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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Terra da Luz – Venda Direta é oportunidade para milhões de brasileiros que desejam empreender

Venda Direta é oportunidade para milhões de brasileiros que desejam empreender

Dados recentes da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (PNAD Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o rendimento médio mensal dos domicílios brasileiros é de R$ 1.353,00, o menor desde 2012, o que tem feito com que muitos brasileiros busquem formas de complementar seus orçamentos com trabalhos diversificados.

Recorrer a renda extra revendendo produtos e/ou serviços de empresas é uma opção escolhida por cerca de 4 milhões de brasileiros, que buscam assim suprir as despesas de casa e da família. A Venda Direta, outrora conhecida por venda a porta a porta e praticada apenas por donas de casa que vendiam cosméticos, passou por transformações no decorrer dos anos e tornou-se um setor mais abrangente.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), desde o início de 2020, os brasileiros de 18 a 29 anos representam 48,1% empreendedores independentes que atuam no setor. Os homens chegaram ao percentual de 42,2%, número expressivo para uma atividade historicamente dominada por mulheres.

“Há dois anos eu decidi realizar meu sonho de ter filho, e quando engravidei, tive que escolher entre meu trabalho e meu filho. Escolhi meu filho e empreender na Venda Direta, que me traz maior liberdade na escolha de onde e quando trabalho”, pontua a empreendedora de Sergipe, Joelma Araújo.

O pernambucano Wellington Santos relata que entrou na Venda Direta, há sete anos, num momento que estava sem dinheiro até para comprar os primeiros produtos. “Tive que pegar cartão emprestado e não sabia vender, aprendi com os treinamentos que o setor oferece. Digo com todas as letras que a Venda Direta mudou a minha vida”.

A Venda Direta se destaca pelo baixo risco e investimento inicial, além de contínua capacitação oferecida pelo setor. A grande maioria das empresas associadas a ABEVD oferecem treinamentos a seus empreendedores independentes, que variam entre plataformas gratuitas educacionais e eventos periódicos ou pontuais.

“É comum você ouvir de alguém ‘ah, mas eu não tenho talento para vendas, não tenho dom de convencer’. Mas dificilmente essas habilidades são natas. A capacitação constante oferecida permite ao empreendedor superar esses desafios. O mais importante é ter força de vontade e buscar uma opção de marca ou produto que seja adequado ao seu perfil”, explica a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

“Não fazer distinção de pessoas e oferecer oportunidades iguais para todas é o que faz da Venda Direta o que ela é. Na ABEVD também investimos em capacitação, para empresas e força de vendas, como o curso online Visão 360º em Vendas Diretas, com módulos de gestão comercial, logística, de marketing e até questões jurídicas”, completa Adriana.

A ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1980 para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais. A entidade é membro da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo. Por isso, segue os códigos de ética implantados por suas filiadas, que representam mais de 70 países.

Fonte: Terra da Luz.

2022-08-08T10:28:00-03:00agosto 8th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

upline.news – “Vamos reposicionar a Venda Direta no Brasil”, diz presidente da ABEVD

As novas tendências de consumo têm obrigado a Venda Direta a se modernizar para atender um consumidor cada vez mais atento, exigente e digital.

Essa adaptação passa não apenas pelo investimento em novas tecnologias para fomentar a venda social (termo utilizado para a venda pelas redes sociais).

É preciso, urgentemente, buscar um novo posicionamento, se não quiser perder espaço para outros canais como marketplaces, e-commerces e os próprios influenciadores digitais.

A avaliação é da presidente da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), Adriana Colloca, que falou em primeira mão ao upline.news sobre o estudo que está sendo realizado visando preparar a Venda Direta para o futuro.

“Estamos fazendo um grande estudo de reposicionamento da Venda Direta. O objetivo é dar uma nova narrativa ao nosso mercado e criar esse orgulho de pertencer ao setor”, afirma Adriana.

“Vamos mostrar também, para quem está fora, que não existe mercado mais forte e democrático que o nosso quando o assunto é oferecer uma oportunidade real de mudança de vida.”

DIVULGAÇÃO SERÁ NO CONGRESSO DA ABEVD

Para a realização desse estudo, segundo Adriana, estão sendo ouvidos executivos, empreendedores independentes, fornecedores e até mesmo representantes de outros setores.

Neste primeiro momento, será apresentado o diagnóstico inicial do mercado atual, bem como os caminhos para a construção desse reposicionamento.

