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CLIPPING | ABEVD NA MÍDIA

Informações da ABEVD, confira:

ABEVD participa do Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta

O fórum internacional contou com dez associações do setor de diferentes países da América Latina

Para compartilhar experiências e conhecimentos da Venda Direta latino-americana, dez associações de dez países diferentes marcaram presença no Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta, nesta terça-feira (19/04).

O Fórum contou com a presença de representantes do Chile, Equador, Colômbia, Peru, Argentina, Guatemala, Costa Rica, Bolívia, México e Brasil, além da participação especial da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo – na qual Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) faz parte.

A presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, realizou uma apresentação sobre as tendências e inovações das empresas do setor, como o crescimento da preocupação com o consumidor final, como ele se comporta e consome.

A facilidade para realizar o cadastro como empreendedor independente também é importante, com um site mais intuitivo e otimizado. “É importante usar a tecnologia ao nosso favor, e as empresas estão, cada vez mais, fazendo isso”, explica Adriana.

Na área do marketing, mais que olhar para os empreendedores independentes como apenas revendedores, as empresas os valorizam como embaixadores da marca, utilizando das redes sociais para divulgá-las.

A multicanalidade é útil na questão de alavancar vendas em todos os canais. “Lojas em shopping, por exemplo, ao invés de tirar vendas dos empreendedores, funcionam como divulgação e fazem com que eles vendam mais”, acrescenta. A questão da logística foi apresentada como um desafio a ser superado, para realizar entregas diretamente na casa do consumidor com rapidez e eficiência.

Assista na íntegra o Primeiro Fórum Latino-Americano de Venda Direta clicando aqui.

2022-04-20T00:35:15-03:00abril 20th, 2022|Categories: ABEVD News|

Pelo segundo ano consecutivo, Natura & Co é segunda maior empresa de venda direta do mundo; Amway é a líder mundial

Além da segunda posição, a Natura & Co recebeu o prêmio Global Good Awards, que reconhece as empresas que adotam uma abordagem proativa em questões ambientais, filantrópicas e de responsabilidade social

Pelo segundo ano consecutivo, a Natura & Co ocupa o 2º lugar do mundo entre as maiores companhias de Venda Direta, com receita anual de US$ 7,2 bilhões em 2021. Desde 2013, a primeira colocação se mantém com a norte-americana Amway que reportou receita de US$ 8,9 bilhões em 2021. A terceira colocada no ranking também é conhecida dos brasileiros, a Herbalife Nutrition reportou receita, em 2021, de US$ 5,5 bilhões.

O ranking internacional é elaborado pela agência Direct Selling News e reconhece outras cinco empresas de vendas diretas com operações no mercado brasileiro: Herbalife (3º lugar), Vorwerk/Jafra (4º lugar), Tupperware (11ª), Omnilife (22ª), Hy Cite Enterprises/Royal Prestige (31º) e Hinode (38º).

Para a Natura & Co, o crescimento é expressivo desde a aquisição da Avon, visto que, em 2020, o grupo – que inclui, também, a australiana Aesop e a britânica The Body Shop – ocupava a 5ª posição, aumentando a receita e subindo para 2ª posição.

Além do reconhecimento como segunda maior companhia de Venda Direta do mundo, a Natura & Co conquistou o prêmio Global Good Awards, concedido para empresas que adotam uma abordagem proativa em questões ambientais, filantrópicas e de responsabilidade social.

Durante a cerimônia de entrega do prêmio, realizada nos Estados Unidos, Ana Costa, VP da Natura & Co, enviou uma mensagem em vídeo para agradecer a premiação. “O setor de venda direta impacta milhões de vidas e mostrou seu valor e resiliência durante a crise imposta pela pandemia. Durante toda sua trajetória, a Natura & Co firmou compromisso com a vida e temos orgulho disso”.

O reconhecimento para cada uma dessas empresas acontece após meses de pesquisa e da cooperação de muitos indivíduos em todo o mundo. Sempre que possível, a equipe DSN busca registros públicos e documentos de empresas de capital aberto, e quase 80% DSN Global 100 são compilados de empresas privadas.

Confira a lista das maiores empresas de vendas diretas do mundo:

Rank Company Revenue 2021
1 Amway $8.9B
2 Natura &Co $7.2B
3 Herbalife $5.8B
4 Vorwerk $4.6B
5 eXp Realty $3.8B
6 Coway $3.2B
7 Primerica $2.71B
8 Nu Skin $2.7B
9 PM-International $2.38B
10 Atomy $1.83B
11 Tupperware $1.6B
12 Medifast / OPTAVIA $1.53B
13 Oriflame $1.26B
14 USANA $1.19B
15 Telecom Plus $1.13B
16 Ambit $1.04B
17 Scentsy $1.02B
18 Belcorp $1B
19 Beachbody $873M
20 POLA $691M
21 Prüvit $598M
22 Omnilife $563M
23 RIMAN KOREA CO $550M
24 LegalShield $523M
25 Plexus Worldwide $505M
26 MIKI $502M
27 Betterware Mexico $491M
28 Farmasi $459M
29 Nature’s Sunshine $444M
30 New Image International $434M
31 Hy Cite Enterprises $423M
32 Faberlic $418M
33 LR Health & Beauty Systems GmbH $325M
34 For Days $301M
35 Best World Lifestyle $289M
36 Princess House $286M
37 Pro-Partners $279M
38 Vestige Marketing $269M
38 Grupo Hinode $260M
40 Noevir $240M
41 Naturally Plus $230M
42 LifeVantage $220M
43 Immunotec $217M
44 APL Go $211M
45 BearCereju $206M
46 ASEA $188M
47 Giffarine $184M
48 Menard $182M
49 KK Assuran $171M
50 Mannatech $160M
51 Xyngular $153M
52 Zinzino $143M
53 MARUKO $138M
54 DIANA $137M
55 Usborne Books & More $130M
56 NARIS $127M
57 Charle $118M
58 inCruises $109M
2022-04-25T11:18:34-03:00abril 20th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados, Notícias do Setor|

