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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Clipping – Agora Vale – WhatsApp se torna principal canal de divulgação de produtos para vendas diretas no Brasil

As medidas adotadas para conter a disseminação de casos de coronavírus têm afetado todas as áreas do mercado – inclusive, as pessoas que trabalham no setor de vendas diretas. Mesmo assim, elas estão se adaptando às novas rotinas e utilizando ainda mais ferramentas, que já eram difundidas antes da chegada da pandemia ao país.

Esse é o caso do WhatsApp, que era o meio usado por 84,7% revendedores e empresários em 2019, de acordo com levantamento realizado a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Os dados foram coletados entre os meses de janeiro e fevereiro de 2020, por meio de questionário online. No entanto, as perguntas eram referentes ao ano anterior.

Os empreendedores também eram adeptos de outras redes sociais, locais em que divulgavam seus produtos frequentemente. Entre os entrevistados, 79,8% afirmaram que usam o Facebook ou Instagram para mostrar os lançamentos das empresas que representam. Além disso, para 60% dos participantes, a internet é o local em que mais vendas são concluídas, mas a residência do cliente ainda é um lugar potencial para as vendas.

“Já vínhamos incentivando o uso de ferramentas digitais para a divulgação e venda de produtos. A venda direta tem que acompanhar as tendências das relações em geral. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho”, pontua Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Deste modo, a internet e as mídias sociais possibilitam a continuidade do trabalho dos revendedores, que podem divulgar os produtos e as campanhas através do Facebook, Instagram ou por uma lista de transmissão no WhatsApp. Assim, os conteúdos chegarão de forma padronizada aos clientes.

O setor de vendas diretas
De acordo com a ABEVD, o Brasil é o sexto colocado no ranking global de vendas diretas, com uma movimentação de R$ 45 bilhões em 2019. Em comparação com 2018, o valor representa crescimento de 1%. Para 2020, a entidade não fará uma previsão de faturamento.

“Assim como toda a economia, a venda direta sofreu impactos nos negócios em abril e maio. Porém, o setor foi muito rápido em se ajustar e usar as mídias sociais, sites e aplicativos para continuar o ritmo de vendas”, afirma Adriana.

Segundo ela, houve aumento na procura pela área por quem busca empreender ou ter outra fonte de renda neste momento. Os dados divulgados na pesquisa apontam que há cerca de quatro milhões de brasileiros atuando no setor de vendas diretas.

2020-06-29T16:06:13-03:00junho 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Clipping – IstoÉ Dinheiro – WhatsApp quer ser seu novo banco

O WhatsApp começou como um simples aplicativo de mensagens. Tornou-se um dos principais serviços de transmissão de notícias. Também é usado como ferramenta para divulgar produtos e serviços. E ganhou o mundo. São 2 bilhões de usuários em 180 países. E agora, 11 anos após ser criado, entra no mercado financeiro ao permitir pagamentos e transferências entre usuários. “Estamos facilitando o envio e o recebimento de dinheiro assim como o compartilhamento de fotos”, disse Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, dona do WhatsApp, na segunda-feira (15), em anúncio que gerou um misto de empolgação e desconfiança no Brasil, primeiro país a receber a atualização do sistema.

A novidade já começou a ser liberada para algumas pessoas, tanto para o sistema IOS quanto para o Android. O acesso ao recurso será aos poucos. A opção ‘pagamento’ será incluída no menu de ações. Inicialmente, a parceria prevê transações com cartões de débito ou crédito de Banco do Brasil, Nubank e Sicredi, das bandeiras Mastercard e Visa. A processadora é a Cielo.

O serviço pode ser usado por pessoas físicas e jurídicas. Usuários poderão transferir dinheiro para outras pessoas, como pagar a mensalidade do aluguel da quadra de futebol com amigos e passar valores a familiares, além de quitar compras sem cobranças adicionais. Já as pequenas e médias empresas, que utilizam o WhatsApp Business (versão corporativa do app), pagarão taxa fixa de 3,99% do valor de cada transação para receber os pagamentos de clientes. Assim, o WhatsApp incrementa sua monetização como provedor de receita do grupo Facebook – que também inclui o Instagram e outras redes –, que faturou globalmente US$ 70,7 bilhões em 2019.

