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ABEVD na Mídia: Matérias em que ABEVD foi citada. Confira:

Uol – Ações da Natura são destaque entre as recomendações desta semana

A Natura &Co, dona das marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop, integra esta semana a lista de ações mais recomendadas por analistas, segundo pesquisa realizada pelo UOL Economia+. A empresa recebeu duas indicações, entre sete carteiras divulgadas por corretoras.

Os papéis da companhia de cosméticos passaram a fazer parte dos portfólios elaborados nesta semana pela Elite Investimentos e pela MyCap.

Fonte: Uol

2021-04-29T11:57:05-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Diário do Estado GO – 10 marcas de cosméticos que não fazem testes em animais

Essas marcas vendem no Brasil e o melhor não realizam testes em animais

A campanha “Salve Ralph” está famosa no mundo inteiro, a campanha mostra o sofrimento do coelho Ralph e como são cruéis os testes de vários produtos realizado em animais, o que abalou muitas pessoas, mobilizando-as a escolherem cosméticos que não são testados em animais.

10 – Eudora
A Eudora é uma das marcas Brasileiras que mais tem faturado no mercado nos ultimos tempos. A marca é conhecida pela qualidade de suas maquiagens, perfumes e cremes. Mas o melhor da Eudora é saber que a marca não realiza testes em animais, com selo de certificação pela (PEA/ Projeto Esperança Animal).

9 – Impala

A Impala , uma das marcas de esmaltes mais conhecidas do Brasil, a marca não realiza testes em animais, assim como seus fornecedores, e proporciona vários produtos sem componentes animais, mas se você é vegano é bom prestar um pouco de atenção nos rótulos. Para completar, eles não utilizam produtos importados da China, país conhecido por ser a favor de testes em animais.

8 – The Beauty Box
Quem gosta de comprar de tudo um pouco sabe que o lugar certo é a The Beauty Box, além de fornecer os principais produtos de beleza de marcas nacionais e internacionais, a marca possui uma linha própria com cremes hidratantes, Shampoos, Condicionadores, Sabonetes e Pinceis de Maquiagem. A melhor parte é que os produtos não são testados em animais, mesmo existindo alguns ingredientes de origem animal em suas composições, o que a empresa deixa claro e que tentam buscar componentes alternativos para a substituição dos componentes animais.

7 – Granado

Quando o assunto é beleza e cuidados com o corpo, a Granado é a marca queridinha do brasileiro. Por lá, encontramos produtos para o cuidado com as unhas, pele, cabelo ou seja de tudo um pouco. A marca não realiza testes em animais e evita comprar produtos de quem testa, embora na composição de seus produtos tenham componentes de origem animal.

6 – Vult Cosméticas

A vult é uma marca de maquiagens com um ótimo custo beneficio, e não realiza testes em animais, assim como seus fornecedores, eles ainda possuem alguns produtos sem o uso de componentes animais, como as sombras, pós-compactos, demaquilantes entre outros.

5 – Phytoervas
A Phytoervas é uma marca famosa por quem busca Shampoos mais naturais, porque além de sua fórmula ser mais fitoterápica, seus produtos são superacessíveis e costumam ser encontrados em mercados, perfumarias e lojas de cosméticos. A marca não realiza testes em animais, mas é possível encontrar elementos animais em suas composições, por isso vale a pena ler os rótulos para saber os detalhes.

4 – Natura

Desde Dezembro de 2006 a Natura não realiza testes em animais para aliviar a eficácia e seguranças de seus produtos e dos ingredientes usados em sua composição.

3 – Quem Disse Berenice

A marca Quem Disse Berenice não realiza testes em animais, assim como procura ao máximo não utilizar produtos de origem animal em suas formulas. Os veganos conseguem encontrar maquiagens 100% de origem vegetal nas lojas. Os testes são realizados “In Vitro”, ou seja, as formulas são testadas em pessoas cadastradas e autorizadas pela ANVISA.

