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Matérias e materiais da ABEVD sobre COVID-19

PAPO DIRETO DISCUTE A ATIVIDADE DA VENDA DIRETA À DISTÂNCIA

Live promovida pela ABEVD abordou a questão do apelo emocional e concluiu que induzir os cinco sentidos pode ser fundamental na hora de fechar negócios, mesmo com o distanciamento social

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (22.04), em seu canal no Instagram (@abevdiretas), o Papo Direto, uma live com o tema “Mesmo distantes, como oferecer uma experiência à sua Força de Venda”, com as participações da Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca e do Publicitário e Consultor de Marketing, Manoel Carlos Junior.

O debate se iniciou com Adriana falando sobre a delicadeza do atual momento e que o setor de vendas diretas é uma oportunidade para muitos, já que, para exercer a atividade, não é necessário sair de casa.

“Quem já usava e conhecia a internet, segue fazendo o seu trabalho. Quem não conhecia, passou a aprender também a gerar conteúdo para redes sociais. O setor de vendas diretas é uma atividade apaixonante e democrática, por não exigir que você tenha algum nível de escolaridade específico ou horários estipulados”.

Apesar das incertezas do cenário em uma época de pandemia, Manoel garante que o momento é de muitas oportunidades, em especial o de criar conexões emocionais com os clientes. O consultor ainda deu detalhes sobre o método “Experiencialize”, uma metodologia exclusiva que facilita a implantação e a aprimoramento de Customer Experience na área de vendas diretas.

O “Experiencialize” é composto de sete passos. “O primeiro é amar o que a gente faz. Quem trabalha com venda direta tem um relacionamento direto tanto com pessoas quanto com produtos. O segundo, é saber contar boas histórias emocionantes que conectem o seu cliente ao seu produto ou serviço. Terceiro, criar senso de pertencimento, ou seja, fazer com que o cliente sinta que ele faz parte de algo maior. Quarto, evocar a memória afetiva e isso inclui conhecer muito bem o seu cliente. Quinto, é cuidar de detalhes. Sexto, ativar os cinco sentidos (audição, visão, tato, olfato e paladar) com aromas, músicas e sabores, estimulando assim a produção de hormônios da felicidade. O último é surpreender positivamente o cliente, ou seja, entregar mais do que ele está aguardando”, resumiu o consultor.

Manoel e Adriana explicaram ainda que o que cria conexão com o cliente é falar de sentimento, de emoção e de sensação. É preciso deixar claro ao cliente que aquele determinado produto, além de sua capacidade técnica, tem a capacidade de trazer a sensação de poder.

“Quando você acredita no produto e no seu trabalho, os seus olhos brilham. Você se entrega positivamente e aí tudo fica mais fácil. É saber contar boas histórias e as sensações boas e positivas que seu produto vai oferecer. Quando você mesmo começa a consumir esse produto, você entra em um seleto grupo de pessoas que fazem uma boa performance”, afirmou Manoel.

Confira os sete passos completos do método “Experiencialize”:

1) Causa emocional do seu negócio. Definir qual o sentimento que cria uma conexão emocional entre a sua empresa e o seu cliente.

2) A partir de definida a causa emocional, podemos avançar para o segundo passo, contar a história da sua empresa, fazer o chamado “Storytelling”.

3) Criar sensação de pertencimento. O ser humano que vive em sociedade, necessita se sentir parte de algo maior. Por isso, nos ligamos a tantas instituições como igrejas, clubes, associações, etc

4) Daí já emendamos para o 4º passo, evocar a memória afetiva, do que nada mais do que associar algum aspecto do seu produto ou serviço a alguma boa memória do passado do seu cliente.

5) Alinhar os 5 sentidos no seu ambiente físico de consumo ou de atendimento do seu cliente. Será que o visual, o auditivo, o olfativo, o tátil e o paladar estão sendo estimulados de forma integrada, na medida certa e alinhados com a experiência sensorial que queremos que o cliente sinta?

6) Para o 6º passo, a atenção máxima aos detalhes! De nada adiantaria todos os passos anteriores, se pecássemos no momento de sua execução.

7) Finalmente, chegamos ao 7º e último passo: provocar o efeito UAU ou UAU, ou seja, surpreender positivamente o cliente, entregando mais do que ele espera. Uma espécie de cereja do bolo da experiência que irá entregar ao seu cliente.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-05-29T13:50:48-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

AGÊNCIA SENADO – EXPANSÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (22) o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto do Senado (PL 873/2020) que amplia o alcance do auxílio emergencial a ser concedido a trabalhadores informais prejudicados pela pandemia de coronavírus (veja tabela no fim da matéria). O texto recebeu voto favorável de 80 senadores (o que representa unanimidade, porque o presidente da sessão não vota) e segue agora para a sanção presidencial.

