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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

Lições do Lockdown

As duas perguntas mais comuns que recebo dos clientes hoje em dia são: “Como lidamos com a situação do isolamento social?” e “Como essa experiência de isolamento social mudará as vendas diretas daqui para frente?”

A experiência de isolamento social, alterou radicalmente quase todos os aspectos de nossa vida profissional, familiar, vizinhança, social, comunitária e cívica e deixou a economia de joelhos em 6 semanas ou menos. Este é um território completamente desconhecido para todos nós. Todo mundo está procurando respostas e especulando sobre quando as voltarão ao ritmo normal, o que quer que isso signifique, e como o “normal” pode parecer quando chegarmos ao que quer que seja.

Mas, para o setor de venda direta, há certos pontos com os quais devemos concordar e existem “descobridores de caminhos” por aí que estão navegando com sucesso no caminho para o futuro de um negócio saudável de vendas diretas. Devemos concordar com o seguinte:

1. A pandemia de coronavírus não é a causa das alterações que afetam a venda direta.

A pandemia acelerou de maneira simples, mas dramática, as mudanças que estavam acontecendo. Alterações que já estavam em andamento devido ao impacto da competição da Gig Economy para o pessoal de vendas, as melhores práticas da empresa de comércio eletrônico em relação à entrega e acesso a 24/7/365 (24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano) e soluções de contato único para problemas de atendimento ao cliente, juntamente com diretrizes regulatórias em evolução.

2. A reputação da empresa e da força de vendas nas mídias sociais agora são participantes sempre presentes e altamente influentes em nossos processos de recrutamento e retenção de força de vendas.

O que nossa equipe de vendas, ex-membros da equipe de vendas, clientes e ex-clientes estão dizendo sobre a empresa, seus produtos e/ou serviços e a oportunidade de renda/negócios oferecida pela venda da empresa são muito mais influentes do que aquilo que a empresa está dizendo. As empresas precisam prestar muito mais atenção em como seus negócios, produtos e oportunidades estão sendo revisados nas mídias sociais. Use esse tempo para atender e polir, se necessário, sua reputação online. Existem especialistas no resgate e gerenciamento de reputação de mídia social que podem ajudar com esse esforço. Arrumar a casa agora e manter sua reputação positiva renderá grandes dividendos à medida que sairmos dessa pandemia.

3. As empresas de vendas diretas devem encontrar maneiras de serem mais acessíveis aos clientes e à sua força de vendas que possam ter reclamações ou problemas.

As melhores empresas de comércio eletrônico criaram novos níveis de expectativas entre os clientes: agora eles esperam que todas as empresas sejam acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano (24/7/365) e, além disso, esperam que seu problema seja resolvido rapidamente e no momento certo, ou seja, no primeiro contato, seja por telefone ou online.

Essa nova expectativa de acessibilidade “full time” é transferida para a força de vendas. Eles também esperam um acesso rápido a toda a empresa para obter ajuda com seus problemas ou com os de seus clientes. As empresas de vendas diretas ainda têm um longo caminho a percorrer para corresponder às práticas que estão sendo empregadas no mundo nessas áreas, mas não há escolha a não ser encontrar maneiras de fazê-lo.

4. As empresas de vendas diretas devem se concentrar experiência de compra dos clientes finais.

O rápido crescimento do comércio eletrônico e as expectativas que o cliente criou exigem que todas as formas de venda se concentrem mais do que nunca na experiência do cliente. O processo de compra é o mais fácil e conveniente possível? A entrega é pontual, pode ser acompanhada facilmente, os produtos chegam em perfeitas condições? O atendimento ao cliente após a compra é facilmente? A empresa/pessoa de vendas mantém contato com os clientes regularmente? A empresa oferece um programa de fidelidade que combina o melhor da venda direta com as melhores técnicas de marketing digital?

O foco em fornecer uma excelente experiência para o cliente é o futuro da venda direta e algo com o qual todos devemos concordar.

Se essas são as coisas em que podemos concordar, onde encontraremos os “descobridores de caminhos” que mostrarão à empresa as melhores maneiras de apresentar e vender seus produtos e/ou serviços a clientes e promover o negócio para pessoas que procuram uma fonte de renda, com flexibilidade de horário e baixo investimento.

Os descobridores de caminhos existem com mais frequência na força de vendas do que na sede da empresa.
Sempre foi assim: Os descobridores de caminhos da força de vendas inovam em tempos de mudança. De um modo geral, os membros criativos de nossas forças de vendas estão muito à frente dos parceiros de sua empresa na adoção de novas tecnologias, encontrando linguagem melhor para aprimorar suas apresentações de vendas, explorando plataformas de mídia social para encontrar maneiras de se comunicar melhor com seus clientes e membros da equipe de vendas. Isso ocorreu no processamento de pedidos online, adotando o e-mail e a internet, usando plataformas de mídias sociais como Facebook, Twitter, WhatsApp e Tik Tok para apoiar seus negócios.

