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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

ABEVD realiza o último webinar de 2021 e apresenta pesquisa sobre empreendedoras de alta performance e grandes consumidoras

Para entender as diferenças entre empreendedoras mais e menos produtivas, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), trouxe para o último webinar do ano, realizado nesta quinta-feira (02/12), Sandro Cimatti, da CVA Solutions, que apresentou um estudo com abordagem inédita sobre a Venda Direta.

Realizado em setembro de 2021, com 1717 empreendedoras da área de cosmético e perfumaria, e 3476 consumidoras, o estudo mapeia as particularidades de empreendedoras que faturam mais ou menos com a Venda Direta e consumidoras que compram maior quantidade de produtos ou menor.

Cimatti apontou a grande concentração de 70% das vendas nas mãos das empreendedoras de alta performance – que representam cerca de 25% do total das entrevistadas. “Essa concentração aumentou com o tempo, em comparação com 2018, por exemplo, as empreendedoras de alta performance eram 10% do total e obtinham 41% das vendas, o crescimento foi de quase 30%”, enfatiza.

Outra constatação foi que as empreendedoras com maior número de vendas trabalham com mais itens e de diferentes marcas, enquanto as menos produtivas trabalham com uma ou duas marcas. As empreendedoras de alta performance estão, na maioria, entre 30 a 40 anos, casadas e residentes de regiões metropolitanas/capitais.

Foi mapeado, também, entre as empreendedoras de alta performance, um nível mais elevado de escolaridade, trabalham mais com produtos de perfumaria, vendem mais pela internet e redes sociais, assim como para mais grupos sociais. Mantém, também, um contato mais frequente com suas consumidoras, além de possuir produtos a pronta entrega. “A pronta entrega é um fator chave para vender mais há muitos anos no setor de Venda Direta”, acrescenta Sandro.

No caso das consumidoras de alto ticket, elas possuem uma renda maior em comparação com as que consomem menos, são casadas, com maior escolaridade e também estão entre 30 e 40 anos, em sua maioria.

“Também é importante enfatizar que as empreendedoras de alta performance se interessam e fazem mais treinamentos onlines e são mais adeptas a digitalização”, diferencia Sandro.

A presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca, agradeceu as informações importantes apresentadas. “São informações que servem de base para empresas analisarem as diferenças dessas empreendedoras mais e menos produtivas, para criar mecanismos que mantenham as vendas altas e aumente de quem precisa”, conclui.

Assista ao webinar na íntegra clicando aqui.

2021-12-02T15:27:35-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD, ABEVD News|

“Há 20 anos atrás as empresas até podiam escolher como vender seu produto, atualmente, o consumidor escolhe como quer comprar”

O CEO da Embelleze Venda Direta, Marcel Szajubok, falou para ABEVD da sua carreira, desafios e como a Embelleze entrou no setor de Venda Direta

Nascido e criado em uma família tradicional judia de São Paulo, Marcel Szajubok se encantou pela Venda Direta ainda quando criança, através de sua mãe que era uma empreendedora independente. Ele acompanhava as vendas que ela fazia e criou uma admiração mais que a gestão de negócios, e sim pela relação de amizade que ela criava com os clientes.

Ficou por quase 20 anos na Natura, onde se desenvolveu na área de Marketing Comercial e se tornou um dos executivos. Passou pelas empresas Marisa e Jeunesse, sempre no setor de Venda Direta, morando em várias cidades e países nessa trajetória. Hoje, é CEO da Embelleze Venda Direta,  e o que fez aceitar a proposta de assumir esse desafio foi o propósito da marca “paixão pela transformação de vidas”, que tem relação com os ensinamentos de sua criação e  o que acredita.

Para falar sobre sua trajetória no setor, desafios e pandemia, ele concedeu uma entrevista para a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Acompanhe.

ABEVD – Como era o mercado de venda direta quando iniciou neste segmento?

Marcel Szajubok – Eu costumo dizer que eu iniciei na venda direta quando eu tinha 12 anos, pois acompanhava a minha mãe que era empreendedora de produtos de beleza. Quando eu iniciei no mundo corporativo, a venda direta era 100% relacionamento, não tinha celular, não tinha tecnologia, você tinha que ir até a pessoa, fazer ligações, fazer muitas reuniões, fazer os chás da tarde, mas sem dúvida nenhuma era muito interessante. A tecnologia, que muitas vezes era questionada no setor, veio para ajudar e não para terminar com a venda direta, como muita gente questionava. E hoje a venda direta ela realmente se desenvolveu de tal forma que relacionamento com tecnologia mais produtos de qualidade faz com que esse canal permaneça forte e em alto crescimento.

ABEVD – O que mais te atrai no mercado de venda direta?

Marcel Szajubok – As relações que são geradas através dele. Voltando para os ensinamentos da minha mãe, uma das coisas que ela me falava era que devemos tratar todas as pessoas iguais independente do cargo, poder aquisitivo ou posição social. Ninguém tem sucesso sozinho e a venda direta multinível, principalmente, é exatamente isso, pessoas ajudando outras pessoas a se desenvolverem e quanto melhor for o relacionamento e a forma de cuidar do outro, maiores as chances de crescimento no negócio. Além disso, é gratificante você ver as pessoas crescendo e se desenvolvendo pessoalmente e financeiramente através da oportunidade.

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em ingressar no segmento de Vendas Diretas como empreendedor independente?

Marcel Szajubok – Meu conselho primeiramente é conhecer a empresa que você quer fazer parte, saber sua história, quem são os fundadores, a qualidade dos produtos e se está associada a ABEVD, esses são os principais pontos a analisar para ter segurança na escolha.

Meu outro conselho é ter persistência, pois o sucesso no negócio depende da sua dedicação, os resultados não acontecem de uma hora para outra, quanto mais ele se capacita e dedica o seu tempo, mais ele vai crescer no negócio.