O relator do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), aceitou vários pontos do substitutivo, mas também recuperou dispositivos da versão original do Senado que haviam sido rejeitadas pela Câmara. O projeto se refere à Lei 13.892, promulgada no início de abril, que instituiu pagamento mensal de R$ 600,00 para trabalhadores informais e desempregados durante o período da pandemia.

A versão do Senado havia sido aprovada no início de abril, como complemento à criação do auxílio emergencial, contendo as emendas dos senadores ao projeto original. Após as intervenções da Câmara, o texto final contém uma lista maior de categorias profissionais às quais será concedido o benefício; autoriza que dois membros de uma mesma família recebam o auxílio; proíbe a retenção do valor pelos bancos para o pagamento de dívidas; e retoma a expansão da base do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também foi confirmada a inclusão no programa das mães adolescentes, que antes não o receberiam porque o auxílio é destinado aos maiores de 18 anos.

Mudanças aceitas

No substitutivo, os deputados especificaram que as instituições financeiras públicas federais poderão contratar fintechs (bancos virtuais) para a operacionalizar o pagamento. O texto do Senado já previa o pagamento por casas lotéricas, Correios e fintechs, mas não previa a contratação dessas últimas pelos bancos públicos federais.

O texto da Câmara veda ainda que instituições financeiras responsáveis pelo pagamento efetuem descontos a pretexto de recompor saldos negativos ou saldar dívidas preexistentes dos beneficiários. Ou seja, se alguém estiver devendo ao banco, o auxílio não poderá ser automaticamente retirado para cobrir a dívida.

O senador Esperidião Amin afirmou que o substitutivo deixou mais clara a possibilidade de dois membros de uma mesma família receberem o auxílio emergencial. O texto do Senado previa que o recebimento do Bolsa Família não exclui o direito ao auxílio emergencial e que cada família poderá receber até duas cotas de auxílio emergencial ou uma cota do auxílio e um Bolsa Família.

Retorno ao original
Outras sugestões feitas pelos deputados não foram recepcionadas por Amin. É o caso de um dispositivo que incluía, entre os trabalhadores aptos a receber o auxílio emergencial, trabalhadores rurais e domésticos com carteira assinada. Apesar de manifestar solidariedade a essas categorias, Amin manteve-as fora do texto, defendendo a necessidade de não desvirtuar o programa – que se destina aos informais.

Também saiu do texto uma mudança que isentava o beneficiário de pagar Imposto de Renda sobre o auxílio recebido caso ele apresente rendimentos, em 2020, acima da primeira faixa de isenção (R$ 28,6 mil). O relator explicou que o pagamento do imposto havia sido negociado com o Ministério da Economia em troca do fim da exigência de que os beneficiários do auxílio tivessem recebido rendimentos tributáveis abaixo da faixa de isenção em 2018.

Uma terceira mudança da Câmara foi rejeitada após debate no Plenário, a partir de destaques dos senadores Alvaro Dias (Podemos-PR) e Mara Gabrilli (PSDB-SP). O projeto do Senado proíbe a interrupção do pagamento de aposentadorias, pensões e benefícios sociais durante a pandemia exceto em caso de morte do beneficiário. A Câmara permitiu essa interrupção também em caso de irregularidade comprovada em perícia. Alvaro e Mara argumentaram que isso obrigaria aposentados e pessoas com deficiência a saírem de casa para encarar filas e aglomerações em postos do INSS. Esperidião Amin havia mantido a alteração, explicando que contava com o “bom senso” do órgão para não convocar perícias durante a pandemia, mas decidiu acatar os destaques dos colegas.

Já trechos retirados pelos deputados foram recuperados, fazendo com que valesse a versão original do Senado, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e já com as modificações inseridas pelo relator, Esperidião Amin. Um desses trechos foi o que aplica de imediato o novo critério de renda familiar per capita máxima para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que passa de 25% do salário mínimo para 50%.

Esse texto mantém o valor previsto na Lei 13.891, de 2020, após derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional. A questão está suspensa judicialmente após medida cautelar impetrada pelo governo federal, mas Esperidião Amin afirma que manterá a palavra do Congresso sobre o tema.