2 – Mahogany

Mahogany é uma marca famosa por produzir, cremes, hidratantes, sabonetes, perfumes e velas de qualidade. Um dos pontos fortes da marca é que os produtos não são testados em animais , embora, ainda usem componentes vegetais em suas fórmulas

1 – Lola Cosmetics

Pra quem sempre está procurando o produto ideal para cuidar dos cabelos, a Lola Cosmetics é a marca da vez. Com diversas opções de tratamentos, para diversos tipos de fios, a marca ainda consegue brincar com os nomes dos produtos, deixando tudo mais divertido. A boa notícia é que todos os produtos fabricados pela marca não passam por testes em animais e eles compram produtos que testa. Além disso, eles tentam não usar componentes de origem animal, embora ainda utilizam o mel da Abelha, por exemplo.

Fonte: Diário do Estado GO

 

2021-04-29T11:55:38-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Marie Claire – Que tipo de ruga você tem?

Veja como identificar a origem e a intensidade desses sinais e as medidas recomendadas para suavizar de sulcos a linhas de expressão. No final, confira o que as colaboradoras de Beauty Tudo comentam sobre os cremes que testaram

Nem sempre queremos saber que rugas temos. Queremos mais é acabar com elas. Mas não é bem assim. Atenuar as marcas é saudável porém eliminá-las não é necessário. O rosto precisa de histórias e esses sinais contam narrativas, atestam experiências. A dermatologista Fernanda Porphirio, especialista em Dermatologia e Estética pelo New York Cosmetic, da Clínica Vanité, explica como essas linhas foram parar nos nossos rostos e indica o melhor caminho para suavizá-las. Mas, antes, é preciso olhar bem para elas e tentar identificar de que tipo são. Assim, fica mais fácil acertar no plano de ação. Conheça, a seguir, os tipos de rugas, como lidar com elas e os dermocosméticos que as colaboradoras de Beauty Tudo testaram com esse fim.

Mapeamento
Os sinais podem ser classificados de diversas formas. Uma delas é pelo agente causador, ou seja, pelo fator que a fez surgir. Essa abordagem é interessante porque ajuda a definir um procedimento e a evitar os causadores. Acompanhe.

Movimentos repetitivos = rugas de expressão
Costumam aparecer ao redor dos olhos (pés de galinha), no entorno dos lábios (código de barras), na testa, na glabela (entre as sobrancelhas), na linha nasal (bunny Lines), ou seja, em todas as partes do corpo onde há movimentação tecidual pela contração dos músculos faciais de expressão. Surgem inicialmente de forma dinâmica pelos movimentos repetidos do rosto, mas com o passar do tempo, há a quebra das fibras de colágeno por repetição desses movimentos e as rugas vão se aprofundando e se tornando estáticas.
Elas são visíveis a partir dos 20-25 anos e começam a ficar marcadas em torno dos 30-35 anos, por isso hoje se fala muito na toxina botulínica preventiva.

Flacidez = rugas gravitacionais
Se instalam, principalmente, nas partes de rosto mais suscetíveis à flacidez e à perda da volumetria, como no contorno da face. Em especial, nas regiões do maxilar e da mandibular, no pescoço e nas pálpebras. Tornam-se mais evidentes a partir dos 60 anos.

Envelhecimento genético -= rugas atróficas
São sinais do processo de envelhecimento genético da pele e se caracterizam pela consequente atrofia da pele. São estáticas, portanto, não estão relacionadas com a movimentação muscular do rosto. Aparecem em torno de 50 anos e podem ser mais precoces em fumantes, já que o cigarro acelera do envelhecimento do organismo.

Fotoenvelhecimento = Elastótica
Provocadas principalmente pelo fotoenvelhecimento. O excesso da exposição solar, sem a devida proteção contra os raios solares, prejudica o colágeno e a elastina, reduzindo a elasticidade e a sustentação da pele. Como resultado, podem surgir essas rugas, que são estáticas (ou seja, visíveis independentemente da expressão facial), geralmente nas regiões mais expostas ao sol.