ABEVD – Como surgiu a ideia da Embelleze ingressar no mercado de Venda Direta? Como foi esse processo?

Marcel Szajubok – Entrar no segmento de venda direta era um desejo dos meus sócios do Sistema Embelleze. O propósito da nossa marca é a “paixão pela transformação de vidas”, seja na promoção da autoestima das mulheres com os produtos do varejo ou na formação de profissionais do mercado de beleza através dos Institutos Embelleze, que já formaram mais de 2 milhões de alunos.

Eu fui convidado para fazer parte desse projeto, pois a venda direta também é uma grande oportunidade de estender esse propósito, nosso objetivo principal foi levar essa transformação também para os nossos milhares de consultores, que estão vendo suas vidas transformadas ao se desenvolverem e conquistarem a independência financeira que tanto sonhavam.

ABEVD – Qual a importância dos empreendedores independentes para a Embelleze?

Marcel Szajubok – Muito mais do que distribuir os nossos produtos aos consumidores com a revendas, os consultores são muito importantes para a nossa empresa, porque ao escolherem fazer parte da Embelleze VD, eles falam com muito carinho do nosso propósito, compartilham esse projeto com muito amor e conquistam novos consultores. Principalmente nessa época de pandemia onde muitas pessoas perderam os seus empregos, foi através deles que conseguimos atingir tantas pessoas que precisavam de apoio. São pessoas cuidando de pessoas e transformando muitas vidas.

ABEVD – O que a Embelleze faz para educar e capacitar seus empreendedores?

Marcel Szajubok – Para desenvolver a venda direta multinível é necessário muita dedicação e capacitação. Sabendo disso, promovemos quase diariamente treinamentos de produtos e negócios para os nossos consultores. Temos desde treinamento exclusivo para novos consultores, ensinando os primeiros passos, treinamentos aprofundados de produtos para ajudar nas vendas, e para quem busca ainda mais e quer se desenvolver no negócio temos o sistema de treinamento LeaderPro Embelleze, uma plataforma de treinamentos, capacitação e marketing digital com conteúdos avançados e ferramenta de recrutamento online.

ABEVD – A venda direta digital foi essencial na pandemia?

Marcel Szajubok – Sim, quando tudo começou, nossas estratégias já focavam no digital, antes mesmo da pandemia, como a loja online dos consultores, que permite vendas de produtos sem sair de casa e com garantia das comissões. As lives que muitas empresas tiveram que se adaptar, também já faziam parte da nossa estratégia de comunicação, já fazíamos nossas lives semanalmente desde o nascimento em 2019. E os eventos, que seriam presenciais, nos adaptamos para os eventos online. Nosso primeiro aniversário foi celebrado em um evento online 100% seguro, contamos com tecnologia avançada, incluindo um cenário todo virtual, lançamento de produtos em realidade aumentada e reconhecimento de Consultores com entrega de pin virtual. Além disso, foi transmitido em multiplataformas nas redes sociais da nossa força de venda e teve mais de 5 milhões de alcance.

ABEVD – Como a pandemia alterou sua forma de trabalho?

Marcel Szajubok – Como já tínhamos nossas estratégias focadas no digital, então, muita coisa não precisou ser adaptada, mas uma das maiores preocupações era em relação às reuniões e eventos presenciais que movimentam a Venda Direta. Nesse caso, nos adaptamos com plataformas de reunião como Zoom, que já usávamos muitas vezes, mas tivemos que educar os consultores a essa realidade, e eles se adaptaram muito bem.

ABEVD – Em sua avaliação, qual a principal mudança provocada pela pandemia?

Marcel Szajubok – Acredito que mesmo retomando os eventos presenciais, as plataformas de reuniões online e as redes sociais vão continuar presentes no dia a dia dos consultores. Aqueles que não estavam acostumados a usar as redes sociais para promoção do seu negócio perceberam que é uma forma de conquistar novos clientes e Consultores que estão mais distantes ou que estão com a agenda lotada.

Mas a principal mudança foi que a sociedade percebeu que todo mundo é igual independente de raça ou status social, e que devemos aproveitar a família e os amigos ao máximo.

ABEVD – Acredita que o pós-pandemia será benéfico para as vendas diretas?

Marcel Szajubok – Acredito sim, leva um tempo para a retomada da economia, e a Venda Direta sempre foi uma alternativa a crise e ao desemprego, visto que são 15 milhões de desempregados no Brasil. E mesmo na retomada, é uma forma de garantir uma renda extra, principalmente agora com os preços super inflacionados. Além da renda extra, o consumo de itens básicos de higiene nunca sairá da cesta do consumidor, então, a venda direta sempre vai ser uma oportunidade de negócios para quem quer empreender.

ABEVD – Quais foram os principais desafios de sua carreira?

Marcel Szajubok – Um dos principais desafios foi que muito jovem, com cerca de 23 anos, eu deixei de morar com a minha família e fui para o nordeste do Brasil. Diante dessa mudança, eu tive que crescer como pessoa e como profissional, eu deixei de morar com os meus pais, onde eu tinha tudo, e fui morar sozinho, enfrentando a saudade e com vários desafios para serem vencidos. E como profissional, eu era um jovem de 20 e poucos anos se tornando gerente de colaboradores com 40 – 50 anos, arrimos de família, pessoas que já trabalhavam há muitos anos na empresa, além disso, tive que substituir gerentes com muita experiência. Então, esses foram os principais desafios, mas que me fortaleceram e me deram musculatura para seguir há mais de 30 anos trabalhando com venda direta.

ABEVD – Qual a principal contribuição você espera deixar como presidente da Embelleze Venda Direta?