Infomoney – Na próxima década, Pix será protagonista nos meios de pagamento; já o cheque vai sumir, aponta pesquisa

Estudo feito pelo Instituto Locomotiva, com 1.500 pessoas, mostra que ferramenta do BC deve se consolidar ao lado de carteiras digitais e QR Codes

O Pix, ferramenta de transações instantâneas do Banco Central (BC), será o meio de pagamento mais comum nos próximos dez anos, segundo uma pesquisa da Fiserv, empresa de tecnologia de serviços financeiros, feita pelo Instituto Locomotiva.

Do total de entrevistados, 91% acreditam que o recurso vai se popularizar ainda mais.

O top 3 se completa com carteira digital e leitura de QR Codes como meios de pagamentos que os entrevistados acreditam que terão ampla adesão no futuro próximo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de outubro e 3 de novembro de 2021, com 1.500 respondentes com mais de 18 anos e acesso à internet, representando a população do Brasil segundo a  PNAD, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Qual o meio de pagamento mais comum daqui a 10 anos? % de entrevistados*
Pix 91%
Carteira Digital 82%
Leitura de QR Code 81%
Aproximação de smartphone ou smartwatch 78%
Cartão virtual 78%
Cartão físico por aproximação 76%
Leitor de código de barras com smartphone 71%
Pagamentos usando cashback 66%
Débito automático 62%
Cartão na maquininha 46%

*Os entrevistados podiam escolher mais de um meio de pagamento.

O Pix foi lançado em novembro de 2020 em meio à pandemia, que impulsionou a digitalização dos consumidores.

“A experiência para o cliente é muito boa no Pix. É rápido e simples, o que incentiva o uso. E os entrevistados entendem, de acordo com as respostas, que é um recurso que deve crescer cada vez mais. A agilidade e a praticidade da ferramenta hoje em dia são cruciais para ela se consolidar como opção do consumidor”, avalia Rogério Signorini, diretor de Produtos e-commerce da Fiserv para América Latina.

O BC tem uma agenda de inovação e novos produtos para a ferramenta, como o Pix Saque, Pix Troco e Pix Cobrança; além do Pix internacional e Pix offline, que deverão impulsionar este avanço esperado pelos entrevistados, avalia a Fiserv.

Prova do protagonismo que o Pix vem ganhando também vem do e-commerce: as compras online com pagamento via Pix no Brasil saltaram de 1%, em janeiro de 2021; para 4% em dezembro, segundo dados da Neotrust, empresa de monitoramento e prestação de serviço para o e-commerce brasileiro.

Na média, em 2021, o Pix representou 2,3% de todos os métodos de pagamento pela internet no país em 2021.

A pesquisa também mostra que as categorias em que os brasileiros mais compraram com Pix no e-commerce no ano passado foram: moda e acessórios, alimentos e bebidas, beleza e perfumaria, utilidades domésticas e eletroportáteis. Já as de maior faturamento foram: telefonia, informática, eletrodomésticos, móveis e eletrônicos.

Em linha com a visão dos entrevistados pela Fiserv, o estudo da Neotrust mostra que o pagamento no e-commerce com carteiras digitais também subiu em 2021, atingindo 6,03%. Em 2020, o índice de pagamento com este meio chegou a 5,91%, sendo que em 2019 esse número era de apenas 0,26%.

Apesar da adoção estar em andamento, o Pix está no centro de discussões sobre segurança: houve três vazamentos recentes envolvendo dados da ferramenta, e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) já disse que tem preocupação com o uso da ferramenta.

Outras queixas, como o uso da engenharia social (quando criminosos enganam as vítimas para que efetivem transferências que causam prejuízos financeiros) ou mesmo a distração dos consumidores que enviam dinheiro errado, vem trazendo luz aos desafios que o Pix tem pela frente.

Fim do cheque?

Além de apontar que meios de pagamento serão mais utilizados em 10 anos, o estudo feito pelo Instituto Locomotiva também procurou responder quais meios de pagamento devem deixar de existir ou se tornar menos comuns.

O cheque, por exemplo, foi usado por 10% dos entrevistados nos 12 meses anteriores a pesquisa, e é indicado como o mais provável a deixar de existir por 60% dos brasileiros.

Já o TED e o DOC — concorrentes diretos do Pix — aparecem em segundo lugar, com 27% da população apostando em sua extinção.

Ainda, um quarto dos brasileiros também acredita que os pagamentos presenciais em agências bancárias ou lotéricas devem deixar de acontecer.

Outro dado aponta uma tendência guiada pela tecnologia: um em cada cinco brasileiros aposta que o dinheiro em espécie deve desaparecer em 10 anos, sendo substituído pelo uso virtual.

“Na prática, menos pessoas saem de casa com dinheiro físico na carteira hoje. Há muitas opções para todos os públicos. Se não tem o dinheiro, tem como pagar pelo celular, por carteira digital, cartões, etc”, diz Signorini, da Fiserv.

