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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Yahoo! – Influenciadores movimentam R$ 100 milhões em parcerias com marcas

O trabalho de influenciador digital teve um boom nos últimos dois anos com a pandemia de covid-19. O crescimento se deu pelo aumento do consumo de conteúdo nas redes sociais e as marcas estão atentas a isso, segundo dados da empresa de monetização LTK.

Só em setembro de 2021 houve um aumento de 856% nas vendas através influenciadores e essa porcentagem representou um uma receita maior que R$100 milhões para marcas parceiras.

“Segundo a Associação Brasileira de Empresa de Vendas Diretas (Abevd), desde o início do ano passado, jovens brasileiros entre 18 e 29 anos representam 48,1% dos empreendedores independentes atuando com vendas diretas no país”, relata a empresa.

Mês a mês, o segmento de beleza é o mais bem sucedido em vendas na LTK – entre os produtos mais pedidos do último mês estão o Shampoo Antiqueda Vichy Dercos, o Óleo Capilar Wella Professionals Oil Reflections e os kits de tratamento para os cabelos da Eudora.

Em setembro também cresceram em 1361% os pedidos na LTK e em 405% os acessos a sites de marcas parceiras (as que mais venderam foram Casas Bahia, Fastshop, Eudora, O Boticário e C&A). Desde o começo do ano, a plataforma já impulsionou mais de R$100 milhões em receita para marcas parceiras do Brasil e prevê alcançar a marca dos R$200 milhões até o fim de 2021.

A LTK conecta influenciadores e marcas para que juntos possam trabalhar em campanhas e gerar conteúdo pago, garantindo uma comissão a quem criou o conteúdo e rastreando todas as vendas realizadas. “Em 10 anos já vendemos 10 US$ bilhões. No Brasil, tivemos aumento de 1050% nas vendas impulsionadas por influenciadores e devemos alcançar R$375 milhões em 2022”, afirma Phil Kauders, head da empresa na América Latina.

https://bit.ly/32f3FUz

2021-11-18T11:22:38-03:00novembro 18th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

CNN – Pesquisa revela mudanças no perfil do jovem empreendedor no Brasil

Em novo episódio do podcast ‘Alma do Negócio’, o executivo Igor Carvalho descreve descobertas do levantamento e motivações de quem decide empreender no país

É inegável que, ao longo dos últimos anos, o mundo do trabalho tenha sofrido mudanças profundas. A transformação digital, impulsionada pela pandemia de Covid-19, expandiu os horizontes e tornou o empreendedorismo um caminho possível para os profissionais de todas as áreas e, é claro, para os jovens. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, desde o início de 2020, os jovens brasileiros com idade entre 18 e 29 anos já representam 48,1% dos empreendedores independentes do país.

No novo episódio do podcast Alma do Negócio, a jornalista Natália Daumas conversa com o executivo Igor Carvalho, diretor comercial da Herbalife Nutrition no Brasil. Ele revela as descobertas de uma pesquisa sobre o perfil do jovem empreendedor no país.

Alma do Negócio tem novos episódios a cada semana. Todas as quintas-feiras, a partir das 8h, Natália Daumas apresenta uma entrevista com especialistas que mergulham em temas que fazem parte da vida dos profissionais que exercem funções de liderança. Os episódios podem ser acessados on demand nas principais plataformas de podcast: Apple Podcasts, Spotify, Amazon Podcasts e Deezer.

Clique aqui para acessar o podcast.

2021-11-12T12:47:44-03:00novembro 12th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Prop Mark – Vendas via influenciadores geram mais de R$100 milhões para marcas

Dados da plataforma de monetização de conteúdo, LTK, mostram aumento no número de criadores que obtêm renda por meio de conteúdo pago

A LTK, plataforma de monetização de conteúdo para influenciadores, observou um aumento de 172% no número de criadores que geram receita e já impulsionou mais de R$ 100 milhões em receita para marcas parceiras do Brasil.

