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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

É revendedora de produtos de beleza? Use as redes a seu favor e ganhe mais!

A venda de produtos de beleza está em alta e podemos provar. Você sabia que o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos cresceu mesmo em meio à pandemia. Não é tão difícil observar o boom desse mercado. No último ano, alguns termos relacionados a esse universo, como skin care, autocuidado e SPA em casa, começaram a circular com maior frequência, especialmente nas redes sociais. Os rituais de beleza, finalmente, ganharam o seu devido espaço. Portanto, se você já é uma revendedora de produtos de beleza ou pretende começar o seu negócio agora, fique com a gente até o final.

Segundo a associação que representa as empresas do setor de beleza e higiene pessoal, a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), as vendas cresceram 22,6% só no mês de julho do ano passado. Já as vendas na categoria de cuidados com o rosto apresentaram um crescimento de 30,9% de janeiro a outubro de 2020.

E se entrarmos no mérito das vendas online, vamos observar que o crescimento foi ainda maior. As medidas de distanciamento social impulsionaram as vendas pela internet e os produtos de cuidados com a pele não ficaram para trás. De acordo com um estudo feito pela agência Corebiz, de São Paulo, o faturamento do comércio eletrônico de cosméticos, em todo território nacional, cresceu 68%, entre 1º de março e 14 de junho de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Bom, se você tinha alguma dúvida sobre o quão próspero pode ser começar o seu negócio como revendedora de cosméticos ou investir para ampliar o que já faz nessa área, acho que – com esses dados – já deu pra ganhar mais confiança e se preparar para botar a mão na massa, não é mesmo?

Mas como fazer isso? Como fazer o seu negócio vender ainda mais? Já te conto!

3 passos para vender mais produtos de beleza pelas redes sociais

Umas das vantagens de revender produtos de beleza é que você já sai com alguns passos na frente: você tem um fornecedor de confiança, um produto reconhecido e consolidado no mercado e um nome que – muitas vezes – já vende por si só. Então, a pergunta que cabe aqui é: como se destacar no meio de outras revendedoras?

É aí que vai entrar toda a sua malemolência empreendedora. Siga esses dois passos simples que vai dar tudo certo.

Crie a sua loja virtual
Você precisa de uma vitrine para expor os seus produtos, certo? Já ensinamos por aqui Como tirar a sua loja online do papel em 3 passos. Mas se você quiser simplificar ainda mais sua vida, pode criar apenas um perfil profissional no Facebook e Instagram e começar a vender imediatamente. Você também pode criar uma lista de transmissão no WhatsApp e manter as suas clientes sempre informadas das novidades. Na hora de cobrar, pode contar com o Link Getpay. Essa é uma das formas mais fáceis de vender online. Basta pegar o link do produto e enviar para o cliente pelas redes sociais, como Instagram e WhatsApp, ou por e-mail. Este link leva o cliente para uma página onde ele pode efetuar a sua compra de maneira prática e rápida.

Capriche na divulgação
Quando você trabalha com revenda de produtos, muitas vezes a própria marca disponibiliza material de divulgação. Mas saiba que é sempre bom criar o seu próprio jeitinho de se comunicar com o seu público. Prepare Reels criativos falando sobre os benefícios dos produtos, faça lives para apresentar as novidades, crie conteúdo informativo e relevante. Use toda a sua criatividade para se aproximar e engajar a sua audiência. Não tem como dar errado!

Fonte: GetNet

2021-09-21T08:55:55-03:00setembro 21st, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza curso de Visão 360º sobre a Venda Direta

Passando por desafios logísticos, marketing e até aspectos jurídicos, grandes nomes do setor dão aulas no curso EAD da ABEVD

O setor de vendas diretas está em constante desenvolvimento. Novos conceitos, visões de comunicação, estratégias logísticas surgem a todo momento, e para acompanhar as mudanças é necessário estar sempre bem informado. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou, nos dias 13, 14, 15, 16 e 17 de setembro, o Curso Visão 360º para empresas e empreendedores independentes se atualizarem sobre esse importante setor para a economia brasileira.

Com cerca de 20 pessoas, o curso começou com uma apresentação geral, realizada pelo coordenador do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD, Eduardo Fernandes, que trouxe conceitos e as transformações ocorridas na Venda Direta com o passar do tempo. O assunto é importante tanto para novatos como para veteranos, que desejam permanecer e obter sucesso cada vez mais.