O que todas as empresas devem adotar é a prática de prestar atenção aos talentos que estão inovando na força de vendas. Quem realmente está vendendo muito neste momento de mudança? O que eles estão fazendo que a maioria dos colegas não está fazendo e que a empresa não treina ou apoia? Por que a equipe de uma pessoa está crescendo e prosperando com boa produtividade quando a maioria da força de vendas está apenas lutando? Mesmo nos piores tempos de inatividade, toda empresa tem descobridores de caminhos de vendas que estão indo bem. Vá aprender com seus descobridores de caminhos. Encontre maneiras de desenvolver um treinamento que torne as técnicas desses talentosos empreendedores em método aplicável em forma de treinamento para o restante da sua força de vendas. Desenvolva os programas de comunicação, tecnologia, incentivo e outros tipos de suporte para ajudar todos os membros da força de vendas a adotar essas novas maneiras de fazer as coisas. Atualize os programas de incentivo de integração do seu novo vendedor para incorporar as novas técnicas e métodos.

Faz sentido quando você pensa que nossas forças de vendas encontrarão as melhores práticas para serem empreendedores de sucesso neste momento de mudança. Eles estão na linha de frente, tentando responder ao que as forças do mercado e seus clientes estão exigindo. Sempre foi bom para que as melhores e mais bem-sucedidas empresas entendam que seu melhor caminho através da mudança é seguir a liderança de seus empreendedores independentes mais bem-sucedidos e encontrar maneiras de apoiá-los.

Para as empresas de vendas diretas que prestam atenção e seguem a liderança de sua força de vendas, os descobridores de caminhos são a lição mais importante e útil aprendida com o lockdown.

Alan Luce, autor do artigo, é americano e co-fundador e diretor gerente da Strategic Choice Partners (SCP), uma empresa de consultoria que fornece suporte e serviços estratégicos para ajudar as empresas de venda direta de hoje a prosperar.

Alan é membro do Hall da Fama da DSA dos EUA e membro do Círculo de Honra da DSEF. Ele atuou em cargos executivos na Tupperware, PartyLite, DK Family Learning e outras empresas, e participou do lançamento de mais de 30 empresas de venda direta ao longo de sua carreira.

2020-06-15T20:32:33-03:00junho 12th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News|

Herbalife – Cozinhar na quarentena ajuda a deixar o dia a dia da família mais saudável

A pandemia do COVID-19 afetou nossas vidas em todos aspectos. Mas uma das vantagens da medida #FiqueEmCasa é que as famílias puderam retomar as refeições caseiras.

De acordo com levantamento recente , 88% das empresas incentivaram ou exigiram que seus funcionários trabalhassem em casa e, com o fechamento das escolas, os pais acabam preparando comida com mais frequência do que nunca e encontram na cozinha uma atividade também para seus filhos. “Envolver as crianças no processo de preparação de alimentos faz com que elas se sintam incluídas e as incentivam a experimentar receitas saudáveis”, afirma Susan Bowerman, nutricionista, Mestre em Ciência e Nutrição dos Alimentos e Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

Dicas de como preparar as refeições

Algumas vezes, no entanto, incluir as crianças no preparo das refeições pode parecer mais um obstáculo do que uma ajuda. Mas, segundo Susan, é interessante para manter um senso de normalidade enquanto elas aprendem uma nova habilidade. “As crianças acabam aprendendo sobre medidas, a seguir instruções e a ler receitas. Pesquisas também mostram que elas são encorajadas a comer alimentos mais saudáveis ​​quando estão envolvidas no preparo das refeições”, fala Susan.

De acordo com um relatório da Universidade de Washington , aqueles que cozinham mais em casa têm uma dieta mais baixa em calorias, açúcar e gordura.

Confira algumas dicas de Susan Bowerman para ajudar no dia a dia da família:

Crie uma rotina
Não precisa ser “a terça-feira do lanche” e “a quarta-feira do macarrão” todas as semanas, mas, às vezes, ter uma diretriz ajuda a evitar indecisões. Designe um ou dois dias para como você vai comer, não necessariamente o que vai comer, como segunda-feira sem carne ou um brunch no jantar uma vez por semana.

Tenha um estoque de receitas
Use um sistema que funcione para você, seja rasgando páginas de receitas de uma revista e colocando em um fichário ou as salvando no seu computador ou smartphone. Compile receitas que todos gostam. Você também pode fazer com que seus filhos ajudem a reunir as receitas favoritas em um scrapbook como uma atividade divertida.

Faça uma lista e compre uma vez por semana … ou menos
Com as idas limitadas ao supermercado, é importante se preparar fazer compras delivery ou pedidos para viagem. Verifique se você tem ingredientes suficientes na geladeira, no freezer e na despensa para preparar uma sopa rápida ou uma massa a qualquer momento. Bons itens para se ter à mão são: feijão, atum e tomate; frutas congeladas, vegetais, carnes, peixes, aves; ovos, iogurte, leite e queijo com pouca gordura. Escolha os legumes e as frutas que duram mais, como as cítricas, maçãs, cenouras, brócolis, couve-flor, couve, aipo e pimentão.

Delegue funções
Talvez o seu marido seja ótimo com a faca, então, deixe-o com a tarefa de cortar. Já as crianças pequenas podem ajudar a medir. Outras pessoas são melhores para o serviço de limpeza. Dê a todos uma ideia do que cada um pode fazer sem que tenha reclamação.