Até o final de 2021, a LTK prevê alcançar a marca dos R$ 200 milhões.

De acordo com a nota enviada à imprensa, esse aumento foi uma consequência da adesão do e-commerce causada pela pandemia, quando o mercado entender que, cada vez mais, os influenciadores digitais são essenciais na decisão de compra das pessoas.

Segundo a Associação Brasileira de Empresa de Vendas Diretas (Abevd), desde o início do ano passado, os jovens brasileiros — entre 18 e 29 anos — representam 48,1% dos empreendedores independentes atuando com vendas diretas no país.

Em setembro, os pedidos na LTK cresceram em 1361% e em 405% os acessos a sites de marcas parceiras (Casas Bahia, Fastshop, Eudora, O Boticário e C&A).

A LTK conecta influenciadores e marcas para que juntos possam trabalhar em campanhas e gerar conteúdo pago, garantindo uma comissão a quem criou o conteúdo e rastreando todas as vendas realizadas. “Em 10 anos já vendemos 10 US bilhões. No Brasil, tivemos aumento de 1050% nas vendas impulsionadas por influenciadores e devemos alcançar R$ 375 milhões em 2022”, afirma Phil Kauders, head da empresa na América Latina.

2021-11-12T12:24:50-03:00novembro 12th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estado de Minas – Empresas do Brasil reabrem as portas para jovens mais engajados

Dezenas de processos para selecionar e treinar profissionais no começo da carreira contribuíram, neste ano, para a redução da taxa de desemprego no Brasil de junho último a agosto, embora o nível de desocupação dos jovens ainda supere, de forma surpreendente, a média nacional de 13,2% segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O ano foi marcado pela retomada dos programas de estágio e trainee, diante da demanda represada que a pandemia de COVID-19 provocou. Ainda há seleções aguardadas nos próximos meses, período que pode ser aproveitado para a preparação dos candidatos visando à temporada de 2022 para estagiários, recém-formados e jovens com experiência.

Guilherme Campos, sócio da consultoria PwC Brasil, afirma que atividades baseadas na rotina e na repetição tendem a passar a ser feitas cada vez mais por robôs e outras ferramentas da automação industrial.

Com isso, funções intelectuais exercidas por profissionais com habilidades como liderança, inteligência emocional, criatividade e capacidade de resolver problemas deverão ser mais valorizadas, e esse é o caminho que os jovens devem perseguir.

“O futuro do mercado de trabalho será resultado de questões complexas, como o impacto de tecnologias disruptivas, a escassez de recursos naturais, mudanças no comportamento dos consumidores e novos modelos de negócios. O mercado de trabalho terá mais espaço para a inovação”, alerta.

Os dados mais recentes do IBGE relativos às taxas de desemprego estimadas com base na idade da população se referem ao período de abril a junho passado e mostram níveis de 29,5% de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos e de 13,8% na faixa de 25 a 39 anos.

Nesse último grupo, estavam 33,9% do total de pessoas sem trabalho no país, ou seja 4,9 milhões do universo de 14,7 milhões de pessoas sem oportunidade de trabalhar.

Quanto à faixa de 18 a 24 anos, a estimativa de desempregados é de 4,2 milhões. De junho a agosto, o instituto estimou 13,7 milhões de brasileiros sem ocupação.

Com a recuperação da economia, Adriana Prates, CEO da consultoria Dasein Executive Search, afirma que em todos os segmentos da atividade, hoje, há espaço para os jovens. “Em 2021, as empresas estão lançando de forma maciça programas de contratação de estagiários e trainees.

Com o crescimento de muitos segmentos, faltam bons profissionais. Por fim, as empresas abriram novos processos a fim de preparar esses jovens para crescer, seja como assistentes, analistas e consultores, sejam especialistas ou gestores.”

Os jovens que tiveram acesso a uma formação acadêmica consistente serão beneficiados, mas é preciso usar essa bagagem de formação e ampliar as possibilidades de atuação.

