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Notícias

CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

PANORAMA COVID-19

Conforme os dados da vacinação divulgados até quarta-feira (11), 164.996.039 pessoas (cerca de 82,43% da população vacinável) estão totalmente imunizadas contra a COVID-19. A dose de reforço foi aplicada em 89.015.596 pessoas (55,02% da população vacinável). Ainda, vale mencionar que 5.934.246 crianças entre 5 e 11 anos estão imunizadas (28,95% deste grupo). Ademais, nas últimas 24 horas, foram registrados 23.071 novos casos conhecidos, fazendo o Brasil alcançar a marca de 30.614.065 contaminados pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. O país também registrou 121 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 664.564 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 107 mortes, variação de +2% em relação há 2 semanas, indicando tendência de aumento nos óbitos.

AVALIAÇÃO BMJ

Com esse panorama, apesar de um aumento pouco significativo no número de casos, o Brasil encontra-se em um patamar estável referente a pandemia de coronavírus. Com isso, o Ministério da Saúde anunciou que vai extinguir a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à COVID-19 (Secovid) a partir do dia 22 de maio. A data marca o fim do prazo para que entre em vigor medida que declara o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). A Secovid foi criada há um ano para concentrar os esforços no combate ao coronavírus. A extinção da secretaria é mais um passo no conjunto de mudanças promovidas pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após pressões do presidente Jair Bolsonaro pelo “fim da pandemia”. Com o fim da Secovid, outras secretarias da pasta vão absorver as ações de combate ao coronavírus, que farão parte da rotina do ministério. Na prática, muitas dessas operações já eram compartilhadas com outras secretarias do órgão. Os funcionários da Secovid também serão realocados em outras áreas. Na próxima semana, o Ministério da Saúde deve fazer um evento para anunciar o fim da secretaria e apresentar o balanço das ações desenvolvidas pela área, que é coordenada pela médica Rosana Leite Melo.

2022-05-13T14:45:35-03:00maio 13th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

Vai aderir o ESG na sua empresa? Veja dicas deste e-Book gratuito

Publicação reúne a reflexão de especialistas e executivos de grandes empresas brasileiras

Será que ESG é apenas uma onda? O mercado financeiro está de olho nesse movimento? Qual é o papel das empresas na pauta ambiental? Dá para inovar no ESG? A Governança deve ser a base do ESG? E qual é o futuro da prática? Muitas perguntas ainda fazem parte da rotina daqueles que estão buscando desenvolver práticas de ESG e, para ajudar estes profissionais, a Fundação Dom Cabral (FDC) disponibiliza, gratuitamente, o e-Book Inovação o motor ESG. Para ter acesso, basta acessar o link.

Na publicação, especialistas compartilham suas experiências e reflexões para esse caminho que está diretamente relacionado à capacidade de inovação das empresas e quais os critérios ambientais, sociais e de governança servem de guia em suas jornadas. O trabalho conta com o patrocínio da Ambipar, banco BV, Cescon Barrieu e Julius Baer Family Office Brasil.

O início da jornada

Algumas reflexões propostas pelos especialistas ouvidos pela equipe da FDC abordam o início da jornada daquelas empresas que querem, ou já se dedicam, ao ESG. Criar um comitê de sustentabilidade formado por membros do conselho de administração para que haja uma boa conexão entre o estratégico e o tático é uma opção, de acordo com Sonia Consiglio Favaretto, conselheira de Administração e Presidente do Conselho Consultivo da GRI no Brasil.

“A organização que quer iniciar essa jornada deve, primordialmente, começar a se perguntar sobre onde se posiciona o ESG na empresa e se há conhecimento e estrutura na organização para o tema”, afirma Favaretto.

Além disso, a especialista conta que é preciso refletir sobre o objetivo da prática, onde se quer chegar, o que se quer ganhar, quanto se quer evoluir, etc.

Segundo a conselheira, se possível, trabalhar com números para que estes sejam monitorados e medidos, possibilitando que mostremos o impacto do ESG na criação e proteção de valor da organização.

Outro passo fundamental é a definição da materialidade dos temas, os impactos positivos e negativos da organização. “Não saber o foco é uma perda de tempo, recursos, horas e receita para um processo vazio”, afirma Sonia.

O e-Book

O trabalho foi coordenado pelo professor da FDC Carlos Arruda e contou com a participação das pesquisadoras Erika Barcellos, Stephania Guimarães, do professor convidado e especialista em finanças e ESG da FDC, Carlos Braga, do professor e especialista em governança, Dalton Sardenberg, e do professor e diretor do Núcleo de Sustentabilidade, Heiko Spitzeck.

Fonte: Exame

2022-05-12T16:51:02-03:00maio 12th, 2022|Categories: ABEVD News|

Abraçando o futuro híbrido do planejamento de eventos

*Por Karen Peterson

Os últimos dois anos foram tumultuados para os setores de hotelaria, incentivo e viagens, mas a proverbial luz no fim do túnel está se aproximando e se tornando mais nítida.

À medida que o setor de eventos se prepara para retornar aos eventos ao vivo, eles estão usando as últimas tendências em planejamento de eventos, juntamente com as lições que aprenderam sobre engajamento, conteúdo virtual e análise de participantes para alimentar suas estratégias de planejamento de eventos presenciais.

