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Matérias e materiais da ABEVD sobre COVID-19

BOLETIM ABEVD COVID-19 N°33 (18.06.2020) | MANUTENÇÃO E RELAXAMENTO DAS MEDIDAS DE ISOLAMENTO NOS ESTADOS

A ABEVD informa sobre as medidas decorrentes da pandemia. Veja os estados que continuam com medidas de isolamento e os estados que estão aplicando medidas de relaxamento.

É um grande desafio conhecer as regras adotadas por cada estado, já que não há uma orientação nacional para a retomada das atividades não essenciais.

Aqui entra a ABEVD, compartilhando essas informações.

Amazonas e Pernambuco retomam as atividades não essenciais a partir de 15 de junho, sendo que, no Amazonas, junto com a autorização, publicou-se vasto protocolo para seu reinício (Decreto 42.395), dentre elas limitação a 50% da capacidade e fechamento de áreas de recreação.

Pernambuco vem autorizando atividades por meio de decretos individuais, sendo o do Comércio Varejista (Decreto nº 49.093). Na Portaria Conjunta SES/SDEC nº 12/20 há as regras para o funcionamento, a exemplo da proibição de qualquer evento que cause aglomeração e impossibilidade de provar produtos de beleza e cosméticos, bijuterias e acessórios no local. A mesma regra vale para os salões de beleza (Portaria Conjunta SES/SDEC nº 13/20).

Mato Grosso adota política similar a São Paulo e define diretrizes para classificação dos municípios em risco baixo, moderado, alto e muito alto (Decreto nº 522/20).

São Paulo prorroga a quarentena para o dia 28 de junho (Decreto nº 65.014/20) e Piauí, por sua vez, torna mais rígida as restrições de isolamento, compatível com lockdown, para os dias 13 e 14 de junho (Decreto nº 19.027/20).

Ainda em relação a São Paulo, com a flexibilização de acordo com a classificação do risco de contágio por região, tem-se adotado protocolos específicos para determinadas atividades, a exemplo da Portaria CVS 13 que versa sobre serviços de entrega (delivery), no qual as empresas se comprometem a fornecer os equipamentos de proteção individual (EPIs), a exemplo de máscaras e álcool gel.

Os estados também têm publicado regras para testagem em funcionários de empresas, a exemplo de Santa Catarina e São Paulo (Resolução SS 85). Não é obrigatório, mas definem a política para que os dados coletados “conversem” com as secretarias de saúde.

Clique para acessar as normas estaduais vigentes.

2020-06-18T19:46:32-03:00junho 18th, 2020|Categories: Boletins, Corona|

Clipping – CNN Brasil – Pandemia acelera demanda por drones; empresas brasileiras estudam uso

O distanciamento social exigido pela pandemia do novo coronavírus acelerou as discussões sobre o uso dos drones no mundo todo. Na China, eles já têm sido utilizados para transportar insumos médicos, coleta de exames e até para desinfetar cidades; na Austrália, os veículos não tripulados têm feito entregas de uma série de produtos, de café e pão até ovos e papel higiênico; nos Estados Unidos, a tecnologia foi motivo de polêmica ao ser usada para fiscalizar pessoas que furavam a quarentena em Manhattan.

Por aqui, as discussões também aumentaram. Empresas e órgãos públicos têm buscado informações sobre como usar o equipamento de forma segura e eficiente. Por enquanto, apenas uma empresa de Franca, no interior de São Paulo, está em processo de certificação para fazer entregas por drones.

Trata-se da Speedbird Aero, uma empresa criada por dois brasileiros que querem transformar a promessa mundial do delivery aéreo em realidade no Brasil. Desde o ano passado, quando a pandemia do novo coronavírus nem tinha dado as caras no mundo, o engenheiro Samuel Salomão e o administrador de empresas Manoel Coelho, sócios da empresa, trabalham na primeira certificação de drones para entregas no País e podem conseguir uma autorização ainda neste ano.

Mas esse será apenas o primeiro passo de um processo que pode levar cinco anos até chegar ao nível de voos autônomos (sem controle remoto). Durante um bom tempo a operação ainda dependerá da intervenção humana no controle dos drones, mesmo que as rotas sejam programadas automaticamente. Além disso, ao contrário do que prometem algumas empresas no exterior, no Brasil a operação deve ser gradual e está longe de entregar produtos na porta da casa do consumidor. O desenho que vem sendo feito pela Speedbird inclui rotas preestabelecidas, como o teste que vem sendo feito com a parceira iFood – empresa de delivery de comidas.

A ideia é retirar o pedido num shopping, por exemplo, levar até um determinado ponto e de lá seguir com entregadores. Ou sair de um restaurante e ir até a entrada de um condomínio, onde haverá um droneporto – local construído para permitir a aterrissagem do drone. A proposta é superar alguns gargalos, como o trânsito ou o tempo para sair de um shopping. “Nesse caso, trabalharemos com uma complementaridade de transporte com a moto, patinete ou bicicleta”, diz Coelho, sócio da Speedbird, criada em 2018.

Modelos
Com a quarentena imposta pela pandemia do coronavírus, outros modelos começam a ser pensados para atender hospitais e órgãos públicos. A empresa tem sido procurada para desenhar soluções e rotas específicas para o transporte de exames médicos e até medicamentos. “Sem dúvida, o uso de drones será ampliado”, diz Salomão.

Segundo ele, no auxílio à telemedicina, drones poderão entregar remédios para pacientes; na prestação de serviços, trabalhadores em campo poderão receber peças ou ferramentas durante reparos onde o tempo é crítico; e na engenharia, suprimentos poderão ser entregues em obras em locais de difícil acesso. “Enfim, encomendas poderão ser retiradas por moradores em pontos de coleta especialmente projetados para receber drones.”

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há várias conversas com empresas para o uso de drones em uma série de atividades, mas, para entregas, a Speedbird saiu na frente. O processo de certificação da empresa, em análise na agência, é para permitir o voo fora da linha de visão. Os diretores da Anac têm acompanhado os testes e feito uma série de exigências para garantir a segurança do equipamento para a população. Um exemplo foi o pedido para o desenvolvimento de um paraquedas caso haja pane com o drone durante um voo.