O presidente da Royal Prestige, Paulo Moledo, foi o segundo convidado trazendo assuntos técnicos, para estabelecer uma gestão comercial assertiva e desenvolver um plano de negócio eficiente, com o objetivo de atrair mais empreendedores independentes e aumentar esse canal de vendas que funciona por relações. “Entender o perfil do distribuidor é essencial para atraí-lo”, disse.

No cenário pandêmico, a logística foi um grande desafio para empresas e empreendedores, considerando aumento de demanda e restrição de contatos presenciais. Para tratar desse assunto, a gerente operacional da Jeunesse, Wandy Verza, comandou a quarta aula do curso, e ensinou estratégias para oferecer opções de entrega aos consumidores e reduzir custos.

E para falar sobre logística e compartilhar soluções, a ABEVD planeja a criação de um grupo. Os interessados em participar devem enviar um e-mail para [email protected] com assunto “Reunião – Desafios Logísticos”.

Em meio a tantas informações e propagandas que os consumidores são apresentados nas mídias sociais, estabelecer uma comunicação e plano de marketing de sucesso é desafiador. O diretor de marketing da Akmos, Ricardo Nakai, explicou que é indispensável pensar no cliente com singularidade, além de entender que cada meio de comunicação possui seu público. “Uma grande marca é mais que isso. Mais que produtos, as pessoas compram afeto e lembrança”, explicou.

Encerrando a semana de aprendizado, a diretora jurídica da Natura &Co e coordenadora do Comitê Fiscal e Jurídico da ABEVD, Kassia Reis, enfatizou a importância de ter conhecimento em questões jurídicas e tributárias para os que atuam na Venda Direta, para acima de tudo, ter seguridade e trabalhar com legalidade. “Se tivermos um sistema simples e uniforme, ninguém vai ter problema”, defendeu.

“Um dos papéis da ABEVD é possibilitar, de maneira ética, às empresas e seus empreendedores, educação e conhecimento. É sempre uma vitória e felicidade cursos completos que agregam como esse”, comemorou a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

2021-09-17T17:23:40-03:00setembro 17th, 2021|Categories: ABEVD News|

ABEVD representa setor de Venda Direta em reuniões parlamentares

Foi debatido a emenda que a ABEVD pretende apresentar a PL 3887/2020, que institui a CBS

Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, representantes da Venda Direta, Thiago Fraga, Diretor de Assuntos Institucionais da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Mayara Rodrigues, Relações Governamentais da Mary Kay, e Thaíse Mendes, Relações Governamentais da Herbalife Nutrition, compareceram em reuniões com deputados e assessores parlamentares, para defender os interesses do setor e apresentar propostas.

Os representantes se reuniram com o deputado Luiz Carlos Motta (PL/SP), relator do Projeto de Lei (PL) 3887/2020, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços – CBS, unificação do PIS e COFINS. A ABEVD pretende apresentar uma emenda para modificar o art. 3º desse PL, que, atualmente, equipara pessoas físicas às pessoas jurídicas como contribuintes da CBS.

A sugestão do deputado Hugo Motta (Republicanos/PE) foi de que o setor se reunisse com outras lideranças e também se colocou a disposição de novos encontros, após ser apresentado a importância econômica para o país da Venda Direta.

Ao se reunirem com o deputado General Peternelli (PSL/SP), os representantes do setor conheceram a proposta do parlamentar de Reforma Tributária, que tem como principal pleito o combate à sonegação de impostos e a simplificação do sistema tributário. O projeto também busca tributar diretamente as transações financeiras, excluindo todas as obrigações acessórias, como é o caso da nota fiscal.

A assessora do deputado Luis Tibé (Avante/MG) sugeriu engajamento pelas redes sociais, para chamar a atenção do setor e dos parlamentares, sobretudo considerando a proximidade com o ano de eleição.

O assessor do líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP/PR), Luis Claudio, ao se encontrar com os representantes da Venda Direta, defendeu a criação de um imposto moderno, visando acabar com as exceções e os impactos no setor. Também disse que acredita que a CBS deve ser aprovada, o que exige a continuidade de engajamento da ABEVD com os demais parlamentares.