Ciclo de venda
O lançamento do WhatsApp Pay mexeu com o mercado brasileiro. Afinal, são 130 milhões de usuários no País, sendo cada vez mais utilizado para divulgar e gerar negócios. A ferramenta completa o ciclo de venda dentro da plataforma, de maneira fácil e ágil, o que entusiasmou alguns setores. O principal deles relacionado a vendas diretas. Segundo pesquisa nacional de perfil desenvolvida por uma consultoria independente a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o WhatsApp é o principal canal de vendas de 84,7% dos empreendedores independentes do setor, formado por 4 milhões de empreendedores, que comercializaram 2,5 bilhões de itens (produtos e serviços) em 2019 e geraram um volume de negócios de R$ 45 bilhões. Os dados foram coletados em janeiro e fevereiro e, portanto, não captam a aceleração digital ocasionada pela pandemia. O aplicativo, que já era uma das principais alternativas de vendas antes do isolamento social, tornou-se ainda mais importante e foi adotado, inclusive, por grandes redes varejistas.

É um divisor de águas. Ajuda na recuperação da economia neste momento de crise causada pela Covid-19”, diz Renato Mendes, mentor da Endeavor Brasil, especialista em startups e empreendedorismo. “A nova função de pagamentos só ajudará os comerciantes a se adaptarem à economia digital, ao ‘novo normal’. Mais uma vez vemos na tecnologia uma saída para o crescimento e a recuperação financeira”, afirma Ricardo Zanlorenzi, CEO da Nexcore, especializada em soluções em atendimento e comunicação omnichannel para empresas otimizarem e personalizarem o relacionamento com clientes. “É uma experiência de uso interessante”, diz Carlos Netto, CEO da Matera, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de risco.

Tchau, TED
Se o pagamento pelo WhatsApp agrega principalmente para as vendas diretas, na mesma esteira o Banco Central – que “monitora” a ação do aplicativo – coloca o Pix em funcionamento a partir de novembro. Esse sistema de pagamentos instantâneos permitirá a realização de transferências e quitações de forma rápida, com baixo custo de operação. A expectativa é que substitua os tradicionais DOC e TED. Pode ser a contenção do avanço do WhatsApp Pay. “O Pix deve trazer equilíbrio”, afirma Carlos Netto.

E sob a ótica dos grandes bancos, num primeiro instante, não assusta, já que as transações têm de estar vinculadas a cartões. Ou seja, está no bojo da adquirência e o app só faz a intermediação. Os bancos, inclusive, têm a possibilidade de se movimentar para criar ferramentas e fazer transações diretas, sem passar pelo WhatsApp. O problema estaria na funcionalidade do sistema, que teria de ser tão bom ou melhor do que a mensageria. Missão difícil, já que, pelo WhatsApp, ao mesmo tempo e sem sair do aplicativo, a pessoa divulga, lança ofertas, absorve pedidos e recebe os pagamentos.

A plataforma de mensagens não se cadastrou na primeira chamada para participar do Pix. Pode, no entanto, participar por meio de uma parceira, no caso a Cielo, que promoveria a convergência e a interoperabilidade. A opção de escolha ficaria a cargo do cliente: pelo WhatsApp, Pix, débito ou crédito. Bom para gerar competitividade.

Já as fintechs e wallets digitais, como Pic-Pay e Mercado Pago, olham a chegada do WhatsApp Pay com atenção. Renato Mendes entende que as soluções podem não continuar restritas como agora, no lançamento. “Pode caminhar para uma carteira digital em um futuro próximo, com oferta e antecipação de crédito, por exemplo”, afirma. Deve ser a próxima mensagem de Zuckerberg pelo WhatsApp ao mercado financeiro.