“Mais do que um tipo de formação específica, as grandes empresas buscam pessoas com essa base forte, pois é nessa base que os investimentos em treinamento e desenvolvimento serão feitos. E caso essas pessoas tenham atitudes positivas, saudáveis, sejam integradoras e colaborativas, conseguirão com rapidez assimilar diversos novos conhecimentos e aplicá-los de imediato no dia a dia, o que vai gerar valor para a própria pessoa e para a organização.”

Um detalhe que merece atenção especial nesse cenário, de acordo com a CEO da Dasein , é o cuidado desses profissionais com a postura adotada nas redes sociais, o que envolve não só posicionamento virtual sobre os temas mais variados, causas que apoia, como também as fotos inseridas nos perfis. É fator capaz de aumentar ou reduzir as chances de êxito. “Tudo será cuidadosamente verificado pelas empresas mais sérias”, alerta.

Na luta contra os números preocupantes do desemprego, o publicitário Victor Antunes Campos, de 26 anos, conquistou vaga de designer após cinco meses desempregado.

“Não é o meu primeiro emprego. A primeira oportunidade surgiu em 2018, quando fui efetivado em uma empresa onde fazia estágio. Agora, o mercado não parecia ser oportuno. Enviei vários exemplares de currículo via e-mail, pelo LinkedIn e até mesmo entregando impresso de porta em porta.”

Victor conta que foi selecionado para diversas entrevistas, participou de dinâmicas em processos seletivos e conversou com muita gente até que surgisse a oportunidade de voltar ao mercado de trabalho. Victor Campos conquistou colocação em sua área de atuação, o que tem sido raro no mercado competitivo no país.

“Consegui emprego no setor de marketing e comunicação como designer, função em que já havia atuado por bastante tempo. Estou muito satisfeito e feliz com a oportunidade. Espero fazê-la render bons frutos, mirando onde quero chegar na carreira.”

Entre os obstáculos que o publicitário enfrentou estão a oferta tímida de vagas durante a fase mais restritiva que foi necessária no combate à COVID-19, a exigência por parte de alguns empregadores de profissionais capacitados para multitarefas e a queda dos rendimentos do trabalho.

Fator não menos importante, Victor conta que teve de lidar com a ansiedade na busca de recoloção em condições suficientes para, ao menos, retirá-lo da situação de sufoco. “Ficar em casa, sem ter o que fazer, sem me sentir útil ou produtivo foi algo que tirou a minha confiança em alguns processos de que participei. Sem dúvida foi um dos maiores obstáculos que tive de superar para finalmente conseguir me recolocar.”

Milhões de jovens encaram a mesma batalha pela qual passou Victor Campos. Fator determinante nessa luta, segundo Guilherme Campos, da PwC Brasil, são as recentes transformações tecnológicas que redesenham o ambiente de trabalho. Avanços na automação industrial, aliados à inteligência artificial e outras inovações, vêm substituindo o homem em alguns setores e funções.

“A pandemia ressignificou esse cenário, uma vez que houve uma série de impactos na economia que culminaram em demissões ou em fechamento de empresas”, afirma o consultor.

Segundo a Pesquisa Global sobre Crises da PwC (Global Crisis Survey 2021), no Brasil, 62% dos entrevistados declararam que a crise sanitária impactou de forma negativa os negócios.

Outros 33% afirmaram que o efeito foi positivo. Diante disso, soma-se um cenário desafiador no segmento da educação, que teve que se adaptar ao ensino a distância.

Mundo das habilidades digitais e da visão ampla

Estudo da consultoria PwC mostra que os profissionais jovens têm duas vezes mais probabilidade que os demais grupos da população de conseguir melhorar suas habilidades, o que é um ponto importante para a sua inserção no mercado de trabalho.

