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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

“Não existe Omnilife e, para mim, não existe Venda Direta sem o empreendedor independente”

O gerente geral da Omnilife conta sua trajetória e o que te motiva a estar no setor há quase três décadas

Há sete anos na gerência da Omnilife e passando pelos países Peru, Chile, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai, Ivon Neves é gerente geral no Brasil dessa empresa que trabalha com suplementos nutritivos e acessórios esportivos.

Bacharel em administração pela Fundação Instituto de Administração, MBA em Estratégia Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Ivon destaca que a maior motivação de trabalhar na Venda Direta é a transformação que ela traz, profissional e pessoal, aos empreendedores independentes.

Ivon conta que iniciou sua atuação profissional em um polo petroquímico, mas se encontrou na Venda Direta, e está com quase 30 anos de experiência na área.

Para falar sobre sua trajetória no setor, ele concedeu uma entrevista para a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Acompanhe.

ABEVD – Como foi seu início na Venda Direta?

Ivon Neves – Muito interessante olhar para trás, em 1995, e ver tudo que mudou de lá para cá. Eu saí de uma indústria petroquímica para uma indústria de cosméticos de vendas diretas, ou seja, não tinha nada a ver, né?! Foi muito bacana esse início, porque deu para entender exatamente a dinâmica, porque eu não conhecia na época. Eu escutava a respeito de empresas onde pessoas que revendiam produtos, mas até então eu não entendia que aquilo se chamava Venda Direta.

ABEVD – E o que mais te atrai nesse mercado?

Ivon Neves – A principal motivação, na minha cabeça, certamente, é o que a gente gera de transformação para os nossos empreendedores independentes. Ver pessoas que estavam desempregadas ou que não tinham uma formação completa, academicamente falando, se desenvolvendo como empreendedor é gratificante. A Venda Direta tem esse cunho social muito intenso, eu a enxergo como muito inclusiva.

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em entrar nas vendas diretas?

Ivon Neves – A grande dica é: saiba o que você quer, esse é o ponto, porque daí o plano é uma consequência. A pessoa quer entrar nesse negócio para consumir os produtos e serviços? Então, ela tem que ter essa clareza para saber como comprar com desconto ou poder usufruir dos serviços sendo um empreendedor independente. Se essa pessoa tem a necessidade de um complemento de renda ao trabalho que ela tem, é preciso saber quanto mais quer ganhar. Se a pessoa quer se dedicar exclusivamente a esse negócio, precisa entender o momento de fazer essa transição. Essas pessoas podem buscar, junto às empresas, tirar dúvidas e receber uma guia do que fazer, mas, principalmente, dos próprios empreendedores independentes das nossas empresas. Eles são as pessoas que estão no dia a dia e podem estar contribuindo para quem está chegando agora.

ABEVD – E para a Omnlife, qual a importância dos empreendedores independentes?

Ivon Neves – Não existe Omnlife e, para mim, não existe Venda Direta sem o empreendedor independente. Ele é a grande expressão das marcas que ele representa. De nada adianta ter o produto sem ter as pessoas que levam os produtos a outras pessoas, seja ao consumidor ou para outros empreendedores. A nossa marca tem o fundo de cor roxa, e eles falam que corre a cor roxa nas veias. Essa brincadeira que fazem mostra o nível de compromisso que essas pessoas têm com o produto, com a empresa, mas, principalmente, com elas próprias. Eu não diria que eles são disseminadores de marca, eles vivem a marca e são a própria marca. Não conseguimos viver um sem o outro. Estar perto deles e servi-los é o grande objetivo que nós temos como empresa.

ABEVD – O que a Omnilife faz para educar e capacitar seus empreendedores?

Ivon Neves – Acreditamos na capacitação frequente. Nós temos uma plataforma fantástica e gratuita chamada Crescendo, que traz o passo a passo para o empreendedor independente desde o primeiro dia, primeira quinzena, até os primeiros 90 dias. Além disso, os eventos corporativos, comuns antes da pandemia, proporcionam bons momentos de capacitação, onde a gente fala sobre produtos, serviços novos e boas práticas. Falamos que trabalhamos com multi desenvolvimento dentro da Omnilife, porque não olhamos o nosso empreendedor somente pelo ângulo financeiro ou social, e sim de uma maneira integral.

ABEVD – Como a pandemia alterou sua forma de trabalho?

Ivon Neves – Eu já estava com hábito de estar no escritório, com uma equipe, trabalhando com eles intensamente, ou viajando pelo Brasil ou para fora, e isso mudou, radicalmente, da noite para o dia. Precisamos estabelecer protocolos quase que de maneira imediata para poder implementar o trabalho remoto a toda nossa equipe. Nesse processo, precisamos levar equipamentos, ajudar as instalações, ensinar como fazer. Redesenhamos o modelo de trabalho, com esquema de fazer o pedido a distância e passar somente para retirar nos 14 centros de retiradas espalhados no Brasil. Quase 70% das nossas vendas hoje são feitas online. Para os empreendedores, houve aquele susto no primeiro momento, mas depois de dois meses vimos um crescimento forte dos nossos próprios empreendedores. Eles mantiveram o negócio ativo se reinventando, usando chamadas de vídeo, telefônicas, redes sociais e e-mails. Eles não pararam o negócio, e é muito gratificante ver acontecer. É um aprendizado generalizado, e que veio num momento muito diferente, mas que forçou a gente até repensar algumas coisas, que talvez, no passado, fossem paradigmas.

