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WODS – O que faz um bom plano de compensação?

Um plano de compensação bem elaborado é vital para o sucesso de uma empresa de vendas diretas. Não há dúvidas sobre isso. A indústria de venda direta (pelo menos em geral) aprendeu essa lição até agora. Já foi provado tantas vezes que é impossível sustentar um negócio de vendas diretas bem-sucedido sem um plano de compensação que funcione bem.

Para muitos, um plano de compensação parece uma série complicada de cálculos. Aqui, a maior parte da culpa deve ir para alguns dos “criadores de planos” que defendem “quanto mais complicado, melhor”. No entanto, os princípios básicos para ter um plano de compensação bom e sólido são bastante simples:

Não é um ponto de partida

Ao abrir um negócio de venda direta, “o plano” nunca deve ser o ponto de partida. Tenho visto várias vezes onde um empresário desenvolve um plano, procura os produtos para vender e tenta construir todo o negócio em torno desse plano. Nunca se deve esquecer que um plano de remuneração é apenas uma ferramenta (embora muito importante) para levar os produtos aos usuários finais.

Parte da Estratégia Geral

Um plano de remuneração é um elemento estratégico de um negócio de vendas diretas. Sendo assim, deve estar em harmonia com todos os outros elementos. O mercado-alvo, portfólio de produtos, características pretendidas da força de campo, tom de comunicação escolhido, para citar alguns … Tudo isso deve ser considerado junto com o plano.

Recompensando todos os comportamentos-chave

Uma empresa de vendas diretas espera vários comportamentos de sua equipe de vendas. Alguns exemplos bem conhecidos são: Aquisição de consultores, vendas pessoais, organização de vendas online e offline, treinamento, coaching … O plano de compensação deve garantir que cada comportamento desejado seja recompensado de acordo com sua importância. É igualmente importante não recompensar nenhum comportamento indesejado de vendedor direto.

Fácil de entender – fácil de explicar

A força de venda é motivada, dirigida e incentivada pelo plano de compensação. Não há correlação direta comprovada entre a complexidade de um plano e o potencial de ganhos que ele oferece. Portanto, não adianta ter um plano desnecessariamente complexo que apenas desencoraja os recém-chegados. Nesse sentido, o melhor plano é aquele em que o recém-chegado facilmente se vê se destacando.

Oportunidade ilimitada para o vendedor direto

Restringir o potencial de ganhos pode ser facilmente alcançado limitando a “profundidade” do plano. No entanto, isso significa que o plano de compensação não será capaz de atrair líderes de campo fortes de fora ou criá-los dentro. A menos que a ideia seja ter uma força de vendas composta principalmente por funcionários em tempo parcial e não tão ambiciosos, não é aconselhável fazer isso.

Despesa limitada para a empresa

Observando a demonstração de resultados de uma empresa de vendas diretas públicas, pode-se ver rapidamente como um item de despesa significativo são as comissões de vendas. Embora ofereça oportunidades ilimitadas de receita para um vendedor direto individual, sempre deve haver um limite para essas despesas como uma porcentagem das receitas da empresa. Acredite em mim, não é tão difícil conseguir esses dois simultaneamente.

Conformidade

Por último, mas não menos importante, um plano de compensação deve estar de acordo com os regulamentos, ponto final! Inúmeras ideias de negócios brilhantes e lançamentos de sucesso logo se tornaram história, simplesmente porque esse aspecto é deliberadamente ou não intencionalmente ignorado. É verdade que pode haver algumas diferenças nisso de país para país, mas os princípios universalmente aceitos são bastante diretos.

2021-12-13T16:04:54-03:00dezembro 13th, 2021|Categories: ABEVD, ABEVD News|

CEO e sócia-fundadora da Akmos fala com exclusividade para ABEVD

Com 25 anos, Carolina Saraiva fundou juntamente a dois sócios a empresa Akmos. Ela conta sua trajetória e como está sendo o período de pandemia

A mineira nascida e criada em Belo Horizonte, de 37 anos, Carolina Saraiva, se formou em turismo e apenas na sua pós-graduação em marketing que conheceu e se apaixonou pelo marketing multinível, modelo da empresa na qual é CEO e sócia-fundadora, a Akmos. Carol – como é mais conhecida – junto a Moacir Diniz e William Miranda, seus sócios, participou, aos 25 anos, da fundação dessa empresa 100% brasileira.