Quanto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o relator também reintroduziu a possibilidade de suspender os contratos somente para os estudantes que estavam em dia antes da vigência do estado de calamidade pública, conforme previsto no texto do Senado e retirado pela Câmara.

Fonte: Agência Senado

2020-05-29T13:49:11-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – PIAUI HOJE – MARGARETE COELHO REFORÇA APOIO PARA REPRESENTANTES DO SETOR DA BELEZA

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que amplia o alcance do auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do novo coronavírus (PL 873/20). A deputada federal Margarete Coelho (PP-PI) apresentou uma emenda modificativa ao projeto para incluir os profissionais da beleza e empreendedores individuais no rol de profissionais que podem receber o benefício.

“Sabemos que esse momento de recessão proporcionado pela pandemia é ainda mais duro para quem trabalha dependendo do lucro diário para o sustento. Nossa emenda, que foi acatada pelo relator na última sessão da Câmara, garantiu que profissionais como cabeleireiros, depiladores, manicures, pedicures, maquiadores, esteticistas, além de trabalhadores que atuam com vendas diretas de produtos de beleza possam receber o auxílio”, informou a deputada.

A parlamentar piauiense destacou que este é um dos setores que mais crescem no país e em reunião realizada ontem (20), por videoconferência com representantes do Sindicato dos profissionais da Beleza no Piauí (Sindibeleza Piauí), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE – PI), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC – PI) e os deputados federais Soraya Santos e Ricardo Izar, que também assinaram a emenda, foram discutidas soluções para os problemas que envolvem a pandemia e esse segmento.

“Apresentamos o cenário que a crise desenha para o setor, as soluções que a Frente Parlamentar da Beleza tem proposto e também ouvimos as dificuldades de quem trabalha no segmento para buscarmos soluções” completou.

A presidente do Sindibeleza Piauí, Adriana Lobão, destacou que a reunião foi muito proveitosa e que a categoria se sente “honrada pelo apoio nesse momento difícil”.

2020-05-29T13:48:01-03:00abril 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – R7 – MULHERES ENCONTRAM DIFICULDADES EM DENUNCIAR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DURANTE PANDEMIA

Violência. A jovem médica, Lorena Quaranta (27), trabalhava arduamente no hospital em Messina, na Itália, para combater o vírus covid-19. Muitas vezes, ela passava noites em plantões duplos para ajudar ao máximo que podia. Porém, muitos não sabiam que Lorena seria uma das mulheres que precisaria de ajuda dentro de casa. Vivendo num relacionamento com o enfermeiro Antônio de Pace (28), ao voltar para a casa ele a assassinou por acreditar ter sido “contaminado” com coronavírus por ela. No final, ambos testaram negativo ao teste.

A violência contra mulher já é tratada há muito tempo como um problema de segurança em muitos países. Entretanto, durante a pandemia do coronavírus o isolamento social deixou diversas mulheres trancafiadas com seus agressores dia e noite. Os dados que tratam sobre a violência doméstica aumentaram nos países em quarentena, como China, Itália, França e, obviamente, o Brasil. Sem poder ir a delegacia e com medo da violência, as vítimas enfrentam a dificuldade de denunciar as agressões.

Atenta a intensificação do problema diante da pandemia, a Ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, chamou a atenção para o aumento de 9% dos casos de violência no início de abril. Com isso, a ministra também anunciou que as denúncias poderão ser feitas por aplicativo em telefone celular.

Contudo, as medidas ainda não são suficientes para garantir a segurança as mulheres. Assim, segundo um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública publicado nesta segunda-feira (20), é apontado a queda no registro oficial de casos de violência contra a mulher.

Apoio nas redes sociais
Entretanto, o levantamento também revelou que houve um aumento em 431% de relatos no Twitter de brigas entre casais. Totalizando 52.315 menções na rede social, 5.583 tweets indicaram violência doméstica.

Dessa forma, foi verificado na pesquisa que 67% dos relatos foram feitos por mulheres. Também foi indicado a incidência das ocorrências, sendo 25% feitas às sextas-feiras. 53% foram publicadas durante a noite e madrugada, entre 20h e 3h.

Em entrevista para o G1, a diretora-executiva do Fórum, Samira Bueno, falou sobre a dificuldade das mulheres em denunciar seus agressores.

“As mulheres que estão confinadas podem estar encontrando dificuldades para fazer o registro das ocorrências, uma vez que a principal porta de entrada para denunciar esses crimes são as delegacias de polícia” declarou.