2022-04-19T13:04:45-03:00abril 19th, 2022|Categories: ABEVD News|

Exame – Dicas para vender mais nas redes sociais

Fábio Freitas, da empresa de inbound marketing Bornlogic, e Rubens Sant’anna, professor especialista em Trade Markeking, listam cinco estratégias para turbinar as vendas nas redes sociais

O Brasil é o terceiro país que mais passa tempo nas redes sociais no mundo. De todo o tempo online, mais de dois terços são usados nessas plataformas. Fora isso, os brasileiros também estão entre o público que mais compra pela internet. No país, 43% dos consumidores utilizam mídias sociais para fazer compras, enquanto a média mundial é de 30%. Porém, mais do que canais de atração, as redes sociais melhoram a retenção e a fidelização de clientes.

Só que em meio a tanto conteúdo circulando nas redes, com os empreendedores à mercê dos algoritmos e muitos deles sem verba para investir em anúncios, como se destacar? Segundo Fábio Freitas, head de Indústria da Bornlogic, empresa de inbound marketing, o segredo é investir na criação de um relacionamento entre marca e consumidor.

“Atualmente não somos apenas consumidores, atuamos como influenciadores e podemos acrescentar valor e propósito às estratégias de uma marca”, diz. O especialista salienta que isso é ainda mais importante do que utilizar a última ferramenta da moda.

“Embora existam diversas ferramentas digitais que nasceram com o intuito de melhorar os relacionamentos com a marca, muitas dessas alternativas, se não usadas de forma correta, podem causar mais danos que benefícios”, completa.

Pensando nisso, Freitas e Rubens Sant’anna, professor especialista em Trade Market, compartilharam quais quatro pontos fundamentais para vender pelas redes sociais.

  1. Aposte no calor humano

Pessoas gostam de comprar de pessoas, o contato pessoal pode fazer total diferença na comunicação, já que, com atendimento personalizado, há menos chances de o cliente deixar os produtos no carrinho e nunca finalizar a compra. A personalização se transforma no grande diferencial.

  1. Acredite na criatividade

As pessoas estão se conectando cada vez mais ao lado autêntico dos criadores de conteúdo. Além de o empreendedor/vendedor provocar uma identificação imediata com seu público, por falar a mesma linguagem e viver a mesma realidade, ninguém entende mais do produto do que ele. Assim, ele saberá a forma mais criativa de vender as melhores características do seu produto ou serviço. Vídeos funcionam bem nesse aspecto, porque permitem explorar a criatividade e chamam mais a atenção.

  1. Fale a linguagem de sua região

Campanhas massivas podem funcionar, mas o cliente será muito mais impactado pela marca que fala a mesma linguagem. Anúncios geolocalizados ajudam nessa busca, porque permitem um contato mais próximo. Fale “macaxeira” com quem fala macaxeira, e “mandioca” com quem fala mandioca, e sua mensagem chegará de forma muito mais clara.

  1. Não tenha medo de fazer diferente

Arrisque e com o tempo, é possível entender o que melhor funciona para seu público, e definir estratégias mais ambiciosas de alcance e retorno. O importante é oferecer esse contexto e a proximidade com o consumidor. Naturalmente, as vendas começam a aumentar.

2022-04-19T13:03:23-03:00abril 19th, 2022|Categories: ABEVD News|

Pesquisa aponta que 45% das Representantes da Beleza Avon alcançam independência financeira por meio da venda por relacionamento

Estudo realizado pela Avon, em parceria com a Ipsos, entrevistou 1457 pessoas no Brasil que atuam com a venda de produtos da marca e demonstrou os impactos socioeconômicos gerados em suas vidas

Trabalhar como Representante da Beleza Avon colabora para a autossuficiência e a segurança financeira. Esse foi um dos resultados apontados pela pesquisa global Ganhos Mensuráveis, realizada pela Avon, em parceria com a Ipsos, empresa especializada em pesquisa e inteligência de mercado, que entrevistou 1.457 integrantes de sua força de vendas no Brasil, em sua maioria mulheres, para entender os impactos sociais e econômicos do seu modelo de negócio baseado no empreendedorismo feminino.

O estudo abordou temas como oportunidades no mercado de trabalho, motivos para se tornar Representante, destinos da renda obtida com a revenda de itens da marca, segurança financeira, desenvolvimento profissional, entre outros.

Um dado em especial chama a atenção ao demonstrar que, entre as entrevistadas, 45% já não dependem financeiramente de outras pessoas tanto quanto antes de atuarem na venda por relacionamento. Os lucros adquiridos também auxiliam essas pessoas a colocarem comida na mesa de suas famílias (28%), a construir ou comprar uma casa (21%) e a pagar dívidas (36%). Além disso, a atividade é a maior fonte de renda para a família de 10% delas e um complemento de renda para 42%. Cerca de 37% também consideram o trabalho de Representante como uma garantia para compras e gastos pessoais.

“Para nós, da Avon, que sempre colocamos a Representante no centro de todas as nossas estratégias de negócios e valorizamos tanto o empoderamento feminino, é muito gratificante saber que estamos colaborando para a democratização do acesso a oportunidades de renda e para a evolução pessoal e profissional de todas essas mulheres que movem a Avon. Nosso objetivo é continuar contribuindo para gerar cada vez mais impactos positivos em suas vidas e essa pesquisa retratou que estamos no caminho certo”, conclui Ana Carolina Albuquerque, Diretora de Marketing de Relacionamento.

A pesquisa aponta também que as representantes, em sua maioria com idade de até 34 anos, apresentam uma percepção mais positiva sobre si mesmas, com 53% das entrevistadas afirmando que, hoje, possuem uma autoestima melhor e 68% acreditam no próprio potencial para atingir grandes objetivos.