ABEVD – Como você avalia o desemprenho da Omnilife no momento de pandemia? E os planos para pós-pandemia?

Ivon Neves – Eu tenho um orgulho muito grande de dizer que, em 2020, nós batemos recordes de vendas, obtendo um faturamento histórico na empresa durante a pandemia. Vemos que o modelo de Venda Direta está a cada dia mais forte e maduro. Em 2021, também estamos crescendo em relação a 2020 e queremos seguir assim. O mais importante, onde a gente tem focado e direcionado mais energia, é o que mais a gente pode fazer pelos nossos empreendedores independentes. Tipos de serviços, motores de pagamento, formas de entrega, como podemos ajudá-los ainda mais daqui para frente

ABEVD – A economia brasileira, durante a pandemia, caiu e a Venda Direta cresceu. Você acredita que adicionar a Venda Direta nos canais de vendas de empresas que não tinham ainda se aventurado por meio, é um caminho para elas se manterem no mercado?

Ivon Neves – Sem dúvida. Todas as empresas estão colocando multi canais como a espinha dorsal do seu modelo de negócios, então sim, eu vejo grandes empresas, inclusive, entrando para a venda direta, talvez no primeiro momento de uma maneira mais tímida. Acredito que isso vai acontecer para todos os negócios no mundo. O multi canal já não é mais aquela novidade, é questão de sobrevivência.

ABEVD – E na sua carreira, quais foram os maiores desafios?

Ivon Neves – Eu não diria que ele foi, ainda é o maior desafio conciliar a vida pessoal com a profissional. No início de carreira, eu era solteiro, mas depois eu me casei e tive três filhas, me mudei bastante de cidade e também de país. Meu desejo é manter um equilíbrio, porque somos um ser único e integral. Não tem o profissional, não tem o pessoal, tudo faz parte de indivíduo só.

ABEVD – Qual a maior contribuição que você pretende deixar como gerente geral da Omnilife?

Ivon Neves – O maior legado que pretendo deixar é uma maior quantidade de empreendedores independentes trabalhando com a Omni, com a paixão que os atuais têm. Mais que apaixonados, eles são muito engajados com a marca e com o propósito dela.

ABEVD – Nos seus momentos livres, o que gosta de fazer?

Ivon Neves – Tem sido poucos, viu (risos). Mas eu adoro cinema, adoro arte de uma maneira geral, esportes, viajar, tanto que um dos maiores efeitos colaterais da pandemia tenha sido não poder ir para cinema, teatro e fazer viagens. Eu amo estar com a minha família. Recentemente mudamos de casa e temos curtido muito a nossa casa. Eu gosto de estar com minhas filhas e escutá-las. Sempre que posso escapar, gosto de ir com a minha família para o campo ou para a praia.

2021-10-15T11:43:09-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD News|

Novo crédito da Caixa vai beneficiar milhões de trabalhadores autônomos

Lançado nessa segunda-feira, o Crédito Caixa Tem pode ser solicitado, recebido e pago por aplicativo

A Caixa Econômica Federal lançou, nesta segunda-feira (27/09), o “Crédito Caixa Tem”. O programa disponibilizará duas linhas de crédito, ambas, com o valor de contratação que varia de R$ 300 a R$ 1000, taxa de juros de 3,99% e com o pagamento em até 24 vezes.

O que difere as linhas são as destinações dos recursos, o Crédito Caixa Tem Pessoal é um empréstimo livre para que o cliente utilize de acordo com sua necessidade, e o Crédito Caixa Tem para o Seu Negócio será destinado a despesas com as empresas, como aluguel, pagamento de fornecedores, contas de água, luz, internet, compra de matérias-primas etc.

A nova linha de crédito foi projetada para abranger um grande número de trabalhadores informais que não estão com acesso ao sistema bancário formal. “O que estamos fazendo nessa fase é ajudar as pessoas que estavam recebendo o auxílio emergencial e outras também, a grande maioria informal, que quando vão tomar um crédito elas pegam [com juros] a partir de 15% ao mês, fora do sistema financeiro”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

“Com o tempo, outras instituições poderão atuar com esse público, como reflexo da concorrência de mercado”, conclui Guimarães.

Como faço para participar?

Primeiramente, se já possui acesso ao Caixa Tem, é necessário atualizar o aplicativo no seu celular, e em seguida, o cadastro. Depois de digitalizar o documento de identidade e enviar uma foto do rosto, em até 10 dias a avaliação do cadastro será concluída.

Quando a possibilidade de crédito for aberta de acordo com a data do seu aniversário, poderá ser realizada, pelo aplicativo, uma consulta do possível limite a ser disponibilizado e fazer uma simulação. O empréstimo será creditado na Poupança Digital, assim como as parcelas de pagamento.