Enquanto mulheres não conseguem denunciar a violência para as delegacias, campanhas de suporte surgem e ganham espaço na internet. Assim, as janelas abertas se tornaram um símbolo para mulheres em situação de violência doméstica, mostrando que ali é um ponto de apoio.

As marcas de beleza Natura, Avon e BodyShop também se juntaram para incentivar a proteção das mulheres em vulnerabilidade. O movimento “Isoladas Sim, Sozinhas Não” alerta sobre os casos de violência de gênero, manifestando informações sobre o tema.

“Estamos trabalhando para dar suporte, orientação e contribuir para que as vítimas saibam identificar situações de violência e a quem recorrer neste momento” afirmou a diretora de vendas Brasil, Cida Franco.

De forma que o movimento busca valorizar a importância de cada pessoa, foi oferecido nas redes sociais um documento para ser impresso e compartilhado nos prédios ou condomínios.

Contra a violência
Diante da pandemia, muitas celebridades também mostraram o apoio ao combate à violência contra mulher. A cantora Rihanna se juntou com o CEO do Twitter, Jack Dorsey, para doar US $ 4,2 milhões a instituição que ajuda vítimas de violência doméstica.

Já no Brasil, a cantora Valesca Popozuda postou em seu Twitter uma mensagem de apoio a todas as mulheres em situação de risco na quarentena.

Por fim, em relação ao mesmo mês do ano anterior, São Paulo registrou um aumento de 46,2% dos casos de feminicídio. Porém, a situação mais agravante se encontra no estado do Mato Grosso, com um aumento de 400%. Contudo, o estado do Pará também teve um alto crescimento, de 185%.

Para denunciar qualquer tipo de violência contra mulher ligue:

PM – Disque 190
Central de Atendimento à Mulher – Disque 180

Fonte: R7

2020-05-29T13:46:51-03:00abril 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – REVISTA MARIE CLARIE – CORONAVÍRUS: MARCAS DE BELEZA ANUNCIAM AÇÕES CONTRA COVID-19

A união, mesmo que à distância, é o melhor caminho para superarmos a pandemia do coronavírus. Pensando nisso, marcas de beleza se engajaram em várias ações que tratam de forma abrangente as crises causadas pelo Covid-19, doando dinheiro, distribuindo material e mão de obra para a fabricação de álcool em gel para profissionais da saúde e comunidades afetadas e até criando campanhas de apoio a profissionais da beleza e mulheres vítimas de violência doméstica.

Veja a seguir alguns dos nomes integrantes dessa corrente do bem:

P&G Brasil
No começo de abril, o grupo anunciou a doação de mais de 30 toneladas de produtos para cuidar das comunidades mais impactadas pelo Covid-19. As iniciativas acontecem em etapas, sendo a primeira delas reunindo mais de R$ 3 milhões em produtos de todas as marcas da empresa no Brasil e a doação de R$ 200 mil para o grupo de pesquisadoras da USP, liderado pela Dra. Ester Sabino, a primeira a sequenciar o genoma do novo coronavírus na América Latina. Além disso, profissionais da saúde em hospitais públicos e UPAs também recebem kits de higiene, como forma de ajudá-los na prevenção da contaminação, já que eles estão na linha de combate ao vírus.

Inoar Cosméticos
A Inoar Cosméticos doou seu novo álcool em gel 70% para a ONG Sementes do Amanhã, uma entidade que auxilia 150 crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade no município de Taboão da Serra, em São Paulo.

Mary Kay
A Mary Kay anunciou que a empresa dedicará parte de sua cadeia de suprimentos e instalações da Fábrica Global, localizada no Texas, para produção de álcool em gel. Os primeiros lotes produzidos serão doados para aqueles que estão nas linhas de frente, em clínicas e hospitais, que lutam contra a pandemia do COVID-19. No Brasil a marca decidiu usar parte da verba do Instituto Mary Kay para fazer uma grande doação para a FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz e apoiar a fabricação de cerca de 5.000 testes modernos do COVID-19, que serão distribuídos por hospitais públicos em todo o país.

L’Oréal Brasil
Na fábrica da marca, em São Paulo, já estão sendo produzidas 170 toneladas de álcool gel para doar a hospitais públicos e comunidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A distribuição do álcool gel será realizada por meio de uma parceria entre a L’Oréal Brasil e a Sociedade Brasileira de Dermatologia, que mobilizou as Secretarias de Saúde dos estados mais afetados pelo COVID-19 – Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Distrito Federal. Já os produtos de cuidado pessoal serão enviados diretamente para os Serviços de Dermatologia dos hospitais mais afetados para que façam a distribuição aos profissionais de saúde.