Casada, mãe e uma mulher de negócios, Carol acredita que o primeiro passo para ser empreendedor independente de qualquer empresa é consumir os produtos e acreditar neles, no caso da Akmos, cosméticos, perfumaria, alimentos, vestuário tecnológico e equipamentos terapêuticos e afirma “a Venda Direta não é para amadores”, ao falar sobre empresas que acrescentaram esse canal em suas vendas nos últimos tempos.

Falando sobre os desafios de começar nova um negócio próprio, da administração da empresa na pandemia e muito mais, Carol concedeu uma entrevista para a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD):

ABEVD – Como era o mercado de venda direta quando iniciou neste segmento?

Carol Saraiva – Trabalhávamos com uma empresa de serviços e buscávamos algo que pudesse, primeiro, ter produtos, e no segundo momento, um produto que fizesse parte do dia a dia das pessoas. Então, há 12 anos não tínhamos claro o que queríamos e ao longo dos anos que foi nascendo dentro da gente o nosso propósito, que é transformar a vida das pessoas, levando qualidade de vida, saúde e bem-estar.

ABEVD – O que mais te atrai no mercado de venda direta?

Carol Saraiva – Conseguir alcançar pessoas, independentemente de sua origem, currículo e grau de escolaridade, não importa experiências passadas. Seja uma pessoa de 18 anos ou de 70, que tem vontade de empreender através da Venda Direta, nós conseguimos alcançá-la. Não estamos preocupados de onde você veio e sim aonde quer chegar.

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em ingressar no
segmento de Vendas Diretas como empreendedor independente?

Carol Saraiva – O modelo de negócio é excelente para quem busca empreender, e o que vou falar serve para todas as pessoas que querem entrar na Venda Direta: primeira coisa, consuma os produtos ou serviços. O que atrai muitas pessoas é o baixo investimento, e se tratando da Akmos, é um investimento muito baixo para adquirir os produtos e ter acesso a toda estrutura que a companhia oferece para você desenvolver o seu trabalho. Você se torna um empreendedor com várias ferramentas e todos os indicadores, um escritório virtual, a parte de logística, toda parte de gestão. Mas o principal conselho é: buscar uma empresa que tenha a ver com o que você busca, pois não adianta estar desalinhado com o seu propósito de vida ou de valores.

ABEVD – Qual a importância dos empreendedores independentes para a Akmos?

Carol Saraiva – A Akmos não existe sem os empreendedores, essa é a grande verdade. Temos excelentes produtos que transformam a vida das pessoas, além de um plano de marketing extremamente meritocrático, mas sem as pessoas para consumirem, para falarem dos produtos, para levarem oportunidade para outras pessoas, o nosso tripé – pessoas, produtos e um plano de negócio meritocrático  –  não funcionaria e a Akmos não existiria. Fazemos a parte institucional, mas são eles que levam para o mercado, refletindo o que é a nossa essência, nosso propósito e valor, então, são os defensores, os embaixadores da marca. Eles construíram a empresa junto com a gente e constroem até hoje.

ABEVD – O que a Akmos faz para educar e capacitar seus empreendedores?

Carol Saraiva – A Venda Direta não é fácil, mesmo para pessoas com experiências em vendas. Na Akmos temos a Universidade Akmos, contamos com mais de 30 mil pessoas que fizeram os cursos, algumas vão para outras áreas outras permanecem empreendedoras. Os conteúdos abordam a parte comportamental, relacional, técnica, seja de produtos e negócios, os passos para iniciantes, como avançar no plano de carreira, a parte do patrocínio responsável, ou seja, é uma Universidade completa que o empreendedor tem acesso. Se ele ficar atento, buscar conhecer sobre a empresa e produtos, buscar também melhorar o relacionamento com as pessoas, a parte de vendas, ele vai encontrar na Akmos.

ABEVD – A venda direta digital foi essencial na pandemia?

Carol Saraiva – Sem dúvida. A gente teve que reinventar, desde um novo site, um novo escritório virtual, ferramentas que auxiliaram nas vendas. As pessoas não podiam sair de casa, principalmente ano passado, então, fomos para o digital. Com conteúdo sobre a Akmos, com produtos, fizemos diversas lives transmitidas pelo nosso canal no YouTube, a TV Akmos. Foi um trabalho da Akmos para a nossa rede, mas os nossos empreendedores, para seus consumidores, também tiveram de mudar o jeito de se relacionar. Então, cada um fez como pode ferramentas, WhatsApp, Zoom, etc. Foi um processo, de certa forma forçado, mas necessário e muito importante.