“Para encontrar um modelo que funcionasse a 30 metros (altura que a empresa pretende voar), tivemos de recorrer a uma empresa israelense, mas conseguimos uma solução que atende à agência”, diz Salomão, que comanda toda a parte tecnológica da empresa. É ele que desenvolve e adapta os drones da Speedbird para as entregas.

Os equipamentos podem voar num raio de 5 km a 10 km e levar uma encomenda de dois quilos – o próximo drone em construção terá capacidade de levar até oito quilos. Para desenvolver os equipamentos, Salomão importa parte dos componentes e produz peças menores em impressoras 3D.

A utilização de drones em larga escala no Brasil ainda vai depender de estrutura para detectar as aeronaves no ar. A major Daniele Lins, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), afirma que, mesmo com a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o uso dos veículos não tripulados terá de ser controlado em áreas predeterminadas. Hoje o que tem sido feito é acomodar esse tráfego numa malha já existente, “Definimos um polígono e não deixamos que outros usem o espaço”, diz ela.

“Os drones são menores e difíceis de serem detectados, mas acreditamos que, com a tecnologia do 5G, poderemos encontrar soluções interessantes para o controle dos equipamentos”, diz a major. Segundo ela, que tem acompanhado de perto as discussões pelo mundo, as iniciativas mais avançadas hoje estão na Austrália e nos Estados Unidos. “Mas tudo ainda é experimental. É um processo que o mundo está construindo”.

Os sócios da Speedbird, Manoel Coelho e Samuel Salomão, entendem bem que o processo de “popularização” dos drones em serviços de delivery não é curto nem fácil. Eles trabalham com quatro fases de desenvolvimento das autorizações.

A primeira prevê voos em áreas rurais, condomínios e indústrias, com o consentimento de pessoas; a segunda inclui sobrevoos em áreas esparsamente povoadas com até 300 habitantes por quilômetro quadrado (km²), sem autorização dos moradores; e a terceira, em locais com mais de 300 habitantes por km². A última fase seriam os voos sem a necessidade de um operador. É esse o grande alvo das empresas, o que permitiria o uso em larga escala e derrubaria o custo das operações.

Nas próximas semanas, a empresa deverá receber uma rodada de investimentos, o que dará mais fôlego ao desenvolvimento do produto. Os recursos virão de fundos de venture capital e de outros investidores. Um deles é o brasileiro Reinaldo Carvalho, que mora nos Estados Unidos e investe em negócios em estágio inicial.

Apesar da crise da Covid-19, ele afirma que nem cogitou a possibilidade de desistir do investimento. Entre as explicações está a de que a Speedbird é a única empresa com processo de certificação no Brasil. Além disso, a solução será uma importante ferramenta para diminuir os problemas de logística no País, diz o investidor.

Segundo Salomão, a captação de recursos será para desenvolver a tecnologia, contratar novos engenheiros e aumentar a frota. “Hoje, o software (que traça as rotas e permite que o drone siga um caminho) é o nosso maior valor. Precisamos incrementar essa ferramenta.”

Mercado
O Hospital de Restinga, em Porto Alegre, por exemplo, estuda usar o equipamento para a coleta de exames; e a prefeitura de Curitiba quer o equipamento para mensagens de alerta, como no caso do coronavírus.

A gerente regional da América Latina e Brasil da fabricante chinesa de drones DJI, Raissa Mendes, diz que avanços substanciais precisam ser feitos nessa área para que as operações comerciais de entrega por drones decolem no Brasil. “Por isso, acredito que o foco em aplicações mais específicas, como entrega de insumos médicos, seja a abordagem mais correta neste momento. E, nesse caso, já há exemplos interessantes, como testes de entrega de remédios realizados em Embu das Artes (SP).”

A expectativa dela é que o uso dos drones continue se expandindo e parte fundamental desse crescimento deve vir da entrega de suprimentos médicos. Na República Dominicana, diz ela, a tecnologia tem sido utilizada para fazer a entrega de medicamentos e tratamentos essenciais para pequenas comunidades que, às vezes, chegavam a ficar semanas sem receber amparo médico.

No caso do Hospital de Restinga, de Porto Alegre, o objetivo inicial não é entrega de medicamentos, mas a coleta de exames. Localizado em uma área mais afastada da capital gaúcha, o hospital tem oito pontos de coleta. “Fazemos a busca dos exames de duas em duas horas. Com os drones, poderíamos espaçar esse intervalo”, diz o diretor do hospital, Paulo Fernando Scolari.

2020-06-15T11:33:23-03:00junho 15th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona|

COZINHAR NA QUARENTENA AJUDA A DEIXAR O DIA A DIA DA FAMÍLIA MAIS SAUDÁVEL

A pandemia do COVID-19 afetou nossas vidas em todos aspectos. Mas uma das vantagens da medida #FiqueEmCasa é que as famílias puderam retomar as refeições caseiras.

De acordo com levantamento recente , 88% das empresas incentivaram ou exigiram que seus funcionários trabalhassem em casa e, com o fechamento das escolas, os pais acabam preparando comida com mais frequência do que nunca e encontram na cozinha uma atividade também para seus filhos. “Envolver as crianças no processo de preparação de alimentos faz com que elas se sintam incluídas e as incentivam a experimentar receitas saudáveis”, afirma Susan Bowerman, nutricionista, Mestre em Ciência e Nutrição dos Alimentos e Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

Dicas de como preparar as refeições
Algumas vezes, no entanto, incluir as crianças no preparo das refeições pode parecer mais um obstáculo do que uma ajuda. Mas, segundo Susan, é interessante para manter um senso de normalidade enquanto elas aprendem uma nova habilidade. “As crianças acabam aprendendo sobre medidas, a seguir instruções e a ler receitas. Pesquisas também mostram que elas são encorajadas a comer alimentos mais saudáveis ​​quando estão envolvidas no preparo das refeições”, fala Susan.

De acordo com um relatório da Universidade de Washington , aqueles que cozinham mais em casa têm uma dieta mais baixa em calorias, açúcar e gordura.

Confira algumas dicas de Susan Bowerman para ajudar no dia a dia da família:

Crie uma rotina
Não precisa ser “a terça-feira do lanche” e “a quarta-feira do macarrão” todas as semanas, mas, às vezes, ter uma diretriz ajuda a evitar indecisões. Designe um ou dois dias para como você vai comer, não necessariamente o que vai comer, como segunda-feira sem carne ou um brunch no jantar uma vez por semana.