O levantamento também apontou que 60% das Representantes entrevistadas, graças ao trabalho com a Avon, mudaram para melhor a sua percepção sobre objetivos, sonhos e ambições que uma mulher pode alcançar, seja na vida pessoal ou profissional, quando se tem acesso a oportunidades de renda, estudo e desenvolvimento de habilidades. Além disso, 68% passaram a acreditar mais em seu potencial para realizações.

Crescimento pessoal

As brasileiras que atuam como Representantes da Beleza Avon também apresentam melhores perspectivas sobre o futuro. Atualmente, suas ambições e expectativas de vida são mais altas (53%), bem como mudaram a sua visão sobre o que uma mulher é capaz de alcançar ao ter oportunidades de renda, estudo e desenvolvimento (60%), sentem um controle maior sobre os aspectos mais importantes de suas vidas e possuem metas claras e sabem como realizá-las (52%).  Elas também progrediram em suas relações sociais e redes de contatos. Hoje, 50% das entrevistadas tem mais amigos e conhecidos e 35% sentem que tem um papel valioso na comunidade em que vivem.

Em relação às motivações para se tornarem Representantes, 69% das participantes do estudo afirmaram que recorreram a Avon, pois gostam dos produtos da marca. Outras razões que tornam o trabalho atrativo é necessidade de uma nova fonte de renda (54%), a flexibilidade de horários em contraponto a trabalhos tradicionais (48%) e os incentivos oferecidos pela marca (30%).

Dados Globais

A pesquisa Ganhos Mensuráveis foi realizada em 13 países, entre América Latina, Europa e África, para medir o impacto e crescimento pessoal e financeiro com a revenda dos itens da Avon. Entre os participantes do estudo, o país com maior presença foi o Brasil (1457).

A capacidade de ter renda em seus próprios termos, em vez de um padrão de trabalho tradicional é o que os integrantes da pesquisa afirmam ser mais atraente, especialmente na América Latina – Colômbia, Brasil, México e Argentina – e África do Sul. Outro apontamento relevante do estudo é que a maioria dos Representantes da Avon nesses países, com a renda obtida com as vendas auxilia no sustento de suas famílias.

Em todos os países da América Latina e África do Sul, o Brasil ocupa a terceira posição no quesito da marca empoderar a vida e carreira dos entrevistados. A África do Sul e Colômbia ocupam as primeiras colocações. Já no sentido de expansão da rede de relacionamentos, África do Sul (58%) e Brasil (50%) se destacaram na pesquisa.

O infográfico da pesquisa Ganhos Mensuráveis está disponível neste link.

O cenário econômico brasileiro

Desde o início da pandemia e isolamento social, ocasionado pelo Covid-19, mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados. Um levantamento realizado pela IDados demonstrou que apenas 500 mil brasileiros sairão do desemprego em 2022. Ainda segundo o estudo, que tem como base informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego deverá atingir 11,2% da população brasileira até dezembro deste ano.

Em paralelo, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) estima que a venda direta, com atuação há mais de 80 anos no país, é fonte de renda para mais de 4 milhões de brasileiros, posicionando o Brasil como o sexto mercado mundial no setor.

Ainda segundo a entidade, o setor é composto por revendedores das classes C, D e E, em que 48% são jovens entre 18 e 29 anos, sendo 58% de mulheres na sua força de trabalho.

Sobre a pesquisa

O estudo online Ganhos Mensuráveis foi realizado pela Ipsos a pedido da Avon em julho de 2021. As entrevistas foram feitas com 9.276 representantes da Avon, com idade acima de 18 anos, baseadas em 13 países localizados na Europa, América Latina e África. O tamanho das amostras variou de 120 a 1.457 por país, com 1.457 entrevistas completas no Brasil. A margem de erro de amostragem é de 2,6 p.p. para este grupo.

Sobre a Avon

Avon, parte do grupo Natura &Co desde 2020, é uma das maiores empresas de venda direta no mundo. Fundada em 1886, trabalha pela elevação da autoestima, democratização da beleza e a promoção do empreendedorismo feminino. Desde 1958 no Brasil, concentra no país sua maior operação. Avon é mais do que uma empresa de beleza: é um movimento global pela autonomia das mulheres, com um modelo de negócios ancorado na inovação, geração de oportunidades e na ampliação de suas habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer as economias e impactar positivamente a sociedade.

Seu portfólio diverso inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas reconhecidas mundialmente como as linhas de maquiagem Avon e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care e os perfumes Far Away e 300km. Além disso, suas revistas também oferecem diversos itens para Moda & Casa.

2022-04-18T15:55:32-03:00abril 18th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados|

Mudanças no comportamento de compra no cenário pós-pandemia

A técnica de vendas é um dos atributos mais importantes em todos os setores. Mesmo que você não seja um vendedor ou vendedora, muitas vezes, você pode deparar-se com situações em que precisa apresentar os benefícios de algo ou tentar convencer alguém a tomar a decisão correta. Nestes momentos você precisa saber agir corretamente.

Certo dia, o head comercial da MERITHU disse em uma reunião: “Foque nas pessoas e não nas vendas, e venderá ainda mais!”. Isto faz todo sentido pois a venda é um ato de empatia, de entender o consumidor para apresentar os benefícios de seu produto e/ou serviço da melhor maneira possível.

É claro que os empreendedores independentes possuem um grande foco em vendas, porém, também é necessário entender que os consumidores mudam diariamente. A última grande mudança no comportamento de compra foi a pandemia.