Este promete ser um dos destaques do 3º Congresso da ABEVD, que será realizado nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista.

“Já numa segunda etapa vamos avançar mais sobre a forma de como divulgar esses argumentos e colocar em prática essa nova narrativa”, explica Adriana.

UM NOVO OLHAR PARA OS JOVENS

A presidente da ABEVD comemorou também o fato de a Venda Direta estar atraindo cada vez mais jovens, conforme pesquisa realizada pela própria Associação no início de 2020.

“Esse é um indício de que o mercado está pronto para essa renovação, e parte desse reposicionamento terá como objetivo se comunicar melhor com esses jovens.”

MUDANÇA NO PERFIL DAS EMPRESAS

Como parte desse desafio de preparar a Venda Direta para o futuro, segundo Adriana, a ABEVD também tem observado de perto as principais tendências do mercado global.

Além da digitalização, o que mais tem chamado a atenção é uma mudança no perfil dos produtos e das empresas que estão aderindo ao nosso setor.

“Empresas que eram tradicionalmente do Varejo estão recorrendo à Venda Direta, e você começa ter uma variedade de produtos ainda maior, como suplementos, equipamentos domésticos, artigos para casa e várias outras categorias. E isso vai se refletir no Brasil.”

PAPEL DA ABEVD NO FUTURO DO MERCADO

Segundo Adriana, este estudo deve ser um divisor de águas para o posicionamento da Venda Direta e faz parte do papel da ABEVD em contribuir com a evolução do mercado.

“Nós temos três pilares, que são a defesa do setor, a parte ética das empresas e a capacitação. Temos atuado com bastante força nessas áreas, sempre com o objetivo de criar um ambiente produtivo para que nosso mercado siga cumprindo seu papel de levar oportunidade de mudança de vida para as pessoas”, conclui Adriana Colloca.

Fonte: upline.news

2022-08-04T11:04:15-03:00agosto 4th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Diário Gaúcho – Conheça as estratégias das revendedoras

Mais que escolher um bom produto, é preciso saber ganhar os clientes e driblar a concorrência. Por isso, o DG conversou com quem já está no mercado e ouviu dicas de especialistas para ajudar quem está começando

Aos 35 anos, Jamille Marcon, moradora do bairro Glória, em Porto Alegre, conta que sempre teve afinidade com a área de vendas. Desde adolescente, envolveu-se com a comercialização e produção de semijoias. E, ao longo do tempo, foi se qualificando e tendo ideias.

No trabalho de conclusão de curso da faculdade de Administração, chegou a construir o projeto de uma empresa com atuação no ramo. Ou seja, tinha tudo certo no papel, faltava apenas colocar em prática. Tal tarefa ficou a cargo da pandemia e da crise econômica em 2020.

– Eu venho de uma família muito humilde e sabia que dentro da periferia nada parou de funcionar. As pessoas não tinham como parar de trabalhar, mas muitas precisaram – conta.

Dessa percepção e da vontade de ajudar outras mulheres na obtenção de uma renda, nasceu a Ellegance, empresa criada por Jamille para recrutar, treinar e agenciar revendedoras de semijoias. Ela explica como funciona:

– Eu dou o produto, o marketing, a qualificação, a maquininha de cartões. Em resumo, invisto nessas mulheres. E, ao contrário de outras empresas que fazem isso, elas não precisam comprar o produto de mim para poder revender. Eu dou tudo consignado, e essas revendedoras só pagam pelo que é vendido.

Atualmente, Jamille tem uma equipe de 150 revendedoras e acabou de adquirir um espaço próprio para a empresa – que, até então, funcionava dentro da sua casa. O resultado, rápido e expressivo, reflete o movimento das vendas por relacionamento (ou vendas diretas) durante a pandemia. Ainda em 2020, o setor movimentou mais de R$ 50 bilhões, representando um crescimento de 10% sobre o ano de 2019. Os dados são da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

A entidade aponta ainda que 57,8% de quem empreende realizando vendas por relacionamento é do sexo feminino. Para Jamille, a aposta é a de que a atividade contribui para a independência financeira das mulheres.

– Vejo muitas meninas que engravidaram e casaram na adolescência, não concluíram os estudos e não trabalhavam, iniciando nessa atividade. E com as vendas, elas encontram uma certa liberdade, voltam a estudar, adquirem aquilo que gostariam. Muitas acabam até se divorciando quando se percebem mais independentes – revela.