2020-06-23T14:27:10-03:00junho 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Clipping – Negócios em Foco – ABEVD orienta sobre a manutenção do trabalho de vendas diretas durante a pandemia

Em pesquisa realizada em março, sob encomenda da Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) ficou evidente a relevância da atuação no setor para a garantia de renda familiar de empreendedores independentes. A Venda Direta corresponde, em média, a 31,3% da renda familiar dos representantes. A pandemia do coronavírus, declarada em março pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mudou não só a rotina doméstica de todos como a rotina profissional. Muitas dúvidas a respeito da condução do trabalho, de direitos, de entregas e, principalmente de como manter a atividade – e os ganhos decorrentes dela – surgiram nesse período.

Esse mesmo levantamento identificou que a renda média familiar da força de vendas do setor é de R$4.511,00, e que 40,2% desses profissionais estão nas classes C e D. Dessa forma, a interrupção do trabalho teria consequências bastante severas para essas pessoas. Atenta a isso, e com o intuito de dar suporte aos trabalhadores da área, a ABEVD está trabalhando constantemente com os governos para o menor impacto possível das medidas no setor. Além disso, a Associação sente-se responsável por levar informação de qualidade para seus associados e força de vendas.

“Mais do que reunir as empresas de vendas diretas, temos a função de orientar e esclarecer os procedimentos para cada empresa associada e, por consequência, para cada vendedor. Tivemos inúmeras normas e procedimentos publicados então abraçamos também essa questão de ‘traduzir’ aos associados os que se encaixavam a eles”, explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca.

Auxílio emergencial
A ABEVD atuou diretamente no Projeto de Lei nº 873, que alterou a Lei nº 13.982/20 para incluir o setor de vendas diretas dentre aqueles que servem como exemplo das atividades que podem usufruir desse benefício.

A inclusão dos empreendedores e independentes das vendas diretas foi aprovada na Câmara dos Deputados e ratificada no Senado Federal.

Atividades essenciais
Em maio, por meio do Decreto 10.342, o Governo Federal aumentou a lista de atividades essenciais, incluindo expressamente as indústrias de higiene pessoal, assim como as indústrias que obedecerem às determinações do Ministério da Saúde.

Pagamento de contribuições
Em uma edição extra do dia 3 de abril, foram publicadas as normas que prorrogam o prazo do pagamento de algumas contribuições e o envio de obrigações acessórias.

Uma delas é a Portaria nº 139, que prorroga o prazo para pagamento do INSS-Patronal, PIS e COFINS referentes aos meses de março e abril que poderão ser quitados no dia do vencimento das competências de julho e setembro de 2020, respectivamente.

Rodízio de veículos
O município de São Paulo foi um dos exemplos em que houve uma série de tentativas para se voltar com o rodízio de veículos. No início do mês de maio, a prefeitura da capital paulista ampliou as restrições, estipulando que placas com final ímpar circulassem nos dias ímpares e que placas com final par só circulassem em dias pares.

Poucos dias depois, no entanto, o rodízio voltou ao padrão já conhecido, onde às segundas-feiras não circulam placas com final 1 e 2; às terças-feiras, placas com final 3 e 4; às quartas-feiras, placas com final 5 e 6; às quintas-feiras, placas com final 7 e 8 e, às sextas-feiras, placas com final 9 e 0.

Os caminhões foram excluídos da extensão da regra do rodízio, continuando sujeito às atuais regras de restrição. Também ficaram fora da nova regra o veículo urbano de carga do tipo furgão ou caminhão de pequeno porte para distribuição de mercadorias.

Orientações gerais
A ABEVD criou um campo específico em seu portal (www.abevd.org.br) chamado de “Covid-19 no setor de vendas diretas”, em que traz as normas estaduais, atualizações tributárias e trabalhistas, monitoramento da legislação federal e estadual e as notícias sobre como a pandemia está atingindo o setor.

Para mais informações, acesse https://www.abevd.org.br/covid-19/.