Comportamento de Compra

O comportamento de compra é uma área que estuda como as pessoas escolhem, compram, utilizam e descartam seus produtos. Entender o consumidor é o primeiro passo para vender mais seus produtos e ideias.

Mas como entendê-lo?

A reflexão que deve ser feita é ‘Como ele realiza todo o processo de compra?’. No caso de venda de ideias e oportunidades, adapte estas perguntas à sua realidade.

“Qual é meu ponto de venda?”
“Como meu ‘cliente’ chega e este ponto?”
“De que maneira ele realiza a ‘compra’?”

“Como ele paga? Ele acha caro ou barato?”

Uma boa ferramenta para entender o consumidor é mapear seus fatores Pessoais, Sociais, Culturais e Psicológicos. Cada uma dessas partes influencia seu cliente a comprar de um jeito ou de outro, elas são o conjunto de centenas de características que definem o modo em que ele se comporta.

Por exemplo, uma jovem que é acostumada a utilizar o celular por longas horas ao dia terá mais chances de comprar em um e-commerce que outra pessoa mais velha. Alguém que culturalmente costuma sair aos finais de semana terá tendência a investir mais em roupas e itens estéticos, porém, uma pessoa mais caseira provavelmente gastará mais com sua mobília e decorações para o lar.

Portanto, estes fatores influenciam como e em que as pessoas gastarão seu dinheiro.

Entender comportamento do consumidor é um bom começo para focar nos clientes, pois isto permitirá tomar decisões que tornam o seu produto ideal para o segmento-alvo.

E o que mudou com a pandemia?

O COVID-19 desolou famílias e modificou todo o cenário de negócios no Brasil e no mundo. Tivemos de repensar como víamos o trabalho e toda relação entre as pessoas, ou seja, como devemos comprar e vender nesta nova realidade.

Em 2020, a obrigatoriedade de máscaras e a quarentena fez com que o fluxo de consumidores diminuísse bruscamente. Com as lojas e shoppings fechados, o varejo digital teve altas históricas e as pessoas começaram a confiar cada vez mais no e-commerce.

As formas de pagamento também mudaram, com a chegada do Pix os bancos tiveram de se adequar a esta nova realidade de mercado.

Com a recente liberação de máscaras nas maiores capitais brasileiras, temos mais um marco da mudança de comportamento dos consumidores. Tudo será igual era antes da pandemia? Definitivamente não!

A MERITHU Consultoria separou, então, algumas dicas para que você comece a adequar-se ao mercado que está em constantes mudanças. Você, empreendedor independente, a realidade não espera para mudar e devemos ser os agentes de transformação dentro do nosso negócio.

#1 Entenda seu negócio

Entender o negócio não é apenas saber o que você vende e para quem vende. Este primeiro passo é a base para ter uma visão de quem é você no mercado, para isto utilizamos algumas ferramentas como o Canvas Business Model e cadeia de valor.

#2 Entenda seu mercado

Entender o mercado significa estudar quem influencia em suas vendas, mas não está dentro da sua empresa. Aqui, é o momento de levantar perfis de consumidores, concorrentes e outros negócios que influenciam no seu sucesso; uma boa ferramenta para isto é a matriz de 5 forças de Porter.

#3 Monte estratégias de conversão

Depois dos primeiros passos é o momento de agir. Definir boas estratégias é a garantia de sucesso para sua empresa, porém, este passo não é possível sem seus dois antecessores.

#4 Repense seu financeiro

Depois de definir as estratégias é necessário organizar a saúde financeira de uma empresa. A MERITHU Consultoria tem um amplo know-how de soluções para adequar as Receitas e Despesas de uma empresa, afinal, o sonho de todo o empreendedor é faturar mais com menos custo!

Executando estes passos na frequência correta você irá garantir a sobrevivência e adaptabilidade às mudanças do mercado.

Para alcançar este e outros resultados surpreendentes, conte sempre com a MERITHU.

2022-04-13T15:09:49-03:00abril 13th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados|

O “Digital” não é mais somente uma opção de ferramenta, mas sim a própria estratégia

A maioria dos brasileiros migrou para compras digitais com o “novo normal” e não só entre os mais jovens, como mostra recente pesquisa realizada pela mobi.inc, realizada com 200 pessoas de idades entre 20 e 65 anos, mas também em diferentes estratos sociais, com predominância da classe média. Dos entrevistados, 97% declararam que aumentaram seu volume de compras por meios digitais no ano de 2021 em relação a 2020.

Incríveis 13 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet em 2020 e, conforme matéria da Revista Exame, cerca de 80% dos novos consumidores digitais voltariam a comprar online. Para se ter uma ideia desse impacto, o faturamento do comércio eletrônico teve um resultado expressivo no ano de 2021, com alta de 48,41% na comparação com 2020.

Dois fatores explicam o grande acesso do brasileiro ao mercado de compra online: o Brasil é o quinto país que mais faz uso de smartphones no mundo, e segundo pesquisa do Google feita em 2020, é que 4 em cada 10 brasileiros preferem o digital para fazer compras.

Dessa forma, temos refletido muito a respeito de uma questão absolutamente intrigante:

  • “Como” crescer nesse setor com a mesma escalabilidade alcançada pelas compras digitais?

Se a venda direta é essencialmente baseada em relacionamentos, então não poderia estar crescendo na mesma proporção? Segundo recente pesquisa da ABEVD – Associação das Empresas de Venda Direta, o mercado cresceu 10,5 % em volume de negócios em 2020 com relação a 2019.