O deputado Marcelo Freixo (PSB/RJ), demonstrou disponibilidade para apresentar a emenda proposta pela ABEVD aos partidos que compõem a minoria, mas alertou ser necessário que a ABEVD converse com as demais bancadas da oposição.

O deputado Fred Costa (Patriota/MG) sugeriu um levantamento de dados por parte da ABEVD relativos às faixas de renda, demonstrando como ocorre a tributação atualmente e como será. Além de discutir impactos da CBS no setor, o parlamentar e sua assessoria buscam uma parceria para dar visibilidade as pautas de combate a maus tratos animais e testes de produtos em animais – temas propostos para serem abordados no podcast da ABEVD –, sugerindo uma exposição na Câmara dos Deputados com dados sobre as empresas do setor que já testaram produtos em animais e as que não testam atualmente.

A ABEVD fará um levantamento de mais dados e retornará para novas agendas na Câmara dos Deputados em breve, para seguir defendendo os interesses do setor e mantendo um relacionamento com os três poderes.

2021-09-14T16:53:23-03:00setembro 14th, 2021|Categories: ABEVD News|

Quando há um planejamento pró-ativo, uma crise é apenas parte do plano

Ter um plano confortável que é mais pró-ativo do que reativo e definir a expectativa de que nada sairá como planejado, mas que cada mudança é planejada, ajuda a garantir o sucesso.

Todos nós olhamos pela janela enquanto a chuva e os relâmpagos destruíam nossas esperanças do que seria aquele dia. Quando crescemos, sempre nos disseram para ter um Plano B. Mas, como planejadores de eventos, planejamos essas variáveis porque com tantas pessoas envolvidas e tantas coisas em jogo – o show deve continuar.
Os planejadores de eventos, os pivotadores originais, lidam com muitas coisas, desde o clima imprevisível, transformando um jantar elegante na praia em um pesadelo arenoso, até erupções vulcânicas que aterrissam voos que prendem um orador principal em um local que exigirá ligações intermináveis de trens, carros e barcos para chegar ao palco. Eles felizmente resolvem esses problemas a fim de atingir seu objetivo; mas 2020 tinha algo diferente em mente para o mundo dos eventos e viagens, e para todos nós.

2020 não apenas nos lembrou de que as coisas mudam, mas revelou totalmente o fato de que os melhores planos são crivados de vulnerabilidade. E também, não há solução de problemas criativos para mudar efetivamente o que acontece quando o mundo entra de cabeça em uma pandemia global. Para a maioria de nós, o show não continuou em 2020. Ficamos confusos, surpresos, decepcionados e um pouco assustados. Ao olhar para 2021, tivemos que mudar nosso pensamento e planejar dentro de uma pandemia, não em caso de uma.

Ao projetar nosso plano de gestão de crises para 2021 no final de 2020, estávamos determinados a tornar nossos eventos o mais à prova de crises possível, motivados pela decepção de cancelar nossa Conferência Anual de Membros no início do ano. Nossa solução (o plano) foi criar três versões do nosso evento de assinatura: um presencial ou físico (A), um híbrido de físico e virtual (B) e por último, um totalmente virtual (C) e estar pronto para executar qualquer versão única ou uma combinação em um determinado momento, sabendo que não passamos por todas as turbulências que o COVID-19 continua a causar. Cada decisão tomada tinha que funcionar para todos os 3 cenários (A, B e C) e ser intercambiáveis e gerenciadas por uma pequena equipe em tempo hábil.

Nossa decisão de realizar a conferência em Sydney foi baseada no fato de que 70% de nossos membros residem em Nova Gales do Sul (mesma região de Sydney). Ou seja, mesmo com o fechamento das fronteiras, ainda cumpriríamos o número mínimo de acordo com nosso contrato de local e seríamos capazes de realizar uma conferência híbrida – uma combinação de A e B. Isso nos permitiu escolher o local com o melhor plano COVID e uma sala para acomodar todos os nossos delegados, mesmo em uma restrição de 4 metros quadrados e vender ingressos que seriam automaticamente revertidos para ingressos virtuais se um evento físico se mostrasse impossível.

Um bloqueio estadual na semana anterior à conferência nos deu a oportunidade de testar o plano, quando perdemos quase 15% de nossos delegados devido à proibição de viagens para vitorianos que entraria em vigor três dias antes da data de início da conferência. Conseguimos trocar as passagens físicas em situação de confinamento ou desconfortáveis de viajar por ingressos virtuais dentro de dez minutos após o anúncio da proibição de viagens. As comunicações se seguiram imediatamente, não permitindo espaço para confusão, especulação e, o mais importante, nosso público virtual se sentiu considerado e valorizado.