A “reunião híbrida” é o nosso futuro por enquanto. Algumas pessoas estão totalmente dispostas a se encontrar pessoalmente e outras ainda são um pouco céticas e querem fazer reuniões virtualmente. É fácil entender o porquê, e os formatos estão mudando para atender aos “novos” formatos de experiências presenciais e virtuais.

Além do ceticismo dos convidados, porém, os eventos híbridos também estão se mostrando eficazes e econômicos como uma abordagem mais global para o planejamento de eventos no futuro. Embora não possamos esperar para voltar a nos encontrar pessoalmente, os benefícios dos eventos virtuais são difíceis de ignorar. Esses tipos de eventos reduzem o risco, o custo e a pegada de carbono. Ao mesmo tempo, eles melhoram a flexibilidade, a análise e o alcance do público. A maioria concordaria que nada supera um evento presencial, mas às vezes o pagamento não corresponde ao pagamento.

Um evento híbrido atrai participantes remotos e presenciais. Eles podem se reunir em um local para fazer networking, ver produtos e aproveitar a experiência. Ao mesmo tempo, pessoas que não podem ou não querem viajar podem participar de seus computadores e celulares. Em muitos casos, as necessidades e o espaço do evento presencial são bastante reduzidos, permitindo maneiras econômicas de alcançar as massas.

Os eventos híbridos também abordam muito bem o risco. Planejar eventos híbridos é uma boa forma de as empresas se protegerem em caso de saúde e outras emergências. Se as condições mudarem e as pessoas não puderem viajar, você pode alternar com o clique de um botão para um modelo totalmente virtual.

Apesar dos benefícios, os encontros híbridos ainda apresentam desafios. Se você não planejar com cuidado, eles podem ser bastante complicados e até surpreendentemente caros. A maioria das empresas está lutando para descobrir os pacotes de software certos para streaming e interação. Dado que novas tecnologias estão sendo lançadas constantemente neste espaço, a solução de hoje nem sempre é compatível com o evento de amanhã. Isso os torna difíceis de realizar com sucesso – especialmente com as equipes de planejamento e orçamentos menores de hoje. Às vezes, tornamos a montagem de um evento híbrido mais complicada do que o necessário.

Por exemplo, muitas equipes de marketing montam uma colcha de retalhos de soluções pontuais para produzir eventos híbridos. Isso adiciona complexidade. Você deve gerenciar diferentes fornecedores e lutar com sistemas que nem sempre funcionam em sincronia. Algumas coisas a serem consideradas ao planejar um evento híbrido:

1. Simplifique a tecnologia.
  • Use tecnologia que trata de eventos virtuais, híbridos e presenciais em uma única plataforma. As soluções tudo-em-um mesclam dados entre atividades pessoais e digitais.
  • Como tal, eles facilitam a vida dos profissionais de marketing, participantes e partes interessadas.
  • Unifique a marca.
  • Forneça insights mais profundos sobre os clientes.
  • Fornecer uma visão abrangente do retorno sobre o investimento.
  • Certifique-se de que sua plataforma também forneça eventos de todos os tamanhos. Ele deve lidar com tudo, desde pequenas reuniões virtuais no estilo webinar até grandes conferências híbridas. Você reduzirá os custos de treinamento e operações com uma plataforma para todos os planejadores, de novatos a profissionais.
2. Aumente o engajamento.

Um envolvimento mais profundo é a maneira número um de melhorar a experiência do participante virtual. Os participantes no local desfrutam das reuniões, recepções e energia dos eventos ao vivo. Os participantes remotos perdem essas experiências. Além disso, eles enfrentam distrações contínuas, de e-mails, mídias sociais, vida doméstica e muito mais. Isso torna mais difícil capturar e manter sua atenção. Tenha alguém, ou uma equipe, dedicada a manter seus participantes virtuais engajados.

3. Torne as experiências virtuais especiais.
  • Asse o engajamento no design do evento desde o início. Toque música animada enquanto os participantes fazem login na plataforma. Recrute um MC dinâmico para dar uma recepção calorosa. Execute desafios rápidos de perguntas e respostas enquanto os participantes esperam que o resto do grupo participe.
  • Entregue o melhor conteúdo possível. Descubra os tópicos que os participantes mais valorizam. Você pode realizar pesquisas pré-evento e verificar suas inscrições e comentários no chat. Obtenha alto-falantes de alto nível. Torne as sessões virtuais interativas também, usando enquetes, feeds de atividades, perguntas e respostas e bate-papo.
  • Grandes eventos virtuais são como programas de entrevistas na TV. Os dados mostram que as sessões digitais mais envolventes incluem painéis de discussão e entrevistas. Os participantes querem mais de um orador apresentando um PowerPoint.
  • Apresenta entrevistas ao vivo no estilo de notícias de TV para participantes de eventos on-line quando os participantes presenciais fazem uma pausa para o almoço. Converse com influenciadores para saber a opinião deles sobre as principais notícias do dia. Seu produtor também pode oferecer aos participantes um tour virtual pelos bastidores. Eles aprenderão algo novo sobre a produção de eventos híbridos.
  • O vídeo de alta qualidade é fundamental para envolver o conteúdo virtual. Considere gravar sessões principais em um estúdio. Ou use uma plataforma virtual com software de produção de vídeo em nuvem. Você obterá ferramentas para fornecer conteúdo com qualidade de transmissão e reduzir o risco que acompanha essas produções.
  • E se as variantes do Covid fizerem com que os casos aumentem logo antes do seu evento? Pré-grave algum conteúdo com líderes do setor. Se você precisar cancelar a parte presencial do seu programa, ainda terá conteúdo valioso. Após cada sessão gravada, realize perguntas e respostas ao vivo, para que os participantes possam interagir em tempo real com os palestrantes.