Confira as datas:

  • Nascidos em março e abril: 18 de outubro
  • Nascidos em maio e junho: 8 de novembro
  • Nascidos em julho e agosto: 29 de novembro
  • Nascidos em setembro e outubro: 13 de dezembro
  • Nascidos em novembro e dezembro: 27 de dezembro

Não tenho Caixa Tem

Se não possui uma conta digital no aplicativo Caixa Tem, a partir de novembro, poderá solicitar acesso às linhas de crédito disponíveis do banco. A inclusão de novos usuários também obedecerá ao mês do aniversário, confira:

  • Nascidos em janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho: 8 de novembro
  • Nascidos em julho e agosto: 29 de novembro
  • Nascidos em setembro e outubro: 13 de dezembro
  • Nascidos em novembro e dezembro: 27 de dezembro

Fonte: Agência Brasil

 

2021-09-28T12:37:02-03:00setembro 28th, 2021|Categories: ABEVD News, Notícias do Setor|

É revendedora de produtos de beleza? Use as redes a seu favor e ganhe mais!

A venda de produtos de beleza está em alta e podemos provar. Você sabia que o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos cresceu mesmo em meio à pandemia. Não é tão difícil observar o boom desse mercado. No último ano, alguns termos relacionados a esse universo, como skin care, autocuidado e SPA em casa, começaram a circular com maior frequência, especialmente nas redes sociais. Os rituais de beleza, finalmente, ganharam o seu devido espaço. Portanto, se você já é uma revendedora de produtos de beleza ou pretende começar o seu negócio agora, fique com a gente até o final.

Segundo a associação que representa as empresas do setor de beleza e higiene pessoal, a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), as vendas cresceram 22,6% só no mês de julho do ano passado. Já as vendas na categoria de cuidados com o rosto apresentaram um crescimento de 30,9% de janeiro a outubro de 2020.

E se entrarmos no mérito das vendas online, vamos observar que o crescimento foi ainda maior. As medidas de distanciamento social impulsionaram as vendas pela internet e os produtos de cuidados com a pele não ficaram para trás. De acordo com um estudo feito pela agência Corebiz, de São Paulo, o faturamento do comércio eletrônico de cosméticos, em todo território nacional, cresceu 68%, entre 1º de março e 14 de junho de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Bom, se você tinha alguma dúvida sobre o quão próspero pode ser começar o seu negócio como revendedora de cosméticos ou investir para ampliar o que já faz nessa área, acho que – com esses dados – já deu pra ganhar mais confiança e se preparar para botar a mão na massa, não é mesmo?

Mas como fazer isso? Como fazer o seu negócio vender ainda mais? Já te conto!

3 passos para vender mais produtos de beleza pelas redes sociais

Umas das vantagens de revender produtos de beleza é que você já sai com alguns passos na frente: você tem um fornecedor de confiança, um produto reconhecido e consolidado no mercado e um nome que – muitas vezes – já vende por si só. Então, a pergunta que cabe aqui é: como se destacar no meio de outras revendedoras?

É aí que vai entrar toda a sua malemolência empreendedora. Siga esses dois passos simples que vai dar tudo certo.

Crie a sua loja virtual
Você precisa de uma vitrine para expor os seus produtos, certo? Já ensinamos por aqui Como tirar a sua loja online do papel em 3 passos. Mas se você quiser simplificar ainda mais sua vida, pode criar apenas um perfil profissional no Facebook e Instagram e começar a vender imediatamente. Você também pode criar uma lista de transmissão no WhatsApp e manter as suas clientes sempre informadas das novidades. Na hora de cobrar, pode contar com o Link Getpay. Essa é uma das formas mais fáceis de vender online. Basta pegar o link do produto e enviar para o cliente pelas redes sociais, como Instagram e WhatsApp, ou por e-mail. Este link leva o cliente para uma página onde ele pode efetuar a sua compra de maneira prática e rápida.

Capriche na divulgação
Quando você trabalha com revenda de produtos, muitas vezes a própria marca disponibiliza material de divulgação. Mas saiba que é sempre bom criar o seu próprio jeitinho de se comunicar com o seu público. Prepare Reels criativos falando sobre os benefícios dos produtos, faça lives para apresentar as novidades, crie conteúdo informativo e relevante. Use toda a sua criatividade para se aproximar e engajar a sua audiência. Não tem como dar errado!

Fonte: GetNet

2021-09-21T08:55:55-03:00setembro 21st, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza curso de Visão 360º sobre a Venda Direta

Passando por desafios logísticos, marketing e até aspectos jurídicos, grandes nomes do setor dão aulas no curso EAD da ABEVD

O setor de vendas diretas está em constante desenvolvimento. Novos conceitos, visões de comunicação, estratégias logísticas surgem a todo momento, e para acompanhar as mudanças é necessário estar sempre bem informado. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou, nos dias 13, 14, 15, 16 e 17 de setembro, o Curso Visão 360º para empresas e empreendedores independentes se atualizarem sobre esse importante setor para a economia brasileira.

Com cerca de 20 pessoas, o curso começou com uma apresentação geral, realizada pelo coordenador do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD, Eduardo Fernandes, que trouxe conceitos e as transformações ocorridas na Venda Direta com o passar do tempo. O assunto é importante tanto para novatos como para veteranos, que desejam permanecer e obter sucesso cada vez mais.