Pense rápido e fácil
Quantas vezes você comprou uma abóbora inteira com a melhor das intenções, mas acabou por vê-la apodrecer lentamente na gaveta da geladeira? Procure facilitar seu dia a dia com legumes congelados, verduras pré-lavadas e carne pré-cozida para ajudar a reduzir o tempo na cozinha.

Prepare mais em uma única vez
Se você sabe que vai usar cebolas picadas, alho e legumes em mais de uma refeição durante a semana, corte tudo de uma só vez e guarde na geladeira para tê-los à mão.

Faça arroz ou quinoa em maior quantidade e guarde ou congele o que sobrar para uma refeição futura. Você também pode cozinhar mais proteínas para outras refeições – a carne moída refogada que sobrou hoje pode ser usada na sopa ou em um molho amanhã.

Domine as maravilhas de um prato
Elabore refeições que incluam proteínas, legumes e carboidratos em um único prato. Considere sopas, massas e caçarolas.

Mudanças da noite para o dia não são fáceis, principalmente se for preciso envolver outros membros da família. Mas, começando aos poucos e de um jeito prático, você criará uma base que tende a melhorar com o tempo. Divirta-se experimentando e não fique surpreso se acabar gostando ainda mais da versão saudável!

Sobre Susan Bowerman

Susan Bowerman é Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition. Estudou biologia com honras na Universidade do Colorado e se titulou como Mestre em Ciência e Nutrição de Alimentos pela Universidade Estadual do Colorado. É nutricionista certificada pela Academia de Nutrição e Dietética como especialista em Nutrição Esportiva, Obesidade e Controle de Peso; Também é membro da Academia e diretora assistente do Centro de Nutrição Humana da UCLA e atua como professora assistente de nutrição na Universidade Pepperdine e professora de nutrição do Departamento de Ciência e Nutrição de Alimentos da Universidade Politécnica Estadual da Califórnia.

Sobre a Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition é uma empresa global que vem mudando a vida das pessoas por meio de produtos de nutrição e oportunidade de negócios para seus Consultores Independentes desde 1980.

A Empresa oferece produtos de alta qualidade e respaldados pela ciência, comercializados em mais de 90 países por Consultores que fornecem orientações individuais e uma comunidade de apoio que inspira seus consumidores a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

Através da campanha global da empresa para erradicar a fome, a Herbalife Nutrition também está comprometida em levar nutrição e educação para comunidades em todo o mundo.

Para mais informações, visite Herbalife.com.br ou HerbalifeNutrition.com.br .

A Herbalife Nutrition também incentiva os investidores a visitarem o site de relações com investidores em ir.herbalife.com à medida que informações financeiras são atualizadas e novos dados são publicados.

2020-06-14T16:53:41-03:00maio 22nd, 2020|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias|

WEBINAR DEBATE SE A COVID-19 PODE CONFIGURAR ACIDENTE DE TRABALHO

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na manhã da última terça-feira (19.05), um Webinar com o tema “Covid-19 é Acidente de Trabalho Mesmo sem Comprovar Momento do Contágio?”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações de Lucilene Prado, da Derraik & Menezes Advogados, e de Fábio Abranches Pupo Barboza, da Hondatar Advogados.

Lucilene iniciou o webinar tratando da gestão de risco e quais são as etapas para implementá-la. “Gestão de risco não é eliminar risco. Gestão de risco é, diante de fatos incertos, conseguir dimensionar hipóteses e possibilidades de ocorrência, os efeitos disso, a mensuração econômica disso e a probabilidade de isso acontecer.

De acordo com a profissional, para gerir risco é preciso:

– Identificar o risco;
– Avaliar e mensurar o risco;
– Adotar medidas de mitigação do risco;
– Auditar e monitorar as medidas de mitigação;
– Criar política de gestão de consequências para os casos de descumprimento das regras (advertência, suspensão e até justa causa a depender da gravidade previamente detalhada na política).

A etapa seguinte é a criação de um mapa de riscos, classificando-os em Riscos Operacionais, Riscos Financeiros, Riscos Regulatórios e Legais e Riscos Reputacionais.

A Covid-19 como acidente de trabalho
O acidente de trabalho ocorre pelo exercício do trabalho a serviço do empregador, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. No caso da Covid19, o nexo causal presumido é que ela é um acidente de trabalho quando produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade, ou seja, está relacionada ao trabalho em si. A doença foi provocada pelas características da atividade profissional exercida.

Recentemente, a Medida Provisória nº 905/19 foi revogada pela Medida Provisória nº 955/20, “portanto, equiparam-se também ao acidente de trabalho, o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado”.

Lucilene citou ainda a Medida Provisória nº 927/20, que dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservação do emprego e da renda e para enfrentamento do estado de calamidade pública.

“Um dos artigos dessa MP, o 29, que dizia que os casos de contaminação pelo coronavírus não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação do nexo causal, ou seja, levando essa responsabilidade de comprovação do nexo ao empregado e transformando a responsabilidade objetiva em subjetiva. Essa MP foi levada ao Supremo Tribunal Federal, pedindo a sua inconstitucionalidade. Mas o que prevaleceu foi que as regras desse artigo fogem da finalidade da MP, portanto, passou a ser do empregador o ônus de comprovar que a contaminação pela Covid-19 não ocorreu no trabalho”, explicou a advogada.