O pontapé para o negócio próprio

Para Priscila Guardiola, 32 anos, a revenda das semijoias foi essencial. Moradora do bairro Oriçó, em Gravataí, conheceu Jamille quando administrava, junto com seu marido, um minimercado na cidade. Logo se interessou pela possibilidade de comercializar os acessórios. A ideia inicial era combinar a renda com sua segunda ocupação, a de depiladora.

– Eu sempre atendi em casa. Então, comecei a vender assim. Levava a maletinha, vendia pelas redes sociais e aqui no condomínio em que eu moro – explica.

De início, ela conta, o volume de vendas não era tão alto, ainda que parecesse satisfatório. Somente depois de um tempo que Priscila percebeu o potencial que o empreendimento tinha. Então, começou a ler sobre o assunto, estudar, aperfeiçoar técnicas e a “abrir a mente”, como define.

– Eu ia pesquisando sobre tudo que vendia. Como se chamava tal pedra, determinado estilo de argola. Aprendi muito sobre as semijoias e também estudei para fazer fotos legais, postar e chamar atenção – conta.

Foi quando a renda começou a crescer, e a vida profissional dela mudou. Hoje, o mercadinho é administrado apenas pelo marido de Priscila, e ela tornou-se sócia de um estúdio de beleza. Com a conquista, avalia:

– Não desistir é fundamental. Vi muitas mulheres que começaram e pararam depois de dois ou três meses. É preciso seguir, ter metas, ser persistente.

Do escritório para a venda direta

Há mais de 20 anos, Adriana Jung, moradora do bairro Petrópolis, na Capital, deixou o escritório em que trabalhava para ser revendedora Natura. Com isso, tornou-se parte de um grupo que representa 52% de quem trabalha com vendas por relacionamento, segundo a ABEVD: o de revendedoras de cosméticos e produtos de beleza. Inicialmente, o plano dela era ter mais tempo para a família e buscar a realização na área que tinha mais afinidade.

– Meu projeto era engravidar, e até sabia que não trabalharia menos, mas queria mais liberdade de horários. Sou revendedora há 27 anos, ou seja, já tinha essa ocupação, mas não como a minha principal – diz.

Hoje, aos 50 anos, ela mantém a revenda de produtos de beleza como sua única ocupação “bem ocupada”, classifica. É que Adriana foi se aperfeiçoando: começou montando grupos de vendas, expandindo a atuação e, atualmente, faz até eventos. Neles, demonstra os produtos e trabalha o relacionamento com os clientes. E o resultado garante a ela mais que o sustento, dá também a realização. Sem hesitar, conta o quanto gosta de sua atividade, ainda que demande muito tempo e esforço:

– Em todos esses anos, ganhei um carro pelas vendas, viagens. Então, preciso dizer que trabalho muito. Na maioria dos dias, começo às 7h e termino por volta das 19h. Mas consegui minha realização, financeira e pessoal.

Para Adriana, a dedicação é a chave do sucesso de quem trabalha com vendas diretas. Estar disponível para os clientes, para ouvi-los e dar um tratamento atencioso são pontos que salienta serem fundamentais na atividade. Tudo feito a fim de se construir uma relação de confiança.

– Não é como muitos pensam, trabalhar o quanto quiser e quando quiser. Quem pensa assim não prospera. E também é necessário sempre aprender. Na pandemia, eu precisei quase parar de trabalhar e tive que me reinventar – define.

Outra dica diz respeito à organização financeira. Adriana considera fundamental separar as duas figuras: a pessoa e a empresa. E alerta:

– Não é porque você vendeu muito em um mês que o dinheiro é todo seu. É necessário estar sempre atento ao que é preciso investir para aprender. Nunca se pode dizer que não há mais para se fazer.

Como construir o relacionamento

– A venda por relacionamento baseia-se no elo de confiança entre as duas partes. A chave não é vender sempre, mas estar na hora certa e no lugar certo quando o cliente quiser comprar algo – diz Emerson Reis, professor de Marketing e Vendas do Senac de Novo Hamburgo.

E a relação construída com os clientes, ele alerta, não pode servir apenas para concretizar as vendas. É preciso que esse relacionamento seja uma fonte de dados sobre os clientes, que ele permita a quem vende conhecer mais o consumidor.