O show foi projetado em blocos de duas horas para garantir que nossos participantes virtuais se sentissem parte dele tanto quanto possível e no tempo de inatividade nossos participantes físicos estivessem livres para se misturar. E como estávamos incorporando a tecnologia necessária para permitir uma combinação de conteúdo físico e de fluxo; sabíamos que também era possível tornar-se totalmente virtual. Essa tecnologia também nos permitiu aproximar palestrantes e apresentadores de todo o mundo, a maioria dos quais ficou mais do que felizes em participar ao vivo do conforto de sua casa.

Um apresentador, programado para aparecer ao vivo no palco naquela manhã, acordou a Direct Selling Austrália para informar que seu voo para Sydney foi cancelado, impedindo efetivamente sua presença. Uma mensagem de texto e um e-mail depois, ele foi imediatamente colocado em nossa configuração de palestrante virtual e apresentou sua palestra naquela manhã no horário e sem incidentes. Planejar dessa forma significava que para a equipe de DSA não havia surpresas, apenas soluções pré-existentes. Nosso público foi informado do que aconteceu durante a introdução, mas ninguém saberia que não foi planejado (mas foi, em certo sentido).

O que, no final das contas, manteve nossa conferência de 2021 em boa posição foi empregar uma maneira diferente de encarar a gestão de crises e manter nossos associados engajados, independentemente de sua localização. E nas mais de 8 horas de conteúdo apresentado, apenas 15 minutos foram pré-gravados pelo design, estrategicamente para manter o máximo possível da sensação ao vivo. Pouco mais de duas semanas depois, Sydney estaria mergulhada em um bloqueio que ainda continua.

Claro, tivemos um pouco de sorte, mas também tínhamos um plano sólido e, no futuro, todos os eventos terão o mesmo planejamento ABC com duas datas, a publicada e a de backup com todos os nossos participantes e apresentadores cientes e liberados para qualquer uma delas.

Tivemos ótimas experiências e aprendizados neste ano planejando e hospedando eventos de venda direta com participantes e apresentadores físicos e virtuais. Alguns incluem:

– Verifique todos os contratos com uma nova ótica
– Negociar novos números mínimos
– Envolva palestrantes prontos para apresentações “físicas” e “virtuais”
– Tenha comunicações de crise escritas e prontas para enviar, então não é uma crise
– Tenha datas de reserva com o local e os principais apresentadores
– Tenha todas as decisões com A, B e C em mente
Todas as mudanças impostas nos últimos 18 meses, às vezes, nos deixam um pouco tontos; mas o plano nos mantém ancorados e capazes de seguir em frente.

Este artigo foi escrito por Gillian Stapleton, CEO da Direct Selling Austrália. Gill foi nomeada CEO da Direct Selling Austrália em julho de 2016 como a primeira mulher indicada para este cargo nos 54 anos de história da Associação. Ela começou sua carreira como professora no Reino Unido, mas ingressou em um negócio de venda direta domiciliar, para que pudesse ser mãe em tempo integral de seus dois filhos. Alcançando grande sucesso ao administrar seu próprio negócio, Gill recebeu a oferta de um cargo corporativo na Austrália em 2000. Gill já atuou como membro do Conselho da DSA e corre maratonas em seu tempo livre.

Publicado por The World of Direct Selling (https://worldofdirectselling.com/)

2021-09-13T11:57:01-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

5 dicas para melhorar a produtividade e retenção de talentos

Existem muitos fatores que afetam o sucesso, e um dos maiores é a nossa capacidade de ser produtivos com os recursos de que dispomos. Em sua essência, a produtividade é uma medida de quão eficaz uma pessoa ou organização é na produção de resultados específicos. Com base em pesquisas recentes, quando um funcionário aumenta a produtividade – isso tem efeitos colaterais que afetam o desempenho dos colegas de trabalho. Os pesquisadores teorizam que observar colegas mais competentes desperta um espírito competitivo e fornece um modelo a ser imitado, levando-os a novos níveis de produtividade.

Ao longo dos anos, tentamos diferentes táticas e estratégias para ajudar a melhorar a produtividade de nossa equipe e hoje vou compartilhar várias das mais impactantes que encontramos.

