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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

O desafio da prospecção de novos clientes

No atual cenário, prospectar novos clientes, principalmente no meio digital, continua sendo um grande desafio para médias e pequenas empresas.

Para que essa prospecção seja efetiva, primeiro é preciso ter muita compreensão do público que se quer atingir. Quem tem clareza nesse ponto consegue buscar no mercado exatamente o tipo de cliente que quer adquirir por meio de prospecção ativa/marketing outbound.

Uma pesquisa global da Demand Gen Report aponta que 62% das empresas utilizam bases de dados (mailing) de potenciais clientes, onde de 20% a 40% das informações estão incompletas ou incorretas. Enquanto isso, no Brasil, segundo a Serasa Experian, a imprecisão e incorreção dos dados fazem com que 50% das empresas brasileiras não confiem nas análises dessas informações.

O relacionamento com o público-alvo é um fator essencial para qualquer negócio. Além de proporcionar um engajamento com a marca/estabelecimento, promove a fidelização dos clientes e auxilia na construção e execução
de novas estratégias.

Trabalhar com dados confiáveis para obter uma visão ainda mais completa sobre o público-alvo, é um diferencial
importante para comunicar ofertas adequadas, estreitar o relacionamento, otimizar os investimentos e obter resultados satisfatórios nas ações de marketing e vendas.

Conheça a solução para alcançar esse objetivo. 

2020-11-11T16:49:13-03:00novembro 11th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News|

Anatomia de uma operação de Venda Direta – E-book indica fundamentos para ingressar no setor de Venda de Direta

Segundo Marcelo Alves, muitos pensam que a Venda Direta é um processo comercial de alta performance apenas por sua característica de reunir empreendedores autônomos. Mas ela deve ser entendida como uma combinação de processos indissociáveis, os quais devem funcionar de maneira harmônica e em sinergia, como os órgãos de um organismo vivo.

Marcelo tem 28 anos de experiência na área comercial, sendo 10 deles no segmento de Venda Direta, e acaba de lançar o e-book “Anatomia de uma operação de Venda Direta”. Leia a entrevista com o autor e conheça fundamentos para ingressar no setor de Venda de Direta.

Conte um pouco sobre a sua carreira na área comercial
Em 1994, após 4 anos na área de Planejamento Mercadológico e Marketing do Canal, na Natura Cosméticos, fui convidado para assumir um setor como gerente de vendas, onde fiquei por 5 anos. Naquele momento, em meados dos anos 1990, a empresa desejava agregar conhecimento técnico e estratégico à área de vendas e passou a promover alguns profissionais das áreas internas, envolvidos na Inteligência de Negócios, para a gestão das equipes comerciais — um enorme diferencial da Natura. Com esse movimento, a empresa visava colocar na gestão de vendas profissionais capazes de ir além dos processos clássicos e que pudessem agir como multiplicadores e facilitadores na assimilação e adoção das estratégias da empresa, permeando esses processos junto à Força de Vendas, responsável pelo canal de empreendedores autônomos.

Para mim, que estava envolvido com a parte técnica da área comercial, cuidando das projeções de venda, do planejamento promocional, dos KPIs das equipes e dos relatórios de desempenho de vendas, conviver com os profissionais da Força de Vendas (Promotoras de Venda, Gerentes de Venda Regionais e de Mercado) foi transformador, pois em Vendas Diretas todos os processos comerciais clássicos são muito mais intensos. A cada dia, “se mata um leão”: a operação precisa ter seus indicadores de forma clara e divulgá-los e aferi-los diariamente com excelência, para que a Força de Vendas consiga concretizar o planejamento de vendas e atingir os resultados.

Acompanhar o trabalho de campo conduzido pelas Gerentes de Relacionamento e Negócios é fundamental, e exige não apenas o trabalho de motivar e reconhecer os empreendedores autônomos, mas, de fato, conhecer a realidade de cada um, para entender os eventuais obstáculos e oportunidades que permitirão que esse exército leve os produtos aos clientes e atenda a necessidade de cada um, mantendo-se fiel aos conceitos e estratégias da empresa.

Essa intensidade da dinâmica comercial das Vendas Diretas é cativante. É uma escola onde se aprende como funciona de fato uma “máquina de vendas”, na qual os resultados são atingidos não apenas pelos esforços em campo, mas pelo trabalho integrado das áreas administrativas, de marketing e operacional.

Desde então, trabalhei na área comercial e de marketing de outros segmentos e negócios, como marketing digital nas Páginas Amarelas; direção comercial no segmento de software de telecom e SDR em empresas de plataformas SaaS; além do trabalho contínuo na consultoria especializada DirectBiz, onde há quase duas décadas implantamos projetos, participando dos processos mais críticos dos negócios de Vendas Diretas, apoiando a definição do modelo ideal para empresas iniciantes ou de outros segmentos que desejam adotar Vendas Diretas em sua multicanalidade, viabilizando a cadeia de valor e analisando a aderência do portfólio de produtos, estruturando a Força de Vendas e definindo o processo comercial e operacional desses negócios.

Por que você decidiu migrar para o segmento de vendas diretas?
Em 1990, aos 27 anos, trabalhava na área de marketing de uma empresa do ramo siderúrgico e recebi um convite de entrevista da Natura Cosméticos, para uma vaga na área de Marketing do Canal. Na época, o gerente do setor era Marcelo Pinheiro, fundador e Ceo da DirectBiz Consultants, que estava implantando uma série de processos de Inteligência de Mercado e de Negócios, para embasar toda complexidade de estabelecer as metas de vendas, transformá-las em Indicadores de Performance e permitir uma gestão profissional e organizada do fluxo comercial, além de disponibilizar relatórios de performance para a Força de Vendas. Como eu realizava um trabalho similar na empresa onde estava há 11 anos, fui contratado.

Eu só conhecia Vendas Diretas como consumidor dos produtos desse segmento. Minha mãe era cliente assídua de empresas como o saudoso Círculo do Livro, dos produtos da Tupperware, da Yakult, da Avon e da Natura. Na época eu não tinha a mínima ideia do tamanho e da realidade do segmento. Cativado pelo sofisticado processo comercial do segmento, trabalhei na Natura por 10 anos, passando pela áreas de: Marketing do Canal, Planejamento Mercadológico, Gerência de Vendas e Marketing Internet. Após sair da Natura, o Marcelo Pinheiro, que havido sido meu gerente, já havia iniciado sua bem-sucedida atuação como consultor especializado em Vendas Diretas e convidou-me para ser um consultor associado. Depois, criamos a DirectBiz Consultants, continuando a trajetória de consultoria diferenciada que ele havia iniciado, realizando muitos projetos conjuntos e de disseminação das Vendas Diretas em conjunto com a ABEVD, como os diversos seminários realizados com a entidade na primeira década dos anos 2000. Assim, já contabilizo mais de 20 anos de envolvimento nos processos estratégicos de comercialização em Vendas Diretas.

