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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Agência Brasil – Governo desbloqueia todo o Orçamento de 2021

A diminuição de diversas estimativas de gastos obrigatórios criou espaço no teto federal de gastos e fez o governo desbloquear todo o Orçamento de 2021. Segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério da Economia, a equipe econômica liberou os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários. Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Teto de gastos

Enviado a cada dois meses ao Congresso, o Relatório de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento. O documento baseia-se na previsão de parâmetros econômicos, no desempenho da arrecadação e nas estimativas de gastos para contingenciar (bloquear) ou liberar verbas. Neste relatório, o principal fator que permitiu o desbloqueio dos recursos foi a revisão para baixo, em R$ 16,826 bilhões, das despesas sujeitas ao teto de gastos. No documento anterior, divulgado no fim de maio, a previsão de gastos estava em R$ 4,522 bilhões (exatamente o valor liberado hoje) acima do limite.

Os principais gastos reestimados para baixo foram o Bolsa Família (-R$ 9,496 bilhões, por causa da recriação do auxílio emergencial), as despesas com o funcionalismo (-R$ 3,022 bilhões), a redução de subsídios para o Financiamento Estudantil (-R$ 1,756 bilhão) e a redução dos demais subsídios e subvenções (-R$ 905,5 bilhões).

A equipe econômica também reduziu em R$ 891 milhões a estimativas de gastos com benefícios da Previdência Social, ainda decorrente da reforma da Previdência. Com a reestimativa das despesas incluídas no teto, o governo ganhou uma folga de R$ 12,304 bilhões. Essa folga foi em parte consumida por um acórdão fechado com o Tribunal de Contas da União que determinou que os R$ 9,496 bilhões do Bolsa Família não utilizados fossem empregados no combate à pandemia de covid-19. Mesmo com a liberação dos R$ 4,522 bilhões, restou uma folga de R$ 2,807 bilhões no teto de gastos para este ano.

Meta fiscal

O relatório também reduziu, de R$ 187,7 bilhões (2,2% do Produto Interno Bruto, PIB) para R$ 155,4 bilhões (1,8% do PIB), a estimativa de déficit primário para este ano. O principal fator foi o crescimento da arrecadação decorrente da recuperação econômica, que fez a equipe econômica revisar para cima a estimativa de receitas em R$ 43,1 bilhões. Como os gastos obrigatórios subirão R$ 10,8 bilhões (por causa da revisão dos créditos extraordinários, compensada pela diminuição de outras despesas obrigatórias), a previsão final de déficit foi diminuída em R$ 32,3 bilhões. Essa é a diferença final entre a projeção anterior e atual do resultado fiscal em 2021.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit de até R$ 247,1 bilhões, com a possibilidade de abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos relacionados ao combate à pandemia. No entanto, o crescimento da economia e a inflação, que estão impulsionando as receitas do governo, darão folga significativa para o governo neste ano.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões. Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

2021-07-23T13:05:46-03:00julho 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Setor mineral registra 98% de aumento no faturamento do 1º semestre

O setor mineral faturou no primeiro semestre deste ano R$ 149 bilhões. Trata-se de um crescimento de 98% na comparação com os R$ 75,3 bilhões registrados entre janeiro e junho de 2020. Os dados foram divulgados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), entidade que reúne as maiores mineradoras que atuam no país. A produção comercializada no setor, no entanto, teve alta menos expressiva. Saiu de 525 milhões de toneladas nos primeiros seis meses de 2020 para 535 milhões de toneladas no mesmo período deste ano, o que significa um incremento de 2%. Apesar dessa variação tímida no volume comercializado, o crescimento do faturamento foi influenciado pelo câmbio e pelos preços no mercado internacional. “De uma maneira geral, as commodities vêm sofrendo um aumento de preço. Algumas já registram uma certa estabilidade.

Mas comparado com o ano passado, a combinação de preços e dólar leva a esse faturamento expressivo”, disse o presidente do conselho diretor do Ibram, Wilson Brumer. O custo médio da tonelada de minério de ferro, na comparação entre os primeiros semestres de 2020 e de 2021, saltou de US$ 91,04 para US$ 183,43: uma alta de 101,5%. O Brasil é, depois da Austrália, o maior produtor mundial dessa comodity.