Emerson aponta que os empreendedores da área devem saber quem é seu público-alvo, criar uma estratégia e seguir um método. Após conseguir o cliente e fechar a venda, é preciso analisar, ver o que deu certo e adaptar o que ainda não está em sua melhor versão.

– Não se pode trabalhar baseado em achismos. Tem de fazer nem que sejam duas perguntinhas, o básico para saber quem é o cliente, por que está comprando ou por que deixou de comprar – orienta.

A necessidade de conhecer bem seus clientes é um ponto destacado também pela diretora de marketing de relacionamento da Avon Brasil e América Latina, Ana Carolina Albuquerque. Ela diz que, atualmente, a busca por um relacionamento com os clientes não requer proximidade física.

– Uma das formas de aumentar os resultados é se capacitando, especialmente para atuar de forma digital por meio de cursos e treinamentos. Nós constatamos que as representantes que utilizam as ferramentas virtuais têm um volume maior de pedidos, se comparadas às não digitais – ela explica.

Guia para vender bem

Produto: conheça bem o que está vendendo. “Nada melhor do que você contar para seus clientes os benefícios de um produto ou que eles possam ver a diferença em você”, salienta Ana Carolina.

Cliente: saiba tudo sobre ele, pergunte do que gosta ou não, por que está comprando e o que pode estar desagradando-o.

Comportamento do consumidor e do mercado: esteja atento às mudanças. E sempre se questione se o seu produto ainda atende às necessidades do cliente. Uma boa fonte sobre o assunto é o site ecommercebrasil.com.br.

Redes sociais: comunique-se através delas e aproveite os dados que elas produzem. No Instagram, por exemplo, a ferramenta Insights oferece informações sobre interações para perfis comerciais.

Tempo: gerencie-o bem, organizando-se para atender a prazos de entrega, pagamentos e outras demandas.

Dinheiro: mantenha registrados seus gastos e pagamentos recebidos. Separe o que é o seu lucro e uma parcela para investir em alguma melhoria.

Futuro: planeje-o. Tenha um plano de ação e monte alternativas para cenários bons e ruins, pois quando seu negócio crescer ou houver problemas, você já saberá o que fazer.

Inteligência emocional: esteja preparada para ouvir mais ‘não’ do que ‘sim’. “A tendência é vendermos para menos de 50% das pessoas que atingimos. E isso é normal”, frisa Emerson.

Fonte: diretora de marketing de relacionamento da Avon Brasil e América Latina, Ana Carolina Albuquerque, e professor de Marketing e Vendas do Senac de Novo Hamburgo Emerson Reis

Disponível em: Diário Gaúcho.

 

2022-08-01T11:01:47-03:00julho 25th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Diário de Petrópolis – “Social selling” o novo de porta em porta que vem transformando as vendas online

O termo para alguns é novo, mas a prática para muitos é antiga. Se você usa as principais redes sociais para se conectar com o cliente para a venda de produtos e serviços, você está praticando o social selling – que é o comércio direto feito para gerar relacionamento entre o vendedor e o comprador, sem a necessidade de um estabelecimento para intermediar a relação. Basta estar conectado, por exemplo, no instagram, whatsapp e sites para realizar uma venda.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) mostram que esse novo comportamento, pós-pandemia, vem crescendo. Mais de 48% de empreendedores independentes com atuação na venda por relacionamento utilizam as mídias sociais para a comercialização de produtos. No total, 54% dos profissionais do setor vendem de forma on-line atualmente. Pesquisa da Gestão de Mídias Sociais (mLabs) mostra o Instagram como a rede social com o maior número de conversões de acessos para venda. O engajamento, que, além de ser o mais alto entre as redes sociais, cresceu em 7,29% no primeiro ano de pandemia.

Ariane Egydio faz parte desse grupo que usa as redes para vendas. Proprietária do brechó vintageGarimperial, ela conta que, no início da pandemia passou a atuar com as vendas pelas redes sociais, principalmente no instagram, onde possui mais de 2 mil seguidores. O primeiro contato é por lá, logo sendo direcionado para o WhatsApp para finalização da venda. “Foco muito na curadoria das peças. Busco sempre identificar o material de confecção e a lavagem para as minhas clientes. Hoje trabalho com peças vintage, o que vem sendo um diferencial dentro do ramo da moda. Com o instagram como ferramenta consegui atingir um público mais amplo e converter seguidores em clientes” pontua Ariane.