Marcel Szajubok – A Embelleze é uma empresa de 53 anos bem consolidada e agora, através da venda direta, gostaria de devolver um pouco de tudo que a empresa conquistou e todo o reconhecimento ajudando pessoas num momento como esse de desemprego e cheio de oportunidades. E o meu legado é que essa empresa se perpetue por muitos anos e que eu possa deixá-la para os meus filhos, netos, e mais do que isso, que os nossos consultores possam deixar para os seus filhos e netos toda a estrutura que começaram a construir, a partir de agora, de rede, de pessoas que tem um sonho e um propósito em comum que a Embelleze carrega há mais de 50 anos, que é transformar vidas.

ABEVD – Como vê o desempenho da Embelleze durante o período da pandemia e quais os planos para o período pós-pandemia?

Marcel Szajubok – Por ser uma alternativa ao desemprego, a Embelleze VD teve um crescimente surpreendente em meio a crise. Nos adaptamos rapidamente para ajudar os nossos consultores e consumidores com o lançamento de produtos tão necessários nesse período, como Vivacci Sabonete Líquido antisséptico e antibacteriano para reforçar a higiene e Álcool em Gel, que na época estava em falta no país, parte da produção do álcool em gel foi destinado para doação à instituições.

Temos expectativa de crescimento nos próximos anos, e para isso, estamos buscando constantemente soluções e produtos que proporcionem benefícios reais. Seguimos inovando e trazendo novidades com muita tecnologia. Mas, mais do que isso, nosso maior objetivo é estar cada mais próximo dos nossos donsultores com a retomada dos eventos presenciais e viagens de incentivo, como o Resort que oferecemos no último mês. Além disso, inauguramos o Espaço Embelleze, a nossa nova sede no bairro do Pacaembu em São Paulo, onde oferecemos um espaço de convivência, troca de experiências, capacitação e fortalecimento do sentimento de pertencimento e família.

ABEVD – A economia brasileira caiu com a pandemia, mas a venda direta cresceu. Você acredita que adicionar a venda direta nos canais de vendas é o caminho para as empresas se manterem no mercado?

Marcel Szajubok – Há 20 anos atrás as empresas até podiam escolher como vender seu produto, atualmente, o consumidor escolhe como quer comprar. Para isso, as empresas cada vez mais se tornam multicanais, e as que não fizerem isso vão ficar para trás.

Aqui na Embelleze temos uma estratégia bem definida, portfólios de produtos diferentes por canais. E você ainda pode optar por comprar no e-commerce, no varejo ou na venda direta.

ABEVD – Nos momentos livres, o que gosta de fazer?

Marcel Szajubok – Nos meus momentos livres eu gosto muito de estar em família, são poucos os momentos que eu consigo ter essa possibilidade, então, aproveito muito para curtir os meus dois filhos e a minha esposa. E um dos hobbys que eu tenho e sou apaixonado é por futebol, principalmente assistir, levar meus filhos nos jogos e acompanhar o meu time do coração que é o Corinthians.

2021-11-12T10:52:12-03:00novembro 12th, 2021|Categories: ABEVD News|

ABEVD reúne advogados para debate sobre a Lei Geral de Proteção de Dados

Webinar sobre LGPD realizado pela ABEVD contou com público de cerca de 20 pessoas

Para levar conhecimento às empresas e empreendedores independentes sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) Nº 13.709/2018, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou um webinar nesta quinta-feira (21/10).

O debate contou com a presença virtual de cerca de 20 pessoas e com os profissionais do direito e especialistas em Proteção de Dados Pessoais, Rafael Bernardi, do Bernardi Advogados&Associados, e Vanessa Santiago, do GSGA Advogados.

Rafael Bernardi destacou a importância para as empresas de se adequarem a LGPD, não apenas para evitar punições da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), criada em 2019 e responsável pela fiscalização do cumprimento da Lei, e sim, para proteger a empresa no geral. “Dados são preciosos e se a gente não conseguir trazer segurança para o tipo de tratamento dentro das empresas, é um risco para imagem muito grande”, observa.

Dentro de uma empresa, são necessários três agentes: Controlador (Artigo 5º, VII): “Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem compete as decisões referentes aos tratamentos de dados pessoas”; Operador (Artigo 5º, X ou 39): “Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador (…) que verificará a observância das próprias instruções e das normas sobre a matéria”; Encarregado (Artigo 41): “O controlador deverá indicar carregado responsável pelo tratamento de dados pessoais”. Mais conhecido como DPO, Data Protection Officer (em português, Oficial de Proteção de Dados), esse profissional será responsável por garantir a conformidade de uma organização pública ou privada à LGPD.

Além das mudanças necessárias dentro de uma empresa, foi tratada durante o webinar das penalizações que podem ocorrer caso não haja cumprimento desta legislação, que vão desde a advertências a proibição total de atividades relacionadas a tratamentos de dados.

A advogada Vanessa Santiago observou que é indispensável para as empresas de Venda Direta se adequarem a LGPD e educarem seus empreendedores independentes quanto a isso. “O que vemos por conta da pandemia e digitalização de vendas é que muitos desses empreendedores usam internet, e-commerce, estratégias digitais, para exercer a função de venda. Quando há uma migração para o online também há riscos, pois trazem exposições a variáveis incontroláveis”, alerta.

Assista esse webinar e outros clicando aqui.

2021-11-09T17:46:12-03:00novembro 9th, 2021|Categories: ABEVD News|

ABEVD recebe Marcel Szajubok, CEO da Embelleze, em live

Marcel Szajubok participa do Papo Direto da ABEVD, falando do início da Embelleze na Venda Direta e os desafios do setor

A empresa Embelleze, com quase 53 anos de mercado, ingressou há dois anos no setor de Venda Direta. Com vasta experiência no varejo e em formação de profissionais de beleza, realizaram a vontade antiga do Itamar Serpa, fundador da empresa. Para falar do assunto, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) recebeu, nesta quinta-feira (14/10) no Papo Direto Marcel Szajubok, CEO da Embelleze.