Guilherme Campos, sócio da empresa, diz que muitas funções surgem e outras estão desaparecendo por completo. A discrepância entre as qualificações que as pessoas têm e aquelas que elas precisam mostrar para trabalhar no mundo digital é uma das questões mais críticas.

“Para solucioná-la, é preciso investir no aprimoramento das competências dos trabalhadores. Isso exigirá a união de esforços em diferentes níveis: educadores, gestores de governos nacionais, regionais e locais, além de líderes empresariais”, afirma Campos.

Ele destaca que com 71 milhões de jovens desempregados no mundo e entre 20% e 40% dos empregos atualmente ocupados por jovens de 16 a 24 anos com risco de automação até meados da década de 2030, o desenvolvimento das habilidades necessárias para a era digital se torna desafiador.

“Apesar de atualmente haver a maior geração de jovens da história brasileira (48 milhões de pessoas entre 10 e 24 anos de idade, cerca de 23% da população), grande parte desse contingente não tem acesso à formação e às oportunidades de emprego”, afirma.

Nesse contexto, ele alerta para o fato de que jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade social dependem ainda mais de apoio para ingressar no mercado de trabalho.

Quanto aos programas de inserção no mercado de trabalho, de estágio, trainee e jovens aprendizes, muitos deles são mais concorridos que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e alguns vestibulares. Adriana Prates, CEO da consultoria Dasein Executive Search, diz que a preparação dos canidatos deve contemplar a realização de bons cursos extracurriculares.

“É necessário acompanhar por meio dos noticiários e revistas específicas o que está ocorrendo no mundo. A leitura qualificada amplia a visão de mundo e o candidato vai dar respostas mais compatíveis com o que a empresa espera. Aumentar o volume de processos seletivos é também essencial para aumentar o percentual de êxito.”

Guilherme Campos afirma que entre as principais habilidades requeridas estão liderança, pensamento analítico, inovação e processamento de informações e dados. “De fato, há vagas para profissionais qualificados, assim como sobram profissionais não qualificados, o que prejudica as pessoas. A economia e a sociedade em geral sofrem com esse desajuste entre demanda e oferta de postos de trabalho. Independentemente do cargo, é necessário que os jovens ampliem a qualificação.”

Empreender como saída

Antes da pandemia de COVID-19 e do agravamento do desemprego no país, os jovens brasileiros já buscavam alternativa para empreender. Dados levantados pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) indicam que, desde o início de 2020, os brasileiros de 18 a 29 anos representam 48,1% dos empreendedores independentes que atuam com vendas diretas. Outra diferença, no cenário atual, é o crescimento do número de homens que atuam no setor, universo de 42,2% do total. Houve, ainda, mudança nos meios de divulgação dos produtos. O aplicativo WhatsApp (84,7%) e as mídias sociais (79,8%) tomaram a frente e são os mais utilizados. A geração que cresceu em meio à expansão do acesso à internet viu na familiaridade e no alcance da rede, junto ao baixo investimento para começar o negócio nas vendas diretas, a oportunidade de não ter chefe e de definir a própria jornada de trabalho.

2021-11-08T10:29:55-03:00novembro 8th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Jornal Dia Dia – Empreendedorismo aquece a economia e transforma vidas

A quantidade de microempreendedores aumentou 18% em um ano em Minas Gerais, que é o terceiro estado em quantidade de MEIS, segundo dados do SEBRAE/MG. E os ganhos vão além da conquista da renda. Conheça histórias de superação por meio do trabalho

“Empreender me deu o rumo da minha vida! Sou independente, ativa e estou prestes a me casar, conta Lydia Lydia Minori, 40 anos, que tem paralisia cerebral. Ela anda, fala e se move com dificuldade, mas sai de casa todos os dias com sua maleta de produtos cosméticos e de bem-estar para trabalhar. Sozinha, faz as vendas e digita os pedidos usando um tablet e uma caneta especial. Organiza os materiais e tem até um canal no youtube. Além dos negócios, dedica-se também a evangelizar moradores em situação de rua e é escritora. Com uma vida assim, claro, inspira que convive com ela.