Tenha um estoque de receitas
Use um sistema que funcione para você, seja rasgando páginas de receitas de uma revista e colocando em um fichário ou as salvando no seu computador ou smartphone. Compile receitas que todos gostam. Você também pode fazer com que seus filhos ajudem a reunir as receitas favoritas em um scrapbook como uma atividade divertida.

Faça uma lista e compre uma vez por semana … ou menos
Com as idas limitadas ao supermercado, é importante se preparar fazer compras delivery ou pedidos para viagem. Verifique se você tem ingredientes suficientes na geladeira, no freezer e na despensa para preparar uma sopa rápida ou uma massa a qualquer momento. Bons itens para se ter à mão são: feijão, atum e tomate; frutas congeladas, vegetais, carnes, peixes, aves; ovos, iogurte, leite e queijo com pouca gordura. Escolha os legumes e as frutas que duram mais, como as cítricas, maçãs, cenouras, brócolis, couve-flor, couve, aipo e pimentão.

Delegue funções
Talvez o seu marido seja ótimo com a faca, então, deixe-o com a tarefa de cortar. Já as crianças pequenas podem ajudar a medir. Outras pessoas são melhores para o serviço de limpeza. Dê a todos uma ideia do que cada um pode fazer sem que tenha reclamação.

Pense rápido e fácil
Quantas vezes você comprou uma abóbora inteira com a melhor das intenções, mas acabou por vê-la apodrecer lentamente na gaveta da geladeira? Procure facilitar seu dia a dia com legumes congelados, verduras pré-lavadas e carne pré-cozida para ajudar a reduzir o tempo na cozinha.

Prepare mais em uma única vez
Se você sabe que vai usar cebolas picadas, alho e legumes em mais de uma refeição durante a semana, corte tudo de uma só vez e guarde na geladeira para tê-los à mão.

Faça arroz ou quinoa em maior quantidade e guarde ou congele o que sobrar para uma refeição futura. Você também pode cozinhar mais proteínas para outras refeições – a carne moída refogada que sobrou hoje pode ser usada na sopa ou em um molho amanhã.

Domine as maravilhas de um prato
Elabore refeições que incluam proteínas, legumes e carboidratos em um único prato. Considere sopas, massas e caçarolas.

Mudanças da noite para o dia não são fáceis, principalmente se for preciso envolver outros membros da família. Mas, começando aos poucos e de um jeito prático, você criará uma base que tende a melhorar com o tempo. Divirta-se experimentando e não fique surpreso se acabar gostando ainda mais da versão saudável!

2020-06-14T16:52:09-03:00maio 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

WEBINAR DEBATE SE A COVID-19 PODE CONFIGURAR ACIDENTE DE TRABALHO

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na manhã da última terça-feira (19.05), um Webinar com o tema “Covid-19 é Acidente de Trabalho Mesmo sem Comprovar Momento do Contágio?”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações de Lucilene Prado, da Derraik & Menezes Advogados, e de Fábio Abranches Pupo Barboza, da Hondatar Advogados.

Lucilene iniciou o webinar tratando da gestão de risco e quais são as etapas para implementá-la. “Gestão de risco não é eliminar risco. Gestão de risco é, diante de fatos incertos, conseguir dimensionar hipóteses e possibilidades de ocorrência, os efeitos disso, a mensuração econômica disso e a probabilidade de isso acontecer.

De acordo com a profissional, para gerir risco é preciso:

– Identificar o risco;
– Avaliar e mensurar o risco;
– Adotar medidas de mitigação do risco;
– Auditar e monitorar as medidas de mitigação;
– Criar política de gestão de consequências para os casos de descumprimento das regras (advertência, suspensão e até justa causa a depender da gravidade previamente detalhada na política).

A etapa seguinte é a criação de um mapa de riscos, classificando-os em Riscos Operacionais, Riscos Financeiros, Riscos Regulatórios e Legais e Riscos Reputacionais.

A Covid-19 como acidente de trabalho
O acidente de trabalho ocorre pelo exercício do trabalho a serviço do empregador, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. No caso da Covid19, o nexo causal presumido é que ela é um acidente de trabalho quando produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade, ou seja, está relacionada ao trabalho em si. A doença foi provocada pelas características da atividade profissional exercida.

Recentemente, a Medida Provisória nº 905/19 foi revogada pela Medida Provisória nº 955/20, “portanto, equiparam-se também ao acidente de trabalho, o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado”.

Lucilene citou ainda a Medida Provisória nº 927/20, que dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservação do emprego e da renda e para enfrentamento do estado de calamidade pública.

“Um dos artigos dessa MP, o 29, que dizia que os casos de contaminação pelo coronavírus não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação do nexo causal, ou seja, levando essa responsabilidade de comprovação do nexo ao empregado e transformando a responsabilidade objetiva em subjetiva. Essa MP foi levada ao Supremo Tribunal Federal, pedindo a sua inconstitucionalidade. Mas o que prevaleceu foi que as regras desse artigo fogem da finalidade da MP, portanto, passou a ser do empregador o ônus de comprovar que a contaminação pela Covid-19 não ocorreu no trabalho”, explicou a advogada.

Orientações para as Vendas Diretas
Entre as indicações para uma melhor realização da gestão de riscos entre as empresas, Lucilene enumerou algumas voltadas para o setor de Vendas Diretas:

– Criação de informes de divulgação online com alertas de prevenção à contaminação pela Covid-19 para todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Formalizar para todas as pessoas que integram a rede de venda direta a obrigação de cumprimento dos protocolos indicados pelos órgãos OMS, MS, ME, de prevenção ao contágio da Covid-19, informando que essa comunicação passa a fazer parte integrante do contrato;

– Acompanhar, monitorar e apoiar no cumprimento das medidas de prevenção por todas as pessoas que integram a rede de venda direta;

– Criar um Comitê de Gestão de Crises para avaliar a complexidade e a dimensão do canal em cada caso;

– Solicitar ao(s) empregado(s) responsável(eis) pelo canal de vendas o acompanhamento da situação específica da localidade (estado, cidade) dos seus negócios para avaliarem as medidas que podem ser tomadas;

– Reforçar que os pedidos sejam feitos pelas revendedoras/consultoras por ferramentas online (site, SMS, e-mail, WhatsApp, etc);

– A entrega dos produtos aos revendedores/consultores (que adquirem para revenda) devem vir com orientações de quais são as medidas de segurança para que essa revendedora faça chegar os seus produtos aos seus clientes.