De muitas maneiras, os eventos híbridos oferecem o melhor dos dois mundos. Eles expandem as oportunidades de se conectar com clientes em potencial, educar e construir seu pipeline de vendas.

Qualquer profissional de eventos que trabalha no cenário atual sabe que planejar um evento virtual não é tarefa fácil. Você não pode simplesmente transmitir um evento ao vivo e chamá-lo de virtual. Os eventos virtuais precisam ser experiências interativas envolventes.

É por isso que escolher seu parceiro de tecnologia é vital para o sucesso. E mesmo assim, o dia de um evento pode ser especialmente estressante para os produtores de eventos. E se você tiver problemas de conectividade? Clareza de som ruim? Alto-falantes despreparados? O que fazes, então?

Pare de puxar o cabelo! Ao preparar e tomar as medidas certas, seu evento virtual acontecerá sem problemas.

*Karen Peterson é membro da  Strategic Choice Partners e ajuda as empresas de Vendas Direta com seu planejamento de eventos e incentivos. Ela é uma Certified Meeting Professional com mais de 30 anos de experiência trabalhando com empresas de Venda Direta.

Fonte: The World Of Direct Selling

2022-05-12T16:41:43-03:00maio 12th, 2022|Categories: ABEVD News|

Alterações no Convênio ICMS 45/99 – DIFAL

O Convênio ICMS 45/99 que regulamenta o regime de substituição tributária nas operações interestaduais a serem comercializadas pelo sistema porta-a-porta por revendedores, sofreu grandes alterações advindas da celebração do Convênio ICMS 224/2021.

Dentre a principais mudanças, destacamos, primeiramente, que o marketing multinível foi expressamente incluído no regramento do Convênio ICMS 45/99.

Uma outra importante alteração diz respeito a Base de cálculo do ICMS Substituição Tributária. A redação anterior determinava que seria o preço de venda ao consumidor, constante de tabela estabelecida por órgão competente ou o preço constante nos catálogos. Alternativamente, o Estado de destino poderia definir a base de cálculo, com observância nos limites estabelecidos pela Lei Complementar 87/96.

A alteração imposta pelo Convênio ICMS 224/2021 possibilita a unidade federada de destino, em substituição a hipótese alternativa da redação anterior, fixar como base de cálculo do imposto o Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF) ou o Preço praticado pelo remetente adicionado da parcela resultante da aplicação sobre o referido montante do percentual de Margem de Valor Agregado (MVA).

O PMPF será fixado com base em preços usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem ou por dados fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados. Alternativamente, poderá ser determinado a partir do preço sugerido pelo fabricante ou remetente, assim entendido aquele constante em catálogo ou lista de preços de sua emissão, com ajuste necessário para refletir os preços médios praticados pelos revendedores.

Outra novidade advinda do novo convênio é a de que a atribuição da responsabilidade pelo regime de substituição tributária poderá ser condicionada à celebração de regime especial nos termos previstos pela legislação da unidade federada de destino.

Foram ainda estabelecidas novidades quanto ao DIFAL (Diferencial de Alíquotas). O acréscimo dos parágrafos 3º e 4º à cláusula primeira do Convênio ICMS 45/99, determina que nas vendas interestaduais para adquirente revendedor que consumir ou utilizar as mercadorias, fica o remetente responsável pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna da unidade federada de destino e a alíquota interestadual.

A base de cálculo do imposto relativo à diferença de alíquotas, será o valor da operação interestadual adicionado do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna a consumidor final estabelecida na unidade federada de destino e a alíquota interestadual.

Vale salientar que fica vedado o tratamento tributário como mercadoria de uso ou consumo ao produto que se encontre passível de comercialização pelo revendedor.

Por último, destaca-se a autorização para a não aplicabilidade do regime de substituição tributária nas operações entre estabelecimentos de empresas interdependentes, exceto se o destinatário for exclusivamente varejista. As alterações no convênio estão em vigor desde 01 de março de 2022.

Fonte: Gonçalves&Guerra Advogados Associados.

2022-05-12T16:24:21-03:00maio 12th, 2022|Categories: ABEVD News|

ABEVD participa do Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta

O fórum internacional contou com dez associações do setor de diferentes países da América Latina

Para compartilhar experiências e conhecimentos da Venda Direta latino-americana, dez associações de dez países diferentes marcaram presença no Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta, nesta terça-feira (19/04).