Crescimentos expressivos também se deram nos preços do estanho (76,7%), do cobre (65,8%), do níquel (41,5%), do alumínio (41%) e do zinco (38,7%). Além disso, o dólar está mais valorizado. Entre janeiro e junho de 2020, a moeda norte-americana teve uma cotação média de R$ 4,92. Já nos primeiros seis meses deste ano, houve um salto para R$ 5,38. O estado do Pará manteve sua fatia de 44% de participação no faturamento total do setor no país. Minas Gerais, por sua vez, respondeu por 41%, o que significa um aumento: no primeiro semestre de 2020, esse percentual foi de 37%.

Os dois estados são os principais produtores do país. O saldo da balança comercial do setor mineral brasileiro neste primeiro semestre subiu 110,53% na comparação com os seis primeiros meses de 2020. As exportações registraram alta de 14% em volume e de 91% em dólar. Foram gerados US$ 27,6 bilhões, quase o dobro dos US$ 14,4 bilhões do primeiro semestre do ano passado.

Royalties

Com a alta do faturamento, o recolhimento de tributos também cresceu 98%, chegando a um total de R$ 51,4 bilhões. Considerando apenas a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), conhecida como o royalty cobrado das mineradoras, a arrecadação foi de R$ 4,48 bilhões neste primeiro semestre. Trata-se de um aumento de 111% na comparação com os primeiros seis meses de 2020. O Ibram aposta em novo recorde da CFEM em 2021, superando os R$ 6,1 bilhões recolhidos ao todo no ano passado. “Continuando a demanda forte de minerais e os preços ficando no atual patamar, acreditamos que o CFEM pode fechar o ano com algo em torno de R$ 9 bilhões. E até ultrapassar esse valor, não seria surpresa”, diz Brumer.

Segundo a legislação, os royalties da mineração são distribuídos da seguinte forma: 10% para a União, 15% para o estado onde ocorre a produção, 15% para os estados afetados pela produção e 60% para o município onde ocorre a produção. No grupo das dez cidades com as maiores arrecadações, três são do Pará: Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá. Todas as outras sete são de Minas Gerais: Conceição do Mato Dentro, Itabirito, Congonhas, Mariana, Itabira, Nova Lima e São Gonçalo do Rio Abaixo. “Tivemos no Brasil 2.510 municípios arrecadadores de CFEM no primeiro semestre de 2021”, disse o diretor-presidente do Ibram, Flávio Ottoni Penido.

2021-07-23T13:02:23-03:00julho 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista News – Mahogany lança coleção Experience

A Mahogany apresenta a linha Experience, com seis opções Eau de Toilette, três femininas e três masculinas. O lançamento combina ingredientes únicos e sofisticados com aromas surpreendentes e intensos, como Bourbon e Fava Tonka, Folhas de Figo e Violeta, Íris e Flor de Laranjeira, Pera e Gerânio, Pimenta Rosa e Cedro e Verbena e Bergamota. Os produtos foram pensados com o intuito de serem colecionáveis e contam com fragrâncias que vão desde as mais amadeiradas à sensuais, delicadas ou florais. Confira abaixo os Eau de Toilette da nova linha Experience da Mahogany: Eau De Toilette Pera E Gerânio | Feminina O perfumista francês Roland Theil traduziu sensualidade e delicadeza em uma essência única. Neste eau de toilette da linha Experience, a pera, que é uma paixão dos ingleses, confere o lado adocicado e suave, enquanto o gerânio revela uma faceta moderna, vibrante, encorpada e marcante da essência em harmonia com um corpo floral.