Entendimento do cenário
Fábio Abranches afirmou que o que está prevalecendo agora é a necessidade de comprovação e exatidão de um nexo causal. E com isso, adaptando à realidade do regulamento da previdência e normativas esparsas e as questões de segurança do trabalho, álcool gel, por exemplo, transformou-se em equipamento de proteção coletiva.

“Além dele, termômetro e máscaras também viraram equipamentos de proteção. Temos então que promover essas intenções no sentido de gerar relatórios e reuniões consequentes das providências e aquisições de materiais relacionados ao combate à Covid-19”, ressaltou.

Para assistir ao webinar, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=E4JXpL3yQqY

2020-05-30T19:51:31-03:00maio 20th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

ABEVD PARTICIPA DE WEBINAR SOBRE OS IMPACTOS DA PANDEMIA NAS VENDAS DIRETAS

A Presidente Executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, participou na manhã da última quinta-feira (14.05) do Webinar “Vendas Diretas: Como continuar vendendo durante a crise do coronavírus”, promovido pela ClearSale, empresa de soluções antifraude para setores como e-commerce, vendas diretas e telecomunicações.

Adriana iniciou sua participação explicando que todos os setores da economia, em âmbito mundial, foram afetados pela pandemia do coronavírus. No entanto, o setor de Vendas Diretas, ao contrário do varejo tradicional, continuou operando.

“Principalmente porque a divulgação e a própria venda do produto podem ser feitas pela internet, pelas mídias sociais. Temos incentivado muito que a força de vendas faça uso de aplicativos e de toda a tecnologia possível para divulgar seus produtos e continuar vendendo. É um dos melhores momentos para investir no ramo”.

Motivos de sucesso
A Presidente Executiva da ABEVD afirmou que o setor de vendas diretas cresceu de forma expressiva na América Latina como um todo e no Brasil. Ela acredita que esse crescimento se deve a alguns fatores demográficos e específicos do Brasil.

“O consumidor brasileiro valoriza muito a questão da confiança na hora da compra. Nas grandes cidades, valoriza a questão da praticidade e economia de tempo. O Brasil é um país com dificuldades de logística. Há produtos, como batons por exemplo, que são entregues de canoa. Muitas vezes, a mercadoria chega aonde outro tipo de varejo não entregaria”.

Outro interesse em empreender, segundo Adriana, viria do alto índice de desemprego. “A venda direta é uma atividade onde a pessoa pode, com baixo custo, iniciar seu trabalho e ir crescendo aos poucos. Além de tudo, a venda direta oferece um suporte a todas aquelas barreiras que o empresário normalmente tem no Brasil, como a questão financeira. Muitas vezes, o kit inicial custa de 100 a 200 reais e as empresas garantem a compra desse produto caso haja desistência da atividade”.

O setor oferece outros suportes para vencer as principais barreiras do empreendedorismo, como a identificação do público, do produto e do serviço, treinamentos e questões legais e tributárias. A ABEVD possui ainda um código de ética que regulamenta a atividade de venda direta e que foi inspirado nas regras da Associação Mundial de Vendas Diretas.

O webinar contou ainda com as participações de Rodolfo Ribeiro, Executivo Comercial da ClearSale, e de Pedro Monteiro, Product Manager da Mundipagg.

2020-05-30T20:00:05-03:00maio 15th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

CLIPPING – NSC TOTAL – INSTITUTO AVON PROJETA MENSAGENS EM PRÉDIOS PARA ALERTAR SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM PERÍODO DE ISOLAMENTO SOCIAL

Instituto Avon, Avon, Natura e The Body Shop se uniram em campanha para alertar sobre a importância da união entre as mulheres e das redes de apoio em combate à violência contra as mulheres no período de pandemia.

Diversas mensagens e imagens foram projetadas em cidades como São Paulo, Recife, Belo Horizonte e mais 8 capitais brasileiras para chamar atenção para o crescimento de casos de violência doméstica durante o isolamento social.⁣ Textos como “Você pode cuidar da sua vida. E da sua vizinha também”, foram destacadas para alertar a população.

A campanha faz parte do movimento global #IsoladasSimSozinhasNão, das marcas do grupo Natura & Co em prol das vítimas. É possível fazer parte do movimento acessando as hashtags #IsoladasSimSozinhasNão e #CuidemosDelas para encontrar as ferramentas de apoio às mulheres em risco.

2020-05-31T14:56:30-03:00abril 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – EXAME – PANDEMIA DO CORONAVÍRUS ACELEROU INTEGRAÇÃO ENTRE NATURA E AVON, DIZ CEO

A pandemia do novo coronavírus acelerou a integração entre as empresas de cosméticos Natura e Avon. Fábricas, processos e equipes precisaram se adaptar rapidamente para enfrentar a crise, aumentar a eficiência da empresa e intensificar a produção de itens considerados essenciais, como sabonetes e álcool em gel.

A Natura & Co, holding que controla as empresas de cosméticos Natura, The Body Shop e Aesop, se tornou a quarta maior empresa de produtos de beleza do mundo após comprar a rival Avon Products no ano passado.

O fechamento do negócio ocorreu em janeiro deste ano, três meses antes do prazo inicialmente previsto. “Felizmente, porque seria muito mais complicado fazer essa integração no meio da crise”, diz Roberto Marques, presidente executivo global da Natura&Co. Ele participou do Exame Talks, série de entrevistas ao vivo pelo YouTube com entrevista dada aos jornalistas da EXAME Gabriela Ruic e João Pedro Caleiro.

A brasileira Natura agora se transformou em um grupo global, com 6 milhões de consultoras e representantes, 3.200 lojas no mundo e receita líquida consolidada de 14,5 bilhões de reais em 2019. Com a Avon, esse total teria mais que dobrado e alcançado 33 bilhões de reais, segundo indicadores pró-forma apresentados pela própria Natura.

Mudanças nas fábricas
A pandemia acelerou um projeto de mais longo prazo da fabricante de cosméticos. “O grupo já tinha planos de fabricar produtos Avon em fábricas da Natura e vice-versa, e a crise fez com que isso acelerasse”, afirma o executivo.