2020-06-23T13:39:11-03:00junho 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Clipping – Terra – ABEVD orienta sobre a manutenção do trabalho de vendas diretas durante a pandemia

Em pesquisa realizada em março, sob encomenda da Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) ficou evidente a relevância da atuação no setor para a garantia de renda familiar de empreendedores independentes. A Venda Direta corresponde, em média, a 31,3% da renda familiar dos representantes. A pandemia do coronavírus, declarada em março pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mudou não só a rotina doméstica de todos como a rotina profissional. Muitas dúvidas a respeito da condução do trabalho, de direitos, de entregas e, principalmente de como manter a atividade – e os ganhos decorrentes dela – surgiram nesse período.

Esse mesmo levantamento identificou que a renda média familiar da força de vendas do setor é de R$4.511,00, e que 40,2% desses profissionais estão nas classes C e D. Dessa forma, a interrupção do trabalho teria consequências bastante severas para essas pessoas. Atenta a isso, e com o intuito de dar suporte aos trabalhadores da área, a ABEVD está trabalhando constantemente com os governos para o menor impacto possível das medidas no setor. Além disso, a Associação sente-se responsável por levar informação de qualidade para seus associados e força de vendas.

“Mais do que reunir as empresas de vendas diretas, temos a função de orientar e esclarecer os procedimentos para cada empresa associada e, por consequência, para cada vendedor. Tivemos inúmeras normas e procedimentos publicados então abraçamos também essa questão de ‘traduzir’ aos associados os que se encaixavam a eles”, explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca.

Auxílio emergencial
A ABEVD atuou diretamente no Projeto de Lei nº 873, que alterou a Lei nº 13.982/20 para incluir o setor de vendas diretas dentre aqueles que servem como exemplo das atividades que podem usufruir desse benefício.

A inclusão dos empreendedores e independentes das vendas diretas foi aprovada na Câmara dos Deputados e ratificada no Senado Federal.

Atividades essenciais
Em maio, por meio do Decreto 10.342, o Governo Federal aumentou a lista de atividades essenciais, incluindo expressamente as indústrias de higiene pessoal, assim como as indústrias que obedecerem às determinações do Ministério da Saúde.

Pagamento de contribuições
Em uma edição extra do dia 3 de abril, foram publicadas as normas que prorrogam o prazo do pagamento de algumas contribuições e o envio de obrigações acessórias.

Uma delas é a Portaria nº 139, que prorroga o prazo para pagamento do INSS-Patronal, PIS e COFINS referentes aos meses de março e abril que poderão ser quitados no dia do vencimento das competências de julho e setembro de 2020, respectivamente.

Rodízio de veículos
O município de São Paulo foi um dos exemplos em que houve uma série de tentativas para se voltar com o rodízio de veículos. No início do mês de maio, a prefeitura da capital paulista ampliou as restrições, estipulando que placas com final ímpar circulassem nos dias ímpares e que placas com final par só circulassem em dias pares.

Poucos dias depois, no entanto, o rodízio voltou ao padrão já conhecido, onde às segundas-feiras não circulam placas com final 1 e 2; às terças-feiras, placas com final 3 e 4; às quartas-feiras, placas com final 5 e 6; às quintas-feiras, placas com final 7 e 8 e, às sextas-feiras, placas com final 9 e 0.

Os caminhões foram excluídos da extensão da regra do rodízio, continuando sujeito às atuais regras de restrição. Também ficaram fora da nova regra o veículo urbano de carga do tipo furgão ou caminhão de pequeno porte para distribuição de mercadorias.

Orientações gerais
A ABEVD criou um campo específico em seu portal (www.abevd.org.br) chamado de “Covid-19 no setor de vendas diretas”, em que traz as normas estaduais, atualizações tributárias e trabalhistas, monitoramento da legislação federal e estadual e as notícias sobre como a pandemia está atingindo o setor.

Para mais informações, acesse https://www.abevd.org.br/covid-19/.

2020-06-22T13:13:58-03:00junho 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

ABEVD participa de reunião da WFDSA

Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD participou da reunião da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo, e da qual a ABEVD é membro, para tratar de assuntos de interesse do setor.

A reunião foi realizada de forma on-line devido ao distanciamento social que a crise do novo Coronavírus impôs no mundo todo.