O presidente da Royal Prestige, Paulo Moledo, foi o segundo convidado trazendo assuntos técnicos, para estabelecer uma gestão comercial assertiva e desenvolver um plano de negócio eficiente, com o objetivo de atrair mais empreendedores independentes e aumentar esse canal de vendas que funciona por relações. “Entender o perfil do distribuidor é essencial para atraí-lo”, disse.

No cenário pandêmico, a logística foi um grande desafio para empresas e empreendedores, considerando aumento de demanda e restrição de contatos presenciais. Para tratar desse assunto, a gerente operacional da Jeunesse, Wandy Verza, comandou a quarta aula do curso, e ensinou estratégias para oferecer opções de entrega aos consumidores e reduzir custos.

E para falar sobre logística e compartilhar soluções, a ABEVD planeja a criação de um grupo. Os interessados em participar devem enviar um e-mail para [email protected] com assunto “Reunião – Desafios Logísticos”.

Em meio a tantas informações e propagandas que os consumidores são apresentados nas mídias sociais, estabelecer uma comunicação e plano de marketing de sucesso é desafiador. O diretor de marketing da Akmos, Ricardo Nakai, explicou que é indispensável pensar no cliente com singularidade, além de entender que cada meio de comunicação possui seu público. “Uma grande marca é mais que isso. Mais que produtos, as pessoas compram afeto e lembrança”, explicou.

Encerrando a semana de aprendizado, a diretora jurídica da Natura &Co e coordenadora do Comitê Fiscal e Jurídico da ABEVD, Kassia Reis, enfatizou a importância de ter conhecimento em questões jurídicas e tributárias para os que atuam na Venda Direta, para acima de tudo, ter seguridade e trabalhar com legalidade. “Se tivermos um sistema simples e uniforme, ninguém vai ter problema”, defendeu.

“Um dos papéis da ABEVD é possibilitar, de maneira ética, às empresas e seus empreendedores, educação e conhecimento. É sempre uma vitória e felicidade cursos completos que agregam como esse”, comemorou a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

2021-09-17T17:23:40-03:00setembro 17th, 2021|Categories: ABEVD News|

ABEVD representa setor de Venda Direta em reuniões parlamentares

Foi debatido a emenda que a ABEVD pretende apresentar a PL 3887/2020, que institui a CBS

Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, representantes da Venda Direta, Thiago Fraga, Diretor de Assuntos Institucionais da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Mayara Rodrigues, Relações Governamentais da Mary Kay, e Thaíse Mendes, Relações Governamentais da Herbalife Nutrition, compareceram em reuniões com deputados e assessores parlamentares, para defender os interesses do setor e apresentar propostas.

Os representantes se reuniram com o deputado Luiz Carlos Motta (PL/SP), relator do Projeto de Lei (PL) 3887/2020, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços – CBS, unificação do PIS e COFINS. A ABEVD pretende apresentar uma emenda para modificar o art. 3º desse PL, que, atualmente, equipara pessoas físicas às pessoas jurídicas como contribuintes da CBS.

A sugestão do deputado Hugo Motta (Republicanos/PE) foi de que o setor se reunisse com outras lideranças e também se colocou a disposição de novos encontros, após ser apresentado a importância econômica para o país da Venda Direta.

Ao se reunirem com o deputado General Peternelli (PSL/SP), os representantes do setor conheceram a proposta do parlamentar de Reforma Tributária, que tem como principal pleito o combate à sonegação de impostos e a simplificação do sistema tributário. O projeto também busca tributar diretamente as transações financeiras, excluindo todas as obrigações acessórias, como é o caso da nota fiscal.

A assessora do deputado Luis Tibé (Avante/MG) sugeriu engajamento pelas redes sociais, para chamar a atenção do setor e dos parlamentares, sobretudo considerando a proximidade com o ano de eleição.

O assessor do líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP/PR), Luis Claudio, ao se encontrar com os representantes da Venda Direta, defendeu a criação de um imposto moderno, visando acabar com as exceções e os impactos no setor. Também disse que acredita que a CBS deve ser aprovada, o que exige a continuidade de engajamento da ABEVD com os demais parlamentares.

O deputado Marcelo Freixo (PSB/RJ), demonstrou disponibilidade para apresentar a emenda proposta pela ABEVD aos partidos que compõem a minoria, mas alertou ser necessário que a ABEVD converse com as demais bancadas da oposição.

O deputado Fred Costa (Patriota/MG) sugeriu um levantamento de dados por parte da ABEVD relativos às faixas de renda, demonstrando como ocorre a tributação atualmente e como será. Além de discutir impactos da CBS no setor, o parlamentar e sua assessoria buscam uma parceria para dar visibilidade as pautas de combate a maus tratos animais e testes de produtos em animais – temas propostos para serem abordados no podcast da ABEVD –, sugerindo uma exposição na Câmara dos Deputados com dados sobre as empresas do setor que já testaram produtos em animais e as que não testam atualmente.

A ABEVD fará um levantamento de mais dados e retornará para novas agendas na Câmara dos Deputados em breve, para seguir defendendo os interesses do setor e mantendo um relacionamento com os três poderes.

2021-09-14T16:53:23-03:00setembro 14th, 2021|Categories: ABEVD News|

Quando há um planejamento pró-ativo, uma crise é apenas parte do plano

Ter um plano confortável que é mais pró-ativo do que reativo e definir a expectativa de que nada sairá como planejado, mas que cada mudança é planejada, ajuda a garantir o sucesso.