O Fórum contou com a presença de representantes do Chile, Equador, Colômbia, Peru, Argentina, Guatemala, Costa Rica, Bolívia, México e Brasil, além da participação especial da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo – na qual Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) faz parte.

A presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, realizou uma apresentação sobre as tendências e inovações das empresas do setor, como o crescimento da preocupação com o consumidor final, como ele se comporta e consome.

A facilidade para realizar o cadastro como empreendedor independente também é importante, com um site mais intuitivo e otimizado. “É importante usar a tecnologia ao nosso favor, e as empresas estão, cada vez mais, fazendo isso”, explica Adriana.

Na área do marketing, mais que olhar para os empreendedores independentes como apenas revendedores, as empresas os valorizam como embaixadores da marca, utilizando das redes sociais para divulgá-las.

A multicanalidade é útil na questão de alavancar vendas em todos os canais. “Lojas em shopping, por exemplo, ao invés de tirar vendas dos empreendedores, funcionam como divulgação e fazem com que eles vendam mais”, acrescenta. A questão da logística foi apresentada como um desafio a ser superado, para realizar entregas diretamente na casa do consumidor com rapidez e eficiência.

Assista na íntegra o Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta clicando aqui.

2022-04-20T00:35:15-03:00abril 20th, 2022|Categories: ABEVD News|

Pelo segundo ano consecutivo, Natura & Co é segunda maior empresa de venda direta do mundo; Amway é a líder mundial

Além da segunda posição, a Natura & Co recebeu o prêmio Global Good Awards, que reconhece as empresas que adotam uma abordagem proativa em questões ambientais, filantrópicas e de responsabilidade social

Pelo segundo ano consecutivo, a Natura & Co ocupa o 2º lugar do mundo entre as maiores companhias de Venda Direta, com receita anual de US$ 7,2 bilhões em 2021. Desde 2013, a primeira colocação se mantém com a norte-americana Amway que reportou receita de US$ 8,9 bilhões em 2021. A terceira colocada no ranking também é conhecida dos brasileiros, a Herbalife Nutrition reportou receita, em 2021, de US$ 5,5 bilhões.

O ranking internacional é elaborado pela agência Direct Selling News e reconhece outras cinco empresas de vendas diretas com operações no mercado brasileiro: Herbalife (3º lugar), Vorwerk/Jafra (4º lugar), Tupperware (11ª), Omnilife (22ª), Hy Cite Enterprises/Royal Prestige (31º) e Hinode (38º).

Para a Natura & Co, o crescimento é expressivo desde a aquisição da Avon, visto que, em 2020, o grupo – que inclui, também, a australiana Aesop e a britânica The Body Shop – ocupava a 5ª posição, aumentando a receita e subindo para 2ª posição.

Além do reconhecimento como segunda maior companhia de Venda Direta do mundo, a Natura & Co conquistou o prêmio Global Good Awards, concedido para empresas que adotam uma abordagem proativa em questões ambientais, filantrópicas e de responsabilidade social.

Durante a cerimônia de entrega do prêmio, realizada nos Estados Unidos, Ana Costa, VP da Natura & Co, enviou uma mensagem em vídeo para agradecer a premiação. “O setor de venda direta impacta milhões de vidas e mostrou seu valor e resiliência durante a crise imposta pela pandemia. Durante toda sua trajetória, a Natura & Co firmou compromisso com a vida e temos orgulho disso”.

O reconhecimento para cada uma dessas empresas acontece após meses de pesquisa e da cooperação de muitos indivíduos em todo o mundo. Sempre que possível, a equipe DSN busca registros públicos e documentos de empresas de capital aberto, e quase 80% DSN Global 100 são compilados de empresas privadas.

Confira a lista das maiores empresas de vendas diretas do mundo:

Rank Company Revenue 2021
1 Amway $8.9B
2 Natura &Co $7.2B
3 Herbalife $5.8B
4 Vorwerk $4.6B
5 eXp Realty $3.8B
6 Coway $3.2B
7 Primerica $2.71B
8 Nu Skin $2.7B
9 PM-International $2.38B
10 Atomy $1.83B
11 Tupperware $1.6B
12 Medifast / OPTAVIA $1.53B
13 Oriflame $1.26B
14 USANA $1.19B
15 Telecom Plus $1.13B
16 Ambit $1.04B
17 Scentsy $1.02B
18 Belcorp $1B
19 Beachbody $873M
20 POLA $691M
21 Prüvit $598M
22 Omnilife $563M
23 RIMAN KOREA CO $550M
24 LegalShield $523M
25 Plexus Worldwide $505M
26 MIKI $502M
27 Betterware Mexico $491M
28 Farmasi $459M
29 Nature’s Sunshine $444M
30 New Image International $434M
31 Hy Cite Enterprises $423M
32 Faberlic $418M
33 LR Health & Beauty Systems GmbH $325M
34 For Days $301M
35 Best World Lifestyle $289M
36 Princess House $286M
37 Pro-Partners $279M
38 Vestige Marketing $269M
38 Grupo Hinode $260M
40 Noevir $240M
41 Naturally Plus $230M
42 LifeVantage $220M
43 Immunotec $217M
44 APL Go $211M
45 BearCereju $206M
46 ASEA $188M
47 Giffarine $184M
48 Menard $182M
49 KK Assuran $171M
50 Mannatech $160M
51 Xyngular $153M
52 Zinzino $143M
53 MARUKO $138M
54 DIANA $137M
55 Usborne Books & More $130M
56 NARIS $127M
57 Charle $118M
58 inCruises $109M
2022-04-25T11:18:34-03:00abril 20th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias do Setor|