 

2020-06-15T11:57:41-03:00junho 15th, 2020|Categories: ABEVD na mídia|

BOLETIM ABEVD COVID-19 N°29 (02.06.2020) | FLEXIBILIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE ISOLAMENTO E ACESSO AO CRÉDITO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

Da evolução da quarentena para o lockdown em diversas regiões, o Brasil passa, agora, para um período em que os estados e municípios começam a avaliar e adotar medidas de flexibilização dessas medidas.

A ABEVD tem atuado perante as autoridades para contribuir com a formulação dos protocolos de retomada das atividades. Mesmo que as vendas diretas tenham sido classificadas dentre as atividades essenciais, demonstramos nosso comprometimento com as precauções adotadas pelas empresas do setor, dando visibilidade ao setor de Vendas Diretas.

É o caso do Plano São Paulo, do governo estadual, no qual a ABEVD introduziu um capítulo, dentro do comércio, específico para vendas diretas (Clique aqui para acessar). Notem que se tratam de recomendações, ou seja, nada é obrigatório.

A Associação, também, compartilha (abaixo) com vocês, o sumário com as principais regras vigentes em todas unidades federativas.

PROGRAMA DE ACESSO A CRÉDITO – FGI – MP N° 975

Hoje (02.06), foi publicada, no Diário Oficial da União, a Medida Provisória nº 975 que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito. Sob a supervisão do Ministério da Economia, o programa visa facilitar a captação de recursos a empresas de pequeno e médio porte por meio de disponibilização de garantias (aumento em R$ 20 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos).

Esse programa é voltado para as empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 300 milhões, somando-se a outras medidas já aprovadas para o público das pequenas e médias empresas.

2020-06-12T09:02:00-03:00junho 2nd, 2020|Categories: ABEVD na mídia|

Clipping – Meio & Mensagem – Como fica a venda direta sem contato social

Como o nome da atividade diz, “venda direta”, até pouco tempo também chamada de “porta-a-porta”, pressupunha o contato direto entre consultoras/revendedoras e seus clientes. Um clássico no varejo brasileiro, em especial no setor de cosméticos, onde atuam marcas como Natura, Avon, O Boticário e Mary Kay, a venda direta, no entanto, também foi afetada pela pandemia da Covid-19 e as orientações de isolamento social, mas tem buscado caminhos para manter as atividades.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), o País ocupa a 6ª posição global no setor, tendo movimentado R$ 45 bilhões, em 2019, o que representou crescimento de 1% sobre 2018. Para este ano, a entidade não se arrisca a fazer uma previsão, mas sua presidente executiva, Adriana Colloca, ressalta que a atividade é uma oportunidade de trabalho e renda para quatro milhões de pessoas em todos os cantos do Brasil.

“Assim como toda a economia, a venda direta sofreu impactos nos negócios em abril e maio. Porém, o setor foi muito rápido em se ajustar e usar as mídias sociais, sites e aplicativos para continuar o ritmo de vendas”, afirma Adriana. Ela também diz ter percepção de que aumentou a procura pela atividade por parte de quem deseja empreender ou ter uma fonte de renda.

“A dificuldade de inserção no mercado de trabalho faz das vendas diretas uma das fontes de renda mais importantes para as mulheres das classes CDE”, destaca, por sua vez Breno Barlach, diretor de pesquisa e inovação da consultoria Plano CDE. O pesquisador explica que as mulheres desse extrato social estão menos empregadas que os homens CDE e que as mulheres das classes AB por dois motivos. O primeiro é que não há empregos em seus bairros, mais afastados dos centros, e sem empregos e com renda baixa elas têm de assumir o cuidado com os filhos. A segunda razão é que todas suas conhecidas são do mesmo bairro, com a mesma escolaridade e trajetórias de vida similares. Com isso, não têm acesso a um “networking” capaz de indicá-las outras oportunidades.