O que uma empresa precisa saber antes de ingressar nesse modelo de negócio?
É importante entender que Vendas Diretas é um processo comercial sofisticado e com peculiaridades a serem entendidas, adotadas e respeitadas. Que não se trata de uma mera “venda informal” ou que acontece apenas pelo cadastramento de empreendedores. É um processo global, que tem um papel social enorme e crescente, pois envolve pessoas e suas expectativas de realização, crescimento e planos pessoais como canal empreendedor e autônomo; além das expectativas de atendimento personalizado, conveniência e consumo de produtos confiáveis por parte de quem é cliente final e se relaciona com a empresa por meio desse canal. Também existem pilares estratégicos e operacionais que fazem a diferença para que as operações sejam bem-sucedidas, como identificar o modelo a ser adotado de acordo com sua adequação ao portfólio de produtos; ter clareza que “Vendas Diretas” não se resumem ao modelo de marketing de rede; que o marketing de rede, para as empresas interessadas neste modelo, é um processo lícito e sério que não deve ser confundido ou generalizado com os esquemas piramidais; saber que as operações que são mais aderentes aos modelos binível ou mononível precisam ter uma Força de Vendas, que é o elo de gestão responsável pelo canal de empreendedores; e que a realidade de contratação e remuneração da Força de Vendas é um processo sério, que deve ser respeitado e que não pode ser “reinventado” de forma amadora ou empírica. Também gostaria de fazer uma observação importante sobre tecnologia, principalmente agora em que todo o ecossistema da Venda Direta está cada vez mais digitalizado: é preciso adotar sistemas adequados às Vendas Diretas, pois existem processos que só conseguem ser devidamente implementados com sistemas especializados — que dispõem de recursos-chave que não existem em plataformas de e-commerce ou ERPs — e que precisam integrar-se a essas plataformas.

Por que você diz que o sistema de vendas diretas é um organismo vivo?
Após todos esses anos esclarecendo as dúvidas básicas dos clientes da consultoria, acompanhando a implantação de diversas operações e analisando o porquê de algumas iniciativas e empreendimentos acabarem se perdendo pelo caminho, refleti e comparei esse cenário com o sucesso consistente e sólido de players atuantes no segmento. Concluí que a chave do sucesso está em não pular etapas nem negligenciar alguns dos pilares que sustentam uma operação séria de Vendas Diretas. Ou seja, essas empresas bem sucedidas entendem a operação como a integração simbiótica de vários processos indissociáveis. Busquei uma analogia para reforçar esse conceito de sinergia e simbiose, para deixar latente que é fundamental a integração dos processos, como uma relação de interdependência, para que um negócio de Vendas Diretas funcione.

Cheguei a esse conceito do organismo vivo e sua anatomia há 10 anos, quando refleti sobre essa analogia em um artigo para o portal Mundo do Marketing. Isso porque, para que um organismo funcione e esteja vivo, ele depende do funcionamento sinérgico de vários órgãos — cérebro, pulmão, coração, músculos, sistema nervoso, espinha dorsal etc. Um órgão afeta e suporta o outro e todos trabalham de forma complementar para que o organismo viva plenamente.

Assim é em uma operação de Vendas Diretas: não se pode simplesmente criar um negócio com um modelo nebuloso ou mal definido, que mude constantemente e seja inconsistente, afetando o engajamento do canal; não se pode rodar uma operação consistente sem adotar e disseminar claramente Indicadores formais para nortear as vendas, a remuneração da equipe comercial e medir a excelência logística que impacta o canal e os clientes; não se pode negligenciar a estruturação de uma Força de Vendas profissional nem desconsiderar os vetores que mobilizam e reconhecem os empreendedores; não é possível nascer sem analisar a realidade e demandas tributárias e jurídicas do segmento e sem saber a viabilidade de sua cadeia de valores para estabelecer preços competitivos e que remunerem o modelo; e, assim, garantir que todos os demais processos possam ser implantados e mantidos. Da mesma forma que um organismo perece quando um de seus órgãos, membros e sistemas internos não funciona ou inexiste, assim é uma operação de Vendas Diretas. E, assim como um organismo vivo, as Vendas Diretas têm um ritmo pulsante e estão em constante movimento e evolução.

Quais cuidados a empresa precisa ter para conseguir sucesso neste tipo de negócio?
Pensando no sucesso como o que é alcançado pelos principais players associados à ABEVD, eu diria que é preciso entender alguns pontos-chave que agregam diferenciais à sua operação ou projeto, tais como:

1. Assumir o foco do cliente — mais que ter o foco no cliente — como fator que norteia sua estratégia, multiplicando essa visão junto à equipe comercial e ao canal. A Venda Direta é, por excelência, o processo comercial que melhor explora o potencial das relações interpessoais relacionados à decisão de compra do cliente. Então, esse canal tem um poder enorme de maximizar as oportunidades de venda e fidelização à marca, se a empresa entender esse conceito e o componente emocional envolvido nas vendas por relacionamento, e aplicá-lo à sua estratégia de Vendas Diretas.
2. Consultar especialistas jurídico-tributários antes de iniciar sua implantação.

3. Implantar uma área de Inteligência de Negócios focada nos processos da Venda Direta ou, pelo menos, uma área como o Marketing do Canal. Esta é uma área muito particular das operações de Vendas Diretas, que tem um papel fundamental nesse processo de disseminar os diferenciais do canal perante o mercado e de empoderá-lo.

4. Considerar o canal de Vendas Diretas dentro de um cenário de multicanalidade, para então poder evoluir de forma real para a omnicanalidade, permitindo que esse canal trabalhe em real sinergia com os demais — como as lojas físicas, as franquias e o e-commerce —, adotando, por exemplo, inovações como a Venda Direta por Intermediação.