Fábricas da Avon foram adaptadas para produzir itens com a marca da Natura, principalmente os considerados de primeira necessidade, como álcool em gel, sabonetes sólidos e líquidos. Cerca de 30% das linhas estão direcionadas para esses produtos. Hidratantes também têm sido um produto com alta demanda, como as mãos ficam ressecadas ao serem lavadas diversas vezes por dia.

Em relação ao portfólio, as marcas Natura e Avon devem seguir operando separadamente, já que têm identidades, posicionamento de preço e produtos distintos. Mas algumas estruturas, como a manufatura, back office e suporte estão sendo unificadas para dar mais eficiência ao grupo.

Outra integração que deve se intensificar é em relação às consultoras e representantes, para que atuem com as duas marcas no lugar de apenas uma. “Algumas consultoras, mais espertas do que a gente, já trabalhavam os dois catálogos e fizeram essa integração antes mesmo da nossa decisão de aquisição”, diz Marques.

Vendas digitais
De acordo com o executivo, o fechamento das lojas tem acelerado as vendas pelo comércio eletrônico. The Body Shop, marca inglesa, e Aesop, australiana, fecharam até 90% de suas lojas em todo o mundo.

Como consequência, as vendas pela internet estão crescendo exponencialmente, em alguns casos em até 3 a 4 vezes. Isso tem ajudado a minimizar o impacto de fechamento de lojas, diz o executivo.

“É bacana ver como nossos times e lideranças estão rapidamente fazendo essa transformação”, afirma o executivo.

As equipes de vendedores e consultoras intensificaram o uso de ferramentas digitais. Gerentes de loja, trabalhando em casa, estão se conectando aos consumidores por email ou telemarketing e direcionando ao site, por exemplo. “Mais de 800 mil consultoras têm página no Facebook e o catálogo físico agora é digital, a consultora pode passar até pelo whatsapp”, diz o presidente.

Ações na pandemia
A Natura está adotando um processo voluntário de redução salarial de lideranças durante a crise do novo coronavírus. Em comunicado interno enviado no dia 14, o comitê executivo afirma ter sido convidado a participar do movimento e estendeu o convite para diretores e gerentes reduzir seus salários brutos em até 20% nos próximos três meses.

A empresa ainda se comprometeu a suspender demissões por 60 dias e congelar salários e promoções, limitando as contratações apenas para posições críticas.

Outra medida da fabricante de cosméticos na pandemia foi converter temporariamente todas as suas linhas de produção de maquiagem e perfumaria na América Latina para a fabricar apenas de itens de higiene pessoal, incluindo álcool gel e líquido. A decisão foi anunciada em maio.

A companhia tem realizado doações de sabonetes e frascos de álcool em gel para governos e instituições de saúde – na América Latina, já doou quase 3 milhões de Quase três milhões de sabonetes foram para comunidades pobres, instituições de saúde e organizações não governamentais.

O retorno ao normal ao fim da pandemia deve ser feito de forma gradual, diz o executivo, mas o mundo não será mais o mesmo. “A crise vai trazer ensinamentos profundos, sobre maneiras diferentes de trabalhar e a busca por mais diálogo entre as pessoas, sociedades e governos”, diz o presidente.

A sustentabilidade, um dos valores chave para a Natura, também deve se tornar uma preocupação mais global, acredita Marques. “O mundo terá uma oportunidade de pensar de maneira mais sustentável”, diz. “São aprendizados importantes que podem ajudar a sociedade a melhorar no mundo pós-crise.”

2020-05-31T14:57:23-03:00abril 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – ADNEWS – “UMA QUESTÃO URGENTE PARA A MULHER”, DIZ GRELIN APÓS INÍCIO DO ISOLAMENTO

A Avon e a Natura, duas das principais marcas de cosméticos do país, se reuniram e realizaram uma campanha para ajudar todas as mulheres que estão presas dentro de casa. Com o movimento #IsoladasSimSozinhasNão embasado pelo Instituto Avon, o qual a Natura também acabou abraçando, e ainda conta com o apoio de diversos nomes que irão ajudar a propagar ajuda para as mulheres. Os portais ‘Quebrando o Tabu’, ‘Papo de Homem’ e a startup ‘Mete a Colher’ estão juntos nessa parceria e criarão conteúdos para ser publicado junto as redes sociais do Instituto Avon e da Natura que disponibilizaram toda ajuda nos portais ajudando todas a não sofrerem caladas, muito menos sozinhas.

Nos materiais produzidos será possível entender um pouco mais sobre essa problemática que afronta todas as mulheres do país e as ajudam a identificar algumas atitudes de um relacionamento abusivo. Ajudas com saúde mental, prevenção, rede de apoio e canal de denúncias, para que todas saibam como realizar denúncias para que a cultura da violência à mulher não continue sendo um hábito constante nos relacionamentos.

A campanha entre Natura e Avon não será realizada somente no Brasil, em alguns países da América do Sul, como Chile, Uruguai, Peru, Argentina, Colômbia e Equador, as mulheres também terão o apoio das marcas. Ambientado para #AisladasNoSolas, o movimento será um pouco diferente do que acontece por aqui.

Os conteúdos criados consistem em vídeos de culinária que podem ser compartilhados via WhatsApp e que durante sua reprodução irá conter alguns “sinais sigilosos”, para que nenhum dos abusadores desconfie e castigue ainda mais as suas companheiras. Assim, com estes sinais, as mulheres irão entender como podem denunciar e como devem se comportar mediante os abusos sofridos dentro de suas casas, além de apoio e incentivo para que elas tenham força e esperança que um dia tudo isso possa acabar.

Para entendermos mais sobre a todo o planejamento, estratégia e desempenho de campanha, conversamos com duas das responsáveis pela campanha #IsoladasSimSozinhasNão: a Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura e a Daniela Grelin, diretora de comunicação do Instituto Avon. Confira a entrevista:

ADNEWS – De onde surgiu a parceria entre a Natura e a Avon?

Maria Paula Fonseca – Há muito tempo já admirávamos a atuação da Avon no combate a violência doméstica e com a chegada da marca ao grupo Natura &Co, tivemos a oportunidade de unir forças para essa comum. O movimento #IsoladasSimSozinhasNão fez todo o sentido para a Natura, pois já trabalhávamos com esse assunto com nossa rede de colaboradoras e consultoras.