ABEVD –  Em sua avaliação, qual a principal mudança provocada pela pandemia que vai se estender após ela?

Carol Saraiva – O que vai ficar é essa possibilidade do trabalho híbrido, as formas que a gente tem de se relacionar. Na Venda Direta, a gente já vinha falando que da “mudança do porta a porta para o clique a clique”. Então, através do Zoom, das lives, a gente conseguir pensar numa forma de proporcionar experiências. Ano passado faríamos um cruzeiro para lançar produtos e, mesmo de forma digital, conseguimos proporcionar essa experiência para rede.

ABEVD –  Acredita que o pós-pandemia será benéfico para as vendas diretas?

Carol Saraiva – Com toda certeza. No meu entendimento, a gente teve um ganho de eficiência na parte de treinamentos, ou seja, tem uma possibilidade de não ter que se deslocar, o alcance será muito maior.

ABEVD –  Como vê o desempenho da Akmos durante o período da pandemia e quais
os planos para o período pós-pandemia?

Carol Saraiva – A pandemia fez com que a Akmos tivesse um olhar para dentro, e exigiu uma velocidade para se adaptar às mudanças. Desde o digital até fretes grátis, várias ações foram feitas ao longo desses dois anos. A gente teve um crescimento no último semestre do ano passado na casa de 80%, preparamos para 2021 a retomada do presencial, eventos, viagens, premiações, mas não aconteceu, retomaremos isso agora em dezembro com a nossa primeira viagem pós-pandemia, que é o  cruzeiro. Para o ano que vem já estamos com o calendário pronto para grandes eventos, reconhecimentos, lançamentos de produtos. Sempre seguindo nosso tripé: pessoas, produtos e um plano de negócio meritocrático.

ABEVD – A economia brasileira caiu com a pandemia, mas o setor cresceu. Você acredita que adicionar a Venda Direta nos canais de vendas é um caminho para as empresas se manterem no mercado?

Carol Saraiva –  Já vimos exemplos de grandes empresas que tentaram o caminho da Venda Direta e não conseguiram. Eu acredito que a Venda Direta é um caminho sem volta, e muitas empresas estão buscando isso. Como eu falei, é um modelo meritocrático, com a possibilidade de ganhos ilimitados, com alta capilaridade, mas não é para amadores. É importante ter um planejamento, saber dos desafios e as particularidades do setor. Na minha opinião, ampliar os canais é um bom caminho, e a Venda Direta é o meu canal preferido, o multinível é algo que eu acredito muito, pois temos poder de multiplicação e um alcance de pessoas muito grande.

ABEVD – Quais foram os principais desafios de sua carreira?

Carol Saraiva – Foram muitos, mas o principal foi a falta de experiência no início da empresa, pois eu havia trabalhado como líder de equipe de vendas, então, foi tudo diferente na Akmos. Falando dos últimos anos como CEO, o desafio maior é o do crescimento da profissionalização. Profissionalizar uma gestão não é algo simples, e gerenciar uma equipe também não. Isso tudo com foco no crescimento, ou seja, na pandemia a gente teve isso claro, a gente precisou melhorar a eficiência interna para que a gente pudesse suportar as ações para rede. Então, crescer dói, profissionalizar a gestão dói, mas depois que implementado é algo bom, só traz bons frutos e bons resultados.

ABEVD – Qual a principlar contribuição que você espera deixar como CEO da Akmos?

Carol Saraiva – Um legado de transformação na vida de milhares de pessoas, principalmente, no quesito de transformações pessoais. Temos conhecimento de depoimentos de pessoas que resgataram a autoestima com nossos produtos, que são voltados para qualidade de vida, saúde e bem-estar. O aspecto financeiro é importante sim, poder comprar algo que você não tinha condição com a renda da Venda Direta tem sua importância também, mas eu acredito fortemente que a parte financeira é uma consequência de todo esse processo, de você consumir de forma inteligente, de fazer venda e depois de você formar as equipes.

ABEVD – Nos momentos livres, o que gosta de fazer?

Carol Saraiva – Hoje é ficar com a minha família, com meu marido e o Rafael, meu filho. Mas antes da pandemia, recebia bastante os amigos e a família em casa, é algo que gosto muito. Gosto de ir para o sítio também, mas o que eu mais gosto é isso: receber as pessoas que eu amo na minha casa.