5. Entender que vivemos hoje um cenário sem volta, no qual as Vendas Diretas já evoluíram definitivamente do antigo porta-a-porta, para o clique-a-clique. A pandemia acelerou o processo de digitalização não só dos clientes, mas principalmente desse canal tão dinâmico e ágil composto pelos empreendedores. Por isso, as empresas precisam urgentemente entender como fazer essa transposição para um mundo onde o canal utilize catálogos virtuais, postagens nas redes sociais e se relacione com a empresa e sua estrutura comercial usando escritórios virtuais e video-conferência. Que consiga engajar e atender seus clientes com aplicativos, sendo enfim motivado e reconhecido por ferramentas como a gamificação, o cashback e os vouchers, para citar alguns recursos que estão turbinando o segmento e foram muito oportunos para ajudar o segmento a registrar os números que registrou durante a pandemia.

Deixe um conselho para a empresa que quer expandir a sua atuação no segmento de vendas diretas
Entenda as Vendas Diretas como um conjunto de processos que não podem ser subestimados. Todos esses processos devem ser entendidos e considerados em sua operação — de preferência, antes de iniciar sua implantação. Evite “consertar o avião durante o vôo” nesse processo de implantar as Vendas Diretas, pois raramente operações nessa condição conseguirão atingir a velocidade e altitude de cruzeiro, necessárias para perdurar. Mantenha-se atualizado para explorar a seu favor as mudanças que estão afetando seu canal e seus clientes nesta nova realidade que estamos vivendo e, por fim, aproveite e acesse entidades como a ABEVD, as consultorias especializadas e fontes de consulta, que podem ajudar a economizar tempo e dinheiro em retrabalho na hora de adotar esse importante canal em sua estratégia comercial.

Clique aqui e acesse o livro. 

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-11-11T14:46:47-03:00novembro 11th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News|

Lições do Lockdown

As duas perguntas mais comuns que recebo dos clientes hoje em dia são: “Como lidamos com a situação do isolamento social?” e “Como essa experiência de isolamento social mudará as vendas diretas daqui para frente?”

A experiência de isolamento social, alterou radicalmente quase todos os aspectos de nossa vida profissional, familiar, vizinhança, social, comunitária e cívica e deixou a economia de joelhos em 6 semanas ou menos. Este é um território completamente desconhecido para todos nós. Todo mundo está procurando respostas e especulando sobre quando as voltarão ao ritmo normal, o que quer que isso signifique, e como o “normal” pode parecer quando chegarmos ao que quer que seja.

Mas, para o setor de venda direta, há certos pontos com os quais devemos concordar e existem “descobridores de caminhos” por aí que estão navegando com sucesso no caminho para o futuro de um negócio saudável de vendas diretas. Devemos concordar com o seguinte:

1. A pandemia de coronavírus não é a causa das alterações que afetam a venda direta.

A pandemia acelerou de maneira simples, mas dramática, as mudanças que estavam acontecendo. Alterações que já estavam em andamento devido ao impacto da competição da Gig Economy para o pessoal de vendas, as melhores práticas da empresa de comércio eletrônico em relação à entrega e acesso a 24/7/365 (24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano) e soluções de contato único para problemas de atendimento ao cliente, juntamente com diretrizes regulatórias em evolução.

2. A reputação da empresa e da força de vendas nas mídias sociais agora são participantes sempre presentes e altamente influentes em nossos processos de recrutamento e retenção de força de vendas.

O que nossa equipe de vendas, ex-membros da equipe de vendas, clientes e ex-clientes estão dizendo sobre a empresa, seus produtos e/ou serviços e a oportunidade de renda/negócios oferecida pela venda da empresa são muito mais influentes do que aquilo que a empresa está dizendo. As empresas precisam prestar muito mais atenção em como seus negócios, produtos e oportunidades estão sendo revisados nas mídias sociais. Use esse tempo para atender e polir, se necessário, sua reputação online. Existem especialistas no resgate e gerenciamento de reputação de mídia social que podem ajudar com esse esforço. Arrumar a casa agora e manter sua reputação positiva renderá grandes dividendos à medida que sairmos dessa pandemia.

3. As empresas de vendas diretas devem encontrar maneiras de serem mais acessíveis aos clientes e à sua força de vendas que possam ter reclamações ou problemas.

As melhores empresas de comércio eletrônico criaram novos níveis de expectativas entre os clientes: agora eles esperam que todas as empresas sejam acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano (24/7/365) e, além disso, esperam que seu problema seja resolvido rapidamente e no momento certo, ou seja, no primeiro contato, seja por telefone ou online.

Essa nova expectativa de acessibilidade “full time” é transferida para a força de vendas. Eles também esperam um acesso rápido a toda a empresa para obter ajuda com seus problemas ou com os de seus clientes. As empresas de vendas diretas ainda têm um longo caminho a percorrer para corresponder às práticas que estão sendo empregadas no mundo nessas áreas, mas não há escolha a não ser encontrar maneiras de fazê-lo.

4. As empresas de vendas diretas devem se concentrar experiência de compra dos clientes finais.

O rápido crescimento do comércio eletrônico e as expectativas que o cliente criou exigem que todas as formas de venda se concentrem mais do que nunca na experiência do cliente. O processo de compra é o mais fácil e conveniente possível? A entrega é pontual, pode ser acompanhada facilmente, os produtos chegam em perfeitas condições? O atendimento ao cliente após a compra é facilmente? A empresa/pessoa de vendas mantém contato com os clientes regularmente? A empresa oferece um programa de fidelidade que combina o melhor da venda direta com as melhores técnicas de marketing digital?

O foco em fornecer uma excelente experiência para o cliente é o futuro da venda direta e algo com o qual todos devemos concordar.

Se essas são as coisas em que podemos concordar, onde encontraremos os “descobridores de caminhos” que mostrarão à empresa as melhores maneiras de apresentar e vender seus produtos e/ou serviços a clientes e promover o negócio para pessoas que procuram uma fonte de renda, com flexibilidade de horário e baixo investimento.

Os descobridores de caminhos existem com mais frequência na força de vendas do que na sede da empresa.
Sempre foi assim: Os descobridores de caminhos da força de vendas inovam em tempos de mudança. De um modo geral, os membros criativos de nossas forças de vendas estão muito à frente dos parceiros de sua empresa na adoção de novas tecnologias, encontrando linguagem melhor para aprimorar suas apresentações de vendas, explorando plataformas de mídia social para encontrar maneiras de se comunicar melhor com seus clientes e membros da equipe de vendas. Isso ocorreu no processamento de pedidos online, adotando o e-mail e a internet, usando plataformas de mídias sociais como Facebook, Twitter, WhatsApp e Tik Tok para apoiar seus negócios.