Juntas, nossa voz se torna ainda mais poderosa, pois as marcas do grupo Natura &Co (Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) representam a maior rede feminina do mundo, conectando mais de seis milhões de representantes e consultoras e 40.000 colaboradores com 200 milhões de consumidoras em 110 países. Temos consciência de que, especialmente neste momento, fazemos a diferença.

AD – Qual é a importância de ações como essas para as duas empresas e seu público-alvo?

Maria Paula – A quarentena está sendo dura sobretudo com as mulheres que sofrem violência doméstica, pois enfrentam a pandemia do coronavírus confinadas integralmente com o agressor. Nesta situação, a casa não é um lugar seguro e, muitas vezes, elas sequer conseguem um momento de privacidade para fazer uma ligação de denúncia. Então, ao levantar o tema, as marcas reverberam uma mensagem importante para engajar mais pessoas a acolherem e protegerem vítimas. Principalmente porque a denúncia não precisa ser feita pela mulher que sofre violência, mas por parentes, amigos, testemunhas, vizinhos.

Quanto ao conteúdo, explicamos como funciona o ciclo da violência e lembramos que a violência não é apenas física, mas também pode ser psicológica, patrimonial, sexual, assim como pode estar em todas as classes sociais, idades ou raças.

Daniela Grelin: Esta causa é uma das preocupações mais prementes da mulher e, portanto, das nossas colaboradoras, revendedoras, familiares e amigas. Sendo uma questão urgente para a mulher, é também foco de atenção para a Avon e o Instituto Avon, que no Brasil investe especificamente nesta causa há 12 anos. Momentos de crise, nos trazem a possibilidade de acelerar processos que, de outra forma, poderiam levar muito mais tempo. Sendo a violência doméstica um problema complexo e sistêmico, optamos pensar em ações inovadoras que pudessem atender às mulheres que estão em maior vulnerabilidade agora. Pensamos em uma campanha que envolvesse, em sua primeira fase, o aumento da visibilidade sobre a violência doméstica e a difusão de informações sobre a rede de proteção disponível, de forma presencial ou virtual, durante a quarentena. Finalmente, iniciamos uma ação de advocacy convocando as autoridades a direcionarem foco e recursos à manutenção dos serviços de apoio à mulher em situação de violência. É preciso que as medidas sejam tomadas com rapidez e de maneira conjunta – iniciativa privada, governo e sociedade civil – para que os impactos sejam mitigados, e as vidas de mulheres e crianças sejam protegidas.

AD – Como foi montada a estratégia desta campanha já que todo o público está em casa?

Maria Paula – As marcas trabalharam de forma colaborativa entre si, proporcionando uma explosão criativa. Quem iniciou o movimento #IsoladasSimSozinhasNão foi Avon, mas conforme cada marca desdobrava a campanha em peças, tudo foi compartilhado e aberto para cada um aproveitar as ideias da maneira que funcionasse melhor para seu público ou geografia.

Sabemos que a convivência intensa com um agressor em uma situação excepcional de pandemia gera muita tensão e medo na vítima. Nossa estratégia, portanto, foi fazer um amplo chamado à rede de apoio e buscamos vários canais para fazer isso. Em uma situação de isolamento social, a mulher está distante de amigos e parentes, porém os vizinhos podem ser elos com canais de denúncia. Por isso, disponibilizamos conteúdos informativos nas redes sociais e uma peça para divulgação em elevadores e condomínios. Por esses materiais, os vizinhos se mostram disponíveis para proteger mulheres em risco. A Natura ainda passa a disponibilizar a ferramenta TINA para suas líderes de negócios, que visa oferecer apoio psicossocial a vítimas ou denunciantes.

Para as redes sociais, desenvolvemos um sticker para Instagram Stories que visa identificar pessoas que podem ser um agente de apoio em situação de violência. Estamos abordando o assunto durante lives realizadas nos canais da Casa Natura Musical e de Natura Musical no Instagram. Com uma mensagem escondida durante a transmissão, buscamos aumentar o alcance desse movimento. Ainda patrocinamos a minissérie “Era Uma Vez”, do podcast Mamilos. Nele, o tema da violência contra a mulher é abordado sobre várias perspectivas: violência física, sexual, psicológica e patrimonial. Importante falar também que estamos muito felizes com o apoio de influenciadores digitais. Muitos deles tem apoiado a causa com a divulgação do conteúdo, compartilhando espontaneamente nossos materiais.

Daniela – Nós acreditamos que a violência contra a mulher é um problema de todas as instituições e atores da sociedade. Por isso, nossa campanha é um chamado. Queremos reforçar que mesmo distantes podemos desempenhar nosso papel de apoiadoras de outras mulheres, mostrando que o cuidado vai além das barreiras físicas. Vamos continuar cuidando de todas as mulheres, mesmo dentro de nossas casas. Por isso, trouxemos a janela como símbolo dessa campanha, que nos coloca em contato com o mundo externo, por onde podemos observar a vida e as pessoas ao nosso redor. Além disso, temos também ferramentas que nos aproximam da nossa rede de afetos, como WhatsApp e Facebook, que também são janelas que podem nos auxiliar nesse cuidado com as pessoas que estão ao nosso redor, mas distantes fisicamente. Além das projeções que realizamos na última semana, estamos pedindo que as mulheres sinalizem sua janela com um laço, para que suas vizinhas saibam que ali existe um ponto de apoio, em caso de violência doméstica. Além disso, nas redes sociais do Instituto Avon e Avon, divulgamos informações sobre a rede de apoio disponível para a mulher e como acessá-la durante a quarentena. Estão disponíveis também, entre outros conteúdos educativos, a websérie ‘Quando Temos Voz’, disponível no Youtube do Instituto Avon e muitas dicas desenvolvidas em parceria com o Papo de Homem sobre comunicação não violenta, disponíveis nos perfis do Instituto Avon no Facebook e Instagram.

AD – Como a parceria entre a Natura e Avon pode colaborar para que os números de mulheres que sofrem com a violência doméstica possam ser reduzidos? Como são esperados esses números após a ação das marcas?

Maria Paula – Nem sempre a redução dos números indica que estamos vencendo a luta contra a violência doméstica. Neste momento, a pandemia pode até mesmo gerar subnotificação dos casos, já que muitas mulheres não conseguem fazer a denúncia estando isoladas em casa com o agressor.