2021-12-13T12:48:55-03:00dezembro 13th, 2021|Categories: ABEVD, ABEVD News|

ABEVD realiza o último webinar de 2021 e apresenta pesquisa sobre empreendedoras de alta performance e grandes consumidoras

Para entender as diferenças entre empreendedoras mais e menos produtivas, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), trouxe para o último webinar do ano, realizado nesta quinta-feira (02/12), Sandro Cimatti, da CVA Solutions, que apresentou um estudo com abordagem inédita sobre a Venda Direta.

Realizado em setembro de 2021, com 1717 empreendedoras da área de cosmético e perfumaria, e 3476 consumidoras, o estudo mapeia as particularidades de empreendedoras que faturam mais ou menos com a Venda Direta e consumidoras que compram maior quantidade de produtos ou menor.

Cimatti apontou a grande concentração de 70% das vendas nas mãos das empreendedoras de alta performance – que representam cerca de 25% do total das entrevistadas. “Essa concentração aumentou com o tempo, em comparação com 2018, por exemplo, as empreendedoras de alta performance eram 10% do total e obtinham 41% das vendas, o crescimento foi de quase 30%”, enfatiza.

Outra constatação foi que as empreendedoras com maior número de vendas trabalham com mais itens e de diferentes marcas, enquanto as menos produtivas trabalham com uma ou duas marcas. As empreendedoras de alta performance estão, na maioria, entre 30 a 40 anos, casadas e residentes de regiões metropolitanas/capitais.

Foi mapeado, também, entre as empreendedoras de alta performance, um nível mais elevado de escolaridade, trabalham mais com produtos de perfumaria, vendem mais pela internet e redes sociais, assim como para mais grupos sociais. Mantém, também, um contato mais frequente com suas consumidoras, além de possuir produtos a pronta entrega. “A pronta entrega é um fator chave para vender mais há muitos anos no setor de Venda Direta”, acrescenta Sandro.

No caso das consumidoras de alto ticket, elas possuem uma renda maior em comparação com as que consomem menos, são casadas, com maior escolaridade e também estão entre 30 e 40 anos, em sua maioria.

“Também é importante enfatizar que as empreendedoras de alta performance se interessam e fazem mais treinamentos onlines e são mais adeptas a digitalização”, diferencia Sandro.

A presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca, agradeceu as informações importantes apresentadas. “São informações que servem de base para empresas analisarem as diferenças dessas empreendedoras mais e menos produtivas, para criar mecanismos que mantenham as vendas altas e aumente de quem precisa”, conclui.

Assista ao webinar na íntegra clicando aqui.

2021-12-02T15:27:35-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD, ABEVD News|

Forbes – Avon lança central de apoio social para representantes de vendas

Em 2020, o Instituto Avon levantou R$ 1,7 milhão para apoiar mulheres durante a pandemia, atendendo cerca de 5,7 mil representantes ao longo do ano. Em 2021, com os impactos emocionais, físicos, sociais e econômicos causados pela Covid-19, a empresa decidiu lançar sua primeira central de apoio social para suas representantes de venda. A iniciativa, integrada à estratégia da Natura &Co – grupo do qual a Avon faz parte, junto com as empresas Natura, The Body Shop e Aesop -, visa expandir a assistência oferecida a essas mulheres desde o ano passado.

Segundo Ana Carolina Albuquerque, diretora de marketing de relacionamento, a central irá expandir benefícios como o fundo emergencial criado para apoiar financeiramente as representantes com problemas econômicos em decorrência da crise. “Faz parte da essência da Avon cuidar das representantes todos os dias. Ainda mais diante dessa crise humanitária que vivemos. Este ano, reestruturamos e ampliamos nossos serviços assistenciais, estendidos até dezembro, para garantir apoio rápido as profissionais que precisam de suporte.”

Os serviços da central de apoio, oferecidos 24 horas por dia, incluem auxílio câncer, auxílio funerário, auxílio alimentação em casos de vulnerabilidade social e ferramentas de suporte e orientação para mulheres em situação de violência, como a assistente virtual Ângela, um canal de atendimento e denúncia via WhatsApp. Além disso, a plataforma também disponibiliza serviços de assistência social, telemedicina para casos de suspeita ou confirmação de Covid-19 e assistência psicológica – que foi ampliada de quatro para seis sessões gratuitas.