O que todas as empresas devem adotar é a prática de prestar atenção aos talentos que estão inovando na força de vendas. Quem realmente está vendendo muito neste momento de mudança? O que eles estão fazendo que a maioria dos colegas não está fazendo e que a empresa não treina ou apoia? Por que a equipe de uma pessoa está crescendo e prosperando com boa produtividade quando a maioria da força de vendas está apenas lutando? Mesmo nos piores tempos de inatividade, toda empresa tem descobridores de caminhos de vendas que estão indo bem. Vá aprender com seus descobridores de caminhos. Encontre maneiras de desenvolver um treinamento que torne as técnicas desses talentosos empreendedores em método aplicável em forma de treinamento para o restante da sua força de vendas. Desenvolva os programas de comunicação, tecnologia, incentivo e outros tipos de suporte para ajudar todos os membros da força de vendas a adotar essas novas maneiras de fazer as coisas. Atualize os programas de incentivo de integração do seu novo vendedor para incorporar as novas técnicas e métodos.

Faz sentido quando você pensa que nossas forças de vendas encontrarão as melhores práticas para serem empreendedores de sucesso neste momento de mudança. Eles estão na linha de frente, tentando responder ao que as forças do mercado e seus clientes estão exigindo. Sempre foi bom para que as melhores e mais bem-sucedidas empresas entendam que seu melhor caminho através da mudança é seguir a liderança de seus empreendedores independentes mais bem-sucedidos e encontrar maneiras de apoiá-los.

Para as empresas de vendas diretas que prestam atenção e seguem a liderança de sua força de vendas, os descobridores de caminhos são a lição mais importante e útil aprendida com o lockdown.

Alan Luce, autor do artigo, é americano e co-fundador e diretor gerente da Strategic Choice Partners (SCP), uma empresa de consultoria que fornece suporte e serviços estratégicos para ajudar as empresas de venda direta de hoje a prosperar.

Alan é membro do Hall da Fama da DSA dos EUA e membro do Círculo de Honra da DSEF. Ele atuou em cargos executivos na Tupperware, PartyLite, DK Family Learning e outras empresas, e participou do lançamento de mais de 30 empresas de venda direta ao longo de sua carreira.

2020-06-15T20:32:33-03:00junho 12th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News|

Herbalife – Cozinhar na quarentena ajuda a deixar o dia a dia da família mais saudável

A pandemia do COVID-19 afetou nossas vidas em todos aspectos. Mas uma das vantagens da medida #FiqueEmCasa é que as famílias puderam retomar as refeições caseiras.

De acordo com levantamento recente , 88% das empresas incentivaram ou exigiram que seus funcionários trabalhassem em casa e, com o fechamento das escolas, os pais acabam preparando comida com mais frequência do que nunca e encontram na cozinha uma atividade também para seus filhos. “Envolver as crianças no processo de preparação de alimentos faz com que elas se sintam incluídas e as incentivam a experimentar receitas saudáveis”, afirma Susan Bowerman, nutricionista, Mestre em Ciência e Nutrição dos Alimentos e Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

Dicas de como preparar as refeições

Algumas vezes, no entanto, incluir as crianças no preparo das refeições pode parecer mais um obstáculo do que uma ajuda. Mas, segundo Susan, é interessante para manter um senso de normalidade enquanto elas aprendem uma nova habilidade. “As crianças acabam aprendendo sobre medidas, a seguir instruções e a ler receitas. Pesquisas também mostram que elas são encorajadas a comer alimentos mais saudáveis ​​quando estão envolvidas no preparo das refeições”, fala Susan.

De acordo com um relatório da Universidade de Washington , aqueles que cozinham mais em casa têm uma dieta mais baixa em calorias, açúcar e gordura.

Confira algumas dicas de Susan Bowerman para ajudar no dia a dia da família:

Crie uma rotina
Não precisa ser “a terça-feira do lanche” e “a quarta-feira do macarrão” todas as semanas, mas, às vezes, ter uma diretriz ajuda a evitar indecisões. Designe um ou dois dias para como você vai comer, não necessariamente o que vai comer, como segunda-feira sem carne ou um brunch no jantar uma vez por semana.

Tenha um estoque de receitas
Use um sistema que funcione para você, seja rasgando páginas de receitas de uma revista e colocando em um fichário ou as salvando no seu computador ou smartphone. Compile receitas que todos gostam. Você também pode fazer com que seus filhos ajudem a reunir as receitas favoritas em um scrapbook como uma atividade divertida.

Faça uma lista e compre uma vez por semana … ou menos
Com as idas limitadas ao supermercado, é importante se preparar fazer compras delivery ou pedidos para viagem. Verifique se você tem ingredientes suficientes na geladeira, no freezer e na despensa para preparar uma sopa rápida ou uma massa a qualquer momento. Bons itens para se ter à mão são: feijão, atum e tomate; frutas congeladas, vegetais, carnes, peixes, aves; ovos, iogurte, leite e queijo com pouca gordura. Escolha os legumes e as frutas que duram mais, como as cítricas, maçãs, cenouras, brócolis, couve-flor, couve, aipo e pimentão.

Delegue funções
Talvez o seu marido seja ótimo com a faca, então, deixe-o com a tarefa de cortar. Já as crianças pequenas podem ajudar a medir. Outras pessoas são melhores para o serviço de limpeza. Dê a todos uma ideia do que cada um pode fazer sem que tenha reclamação.

Pense rápido e fácil
Quantas vezes você comprou uma abóbora inteira com a melhor das intenções, mas acabou por vê-la apodrecer lentamente na gaveta da geladeira? Procure facilitar seu dia a dia com legumes congelados, verduras pré-lavadas e carne pré-cozida para ajudar a reduzir o tempo na cozinha.

Prepare mais em uma única vez
Se você sabe que vai usar cebolas picadas, alho e legumes em mais de uma refeição durante a semana, corte tudo de uma só vez e guarde na geladeira para tê-los à mão.

Faça arroz ou quinoa em maior quantidade e guarde ou congele o que sobrar para uma refeição futura. Você também pode cozinhar mais proteínas para outras refeições – a carne moída refogada que sobrou hoje pode ser usada na sopa ou em um molho amanhã.