Nossa busca é por manter as mulheres seguras, principalmente durante a pandemia de Covid-19 e mobilizarmos o máximo de pessoas possíveis para participarem de uma rede de apoio contra a violência doméstica. Portanto, esperamos poder mostrar para a sociedade que a violência doméstica é uma epidemia velada, está em todas as causas sociais. Não haverá vacina ou remédio para a violência doméstica, apenas é possível combater essa realidade com uma profunda mudança de comportamento e valores na sociedade.

Daniela – Como dito pela Maria Paula, nossa preocupação no momento é mobilizar o maior número de pessoas, ampliar e ativar a rede de apoio contra a violência doméstica. Sabemos que a violência contra a mulher se perpetua no silêncio, na escuridão, quando o autor da agressão acha que ninguém está olhando e a vítima sente-se isolada e desprotegida. Diante disto, estamos levando às mulheres informação, soluções tecnológicas e recursos práticas para que saibam onde pedir ajuda e, ao fazê-lo, encontrem uma rede preparada para orientá-la, intervir e protegê-la.

AD – Qual é a importância de ter canais de como o Quebrando o Tabu e Papo de Homem juntos a vocês?

Maria Paula – Quebrando Tabu e Papo de Homem têm sido parceiros próximos de ambas as marcas e têm legitimidade e credibilidade para abordar o tema e cocriar conteúdos. Como escolhemos acionar vários canais para amplificar a mensagem do movimento, cada marca realizou ações e parcerias complementares. O Instituto Avon, junto com as plataformas Papo de Homem e Quebrando Tabu, produziu uma série de conteúdos digitais que têm sido publicados nas redes sociais do Instituto. Esta é uma ação muito relevante pois engaja agentes de comunicação com o público masculino no movimento #IsoladasSimSozinhasNão.

Daniela – A crise tem sido uma oportunidade para a união de empresas, para o redesenho de soluções ao lado das autoridades e da sociedade, para propor ações inovadoras para problemas antigos, mas que se intensificaram durante a pandemia. Contar com a visibilidade de parceiros como o Papo de Homem e Quebrando o Tabu nos ajuda a ampliar essa conversa e disseminar um conteúdo que nos ajuda a orientar toda a sociedade, inclusive os homens, sobre como atuar como uma rede de apoio à mulheres e crianças que estão mais vulneráveis nesse momento.

AD – Vocês já têm algum feedback de como esse conteúdo foi avaliado pelas mulheres no Brasil e na América Latina?

Maria Paula – Temos recebido feedbacks muito positivos, especialmente quanto ao vídeo tutorial com mensagem escondida, no formato “cavalo de troia”. Esta foi uma peça que atingiu a sociedade de maneira consistente e robusta e já recebemos pedidos de parceiros para aproveitá-lo em outros países. Outro ponto importante é que temos percebido um aumento sobre o debate da violência doméstica neste contexto de quarentena entre veículos de comunicação, influenciadores digitais e público. Isso quer dizer que uma parte importante do nosso objetivo já está sendo alcançada.

Daniela – O que temos avaliado é a adesão aos nossos conteúdos. No último domingo tivemos mais de 30 influenciadoras no Instagram replicando nossas mensagens, ampliando ainda mais essa conversa, e recebendo mensagens de apoio sobre a importância dessa informação nesse momento. Recebi também mensagens pedindo a replicação do conteúdo para outros países, para alcançar as mulheres brasileiras que no momento residem fora do Brasil. Isso nos dá uma indicação de que estamos no caminho certo.

2020-05-29T13:58:15-03:00abril 24th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

PAPO DIRETO DISCUTE A ATIVIDADE DA VENDA DIRETA À DISTÂNCIA

Live promovida pela ABEVD abordou a questão do apelo emocional e concluiu que induzir os cinco sentidos pode ser fundamental na hora de fechar negócios, mesmo com o distanciamento social

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (22.04), em seu canal no Instagram (@abevdiretas), o Papo Direto, uma live com o tema “Mesmo distantes, como oferecer uma experiência à sua Força de Venda”, com as participações da Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca e do Publicitário e Consultor de Marketing, Manoel Carlos Junior.

O debate se iniciou com Adriana falando sobre a delicadeza do atual momento e que o setor de vendas diretas é uma oportunidade para muitos, já que, para exercer a atividade, não é necessário sair de casa.

“Quem já usava e conhecia a internet, segue fazendo o seu trabalho. Quem não conhecia, passou a aprender também a gerar conteúdo para redes sociais. O setor de vendas diretas é uma atividade apaixonante e democrática, por não exigir que você tenha algum nível de escolaridade específico ou horários estipulados”.

Apesar das incertezas do cenário em uma época de pandemia, Manoel garante que o momento é de muitas oportunidades, em especial o de criar conexões emocionais com os clientes. O consultor ainda deu detalhes sobre o método “Experiencialize”, uma metodologia exclusiva que facilita a implantação e a aprimoramento de Customer Experience na área de vendas diretas.

O “Experiencialize” é composto de sete passos. “O primeiro é amar o que a gente faz. Quem trabalha com venda direta tem um relacionamento direto tanto com pessoas quanto com produtos. O segundo, é saber contar boas histórias emocionantes que conectem o seu cliente ao seu produto ou serviço. Terceiro, criar senso de pertencimento, ou seja, fazer com que o cliente sinta que ele faz parte de algo maior. Quarto, evocar a memória afetiva e isso inclui conhecer muito bem o seu cliente. Quinto, é cuidar de detalhes. Sexto, ativar os cinco sentidos (audição, visão, tato, olfato e paladar) com aromas, músicas e sabores, estimulando assim a produção de hormônios da felicidade. O último é surpreender positivamente o cliente, ou seja, entregar mais do que ele está aguardando”, resumiu o consultor.

Manoel e Adriana explicaram ainda que o que cria conexão com o cliente é falar de sentimento, de emoção e de sensação. É preciso deixar claro ao cliente que aquele determinado produto, além de sua capacidade técnica, tem a capacidade de trazer a sensação de poder.

“Quando você acredita no produto e no seu trabalho, os seus olhos brilham. Você se entrega positivamente e aí tudo fica mais fácil. É saber contar boas histórias e as sensações boas e positivas que seu produto vai oferecer. Quando você mesmo começa a consumir esse produto, você entra em um seleto grupo de pessoas que fazem uma boa performance”, afirmou Manoel.