Orientações para as Vendas Diretas
Entre as indicações para uma melhor realização da gestão de riscos entre as empresas, Lucilene enumerou algumas voltadas para o setor de Vendas Diretas:

– Criação de informes de divulgação online com alertas de prevenção à contaminação pela Covid-19 para todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Formalizar para todas as pessoas que integram a rede de venda direta a obrigação de cumprimento dos protocolos indicados pelos órgãos OMS, MS, ME, de prevenção ao contágio da Covid-19, informando que essa comunicação passa a fazer parte integrante do contrato;

– Acompanhar, monitorar e apoiar no cumprimento das medidas de prevenção por todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Criar um Comitê de Gestão de Crises para avaliar a complexidade e a dimensão do canal em cada caso;

– Solicitar ao(s) empregado(s) responsável(eis) pelo canal de vendas o acompanhamento da situação específica da localidade (estado, cidade) dos seus negócios para avaliarem as medidas que podem ser tomadas;

– Reforçar que os pedidos sejam feitos pelas revendedoras/consultoras por ferramentas online (site, SMS, e-mail, WhatsApp, etc);

– A entrega dos produtos aos revendedores/consultores (que adquirem para revenda) devem vir com orientações de quais são as medidas de segurança para que essa revendedora faça chegar os seus produtos aos seus clientes.

Entendimento do cenário
Fábio Abranches afirmou que o que está prevalecendo agora é a necessidade de comprovação e exatidão de um nexo causal. E com isso, adaptando à realidade do regulamento da previdência e normativas esparsas e as questões de segurança do trabalho, álcool gel, por exemplo, transformou-se em equipamento de proteção coletiva.

“Além dele, termômetro e máscaras também viraram equipamentos de proteção. Temos então que promover essas intenções no sentido de gerar relatórios e reuniões consequentes das providências e aquisições de materiais relacionados ao combate à Covid-19”, ressaltou.

Para assistir ao webinar, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=E4JXpL3yQqY

2020-05-30T19:51:31-03:00maio 20th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

ABEVD PARTICIPA DE WEBINAR SOBRE OS IMPACTOS DA PANDEMIA NAS VENDAS DIRETAS

A Presidente Executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, participou na manhã da última quinta-feira (14.05) do Webinar “Vendas Diretas: Como continuar vendendo durante a crise do coronavírus”, promovido pela ClearSale, empresa de soluções antifraude para setores como e-commerce, vendas diretas e telecomunicações.

Adriana iniciou sua participação explicando que todos os setores da economia, em âmbito mundial, foram afetados pela pandemia do coronavírus. No entanto, o setor de Vendas Diretas, ao contrário do varejo tradicional, continuou operando.

“Principalmente porque a divulgação e a própria venda do produto podem ser feitas pela internet, pelas mídias sociais. Temos incentivado muito que a força de vendas faça uso de aplicativos e de toda a tecnologia possível para divulgar seus produtos e continuar vendendo. É um dos melhores momentos para investir no ramo”.

Motivos de sucesso
A Presidente Executiva da ABEVD afirmou que o setor de vendas diretas cresceu de forma expressiva na América Latina como um todo e no Brasil. Ela acredita que esse crescimento se deve a alguns fatores demográficos e específicos do Brasil.

“O consumidor brasileiro valoriza muito a questão da confiança na hora da compra. Nas grandes cidades, valoriza a questão da praticidade e economia de tempo. O Brasil é um país com dificuldades de logística. Há produtos, como batons por exemplo, que são entregues de canoa. Muitas vezes, a mercadoria chega aonde outro tipo de varejo não entregaria”.

Outro interesse em empreender, segundo Adriana, viria do alto índice de desemprego. “A venda direta é uma atividade onde a pessoa pode, com baixo custo, iniciar seu trabalho e ir crescendo aos poucos. Além de tudo, a venda direta oferece um suporte a todas aquelas barreiras que o empresário normalmente tem no Brasil, como a questão financeira. Muitas vezes, o kit inicial custa de 100 a 200 reais e as empresas garantem a compra desse produto caso haja desistência da atividade”.

O setor oferece outros suportes para vencer as principais barreiras do empreendedorismo, como a identificação do público, do produto e do serviço, treinamentos e questões legais e tributárias. A ABEVD possui ainda um código de ética que regulamenta a atividade de venda direta e que foi inspirado nas regras da Associação Mundial de Vendas Diretas.

O webinar contou ainda com as participações de Rodolfo Ribeiro, Executivo Comercial da ClearSale, e de Pedro Monteiro, Product Manager da Mundipagg.

2020-05-30T20:00:05-03:00maio 15th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

PAPO DIRETO DISCUTE A ATIVIDADE DA VENDA DIRETA À DISTÂNCIA

Live promovida pela ABEVD abordou a questão do apelo emocional e concluiu que induzir os cinco sentidos pode ser fundamental na hora de fechar negócios, mesmo com o distanciamento social

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (22.04), em seu canal no Instagram (@abevdiretas), o Papo Direto, uma live com o tema “Mesmo distantes, como oferecer uma experiência à sua Força de Venda”, com as participações da Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca e do Publicitário e Consultor de Marketing, Manoel Carlos Junior.