Domine as maravilhas de um prato
Elabore refeições que incluam proteínas, legumes e carboidratos em um único prato. Considere sopas, massas e caçarolas.

Mudanças da noite para o dia não são fáceis, principalmente se for preciso envolver outros membros da família. Mas, começando aos poucos e de um jeito prático, você criará uma base que tende a melhorar com o tempo. Divirta-se experimentando e não fique surpreso se acabar gostando ainda mais da versão saudável!

Sobre Susan Bowerman

Susan Bowerman é Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition. Estudou biologia com honras na Universidade do Colorado e se titulou como Mestre em Ciência e Nutrição de Alimentos pela Universidade Estadual do Colorado. É nutricionista certificada pela Academia de Nutrição e Dietética como especialista em Nutrição Esportiva, Obesidade e Controle de Peso; Também é membro da Academia e diretora assistente do Centro de Nutrição Humana da UCLA e atua como professora assistente de nutrição na Universidade Pepperdine e professora de nutrição do Departamento de Ciência e Nutrição de Alimentos da Universidade Politécnica Estadual da Califórnia.

Sobre a Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition é uma empresa global que vem mudando a vida das pessoas por meio de produtos de nutrição e oportunidade de negócios para seus Consultores Independentes desde 1980.

A Empresa oferece produtos de alta qualidade e respaldados pela ciência, comercializados em mais de 90 países por Consultores que fornecem orientações individuais e uma comunidade de apoio que inspira seus consumidores a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

Através da campanha global da empresa para erradicar a fome, a Herbalife Nutrition também está comprometida em levar nutrição e educação para comunidades em todo o mundo.

Para mais informações, visite Herbalife.com.br ou HerbalifeNutrition.com.br .

A Herbalife Nutrition também incentiva os investidores a visitarem o site de relações com investidores em ir.herbalife.com à medida que informações financeiras são atualizadas e novos dados são publicados.

2020-06-14T16:53:41-03:00maio 22nd, 2020|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias|

WEBINAR DEBATE SE A COVID-19 PODE CONFIGURAR ACIDENTE DE TRABALHO

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na manhã da última terça-feira (19.05), um Webinar com o tema “Covid-19 é Acidente de Trabalho Mesmo sem Comprovar Momento do Contágio?”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações de Lucilene Prado, da Derraik & Menezes Advogados, e de Fábio Abranches Pupo Barboza, da Hondatar Advogados.

Lucilene iniciou o webinar tratando da gestão de risco e quais são as etapas para implementá-la. “Gestão de risco não é eliminar risco. Gestão de risco é, diante de fatos incertos, conseguir dimensionar hipóteses e possibilidades de ocorrência, os efeitos disso, a mensuração econômica disso e a probabilidade de isso acontecer.

De acordo com a profissional, para gerir risco é preciso:

– Identificar o risco;
– Avaliar e mensurar o risco;
– Adotar medidas de mitigação do risco;
– Auditar e monitorar as medidas de mitigação;
– Criar política de gestão de consequências para os casos de descumprimento das regras (advertência, suspensão e até justa causa a depender da gravidade previamente detalhada na política).

A etapa seguinte é a criação de um mapa de riscos, classificando-os em Riscos Operacionais, Riscos Financeiros, Riscos Regulatórios e Legais e Riscos Reputacionais.

A Covid-19 como acidente de trabalho
O acidente de trabalho ocorre pelo exercício do trabalho a serviço do empregador, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. No caso da Covid19, o nexo causal presumido é que ela é um acidente de trabalho quando produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade, ou seja, está relacionada ao trabalho em si. A doença foi provocada pelas características da atividade profissional exercida.

Recentemente, a Medida Provisória nº 905/19 foi revogada pela Medida Provisória nº 955/20, “portanto, equiparam-se também ao acidente de trabalho, o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado”.

Lucilene citou ainda a Medida Provisória nº 927/20, que dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservação do emprego e da renda e para enfrentamento do estado de calamidade pública.

“Um dos artigos dessa MP, o 29, que dizia que os casos de contaminação pelo coronavírus não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação do nexo causal, ou seja, levando essa responsabilidade de comprovação do nexo ao empregado e transformando a responsabilidade objetiva em subjetiva. Essa MP foi levada ao Supremo Tribunal Federal, pedindo a sua inconstitucionalidade. Mas o que prevaleceu foi que as regras desse artigo fogem da finalidade da MP, portanto, passou a ser do empregador o ônus de comprovar que a contaminação pela Covid-19 não ocorreu no trabalho”, explicou a advogada.

Orientações para as Vendas Diretas
Entre as indicações para uma melhor realização da gestão de riscos entre as empresas, Lucilene enumerou algumas voltadas para o setor de Vendas Diretas:

– Criação de informes de divulgação online com alertas de prevenção à contaminação pela Covid-19 para todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Formalizar para todas as pessoas que integram a rede de venda direta a obrigação de cumprimento dos protocolos indicados pelos órgãos OMS, MS, ME, de prevenção ao contágio da Covid-19, informando que essa comunicação passa a fazer parte integrante do contrato;

– Acompanhar, monitorar e apoiar no cumprimento das medidas de prevenção por todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Criar um Comitê de Gestão de Crises para avaliar a complexidade e a dimensão do canal em cada caso;

– Solicitar ao(s) empregado(s) responsável(eis) pelo canal de vendas o acompanhamento da situação específica da localidade (estado, cidade) dos seus negócios para avaliarem as medidas que podem ser tomadas;

– Reforçar que os pedidos sejam feitos pelas revendedoras/consultoras por ferramentas online (site, SMS, e-mail, WhatsApp, etc);

– A entrega dos produtos aos revendedores/consultores (que adquirem para revenda) devem vir com orientações de quais são as medidas de segurança para que essa revendedora faça chegar os seus produtos aos seus clientes.

Entendimento do cenário
Fábio Abranches afirmou que o que está prevalecendo agora é a necessidade de comprovação e exatidão de um nexo causal. E com isso, adaptando à realidade do regulamento da previdência e normativas esparsas e as questões de segurança do trabalho, álcool gel, por exemplo, transformou-se em equipamento de proteção coletiva.

“Além dele, termômetro e máscaras também viraram equipamentos de proteção. Temos então que promover essas intenções no sentido de gerar relatórios e reuniões consequentes das providências e aquisições de materiais relacionados ao combate à Covid-19”, ressaltou.