A coordenadora da equipe de Lydia, Célia Bonsucesso Viana, se emociona: “Lydia é ótima empreendedora, vende super bem, muito proativa. O dia a dia dela é difícil, mas ela está sempre com um sorriso no rosto. A cada segundo, ela vence uma adversidade. Porém, tem sempre uma palavra generosa de consolo e estímulo aos amigos e colegas. Lydia é uma inspiração para mim. Tenho certeza será uma grande líder” comenta animada.

Assim como Lydia, muitos brasileiros têm buscado no empreendedorismo a oportunidade da sobrevivência. O número de microempreendedores aumentou 19% em um ano, de acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Minas), que registrou a criação de 204.748 MEIs em um ano, ficando atrás apenas de São Paulo (517.993) e do Rio de Janeiro (218.461). De acordo com o Sebrae Minas, foram abertos 36.037 MEIs, com o número de registros saltando de 198.636, em março de 2020, para 234.673, em março de 2021 – um crescimento de 18,1%.

O mercado de marketing multinível tem sido um dos mais procurados por quem quer começar a empreender. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), somente em 2020, ano mais severo da pandemia do novo Coronavírus, foram comercializados bilhões de itens (produtos e serviços) por venda direta no Brasil, que geraram um volume de negócios cerca de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior que 2019. A força de vendas também cresceu 5,5% em 2020, ultrapassando 4 milhões de empreendedores que atuam como revendedores diretos das empresas.

O aposentado Geraldo Avelar, 74 anos, é um deles. Há alguns anos ele não tinha cesso a tecnologia e nunca tinha pensado que trabalharia pelo whatsapp, faria cursos online e reuniões virtuais. Geraldo conta que precisava complementar a renda quando começou a vender produtos no mercado de vendas diretas. E encontrou no empreendedorismo um novo sentido para sua vida.

“Eu vivia com imunidade baixa e frequentes falhas na memória. Para começar a fazer uma renda extra, precisei aprender a mexer no celular, no computador e hoje já lido com mais facilidade com a internet. Foi o empreendedorismo que me animou, pois voltei a ter uma ocupação e hoje em dia levanto cheio de disposição. Até minha memória já agradece”, brinca. Em breve, contará com sua esposa, Elaine, que se aposentará e juntos trilharão esta carreira.

Para Vera Rocha dos Prazeres, empreender foi como se libertar. “Eu estava no pior momento da minha vida, com uma fratura na perna causada pelo meu ex-marido, com quem vivia um relacionamento abusivo. Deprimida, com autoestima no chão. Entrei para o mundo dos negócios de vendas, conquistei minha independência financeira e pude sonhar novamente. A empresa onde trabalho ainda me rendeu um casamento: foi onde conheci o atual esposo com quem hoje compartilho a vida”, relata emocionada.

No ano passado, o Brasil bateu o recorde histórico da quantidade de empreendedores da história nacional chegando a 52 milhões de brasileiros que possuem negócio próprio, segundo levantamento da Global Entrepreneurship Monitor, GEM. E cerca de 30% do PIB anual veio daí. A holding mineira AKMOS, onde as histórias acima se cruzam, é exemplo de empresa que onde o empreendedorismo teve resultados acima da média em 2021. Segundo dados do balanço semestral deste ano, o crescimento da empresa foi 32% maior que em 2020 e o maior dos últimos cinco anos.