A perfumaria de nicho proporciona sensações únicas através de elementos especiais. A íris é uma flor de notas requintadas e um dos ingredientes mais raros: seu quilo vale o triplo de uma barra de ouro. Já a flor de laranjeira confere à essência de Íris e Flor de Laranjeira uma alquimia que revela delicadeza e pureza em uma apresentação sofisticada. Eau De Toilette Folhas De Figo E Violeta | Feminina Folhas de Figo e Violeta é uma criação exclusiva, envasada em um frasco especial que traz as notas cítricas e vibrantes da folha de figo, que revelam um lado frutal, rústico e muito sofisticado. A harmonização se dá com a flor de violeta, que confere frescor e elegância à esta versão da perfumaria de nicho da linha Experience. Eau De Toilette Pimenta Rosa E Cedro | Masculina Uma experiência luxuosa e hipnotizante. A pimenta rosa, muito sedutora, confere à primeira impressão desta essência muita vibração, brilho e cintilância. Em seguida, revela-se o contraste da combinação dos cedros de Atlas e Virgínia, envolvendo o corpo com uma perfumação forte, amadeirada, sofisticada e poderosa. Eau De Toilette Bourbon E Fava Tonka | Masculina A alquimia entre o Bourbon e a Fava Tonka cria uma atmosfera intimista, envolvente e confortante. O Tabaco Bourbon representa a convicção da força masculina e sua sensualidade reproduzindo o momento da queima da folha de tabaco junto ao calor da baunilha de Madagascar. Já a fava tonka é uma semente cuidadosamente fermentada, que surpreende por seu lado especiado, amendoado e liquoroso. Eau De Toilette Verbena E Bergamota | Masculino Verbena, também conhecida “erva sagrada”, é um gênero botânico com mais de 250 subespécies com conotações cítricas potentes. A italiana bergamota é refinada, agradável e reconfortante. O casamento das duas é uma fragrância elegante e com toques da brisa do campo e do céu aberto.

2021-07-23T12:59:51-03:00julho 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

EOnline – Tatá Werneck muda radicalmente visual e surge loira para nova campanha

Tatá Werneck decidiu mudar o visual! Tatá apareceu loira nos últimos dias a fim de exibir uma aparência diferente para a nova temporada de Lady Night. A apresentadora se tornou a nova embaixadora da Maxton, tintura da Embelleze; e, para a transformação, apostou no tom Louro Ofuscante. Anderson Couto, reconhecido pela mudança de diversas estrelas para a tonalidade clara, foi o responsável pela mudança das madeixas da musa.

Tatá apareceu com os cabelos mais claros no mês passado, mas só na quarta-feira, 21, que fez o anúncio sobre ser a embaixadora da marca.

Para Itamar Serpa, fundador do Sistema Embelleze, a parceria se encontra com o slogan da campanha da Maxton. “A autenticidade da Tatá faz com que a mulher brasileira se identifique com ela. Bom humor, cuidado com a família, batalhadora e sempre com alto astral são pontos que ela tem em sinergia com a Embelleze”, conclui ele.

2021-07-23T12:56:51-03:00julho 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

InfoMoney – Receita: recuperação da arrecadação traduz recuperação econômica, diz secretário

O secretário especial da Receita Federal, José Tostes Neto, afirmou, nesta quarta-feira (21), que a recuperação da arrecadação nos últimos meses traduz a retomada econômica no Brasil. “Mesmo se considerarmos diferimentos, ainda assim temos crescimento significativo de arrecadação em 2021”, disse o secretário. A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 137,169 bilhões em junho. O resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 46,77% na comparação com o mesmo mês de 2020.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia avaliado, um pouco mais cedo, que a arrecadação federal está diretamente associada com o nível do Produto Interno Bruto (PIB). “Vocês vão ver o V típico da força da recuperação, inclusive nos colocando na certeza de que vamos superar os níveis históricos arrecadados lá atrás, disse o ministro.

2021-07-22T14:52:14-03:00julho 22nd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Veja – Com retomada econômica, arrecadação do 1º semestre é a maior em 21 anos

O desempenho robusto da arrecadação federal é comemorado pelo governo.  De acordo com a Receita Federal, a arrecadação de impostos e contribuições federais nos primeiros seis meses do ano somou 881,99 bilhões de reais, um avanço de 24,49% em relação ao mesmo período ano anterior, já descontada a inflação, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 21.  De acordo com o Fisco, é a maior arrecadação para o semestre na série histórica desde 2000.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, o bom desempenho da arrecadação é sinal de recuperação econômica pós-choque causado pela Covid-19 em 2020. E tamanho é o otimismo com a arrecadação que o ministro credita a ela a possibilidade de viabilizar parte da reforma tributária, mesmo que ela acarrete com perda de arrecadação. A proposta de reforma do Imposto de Renda, que irá taxar dividendos mas diminuir alíquotas para empresas e corrigir a tabela para pessoas físicas pode reduzir a arrecadação em até 30 bilhões de reais, mas seria compensada pelo bom desempenho que vem sendo registrado em 2021. Além de entrar na conta a reforma, a arrecadação federal também está nos planos do governo para descontingenciar recursos para os ministérios.