Para assistir ao webinar, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=E4JXpL3yQqY

2020-05-30T19:51:31-03:00maio 20th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

ABEVD PARTICIPA DE WEBINAR SOBRE OS IMPACTOS DA PANDEMIA NAS VENDAS DIRETAS

A Presidente Executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, participou na manhã da última quinta-feira (14.05) do Webinar “Vendas Diretas: Como continuar vendendo durante a crise do coronavírus”, promovido pela ClearSale, empresa de soluções antifraude para setores como e-commerce, vendas diretas e telecomunicações.

Adriana iniciou sua participação explicando que todos os setores da economia, em âmbito mundial, foram afetados pela pandemia do coronavírus. No entanto, o setor de Vendas Diretas, ao contrário do varejo tradicional, continuou operando.

“Principalmente porque a divulgação e a própria venda do produto podem ser feitas pela internet, pelas mídias sociais. Temos incentivado muito que a força de vendas faça uso de aplicativos e de toda a tecnologia possível para divulgar seus produtos e continuar vendendo. É um dos melhores momentos para investir no ramo”.

Motivos de sucesso
A Presidente Executiva da ABEVD afirmou que o setor de vendas diretas cresceu de forma expressiva na América Latina como um todo e no Brasil. Ela acredita que esse crescimento se deve a alguns fatores demográficos e específicos do Brasil.

“O consumidor brasileiro valoriza muito a questão da confiança na hora da compra. Nas grandes cidades, valoriza a questão da praticidade e economia de tempo. O Brasil é um país com dificuldades de logística. Há produtos, como batons por exemplo, que são entregues de canoa. Muitas vezes, a mercadoria chega aonde outro tipo de varejo não entregaria”.

Outro interesse em empreender, segundo Adriana, viria do alto índice de desemprego. “A venda direta é uma atividade onde a pessoa pode, com baixo custo, iniciar seu trabalho e ir crescendo aos poucos. Além de tudo, a venda direta oferece um suporte a todas aquelas barreiras que o empresário normalmente tem no Brasil, como a questão financeira. Muitas vezes, o kit inicial custa de 100 a 200 reais e as empresas garantem a compra desse produto caso haja desistência da atividade”.

O setor oferece outros suportes para vencer as principais barreiras do empreendedorismo, como a identificação do público, do produto e do serviço, treinamentos e questões legais e tributárias. A ABEVD possui ainda um código de ética que regulamenta a atividade de venda direta e que foi inspirado nas regras da Associação Mundial de Vendas Diretas.

O webinar contou ainda com as participações de Rodolfo Ribeiro, Executivo Comercial da ClearSale, e de Pedro Monteiro, Product Manager da Mundipagg.

2020-05-30T20:00:05-03:00maio 15th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

PAPO DIRETO DISCUTE A ATIVIDADE DA VENDA DIRETA À DISTÂNCIA

Live promovida pela ABEVD abordou a questão do apelo emocional e concluiu que induzir os cinco sentidos pode ser fundamental na hora de fechar negócios, mesmo com o distanciamento social

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (22.04), em seu canal no Instagram (@abevdiretas), o Papo Direto, uma live com o tema “Mesmo distantes, como oferecer uma experiência à sua Força de Venda”, com as participações da Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca e do Publicitário e Consultor de Marketing, Manoel Carlos Junior.

O debate se iniciou com Adriana falando sobre a delicadeza do atual momento e que o setor de vendas diretas é uma oportunidade para muitos, já que, para exercer a atividade, não é necessário sair de casa.

“Quem já usava e conhecia a internet, segue fazendo o seu trabalho. Quem não conhecia, passou a aprender também a gerar conteúdo para redes sociais. O setor de vendas diretas é uma atividade apaixonante e democrática, por não exigir que você tenha algum nível de escolaridade específico ou horários estipulados”.

Apesar das incertezas do cenário em uma época de pandemia, Manoel garante que o momento é de muitas oportunidades, em especial o de criar conexões emocionais com os clientes. O consultor ainda deu detalhes sobre o método “Experiencialize”, uma metodologia exclusiva que facilita a implantação e a aprimoramento de Customer Experience na área de vendas diretas.

O “Experiencialize” é composto de sete passos. “O primeiro é amar o que a gente faz. Quem trabalha com venda direta tem um relacionamento direto tanto com pessoas quanto com produtos. O segundo, é saber contar boas histórias emocionantes que conectem o seu cliente ao seu produto ou serviço. Terceiro, criar senso de pertencimento, ou seja, fazer com que o cliente sinta que ele faz parte de algo maior. Quarto, evocar a memória afetiva e isso inclui conhecer muito bem o seu cliente. Quinto, é cuidar de detalhes. Sexto, ativar os cinco sentidos (audição, visão, tato, olfato e paladar) com aromas, músicas e sabores, estimulando assim a produção de hormônios da felicidade. O último é surpreender positivamente o cliente, ou seja, entregar mais do que ele está aguardando”, resumiu o consultor.

Manoel e Adriana explicaram ainda que o que cria conexão com o cliente é falar de sentimento, de emoção e de sensação. É preciso deixar claro ao cliente que aquele determinado produto, além de sua capacidade técnica, tem a capacidade de trazer a sensação de poder.

“Quando você acredita no produto e no seu trabalho, os seus olhos brilham. Você se entrega positivamente e aí tudo fica mais fácil. É saber contar boas histórias e as sensações boas e positivas que seu produto vai oferecer. Quando você mesmo começa a consumir esse produto, você entra em um seleto grupo de pessoas que fazem uma boa performance”, afirmou Manoel.

Confira os sete passos completos do método “Experiencialize”:

1) Causa emocional do seu negócio. Definir qual o sentimento que cria uma conexão emocional entre a sua empresa e o seu cliente.

2) A partir de definida a causa emocional, podemos avançar para o segundo passo, contar a história da sua empresa, fazer o chamado “Storytelling”.

3) Criar sensação de pertencimento. O ser humano que vive em sociedade, necessita se sentir parte de algo maior. Por isso, nos ligamos a tantas instituições como igrejas, clubes, associações, etc

4) Daí já emendamos para o 4º passo, evocar a memória afetiva, do que nada mais do que associar algum aspecto do seu produto ou serviço a alguma boa memória do passado do seu cliente.