Infomoney – Na próxima década, Pix será protagonista nos meios de pagamento; já o cheque vai sumir, aponta pesquisa

Estudo feito pelo Instituto Locomotiva, com 1.500 pessoas, mostra que ferramenta do BC deve se consolidar ao lado de carteiras digitais e QR Codes

O Pix, ferramenta de transações instantâneas do Banco Central (BC), será o meio de pagamento mais comum nos próximos dez anos, segundo uma pesquisa da Fiserv, empresa de tecnologia de serviços financeiros, feita pelo Instituto Locomotiva.

Do total de entrevistados, 91% acreditam que o recurso vai se popularizar ainda mais.

O top 3 se completa com carteira digital e leitura de QR Codes como meios de pagamentos que os entrevistados acreditam que terão ampla adesão no futuro próximo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de outubro e 3 de novembro de 2021, com 1.500 respondentes com mais de 18 anos e acesso à internet, representando a população do Brasil segundo a  PNAD, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Qual o meio de pagamento mais comum daqui a 10 anos? % de entrevistados*
Pix 91%
Carteira Digital 82%
Leitura de QR Code 81%
Aproximação de smartphone ou smartwatch 78%
Cartão virtual 78%
Cartão físico por aproximação 76%
Leitor de código de barras com smartphone 71%
Pagamentos usando cashback 66%
Débito automático 62%
Cartão na maquininha 46%

*Os entrevistados podiam escolher mais de um meio de pagamento.

O Pix foi lançado em novembro de 2020 em meio à pandemia, que impulsionou a digitalização dos consumidores.

“A experiência para o cliente é muito boa no Pix. É rápido e simples, o que incentiva o uso. E os entrevistados entendem, de acordo com as respostas, que é um recurso que deve crescer cada vez mais. A agilidade e a praticidade da ferramenta hoje em dia são cruciais para ela se consolidar como opção do consumidor”, avalia Rogério Signorini, diretor de Produtos e-commerce da Fiserv para América Latina.

O BC tem uma agenda de inovação e novos produtos para a ferramenta, como o Pix Saque, Pix Troco e Pix Cobrança; além do Pix internacional e Pix offline, que deverão impulsionar este avanço esperado pelos entrevistados, avalia a Fiserv.

Prova do protagonismo que o Pix vem ganhando também vem do e-commerce: as compras online com pagamento via Pix no Brasil saltaram de 1%, em janeiro de 2021; para 4% em dezembro, segundo dados da Neotrust, empresa de monitoramento e prestação de serviço para o e-commerce brasileiro.

Na média, em 2021, o Pix representou 2,3% de todos os métodos de pagamento pela internet no país em 2021.

A pesquisa também mostra que as categorias em que os brasileiros mais compraram com Pix no e-commerce no ano passado foram: moda e acessórios, alimentos e bebidas, beleza e perfumaria, utilidades domésticas e eletroportáteis. Já as de maior faturamento foram: telefonia, informática, eletrodomésticos, móveis e eletrônicos.

Em linha com a visão dos entrevistados pela Fiserv, o estudo da Neotrust mostra que o pagamento no e-commerce com carteiras digitais também subiu em 2021, atingindo 6,03%. Em 2020, o índice de pagamento com este meio chegou a 5,91%, sendo que em 2019 esse número era de apenas 0,26%.

Apesar da adoção estar em andamento, o Pix está no centro de discussões sobre segurança: houve três vazamentos recentes envolvendo dados da ferramenta, e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) já disse que tem preocupação com o uso da ferramenta.

Outras queixas, como o uso da engenharia social (quando criminosos enganam as vítimas para que efetivem transferências que causam prejuízos financeiros) ou mesmo a distração dos consumidores que enviam dinheiro errado, vem trazendo luz aos desafios que o Pix tem pela frente.

Fim do cheque?

Além de apontar que meios de pagamento serão mais utilizados em 10 anos, o estudo feito pelo Instituto Locomotiva também procurou responder quais meios de pagamento devem deixar de existir ou se tornar menos comuns.

O cheque, por exemplo, foi usado por 10% dos entrevistados nos 12 meses anteriores a pesquisa, e é indicado como o mais provável a deixar de existir por 60% dos brasileiros.

Já o TED e o DOC — concorrentes diretos do Pix — aparecem em segundo lugar, com 27% da população apostando em sua extinção.

Ainda, um quarto dos brasileiros também acredita que os pagamentos presenciais em agências bancárias ou lotéricas devem deixar de acontecer.

Outro dado aponta uma tendência guiada pela tecnologia: um em cada cinco brasileiros aposta que o dinheiro em espécie deve desaparecer em 10 anos, sendo substituído pelo uso virtual.