1. Prevenção de interrupções
O funcionário médio é produtivo apenas 2 horas e 53 minutos por dia. As interrupções diárias incluem “perguntas rápidas” que nunca são rápidas, ligações e ferramentas perturbadoras projetadas para chamar a atenção como Slack, Hangouts, Teams, texto, mensagens instantâneas e notificações por e-mail.

O que fizemos:
Implementamos “horas mágicas” para nossas equipes de analistas e engenheiros
Das 9h às 10h e das 14h às 15h a cada dia, nossa equipe está disponível para dúvidas internas, reuniões, ligações e solicitações por e-mail. No resto do dia, nos concentramos fortemente em manter o tempo “protegido de interrupções” para que os membros da equipe possam se concentrar na entrega do trabalho. Embora todos adorem nunca ser interrompidos, descobrimos que isso é um bom equilíbrio para permitir que as interrupções urgentes ocorram – enquanto, ao mesmo tempo, fornece estabilidade por uma boa parte do dia.

2. Eliminando reuniões ineficazes
Reuniões ineficazes fazem com que os funcionários percam 31 horas por mês. Participar de reuniões que não são produtivas drena a energia, a criatividade e a resistência do funcionário. Semelhante a interrupções, essas reuniões deixam os funcionários esgotados – e tempo pós-reunião é necessário para que eles recarreguem as energias e aumentem sua produtividade ao nível anterior da reunião.

O que fizemos:
Reuniões de 15 minutos
Sempre há uma tendência de “preencher o tempo restante” nas reuniões; assim, muitas reuniões de 30 minutos poderiam ter sido concluídas em muito menos tempo. Descobrimos que, na maioria dos casos, uma reunião rápida de 15 minutos (ou menos) é suficiente para alinhar e determinar as próximas etapas em um desafio. Encontramos participantes que vêm preparados para essas reuniões e vão direto ao ponto, sem perder tempo.

3. Garantindo o alinhamento organizacional
Para que os funcionários atuem em todo o seu potencial, deve haver alinhamento organizacional com os objetivos estratégicos da empresa. Empresas com equipe altamente alinhada aumentam a receita 58% mais rápido e são 72% mais lucrativas do que empresas não alinhadas. Por outro lado, desacordo estratégico pode custar a uma empresa até 25% de sua receita.

O que fizemos:
Objetivos adotados e resultados-chave (OKRs)
No final de cada ano, estabelecemos nossos objetivos de primeira linha e resultados mensuráveis para o novo ano. A partir disso, cada um de nossos executivos, gerentes e membros da equipe são responsáveis por desenvolver e concluir seus resultados-chave específicos que apoiam o objetivo de toda a empresa. A cada trimestre, revisamos o progresso feito por cada departamento, e as equipes estabelecem os novos resultados-chave que concluirão no próximo trimestre. O processo de OKR comunica o que é mais importante para o próximo trimestre e para o ano, capacitando os membros da equipe a entender como seu trabalho está alinhado para atingir os objetivos da empresa.

4. Cultivando o local de trabalho pertencente
Os funcionários que têm um forte senso de pertencimento são 56% mais produtivos do que os funcionários com um sentimento de pertencimento fraco. Pertencer é um forte impulsionador do engajamento dos funcionários, o que leva à produtividade e à retenção. Descobrimos que quando os funcionários interagem em um nível social, isso aumenta sua confiança e desenvolve uma forte comunidade no local de trabalho. Durante o ano passado, tivemos que trabalhar ainda mais duro para manter as pessoas conectadas enquanto trabalhamos principalmente remotamente.

O que fizemos:
Atividades de construção de equipes virtuais
Temos um membro da equipe encarregado de conduzir os eventos da empresa e ela teve que ser ainda mais criativa com as formas de envolver a equipe durante os eventos virtuais. Parece que toda a sociedade está tentando “descobrir isso” e descobrimos que assumir riscos e tentar novas atividades/eventos e aprender com eles tem sido vital. Encontramos maneiras de aumentar o engajamento, criando iniciadores de conversa semanais. Tentamos encontrar maneiras de construir engajamento entre a equipe de várias maneiras.