“Temos que ter responsabilidade, trabalhamos, conseguimos no dia de ontem aqui com Paulo Guedes e vários outros ministros também, como a arrecadação tem aumentando assustadoramente, estou até preocupado positivamente, óbvio, né, a arrecadação subiu assustadoramente, nós resolvemos descontingenciar todos os recursos previstos no orçamento dos ministérios, todos”, disse Bolsonaro em entrevista para a Rádio Jovem Pan de Itapetininga.

2021-07-22T14:50:04-03:00julho 22nd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Segs – HND lança Ômega 3 com alta concentração de DHA e EPA

Lançamento é produzido com o óleo MEG-3®, referência em qualidade A prática do autocuidado e a escolha de hábitos mais saudáveis estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Um grande aliado nessa busca por melhorias na rotina é o consumo de suplementos alimentares. Pensando nisso, a HND, marca do Grupo Hinode focada em suplementos nutricionais, performance e bem-estar, apresenta o seu novo Ômega 3. Essencial em todos os estágios da nossa vida, o Ômega 3 é uma gordura do bem que traz diversos benefícios para a nossa saúde, se consumido diariamente, e contribui desde o desenvolvimento na infância até a manutenção da saúde e prevenção de doenças na vida adulta. Tendência que tem ganhado cada vez mais espaço na América Latina, principalmente pela forma prática e eficiente de suprir as necessidades do nosso organismo, a suplementação alimentar chega como uma alternativa mais saudável para elevar o nível de qualidade de vida quando as pessoas não conseguem atingir a recomendação diária do consumo através da alimentação. As cápsulas são a forma mais procurada e eficiente para o consumo do Ômega 3. O lançamento da HND possui selo MEG-3 e apresenta fórmula com alta concentração de DHA e EPA, substâncias que exercem as funções benéficas do Ômega 3, além de elevado nível de pureza, livre de contaminantes e um fornecimento sustentável derivado do óleo de peixe. O Ômega 3 HND não possui sabor ou cheiro para uma ingestão ainda mais agradável. O Ômega 3 tem uma potente ação anti-inflamatória, que pode ser usado para controlar níveis de colesterol, triglicerídeos, glicemia, ajuda a prevenir Alzheimer, doenças cardiovasculares, cerebrais e autoimunes, auxilia no combate a depressão, além de melhorar a memória, a disposição, a qualidade da pele e o rendimento muscular. O Ômega 3 HND custa 99,90 reais. A recomendação é o consumo diário de três cápsulas, preferencialmente antes das principais refeições. O Ômega 3 e outras novidades da marca podem ser encontradas no catálogo online catalogo.grupohinode.com e no e-commerce: www.hinode.com.br Sobre HND A marca do Grupo Hinode foi lançada em 2016 e é focada em produtos de suplementos nutricionais, performance e bem-estar, reunindo tecnologia para aqueles que buscam uma vida mais saudável e equilibrada. O portfólio conta com 33 produtos, divididos em categorias que abrangem controle de peso, chás, nutricosméticos e bebidas, todos necessários para manter uma vida saudável e uma dieta balanceada. Hoje, a marca representa 15% nas vendas de todo o grupo, sendo que os itens são desenvolvidos em parceria com profissionais da saúde, laboratórios e empresas especializadas, tornando a HND referência no Brasil.

2021-07-22T14:47:50-03:00julho 22nd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Painel da produção de petróleo mostra recorde da Bacia de Santos