“Na prática, menos pessoas saem de casa com dinheiro físico na carteira hoje. Há muitas opções para todos os públicos. Se não tem o dinheiro, tem como pagar pelo celular, por carteira digital, cartões, etc”, diz Signorini, da Fiserv.

2022-04-19T13:04:45-03:00abril 19th, 2022|Categories: ABEVD News|

Exame – Dicas para vender mais nas redes sociais

Fábio Freitas, da empresa de inbound marketing Bornlogic, e Rubens Sant’anna, professor especialista em Trade Markeking, listam cinco estratégias para turbinar as vendas nas redes sociais

O Brasil é o terceiro país que mais passa tempo nas redes sociais no mundo. De todo o tempo online, mais de dois terços são usados nessas plataformas. Fora isso, os brasileiros também estão entre o público que mais compra pela internet. No país, 43% dos consumidores utilizam mídias sociais para fazer compras, enquanto a média mundial é de 30%. Porém, mais do que canais de atração, as redes sociais melhoram a retenção e a fidelização de clientes.

Só que em meio a tanto conteúdo circulando nas redes, com os empreendedores à mercê dos algoritmos e muitos deles sem verba para investir em anúncios, como se destacar? Segundo Fábio Freitas, head de Indústria da Bornlogic, empresa de inbound marketing, o segredo é investir na criação de um relacionamento entre marca e consumidor.

“Atualmente não somos apenas consumidores, atuamos como influenciadores e podemos acrescentar valor e propósito às estratégias de uma marca”, diz. O especialista salienta que isso é ainda mais importante do que utilizar a última ferramenta da moda.

“Embora existam diversas ferramentas digitais que nasceram com o intuito de melhorar os relacionamentos com a marca, muitas dessas alternativas, se não usadas de forma correta, podem causar mais danos que benefícios”, completa.

Pensando nisso, Freitas e Rubens Sant’anna, professor especialista em Trade Market, compartilharam quais quatro pontos fundamentais para vender pelas redes sociais.

  1. Aposte no calor humano

Pessoas gostam de comprar de pessoas, o contato pessoal pode fazer total diferença na comunicação, já que, com atendimento personalizado, há menos chances de o cliente deixar os produtos no carrinho e nunca finalizar a compra. A personalização se transforma no grande diferencial.

  1. Acredite na criatividade

As pessoas estão se conectando cada vez mais ao lado autêntico dos criadores de conteúdo. Além de o empreendedor/vendedor provocar uma identificação imediata com seu público, por falar a mesma linguagem e viver a mesma realidade, ninguém entende mais do produto do que ele. Assim, ele saberá a forma mais criativa de vender as melhores características do seu produto ou serviço. Vídeos funcionam bem nesse aspecto, porque permitem explorar a criatividade e chamam mais a atenção.

  1. Fale a linguagem de sua região

Campanhas massivas podem funcionar, mas o cliente será muito mais impactado pela marca que fala a mesma linguagem. Anúncios geolocalizados ajudam nessa busca, porque permitem um contato mais próximo. Fale “macaxeira” com quem fala macaxeira, e “mandioca” com quem fala mandioca, e sua mensagem chegará de forma muito mais clara.

  1. Não tenha medo de fazer diferente

Arrisque e com o tempo, é possível entender o que melhor funciona para seu público, e definir estratégias mais ambiciosas de alcance e retorno. O importante é oferecer esse contexto e a proximidade com o consumidor. Naturalmente, as vendas começam a aumentar.

2022-04-19T13:03:23-03:00abril 19th, 2022|Categories: ABEVD News|

Pesquisa aponta que 45% das Representantes da Beleza Avon alcançam independência financeira por meio da venda por relacionamento

Estudo realizado pela Avon, em parceria com a Ipsos, entrevistou 1457 pessoas no Brasil que atuam com a venda de produtos da marca e demonstrou os impactos socioeconômicos gerados em suas vidas

Trabalhar como Representante da Beleza Avon colabora para a autossuficiência e a segurança financeira. Esse foi um dos resultados apontados pela pesquisa global Ganhos Mensuráveis, realizada pela Avon, em parceria com a Ipsos, empresa especializada em pesquisa e inteligência de mercado, que entrevistou 1.457 integrantes de sua força de vendas no Brasil, em sua maioria mulheres, para entender os impactos sociais e econômicos do seu modelo de negócio baseado no empreendedorismo feminino.

O estudo abordou temas como oportunidades no mercado de trabalho, motivos para se tornar Representante, destinos da renda obtida com a revenda de itens da marca, segurança financeira, desenvolvimento profissional, entre outros.

Um dado em especial chama a atenção ao demonstrar que, entre as entrevistadas, 45% já não dependem financeiramente de outras pessoas tanto quanto antes de atuarem na venda por relacionamento. Os lucros adquiridos também auxiliam essas pessoas a colocarem comida na mesa de suas famílias (28%), a construir ou comprar uma casa (21%) e a pagar dívidas (36%). Além disso, a atividade é a maior fonte de renda para a família de 10% delas e um complemento de renda para 42%. Cerca de 37% também consideram o trabalho de Representante como uma garantia para compras e gastos pessoais.