5) Alinhar os 5 sentidos no seu ambiente físico de consumo ou de atendimento do seu cliente. Será que o visual, o auditivo, o olfativo, o tátil e o paladar estão sendo estimulados de forma integrada, na medida certa e alinhados com a experiência sensorial que queremos que o cliente sinta?

6) Para o 6º passo, a atenção máxima aos detalhes! De nada adiantaria todos os passos anteriores, se pecássemos no momento de sua execução.

7) Finalmente, chegamos ao 7º e último passo: provocar o efeito UAU ou UAU, ou seja, surpreender positivamente o cliente, entregando mais do que ele espera. Uma espécie de cereja do bolo da experiência que irá entregar ao seu cliente.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-05-29T13:50:48-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

Webinar discute os efeitos da Covid-19 no setor de vendas diretas

Promovido pela ABEVD, debate abordou as medidas implementadas pelo Poder Público e as perspectivas do setor industrial

A ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas promoveu na manhã desta quinta-feira (02.04), um Webinar com o tema “Covid-19 e os Efeitos para o Setor de Vendas Diretas”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações do Secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa Vieira, e do Gerente Executivo de Gestão de Defesa de Interesses da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Cesário.

Vieira iniciou o debate explicando que a atual situação do Brasil pode ser comparada a uma guerra. “Os médicos e enfermeiros são os soldados e nós do Ministério da Infraestrutura também temos os nossos soldados, que são os motoristas, os operadores de aeroportos, portos, os que operam a logística em si. Enquanto boa parte da população está recolhida em suas casas, esses trabalhadores da infraestrutura precisam continuar com suas operações. E passam a ser, com isso, elementos que precisam de um tratamento diferenciado”.

O Secretário também relatou que foi firmado um acordo com o Ministério da Saúde para que esses profissionais sejam incluídos nos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe. “Os sintomas são muito semelhantes. Um operador de transporte ou um motorista que tenha uma febre ou qualquer outro sintoma de gripe, sem saber se é Covid ou Influenza, por precaução ele vai parar e ficará em quarentena por 14 dias. Então, se ele estiver vacinado, a gente já pode retirar da suspeita de gripe comum”.

Alguns índices divulgados durante o Webinar mostram ainda como a pandemia já está refletindo nas rodovias e transporte de cargas em geral: o transporte rodoviário apresentou uma queda na ordem de 26 a 30%; redução de cerca de 40% no transporte de trigo para padarias; 61% a menos de veículos leves trafegando nas rodovias do país; 85% menos ônibus de passageiros; redução de 89% de voos domésticos e de 76% de voos internacionais. O sistema de portos é o único que segue em operação normal.

Pablo Cesário deu detalhes de uma pesquisa realizada entre os dias 27 e 29 de março com 700 empresas, que constatou que 83% delas foram afetadas pela queda na demanda. Das 700, apenas 15% não relataram nenhum problema com a obtenção de insumos, mas 37% já estão em situação crítica nesse ponto. Pelo menos 4 entre 10 empresas estão completamente paradas.

“Estamos jogando de dois lados ao mesmo tempo. De um lado queremos garantir o abastecimento e do outro queremos ver como as bases industriais se adaptam. Uma empresa que construía compressores, passou a produzir respiradores. Só que isso significa refazer produtos, refazer linhas de produção, significa conseguir todas as autorizações em questão de dias”, afirmou.

O Gerente da CNI explicou ainda que com a aprovação das medidas emergenciais pelos governos federal e estaduais, a preocupação muda de foco. “Agora que o risco de desabastecimento parece controlado, o risco agora passa a ser de como a gente reduz os danos econômicos disso tudo. As medidas que estão sendo colocadas pelo Governo têm a ver como a gente diminui o nosso gasto, evitando ao máximo demissões, porque demissão também custa caro”.

Cesário também recordou algumas perspectivas divulgadas pelo Ministério da Saúde. “O pico da Covid nós encontraremos entre os meses de junho e julho e a reversão vai começar somente em setembro, o que significa que do ponto de vista da produção, a gente vai ter um ano não difícil, mas dificílimo”.

Adriana Angelozzi encerrou o painel falando sobre a aprovação de medidas e a retomada de um cenário de esperança. “Vimos que já saíram as medidas de auxílio que eram tão aguardadas por nós. Afinal, nossa força de vendas, que são cerca de 4 milhões de famílias, são trabalhadores autônomos”.

O Webinar foi encerrado com as respostas aos questionamentos enviados pelo público. Para assisti-lo novamente clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-04-02T17:28:00-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

John Agwunobi assume novo papel como CEO da Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition, empresa global de nutrição, anuncia que John Agwunobi assume o papel de CEO, sucedendo Michael Johnson. A companhia já havia anunciado em 29 de outubro de 2019 essa sucessão. Após 17 anos na companhia, Johnson se aposenta como CEO em 30 de março e se aposentará como Presidente em 29 de abril de 2020.

Como médico, Dr. Agwunobi dedicou sua vida a melhorar a saúde das pessoas nos serviços do governo e como executivo corporativo, por isso é especialmente apropriado para essa nova função. Ele definirá a estratégia da Herbalife Nutrition, liderando todos os aspectos das iniciativas de crescimento da empresa nos 94 países em que opera, garantindo que continue sendo reconhecida mundialmente como uma companhia líder em nutrição.

“Estou empolgado em assumir meu novo papel com uma transição realizada em parceria com os Consultores Independentes que são empreendedores inovadores tão dedicados a incentivar a adoção de estilo de vida saudável das pessoas”, diz Dr. John Agwunobi, CEO da Herbalife Nutrition. Na celebração do nosso 40º aniversário, nossa missão de melhorar os hábitos nutricionais do mundo nunca foi tão crucial e espero liderar esta empresa incrível enquanto expandimos nosso alcance, tornando as comunidades mais fortes”.

Desde que ingressou na companhia em 2016, Dr. Agwunobi ocupou vários cargos de responsabilidade, atuando mais recentemente como Co-presidente e Chief Health and Nutrition Officer, orientando a filosofia de nutrição da empresa. E traz uma vasta experiência dos setores público e privado ao seu papel. Mais notavelmente, no setor privado, ele atuou como vice-presidente sênior e presidente de saúde e bem-estar global do maior varejista, Walmart, onde liderou uma equipe de mais de 65.000 pessoas e ampliou os negócios de US﹩ 25 bilhões para mais de US﹩ 30 bilhões.