A novidade conversa perfeitamente com as últimas ações da empresa. Ano passado, o Instituto Avon lançou a campanha #IsoladasSimSozinhasNão devido ao aumento do número de casos de violência doméstica durante o isolamento social. Nesse projeto, apoiado por todas as marcas do grupo Natura &Co, o objetivo era auxiliar vítimas de violência, conscientizar a população e promover a doação de auxílio financeiro para abrigos.

Outro pilar da atuação do grupo Natura &Co foi manter a economia circulando da maneira mais segura possível. Para auxiliar suas representantes, a Avon fez um forte investimento em digitalização, visando manter as atividades de forma remota, segura e eficiente. Com novas ferramentas digitais, também foi possível expandir oportunidades de vendas por meio de canais online, como a plataforma de lojas virtuais Avon Conecta.

A digitalização, no geral, foi um ponto forte do avanço da empresa nos últimos meses. Além das plataformas de vendas, foram lançados serviços como a Avon Desenvolve – plataforma com mais de 600 treinamentos virtuais com foco em empreendedorismo, técnicas de vendas, marketing digital e produtos – e o aplicativo Minha Avon, que auxilia representantes no gerenciamento de seus negócios.

As mudanças também facilitam a ingressão de novas representantes, com diminuição do investimento inicial necessário, além de benefícios exclusivos que podem ser estendidos às suas famílias, como descontos especiais em universidades, escolas de idiomas, medicamentos, exames e consultas médicas.

2021-08-26T12:57:38-03:00agosto 26th, 2021|Categories: ABEVD, Notícias do Setor|

Com mais de 30 anos de experiência, novo presidente do Conselho da ABEVD destaca digitalização para futuro da atividade

O vice-presidente de Negócios da Natura, Erasmo Toledo, foi eleito presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Erasmo traz sua visão estratégica de mercado para conduzir o Conselho Diretor da ABEVD. Com mais de 30 anos de experiência nos setores de cosméticos e de vendas diretas nos principais mercados da América Latina, atualmente ele é responsável pela gestão de toda a operação da Natura no País. Antes disso, liderou a operação de venda direta da Natura também no Brasil, ficando à frente de atividades como desenvolvimento, implementação e gestão das estratégias de canais e categorias. Esteve à frente das operações da Natura Hispanoamérica, incluindo mercados como Argentina, México, Colômbia, Peru, Chile e Bolívia.

 

Conheça um pouco mais da trajetória de Erasmo Toledo nesta entrevista concedida à ABEVD.

1 – Pode nos contar um pouco da sua história pessoal e vida acadêmica?

Nasci em São Paulo, sou o mais velho de três irmãos, meu pai era administrador e minha mãe, professora de inglês. Sou formado em economia na Faap, e tive a oportunidade de fazer cursos de especialização na Fundação Dom Cabral, INSEAD na França e no IAE na Argentina. Em 1990, em meu último ano de faculdade, entrei na Natura como analista financeiro da área comercial e estou aqui desde então.

2 – Como era o mercado de Venda Direta há 30 anos quando iniciou sua carreira na Natura?

É um outro mundo. Nos anos 90, éramos pequenos, estávamos começando a iniciar nosso modelo comercial para as operações internacionais. Em meados de 1990, recebi o convite para trabalhar como gerente de operações em Portugal. Algum tempo depois, atuei na estruturação inicial do nosso negócio no Chile e na Argentina. Naquele momento, ainda tínhamos que unificar os processos dos países para que tivessem a “cara da Natura”. Ainda tive a oportunidade de trabalhar, já nos anos 2000, no Peru e novamente na Argentina.

Na Argentina, nos anos 90, quando você dizia que era da Natura, eles nos perguntaram se eu trabalhava com um óleo de cozinha que leva o mesmo nome. Hoje, somos a marca mais preferida de cosmético do país e ninguém mais tem dúvidas de que não somos uma marca de óleo com o mesmo nome. Foi um desafio gigante participar desse processo de desenvolvimento de marca em outros países. todo. Levou tempo, mas encontramos a forma ideal.

 

3 – O que você mais gosta sobre trabalhar no mercado de Venda Direta?

O que mais me fascina é a possibilidade de transformar vidas. Eu sou pisciano, e naturalmente, gosto de cuidar das pessoas. É muito cativante ouvir como nossa empresa impacta positivamente a vida das pessoas da nossa rede. É uma sensação de dever cumprido, é o real valor do nosso trabalho.

4 – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em ingressar no segmento de Vendas Diretas como empreendedor independente?