Essa “nova tendência” alimenta a vontade das pessoas de empreender nas redes. Mas será que todos estão preparados para ser novos empreendedores?

Tânia Zambon, especialista em comportamento humano e estrategista de negócios, explica que todos podem empreender, porém são as ações que levam ao sucesso. “Um dos mitos mais fortes do mundo do empreendedorismo é de que as pessoas nascem com talento para empreender, parecendo ser algo genético. Disposição, conhecimento e atitudes são o resultado de escolhas individuais, não uma tendência natural. Deixar sua marca e identificar aquilo que foi feito é um motivador que vai além de apenas desenvolver um produto ou serviço bem feito”.

A especialista destaca a importância de identificar as oportunidades no mundo dos negócios e oferecer o que falta no mercado atendendo o consumidor.”A necessidade é a mãe das invenções. O primeiro passo é estar atento ao mercado e buscar por necessidades.Refletir se sua solução atende consumidores de forma atraente; se a sua empresa consegue utilizar a oportunidade encontrada para solucionar os problemas; a oportunidade é sazonal ou durável;

Qual o valor da sua solução para o cliente. Questiona-se.

Tânia Zambon analisa o ano de 2022 como sendo forte “tendência” para o empreendedorismo levando em conta a transformação do meio digital.”Por mais que estejamos vivendo um momento altamente incerto, é recomendável analisar as transformações geradas, as ações positivas de outras empresas durante a pandemia, além de identificar as melhorias que você deve investir para obter mais sucesso com suas estratégias a longo prazo. Tendo em vista que os hábitos de comprar e vender passaram por diversas mudanças nesse período pandêmico, a venda on-line que já era alta ficou ainda mais forte. Além de investir em processos inovadores e migrar para o digital, também é muito importante planejar, cuidar das finanças da sua empresa e organizar os processos com a sua futura equipe”, pontua a especialista.

Fonte: Diário de Petrópolis.

2022-07-04T11:42:30-03:00julho 4th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

IP News – Redes Sociais ampliam o potencial da Venda por Relacionamento

Avon investe em ferramentas digitais para suas Representantes da Beleza, com treinamentos gratuitos de marketing digital e redes sociais

O social selling, ou venda social, é a utilização das redes sociais em conjunto com ferramentas digitais para a realização de vendas, potencializando a comercialização de produtos e a comunicação com os clientes. Desde o início da pandemia da Covid-19, canais como Instagram, Tik Tok, Facebook e especialmente o WhatsApp passaram a ter ainda mais importância nas relações seja para captar, ou fidelizar os consumidores. Os aplicativos, lojas e revistas virtuais passaram a ter ampla importância para aqueles consumidores que abrem mão do tradicional ‘porta a porta’.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) comprovam esse novo comportamento, mostrando que, desde 2020, mais de 48% de empreendedores independentes com a atuação na venda por relacionamento utilizam as mídias sociais para a comercialização de produtos. No total, 54% dos profissionais do setor revendem de forma on-line atualmente.

Camila Lorrane, que atua como Representante da Beleza Avon desde 2011, conta que, no início da pandemia passou a atuar com as vendas pelas redes sociais, principalmente WhatsApp e Instagram, onde possui aproximadamente 3 mil seguidores. “Foco muito no pós-venda. Busco explicar para minhas clientes como podem usar os produtos depois que comprou e estou sempre em contato com elas para entender como estão sendo suas experiências. Assim, elas compram todos os meses comigo”.

A tendência, no entanto, não se resume aos empreendedores. Consumidores, cada vez mais, migram para o mundo virtual com o objetivo de adquirir novos produtos e serviços. Segundo a pesquisa Olha de Novo, realizada pela Avon em 2021, 67% das brasileiras consideram o e-commerce como seu principal canal de compras atualmente. Além disso, a 17ª edição do relatório Social Index, produzido pela Sprout Social, identificou que 90% das pessoas estão mais propensas a comprar de uma marca após começarem a segui-la em redes sociais.

Um levantamento da Consumoteca, revela que o WhatsApp é considerado o novo marketplace. Advindo no momento crítico da pandemia, se manteve estável como e-commerce mesmo com o avanço da flexibilização. O estudo demonstrou que o uso da ferramenta para fins de negócios cresceu 251% em 2021.