Salon Line
A Salon Line está produzindo álcool em gel e faz parceria com algumas empresas que estão prestando serviços necessários para a população, como os motoboys parceiros da Rappi e os prestadores de serviços da franquia Maria Brasileira, que receberam doações do produto, assim como os coletores de lixo das cidades de Itapevi, Barueri, Carapicuíba e Jandira.

Fonte: Marie Clarie

2020-05-29T13:45:38-03:00abril 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – G1 – FAMÍLIAS COM RENDA DE CERCA DE R$ 3 MIL DEVEM TER MAIOR PERDA DE CONSUMO COM CRISE DO CORONAVÍRUS

As famílias com renda domiciliar ao redor de R$ 3 mil serão as que terão seu consumo mais afetado pela crise econômica desencadeada pelo surto de coronavírus. Neste ano, esse grupo distribuído em 13,1 milhões de domicílios no país deve perder 11% do seu potencial de consumo.

Os dados são de um estudo da consultoria IPC Marketing e que analisa o consumo de cada classe social definida pelos critérios da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa de Mercado (Abep).

As famílias com renda de R$ 3.085,48 mil integram a classe C1. Em números absolutos, devem deixar de consumir R$ 105 bilhões em 2020, de acordo com o levantamento.

As projeções utilizadas para realizar o estudo têm como base o cenário apresentado no relatório Focus, do Banco Central, que colhe a avaliação dos analistas para o desempenho da economia. Nele, as projeções são de queda de quase 2% do Produto Interno Bruto (PIB) e alta de 2,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Fundo Monetário Internacional (FMI), no entanto, estima uma queda de 5,3% no PIB – o que faria o consumo dessa faixa ‘encolher’ em R$ 131 bilhões.

Os integrantes da classe C1 enfrentam uma combinação perversa. São prejudicados pela deterioração do mercado de trabalho – muitos são empregados do setor privado ou atuam como conta própria – e não são amplamente beneficiados pelos programas emergenciais do governo federal.

“É uma classe média que depende muito do trabalho assalariado e que está sofrendo bastante por causa dessa crise”, afirma o diretor da IPC Marketing, Marcos Pazzini.

Pelo levantamento, a classe A – com renda média domiciliar de R$ 25.554,33 – deve ser a segunda mais prejudicada, com uma perda do potencial de consumo de 7%.

“Apesar de ser mais abastarda, a classe A sente muito o impacto dessa crise nos investimentos, como o recuo da bolsa de valores, por exemplo”, afirma Pazzini. “Essa população vai consumir menos diante da queda da rentabilidade (das aplicações financeiras).”

A única classe que deve apresentar um crescimento forte é a B2. Para esse grupo, o avanço esperado é de 9% – a alta, no entanto, é atribuída ao fato de muitos brasileiros terem migrado do estrato da B1, o que contribuiu para aumentar o potencial dessa classe. As demais vão ficar próximo da estabilidade.

Há um risco desse quadro ser ainda pior se as projeções mais pessimistas para a economia brasileira se confirmarem. Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) atualizou a sua previsão para a atividade econômica mundial. Para o Brasil, o órgão projeta uma recessão de 5,3%.

Nesse cenário, a perda do potencial de consumo será maior em todas os estratos em relação ao cenário-base e seguirá mais intenso para as famílias com renda domiciliar de R$ 3 mil. Em 2020, com uma recessão de 5,3%, a classe C1 poderá perder R$ 131 bilhões em potencial de consumo, uma queda de 14% em relação ao observado no ano passado.

Auxílio socorre os mais pobres
Com os estragos provocados pela pandemia na economia, a equipe econômica anunciou uma série de medidas para tentar mitigar os efeitos da crise. A mais importantes delas é um auxílio emergencial de R$ 600 – por três meses inicialmente – para trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e Microempreendedor Individual (MEI)

“As classes mais baixas nem sempre têm uma regularidade na renda e agora pode passar a ter ao menos de forma momentânea”, afirma o diretor-executivo da consultoria Plano CDE, Maurício Prado. “Nos lugares mais pobres, como no interior do Nordeste, o auxílio pode até trazer um boom de consumo.”

O auxílio também poderá englobar os beneficiários do Bolsa Família se o valor for mais vantajoso do que o oferecido pelo programa.