“Quando o Itamar me disse que entrar na Venda Direta era uma maneira de devolver e dividir com as pessoas tudo aquilo que ganhou em vida, me encantou, pois é tudo que acredito”, explica o CEO Marcel Szajubok.

Para Marcel, trabalhar com ética e ter uma boa estruturação são os pontos principais para que ingressar na Venda Direta não seja apenas uma aventura passageira. “Os primeiros dois anos foram para a gente se estruturar, agora vamos acelerar. Não fizemos grande divulgação nesse tempo, mas agora eu falo: podem vir, a Embelleze está na Venda Direta”, diz.

Os produtos vendidos pelos empreendedores independentes da Embelleze são exclusivos, como energéticos e produtos nutricionais, e não podem ser encontrados no varejo, para que haja espaço para os dois segmentos da empresa.

“O relacionamento é a chave da Venda Direta, se você é apaixonado por pessoas, esse é o seu lugar. A educação e capacitação é o que faz ter proximidade com os empreendedores”, diz Marcel. “Eu acredito que em 2022 seja positivo para a Venda Direta, e com um aumento da força de venda, pois a pandemia pode estar enfraquecida, mas a crise econômica não, as pessoas precisam de renda extra”, observa.

Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, relembra a importância de verificar antes de revender produtos e serviços de uma empresa, se ela é associada da ABEVD, pois essa é uma garantia de ética e honestidade, evitando golpes e esquemas de pirâmide financeira. “O processo para se tornar associada da ABEVD é rigoroso, e anualmente, verificamos se as empresas seguem dentro dos nossos critérios éticos”, conclui.

Assista na íntegra o Papo Direto com Marcel Szajubok.

2021-10-15T17:57:29-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD News|

“Não existe Omnilife e, para mim, não existe Venda Direta sem o empreendedor independente”

O gerente geral da Omnilife conta sua trajetória e o que te motiva a estar no setor há quase três décadas

Há sete anos na gerência da Omnilife e passando pelos países Peru, Chile, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai, Ivon Neves é gerente geral no Brasil dessa empresa que trabalha com suplementos nutritivos e acessórios esportivos.

Bacharel em administração pela Fundação Instituto de Administração, MBA em Estratégia Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Ivon destaca que a maior motivação de trabalhar na Venda Direta é a transformação que ela traz, profissional e pessoal, aos empreendedores independentes.

Ivon conta que iniciou sua atuação profissional em um polo petroquímico, mas se encontrou na Venda Direta, e está com quase 30 anos de experiência na área.

Para falar sobre sua trajetória no setor, ele concedeu uma entrevista para a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Acompanhe.

ABEVD – Como foi seu início na Venda Direta?

Ivon Neves – Muito interessante olhar para trás, em 1995, e ver tudo que mudou de lá para cá. Eu saí de uma indústria petroquímica para uma indústria de cosméticos de vendas diretas, ou seja, não tinha nada a ver, né?! Foi muito bacana esse início, porque deu para entender exatamente a dinâmica, porque eu não conhecia na época. Eu escutava a respeito de empresas onde pessoas que revendiam produtos, mas até então eu não entendia que aquilo se chamava Venda Direta.

ABEVD – E o que mais te atrai nesse mercado?

Ivon Neves – A principal motivação, na minha cabeça, certamente, é o que a gente gera de transformação para os nossos empreendedores independentes. Ver pessoas que estavam desempregadas ou que não tinham uma formação completa, academicamente falando, se desenvolvendo como empreendedor é gratificante. A Venda Direta tem esse cunho social muito intenso, eu a enxergo como muito inclusiva.

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em entrar nas vendas diretas?

Ivon Neves – A grande dica é: saiba o que você quer, esse é o ponto, porque daí o plano é uma consequência. A pessoa quer entrar nesse negócio para consumir os produtos e serviços? Então, ela tem que ter essa clareza para saber como comprar com desconto ou poder usufruir dos serviços sendo um empreendedor independente. Se essa pessoa tem a necessidade de um complemento de renda ao trabalho que ela tem, é preciso saber quanto mais quer ganhar. Se a pessoa quer se dedicar exclusivamente a esse negócio, precisa entender o momento de fazer essa transição. Essas pessoas podem buscar, junto às empresas, tirar dúvidas e receber uma guia do que fazer, mas, principalmente, dos próprios empreendedores independentes das nossas empresas. Eles são as pessoas que estão no dia a dia e podem estar contribuindo para quem está chegando agora.

ABEVD – E para a Omnlife, qual a importância dos empreendedores independentes?

Ivon Neves – Não existe Omnlife e, para mim, não existe Venda Direta sem o empreendedor independente. Ele é a grande expressão das marcas que ele representa. De nada adianta ter o produto sem ter as pessoas que levam os produtos a outras pessoas, seja ao consumidor ou para outros empreendedores. A nossa marca tem o fundo de cor roxa, e eles falam que corre a cor roxa nas veias. Essa brincadeira que fazem mostra o nível de compromisso que essas pessoas têm com o produto, com a empresa, mas, principalmente, com elas próprias. Eu não diria que eles são disseminadores de marca, eles vivem a marca e são a própria marca. Não conseguimos viver um sem o outro. Estar perto deles e servi-los é o grande objetivo que nós temos como empresa.

ABEVD – O que a Omnilife faz para educar e capacitar seus empreendedores?

Ivon Neves – Acreditamos na capacitação frequente. Nós temos uma plataforma fantástica e gratuita chamada Crescendo, que traz o passo a passo para o empreendedor independente desde o primeiro dia, primeira quinzena, até os primeiros 90 dias. Além disso, os eventos corporativos, comuns antes da pandemia, proporcionam bons momentos de capacitação, onde a gente fala sobre produtos, serviços novos e boas práticas. Falamos que trabalhamos com multi desenvolvimento dentro da Omnilife, porque não olhamos o nosso empreendedor somente pelo ângulo financeiro ou social, e sim de uma maneira integral.