Mesmo antes da pandemia, a digitalização já era uma tendência no setor, por conta da própria evolução da sociedade. Afinal, a tecnologia chega mais rapidamente às classes socioeconômicas mais altas, mas também vai se desdobrando com o tempo para as demais e influenciando os hábitos de toda a população. “Já vínhamos incentivando o uso de ferramentas digitais para a divulgação e venda de produtos. A venda direta tem que acompanhar as tendências das relações em geral. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho”, pontua Adriana, da ABEVD, pra quem a força de vendas dessas empresas também ajuda que itens de cuidados pessoais cheguem à casa das pessoas, por um sistema de delivery sem contágio e sem burlar as regras de isolamento, uma vez que produtos têm sido entregues pelas próprias empresas.

Estudo da associação realizado nos primeiros meses de 2020, apontou o WhatsApp, sites e mídias sociais como principais meios de vendas e divulgação de produtos dessa força de vendas. No levantamento, conta Adriana, 84,7% elegeram o WhatsApp como principal canal de vendas e divulgação de produtos.

“Realmente, a digitalização é inevitável. O modelo de negócio dessas empresas não para de pé sem essa inovação”, analisa Breno Barlach, da Plano CDE. Mas para o pesquisador, no contexto da pandemia e do isolamento, há dois lados da moeda a serem vistos.

Segundo ele, por um lado, as vendas pela internet (ele confirma que na base da pirâmide, isso significa praticamente falar em WhatsApp) se tornaram a única forma de venda para muitas mulheres e como grande parte das revendedoras de cosméticos têm suas amigas como principais clientes, tais vendas são relativamente simples de serem digitalizadas via WhatsApp. “Por outro lado, assim como vemos o que está acontecendo na oferta de educação remota, há um gap gigantesco de letramento digital”, destaca Breno. Isso significa, no caso de pequenas revendedoras, com menor renda e escolaridade, que pode haver dificuldades, por exemplo, em comprar no site da marca ou saber como acessar novas clientes pelo meio digital.

Apoio à força de vendas
Presente já há algum tempo no mercado brasileiro, a americana Mary Kay também ressalta o cenário “totalmente novo” para todos os setores e diz estar “trabalhando dia e noite” para buscar ferramentas para continuar apoiando o negócio de milhares de mulheres que constituem sua força de vendas independente, para diminuir os impactos causados pela crise da Covid-19.

Rosana Bonazzi, vice-presidente de vendas da companhia no Brasil, conta que entre as iniciativas estão a prorrogação de promoções, revisão de requisitos para programas e campanhas, intensificação de conteúdo online, isenção do valor da assinatura do Meu Site Mary Kay Plus, onde elas podem receber encomendas online, além da entrega de materiais para apoiar a dinâmica da consultoria de beleza de forma virtual.

“Já conseguimos ver que as Consultoras de Beleza Independentes aprenderam que podem estar juntas de suas clientes virtualmente, não só para vender, mas para apoiá-las inclusive emocionalmente, esse é o jeito Mary Kay. Nós estamos oferecendo ferramentas virtuais para elas realizarem as Sessões de Beleza Virtuais. É também uma oportunidade de compartilharem a importância do autoamor, autocuidado, e como pode ser maravilhoso aprender a se cuidar e se maquiar sem sair de casa”, afirma Rosana Bonazzi.

Embora afirme que o atual contexto certamente irá acelerar o processo de digitalização da venda direta, a executiva diz ser cedo ainda para dimensionar esse crescimento, mas demonstra otimismo: “Oferecemos um negócio com plano de carreira independente que dá oportunidade para toda mulher, e com resultados ilimitados que só dependem dela. A Mary Kay é uma grande oportunidade para este momento, tanto para as pessoas começarem um novo negócio, com um investimento baixo, ou até mesmo para complementarem sua renda”.

O pesquisador da Plano CDE já recomenda cautela ao segmento. Para ele, após a pandemia, provavelmente a atividade retomará o papel de complemento de renda. O problema é que não se sabe a duração da pandemia e a renda de muitas revendedoras pode cair drasticamente, tendo impactos no endividamento das famílias e com as marcas. “A retomada do setor depende de que restem revendedoras suficientes daqui três, quatro meses, com capacidade de investimento (compra dos produtos para revenda). As marcas devem se atentar para isso”, alerta Bruno Barlach.