Para Eduardo Soares, gerente de Marketing da AKMOS, esse crescimento está baseado no olhar atento da empresa aos clientes e aos empreendedores: “Completamos em agosto 12 anos de mercado com a certeza de que empreender é mais que produzir números que movimentam a nossa economia. É transformar realidades, mudar histórias de vida, garantir a autonomia financeira e profissional, ajudando a driblar momentos desafiadores. Inovar envolve a transformação das pessoas, não apenas da indústria. Oferecemos qualificação, treinamentos, desenvolvemos líderes e todas nossas ações de qualificação profissional passam pelo desenvolvimento da autoestima do indivíduo. Sem isso, nada acontece plenamente” completa.

https://jornaldiadia.com.br/empreendedorismo-aquece-a-economia-e-transforma-vidas/

2021-10-13T14:22:55-03:00outubro 13th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

SEGS – Empreendedorismo aquece a economia e transforma vidas

A quantidade de microempreendedores aumentou 18% em um ano em Minas Gerais, que é o terceiro estado em quantidade de MEIS, segundo dados do SEBRAE/MG. E os ganhos vão além da conquista da renda. Conheça histórias de superação por meio do trabalho

“Empreender me deu o rumo da minha vida! Sou independente, ativa e estou prestes a me casar, conta Lydia Lydia Minori, 40 anos, que tem paralisia cerebral. Ela anda, fala e se move com dificuldade, mas sai de casa todos os dias com sua maleta de produtos cosméticos e de bem-estar para trabalhar. Sozinha, faz as vendas e digita os pedidos usando um tablet e uma caneta especial. Organiza os materiais e tem até um canal no youtube. Além dos negócios, dedica-se também a evangelizar moradores em situação de rua e é escritora. Com uma vida assim, claro, inspira que convive com ela.

A coordenadora da equipe de Lydia, Célia Bonsucesso Viana, se emociona: “Lydia é ótima empreendedora, vende super bem, muito proativa. O dia a dia dela é difícil, mas ela está sempre com um sorriso no rosto. A cada segundo, ela vence uma adversidade. Porém, tem sempre uma palavra generosa de consolo e estímulo aos amigos e colegas. Lydia é uma inspiração para mim. Tenho certeza será uma grande líder” comenta animada.

Assim como Lydia, muitos brasileiros têm buscado no empreendedorismo a oportunidade da sobrevivência. O número de microempreendedores aumentou 19% em um ano, de acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Minas), que registrou a criação de 204.748 MEIs em um ano, ficando atrás apenas de São Paulo (517.993) e do Rio de Janeiro (218.461). De acordo com o Sebrae Minas, foram abertos 36.037 MEIs, com o número de registros saltando de 198.636, em março de 2020, para 234.673, em março de 2021 – um crescimento de 18,1%.

O mercado de marketing multinível tem sido um dos mais procurados por quem quer começar a empreender. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), somente em 2020, ano mais severo da pandemia do novo Coronavírus, foram comercializados bilhões de itens (produtos e serviços) por venda direta no Brasil, que geraram um volume de negócios cerca de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior que 2019. A força de vendas também cresceu 5,5% em 2020, ultrapassando 4 milhões de empreendedores que atuam como revendedores diretos das empresas.

O aposentado Geraldo Avelar, 74 anos, é um deles. Há alguns anos ele não tinha cesso a tecnologia e nunca tinha pensado que trabalharia pelo whatsapp, faria cursos online e reuniões virtuais. Geraldo conta que precisava complementar a renda quando começou a vender produtos no mercado de vendas diretas. E encontrou no empreendedorismo um novo sentido para sua vida.

“Eu vivia com imunidade baixa e frequentes falhas na memória. Para começar a fazer uma renda extra, precisei aprender a mexer no celular, no computador e hoje já lido com mais facilidade com a internet. Foi o empreendedorismo que me animou, pois voltei a ter uma ocupação e hoje em dia levanto cheio de disposição. Até minha memória já agradece”, brinca. Em breve, contará com sua esposa, Elaine, que se aposentará e juntos trilharão esta carreira.

Para Vera Rocha dos Prazeres, empreender foi como se libertar. “Eu estava no pior momento da minha vida, com uma fratura na perna causada pelo meu ex-marido, com quem vivia um relacionamento abusivo. Deprimida, com autoestima no chão. Entrei para o mundo dos negócios de vendas, conquistei minha independência financeira e pude sonhar novamente. A empresa onde trabalho ainda me rendeu um casamento: foi onde conheci o atual esposo com quem hoje compartilho a vida”, relata emocionada.