Todos nós olhamos pela janela enquanto a chuva e os relâmpagos destruíam nossas esperanças do que seria aquele dia. Quando crescemos, sempre nos disseram para ter um Plano B. Mas, como planejadores de eventos, planejamos essas variáveis porque com tantas pessoas envolvidas e tantas coisas em jogo – o show deve continuar.
Os planejadores de eventos, os pivotadores originais, lidam com muitas coisas, desde o clima imprevisível, transformando um jantar elegante na praia em um pesadelo arenoso, até erupções vulcânicas que aterrissam voos que prendem um orador principal em um local que exigirá ligações intermináveis de trens, carros e barcos para chegar ao palco. Eles felizmente resolvem esses problemas a fim de atingir seu objetivo; mas 2020 tinha algo diferente em mente para o mundo dos eventos e viagens, e para todos nós.

2020 não apenas nos lembrou de que as coisas mudam, mas revelou totalmente o fato de que os melhores planos são crivados de vulnerabilidade. E também, não há solução de problemas criativos para mudar efetivamente o que acontece quando o mundo entra de cabeça em uma pandemia global. Para a maioria de nós, o show não continuou em 2020. Ficamos confusos, surpresos, decepcionados e um pouco assustados. Ao olhar para 2021, tivemos que mudar nosso pensamento e planejar dentro de uma pandemia, não em caso de uma.

Ao projetar nosso plano de gestão de crises para 2021 no final de 2020, estávamos determinados a tornar nossos eventos o mais à prova de crises possível, motivados pela decepção de cancelar nossa Conferência Anual de Membros no início do ano. Nossa solução (o plano) foi criar três versões do nosso evento de assinatura: um presencial ou físico (A), um híbrido de físico e virtual (B) e por último, um totalmente virtual (C) e estar pronto para executar qualquer versão única ou uma combinação em um determinado momento, sabendo que não passamos por todas as turbulências que o COVID-19 continua a causar. Cada decisão tomada tinha que funcionar para todos os 3 cenários (A, B e C) e ser intercambiáveis e gerenciadas por uma pequena equipe em tempo hábil.

Nossa decisão de realizar a conferência em Sydney foi baseada no fato de que 70% de nossos membros residem em Nova Gales do Sul (mesma região de Sydney). Ou seja, mesmo com o fechamento das fronteiras, ainda cumpriríamos o número mínimo de acordo com nosso contrato de local e seríamos capazes de realizar uma conferência híbrida – uma combinação de A e B. Isso nos permitiu escolher o local com o melhor plano COVID e uma sala para acomodar todos os nossos delegados, mesmo em uma restrição de 4 metros quadrados e vender ingressos que seriam automaticamente revertidos para ingressos virtuais se um evento físico se mostrasse impossível.

Um bloqueio estadual na semana anterior à conferência nos deu a oportunidade de testar o plano, quando perdemos quase 15% de nossos delegados devido à proibição de viagens para vitorianos que entraria em vigor três dias antes da data de início da conferência. Conseguimos trocar as passagens físicas em situação de confinamento ou desconfortáveis de viajar por ingressos virtuais dentro de dez minutos após o anúncio da proibição de viagens. As comunicações se seguiram imediatamente, não permitindo espaço para confusão, especulação e, o mais importante, nosso público virtual se sentiu considerado e valorizado.

O show foi projetado em blocos de duas horas para garantir que nossos participantes virtuais se sentissem parte dele tanto quanto possível e no tempo de inatividade nossos participantes físicos estivessem livres para se misturar. E como estávamos incorporando a tecnologia necessária para permitir uma combinação de conteúdo físico e de fluxo; sabíamos que também era possível tornar-se totalmente virtual. Essa tecnologia também nos permitiu aproximar palestrantes e apresentadores de todo o mundo, a maioria dos quais ficou mais do que felizes em participar ao vivo do conforto de sua casa.

Um apresentador, programado para aparecer ao vivo no palco naquela manhã, acordou a Direct Selling Austrália para informar que seu voo para Sydney foi cancelado, impedindo efetivamente sua presença. Uma mensagem de texto e um e-mail depois, ele foi imediatamente colocado em nossa configuração de palestrante virtual e apresentou sua palestra naquela manhã no horário e sem incidentes. Planejar dessa forma significava que para a equipe de DSA não havia surpresas, apenas soluções pré-existentes. Nosso público foi informado do que aconteceu durante a introdução, mas ninguém saberia que não foi planejado (mas foi, em certo sentido).

O que, no final das contas, manteve nossa conferência de 2021 em boa posição foi empregar uma maneira diferente de encarar a gestão de crises e manter nossos associados engajados, independentemente de sua localização. E nas mais de 8 horas de conteúdo apresentado, apenas 15 minutos foram pré-gravados pelo design, estrategicamente para manter o máximo possível da sensação ao vivo. Pouco mais de duas semanas depois, Sydney estaria mergulhada em um bloqueio que ainda continua.

Claro, tivemos um pouco de sorte, mas também tínhamos um plano sólido e, no futuro, todos os eventos terão o mesmo planejamento ABC com duas datas, a publicada e a de backup com todos os nossos participantes e apresentadores cientes e liberados para qualquer uma delas.