O debate se iniciou com Adriana falando sobre a delicadeza do atual momento e que o setor de vendas diretas é uma oportunidade para muitos, já que, para exercer a atividade, não é necessário sair de casa.

“Quem já usava e conhecia a internet, segue fazendo o seu trabalho. Quem não conhecia, passou a aprender também a gerar conteúdo para redes sociais. O setor de vendas diretas é uma atividade apaixonante e democrática, por não exigir que você tenha algum nível de escolaridade específico ou horários estipulados”.

Apesar das incertezas do cenário em uma época de pandemia, Manoel garante que o momento é de muitas oportunidades, em especial o de criar conexões emocionais com os clientes. O consultor ainda deu detalhes sobre o método “Experiencialize”, uma metodologia exclusiva que facilita a implantação e a aprimoramento de Customer Experience na área de vendas diretas.

O “Experiencialize” é composto de sete passos. “O primeiro é amar o que a gente faz. Quem trabalha com venda direta tem um relacionamento direto tanto com pessoas quanto com produtos. O segundo, é saber contar boas histórias emocionantes que conectem o seu cliente ao seu produto ou serviço. Terceiro, criar senso de pertencimento, ou seja, fazer com que o cliente sinta que ele faz parte de algo maior. Quarto, evocar a memória afetiva e isso inclui conhecer muito bem o seu cliente. Quinto, é cuidar de detalhes. Sexto, ativar os cinco sentidos (audição, visão, tato, olfato e paladar) com aromas, músicas e sabores, estimulando assim a produção de hormônios da felicidade. O último é surpreender positivamente o cliente, ou seja, entregar mais do que ele está aguardando”, resumiu o consultor.

Manoel e Adriana explicaram ainda que o que cria conexão com o cliente é falar de sentimento, de emoção e de sensação. É preciso deixar claro ao cliente que aquele determinado produto, além de sua capacidade técnica, tem a capacidade de trazer a sensação de poder.

“Quando você acredita no produto e no seu trabalho, os seus olhos brilham. Você se entrega positivamente e aí tudo fica mais fácil. É saber contar boas histórias e as sensações boas e positivas que seu produto vai oferecer. Quando você mesmo começa a consumir esse produto, você entra em um seleto grupo de pessoas que fazem uma boa performance”, afirmou Manoel.

Confira os sete passos completos do método “Experiencialize”:

1) Causa emocional do seu negócio. Definir qual o sentimento que cria uma conexão emocional entre a sua empresa e o seu cliente.

2) A partir de definida a causa emocional, podemos avançar para o segundo passo, contar a história da sua empresa, fazer o chamado “Storytelling”.

3) Criar sensação de pertencimento. O ser humano que vive em sociedade, necessita se sentir parte de algo maior. Por isso, nos ligamos a tantas instituições como igrejas, clubes, associações, etc

4) Daí já emendamos para o 4º passo, evocar a memória afetiva, do que nada mais do que associar algum aspecto do seu produto ou serviço a alguma boa memória do passado do seu cliente.

5) Alinhar os 5 sentidos no seu ambiente físico de consumo ou de atendimento do seu cliente. Será que o visual, o auditivo, o olfativo, o tátil e o paladar estão sendo estimulados de forma integrada, na medida certa e alinhados com a experiência sensorial que queremos que o cliente sinta?

6) Para o 6º passo, a atenção máxima aos detalhes! De nada adiantaria todos os passos anteriores, se pecássemos no momento de sua execução.

7) Finalmente, chegamos ao 7º e último passo: provocar o efeito UAU ou UAU, ou seja, surpreender positivamente o cliente, entregando mais do que ele espera. Uma espécie de cereja do bolo da experiência que irá entregar ao seu cliente.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-05-29T13:50:48-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

Webinar discute os efeitos da Covid-19 no setor de vendas diretas

Promovido pela ABEVD, debate abordou as medidas implementadas pelo Poder Público e as perspectivas do setor industrial

A ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas promoveu na manhã desta quinta-feira (02.04), um Webinar com o tema “Covid-19 e os Efeitos para o Setor de Vendas Diretas”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações do Secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa Vieira, e do Gerente Executivo de Gestão de Defesa de Interesses da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Cesário.

Vieira iniciou o debate explicando que a atual situação do Brasil pode ser comparada a uma guerra. “Os médicos e enfermeiros são os soldados e nós do Ministério da Infraestrutura também temos os nossos soldados, que são os motoristas, os operadores de aeroportos, portos, os que operam a logística em si. Enquanto boa parte da população está recolhida em suas casas, esses trabalhadores da infraestrutura precisam continuar com suas operações. E passam a ser, com isso, elementos que precisam de um tratamento diferenciado”.

O Secretário também relatou que foi firmado um acordo com o Ministério da Saúde para que esses profissionais sejam incluídos nos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe. “Os sintomas são muito semelhantes. Um operador de transporte ou um motorista que tenha uma febre ou qualquer outro sintoma de gripe, sem saber se é Covid ou Influenza, por precaução ele vai parar e ficará em quarentena por 14 dias. Então, se ele estiver vacinado, a gente já pode retirar da suspeita de gripe comum”.