No ano passado, o Brasil bateu o recorde histórico da quantidade de empreendedores da história nacional chegando a 52 milhões de brasileiros que possuem negócio próprio, segundo levantamento da Global Entrepreneurship Monitor, GEM. E cerca de 30% do PIB anual veio daí. A holding mineira AKMOS, onde as histórias acima se cruzam, é exemplo de empresa que onde o empreendedorismo teve resultados acima da média em 2021. Segundo dados do balanço semestral deste ano, o crescimento da empresa foi 32% maior que em 2020 e o maior dos últimos cinco anos.

Para Eduardo Soares, gerente de Marketing da AKMOS, esse crescimento está baseado no olhar atento da empresa aos clientes e aos empreendedores: “Completamos em agosto 12 anos de mercado com a certeza de que empreender é mais que produzir números que movimentam a nossa economia. É transformar realidades, mudar histórias de vida, garantir a autonomia financeira e profissional, ajudando a driblar momentos desafiadores. Inovar envolve a transformação das pessoas, não apenas da indústria. Oferecemos qualificação, treinamentos, desenvolvemos líderes e todas nossas ações de qualificação profissional passam pelo desenvolvimento da autoestima do indivíduo. Sem isso, nada acontece plenamente” completa.

https://www.segs.com.br/seguros/313716-empreendedorismo-aquece-a-economia-e-transforma-vidas

2021-10-08T10:29:17-03:00outubro 8th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Exame –TRENDS: Redes sociais com funcionalidade de e-commerce

O mercado de comércio eletrônico cresceu muito durante a pandemia. Pessoas aderiram à prática quando começaram a ter mais segurança no modelo de compras e passaram a utilizar ferramentas digitais para comprar em supermercados, farmácias, lojas de roupas, calçados, cursos e tantas outras categorias.

As plataformas de mídias sociais, compreendendo o movimento, começaram a investir em uma forma de consumo de produtos e serviços integrando aplicativos de pagamentos e também conectando ofertas a compradores por meio de serviços onde a logística é tratada por terceiros.

Instagram, Facebook, Tik Tok e Pinterest, por exemplo, começaram a ter a funcionalidade de e-commerce, atendendo os clientes onde eles estão.

Segundo dados levantados pela Associação Brasileira de Empresa de Vendas Diretas (Abevd), desde o início de 2020, jovens brasileiros entre 18 e 29 anos já representam 48,1% de empreendedores independentes atuando com vendas diretas no país, utilizando aplicativos e internet para a venda de seus produtos.

As mídias sociais, como já falamos aqui, são altamente influentes nas decisões de compra. A conectividade social é o novo boca-a-boca e as marcas estão “correndo” para atender essa demanda.

Definitivamente o aumento do consumo de mídia social e o boom do comércio eletrônico corroboram para essa adaptação das plataformas.

É o caso do TikTok que está oferecendo aos profissionais de marketing, ferramentas de compras que incluem links para compras ao vivo e galerias de produtos em anúncios; assim como o Pinterest que expandiu seu recurso shopping, incluindo o Brasil, onde os usuários poderão fazer compras direto nos Pins, boards e ver as recomendações de especialistas.

A finalidade das redes sociais está se expandindo para trazer multifuncionalidades e oferecer mais serviços.

Neste cenário, plataformas como a Motom, nos EUA, e Loopi, no Brasil surgem para aquecer ainda mais esse mercado.

A Motom é o primeiro aplicativo que reúne as principais redes sociais sob o mesmo teto para oferecer uma experiência de compra otimizada para criadores, consumidores, marcas e comerciantes. A proposta é tornar todas as postagens do TikTok, Instagram e Youtube compráveis.