Tivemos ótimas experiências e aprendizados neste ano planejando e hospedando eventos de venda direta com participantes e apresentadores físicos e virtuais. Alguns incluem:

– Verifique todos os contratos com uma nova ótica
– Negociar novos números mínimos
– Envolva palestrantes prontos para apresentações “físicas” e “virtuais”
– Tenha comunicações de crise escritas e prontas para enviar, então não é uma crise
– Tenha datas de reserva com o local e os principais apresentadores
– Tenha todas as decisões com A, B e C em mente
Todas as mudanças impostas nos últimos 18 meses, às vezes, nos deixam um pouco tontos; mas o plano nos mantém ancorados e capazes de seguir em frente.

Este artigo foi escrito por Gillian Stapleton, CEO da Direct Selling Austrália. Gill foi nomeada CEO da Direct Selling Austrália em julho de 2016 como a primeira mulher indicada para este cargo nos 54 anos de história da Associação. Ela começou sua carreira como professora no Reino Unido, mas ingressou em um negócio de venda direta domiciliar, para que pudesse ser mãe em tempo integral de seus dois filhos. Alcançando grande sucesso ao administrar seu próprio negócio, Gill recebeu a oferta de um cargo corporativo na Austrália em 2000. Gill já atuou como membro do Conselho da DSA e corre maratonas em seu tempo livre.

Publicado por The World of Direct Selling (https://worldofdirectselling.com/)

2021-09-13T11:57:01-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

5 dicas para melhorar a produtividade e retenção de talentos

Existem muitos fatores que afetam o sucesso, e um dos maiores é a nossa capacidade de ser produtivos com os recursos de que dispomos. Em sua essência, a produtividade é uma medida de quão eficaz uma pessoa ou organização é na produção de resultados específicos. Com base em pesquisas recentes, quando um funcionário aumenta a produtividade – isso tem efeitos colaterais que afetam o desempenho dos colegas de trabalho. Os pesquisadores teorizam que observar colegas mais competentes desperta um espírito competitivo e fornece um modelo a ser imitado, levando-os a novos níveis de produtividade.

Ao longo dos anos, tentamos diferentes táticas e estratégias para ajudar a melhorar a produtividade de nossa equipe e hoje vou compartilhar várias das mais impactantes que encontramos.

1. Prevenção de interrupções
O funcionário médio é produtivo apenas 2 horas e 53 minutos por dia. As interrupções diárias incluem “perguntas rápidas” que nunca são rápidas, ligações e ferramentas perturbadoras projetadas para chamar a atenção como Slack, Hangouts, Teams, texto, mensagens instantâneas e notificações por e-mail.

O que fizemos:
Implementamos “horas mágicas” para nossas equipes de analistas e engenheiros
Das 9h às 10h e das 14h às 15h a cada dia, nossa equipe está disponível para dúvidas internas, reuniões, ligações e solicitações por e-mail. No resto do dia, nos concentramos fortemente em manter o tempo “protegido de interrupções” para que os membros da equipe possam se concentrar na entrega do trabalho. Embora todos adorem nunca ser interrompidos, descobrimos que isso é um bom equilíbrio para permitir que as interrupções urgentes ocorram – enquanto, ao mesmo tempo, fornece estabilidade por uma boa parte do dia.

2. Eliminando reuniões ineficazes
Reuniões ineficazes fazem com que os funcionários percam 31 horas por mês. Participar de reuniões que não são produtivas drena a energia, a criatividade e a resistência do funcionário. Semelhante a interrupções, essas reuniões deixam os funcionários esgotados – e tempo pós-reunião é necessário para que eles recarreguem as energias e aumentem sua produtividade ao nível anterior da reunião.

O que fizemos:
Reuniões de 15 minutos
Sempre há uma tendência de “preencher o tempo restante” nas reuniões; assim, muitas reuniões de 30 minutos poderiam ter sido concluídas em muito menos tempo. Descobrimos que, na maioria dos casos, uma reunião rápida de 15 minutos (ou menos) é suficiente para alinhar e determinar as próximas etapas em um desafio. Encontramos participantes que vêm preparados para essas reuniões e vão direto ao ponto, sem perder tempo.

3. Garantindo o alinhamento organizacional
Para que os funcionários atuem em todo o seu potencial, deve haver alinhamento organizacional com os objetivos estratégicos da empresa. Empresas com equipe altamente alinhada aumentam a receita 58% mais rápido e são 72% mais lucrativas do que empresas não alinhadas. Por outro lado, desacordo estratégico pode custar a uma empresa até 25% de sua receita.

O que fizemos:
Objetivos adotados e resultados-chave (OKRs)
No final de cada ano, estabelecemos nossos objetivos de primeira linha e resultados mensuráveis para o novo ano. A partir disso, cada um de nossos executivos, gerentes e membros da equipe são responsáveis por desenvolver e concluir seus resultados-chave específicos que apoiam o objetivo de toda a empresa. A cada trimestre, revisamos o progresso feito por cada departamento, e as equipes estabelecem os novos resultados-chave que concluirão no próximo trimestre. O processo de OKR comunica o que é mais importante para o próximo trimestre e para o ano, capacitando os membros da equipe a entender como seu trabalho está alinhado para atingir os objetivos da empresa.