Essas rugas podem apresentar-se em intensidade diferentes. São superficiais quando você estica a pele e elas desaparecem. Ou são profundas, quando mesmo com a pele esticada, elas continuam lá (os sulcos estão nessa categoria também).

Agora que você já sabe o tipo e a intensidade desses sinais, é hora de entender o que é indicado para suavizá-las.

Os tratamentos
Além de seguir a rotina de skincare, outros procedimentos podem ser indicados. Para as rugas dinâmicas, as opções são a aplicação de toxina botulínica para paralisar temporariamente a contração muscular, que marca a pele, evitando que a ruga se pronuncie. Também são indicados os preenchimentos com ácido hialurônico.

Já para rugas estáticas já instaladas e visíveis independentemente da movimentação muscular, o recomendado são tratamentos que estimulem o colágeno, na tentativa de preencher essas quebras que formaram as rugas e os sulcos. Mas, enquanto o isolamento social se faz necessário, o mais prudente é reforçar o skincare em casa. Confira alguns produtos que auxiliam no rejuvenescimento da pele, testados pelas colaboradoras de Beauty Tudo.

OS CREMES TESTADOS

Creme Rejuvenescedor Facial Gold Lift Noturno, Cicatricure, R$ 89,99

Promete recuperar a densidade e a elasticidade da pele, atuando nas zonas mais marcadas pela idade. Veja resenha completa do produto.

Creme Facial Antissinais Dia Q10 Plus C FPS15, Nivea, R$ 51,90

De acordo com a marca, reduz as linhas de expressão e protege a pele contra os sinais de envelhecimento precoce.

Loção Facial Capture Totale Cell Energy, Dior, R$ 639

Desenvolvido com base em pesquisa da marca em células-mãe. Promete reduzir, após 7 dias de uso, as rugas salientes, deixando a pele mais firme.

Hidratante Facial Diurno Anti-Aging Restore FPS 15, Nutrimetics, R$ 161,90

O produto promete proteção contra o envelhecimento prematuro da pele. Testes conduzidos pela marca dizem que após 14 dias de uso há redução na profundidade das rugas.

Instantly Ageless, Jeunesse, R$ 149

Trata-se de um produto para efeito imediato, não é um creme de tratamento. Promete esticar a pele e alisar linhas finas imediatamente. Após retirar o creme, a pele volta ao original.

Fonte: Marie Claire

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2021-04-29T11:46:06-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

IstoÉ Dinheiro – Para 71% da população, recuperação da economia só virá a partir de 2022, diz CNI

Via Estadão Conteúdo

O ritmo da vacinação no País e a percepção dos impactos da pandemia da covid-19 na economia aumentam o pessimismo do brasileiro e a maioria da população acredita que uma recuperação econômica só virá a partir do próximo ano. A pesquisa “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), encomendada ao Instituto FSB Pesquisa, mostra que 71% das pessoas consideram que a economia levará, pelo menos, um ano para se recuperar. O levantamento aponta ainda um aumento de dez pontos porcentuais no pessimismo do brasileiro em um intervalo de nove meses.

Na avaliação da CNI, esse sentimento tem reflexos sobre os hábitos de consumo e foi influenciado pela vacinação no País. De acordo com a pesquisa, 83% dos entrevistados consideram o ritmo da vacinação no Brasil lento e 35% das pessoas que ainda não foram imunizadas não têm expectativa de serem vacinadas este ano.

Segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 25 Estados, até segunda-feira, dia 26, 13,96% da população total do País tinha sido vacinada ao menos com a primeira dose do imunizante contra a covid-19, e apenas 6,2% tinham recebido a segunda dose.