A prática otimiza a interação com os clientes graças as facilidades do online, incluindo a ampliação das possibilidades de vendas para outras localidades, e mantém a interação humana. Além disso, contribui para a democratização do e-commerce por meio de uma pessoa física, que envia para o cliente um link de sua loja virtual. No entanto, o relacionamento com o consumidor ainda é essencial. Sem esse engajamento, não há venda.

Por meio de uma proposta inovadora de operação, que tem caráter estratégico e visa um modelo de negócios mais digital, ágil e eficiente, a Avon foca cada vez mais no social selling. A marca oferece plataformas online — como o app Minha Avon, a loja virtual personalizada da representante, Avon Conecta e Revista Digital — que permitem que as Representantes da Beleza Avon gerenciem suas atividades online de forma segura, foquem em ampliar sua carteira de clientes nacionalmente, sem sair de casa e se preocupar com logística de entrega dos produtos. Além disso, a marca oferece treinamentos gratuitos sendo 14 deles destinados ao marketing digital e as vendas em redes sociais. Diante desse contexto, as profissionais também estão se destacando como influenciadoras da beleza, engajando a audiência por meio da criação de conteúdos sobre os produtos que revendem, como vídeos e tutoriais, para a publicação em suas redes sociais e WhatsApp.

Geizy Carla de Sousa, de Parnamirim (RN), compreendeu que a digitalização do negócio abriu novas oportunidades e possibilidades de vendas, alcançando um número maior de clientes. Com atuação há mais de cinco anos como Representante da Beleza, Geizy faz a prospecção no formato online. “Peço indicações para as integrantes da minha equipe e faço publicações nas redes sociais, como stories do Instagram, status do WhatsApp e em grupos do Facebook. O contato com as clientes é, na maior parte do tempo, totalmente digital. Isso facilita e agiliza muito o processo de compra e venda”. Nas redes sociais, Geisy publica promoções e vídeos da própria marca ou produzidos por ela, em que usa os próprios produtos para atrair e incentivar consumidores a adquirirem os itens.

Fonte: IP News.

2022-06-27T11:32:53-03:00junho 27th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

O Dia – Venda Direta: tradicional método de comércio se reinventou com o uso das redes sociais

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 57,8% do setor é formado por mulheres

Com o avanço da tecnologia e das redes sociais, o conhecido método da venda de porta em porta, ou a venda direta, ganhou novos rumos para conectar o cliente a produtos e serviços. Esse tipo de demanda é baseada na ligação entre o vendedor e o comprador, sem a necessidade de um estabelecimento para intermediar a relação — como as vendas de cosméticos por meio de revistas. Por conta da pandemia, o social selling — que é o comércio direto feito pelas mídias sociais, whatsapp, aplicativos e sites — se tornou a principal frente desse mercado.

Especialista em vendas e marketing digital, Diogo Hudson explica que o sistema de venda porta em porta foi abalado nos dois últimos anos por conta de lockdowns e quarentenas causados pela covid-19. “A pandemia impactou muito esse tipo de negócio, porque o calor humano é fundamental para que ele aconteça”, explica. A saída encontrada pelos empreendedores foi buscar novas estratégias para chegar até o consumidor. O social selling foi uma delas.

Segundo um levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 57,8% do setor é formado por mulheres. Mayra Carvalho, de 28 anos, faz parte desse grupo de comerciantes. Dona de um brechó on-line, a assistente social administra uma conta no Instagram, por meio da qual vende peças usadas

“Eu comecei o brechó porque estava na faculdade e precisava de dinheiro para passagem, porque meu gasto com transporte era alto. Até hoje lembro do dia que eu fiz a primeira venda: foi uma blusa de R$ 5, que entreguei na rodoviária de Campo Grande. Quando a cliente me pagou, eu já peguei o ônibus com aquele dinheiro”, lembra.

Mayra conta que passou a usar o Instagram como ferramenta para atingir um público mais amplo e converter seguidores em clientes. “Notei que era bom ter horário certo para postar, que era horário de pico. Vi que eu podia comprar uma sacola diferente [pra entrega das encomendas], escrever um recadinho para as clientes. Comecei com um preço bem baixo, mas depois consegui aumentar. Investi em detalhes que fazem a diferença. Por exemplo, comprei essência para lavar e passar as roupas. Elas ficam quase novas”, explica.