Segundo a ABEVD, em 2019, foram comercializados mais de dois bilhões de itens (em produtos e serviços) por venda direta no Brasil. As categorias com mais adesão são as de cosméticos e cuidados pessoais (54,7%); vestuário (8%); acessórios (7,9%); cuidados da casa (6,5%); alimentos ou suplementos saudáveis (4,3%); telefonia, internet, TV por assinatura (3,7%); livros, brinquedos, CD, DVD, software, games (3,4%); serviços de reforma da casa (3,3%); utensílios domésticos (3,1%); produtos financeiros (2,8%) e vinhos e comida congelada (2,3%).

2020-06-01T13:52:50-03:00maio 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Clipping – Brazil Beauty News.Com – WhatsApp é o principal canal de vendas diretas do Brasil, aponta pesquisa

WhatsApp é o principal canal de vendas de 84,7% dos empreendedores independentes do setor de vendas diretas (consultores, revendedores, distribuidores, etc.). O dado é da pesquisa nacional de perfil dos empreendedores desenvolvida por uma consultoria independente a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Além do WhatsApp, os empreendedores também utilizam outras mídias sociais para divulgar e vender seus produtos. Quando perguntados sobre o assunto, 79,8% dos entrevistados afirmaram que utilizam o Facebook ou Instagram para apresentar lançamentos das empresas que representam.

Além de divulgação, a internet se consolida como importante canal de vendas para esses empreendedores. Quando perguntados sobre qual a forma/local em que mais vendem produtos, a internet foi a resposta de 60% deles. A residência do cliente ainda é um local importante para os revendedores, sendo eleito como o terceiro local que mais vendem produtos.

“Podemos verificar que, pela época de sua realização, o estudo não teve influência da atual situação da pandemia e da quarentena. Claro que ficamos muito satisfeitos em saber que os empreendedores independentes estão mais atuantes no meio digital, atitude que se adapta perfeitamente ao momento que estamos vivendo. Assim, eles podem continuar atuando sem correr riscos e nem oferecer riscos para os seus clientes”, afirma a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Outro dado que chama a atenção é como esses empreendedores fazem os pedidos de suas vendas. 69,1% deles afirma que o site da empresa é o principal canal de pedidos para eles. Isso indica que não só os revendedores, mas também as empresas estão mais digitais oferecendo maior praticidade no momento de atender seus representantes.

Algumas empresas ainda oferecem um interessante canal de vendas, o chamado “espaço digital”. Uma página dentro do site oficial onde os consumidores podem fazer seus pedidos e pagar por meios digitais. Neste modelo, a empresa recebe o pedido do consumidor, assim como o pagamento, e se responsabiliza pela entrega do produto. Os revendedores continuam com um papel importante neste modelo, o papel de consultor, ou seja, ela indica o produto que mais se encaixa no perfil do seu cliente e ainda divulga os lançamentos e promoções disponíveis para eles.

Em 2019, o total de representantes de vendas diretas no Brasil passou para 3.857.181, um aumento de 1% comparado com os 3.818.991 do ano passado. Embora pareça pequeno, esse crescimento simboliza o aumento pela procura crescente por uma fonte de renda que vem conquistando cada vez mais adeptos. Outro número que cresceu foi o de volume de vendas. O total, em valor monetário, em 2018, foi de R$ 44.579.309. No ano seguinte, passou para R$ 45.047.393 (crescimento de 1,10%), valor que representa 0,9% do PIB da indústria de transformações.

2020-06-01T13:30:13-03:00maio 25th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Brasil alcança o 6º mercado do mundo na venda direta

Autor: Samuel Pimentel – 28/02/2020

No momento em que precisou de renda extra para auxiliar no orçamento familiar, a servidora pública, Gilvanda Severo, 54, passou a ser consultora de vendas de produtos O Boticário. Uma década depois de iniciar o trabalho, ela conta que expandiu a oferta e, além de perfumaria, passou a comercializar também roupas, há três anos. Hoje, o trabalho sustenta sua casa e o que era o complemento se tornou a renda principal da casa, apesar de ainda manter o emprego com carteira assinada.