“Só a imunização em massa da população contra a doença recolocará o Brasil no caminho da retomada da economia, do dinamismo do mercado consumidor e na rota dos investimentos. Mais importante, a rápida execução do Plano Nacional de Imunização – respeitando a ordem dos grupos prioritários – permitirá que a população brasileira possa, enfim, contar com a proteção contra essa doença que tem trazido enorme custo humano para o País e o mundo”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Apesar do pessimismo com a recuperação econômica, a pesquisa mostrou um medo menor da população em perder o emprego do que em 2020. Em abril deste ano, 41% dos entrevistados disseram ter um medo grande ou muito grande de perder o emprego. Em julho de 2020, esse porcentual era de 45% e, em maio de 2020, 48%.

A renda, no entanto, diminuiu para 32% dos trabalhadores e 14% disseram que perderam totalmente a renda, nos últimos 12 meses. Para outros 41%, a renda ficou estável e 10% tiveram aumento. Ao serem questionados sobre as expectativas sobre sua renda para os próximos seis meses, 3% acreditam que perderão totalmente, 9% veem redução parcial e 83% consideram que não terão mudanças.

Com relação aos gastos, o levantamento aponta que, diante da crise e da pandemia, 71% afirmam que reduziram os gastos desde o início da pandemia. Os motivos apontados são: 30% perderam parte ou toda renda; 38% se dizem inseguros quanto ao futuro; 27% alegam o fechamento do comércio e; 5% não responderam. A CNI chama atenção para o fato de que cresceu a parcela da população que afirma que a redução de gastos será permanente. Entre os que disseram ter diminuído os gastos, 37% afirmam que o movimento é permanente. Há um ano, esse porcentual era de 29%.

A pesquisa revela também que a maior parcela da população vê necessidade de manutenção de alguns serviços abertos. A abertura do comércio de rua tem o apoio de 61% dos entrevistados. Em julho de 2020, o porcentual era de 49%.

Caiu de 72% para 49%, na comparação entre abril de 2021 e maio do ano passado, o porcentual de pessoas contrárias à abertura de escolas e universidades. Com relação a salões de beleza, 51% não aprovam (ante 57% de julho de 2020). No caso dos shoppings, 57% apoiam o fechamento ante 69% da edição anterior.

A pesquisa foi feita com 2.010 brasileiros, por telefone, entre os dias 16 e 20 de abril. A margem de erro do estudo é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa teve outras duas rodadas, em maio e julho do ano passado.

Fonte: IstoÉ Dinheiro/Estadão Conteúdo

2021-04-28T11:03:18-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Econômico – ESG altera as estratégias para resíduos

Agenda socioambiental gera iniciativas na área de gestão de pessoas e proteção ambiental

Empresas conhecidas pela atuação com critérios ESG (Ambiental, Social e Governança, da sigla em inglês) disparam iniciativas baseadas em gestão de pessoas, proteção ao meio ambiente e economia circular. Incluem remuneração variável de executivos atrelada à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), comitês de especialistas que identificam embalagens mais sustentáveis e até ferramentas que calculam a pegada ambiental de cada item que sai da linha de produção.

Na operadora de telecomunicações Vivo, as principais ações ESG começaram em 2016, abrangendo o pilar G, da governança, com a criação de um comitê global de sustentabilidade e qualidade, segundo Renato Gasparetto, vice-presidente de relações institucionais. A partir daí, foram abertas frentes em políticas de remuneração, diversidade do quadro e geração de energia.

Desde 2019, 20% da remuneração variável dos executivos da operadora estão relacionados a temas como diversidade e redução de emissões de GEE. Este ano, a companhia decidiu ampliar em cinco vezes, de 1% para 5%, o peso da meta de corte de dióxido de carbono (CO2) aplicado no conjunto de bônus do quadro.

“Entre 2015 e 2020, reduzimos em 70% as emissões de CO2 ”, diz Gasparetto. Há dois anos, segundo o executivo, a Vivo se tornou a primeira operadora da América Latina considerada neutra em carbono em emissões diretas, com a aquisição de créditos em projetos de conservação ambiental na Floresta Amazônica.