A empreendedora diz que o uso da plataforma, o relacionamento direto com o cliente e a possibilidade de administrar a conta na rede social abriram-lhe novas perspectivas em um momento de dificuldade financeira. “Por causa do brechó, conheci várias pessoas. Conseguia pagar minha passagem para a faculdade e ia para o estágio, que não era remunerado”, conta. Ela hoje mantém o negócio como fonte de renda extra. “Mas, durante muito tempo, foi o brecho a minha principal forma de ganhar dinheiro”, ressalta.

Uma pesquisa do Sebrae, divulgada no último dia 20, aponta que cerca de 67% dos pequenos negócios do Rio de Janeiro seguem com o faturamento reduzido, se comparado ao período anterior a pandemia. Michael Lopes D’Ávila, especialista em vendas e negociação da Universidade de Negócios Tânia Zambon, explica que a melhor maneira de atingir o público nessa nova realidade é entender como tirar proveito de ferramentas virtuais.

“As principais dicas para o empreendedor nesse novo cenário são melhorar seu material visual, entender o seu cliente para enviar textos melhores sobre o seu produto e usar as ferramentas on-line a seu favor. Utilize vídeos para as plataformas virtuais e entenda como elas funcionam”, explica D’Ávila.

D’Ávila explica que um dos maiores atrativos da venda direta é a economia de tempo, já que o vendedor vai até o cliente. O mundo digital apenas sofisticou essa relação.  Independentemente do porte da empresa, as estratégias de venda por meio das redes sociais precisam ser avaliadas com atenção.  “As empresas precisam de uma pessoa que fique nas redes sociais, entrando em contato com os clientes por essas plataformas. Com certeza, esse é o profissional do futuro”, detalha o especialista.

Capacitação

Para estimular o empreendedorismo feminino neste nicho de negócios, a ABEVD promoverá o evento on-line e gratuito “Elas Fazem a Diferença nas Vendas Diretas”, voltado para a capacitação de mulheres que atuam no setor. Ele acontece na próxima terça-feira, 28, a partir das 18h, e contará com palestrantes, executivas de grandes empresas e empreendedoras de sucesso, que compartilharão suas experiências. Para fazer a inscrição e conhecer a programação completa, a interessada deverá acessar o site https://www.abevd.org.br/elas-fazem-a-diferenca/.

“A ABEVD e a venda direta possuem um compromisso com as mulheres, que sempre foram a inspiração e a força motriz do setor, desde quando revendiam produtos de beleza para complementar a renda do lar. Hoje, a venda direta se modernizou e quebrou barreiras, com os mais diversos produtos sendo revendidos pelo canal de forma presencial e/ou digital”, explica a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Fonte: O Dia.

2022-06-30T15:56:02-03:00junho 27th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Popular Mais – Empreendedorismo: Evento da Venda Direta capacita e prestigia mulheres empreendedoras

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é destaque no site Popular Mais, falando sobre seu evento gratuito Elas Fazem a Diferença nas Vendas Diretas, que dá voz a empreendedoras de sucesso e proporciona reflexão sobre as mudanças no setor.

Clique aqui para ler a matéria completa.

2022-06-23T10:55:03-03:00junho 23rd, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

E-commerce Brasil – Venda direta: um atalho até o consumidor final

Avenda direta é uma modalidade que possibilita que as empresas fechem negócios diretamente com o consumidor final, sem a presença de intermediários varejistas. Também conhecida como venda D2C ou Direct to Consumer, o modelo se mostra muito rentável, já que, além de reduzir gastos, permite que as empresas apliquem o preço de varejo ao consumidor.

Uma venda direta pode ser feita de várias maneiras, seja por meio de eventos sociais para demonstração e venda de produtos – chamados de party-plans -, no e-commerce da própria marca, em marketplaces ou pelas redes sociais. Algumas gigantes do mercado, como Avon, Mary Kay e Natura, também apostam no trabalho dos revendedores para promover as vendas D2C em troca de uma comissão sobre o negócio fechado.

O mercado de venda direta no país

No Brasil, os números comprovam o crescimento dessa modalidade. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), o setor cresceu 10,5% em 2020. O número de revendedores também apresentou um aumento de 5,5% no mesmo ano e já chega à casa dos R$4 milhões. O segmento de beleza e cosméticos se destaca por reunir 52% desse total.