ABEVD – Como a pandemia alterou sua forma de trabalho?

Ivon Neves – Eu já estava com hábito de estar no escritório, com uma equipe, trabalhando com eles intensamente, ou viajando pelo Brasil ou para fora, e isso mudou, radicalmente, da noite para o dia. Precisamos estabelecer protocolos quase que de maneira imediata para poder implementar o trabalho remoto a toda nossa equipe. Nesse processo, precisamos levar equipamentos, ajudar as instalações, ensinar como fazer. Redesenhamos o modelo de trabalho, com esquema de fazer o pedido a distância e passar somente para retirar nos 14 centros de retiradas espalhados no Brasil. Quase 70% das nossas vendas hoje são feitas online. Para os empreendedores, houve aquele susto no primeiro momento, mas depois de dois meses vimos um crescimento forte dos nossos próprios empreendedores. Eles mantiveram o negócio ativo se reinventando, usando chamadas de vídeo, telefônicas, redes sociais e e-mails. Eles não pararam o negócio, e é muito gratificante ver acontecer. É um aprendizado generalizado, e que veio num momento muito diferente, mas que forçou a gente até repensar algumas coisas, que talvez, no passado, fossem paradigmas.

ABEVD – Como você avalia o desemprenho da Omnilife no momento de pandemia? E os planos para pós-pandemia?

Ivon Neves – Eu tenho um orgulho muito grande de dizer que, em 2020, nós batemos recordes de vendas, obtendo um faturamento histórico na empresa durante a pandemia. Vemos que o modelo de Venda Direta está a cada dia mais forte e maduro. Em 2021, também estamos crescendo em relação a 2020 e queremos seguir assim. O mais importante, onde a gente tem focado e direcionado mais energia, é o que mais a gente pode fazer pelos nossos empreendedores independentes. Tipos de serviços, motores de pagamento, formas de entrega, como podemos ajudá-los ainda mais daqui para frente

ABEVD – A economia brasileira, durante a pandemia, caiu e a Venda Direta cresceu. Você acredita que adicionar a Venda Direta nos canais de vendas de empresas que não tinham ainda se aventurado por meio, é um caminho para elas se manterem no mercado?

Ivon Neves – Sem dúvida. Todas as empresas estão colocando multi canais como a espinha dorsal do seu modelo de negócios, então sim, eu vejo grandes empresas, inclusive, entrando para a venda direta, talvez no primeiro momento de uma maneira mais tímida. Acredito que isso vai acontecer para todos os negócios no mundo. O multi canal já não é mais aquela novidade, é questão de sobrevivência.

ABEVD – E na sua carreira, quais foram os maiores desafios?

Ivon Neves – Eu não diria que ele foi, ainda é o maior desafio conciliar a vida pessoal com a profissional. No início de carreira, eu era solteiro, mas depois eu me casei e tive três filhas, me mudei bastante de cidade e também de país. Meu desejo é manter um equilíbrio, porque somos um ser único e integral. Não tem o profissional, não tem o pessoal, tudo faz parte de indivíduo só.

ABEVD – Qual a maior contribuição que você pretende deixar como gerente geral da Omnilife?

Ivon Neves – O maior legado que pretendo deixar é uma maior quantidade de empreendedores independentes trabalhando com a Omni, com a paixão que os atuais têm. Mais que apaixonados, eles são muito engajados com a marca e com o propósito dela.

ABEVD – Nos seus momentos livres, o que gosta de fazer?

Ivon Neves – Tem sido poucos, viu (risos). Mas eu adoro cinema, adoro arte de uma maneira geral, esportes, viajar, tanto que um dos maiores efeitos colaterais da pandemia tenha sido não poder ir para cinema, teatro e fazer viagens. Eu amo estar com a minha família. Recentemente mudamos de casa e temos curtido muito a nossa casa. Eu gosto de estar com minhas filhas e escutá-las. Sempre que posso escapar, gosto de ir com a minha família para o campo ou para a praia.

2021-10-15T11:43:09-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD News|

Novo crédito da Caixa vai beneficiar milhões de trabalhadores autônomos

Lançado nessa segunda-feira, o Crédito Caixa Tem pode ser solicitado, recebido e pago por aplicativo

A Caixa Econômica Federal lançou, nesta segunda-feira (27/09), o “Crédito Caixa Tem”. O programa disponibilizará duas linhas de crédito, ambas, com o valor de contratação que varia de R$ 300 a R$ 1000, taxa de juros de 3,99% e com o pagamento em até 24 vezes.

O que difere as linhas são as destinações dos recursos, o Crédito Caixa Tem Pessoal é um empréstimo livre para que o cliente utilize de acordo com sua necessidade, e o Crédito Caixa Tem para o Seu Negócio será destinado a despesas com as empresas, como aluguel, pagamento de fornecedores, contas de água, luz, internet, compra de matérias-primas etc.

A nova linha de crédito foi projetada para abranger um grande número de trabalhadores informais que não estão com acesso ao sistema bancário formal. “O que estamos fazendo nessa fase é ajudar as pessoas que estavam recebendo o auxílio emergencial e outras também, a grande maioria informal, que quando vão tomar um crédito elas pegam [com juros] a partir de 15% ao mês, fora do sistema financeiro”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

“Com o tempo, outras instituições poderão atuar com esse público, como reflexo da concorrência de mercado”, conclui Guimarães.

Como faço para participar?

Primeiramente, se já possui acesso ao Caixa Tem, é necessário atualizar o aplicativo no seu celular, e em seguida, o cadastro. Depois de digitalizar o documento de identidade e enviar uma foto do rosto, em até 10 dias a avaliação do cadastro será concluída.

Quando a possibilidade de crédito for aberta de acordo com a data do seu aniversário, poderá ser realizada, pelo aplicativo, uma consulta do possível limite a ser disponibilizado e fazer uma simulação. O empréstimo será creditado na Poupança Digital, assim como as parcelas de pagamento.