Do ponto de vista social, a empresa de 33 mil colaboradores implantou em 2018 um programa de aumento da diversidade no quadro, que começa a apresentar os primeiros resultados. Entre os cargos de liderança, por exemplo, as mulheres já representam 33% do total. E 25% dos lugares do conselho de administração também são delas.

No quadro de trainees da operadora, 43% dos integrantes são negros, e a contratação de pessoas trans também ganha impulso – alcançou 25 profissionais, inclusive em iniciativas de apoio ao primeiro emprego, como o Programa Jovem Aprendiz. “Estimular um ambiente diverso favorece a inovação na companhia”, afirma o executivo.

O “mutirão” ESG deve ganhar mais corpo em 2021, segundo Gasparetto. No escaninho ambiental, há avanços programados na implantação de usinas próprias de geração distribuída. Até o início de 2022, serão mais de 70 unidades de fontes solar, hídrica e de biogás, com uma produção equivalente a 670 mil megawatts ano. “Isso vai contribuir para aliviar a carga na rede de energia e gerar desenvolvimento no entorno das operações”, garante.

Na opinião de Roseli Mello, líder global de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Natura &Co, é importante investir no estudo de novos materiais para dar força à onda ESG na indústria.

Considerada uma empresa carbono neutro desde 2007, a fabricante de cosméticos lançou, há 35 anos, refis para os produtos, de olho na baixa geração de resíduos. Atualmente, 27% do portfólio contam com a facilidade. Isso evita o descarte de três mil toneladas de resíduos ou o equivalente ao lixo gerado, diariamente, por 5,5 milhões de pessoas, afirma.

Para colocar em prática sua política, a Natura mantém um comitê multidisciplinar, do qual fazem parte profissionais de design, meio ambiente e experiência do consumidor. O grupo se reúne regularmente para identificar soluções de embalagens cada vez mais “circulares”.

Um dos programas de reciclagem recuperou, desde 2018, mais de 24,2 mil toneladas de material pós-consumo, com 10,2 mil toneladas resgatadas somente em 2020.

Maya Colombani, diretora de sustentabilidade e direitos humanos da L’Oréal Brasil, afirma que 100% do portfólio da marca são avaliados, desde 2015, por uma espécie de “calculadora” que permite identificar a pegada ambiental dos produtos.

Em 2020, 90% dos itens novos ou renovados no Brasil tiveram seu perfil melhorado por meio de inovações, afirma ela. A ideia é, com a ferramenta, alcançar 91% de biodegradabilidade média nas fórmulas de xampus e condicionadores.

Recentemente, a L’Oréal Brasil aderiu a uma solução de logística “verde”, com caminhões abastecidos com biometano, por meio de parceria com os fornecedores Jomed e RN Express e a montadora Scania. “Até 2030, reduziremos em 50% as emissões de GEE ligadas ao transporte de mercadorias”, diz.

Na Bosch, maior fabricante de autopeças do mundo, um plano de gestão hídrica na planta de Campinas (SP) garantiu a redução de 50% do consumo de água nas atividades industriais. “Além disso, o projeto contempla o reaproveitamento da água da chuva, canalizada até um lago artificial com capacidade de 65 milhões de litros”, afirma Carlos Abdalla, gerente de marketing, comunicação corporativa e relações institucionais da Bosch América Latina.

Fonte: Valor Econômico

 

2021-04-28T11:00:56-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

ABC do ABC – Natura &Co doa 10 mil cestas básicas para comunidades vulneráveis do Estado de SP

A distribuição será feita pelo Fundo Social do Estado de São Paulo. Além de doação de cestas básicas, mais de mil famílias de catadores de recicláveis receberão apoio da empresa

Como parte das medidas de enfrentamento à Covid-19, o grupo Natura &Co (Avon, Natura The Body Shop e Aesop) doará 10 mil cestas básicas para famílias em situação de insegurança alimentar no Estado de São Paulo.