5. Quebrando a bolha de distorção
Quando as coisas parecem estar indo bem, os líderes podem perder as nuances que sinalizam uma desconexão entre o roteiro de negócios, seus objetivos e processos. O ritmo acelerado dos negócios pode criar uma mentalidade que se concentra em fazer as coisas “serem feitas” e marcá-las em uma longa lista de coisas a fazer. Isso pode levar a fazer o que “sempre fizemos”, levando à estagnação e ao fracasso em evoluir.

O que fizemos:
Lançado o que está certo, errado ou confuso
Regularmente, concluímos um exercício para toda a empresa, onde convidamos cada funcionário a desafiar o “porquê” por trás de tudo e qualquer coisa que fazemos. Cada membro da equipe fornece informações sobre o que está dando certo e funcionando bem, o que está errado e precisa mudar e o que está confuso devido à complexidade desnecessária, falta de comunicação ou outras variáveis. Usamos esse feedback para impulsionar mudanças e melhorar continuamente em todas as áreas de nossa empresa. Este é um processo ideal para dar a todos uma verificação da realidade e permitir que os membros da equipe em todos os níveis sejam ouvidos e suas contribuições consideradas cuidadosamente.

Este artigo foi escrito por Daryl Wurzbacher, CEO da ByDesign Technologies. Daryl começou sua carreira na indústria de vendas diretas em 1999 como diretor de Tecnologia da Informação para uma start-up de vendas diretas. Em 2007, Daryl fez a transição para o lado do fornecedor como diretor de Tecnologia da ByDesign. Suas contribuições estratégicas levaram à sua nomeação como presidente em 2015 e CEO em 2018.

Publicado por The World of Direct Selling (https://worldofdirectselling.com/)

2021-09-13T11:42:44-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza live com empreendedora independente de venda direta sobre personalização do relacionamento

Mari Caramez participa do Papo Direto da ABEVD e dá dicas de como personalizar o relacionamento para cada público

O setor de vendas diretas é, primeiramente, sobre relacionamentos. Antes da venda de produtos e serviços, é necessário lidar com o público, para conhecer seus gostos e particularidades, possibilitando, assim, realizar uma venda assertiva e abrir caminho para que o cliente seja fidelizado.

A ABEVD, pensando nisso, trouxe a empreendedora independente e bacharel em administração, Mari Caramez, para o Papo Direto, programa transmitido através de live na rede social Instagram.

Mari classificou a organização como o ponto chave da gestão de negócios de vendas diretas. “Fidelizar e reter um cliente é muito melhor do que estar sempre atrás de clientes novos”, explica. “Se eu vender um produto hoje eu já anoto, mais ou menos, o tempo que ele dura, para poder entrar em contato com o cliente antes do produto acabar”, completa.

O método de acompanhamento é imprescindível para fazer com que um cliente seja fiel a você. Pois caso contrário, ele pode comprar o produto de preferência com outro empreendedor que tenha a pronta entrega, e essa é a importância de calcular e fazer contato antes do produto chegar ao fim.

“Hoje, seu cliente é bombardeado de propagandas o tempo todo pelas redes sociais, então, essa organização é a maneira de manter a fidelidade dele”, diz Mari.

Mais que produtos, as pessoas buscam, também, soluções. E movimentar as mídias sociais com conteúdos educativos faz com que quem já é cliente e quem poderá ser criem confiança e não vejam o empreendedor só como um meio de adquirir produtos.

Assim, é possível conhecer mais seu público, pelos assuntos que se interessam, fazendo com que seu primeiro contato já seja mais assertivo. “É preciso conhecer bem os produtos que você vende, e antes de indicar a alguém, conhecer bem esse alguém, para dar a essa pessoa opções otimizadas de sua preferência”, alerta a empreendedora.

Para quem deseja ingressar nas vendas diretas, Mari aconselhou buscar produtos que você se identifique e, se possível, faça uso, além de não parar de estudar, não se comparar a ninguém e saber que os resultados não virão de imediato.

A ABEVD oferece cursos (link) de capacitação e possuí códigos de ética que apresentam como realizar um contato agradável com o cliente, com base em respeito. “Se cadastrar em uma empresa é o início na venda direta, os estudos é que vão te manter nesse caminho”, conclui Mari.