Confira as datas:

  • Nascidos em março e abril: 18 de outubro
  • Nascidos em maio e junho: 8 de novembro
  • Nascidos em julho e agosto: 29 de novembro
  • Nascidos em setembro e outubro: 13 de dezembro
  • Nascidos em novembro e dezembro: 27 de dezembro

Não tenho Caixa Tem

Se não possui uma conta digital no aplicativo Caixa Tem, a partir de novembro, poderá solicitar acesso às linhas de crédito disponíveis do banco. A inclusão de novos usuários também obedecerá ao mês do aniversário, confira:

  • Nascidos em janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho: 8 de novembro
  • Nascidos em julho e agosto: 29 de novembro
  • Nascidos em setembro e outubro: 13 de dezembro
  • Nascidos em novembro e dezembro: 27 de dezembro

Fonte: Agência Brasil

 

2021-09-28T12:37:02-03:00setembro 28th, 2021|Categories: ABEVD News, Notícias do Setor|

É revendedora de produtos de beleza? Use as redes a seu favor e ganhe mais!

A venda de produtos de beleza está em alta e podemos provar. Você sabia que o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos cresceu mesmo em meio à pandemia. Não é tão difícil observar o boom desse mercado. No último ano, alguns termos relacionados a esse universo, como skin care, autocuidado e SPA em casa, começaram a circular com maior frequência, especialmente nas redes sociais. Os rituais de beleza, finalmente, ganharam o seu devido espaço. Portanto, se você já é uma revendedora de produtos de beleza ou pretende começar o seu negócio agora, fique com a gente até o final.

Segundo a associação que representa as empresas do setor de beleza e higiene pessoal, a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), as vendas cresceram 22,6% só no mês de julho do ano passado. Já as vendas na categoria de cuidados com o rosto apresentaram um crescimento de 30,9% de janeiro a outubro de 2020.

E se entrarmos no mérito das vendas online, vamos observar que o crescimento foi ainda maior. As medidas de distanciamento social impulsionaram as vendas pela internet e os produtos de cuidados com a pele não ficaram para trás. De acordo com um estudo feito pela agência Corebiz, de São Paulo, o faturamento do comércio eletrônico de cosméticos, em todo território nacional, cresceu 68%, entre 1º de março e 14 de junho de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Bom, se você tinha alguma dúvida sobre o quão próspero pode ser começar o seu negócio como revendedora de cosméticos ou investir para ampliar o que já faz nessa área, acho que – com esses dados – já deu pra ganhar mais confiança e se preparar para botar a mão na massa, não é mesmo?

Mas como fazer isso? Como fazer o seu negócio vender ainda mais? Já te conto!

3 passos para vender mais produtos de beleza pelas redes sociais

Umas das vantagens de revender produtos de beleza é que você já sai com alguns passos na frente: você tem um fornecedor de confiança, um produto reconhecido e consolidado no mercado e um nome que – muitas vezes – já vende por si só. Então, a pergunta que cabe aqui é: como se destacar no meio de outras revendedoras?

É aí que vai entrar toda a sua malemolência empreendedora. Siga esses dois passos simples que vai dar tudo certo.

Crie a sua loja virtual
Você precisa de uma vitrine para expor os seus produtos, certo? Já ensinamos por aqui Como tirar a sua loja online do papel em 3 passos. Mas se você quiser simplificar ainda mais sua vida, pode criar apenas um perfil profissional no Facebook e Instagram e começar a vender imediatamente. Você também pode criar uma lista de transmissão no WhatsApp e manter as suas clientes sempre informadas das novidades. Na hora de cobrar, pode contar com o Link Getpay. Essa é uma das formas mais fáceis de vender online. Basta pegar o link do produto e enviar para o cliente pelas redes sociais, como Instagram e WhatsApp, ou por e-mail. Este link leva o cliente para uma página onde ele pode efetuar a sua compra de maneira prática e rápida.

Capriche na divulgação
Quando você trabalha com revenda de produtos, muitas vezes a própria marca disponibiliza material de divulgação. Mas saiba que é sempre bom criar o seu próprio jeitinho de se comunicar com o seu público. Prepare Reels criativos falando sobre os benefícios dos produtos, faça lives para apresentar as novidades, crie conteúdo informativo e relevante. Use toda a sua criatividade para se aproximar e engajar a sua audiência. Não tem como dar errado!

Fonte: GetNet

2021-09-21T08:55:55-03:00setembro 21st, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza curso de Visão 360º sobre a Venda Direta

Passando por desafios logísticos, marketing e até aspectos jurídicos, grandes nomes do setor dão aulas no curso EAD da ABEVD

O setor de vendas diretas está em constante desenvolvimento. Novos conceitos, visões de comunicação, estratégias logísticas surgem a todo momento, e para acompanhar as mudanças é necessário estar sempre bem informado. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou, nos dias 13, 14, 15, 16 e 17 de setembro, o Curso Visão 360º para empresas e empreendedores independentes se atualizarem sobre esse importante setor para a economia brasileira.

Com cerca de 20 pessoas, o curso começou com uma apresentação geral, realizada pelo coordenador do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD, Eduardo Fernandes, que trouxe conceitos e as transformações ocorridas na Venda Direta com o passar do tempo. O assunto é importante tanto para novatos como para veteranos, que desejam permanecer e obter sucesso cada vez mais.

O presidente da Royal Prestige, Paulo Moledo, foi o segundo convidado trazendo assuntos técnicos, para estabelecer uma gestão comercial assertiva e desenvolver um plano de negócio eficiente, com o objetivo de atrair mais empreendedores independentes e aumentar esse canal de vendas que funciona por relações. “Entender o perfil do distribuidor é essencial para atraí-lo”, disse.