A ação será viabilizada pelo Fundo Social de São Paulo – FUSSP, que será responsável pela distribuição das cestas para os municípios paulistas que apresentam maior vulnerabilidade social.

Além da doação das cestas, mais de 1.000 famílias de catadores de recicláveis receberão o equivalente a 200 reais para suprir necessidades imediatas, como alimentação. As famílias fazem parte do programa Natura Elos, iniciativa da marca para estruturar cadeias de logística reversa no Estado de São Paulo.

As ações integram uma série de medidas tomadas pela companhia para enfrentar a pandemia de Covid-19, visando cuidar das pessoas, barrar o contágio e manter a economia circulando.

Recentemente, o grupo Natura &Co anunciou a doação de R$ 30 milhões para a saúde pública, comunidades parceiras, consultoras e representantes para auxiliar no enfrentamento à pandemia. Deste valor, R$ 4 milhões foram destinados ao Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras), criado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a compra de insumos hospitalares e vacinas, enquanto R$ 10 milhões serão dedicados ao fundo de auxílio para consultoras e representantes. A empresa também viabilizou, ao lado de outras 11 companhias, a doação de mais de 5 mil concentradores de oxigênio para o tratamento de pacientes atendidos pelo SUS.

Fonte: ABC do ABC

 

2021-04-28T10:58:36-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Money Times – Natura&Co prepara resgate antecipado de títulos que vencem em 2023

O conselho de administração da Natura&Co (NTCO3) autorizou a diretoria executiva a levar adiante o plano de resgatar antecipadamente todo o valor principal agregado em aberto das 5,375% notas seniores que vencem em 2023, e que foram emitidas em 2018.

O resgate, contudo, está condicionado à emissão bem-sucedida de novos títulos de dívida. A estimativa é que o resgate dos papéis ocorra em 21 de maio, ou ao redor desta data.

Fonte: Money Times

2021-04-28T10:56:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Propmark – Hinode convoca consultoras em homenagem às mães

Campanha é protagonizada por 18 consultoras da marca de cuidados pessoais fundada em 1988

A campanha Dias das Mães Hinode – Para quem desperta o nosso melhor, sempre! é protagonizada por 18 consultoras da marca de cuidados pessoais Hinode, que têm as suas histórias contadas em vídeo no Instagram, catálogo virtual e em peças para as redes sociais. Fotos e frases das participantes representam uma reflexão sobre o momento no qual o mundo enfrenta a Covid-19.

“Convidamos mulheres reais para prestar essa homenagem especial. E elas, nossas consultoras, são fonte de inspiração não só para seus filhos, mas também impulsionam a transformação na vida de milhares de pessoas”, afirma Erica Pagano, vice-presidente de inovação de produtos e branding do Grupo Hinode.

Fundada em 1988, Hinode tem hoje na perfumaria o equivalente a metade de suas vendas. Com linhas feminina, masculina e infantil, a empresa comercializa os seus produtos por meio de consultores no e-commerce da marca.

Fonte: Propmark

2021-04-28T10:54:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Fashion Network – DeMillus promove evento digital com Ludmilla

A DeMillus anuncia o seu primeiro evento digital: o DeMillus Fashion Show, que tem como atração musical a cantora Ludmilla. A transmissão será nesta quarta-feira (28), às 19h30 pelos canais da marca no YouTube e no Facebook. Dividido em três blocos – Lançamentos, Top de Vendas e Beleza e Conforto -, o evento conta com a participação de algumas modelos desfilando as peças selecionadas pela equipe de estilo da marca. A cada bloco, os produtos são apresentados, sempre dialogando com a temática central.