E quando se fala em venda direta, modelo de negócios utilizado pelas empresas para comercializar seus produtos e serviços diretamente aos consumidores finais, sem necessidade de um estabelecimento comercial fixo, 82% dos que estão neste segmento trabalham para complementar a renda, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Gilvanda, por exemplo, separa o seu dia em duas partes. Pela manhã trabalha na Prefeitura do Eusébio, onde mora, e, a partir da tarde inicia os atendimentos de clientes. A agenda desde então apenas cresceu, bem como o faturamento mensal. “O que ganho no emprego formal não é tanto e encontrei essa forma de aumentar minha renda”.

Em meio à crise no mercado de trabalho, em que a taxa de desocupação, mesmo em queda, alcança 11% dos trabalhadores, o movimento de empregabilidade é baseado no crescimento da informalidade. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 54,9% da força de trabalho cearense é composta por trabalhadores informais. Fica atrás apenas de outros quatro estados: Pará (62,4%), Maranhão (60,5%), Piauí (59,5%) e Amazonas (57,6%).

Esse cenário tem feito os cearenses se voltarem para a vocação do empreendedorismo. Assim, surge como alternativa a venda direta, antiga comercialização porta a porta de produtos diversos, como de beleza, vestuário e saúde.

Professora dos cursos de Finanças e Economia do Campus Sobral da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenadora do Laboratório de Estudos da Pobreza da UFC (LEP/UFC), Alessandra Araújo avalia que, nos últimos anos, há um processo de precarização do mercado de trabalho com o fechamento de vagas formais de emprego. Com o aumento dos autônomos, a venda direta é um nicho incluído nesse contexto.

Ela destaca que as pessoas são atraídas para esse mercado pela possibilidade de adequação ao melhor horário para a vendedora. “A flexibilidade é boa e dá conforto principalmente para as mães”. Nas vendas, a perspectiva positiva para a economia dá sinais positivos. Em fevereiro, as avaliações sobre o atual cenário financeiro pessoal, no Índice de Situação Atual (ISA) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), aumentaram 2,2 pontos, indo para 80,9 pontos, o maior nível desde janeiro de 2015 (81,6 pontos). “A boa perspectiva é que os consumidores estão com melhores intenções de consumo, o que pode melhorar as vendas. Isso é uma boa notícia para todos”, complementa.

A presidente executiva ABEVD, Adriana Colloca, explica que, historicamente, em períodos de crise, as pessoas recorrem mais à venda direta. Mas, nos últimos anos, houve tendência de manutenção do número de consultores ativos no Brasil, muito baseada na expansão de outros negócios que envolvem empreendedorismo. Ela ainda ressalta que, com a crise, é notável que a proporção de pessoas que têm a venda direta como principal renda aumentou.

A face desses consultores é marcada por forte presença feminina e, destaca Adriana, há um rejuvenescimento no setor. Hoje, o Brasil é o sexto maior mercado em venda direta do mundo e, em 2017, movimentou R$ 45,2 bilhões. Isso acontece, principalmente, pela adaptação do segmento às evoluções tecnológicas, que mudaram a forma como as pessoas se relacionam. E o sucesso desses negócios está ligado à capacidade de relacionamento. “As mídias sociais em geral impulsionaram as vendas no setor. A tecnologia otimizou o trabalho de relacionamento dos vendedores, com indústria e clientes”, ressalta.

Participação

O volume de negócios da indústria de venda direta foi de R$ 45 bilhões, em 2018, e representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação no Brasil. O principal motor desse negócio é a atuação das empreendedoras independentes, que são 4 milhões no País.

Disrupção

Hoje, além dos apps que ajudam os empreendedores independentes na comunicação com as marcas (chatbot etc), as redes sociais são bastante utilizadas pela força de vendas para criar relacionamento com o cliente final, muitas vezes retirando a necessidade de precisar bater de porta em porta.

Fonte: O Povo

2020-05-30T20:19:39-03:00março 2nd, 2020|Categories: ABEVD na mídia|