“Para nós, da Avon, que sempre colocamos a Representante no centro de todas as nossas estratégias de negócios e valorizamos tanto o empoderamento feminino, é muito gratificante saber que estamos colaborando para a democratização do acesso a oportunidades de renda e para a evolução pessoal e profissional de todas essas mulheres que movem a Avon. Nosso objetivo é continuar contribuindo para gerar cada vez mais impactos positivos em suas vidas e essa pesquisa retratou que estamos no caminho certo”, conclui Ana Carolina Albuquerque, Diretora de Marketing de Relacionamento.

A pesquisa aponta também que as representantes, em sua maioria com idade de até 34 anos, apresentam uma percepção mais positiva sobre si mesmas, com 53% das entrevistadas afirmando que, hoje, possuem uma autoestima melhor e 68% acreditam no próprio potencial para atingir grandes objetivos.

O levantamento também apontou que 60% das Representantes entrevistadas, graças ao trabalho com a Avon, mudaram para melhor a sua percepção sobre objetivos, sonhos e ambições que uma mulher pode alcançar, seja na vida pessoal ou profissional, quando se tem acesso a oportunidades de renda, estudo e desenvolvimento de habilidades. Além disso, 68% passaram a acreditar mais em seu potencial para realizações.

Crescimento pessoal

As brasileiras que atuam como Representantes da Beleza Avon também apresentam melhores perspectivas sobre o futuro. Atualmente, suas ambições e expectativas de vida são mais altas (53%), bem como mudaram a sua visão sobre o que uma mulher é capaz de alcançar ao ter oportunidades de renda, estudo e desenvolvimento (60%), sentem um controle maior sobre os aspectos mais importantes de suas vidas e possuem metas claras e sabem como realizá-las (52%).  Elas também progrediram em suas relações sociais e redes de contatos. Hoje, 50% das entrevistadas tem mais amigos e conhecidos e 35% sentem que tem um papel valioso na comunidade em que vivem.

Em relação às motivações para se tornarem Representantes, 69% das participantes do estudo afirmaram que recorreram a Avon, pois gostam dos produtos da marca. Outras razões que tornam o trabalho atrativo é necessidade de uma nova fonte de renda (54%), a flexibilidade de horários em contraponto a trabalhos tradicionais (48%) e os incentivos oferecidos pela marca (30%).

Dados Globais

A pesquisa Ganhos Mensuráveis foi realizada em 13 países, entre América Latina, Europa e África, para medir o impacto e crescimento pessoal e financeiro com a revenda dos itens da Avon. Entre os participantes do estudo, o país com maior presença foi o Brasil (1457).

A capacidade de ter renda em seus próprios termos, em vez de um padrão de trabalho tradicional é o que os integrantes da pesquisa afirmam ser mais atraente, especialmente na América Latina – Colômbia, Brasil, México e Argentina – e África do Sul. Outro apontamento relevante do estudo é que a maioria dos Representantes da Avon nesses países, com a renda obtida com as vendas auxilia no sustento de suas famílias.

Em todos os países da América Latina e África do Sul, o Brasil ocupa a terceira posição no quesito da marca empoderar a vida e carreira dos entrevistados. A África do Sul e Colômbia ocupam as primeiras colocações. Já no sentido de expansão da rede de relacionamentos, África do Sul (58%) e Brasil (50%) se destacaram na pesquisa.

O infográfico da pesquisa Ganhos Mensuráveis está disponível neste link.

O cenário econômico brasileiro

Desde o início da pandemia e isolamento social, ocasionado pelo Covid-19, mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados. Um levantamento realizado pela IDados demonstrou que apenas 500 mil brasileiros sairão do desemprego em 2022. Ainda segundo o estudo, que tem como base informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego deverá atingir 11,2% da população brasileira até dezembro deste ano.

Em paralelo, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) estima que a venda direta, com atuação há mais de 80 anos no país, é fonte de renda para mais de 4 milhões de brasileiros, posicionando o Brasil como o sexto mercado mundial no setor.

Ainda segundo a entidade, o setor é composto por revendedores das classes C, D e E, em que 48% são jovens entre 18 e 29 anos, sendo 58% de mulheres na sua força de trabalho.

Sobre a pesquisa

O estudo online Ganhos Mensuráveis foi realizado pela Ipsos a pedido da Avon em julho de 2021. As entrevistas foram feitas com 9.276 representantes da Avon, com idade acima de 18 anos, baseadas em 13 países localizados na Europa, América Latina e África. O tamanho das amostras variou de 120 a 1.457 por país, com 1.457 entrevistas completas no Brasil. A margem de erro de amostragem é de 2,6 p.p. para este grupo.

Sobre a Avon

Avon, parte do grupo Natura &Co desde 2020, é uma das maiores empresas de venda direta no mundo. Fundada em 1886, trabalha pela elevação da autoestima, democratização da beleza e a promoção do empreendedorismo feminino. Desde 1958 no Brasil, concentra no país sua maior operação. Avon é mais do que uma empresa de beleza: é um movimento global pela autonomia das mulheres, com um modelo de negócios ancorado na inovação, geração de oportunidades e na ampliação de suas habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer as economias e impactar positivamente a sociedade.