“Fiquei muito feliz com o convite para participar desse evento. A DeMillus é uma marca muito importante na vida das mulheres há anos, fazendo elas se sentirem ainda mais bonitas. A iniciativa de fazer um desfile para mostrar a nova coleção e ao mesmo tempo ajudar as mães das favelas, que estão passando por um momento tão delicado por conta dessa pandemia, mostra que a marca pensa muito além para o bem-estar dessas mulheres e isso a torna ainda maior. Ações como essa são extremamente necessárias”, diz Ludmila.

O evento conta ainda com apresentação da Superintende de Marketing da marca, Viviane Figueirôa e do DJ Tucho, especialista em black music e vencedor da ‘Batalha dos DJs’. A primeira edição do evento digital tem como diretora e produtora do projeto Francisca Abreia, da agência ECO MKT & COM, que também mediou toda a negociação com a Wainer Music.

Para o show, Ludmilla escolheu juntamente com o seu stylist Rodrigo Polack um look preto com peças da coleção Bijú – um conjunto de lingerie combinado a vestido transpassado e meia calça 7/8 da DeMillus.

“A pandemia vem mudando as formas de apresentação das marcas de moda e estamos muito felizes com o nosso evento, em versão totalmente online, e com todas as parcerias que conseguimos”, diz Viviane.

Um dos objetivos do DeMillus Fashion Show é também arrecadar doação para o “Mães da Favela”, projeto da CUFA que auxilia mulheres que chefiam seus lares. Para alavancar donativos, durante a programação vai ser distribuído um QR Code para que os espectadores possam fazer as suas doações. A parceria da DeMillus com a ONG começou em 2020 quando a marca doou com milhares de máscaras para a organização.

O link para assistir o DeMillus Fashion Show será divulgado pelos stories da página oficial da marca no Instagram.

Fonte: Fashion Network

2021-04-28T10:52:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Exame – Varejo digital cresce 72,2% no primeiro trimestre e fatura R$ 35,2 bilhões

Dados foram apurados pela Neotrust, consultoria que monitora o varejo digital; variação corresponde ao mesmo período de 2020

O varejo digital faturou R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 72,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A conclusão é da Neotrust, consultoria que monitora o setor, e mostra que a alta está relacionada tanto ao maio volume de compras realizadas no período, quanto ao tíquete médio mais alto do que o registrado no ano passado.

Segundo a consultoria, foram realizadas 78,5 milhões de compras on-line no período (volume 57,4% maior do que o registrado em 2020), com tíquete médio de R$ 447,90, valor 9,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Para Fabrício Dantas, CEO da Neotrust, o aumento ainda é consequência da volta das medidas de restrição em diferentes regiões no país, o que contribuiu para impulsionar o hábito pelas compras digitais. “É um movimento global de crescimento do e-commerce, que tem consequências visíveis no Brasil. Desde o começo da pandemia, a internet tem se tornado uma ferramenta importantíssima para as compras, um hábito que deve continuar mesmo após a volta das atividades presenciais”, diz.

Varejistas se movimentam para capturar oportunidades
O crescimento do varejo digital e a consequente necessidade de inovação — agravada pela pandemia — se reflete de forma clara no varejo brasileiro. Nas últimas semanas, o Magazine Luiza anunciou aquisições como a plataforma digital Jovem Nerd, o site de notícias políticas Poder360 e a compra de startups relacionadas à gestão de restaurantes, o que pode ser visto como uma estratégia para ampliar sua presença on-line e aumentar vendas.

A reboque, vieram outros movimentos de consolidação do setor, como a compra do grupo Uni.Co pela Americanas e, recentemente, o acordo entre Hering e Grupo Soma, dono das marcas Animale, Farm e Maria Filó, que agitou o mercado nesta segunda-feira, com a alta de 26% nos papéis da varejista de moda básica.

A pandemia tem mostrado, cada vez mais, que o mundo digital é o caminho para crescer. Parece que as gigantes do setor começaram a se movimentar com isso — resta ver qual a fatia que devem conseguir em meio ao crescimento expressivo das compras on-line gerado pela pandemia.

Fonte: Exame

2021-04-27T14:12:21-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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