Existe uma “lição de casa” que a nossa indústria não vem fazendo, mas poderia e deveria fazer. Até que faz, mas não faz muito bem. E, na real, poucas empresas fazem como se deve.

É algo que as startups lá do Vale do Silício já inseriram há muito tempo no seu dia a dia e tem construído verdadeiros Unicórnios, até mesmo aqui em terras tupiniquins. Trata-se de instalar definitivamente mais um pilar estratégico no negócio, no mundo da Venda Direta: o “Digital” e, consequentemente, a “Inovação” como ponto central do pensamento e dos negócios.

As empresas de lá e as daqui que já elegeram o digital como pilar estratégico, empregam técnicas avançadas de gestão, como por exemplo: o método ágil para projetos que envolvam profundas mudanças no ambiente empresarial, tráfego orgânico e tráfego pago para geração de audiência em escala exponencial, e marketing de conteúdo para alcançar picos de engajamento e envolvimento das pessoas com o propósito das suas marcas.

O “Digital” não é mais somente uma opção de ferramenta, ou um canal de vendas, ou uma alternativa para abordar clientes. Ele é agora a própria estratégia em si, algo que é capaz de fazer ampla diferença nos resultados e negócios das empresas que pretendem ser players relevantes na Venda Direta daqui em diante.

A mudança no interior das empresas e na mentalidade de seus líderes é algo inevitável, pois existe uma caminhada a ser percorrida. O bom disso tudo é que esse caminho digital não exclui ninguém, seja pequeno, médio ou grande negócio, pois todos sem exceção podem e devem trilhar este caminho, aliás, o quanto antes melhor.

Como sei que muitos gostam de ir logo para as práticas, vai aqui um conselho de partida para não errar no trajeto: lembrem-se de que temos em nosso segmento dois alvos, o cliente final e os empreendedores que levam o produto ao consumidor final. São dois comportamentos bem distintos, um de consumo e outro de empreendedorismo, que podem inclusive coexistir numa mesma pessoa, mas não ao mesmo tempo. Isso no que tange à Comunicação.

Aproveitando essa lembrança, será que nossas empresas estão utilizando os canais digitais certos para a público certo no momento ideal? Ou, como é muito comum, utilizando uma estratégia “geralzona” para atingir todo mundo o tempo todo? Talvez, esteja exatamente nesse ponto a razão da falta de um crescimento digital mais robusto, quando comparamos com o setor digital em geral. Isso no que tange à Estratégia Digital.

Esse assunto parece óbvio, só que não é o que estamos vendo no nosso setor, infelizmente. Felizmente, ainda há tempo para quem quiser seguir os passos corretos e realizar um adequado planejamento digital em seu negócio de vendas diretas, para não perder e acompanhar a “nova onda” que já está surgindo no horizonte.

E, quer saber de uma coisa? Prepare-se, porque ela vai ser bem maior que essa!

AUTOR: MARCO FERREIRA / DIRECTBIZ CONSULTANTS – Consultor Especializado em Planejamento Digital da Venda Direta.

2022-04-13T14:13:10-03:00abril 13th, 2022|Categories: ABEVD News, Associados|

“Queria dizer: você pode. Qualquer pessoa pode ingressar e ter sucesso nesse setor”

A diretora administrativa da Forever Living fala com exclusividade para a ABEVD sobre o período pandêmico, do setor como um todo e da empresa que representa

 

Nascida em uma família de engenheiros e contatores de Juiz de Fora, Minas Gerais, Livia Maciel, como uma boa mineira, sempre apreciou estar cercada de pessoas. Se formou em Direito e Contabilidade, especializando-se em Direito Tributário e Controladoria.

 

Em 2012, ingressou na Forever Living, empresa de Venda Direta na qual atua como diretora administrativa e destaca como seu maior atrativo do setor a capacidade de impactar e mudar positivamente a vida das pessoas.

 

Leia na íntegra a entrevista com Livia Maciel:

  

ABEVD – Como era o mercado de venda direta quando iniciou neste segmento?

 

Livia Maciel – Eu ingressei na Forever Living em 2012 e o cenário, tanto do setor quanto do mercado como um todo, era bem mais analógico do que é hoje. A expansão de internet de qualidade, a disseminação das redes sociais e o uso de smartphones mudaram o setor que, na época, se baseava muito mais no “boca a boca” e em vendas pelo balcão.

 

ABEVD – O que mais te atrai no mercado de Venda Direta?

 

Livia Maciel – O que mais me atrai no setor é a capacidade que temos de impactar e efetivamente mudar a vida das pessoas. No caso da Forever Living, eu diria que mais ainda, visto que disponibilizamos produtos de saúde e bem-estar, temas desde sempre importantes e que atualmente estão em grande evidência.

 

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em ingressar na Venda Direta como empreendedor independente?

 

Livia Maciel – Nosso setor possui a característica de atrair e abraçar todos os tipos de pessoas e que têm diferentes sonhos e desejos. Por isso, antes de um conselho, queria dizer: você pode. Qualquer pessoa pode ingressar e ter sucesso nesse setor. Se você decidir se tornar um empreendedor independente, pesquise e escolha uma empresa com reputação sólida, com produtos de qualidade e que tenha os mesmos valores que os seus.

 

ABEVD – Qual a importância dos empreendedores independentes (revendedores) para a Forever Living?

 

Livia Maciel – Na Forever Living, chamamos o empreendedor independente de FBO, sigla para Forever Business Owner, ou seja, dono do seu próprio negócio Forever. Em outras palavras, para nós, os FBOs são parceiros da empresa, possuindo sempre espaço para troca de conhecimento e feedback. Desde a forma como os chamamos até como os reconhecemos, entendemos que eles são parte fundamental do nosso modelo.