A brasileira Loopi, criada em abril deste ano, conseguiu aporte de nada menos que US$ 5 milhões em uma rodada de investimentos seed para melhorar seu serviço e pesquisar seu público-alvo. Com formato diferente do e-commerce tradicional, no aplicativo Loopi, influencers e criadores de conteúdo produzem vídeos explicativos e lives sobre itens a serem vendidos.

Essa parceria e utilização de vídeos cria uma conexão humanizada entre usuários e produtos e inova para além do que já é oferecido.

Mídias sociais evoluíram com a integração de aplicativos que rivalizam com a maioria dos sites de comércio eletrônico.

O uso passou a servir, além da conectividade, para urgências e vontades do cotidiano da maioria dos seres humanos.

Quando Maslow criou a sua famosa pirâmide, não podia imaginar que as mídias sociais pudessem atender a todas, ou quase todas, necessidades listadas.

Por Alexandre Loures e Flávio Castro, sócios da FSB Comunicação

https://exame.com/bussola/trends-redes-sociais-com-funcionalidade-de-e-commerce/

2021-10-07T11:01:58-03:00outubro 7th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

G1 – Startup simplifica o mercado de venda direta e auxilia revendedores

Mais de 4 milhões de empreendedores trabalham com venda direta no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Uma starutp nasceu exatamente para ajudar esses vendedores.

Cibele Barreto é revendedora de produtos de limpeza e montou uma lojinha na frente de casa. A inauguração foi neste ano, depois que a pandemia do coronavírus acabou com seu trabalho de costureira e cuidadora de idosos.

Ela encontrou a oportunidade de negócio em um marketplace criado pelos empresários Raul Javales e Larissa Maçães. “A gente fala que somos um hub de soluções para quem trabalha com canal de venda direta”, explica Larissa.

Larissa já tinha experiência no varejo e fundou a startup em 2020. Ela constatou que muitos revendedores desistiam desse mercado por falta de apoio.

Raul e Larissa perceberam que precisariam ser mais que um marketplace. Então, eles passaram a ser um centro de conexão para esses revendedores.

“A gente acaba trazendo informação de educação financeira, aprendizado sobre vendas, conexão entre o que é correto fazer. A gente traz um pouco da experiência que a gente tem para que eles apliquem e consigam ter uma rentabilidade maior”, explica Raul.

Mesmo antes do coronavírus, a venda direta do tipo “porta a porta” já tinha caído em desuso. Ela passou a ser feita em lojinhas como a da Cibele, ou ainda para colegas de trabalho ou vizinhos. E como várias empresas criadas no último ano, a startup passou a incentivar o uso de canais digitais para isso.

Hoje, a startup tem 5 mil pessoas cadastradas e ajuda todas a se formalizar. Quem quiser entrar para o time tem que fazer contato pelo site ou por Whatsapp. Não há mensalidades, frete ou taxas, só paga pelos produtos pedidos à startup.

O faturamento da startup vem da comissão cobrada dos seus fabricantes dos setores de limpeza, cosméticos e orgânicos. Para a operação sair do papel houve um investimento de R$ 250 mil. Em seis meses, o crescimento foi de 20%.

Cibele começou com um kit no valor de R$ 200. Menos de um ano depois, o investimento dela é cinco vezes maior.

https://g1.globo.com/empreendedorismo/pegn/noticia/2021/09/19/startup-simplifica-o-mercado-de-venda-direta-e-auxilia-revendedores.ghtml

2021-09-20T10:35:30-03:00setembro 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

O Liberal – Jovens já representam quase metade dos empreendedores de Vendas Diretas no país

A ABEVD é destaque no site Segs, mostrando que os jovens representam quase metade dos empreendedores independentes do país e as vendas diretas como alternativa ao desemprego agravado pela pandemia.

https://liberal.com.br/brasil-e-mundo/economia/jovens-ja-representam-quase-metade-dos-empreendedores-de-vendas-diretas-1612294/

2021-09-13T14:10:20-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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