A ABEVD revelou ainda que as plataformas digitais são os principais meios para promover esse modelo de negócio. As vendas em marketplaces, por exemplo, registraram um crescimento de 52% em 2020. Esse canal reúne diversos vendedores em uma única plataforma e pode ser comparado a um shopping virtual. A grande vantagem dos marketplaces é que os vendedores utilizam uma loja virtual que já existe – como o Mercado Livre – e, portanto, não precisam se preocupar em estruturar sua própria loja.

O e-commerce também apresentou um crescimento histórico, especialmente durante a pandemia do coronavírus, e se apresenta como uma ótima oportunidade para as vendas D2C. As soluções digitais promovem a democratização da venda direta e abrem espaços para todos, seja um microempreendedor ou uma marca consolidada.

Quais são os benefícios de investir nesse modelo de negócio?

Já vimos que a venda direta pode ser mais lucrativa, mas esse não é o único ponto positivo dessa modalidade. Existe, ainda, outra questão muito vantajosa: é possível estar mais próximo e ter acesso direto ao consumidor final do seu produto. Essa é uma excelente oportunidade para entender melhor as demandas dos clientes, além de colher feedbacks importantes para evoluir e entregar a melhor experiência de compra para eles.

Essa proximidade com o cliente também permite a realização de um atendimento personalizado, e é justamente isso que os consumidores modernos buscam e valorizam. Quando uma empresa é capaz de se posicionar dessa forma, criando um relacionamento duradouro e fidelizando o cliente, existem mais chances de ele realizar compras recorrentes e até mesmo indicar os produtos da marca para amigos e familiares.

Entretanto, também existe um ponto de alerta na hora de implementar os processos de venda direta, principalmente se houver a presença de revendedores: esse modelo de venda pode ser confundido com esquemas de pirâmide e, se isso acontecer, ele perde a credibilidade. Outro desafio é manter uma rede de clientes ativos e dispostos a comprar. Para isso, é preciso alimentar e expandir seu network de maneira contínua.

Agora que você já entendeu o funcionamento do processo de venda direta e todos os benefícios que essa modalidade pode trazer para o seu negócio, reflita: a venda D2C é a melhor opção para a sua empresa? Quais passos você precisa dar para implementar esse modelo de negócio?

Fonte: E-commerce Brasil

2022-06-22T12:29:49-03:00junho 22nd, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Economic News – Empreendedorismo: Evento da Venda Direta capacita e prestigia mulheres empreendedoras

A ABEVD dá voz a empreendedoras de sucesso na Venda Direta e proporciona reflexão sobre as mudanças

34% dos negócios brasileiros são chefiados por mulheres, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e na Venda Direta, elas representam 57,8% do setor, como aponta a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Para capacitar, atualizar e prestigiar essa parcela importante da economia brasileira, a ABEVD, mais uma vez, organiza o evento “Elas Fazem a Diferença Nas Vendas Diretas”.

A Venda Direta se modificou com os anos, se adaptando à realidade da sociedade e do consumidor, fazendo com que empresas dos mais diferentes setores voltassem sua atenção para o canal, como por exemplo: energia, materiais de construção e gigantes do varejo, incluindo empreendedores independentes – popularmente conhecidos como revendedores – em seus canais de vendas.

O avanço digital fortalecido pela pandemia do COVID-19 trouxe para a Venda Direta, que é baseada em relações, a possibilidade de usar, além do presencial, as redes sociais e aplicativos, servindo como plataformas de venda e divulgação dos produtos revendidos.

“A ABEVD e a Venda Direta possui um eterno compromisso com as mulheres que sempre foram a inspiração e a força motriz do setor desde quando revendiam produtos de beleza para complementar a renda do lar. Hoje a Venda Direta se modernizou e quebrou barreiras, com os mais diversos produtos sendo revendidos pelo canal de forma presencial e/ou digital”, explica a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

O evento será online no dia 28 de junho a partir das 18h, e contará com palestrantes, grandes executivas e empreendedoras de sucesso compartilhando suas experiências. As inscrições já estão abertas e a participação é totalmente gratuita para quem tiver interesse. É possível conhecer a programação completa e realizar de inscrições acessando o link.

“O cenário hoje é outro, com muitas jovens iniciando na Venda Direta e sustentando suas famílias através dela. Nesse evento vamos trazer reflexões para as mudanças que ocorreram no setor, assim como as atitudes inspiradoras diante desse cenário”, conclui Adriana.

Fonte: Economic News Brasil.

2022-06-21T11:22:09-03:00junho 21st, 2022|Categories: ABEVD na mídia|
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