No cenário pandêmico, a logística foi um grande desafio para empresas e empreendedores, considerando aumento de demanda e restrição de contatos presenciais. Para tratar desse assunto, a gerente operacional da Jeunesse, Wandy Verza, comandou a quarta aula do curso, e ensinou estratégias para oferecer opções de entrega aos consumidores e reduzir custos.

E para falar sobre logística e compartilhar soluções, a ABEVD planeja a criação de um grupo. Os interessados em participar devem enviar um e-mail para [email protected] com assunto “Reunião – Desafios Logísticos”.

Em meio a tantas informações e propagandas que os consumidores são apresentados nas mídias sociais, estabelecer uma comunicação e plano de marketing de sucesso é desafiador. O diretor de marketing da Akmos, Ricardo Nakai, explicou que é indispensável pensar no cliente com singularidade, além de entender que cada meio de comunicação possui seu público. “Uma grande marca é mais que isso. Mais que produtos, as pessoas compram afeto e lembrança”, explicou.

Encerrando a semana de aprendizado, a diretora jurídica da Natura &Co e coordenadora do Comitê Fiscal e Jurídico da ABEVD, Kassia Reis, enfatizou a importância de ter conhecimento em questões jurídicas e tributárias para os que atuam na Venda Direta, para acima de tudo, ter seguridade e trabalhar com legalidade. “Se tivermos um sistema simples e uniforme, ninguém vai ter problema”, defendeu.

“Um dos papéis da ABEVD é possibilitar, de maneira ética, às empresas e seus empreendedores, educação e conhecimento. É sempre uma vitória e felicidade cursos completos que agregam como esse”, comemorou a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

2021-09-17T17:23:40-03:00setembro 17th, 2021|Categories: ABEVD News|

ABEVD representa setor de Venda Direta em reuniões parlamentares

Foi debatido a emenda que a ABEVD pretende apresentar a PL 3887/2020, que institui a CBS

Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, representantes da Venda Direta, Thiago Fraga, Diretor de Assuntos Institucionais da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Mayara Rodrigues, Relações Governamentais da Mary Kay, e Thaíse Mendes, Relações Governamentais da Herbalife Nutrition, compareceram em reuniões com deputados e assessores parlamentares, para defender os interesses do setor e apresentar propostas.

Os representantes se reuniram com o deputado Luiz Carlos Motta (PL/SP), relator do Projeto de Lei (PL) 3887/2020, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços – CBS, unificação do PIS e COFINS. A ABEVD pretende apresentar uma emenda para modificar o art. 3º desse PL, que, atualmente, equipara pessoas físicas às pessoas jurídicas como contribuintes da CBS.

A sugestão do deputado Hugo Motta (Republicanos/PE) foi de que o setor se reunisse com outras lideranças e também se colocou a disposição de novos encontros, após ser apresentado a importância econômica para o país da Venda Direta.

Ao se reunirem com o deputado General Peternelli (PSL/SP), os representantes do setor conheceram a proposta do parlamentar de Reforma Tributária, que tem como principal pleito o combate à sonegação de impostos e a simplificação do sistema tributário. O projeto também busca tributar diretamente as transações financeiras, excluindo todas as obrigações acessórias, como é o caso da nota fiscal.

A assessora do deputado Luis Tibé (Avante/MG) sugeriu engajamento pelas redes sociais, para chamar a atenção do setor e dos parlamentares, sobretudo considerando a proximidade com o ano de eleição.

O assessor do líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP/PR), Luis Claudio, ao se encontrar com os representantes da Venda Direta, defendeu a criação de um imposto moderno, visando acabar com as exceções e os impactos no setor. Também disse que acredita que a CBS deve ser aprovada, o que exige a continuidade de engajamento da ABEVD com os demais parlamentares.

O deputado Marcelo Freixo (PSB/RJ), demonstrou disponibilidade para apresentar a emenda proposta pela ABEVD aos partidos que compõem a minoria, mas alertou ser necessário que a ABEVD converse com as demais bancadas da oposição.

O deputado Fred Costa (Patriota/MG) sugeriu um levantamento de dados por parte da ABEVD relativos às faixas de renda, demonstrando como ocorre a tributação atualmente e como será. Além de discutir impactos da CBS no setor, o parlamentar e sua assessoria buscam uma parceria para dar visibilidade as pautas de combate a maus tratos animais e testes de produtos em animais – temas propostos para serem abordados no podcast da ABEVD –, sugerindo uma exposição na Câmara dos Deputados com dados sobre as empresas do setor que já testaram produtos em animais e as que não testam atualmente.

A ABEVD fará um levantamento de mais dados e retornará para novas agendas na Câmara dos Deputados em breve, para seguir defendendo os interesses do setor e mantendo um relacionamento com os três poderes.

2021-09-14T16:53:23-03:00setembro 14th, 2021|Categories: ABEVD News|

Quando há um planejamento pró-ativo, uma crise é apenas parte do plano

Ter um plano confortável que é mais pró-ativo do que reativo e definir a expectativa de que nada sairá como planejado, mas que cada mudança é planejada, ajuda a garantir o sucesso.

Todos nós olhamos pela janela enquanto a chuva e os relâmpagos destruíam nossas esperanças do que seria aquele dia. Quando crescemos, sempre nos disseram para ter um Plano B. Mas, como planejadores de eventos, planejamos essas variáveis porque com tantas pessoas envolvidas e tantas coisas em jogo – o show deve continuar.
Os planejadores de eventos, os pivotadores originais, lidam com muitas coisas, desde o clima imprevisível, transformando um jantar elegante na praia em um pesadelo arenoso, até erupções vulcânicas que aterrissam voos que prendem um orador principal em um local que exigirá ligações intermináveis de trens, carros e barcos para chegar ao palco. Eles felizmente resolvem esses problemas a fim de atingir seu objetivo; mas 2020 tinha algo diferente em mente para o mundo dos eventos e viagens, e para todos nós.