Confira os sete passos completos do método “Experiencialize”:

1) Causa emocional do seu negócio. Definir qual o sentimento que cria uma conexão emocional entre a sua empresa e o seu cliente.

2) A partir de definida a causa emocional, podemos avançar para o segundo passo, contar a história da sua empresa, fazer o chamado “Storytelling”.

3) Criar sensação de pertencimento. O ser humano que vive em sociedade, necessita se sentir parte de algo maior. Por isso, nos ligamos a tantas instituições como igrejas, clubes, associações, etc

4) Daí já emendamos para o 4º passo, evocar a memória afetiva, do que nada mais do que associar algum aspecto do seu produto ou serviço a alguma boa memória do passado do seu cliente.

5) Alinhar os 5 sentidos no seu ambiente físico de consumo ou de atendimento do seu cliente. Será que o visual, o auditivo, o olfativo, o tátil e o paladar estão sendo estimulados de forma integrada, na medida certa e alinhados com a experiência sensorial que queremos que o cliente sinta?

6) Para o 6º passo, a atenção máxima aos detalhes! De nada adiantaria todos os passos anteriores, se pecássemos no momento de sua execução.

7) Finalmente, chegamos ao 7º e último passo: provocar o efeito UAU ou UAU, ou seja, surpreender positivamente o cliente, entregando mais do que ele espera. Uma espécie de cereja do bolo da experiência que irá entregar ao seu cliente.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-05-29T13:50:48-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

AGÊNCIA SENADO – EXPANSÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (22) o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto do Senado (PL 873/2020) que amplia o alcance do auxílio emergencial a ser concedido a trabalhadores informais prejudicados pela pandemia de coronavírus (veja tabela no fim da matéria). O texto recebeu voto favorável de 80 senadores (o que representa unanimidade, porque o presidente da sessão não vota) e segue agora para a sanção presidencial.

O relator do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), aceitou vários pontos do substitutivo, mas também recuperou dispositivos da versão original do Senado que haviam sido rejeitadas pela Câmara. O projeto se refere à Lei 13.892, promulgada no início de abril, que instituiu pagamento mensal de R$ 600,00 para trabalhadores informais e desempregados durante o período da pandemia.

A versão do Senado havia sido aprovada no início de abril, como complemento à criação do auxílio emergencial, contendo as emendas dos senadores ao projeto original. Após as intervenções da Câmara, o texto final contém uma lista maior de categorias profissionais às quais será concedido o benefício; autoriza que dois membros de uma mesma família recebam o auxílio; proíbe a retenção do valor pelos bancos para o pagamento de dívidas; e retoma a expansão da base do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também foi confirmada a inclusão no programa das mães adolescentes, que antes não o receberiam porque o auxílio é destinado aos maiores de 18 anos.

Mudanças aceitas

No substitutivo, os deputados especificaram que as instituições financeiras públicas federais poderão contratar fintechs (bancos virtuais) para a operacionalizar o pagamento. O texto do Senado já previa o pagamento por casas lotéricas, Correios e fintechs, mas não previa a contratação dessas últimas pelos bancos públicos federais.

O texto da Câmara veda ainda que instituições financeiras responsáveis pelo pagamento efetuem descontos a pretexto de recompor saldos negativos ou saldar dívidas preexistentes dos beneficiários. Ou seja, se alguém estiver devendo ao banco, o auxílio não poderá ser automaticamente retirado para cobrir a dívida.

O senador Esperidião Amin afirmou que o substitutivo deixou mais clara a possibilidade de dois membros de uma mesma família receberem o auxílio emergencial. O texto do Senado previa que o recebimento do Bolsa Família não exclui o direito ao auxílio emergencial e que cada família poderá receber até duas cotas de auxílio emergencial ou uma cota do auxílio e um Bolsa Família.

Retorno ao original
Outras sugestões feitas pelos deputados não foram recepcionadas por Amin. É o caso de um dispositivo que incluía, entre os trabalhadores aptos a receber o auxílio emergencial, trabalhadores rurais e domésticos com carteira assinada. Apesar de manifestar solidariedade a essas categorias, Amin manteve-as fora do texto, defendendo a necessidade de não desvirtuar o programa – que se destina aos informais.

Também saiu do texto uma mudança que isentava o beneficiário de pagar Imposto de Renda sobre o auxílio recebido caso ele apresente rendimentos, em 2020, acima da primeira faixa de isenção (R$ 28,6 mil). O relator explicou que o pagamento do imposto havia sido negociado com o Ministério da Economia em troca do fim da exigência de que os beneficiários do auxílio tivessem recebido rendimentos tributáveis abaixo da faixa de isenção em 2018.

Uma terceira mudança da Câmara foi rejeitada após debate no Plenário, a partir de destaques dos senadores Alvaro Dias (Podemos-PR) e Mara Gabrilli (PSDB-SP). O projeto do Senado proíbe a interrupção do pagamento de aposentadorias, pensões e benefícios sociais durante a pandemia exceto em caso de morte do beneficiário. A Câmara permitiu essa interrupção também em caso de irregularidade comprovada em perícia. Alvaro e Mara argumentaram que isso obrigaria aposentados e pessoas com deficiência a saírem de casa para encarar filas e aglomerações em postos do INSS. Esperidião Amin havia mantido a alteração, explicando que contava com o “bom senso” do órgão para não convocar perícias durante a pandemia, mas decidiu acatar os destaques dos colegas.

Já trechos retirados pelos deputados foram recuperados, fazendo com que valesse a versão original do Senado, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e já com as modificações inseridas pelo relator, Esperidião Amin. Um desses trechos foi o que aplica de imediato o novo critério de renda familiar per capita máxima para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que passa de 25% do salário mínimo para 50%.

Esse texto mantém o valor previsto na Lei 13.891, de 2020, após derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional. A questão está suspensa judicialmente após medida cautelar impetrada pelo governo federal, mas Esperidião Amin afirma que manterá a palavra do Congresso sobre o tema.

Quanto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o relator também reintroduziu a possibilidade de suspender os contratos somente para os estudantes que estavam em dia antes da vigência do estado de calamidade pública, conforme previsto no texto do Senado e retirado pela Câmara.

Fonte: Agência Senado

2020-05-29T13:49:11-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|