A Bacia de Santos atingiu recorde de participação na produção nacional de petróleo e gás natural. No mês de junho de 2021, foram 2,67 milhões de barris equivalentes de petróleo por dia (boe/d), o que corresponde a 71,06% do total registrado no país. Este é o maior percentual já apontado no painel dinâmico da produtividade do setor. A plataforma é mantida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulatório vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME). Os números consolidados de junho de 2021 foram reunidos e divulgados hoje (20). A Bacia de Santos é uma bacia sedimentar marítima que se estende desde o litoral sul do estado do Rio de Janeiro até o norte do estado de Santa Catarina. Nessa área, estão localizados campos com importantes reservas na camada pré-sal. Um deles, o Campo de Búzios, teve o poço que registrou a maior produção no mês passado. O 7-BUZ-10-RJS teve uma média de 66,51 mil boe/d. Mantendo-se como a segunda maior produtora do país, a Bacia de Campos aparece no painel com 805,9 mil boe/d. O volume representa 21,45% do total nacional. A Bacia de Campos se estende das imediações da cidade de Vitória, no Espírito Santo, até Arraial do Cabo, no litoral norte do Rio de Janeiro. O Brasil produziu ao todo 3,75 milhões boe/d em junho. Desse total, 93,75% vieram de áreas marítimas (offshore): 72,25% da camada pré-sal e 21,5% da camada pós-sal. As áreas terrestres (onshore) responderam por 6,26% do total e o principal destaque foi a Bacia do Parnaíba que registrou um incremento de 24% na produção na comparação com o mês de maio. A média foi de 45,77 mil boe/d. Segundo a ANP, a variação ocorreu pelo aumento da demanda de usinas termoelétricas.

2021-07-21T14:51:26-03:00julho 21st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – CNC: intenção de consumo das famílias mantém ritmo de crescimento

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 2% em julho, alcançando a segunda alta consecutiva. O indicador chegou a 68,4 pontos e atingiu o maior nível desde abril. O resultado ficou 3,5% acima do registrado no mesmo período de 2020. O índice, porém, segue abaixo do nível de satisfação (100 pontos). Os resultados da pesquisa, feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foram divulgados hoje (21), no Rio de Janeiro. “A maior confiança das famílias na estabilidade da tendência positiva do mercado de trabalho, a disponibilização do auxílio emergencial e uma maior parcela da população já vacinada favoreceram as condições de consumo”, afirmou, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros. Destaque para consumo Como em junho, todos os subíndices da pesquisa registraram resultados positivos, com destaque para o que mede a Perspectiva de Consumo, que subiu 5,1% na comparação com junho, indo a 66,8 pontos. O item foi o que apresentou o maior crescimento no mês e revelou melhora na percepção dos brasileiros em relação a compras futuras. “A expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo percebido no curto prazo se prolongue para o longo prazo”, disse a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva. O Nível de Consumo Atual também melhorou (+2,2%), alcançando o maior patamar desde março deste ano (53,1 pontos). “Esse avanço foi resultado da melhora nas condições de consumo, com redução no percentual de famílias que consideram o seu consumo menor (59% contra 60,3% no mês passado e 62,6% em julho de 2020) e crescimento ainda mais intenso do que no mês anterior (+4,7%) na percepção do momento para compra de duráveis”, afirmou a economista. Bens duráveis Apesar de permanecer como o menor indicador em julho, o Momento para Compra de Duráveis, que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis, atingiu o maior patamar desde abril e subiu de forma ainda mais intensa do que no mês anterior (+4,7%), chegando a 40,8 pontos. “Na esteira desse avanço, houve redução do percentual de famílias que acreditam ser um momento negativo para compras desse tipo de produto: 77,2%, abaixo dos 77,7% do mês anterior e dos 78% de julho de 2020”, finalizou a CNC.

2021-07-21T14:48:45-03:00julho 21st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Vendas no comércio crescem 10,1% no primeiro semestre, diz Serasa

As vendas no comércio físico brasileiro cresceram 10,1% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, apontou o Indicador de Atividade do Comércio. Esse foi o maior crescimento semestral desde 2010, disse a Serasa Experian. No entanto, segundo Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, essa alta observada é uma recuperação apenas parcial, “pois não compensa a queda expressiva relacionada a pandemia em 2020”. A alta foi puxada pelo setor de móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática, que cresceram 13,6% no período. Já a retração ocorreu principalmente nos setores de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com queda de 6,5% no período. Junho No mês de junho, o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian teve alta de 1,1% frente ao mês anterior. O segmento de tecidos, vestuários, calçados e acessórios teve um crescimento expressivo de 30,9%, o que impulsionou o cenário positivo do índice. “Com o alto nível de desemprego e a diminuição do auxílio emergencial, as pessoas ainda estão seguindo o modelo de consumo por necessidade, o que afeta as vendas do varejo. A alta expressiva do setor de tecidos, vestuários, calçados e acessórios pode estar ligada ao período de frio iniciado em junho, que reforçou a demanda por esses itens”, disse Rabi.

2021-07-20T15:37:44-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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