Para mais detalhes, assista à live (link) na íntegra.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABEVD

2021-09-13T11:32:36-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News|

Pix: Conheça as principais vantagens

Os pagamentos via Pix estão disponíveis no Brasil desde novembro de 2020. A nova forma de pagar e receber por meio de dispositivos eletrônicos, em tempo real e até mesmo fora do horário comercial está conquistando os brasileiros.

Neste artigo, vamos detalhar as principais vantagens desta inovação, que promete movimentar a economia brasileira, em conversa com Valter Hass, especialista em Pix, que explicou as principais vantagens dessa nova forma de pagamento.

Vantagens desse tipo de pagamento instantâneo

Os pagamentos instantâneos regulamentados pelo Banco Central do Brasil estão mudando completamente a nossa forma de realizar compras. Isso porque as transações são mais simples, rápidas e baratas.

Veja em detalhes as principais vantagens do Pix:

1. O Pix é rápido
Hoje em dia, quando precisamos fazer uma transferência de um banco para outro, só podemos fazer em dias úteis e em horário comercial, certo?

Pois com o Pix as transferências podem ser feitas 24h, nos sete dias da semana, incluindo feriados e finais de semana!

Além disso, não é mais necessário aguardar que o valor “caia” na conta no dia útil seguinte. Com o Pix, o valor é debitado e creditado em questão de segundos.

2. O Pix é simples
Hoje, para fazer um DOC ou TED, é preciso ter em mãos os dados da pessoa que vai receber a transferência, como nome completo, CPF e números da agência e conta. Já para “fazer um Pix”, nada disso é necessário.

A tecnologia dele é em QR Code, uma espécie de código de barras que pode ser lido de um dispositivo eletrônico, como o celular. É só apontar o dispositivo para o QR Code para pagar ou fazer uma transferência.

Ou digitando a chave Pix, que um “apelido” que o cada correntista dá à sua conta, que pode ser CPF/CNPJ, telefone, e-mail ou chave aleatória.

3. O Pix é democrático
Esse modelo de pagamento instantâneo não está restrito a bancos, logo, demais instituições de pagamento podem se cadastrar para oferecer o serviço, o que democratiza o mercado financeiro.

“Diferente do modelo chinês, no Brasil, teremos maior livre concorrência, com todos participando da mesma forma”, explica.

Além do mais, para você que é microempreendedor ou autônomo, incluir esse modelo de pagamento como forma de pagamento pode aumentar as vendas, já que quem não tem cartões de crédito poderá fazer compras on-line.

Fonte: GetNet

2021-09-13T11:43:27-03:00setembro 12th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza webinar para debater impactos na Venda Direta dos ajustes fiscais federais

Advogados debatem impactos para empresas e empreendedores independentes de projetos em tramitação no legislativo

Para levar conhecimento às empresas e empreendedores independentes sobre os ajustes fiscais que tramitam no Senado e na Câmara dos Deputados e seus impactos no setor de vendas diretas, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou um webinar nesta quinta-feira (09/09).

O debate contou com a presença virtual de cerca de 60 pessoas, e com os profissionais do direito Lucilene Prado, associada do escritório Derraik&Menezes, Eduardo Gonçalves e Gerson Guerra, do Gonçalves&Guerra Advogados Associados, Rubens Scharlack do escritório Scharlack, Thiago Fraga, diretor do Instituto de Medicina, Engenharia, Segurança do Trabalho e Assessoria Empresarial (Imest) e o sócio da área Tributária do Demarest, Maurício Barros.

Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, ressaltou o papel da entidade. “Um dos nossos pilares é a defesa dos interesses do setor perante a sociedade, buscando sustentabilidade do negócio, demonstrando a importância econômica e social da venda direta e mantendo um relacionamento com os três poderes”, disse.

O Projeto de Lei n° 2337/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados, propõe aumentar a isenção de Imposto de Renda Pessoa Física para os que ganham até R$ 2.500,00, além de diminuir a alíquota do IR das empresas de 15% para 8%. Entretanto, os especialistas pontuam a intenção de tributar os dividendos em 15%, que possuíam isenção desde 1996. “Nesse cenário temos o empresariado apreensivo”, informou o advogado Gerson Guerra.

Também foram discutidos o PL 3887/20, a reforma tributária que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para CBS, que significa Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços, regime não cumulativo com a alíquota de 12%, que abrange todas as atividades do lucro presumido e lucro real.