No setor público, Dr. Agwunobi atuou como Secretário de Saúde da Flórida. Ele serviu como almirante no Corpo de Comissionados dos Serviços de Saúde Pública dos EUA e como Secretário Assistente de Saúde do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. Nesses papéis, foi responsável pela prevenção de doenças e promoção da saúde. Dr. Agwunobi também supervisionou o Centros de Controle de Doenças, o Instituto Nacional de Saúde, o FDA (Food and Drug Administration), o escritório do U.S. Surgeon General e vários outros departamentos e programas de saúde pública.

Além da transição de Dr. Agwunobi para CEO, o co-presidente e diretor estratégico da Herbalife Nutrition, John DeSimone faz a transição para presidente. DeSimone é um líder com um conhecimento extraordinariamente profundo da Herbalife Nutrition, tendo passado mais de uma década em posições de liderança na empresa.

A vantagem competitiva e o sucesso da companhia no setor de nutrição são baseados em ciência e incentivo para adoção de uma boa nutrição – produtos produzidos com base em ciência e no incentivo de adoção de hábitos mais saudáveis oferecido aos clientes pelos Consultores Independentes, considerado o “diferencial do consultor”. Os consultores recebem treinamentos para oferecer dicas e motivar seus clientes a adotarem um estilo de vida mais ativo.

O ex-CEO Michael Johnson, que passa a presidir o conselho, acrescenta: “O conselho e eu temos muita confiança de que esses dois líderes talentosos, trabalhando junto com os Consultores Independentes, inaugurarão uma nova era de crescimento e inovação. Esta é a liderança certa para cumprir essa promessa”.

Sobre a Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition é uma empresa global que vem mudando a vida das pessoas por meio de produtos de nutrição e oportunidade de negócios para seus Consultores Independentes desde 1980.

A Empresa oferece produtos de alta qualidade e respaldados pela ciência, comercializados em mais de 90 países por Consultores que fornecem orientações individuais e uma comunidade de apoio que inspira seus consumidores a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

Através da campanha global da empresa para erradicar a fome, a Herbalife Nutrition também está comprometida em levar nutrição e educação para comunidades em todo o mundo.

A Herbalife Nutrition também incentiva os investidores a visitarem o site de relações com investidores em ir.herbalife.com à medida que informações financeiras são atualizadas e novos dados são publicados.

Fonte: Herbalife

2020-04-02T13:26:09-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias|

BOLETIM ABEVD COVID-19 | N°4 | NORMAS ESTADUAIS E RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

A ABEVD tratou nos boletins anteriores acerca da sobreposição de normas publicadas pelo governo federal e demais unidades federativas. Na semana passada, os estados começaram a liderar essa discussão e passaram a vedar a circulação de pessoas, mas, também, em menor escala, o transporte de mercadorias consideradas não-essenciais.

A Associação entrou em cena e contatou as autoridades dos locais aonde a circulação foi mais restritiva conseguindo esclarecer, em sua grande maioria, a situação e viabilizando a liberação das cargas.

No fim de semana, o governo federal entrou em cena ao determinar a competência federal para restrição de circulação nas rodovias base em parecer técnico da ANVISA, tendo, ainda, definido como atividade essencial o transporte de cargas. Essa atitude acabou gerando grande incerteza em função das divergências entre o entendimento da União e o dos estados e municípios.

Buscando um alinhamento, foi publicada a Resolução 353 da ANVISA, na qual delega aos órgãos de vigilância sanitária estaduais a competência para elaboração do parecer técnico, acerca da circulação ou não de mercadorias em seu território.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, também, hoje (24.03), em decisão individual, decidiu que os governadores e prefeitos têm poderes para restringir a locomoção, inclusive nas rodovias, portos e aeroportos. Essa decisão está sujeita à revisão pelo plenário do STF.

A fim de garantir segurança jurídica e o abastecimento do país, é esperado um acordo ou entendimento entre a União e os estados, permitindo a uniformidade de tratamento, resguardando a liberdade do transporte de cargas, evitando-se, assim, o desabastecimento que terá graves consequências econômicas e sociais.

Segue a compilação das normas estaduais mais recentes acerca da suspensão de eventos e circulação de mercadorias:

Mato Grosso: proibição de aglomeração de pessoas independentemente da quantidade (não fixou prazo) – Decreto nº 419/20. Incluiu o transporte de mercadorias como atividade essencial e, também, a exceção do fechamento de estabelecimentos em rodovias estaduais e municipais para atendimento dos motoristas (Decreto nº 421/20);

Mato Grosso do Sul: instalou pontos de fiscalização sanitária, a princípio para o controle de pessoas infectadas (Decreto nº 15.399/20);

Paraná: inclusão como atividade essencial, excepcionado, portanto, das restrições impostas na legislação para contenção do COVID-19, o transporte de mercadorias em geral (Decretos nºs 4317 e 4318 de 2020);

Pernambuco: suspensão de eventos independentemente da quantidade de pessoas pelo prazo que perdurar o estado de calamidade pública e proibição de aglomeração de mais de 10 pessoas (Decreto nº 48.837/20);

Piauí: suspensão de atividades e serviços considerados não essenciais. As transportadoras foram excepcionadas (Decreto nº 18.902/20).

Para acessar normativas de outros estados, clique aqui.
É possível observar que estados já incluíram em suas normas o transporte de mercadorias como atividade essencial. A ABEVD continuará monitorando de perto as alterações legislativas, assim como os pronunciamentos das autoridades federais, estaduais e municipais sobre o tema.

Por fim, uma boa notícia.

O Estado do RIO DE JANEIRO, por meio da Lei nº 8.769, publicada hoje, proibiu a interrupção de serviços públicos essenciais: energia elétrica, água, esgoto e gás enquanto durar o período do seu plano de contingência ao COVID-19 para pessoas físicas, MEI, às micro e pequenas empresas e optantes do SIMPLES. Findo o período de contingência, as concessionárias deverão negociar o parcelamento desses débitos, sendo proibida a cobrança de multa e juros.

A ANEEL – agência reguladora do setor de energia elétrica, aprovou uma resolução, hoje (24.03), que impede a interrupção do serviço por falta de pagamento nas residências e serviços essenciais. Informaram, ainda, que se a inadimplência aumentar de forma não razoável, revisarão essa medida. O prazo de proibição de interrupção de fornecimento de energia é de 90 dias.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:05:05-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|
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