2020 não apenas nos lembrou de que as coisas mudam, mas revelou totalmente o fato de que os melhores planos são crivados de vulnerabilidade. E também, não há solução de problemas criativos para mudar efetivamente o que acontece quando o mundo entra de cabeça em uma pandemia global. Para a maioria de nós, o show não continuou em 2020. Ficamos confusos, surpresos, decepcionados e um pouco assustados. Ao olhar para 2021, tivemos que mudar nosso pensamento e planejar dentro de uma pandemia, não em caso de uma.

Ao projetar nosso plano de gestão de crises para 2021 no final de 2020, estávamos determinados a tornar nossos eventos o mais à prova de crises possível, motivados pela decepção de cancelar nossa Conferência Anual de Membros no início do ano. Nossa solução (o plano) foi criar três versões do nosso evento de assinatura: um presencial ou físico (A), um híbrido de físico e virtual (B) e por último, um totalmente virtual (C) e estar pronto para executar qualquer versão única ou uma combinação em um determinado momento, sabendo que não passamos por todas as turbulências que o COVID-19 continua a causar. Cada decisão tomada tinha que funcionar para todos os 3 cenários (A, B e C) e ser intercambiáveis e gerenciadas por uma pequena equipe em tempo hábil.

Nossa decisão de realizar a conferência em Sydney foi baseada no fato de que 70% de nossos membros residem em Nova Gales do Sul (mesma região de Sydney). Ou seja, mesmo com o fechamento das fronteiras, ainda cumpriríamos o número mínimo de acordo com nosso contrato de local e seríamos capazes de realizar uma conferência híbrida – uma combinação de A e B. Isso nos permitiu escolher o local com o melhor plano COVID e uma sala para acomodar todos os nossos delegados, mesmo em uma restrição de 4 metros quadrados e vender ingressos que seriam automaticamente revertidos para ingressos virtuais se um evento físico se mostrasse impossível.

Um bloqueio estadual na semana anterior à conferência nos deu a oportunidade de testar o plano, quando perdemos quase 15% de nossos delegados devido à proibição de viagens para vitorianos que entraria em vigor três dias antes da data de início da conferência. Conseguimos trocar as passagens físicas em situação de confinamento ou desconfortáveis de viajar por ingressos virtuais dentro de dez minutos após o anúncio da proibição de viagens. As comunicações se seguiram imediatamente, não permitindo espaço para confusão, especulação e, o mais importante, nosso público virtual se sentiu considerado e valorizado.

O show foi projetado em blocos de duas horas para garantir que nossos participantes virtuais se sentissem parte dele tanto quanto possível e no tempo de inatividade nossos participantes físicos estivessem livres para se misturar. E como estávamos incorporando a tecnologia necessária para permitir uma combinação de conteúdo físico e de fluxo; sabíamos que também era possível tornar-se totalmente virtual. Essa tecnologia também nos permitiu aproximar palestrantes e apresentadores de todo o mundo, a maioria dos quais ficou mais do que felizes em participar ao vivo do conforto de sua casa.

Um apresentador, programado para aparecer ao vivo no palco naquela manhã, acordou a Direct Selling Austrália para informar que seu voo para Sydney foi cancelado, impedindo efetivamente sua presença. Uma mensagem de texto e um e-mail depois, ele foi imediatamente colocado em nossa configuração de palestrante virtual e apresentou sua palestra naquela manhã no horário e sem incidentes. Planejar dessa forma significava que para a equipe de DSA não havia surpresas, apenas soluções pré-existentes. Nosso público foi informado do que aconteceu durante a introdução, mas ninguém saberia que não foi planejado (mas foi, em certo sentido).

O que, no final das contas, manteve nossa conferência de 2021 em boa posição foi empregar uma maneira diferente de encarar a gestão de crises e manter nossos associados engajados, independentemente de sua localização. E nas mais de 8 horas de conteúdo apresentado, apenas 15 minutos foram pré-gravados pelo design, estrategicamente para manter o máximo possível da sensação ao vivo. Pouco mais de duas semanas depois, Sydney estaria mergulhada em um bloqueio que ainda continua.

Claro, tivemos um pouco de sorte, mas também tínhamos um plano sólido e, no futuro, todos os eventos terão o mesmo planejamento ABC com duas datas, a publicada e a de backup com todos os nossos participantes e apresentadores cientes e liberados para qualquer uma delas.

Tivemos ótimas experiências e aprendizados neste ano planejando e hospedando eventos de venda direta com participantes e apresentadores físicos e virtuais. Alguns incluem:

– Verifique todos os contratos com uma nova ótica
– Negociar novos números mínimos
– Envolva palestrantes prontos para apresentações “físicas” e “virtuais”
– Tenha comunicações de crise escritas e prontas para enviar, então não é uma crise
– Tenha datas de reserva com o local e os principais apresentadores
– Tenha todas as decisões com A, B e C em mente
Todas as mudanças impostas nos últimos 18 meses, às vezes, nos deixam um pouco tontos; mas o plano nos mantém ancorados e capazes de seguir em frente.

Este artigo foi escrito por Gillian Stapleton, CEO da Direct Selling Austrália. Gill foi nomeada CEO da Direct Selling Austrália em julho de 2016 como a primeira mulher indicada para este cargo nos 54 anos de história da Associação. Ela começou sua carreira como professora no Reino Unido, mas ingressou em um negócio de venda direta domiciliar, para que pudesse ser mãe em tempo integral de seus dois filhos. Alcançando grande sucesso ao administrar seu próprio negócio, Gill recebeu a oferta de um cargo corporativo na Austrália em 2000. Gill já atuou como membro do Conselho da DSA e corre maratonas em seu tempo livre.

Publicado por The World of Direct Selling (https://worldofdirectselling.com/)

2021-09-13T11:57:01-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|
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