Na prática, o Simples Nacional não sofre alterações em seu regime tributário. Maurício Barros destacou que o aumento da alíquota pode prejudicar a maior parte dos empreendedores independentes, que possuem renda até R$ 1500,00. Analisou também a definição de Plataformas Digitais e sua responsabilização tributária, que pode impactar e apresentar complicações na economia do ambiente digital, que se tornou o maior meio de vendas diretas.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABEVD

 

2021-09-13T19:16:16-03:00setembro 10th, 2021|Categories: ABEVD News|

Hinode conquista prêmios da ABRE por uso de tecnologia em embalagem 100% reciclável

Linha de hidratante Sublime, que tem selo I’m Green, recebeu ouro e bronze

A Hinode conquistou dois prêmios ‘ABRE da Embalagem Brasileira’ na categoria de tecnologia em Cosméticos e Cuidados Pessoais pela produção da embalagem 100% reciclável da linha de hidratantes Hinode Sublime, lançada em agosto de 2020. A noite de premiação foi realizada na última quinta-feira (02.09) virtualmente pela Associação Brasileira de Embalagem e rendeu a versão bronze, na categoria tecnologia, e ouro, por meio do voto popular, pela produção sustentável e tecnológica das bisnagas.

A tecnologia C-Flex utilizada pela Hinode traz o diferencial na adesão térmica entre o filme previamente impresso e o plástico extrudado de polietileno verde. O efeito metalizado na embalagem não contém lâminas de alumínio, o que permite a bisnaga ser 100% reciclável. Além disso, no material não é utilizado colas ou adesivos.

O prêmio, que chega a 21ª edição, considera alguns critérios importantes como inovação, funcionalidade, qualidade, atratividade e sustentabilidade. Além dos jurados, a votação também envolveu a participação popular, o que rendeu a Hinode o reconhecimento especial nível ouro.

Vale lembrar que a Hinode já acumula outros prêmios da ABRE, como o de 2017 e 2018, que reconhecem o empenho que a marca vem fazendo para inovar não só em seus produtos como também nas embalagens.

SOBRE HINODE

Fundada em 1988, Hinode é a marca de perfumaria, cuidados pessoais e maquiagem do Grupo Hinode, e atualmente é uma das mais respeitadas no mercado e referência em vendas diretas no Brasil. A perfumaria é o carro-chefe, com fragrâncias premiadas. A Hinode conta com um portfólio diverso, com linhas feminina, masculina e infantil, e que oferecem uma gama extensa de produtos. Os itens da marca podem ser encontrados com consultores oficiais Hinode e no ecommerce da marca.

 

2021-09-09T15:17:54-03:00setembro 9th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News, Notícias do Setor|

Pernambucanas é a nova associada da ABEVD

A ABEVD agora conta com um novo reforço, subindo para 27 o número de empresas associadas: a Pernambucanas. Com mais de 113 anos, a varejista oferece amplo mix de produto às famílias brasileiras como moda, beleza, lar, eletroportáteis, telefonia e informática.

Em ampla expansão pelo país, a marca possui hoje mais de 430 lojas presentes em 12 estados mais o Distrito Federal. Conta também com a venda online feita por meio do site, aplicativo e tablets com seus vendedores nas lojas físicas. Recentemente, lançou mais um canal, com foco em Vendas Diretas.

Por meio de sua fintech Pefisa, braço financeiro do grupo, está em constante inovação, oferecendo também produtos e serviços financeiros como a Conta Digital Pernambucanas, PIX, Carteira Digital, cartões, empréstimo pessoal e seguros.

Os empreendedores independentes podem optar por dois modelos de comercialização, a compra de produtos com desconto para revenda presencial ou pela consultoria de venda no canal de e-commerce da rede varejista.

Os empreendedores podem comercializar produtos de vestuário, lar, beleza, eletroeletrônicos e, também, produtos financeiros.

A Pernambucanas tem seu DNA o forte relacionamento com seus clientes firmado ao longo de toda a sua trajetória e, agora, une forças com a ABEVD no setor de vendas diretas. Como opção de diversificação para os clientes, empresas com destaques em pontos físicos investirem no canal de vendas diretas é uma tendência crescente. O modelo possuí alta capilaridade em todas regiões do país, sendo um poderoso canal de comercialização.

Bem-vinda, Pernambucanas!

2021-09-03T11:55:03-03:00setembro 3rd, 2021|Categories: ABEVD News|
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