândia

Data de inauguração: 3 de outubro, a partir das 9h

Horário de Funcionamento: 9h às 17h (segunda a sexta) | 8h às 14h (sábado)

Endereço: Rua Professor Marinho, nº 1254, Qd. 06, Lt. 33, Sala 02, Setor Nazaré

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem hoje a maior rede franqueada** do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.

Fonte: Diário da Manhã.

2022-09-29T10:10:34-03:00setembro 29th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Diário da Manhã – Quatro milhões de brasileiros sobrevivem de vendas e empresas investem na qualificação

Empreendedor Alfredo Soares, sócio da maior plataforma de e-commerce da América Latina e autor dos best-sellers “Bora Vender” e “Bora Varejo”, vem a Goiânia para falar sobre vendas, liderança e alta performance

O Brasil possui cerca de quatro milhões de empreendedores que sobrevivem da venda direta. Na América Latina, o país é líder na atividade, enquanto ocupa a sétima posição no ranking global de vendas. Só no estado de Goiás, são mais de 120 mil consultores que fazem esse tipo de comércio, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD).

Conforme o órgão, a quantidade de profissionais em Goiás corresponde a 3,1% do total no País, que já tem uma movimentação de R$ 50 bilhões por ano. Outro segmento que abriga muitos profissionais de vendas é o setor imobiliário, que conta atualmente com mais de 20 mil corretores de imóveis no Estado.

Geralmente, os trabalhadores são atraídos pelas características da atividade, como flexibilidade de horário e pela possibilidade de bom retorno econômico, de acordo com resultados de vendas, tanto de produtos, como de serviços. No entanto, a profissionalização do segmento se faz cada vez mais necessária e importante, uma grande necessidade para aqueles que querem iniciar na profissão ou se destacar nela. Para apoiar os profissionais nesse desenvolvimento, empresas têm buscado investir na qualificação dos profissionais do segmento.

Vislumbrando um cenário de boas perspectivas e profissionais devidamente capacitados, o Grupo URBS Imobiliária realiza no próximo dia 26 de setembro, o Inova Conference by URBS, às 9h, no Auditório Lagoa Azul, no Centro de Convenções de Goiânia, voltado para mais de 600 profissionais corretores de imóveis autônomos, que prestam serviço para a empresa.

O destaque da programação é a palestra com Alfredo Soares, o publicitário apaixonado por vendas, marketing e varejo, que se tornou referência no assunto e virou autor de dois best-sellers –– “Bora Vender” e “Bora Varejo”. “Sei que o URBS Inova é o maior evento do mercado imobiliário no Centro-Oeste e estamos dedicados a entregar algo a altura. É um final de ano atípico com Eleições e Copa do Mundo e isso preocupa, mas nós, vendedores, fazemos dos desafios, degraus! O diferencial do vendedor de alta performance é que as dificuldades aguçam a criatividade que nos faz enxergar novas estratégias e entregar resultados extraordinários”, diz Soares, que está com a expectativa alta para o evento.

Soares compartilha em suas obras, sua expertise sobre vendas através do G4 Educação, onde ele tem como propósito apoiar os gestores em suas jornadas para que, por meio da educação, suas empresas transformem a realidade econômica, social e cultural do país, assuntos que serão também explanados durante o evento. As vendas online também farão parte da abordagem.

2022-09-26T11:20:13-03:00setembro 26th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

SEGS – Quatro milhões de brasileiros sobrevivem de vendas e empresas investem na qualificação

Empreendedor Alfredo Soares, sócio da maior plataforma de e-commerce da América Latina e autor dos best-sellers “Bora Vender” e “Bora Varejo”, vem a Goiânia para falar sobre vendas, liderança e alta performance

O Brasil possui cerca de quatro milhões de empreendedores que sobrevivem da venda direta. Na América Latina, o país é líder na atividade, enquanto ocupa a sétima posição no ranking global de vendas. Só no estado de Goiás, são mais de 120 mil consultores que fazem esse tipo de comércio, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD).

Conforme o órgão, a quantidade de profissionais em Goiás corresponde a 3,1% do total no País, que já tem uma movimentação de R$ 50 bilhões por ano. Outro segmento que abriga muitos profissionais de vendas é o setor imobiliário, que conta atualmente com mais de 20 mil corretores de imóveis no Estado.

Geralmente, os trabalhadores são atraídos pelas características da atividade, como flexibilidade de horário e pela possibilidade de bom retorno econômico, de acordo com resultados de vendas, tanto de produtos, como de serviços. No entanto, a profissionalização do segmento se faz cada vez mais necessária e importante, uma grande necessidade para aqueles que querem iniciar na profissão ou se destacar nela. Para apoiar os profissionais nesse desenvolvimento, empresas têm buscado investir na qualificação dos profissionais do segmento.

Vislumbrando um cenário de boas perspectivas e profissionais devidamente capacitados, o Grupo URBS Imobiliária realiza no próximo dia 26 de setembro, o Inova Conference by URBS, às 9h, no Auditório Lagoa Azul, no Centro de Convenções de Goiânia, voltado para mais de 600 profissionais corretores de imóveis autônomos, que prestam serviço para a empresa.

O destaque da programação é a palestra com Alfredo Soares, o publicitário apaixonado por vendas, marketing e varejo, que se tornou referência no assunto e virou autor de dois best-sellers –– “Bora Vender” e “Bora Varejo”. “Sei que o URBS Inova é o maior evento do mercado imobiliário no Centro-Oeste e estamos dedicados a entregar algo a altura. É um final de ano atípico com Eleições e Copa do Mundo e isso preocupa, mas nós, vendedores, fazemos dos desafios, degraus! O diferencial do vendedor de alta performance é que as dificuldades aguçam a criatividade que nos faz enxergar novas estratégias e entregar resultados extraordinários”, diz Soares, que está com a expectativa alta para o evento.

Soares compartilha em suas obras, sua expertise sobre vendas através do G4 Educação, onde ele tem como propósito apoiar os gestores em suas jornadas para que, por meio da educação, suas empresas transformem a realidade econômica, social e cultural do país, assuntos que serão também explanados durante o evento. As vendas online também farão parte da abordagem.

Inova Conference by URBS

O Inova Conference by URBS é um evento anual realizado pelo Grupo URBS para corretores de imóveis, colaboradores e parceiros. Os principais temas a serem abordados por Alfredo Soares serão alta performance, novo consumidor e liderança.

Reforçando a importância dos novos conhecimentos e na mudança de comportamento profissional, o publicitário aponta que está animado para trazer os insights de vendas que têm permeado sua vida e carreira. “Ninguém acorda motivado todo dia, é a disciplina que ganha o jogo! Construam essa mentalidade e preparem-se para fecharem o ano mais produtivo da carreira de vocês até agora”, finaliza.

2022-09-22T10:34:07-03:00setembro 22nd, 2022|Categories: ABEVD na mídia|
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