Seu portfólio diverso inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas reconhecidas mundialmente como as linhas de maquiagem Avon e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care e os perfumes Far Away e 300km. Além disso, suas revistas também oferecem diversos itens para Moda & Casa.

2022-04-18T15:55:32-03:00abril 18th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados|

Mudanças no comportamento de compra no cenário pós-pandemia

A técnica de vendas é um dos atributos mais importantes em todos os setores. Mesmo que você não seja um vendedor ou vendedora, muitas vezes, você pode deparar-se com situações em que precisa apresentar os benefícios de algo ou tentar convencer alguém a tomar a decisão correta. Nestes momentos você precisa saber agir corretamente.

Certo dia, o head comercial da MERITHU disse em uma reunião: “Foque nas pessoas e não nas vendas, e venderá ainda mais!”. Isto faz todo sentido pois a venda é um ato de empatia, de entender o consumidor para apresentar os benefícios de seu produto e/ou serviço da melhor maneira possível.

É claro que os empreendedores independentes possuem um grande foco em vendas, porém, também é necessário entender que os consumidores mudam diariamente. A última grande mudança no comportamento de compra foi a pandemia.

Comportamento de Compra

O comportamento de compra é uma área que estuda como as pessoas escolhem, compram, utilizam e descartam seus produtos. Entender o consumidor é o primeiro passo para vender mais seus produtos e ideias.

Mas como entendê-lo?

A reflexão que deve ser feita é ‘Como ele realiza todo o processo de compra?’. No caso de venda de ideias e oportunidades, adapte estas perguntas à sua realidade.

“Qual é meu ponto de venda?”
“Como meu ‘cliente’ chega e este ponto?”
“De que maneira ele realiza a ‘compra’?”

“Como ele paga? Ele acha caro ou barato?”

Uma boa ferramenta para entender o consumidor é mapear seus fatores Pessoais, Sociais, Culturais e Psicológicos. Cada uma dessas partes influencia seu cliente a comprar de um jeito ou de outro, elas são o conjunto de centenas de características que definem o modo em que ele se comporta.

Por exemplo, uma jovem que é acostumada a utilizar o celular por longas horas ao dia terá mais chances de comprar em um e-commerce que outra pessoa mais velha. Alguém que culturalmente costuma sair aos finais de semana terá tendência a investir mais em roupas e itens estéticos, porém, uma pessoa mais caseira provavelmente gastará mais com sua mobília e decorações para o lar.

Portanto, estes fatores influenciam como e em que as pessoas gastarão seu dinheiro.

Entender comportamento do consumidor é um bom começo para focar nos clientes, pois isto permitirá tomar decisões que tornam o seu produto ideal para o segmento-alvo.

E o que mudou com a pandemia?

O COVID-19 desolou famílias e modificou todo o cenário de negócios no Brasil e no mundo. Tivemos de repensar como víamos o trabalho e toda relação entre as pessoas, ou seja, como devemos comprar e vender nesta nova realidade.

Em 2020, a obrigatoriedade de máscaras e a quarentena fez com que o fluxo de consumidores diminuísse bruscamente. Com as lojas e shoppings fechados, o varejo digital teve altas históricas e as pessoas começaram a confiar cada vez mais no e-commerce.

As formas de pagamento também mudaram, com a chegada do Pix os bancos tiveram de se adequar a esta nova realidade de mercado.

Com a recente liberação de máscaras nas maiores capitais brasileiras, temos mais um marco da mudança de comportamento dos consumidores. Tudo será igual era antes da pandemia? Definitivamente não!

A MERITHU Consultoria separou, então, algumas dicas para que você comece a adequar-se ao mercado que está em constantes mudanças. Você, empreendedor independente, a realidade não espera para mudar e devemos ser os agentes de transformação dentro do nosso negócio.

#1 Entenda seu negócio

Entender o negócio não é apenas saber o que você vende e para quem vende. Este primeiro passo é a base para ter uma visão de quem é você no mercado, para isto utilizamos algumas ferramentas como o Canvas Business Model e cadeia de valor.

#2 Entenda seu mercado

Entender o mercado significa estudar quem influencia em suas vendas, mas não está dentro da sua empresa. Aqui, é o momento de levantar perfis de consumidores, concorrentes e outros negócios que influenciam no seu sucesso; uma boa ferramenta para isto é a matriz de 5 forças de Porter.

#3 Monte estratégias de conversão

Depois dos primeiros passos é o momento de agir. Definir boas estratégias é a garantia de sucesso para sua empresa, porém, este passo não é possível sem seus dois antecessores.

#4 Repense seu financeiro

Depois de definir as estratégias é necessário organizar a saúde financeira de uma empresa. A MERITHU Consultoria tem um amplo know-how de soluções para adequar as Receitas e Despesas de uma empresa, afinal, o sonho de todo o empreendedor é faturar mais com menos custo!

Executando estes passos na frequência correta você irá garantir a sobrevivência e adaptabilidade às mudanças do mercado.

Para alcançar este e outros resultados surpreendentes, conte sempre com a MERITHU.

2022-04-13T15:09:49-03:00abril 13th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados|
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