 

ABEVD – O que a Forever Living faz para educar e capacitar seus empreendedores?

 

Livia Maciel – A capacitação e o desenvolvimento de FBOs são parte de um de nossos quatro pilares e estão totalmente conectados com nosso plano de marketing. Além de uma ampla gama de materiais globais e nacionais, adaptados à realidade brasileira, possuímos um sistema de especialização e treinamento chamado NETFOR que abrange materiais, vídeos e reuniões, por exemplo.

 

ABEVD – A venda direta digital foi essencial na pandemia?

 

Livia Maciel – O feedback que recebemos de nossos FBOs foi de que sim, as redes sociais e o ambiente digital foram fundamentais na pandemia. Mais do que isso, percebemos que pessoas que detinham conhecimento na área ou que aprenderam a lidar com as ferramentas tecnológicas alavancaram seus negócios e estão superando a pandemia tendo muito sucesso.

 

ABEVD – Como a pandemia alterou sua forma de trabalho?

 

Livia Maciel – Como todos, tive que me adaptar à nova realidade. Conciliar a rotina de casa, uma bebê de 6 meses e um filho de 5 anos com as demandas do trabalho foi extremamente desafiador. Tive que administrar melhor o tempo para conseguir atender às demandas e, para isso, foi preciso redefinir prioridades e ajustar meu dia a dia. Hoje, depois de passados os momentos mais críticos, acredito que a forma como lidamos com tantas questões, sentimentos e necessidades fortaleceu as relações com minha equipe e com minha família.

 

ABEVD – Em sua avaliação, qual a principal mudança provocada pela pandemia?

 

Livia Maciel – Como indivíduos, acho que tivemos que ser mais dinâmicos, tendo que aprender diferentes formas de realizar as atividades e usar, cada dia mais, a tecnologia como meio de comunicação e de transformação. Na Forever, durante a pandemia, foi necessário olhar para processos e atividades de forma mais detalhada, com um olhar mais crítico. Isso permitiu que desenvolvêssemos um ambiente interno de melhoria contínua, o que contribui, por exemplo, para a sustentabilidade do negócio e para o melhor atendimento do FBO.

 

ABEVD – Acredita que o pós-pandemia será benéfico para a Venda Direta?

 

Livia Maciel – Entendo que sim. Em um período como o que passamos, as pessoas tiveram a oportunidade de pensar sobre suas vidas e como têm lidado com questões como família, saúde, bem-estar e qualidade de vida. Com isso, acho que agora elas saem da pandemia buscando atividades que possam propiciar novas e melhores experiências. Além disso, o retorno dos encontros presenciais potencialmente contribuirá para que pessoas que estavam afastadas do negócio tenham a chance de retomar plenamente suas atividades.

 

ABEVD – Quais foram os principais desafios de sua carreira?

 

Livia Maciel – Um dos meus maiores desafios profissionais foi sair de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para morar no Rio de Janeiro, em 2012. Foi uma mudança radical de vida na época, já que eu trabalhava em uma grande empresa e estava recém-casada quando fui convidada pela Forever Living. Porém, sem dúvidas, a maternidade foi meu maior desafio, como é para a maioria das mulheres. São muitas questões que vêm à mente quando decidimos engravidar e várias demandas surgem com o nascimento de uma criança. Conciliar tudo, conhecer nossos limites e nos sentirmos realizadas como mulher, mãe e profissional exige autoconhecimento e tempo. No entanto, hoje, consigo perceber o quanto meus filhos contribuíram e contribuem para que eu seja uma gestora melhor.

 

ABEVD – Qual a principal contribuição você pretende deixar ao sair do cargo que se encontra hoje na Forever Living?

 

Livia Maciel – Como gestora, é meu papel diariamente mostrar para as pessoas que todas as atividades exercidas impactam no negócio. Para isso, cada membro da equipe precisa entender como o seu papel é fundamental na obtenção do resultado esperado e na realização das estratégias definidas – o que é um desafio quando consideramos pessoas de personalidades, históricos e funções tão distintas. Administrativamente, espero deixar um legado de meritocracia, responsabilidade social e educação financeira, desejando que essas práticas sejam continuadas pelas profissionais que virão. Além disso, gostaria de conseguir conscientizar todas as áreas de negócio sobre a importância da análise de dados para a tomada de decisões. Tenho a convicção de que, especialmente no ambiente digital e de muitas métricas disponíveis, projetos e processos devem estar calcados em dados e incutir essa visão é um estímulo e uma missão.

 

ABEVD – Como vê o desempenho da Forever Living durante o período da pandemia e quais os planos para o período pós-pandemia?

 

Livia Maciel – Nosso desempenho durante a pandemia se assemelhou ao do setor, conforme dados apresentados pela ABEVD. Com o restabelecimento dos encontros presenciais e essa nova tendência no Brasil de busca por qualidade de vida, saúde e bem-estar, acreditamos que os próximos anos serão positivos. Para isso, entre nossos planos estão, por exemplo, o lançamento de produtos – lançamos 4 novos produtos nos últimos 90 dias e devemos lançar mais alguns em 2022 – e projetos voltados para a experiência e o relacionamento com FBOs.

 

ABEVD – Você acredita que adicionar a venda direta nos canais de vendas é o caminho para as empresas se manterem no mercado?

 

Livia Maciel – No meu entendimento, esse é um tema que agrupa muitos pontos de vista, que variam conforme o cenário. Por isso, considero que cada empresa deve avaliar seu contexto e tomar sua decisão baseada em dados e experiência próprias.