4. Cultivando o local de trabalho pertencente
Os funcionários que têm um forte senso de pertencimento são 56% mais produtivos do que os funcionários com um sentimento de pertencimento fraco. Pertencer é um forte impulsionador do engajamento dos funcionários, o que leva à produtividade e à retenção. Descobrimos que quando os funcionários interagem em um nível social, isso aumenta sua confiança e desenvolve uma forte comunidade no local de trabalho. Durante o ano passado, tivemos que trabalhar ainda mais duro para manter as pessoas conectadas enquanto trabalhamos principalmente remotamente.

O que fizemos:
Atividades de construção de equipes virtuais
Temos um membro da equipe encarregado de conduzir os eventos da empresa e ela teve que ser ainda mais criativa com as formas de envolver a equipe durante os eventos virtuais. Parece que toda a sociedade está tentando “descobrir isso” e descobrimos que assumir riscos e tentar novas atividades/eventos e aprender com eles tem sido vital. Encontramos maneiras de aumentar o engajamento, criando iniciadores de conversa semanais. Tentamos encontrar maneiras de construir engajamento entre a equipe de várias maneiras.

5. Quebrando a bolha de distorção
Quando as coisas parecem estar indo bem, os líderes podem perder as nuances que sinalizam uma desconexão entre o roteiro de negócios, seus objetivos e processos. O ritmo acelerado dos negócios pode criar uma mentalidade que se concentra em fazer as coisas “serem feitas” e marcá-las em uma longa lista de coisas a fazer. Isso pode levar a fazer o que “sempre fizemos”, levando à estagnação e ao fracasso em evoluir.

O que fizemos:
Lançado o que está certo, errado ou confuso
Regularmente, concluímos um exercício para toda a empresa, onde convidamos cada funcionário a desafiar o “porquê” por trás de tudo e qualquer coisa que fazemos. Cada membro da equipe fornece informações sobre o que está dando certo e funcionando bem, o que está errado e precisa mudar e o que está confuso devido à complexidade desnecessária, falta de comunicação ou outras variáveis. Usamos esse feedback para impulsionar mudanças e melhorar continuamente em todas as áreas de nossa empresa. Este é um processo ideal para dar a todos uma verificação da realidade e permitir que os membros da equipe em todos os níveis sejam ouvidos e suas contribuições consideradas cuidadosamente.

Este artigo foi escrito por Daryl Wurzbacher, CEO da ByDesign Technologies. Daryl começou sua carreira na indústria de vendas diretas em 1999 como diretor de Tecnologia da Informação para uma start-up de vendas diretas. Em 2007, Daryl fez a transição para o lado do fornecedor como diretor de Tecnologia da ByDesign. Suas contribuições estratégicas levaram à sua nomeação como presidente em 2015 e CEO em 2018.

Publicado por The World of Direct Selling (https://worldofdirectselling.com/)

2021-09-13T11:42:44-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza live com empreendedora independente de venda direta sobre personalização do relacionamento

Mari Caramez participa do Papo Direto da ABEVD e dá dicas de como personalizar o relacionamento para cada público

O setor de vendas diretas é, primeiramente, sobre relacionamentos. Antes da venda de produtos e serviços, é necessário lidar com o público, para conhecer seus gostos e particularidades, possibilitando, assim, realizar uma venda assertiva e abrir caminho para que o cliente seja fidelizado.

A ABEVD, pensando nisso, trouxe a empreendedora independente e bacharel em administração, Mari Caramez, para o Papo Direto, programa transmitido através de live na rede social Instagram.

Mari classificou a organização como o ponto chave da gestão de negócios de vendas diretas. “Fidelizar e reter um cliente é muito melhor do que estar sempre atrás de clientes novos”, explica. “Se eu vender um produto hoje eu já anoto, mais ou menos, o tempo que ele dura, para poder entrar em contato com o cliente antes do produto acabar”, completa.

O método de acompanhamento é imprescindível para fazer com que um cliente seja fiel a você. Pois caso contrário, ele pode comprar o produto de preferência com outro empreendedor que tenha a pronta entrega, e essa é a importância de calcular e fazer contato antes do produto chegar ao fim.

“Hoje, seu cliente é bombardeado de propagandas o tempo todo pelas redes sociais, então, essa organização é a maneira de manter a fidelidade dele”, diz Mari.

Mais que produtos, as pessoas buscam, também, soluções. E movimentar as mídias sociais com conteúdos educativos faz com que quem já é cliente e quem poderá ser criem confiança e não vejam o empreendedor só como um meio de adquirir produtos.

Assim, é possível conhecer mais seu público, pelos assuntos que se interessam, fazendo com que seu primeiro contato já seja mais assertivo. “É preciso conhecer bem os produtos que você vende, e antes de indicar a alguém, conhecer bem esse alguém, para dar a essa pessoa opções otimizadas de sua preferência”, alerta a empreendedora.

Para quem deseja ingressar nas vendas diretas, Mari aconselhou buscar produtos que você se identifique e, se possível, faça uso, além de não parar de estudar, não se comparar a ninguém e saber que os resultados não virão de imediato.