Meu conselho é acreditar no seu sonho, pois nem sempre é fácil e nem sempre acertamos da primeira vez. A gente errou muitas vezes, mas levantamos sempre e insistimos, pois, tínhamos certeza qual era nossa vocação, ou seja, o real sonho que estava por trás de todo o esforço.

5 – Como a pandemia alterou seu dia a dia? O home office já era uma realidade para você?

Não, eu não fazia home office nenhum. Eu sempre gostei de conviver pessoalmente com os times, mas eu me adaptei rapidamente. Acho que, mesmo quando sairmos dessa crise, devo adotar o home office em alguma medida no meu cotidiano. Antes de começarmos essa conversa, por exemplo, eu estava em uma reunião com um time e após desligarmos, eu me conectarei prontamente em outra reunião. A agilidade do digital é, realmente, muito importante.

6 – Em sua avaliação, qual a principal característica do “novo normal”? Será mais benéfico para as Vendas Diretas?

A importância da digitalização da venda direta. A Natura é um exemplo disso, pois estamos nessa jornada há alguns anos e sabemos que isso aumenta as possibilidades da rede. A consultora passa a ter mais abrangência de atender diferentes clientes e geografias. Mesmo quando voltarmos ao normal, essa facilidade da compra em casa pelo digital sairá fortalecida. Outro resultado importante dessa pandemia será aumento da solidariedade. Neste sentido, a venda direta também tem uma estratégia campeã, pois amplia essa possibilidade das pessoas se ajudarem com produtos e serviços.

7 – Nos momentos livres, o que gosta de fazer?

Gosto muito de juntar a família e cozinhar para eles, tenho até um lugarzinho especial aqui na cozinha. Além disso, gosto muito de correr. A corrida, para mim, é uma higiene mental, é a minha meditação.

 

2020-08-10T18:03:32-03:00agosto 10th, 2020|Categories: ABEVD|

Webinar debate o cenário do empreendedorismo durante a pandemia

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (17.06), um Webinar com o tema “Empreendedorismo nos períodos de crise e pós-crise do coronavírus”. O debate foi moderado pela Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca, e contou com as participações do Gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Silas Santiago, e da Subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismos e Artesanato, Antonia Tallarida.

Antonia iniciou a conversa falando sobre as dificuldades de se empreender no Brasil. “Em muitos casos, são necessários quatro brasileiros para fazer um trabalho que uma pessoa nos Estados Unidos faz sozinha. A burocracia acaba prejudicando a produtividade”.

Sobre as medidas tomadas para diminuir os impactos da pandemia nas micro e pequenas empresas, Antonia citou os fundos de aporte e o Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e os programas emergenciais de acesso a crédito.

Santiago falou sobre o aumento pela busca de cursos online na plataforma do Sebrae – até o dia 18 de maio de 2020, a instituição contabilizou 862.378 inscritos – e abordou ainda os impactos da Covid-19 nos pequenos negócios.

Em média, os pequenos negócios estão operando com um faturamento 60% menor do que o período pré-crise. Atualmente, 32% das empresas estão funcionando utilizando ferramentas digitais, mas há segmentos com mais de 50% de empresas que não estão funcionando, já que estas só conseguem operar presencialmente.

“O momento exige preparação, planejamento e orientação aos empresários para uma retomada segura e consistente”, finalizou.

2020-06-17T17:40:51-03:00junho 17th, 2020|Categories: ABEVD|

Coronavírus na venda direta: saiba como se proteger

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia global em razão da rápida propagação do coronavírus pelo mundo.  A base da venda direta é o relacionamento entre as pessoas e já foram identificados alguns casos, ou suspeitas, no setor. Por isso, nesse momento, as empresas têm um importante papel e podem adotar medidas preventivas, seja para ajudar no combate à transmissão do vírus, seja para compartilhar informações de credibilidade.

A ABEVD preparou algumas recomendações de medidas de combate ao Covid-19 para empresas de vendas diretas e sua força de vendas:

  1. Redução de impactos nas atividades:
    • Eventos

Para evitar aglomeração de pessoas, importante avaliar a suspensão ou cancelamento dos eventos até que a situação se normalize.

    • Reuniões por videoconferência

Sempre que possível, realizar reuniões por meio de vídeo conferência.

    • Viagens corporativas

O ar condicionado utilizado nas viagens aéreas é muito seco e favorece a propagação do vírus. Então, assim como os eventos, é importante avaliar a necessidade das viagens.