 

ABEVD – Nos momentos livres, o que gosta de fazer?

 

Livia Maciel – Meus momentos livres são para minha família, sem dúvidas. Ter tempo de qualidade e viver novas experiências com eles é o que me completa!

2022-04-12T17:21:39-03:00abril 12th, 2022|Categories: ABEVD News|

Webinar da ABEVD trata sobre regulamentações trabalhistas e impactos na Venda Direta

Os convidados foram os advogados Cristóvão Macedo, Bruno Lopes e Lisandra Mitsuka, de escritórios de advocacia parceiros da Associação

Nesta quinta-feira, (07/04), a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), realizou um webinar sobre regulamentação trabalhista e possíveis impactos aos trabalhadores autônomos e empresas.

Foram abordados, pelos convidados de escritórios parceiros da ABEVD, os advogados Cristóvão Macedo e Bruno Lopes, do Bosisio Advogados e pela advogada Lisandra Mitsuka, do Gonçalves & Guerra Advogados, o Decreto 10.854/2021, Portarias 671 e 672/2021 e Medidas Provisórias 1108 e 1109/2022.

O trabalhador autônomo não possui vínculo empregatício com as empresas, logo, não devem obedecer a horários e nem obrigatoriedades como, por exemplo, possuir uma meta de vendas estipulada pela empresa.

Os empreendedores independentes da Venda Direta são autônomos e decidem o lugar e horário que desejam exercer suas atividades, não possuindo um número de vendas mínimo. Qualquer atitude de empresas que vá contra isso fere o trabalho autônomo e o Código de Ética da ABEVD.

Foi trazido ao webinar, também, as mudanças no que se configura o teletrabalho, que, aos empregados com vínculo empregatício (CLT) que trabalham no regime home office ou híbrido, precisam constar na carteira de trabalho tais especificações.

A ABEVD pretende realizar novos webinars com temas jurídicos para acompanhamento das atualizações legislativas que possam implicar na Venda Direta, continuando assim, o trabalho de manter o setor desburocratizado e com liberdade total aos empreendedores.

Assista na íntegra o webinar clicando aqui.

2022-04-08T16:00:32-03:00abril 8th, 2022|Categories: ABEVD News|

PANORAMA COVID-19

Conforme os dados da vacinação divulgados até quarta-feira (30), 160.507.838 pessoas (cerca de 80,19% da população vacinável) estão totalmente imunizadas contra a COVID-19. A dose de reforço foi aplicada em 77.013.123 pessoas (47,60% da população vacinável). Ainda, vale mencionar que 10.628.290 crianças entre 5 e 11 anos tomaram a primeira dose (51,84% deste grupo). Nas últimas 24 horas, foram registrados 30.440 novos casos conhecidos, fazendo o Brasil alcançar a marca de 29.912.417 contaminados pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. O país também registrou 276 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 659.570 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 215 mortes, variação de -36% em relação há 2 semanas, indicando forte tendência de queda nos óbitos.

AVALIAÇÃO BMJ

Com esse panorama, o Brasil encontra-se em um momento melhor no que se refere à pandemia do coronavírus. O Ministério da Saúde atribui esses resultados às estratégias de enfrentamento da doença: a campanha de vacinação e a aplicação da dose de reforço. Além disso, alguns medicamentos para a COVID-19 estão sendo utilizados. Como exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária de uso emergencial do medicamento Paxlovid para tratamento da COVID-19. O Paxlovid é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para um quadro grave.  O medicamento já possui aprovação para uso emergencial nos Estados Unidos e na Europa, entre outros. Além do Paxlovid, outros remédios já vinham sendo usados contra a COVID, mas apenas disponíveis nas redes privadas de saúde. Aprovado para uso pela Anvisa em setembro de 2021, o barictinibe, anti-inflamatório usado principalmente no tratamento da artrite reumatoide, foi o primeiro fármaco a obter parecer inicial favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) para o tratamento contra a COVID-19. O remédio já passou por consulta pública e, agora, deve voltar à discussão no plenário do grupo para que passe a ser disponibilizado pela rede pública de saúde. Apesar das avaliações. o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já afirmou que não será possível incluir no Sistema Único de Saúde (SUS) todos os medicamentos contra a COVID-19 liberados pela Anvisa.

SAÚDE RECUA E NÃO DEVE DECLARAR FIM DA PANDEMIA NO PAÍS

Após anunciar que declararia o fim da pandemia no país nos próximos dias, o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tem mudado seu discurso e defendido que o país siga apenas com a flexibilização de algumas medidas adotadas durante a pandemia. Dessa forma, a expectativa é que o Executivo defenda a revogação da obrigatoriedade do uso de máscaras, inclusive em ambientes de trabalho, e busque, ao lado da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a revisão de regras para entrada de viajantes no país.

AVALIAÇÃO BMJ

A revogação de normas relacionadas ao uso de máscaras em ambientes de trabalho colocaria o Ministério da Saúde em alinhamento com medidas que já vem sendo adotadas por estados e municípios, além de contribuir para a volta ao trabalho presencial, tendência que vem sendo observada devido ao avanço da vacinação no país. Dessa forma, é esperado que o Ministério da Saúde siga cautelosamente avaliando outras normas como essas, que podem ser revogadas sem gerar grandes impactos econômicos e jurídicos para o setor privado, uma das principais preocupações da pasta que a fez recuar da completa revogação da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (ESPIN).

2022-04-01T17:28:07-03:00abril 1st, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|
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