Alguns índices divulgados durante o Webinar mostram ainda como a pandemia já está refletindo nas rodovias e transporte de cargas em geral: o transporte rodoviário apresentou uma queda na ordem de 26 a 30%; redução de cerca de 40% no transporte de trigo para padarias; 61% a menos de veículos leves trafegando nas rodovias do país; 85% menos ônibus de passageiros; redução de 89% de voos domésticos e de 76% de voos internacionais. O sistema de portos é o único que segue em operação normal.

Pablo Cesário deu detalhes de uma pesquisa realizada entre os dias 27 e 29 de março com 700 empresas, que constatou que 83% delas foram afetadas pela queda na demanda. Das 700, apenas 15% não relataram nenhum problema com a obtenção de insumos, mas 37% já estão em situação crítica nesse ponto. Pelo menos 4 entre 10 empresas estão completamente paradas.

“Estamos jogando de dois lados ao mesmo tempo. De um lado queremos garantir o abastecimento e do outro queremos ver como as bases industriais se adaptam. Uma empresa que construía compressores, passou a produzir respiradores. Só que isso significa refazer produtos, refazer linhas de produção, significa conseguir todas as autorizações em questão de dias”, afirmou.

O Gerente da CNI explicou ainda que com a aprovação das medidas emergenciais pelos governos federal e estaduais, a preocupação muda de foco. “Agora que o risco de desabastecimento parece controlado, o risco agora passa a ser de como a gente reduz os danos econômicos disso tudo. As medidas que estão sendo colocadas pelo Governo têm a ver como a gente diminui o nosso gasto, evitando ao máximo demissões, porque demissão também custa caro”.

Cesário também recordou algumas perspectivas divulgadas pelo Ministério da Saúde. “O pico da Covid nós encontraremos entre os meses de junho e julho e a reversão vai começar somente em setembro, o que significa que do ponto de vista da produção, a gente vai ter um ano não difícil, mas dificílimo”.

Adriana Angelozzi encerrou o painel falando sobre a aprovação de medidas e a retomada de um cenário de esperança. “Vimos que já saíram as medidas de auxílio que eram tão aguardadas por nós. Afinal, nossa força de vendas, que são cerca de 4 milhões de famílias, são trabalhadores autônomos”.

O Webinar foi encerrado com as respostas aos questionamentos enviados pelo público. Para assisti-lo novamente clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-04-02T17:28:00-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

John Agwunobi assume novo papel como CEO da Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition, empresa global de nutrição, anuncia que John Agwunobi assume o papel de CEO, sucedendo Michael Johnson. A companhia já havia anunciado em 29 de outubro de 2019 essa sucessão. Após 17 anos na companhia, Johnson se aposenta como CEO em 30 de março e se aposentará como Presidente em 29 de abril de 2020.

Como médico, Dr. Agwunobi dedicou sua vida a melhorar a saúde das pessoas nos serviços do governo e como executivo corporativo, por isso é especialmente apropriado para essa nova função. Ele definirá a estratégia da Herbalife Nutrition, liderando todos os aspectos das iniciativas de crescimento da empresa nos 94 países em que opera, garantindo que continue sendo reconhecida mundialmente como uma companhia líder em nutrição.

“Estou empolgado em assumir meu novo papel com uma transição realizada em parceria com os Consultores Independentes que são empreendedores inovadores tão dedicados a incentivar a adoção de estilo de vida saudável das pessoas”, diz Dr. John Agwunobi, CEO da Herbalife Nutrition. Na celebração do nosso 40º aniversário, nossa missão de melhorar os hábitos nutricionais do mundo nunca foi tão crucial e espero liderar esta empresa incrível enquanto expandimos nosso alcance, tornando as comunidades mais fortes”.

Desde que ingressou na companhia em 2016, Dr. Agwunobi ocupou vários cargos de responsabilidade, atuando mais recentemente como Co-presidente e Chief Health and Nutrition Officer, orientando a filosofia de nutrição da empresa. E traz uma vasta experiência dos setores público e privado ao seu papel. Mais notavelmente, no setor privado, ele atuou como vice-presidente sênior e presidente de saúde e bem-estar global do maior varejista, Walmart, onde liderou uma equipe de mais de 65.000 pessoas e ampliou os negócios de US﹩ 25 bilhões para mais de US﹩ 30 bilhões.

No setor público, Dr. Agwunobi atuou como Secretário de Saúde da Flórida. Ele serviu como almirante no Corpo de Comissionados dos Serviços de Saúde Pública dos EUA e como Secretário Assistente de Saúde do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. Nesses papéis, foi responsável pela prevenção de doenças e promoção da saúde. Dr. Agwunobi também supervisionou o Centros de Controle de Doenças, o Instituto Nacional de Saúde, o FDA (Food and Drug Administration), o escritório do U.S. Surgeon General e vários outros departamentos e programas de saúde pública.

Além da transição de Dr. Agwunobi para CEO, o co-presidente e diretor estratégico da Herbalife Nutrition, John DeSimone faz a transição para presidente. DeSimone é um líder com um conhecimento extraordinariamente profundo da Herbalife Nutrition, tendo passado mais de uma década em posições de liderança na empresa.