1.4 Retorno de viagens ao exterior

Pessoas que estiveram recentemente nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Ásia e Europa não devem retornar imediatamente ao ambiente de trabalho. A orientação é que elas permaneçam em home-office por 14 dias, no mínimo.

1.5 Pessoas vulneráveis

Indivíduos que sofrem de alguma doença cardiovascular ou respiratória crônica, fumam há mais de 10 anos ou já completaram 60 anos são os mais vulneráveis e devem redobrar os cuidados.

A Associação reforça a importância das empresas no trabalho de orientação da sua força de vendas no sentido de avaliar a possibilidade do cancelamento de atividades, como viagens ou eventos. Além disso, a ABEVD indica que as empresas estimulem a comunicação e impulsionem as vendas por meio da tecnologia.

  1. Orientação ao funcionário e empreendedor independente

Em casos de sintomas semelhantes aos da gripe comum (principalmente febre, mal-estar e tosse), histórico de viagem ou contato com algum caso suspeito ou confirmado, o funcionário ou empreendedor deve ser orientado a procurar os serviços de saúde, evitar qualquer contato pessoal e não deve comparecer ao local de trabalho.

  1. Prevenção ao funcionário e empreendedor independente

As medidas mais importantes para conter o coronavírus são os cuidados ao tossir e espirrar, cobrindo a boca e o nariz, e a higienização frequente das mãos. O uso de álcool gel também deve ser incentivado.

O vírus pode sobreviver até 9 dias fora do organismo, então é importante que as empresas limpem diariamente a superfícies de trabalho.

A ABEVD aconselha repassar aos seus funcionários e empreendedores independentes dicas de como se prevenir:

  • Lave bem as mãos até a metade do pulso, sem esquecer das partes internas das unhas;
  • Use álcool 70% nas mãos constantemente;
  • Quando for tossir ou espirrar, use a parte interna do cotovelo para cobrir a boca e o nariz;
  • Evite multidões, aglomerações de pessoas e ambientes fechados ou com pouca ventilação;
  • O uso das máscaras deve ser adotado somente por pessoas que apresentarem os sintomas causados pelo vírus;
  • Evite tocar o rosto, principalmente nariz, olhos e bocas;
  • Mantenha distância de, no mínimo, 1 metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo;
  • Limpe com álcool objetos que são tocados constantemente, como smartphones, maçanetas, computadores e etc;
  • Evite cumprimentos como aperto de mãos, beijos e abraços;
  • Evite sair de casa se estiver apresentando sintomas;
  • Utilize apenas lenços descartáveis para higienizar o nariz;
  • Procure fontes seguras de informações e evite as “fakes news”;
  • Reforce sua imunidade (alimentação balanceada, ingestão de água e vitaminas, e atualização da vacina de gripe).

Clique e acesse o folder de informações.

2020-03-13T13:24:00-03:00março 13th, 2020|Categories: ABEVD, ABEVD News, Corona|

Palavra da Presidente

Gostaríamos de compartilhar com você, algumas conquistas e ações que a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou em 2019.

Seguindo nossa missão de promover e fortalecer a imagem da Venda Direta, iniciamos um novo ciclo de comunicação. O primeiro passo foi escolher a nova agência de Comunicação para nos apoiar nessa fase e vamos focar muito no digital e na comunicação segmentada por público com quem interagimos. Realizamos uma reunião com as assessorias de imprensa das empresas associadas para apresentar nossa nova agência,  além de alinhar temas, fontes e ideias. Queremos agradecer as empresas que contribuem com informações e dados e também aos nossos 30 mil seguidores no facebook. Estamos também no Instagram, onde publicamos notícias fresquinhas sobre nosso setor.

A fim de aproximar e dar voz aos nossos associados, organizamos um café da manhã, reunindo algumas empresas para debater relevantes temas, projetos de lei e desafios do momento.

Na área jurídica, promovemos uma palestra sobre um tema que preocupa o setor: Lei Geral de Proteção de Dados e suas implicações na Venda Direta. Estavam presentes os participantes do Comitê Jurídico Tributário, que mensalmente se reúnem na nossa sede para definir temas prioritários e caminhos a seguir. 