A ABEVD oferece cursos (link) de capacitação e possuí códigos de ética que apresentam como realizar um contato agradável com o cliente, com base em respeito. “Se cadastrar em uma empresa é o início na venda direta, os estudos é que vão te manter nesse caminho”, conclui Mari.

Para mais detalhes, assista à live (link) na íntegra.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABEVD

2021-09-13T11:32:36-03:00setembro 13th, 2021|Categories: ABEVD News|

Pix: Conheça as principais vantagens

Os pagamentos via Pix estão disponíveis no Brasil desde novembro de 2020. A nova forma de pagar e receber por meio de dispositivos eletrônicos, em tempo real e até mesmo fora do horário comercial está conquistando os brasileiros.

Neste artigo, vamos detalhar as principais vantagens desta inovação, que promete movimentar a economia brasileira, em conversa com Valter Hass, especialista em Pix, que explicou as principais vantagens dessa nova forma de pagamento.

Vantagens desse tipo de pagamento instantâneo

Os pagamentos instantâneos regulamentados pelo Banco Central do Brasil estão mudando completamente a nossa forma de realizar compras. Isso porque as transações são mais simples, rápidas e baratas.

Veja em detalhes as principais vantagens do Pix:

1. O Pix é rápido
Hoje em dia, quando precisamos fazer uma transferência de um banco para outro, só podemos fazer em dias úteis e em horário comercial, certo?

Pois com o Pix as transferências podem ser feitas 24h, nos sete dias da semana, incluindo feriados e finais de semana!

Além disso, não é mais necessário aguardar que o valor “caia” na conta no dia útil seguinte. Com o Pix, o valor é debitado e creditado em questão de segundos.

2. O Pix é simples
Hoje, para fazer um DOC ou TED, é preciso ter em mãos os dados da pessoa que vai receber a transferência, como nome completo, CPF e números da agência e conta. Já para “fazer um Pix”, nada disso é necessário.

A tecnologia dele é em QR Code, uma espécie de código de barras que pode ser lido de um dispositivo eletrônico, como o celular. É só apontar o dispositivo para o QR Code para pagar ou fazer uma transferência.

Ou digitando a chave Pix, que um “apelido” que o cada correntista dá à sua conta, que pode ser CPF/CNPJ, telefone, e-mail ou chave aleatória.

3. O Pix é democrático
Esse modelo de pagamento instantâneo não está restrito a bancos, logo, demais instituições de pagamento podem se cadastrar para oferecer o serviço, o que democratiza o mercado financeiro.

“Diferente do modelo chinês, no Brasil, teremos maior livre concorrência, com todos participando da mesma forma”, explica.

Além do mais, para você que é microempreendedor ou autônomo, incluir esse modelo de pagamento como forma de pagamento pode aumentar as vendas, já que quem não tem cartões de crédito poderá fazer compras on-line.

Fonte: GetNet

2021-09-13T11:43:27-03:00setembro 12th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins|

ABEVD realiza webinar para debater impactos na Venda Direta dos ajustes fiscais federais

Advogados debatem impactos para empresas e empreendedores independentes de projetos em tramitação no legislativo

Para levar conhecimento às empresas e empreendedores independentes sobre os ajustes fiscais que tramitam no Senado e na Câmara dos Deputados e seus impactos no setor de vendas diretas, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou um webinar nesta quinta-feira (09/09).

O debate contou com a presença virtual de cerca de 60 pessoas, e com os profissionais do direito Lucilene Prado, associada do escritório Derraik&Menezes, Eduardo Gonçalves e Gerson Guerra, do Gonçalves&Guerra Advogados Associados, Rubens Scharlack do escritório Scharlack, Thiago Fraga, diretor do Instituto de Medicina, Engenharia, Segurança do Trabalho e Assessoria Empresarial (Imest) e o sócio da área Tributária do Demarest, Maurício Barros.

Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, ressaltou o papel da entidade. “Um dos nossos pilares é a defesa dos interesses do setor perante a sociedade, buscando sustentabilidade do negócio, demonstrando a importância econômica e social da venda direta e mantendo um relacionamento com os três poderes”, disse.

O Projeto de Lei n° 2337/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados, propõe aumentar a isenção de Imposto de Renda Pessoa Física para os que ganham até R$ 2.500,00, além de diminuir a alíquota do IR das empresas de 15% para 8%. Entretanto, os especialistas pontuam a intenção de tributar os dividendos em 15%, que possuíam isenção desde 1996. “Nesse cenário temos o empresariado apreensivo”, informou o advogado Gerson Guerra.

Também foram discutidos o PL 3887/20, a reforma tributária que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para CBS, que significa Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços, regime não cumulativo com a alíquota de 12%, que abrange todas as atividades do lucro presumido e lucro real.

Na prática, o Simples Nacional não sofre alterações em seu regime tributário. Maurício Barros destacou que o aumento da alíquota pode prejudicar a maior parte dos empreendedores independentes, que possuem renda até R$ 1500,00. Analisou também a definição de Plataformas Digitais e sua responsabilização tributária, que pode impactar e apresentar complicações na economia do ambiente digital, que se tornou o maior meio de vendas diretas.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ABEVD

 

2021-09-13T19:16:16-03:00setembro 10th, 2021|Categories: ABEVD News|
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