A vantagem competitiva e o sucesso da companhia no setor de nutrição são baseados em ciência e incentivo para adoção de uma boa nutrição – produtos produzidos com base em ciência e no incentivo de adoção de hábitos mais saudáveis oferecido aos clientes pelos Consultores Independentes, considerado o “diferencial do consultor”. Os consultores recebem treinamentos para oferecer dicas e motivar seus clientes a adotarem um estilo de vida mais ativo.

O ex-CEO Michael Johnson, que passa a presidir o conselho, acrescenta: “O conselho e eu temos muita confiança de que esses dois líderes talentosos, trabalhando junto com os Consultores Independentes, inaugurarão uma nova era de crescimento e inovação. Esta é a liderança certa para cumprir essa promessa”.

Sobre a Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition é uma empresa global que vem mudando a vida das pessoas por meio de produtos de nutrição e oportunidade de negócios para seus Consultores Independentes desde 1980.

A Empresa oferece produtos de alta qualidade e respaldados pela ciência, comercializados em mais de 90 países por Consultores que fornecem orientações individuais e uma comunidade de apoio que inspira seus consumidores a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

Através da campanha global da empresa para erradicar a fome, a Herbalife Nutrition também está comprometida em levar nutrição e educação para comunidades em todo o mundo.

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Fonte: Herbalife

2020-04-02T13:26:09-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias|

BOLETIM ABEVD COVID-19 | N°4 | NORMAS ESTADUAIS E RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

A ABEVD tratou nos boletins anteriores acerca da sobreposição de normas publicadas pelo governo federal e demais unidades federativas. Na semana passada, os estados começaram a liderar essa discussão e passaram a vedar a circulação de pessoas, mas, também, em menor escala, o transporte de mercadorias consideradas não-essenciais.

A Associação entrou em cena e contatou as autoridades dos locais aonde a circulação foi mais restritiva conseguindo esclarecer, em sua grande maioria, a situação e viabilizando a liberação das cargas.

No fim de semana, o governo federal entrou em cena ao determinar a competência federal para restrição de circulação nas rodovias base em parecer técnico da ANVISA, tendo, ainda, definido como atividade essencial o transporte de cargas. Essa atitude acabou gerando grande incerteza em função das divergências entre o entendimento da União e o dos estados e municípios.

Buscando um alinhamento, foi publicada a Resolução 353 da ANVISA, na qual delega aos órgãos de vigilância sanitária estaduais a competência para elaboração do parecer técnico, acerca da circulação ou não de mercadorias em seu território.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, também, hoje (24.03), em decisão individual, decidiu que os governadores e prefeitos têm poderes para restringir a locomoção, inclusive nas rodovias, portos e aeroportos. Essa decisão está sujeita à revisão pelo plenário do STF.

A fim de garantir segurança jurídica e o abastecimento do país, é esperado um acordo ou entendimento entre a União e os estados, permitindo a uniformidade de tratamento, resguardando a liberdade do transporte de cargas, evitando-se, assim, o desabastecimento que terá graves consequências econômicas e sociais.

Segue a compilação das normas estaduais mais recentes acerca da suspensão de eventos e circulação de mercadorias:

Mato Grosso: proibição de aglomeração de pessoas independentemente da quantidade (não fixou prazo) – Decreto nº 419/20. Incluiu o transporte de mercadorias como atividade essencial e, também, a exceção do fechamento de estabelecimentos em rodovias estaduais e municipais para atendimento dos motoristas (Decreto nº 421/20);

Mato Grosso do Sul: instalou pontos de fiscalização sanitária, a princípio para o controle de pessoas infectadas (Decreto nº 15.399/20);

Paraná: inclusão como atividade essencial, excepcionado, portanto, das restrições impostas na legislação para contenção do COVID-19, o transporte de mercadorias em geral (Decretos nºs 4317 e 4318 de 2020);

Pernambuco: suspensão de eventos independentemente da quantidade de pessoas pelo prazo que perdurar o estado de calamidade pública e proibição de aglomeração de mais de 10 pessoas (Decreto nº 48.837/20);

Piauí: suspensão de atividades e serviços considerados não essenciais. As transportadoras foram excepcionadas (Decreto nº 18.902/20).

Para acessar normativas de outros estados, clique aqui.
É possível observar que estados já incluíram em suas normas o transporte de mercadorias como atividade essencial. A ABEVD continuará monitorando de perto as alterações legislativas, assim como os pronunciamentos das autoridades federais, estaduais e municipais sobre o tema.

Por fim, uma boa notícia.

O Estado do RIO DE JANEIRO, por meio da Lei nº 8.769, publicada hoje, proibiu a interrupção de serviços públicos essenciais: energia elétrica, água, esgoto e gás enquanto durar o período do seu plano de contingência ao COVID-19 para pessoas físicas, MEI, às micro e pequenas empresas e optantes do SIMPLES. Findo o período de contingência, as concessionárias deverão negociar o parcelamento desses débitos, sendo proibida a cobrança de multa e juros.