E se sua empresa ainda não participa da pesquisa de monitoramento mensal, importante termômetro de performance, comece agora! A ABEVD precisa da sua empresa para tornar a amostra bem representativa. Dentre tantas novidades, demos mais um importante passo em direção à profissionalização de nossos estudos. Agora, a Associação tem uma plataforma de dados para colher e armazenar os dados mensais de seus associados, com praticidade e total confidencialidade. Para participar, é muito simples, basta nos avisar e um link será enviado diretamente para você. Agradecemos aos integrantes do comitê de pesquisas, que nos apoiaram na decisão e escolha do novo fornecedor.

E pode se programar, pois a data do Congresso Nacional de 2020 já esta marcada! Reserve sua agenda pois no dia 28/04/2020, o setor estará reunido, se atualizando e permitindo o surgimento de novas ideias 

Teremos mais novidades em breve. Boa leitura.
 
Um abraço,

Adriana Colloca

2019-12-20T11:00:51-03:00agosto 26th, 2019|Categories: ABEVD|

ABEVD contrata BMJ para realizar assessoria governamental

Prezados Associados, como sabem a ABEVD, desde o início desse ano conta com a assessoria governamental da BMJ, cujo time tem grande conhecimento nos temas da agenda estratégica do setor de vendas diretas, a exemplo da defesa do modelo de negócio fundado no empreendedorismo e autonomia da força de vendas, questões tributárias e regulatórias. Por também terem expertise nas dinâmicas em Brasília, conseguimos defender nossa indústria influenciando na formação de políticas públicas que afetam nosso setor.

Assim, a ABEVD tem atuado nos Projetos de Lei que afetam o setor de vendas diretas, não só em âmbito federal, como, também, estadual e, por vezes, municipal.

Dentre os trabalhos contratados, também recebemos os principais acontecimentos na política durante a semana e compartilhamos com os Associados no Clipping semanal enviado pela ABEVD.

Adriana Angelozzi

2019-12-20T11:01:03-03:00agosto 23rd, 2019|Categories: ABEVD|

Criptomoedas preocupam ABEVD e CVM

São Paulo (SP) – Na última sexta-feira (16.08), a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca e a diretora de assuntos institucionais, Adriana Angelozzi realizaram uma reunião com o superintendente de proteção a investidores da Comissão de Valores Mobiliário (CVM), José Alexandre Vasco para debater sobre as denúncias à empresas investimentos em criptomoedas que dizem operar no sistema de marketing mutinivel.

O objetivo da reunião para a ABEVD foi expressar a preocupação em relação as empresas que estão usando a criptomoeda dentro do marketing multinível. O assunto que já está em pauta há algum tempo, vem tomando corpo e levantando a preocupação tanto da Associação quanto da própria CVM.

“Nós da ABEVD estivemos reunidos com o José Alexandre Vasco, que cuida de denúncias de criptomoedas e pirâmides financeiras dentro da CVM. Estamos preocupados com o assunto, e trabalhando junto à Comissão de Valores Mobiliários para encontrar uma forma de contribuir com a apuração das denúncias de uma forma mais célere”, declarou Adriana Angelozzi.

A relevância é tamanha que no último domingo (18.08), o programa Fantástico, da Rede Globo, veiculou uma reportagem sobre o tema, inclusive com o superintendente José Alexandre Vasco.

Criptomoedas x Marketing Multinível

As empresas que transacionam criptomoedas e vêm se intitulando como parte do mercado de vendas diretas e marketing multinível, não são reconhecidas como parte desse mercado pela ABEVD.

Faz parte do Código Ética da Associação e boas práticas do setor não oferecer oportunidades de ganhos rápidos e irreais que iludam a força de vendas e gerem danos reputacionais para o setor. Como em qualquer outra atividade, os ganhos que o empreendedor tem nas empresas de venda direta tradicionais são proporcionais  à dedicação, trabalho e tempo dedicado à atividade. Além disso, é impossivel garantir retorno ao comercializar um ativo de risco tão volátil.

Além disso, a ABEVD adota rigorosos critérios para que a atividade de vendas diretas se auto regulamente e tenha o mais alto nível de conduta para garantir as relações entre as empresas, empreendedores diretos e consumidores finais.

A Associação ressalta que, o canal da venda direta corresponde a quase 4% do varejo, e gera oportunidade de renda para 4 milhões empreendedores independentes, independência financeira e autoestima para toda a população. A ABEVD apoia esse modelo de negócio que oferece inclusão social, empoderamento de mulheres e oportunidades em todo o território brasileiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ABEVD

2019-12-20T11:01:40-03:00agosto 19th, 2019|Categories: ABEVD|
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