A ANEEL – agência reguladora do setor de energia elétrica, aprovou uma resolução, hoje (24.03), que impede a interrupção do serviço por falta de pagamento nas residências e serviços essenciais. Informaram, ainda, que se a inadimplência aumentar de forma não razoável, revisarão essa medida. O prazo de proibição de interrupção de fornecimento de energia é de 90 dias.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:05:05-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

BOLETIM ABEVD COVID-19 | N°3 | NORMAS ESTADUAIS E RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

A ABEVD, tendo em vista a pandemia decorrente do novo coronavírus e seus reflexos no Brasil, compartilha a atualização das normas estaduais que impactam diretamente nas Vendas Diretas (suspensão de eventos/reuniões e circulação de mercadorias):

Mato Grosso: proibição de aglomeração de pessoas independentemente da quantidade (não fixou prazo) – Decreto nº 419/20;

Piauí: suspensão de atividades e serviços considerados não essenciais. As transportadoras foram excepcionadas (Decreto nº 18.902/20);

São Paulo: decretação de quarentena no período de 24 de março a 7 de abril, excepcionando apenas atividades essenciais, estando aí incluído o transporte de mercadorias (Decreto nº 64.881/20) e suspender de eventos ou reuniões independentemente da quantidade de pessoas até 30/04/20 (Decreto nº 64.864/20);

Para acessar normativas de outros estados, clique aqui.

No boletim ABEVD COVID anterior, foi apresentada a situação de disputa entre o governo federal e os estados em liderar as normas de restrição de circulação. No domingo, 22.03, em entrevista, o Ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, numa postura conciliadora, mencionou a formação de um Conselho Nacional formado por Secretários de Transporte dos estados e do DF, visando integrar as políticas para circulação no país, dosando, assim, as restrições promovidas em diversos decretos estaduais que tratam sobre isolamento social e quarentena.

Segundo o Ministro, a recepção pelos estados foi boa e vários decretos estão sendo revistos para preservar o fluxo de abastecimento de mercadorias e para tanto os caminhoneiros precisam do sistema de serviços operando, a exemplo das borracharias, oficinas mecânicas, restaurantes em entrepostos.

O Ministério da Infraestrutura, também, publicou a Resolução ANTT nº 5.876 facilitando a burocracia do transporte, prorrogando alguns documentos e suspendendo a exigência de outros por determinado período.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:03:44-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

BOLETIM ABEVD | N° 2 | FLEXIBILIZAÇÃO DAS NORMAS TRABALHISTAS

O governo federal publicou neste domingo, 22.03, a Medida Provisória 927, que flexibiliza as normas trabalhistas enquanto durar o estado de calamidade pública, instituído pelo Decreto Legislativo nº 6 (até 31/12/20), visando a preservação do emprego e da renda.

A Medida Provisória (MP) facilita a implementação de alternativas pré-existentes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a exemplo da dispensa da participação do sindicato da categoria na negociação entre empregador e empregado no caso de suspensão do contrato de trabalho, dentre outras situações.

Conheça as possibilidades instituídas pela MP:

Acordo individual por escrito prevalece sobre outros instrumentos legais ou normativos;

Alternativas ao trabalho presencial: teletrabalho e home office, inclusive para aprendizes e estagiários, não depende de acordo individual ou coletivo, assim como registro prévio na carteira de trabalho;

Para o trabalho não presencial: o tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação fora da jornada do trabalho normal não constitui tempo à disposição do empregador (que configuraria hipótese de hora extra), exceto se previsto em contrário em acordo individual ou coletivo;

Antecipação de férias: com aviso ao trabalhador 48 horas antes, mesmo se o período aquisitivo não tenha sido transcorrido. Férias de períodos futuros poderão ser, também, antecipadas mediante acordo individual por escrito. O adicional de férias poderá ser pago posteriormente, respeitado o prazo do 13º salário;

Férias coletivas: poderão ser concedidas mediante aviso prévio de 48 horas, dispensando-se a exigência de comunicação às autoridades (órgão local do Ministério da Economia e sindicatos da categoria);

Prorrogação do prazo de pagamento do FGTS: referente às competências de março, abril e maio, podendo ser parcelado em até seis vezes a partir de julho;

*Possibilidade de suspender o contrato de trabalho por quatro meses sem garantia de remuneração, no período e estabilidade do emprego no retorno.

*Apesar do reconhecimento da necessidade de flexibilização das normas trabalhistas para preservação do emprego, a MP tem gerado forte reação de algumas autoridades., como se entende da Nota Pública da ANAMATRA – Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas que afirma seu “veemente e absoluto repúdio (…) por contrariar a garantias fundamentais e os direitos dos trabalhadores”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também expressou sua preocupação, em especial quanto à possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por 4 (quatro) meses sem garantia de remuneração (art. 18). Na tarde de hoje (23.03), o presidente Jair Bolsonaro informou, em suas redes sociais, que revogará esse dispositivo.

A MP vem sofrendo fortes críticas poucas horas após sua publicação, e, esse fato, pode dificultar a sua aprovação e posterior conversão em lei. É preciso lembrar que a MP vigora pelo prazo de 60 (sessenta) dias podendo ser prorrogada por mais 60 dias. Por esse motivo, é recomendável, que a implementação dessas alternativas seja discutida com seu advogado trabalhista.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:02:54-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|