Um exercício da consultoria Tendências dá uma dimensão do impacto que essa ajuda pode representar no orçamento doméstico. As 13,1 milhões de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família recebem, em média, R$ 200 mensais. Com o auxílio, a estimativa é de que o valor recebido por elas suba para R$ 1 mil por mês.

Consumo contribuiu para o crescimento
Ao todo, o levantamento da consultoria IPC Marketing indicou que o país deve perder R$ 30 bilhões em potencial de consumo, num cenário no qual a recessão é de 2%. Se a queda da atividade for de 5%, a redução será de R$ 161 bilhões.

A piora do quadro também marca uma inversão. Nos últimos anos, foi o consumo das famílias que mais contribuiu para o crescimento, ainda que tímido, da economia brasileira.

Desde 2017, o crescimento do consumo das famílias dentro do PIB tem sido de cerca de 2%. Neste ano, a Tendências prevê uma queda de 5%, o que vai contribuir negativamente para uma recessão de 4,1%, segundo o cenário da consultoria.

Fonte: G1

2020-05-29T13:44:13-03:00abril 20th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – REVISTA GLAMOUR – MARCAS DE BELEZA SE UNEM CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Desde o começo do isolamento social, os casos de violência doméstica contra a mulher aumentaram 17% e, vendo esse dado alarmante, o Instituto Avon, a Avon, a Natura e a The Body Shop se juntaram em uma campanha que defende a união entre mulheres.

#IsoladasSimSozinhasNão tem o propósito de criar uma rede de apoio entre vizinhas, amigas e familiares, estimulando a aproximação e o cuidado entre mulheres, para que nenhuma se sinta desamparada nesse momento, mesmo distantes.

Para representar o movimento, a janela foi escolhida como símbolo, já que, em casa, estamos conectados através delas, seja a janela de casa, ou a janela de uma rede social. Demais!

Fonte: Revista Glamour

2020-05-29T13:42:42-03:00abril 20th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – EXAME – CHINA VAI ESTIMULAR DEMANDA DOMÉSTICA PARA RETOMAR ECONOMIA

O governo da China vai adotar medidas adicionais numa tentativa de aliviar o impacto econômico da pandemia do novo coronavírus, dentro de uma estratégia que terá como foco expandir a demanda doméstica.

O plano de Pequim é impulsionar os investimentos efetivos e estimular o consumo, segundo Mao Shengyong, porta-voz do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, pela sigla em inglês) que falou durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira.

Dados oficiais mostraram que a China apresentou sua primeira contração trimestral no Produto Interno Bruto (PIB) desde pelo menos 1992, quando o indicador passou a ser divulgado regularmente. Entre janeiro e março, a segunda maior economia do mundo encolheu 6,8% ante o mesmo período do ano passado, como resultado dos efeitos adversos do coronavírus, que teve origem na cidade chinesa de Wuhan.

Mao tentou minimizar preocupações geradas pela acentuada contração e disse que “simplesmente não se pode comparar” os números do primeiro trimestre com os de anos normais, embora tenha admitido que vai ser difícil a China crescer de forma sustentável à medida que o cenário global se deteriora.

O porta-voz também reiterou a disposição do governo de ajudar pequenas e médias empresas – consideradas pilares do emprego – a superar a crise sanitária causada pelo coronavírus.

Mao também comentou que a China não registrou cortes de empregos em massa durante a pandemia. Alguns analistas, porém, dizem que as taxas oficiais de desemprego podem não refletir com precisão o atual quadro do mercado de trabalho.

Ainda de acordo com o porta-voz, a economia da China teve notável melhora em março, como sugerem alguns indicadores, incluindo o de consumo de eletricidade e vendas de escavadoras. Mao ressaltou que a tendência positiva deverá se manter em abril e no restante do segundo trimestre.

Apesar do momento desafiador, o potencial de crescimento da China no longo prazo não mudou e a atividade econômica provavelmente se recuperará, uma vez que a demanda doméstica está reprimida. “Minha visão é que neste ano e no próximo, o crescimento médio deverá ficar acima de 5%”, disse Mao.

O porta-voz não soube dizer se o governo chinês vai desistir de estabelecer uma meta de crescimento para 2020.

Fonte: Exame

2020-05-29T13:41:25-03:00abril 17th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – AGÊNCIA BRASIL – CNI LANÇA FERRAMENTA PARA CALCULAR REDUÇÃO DE JORNADA E SALÁRIO

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disponibilizou uma calculadora para ajudar as empresas a calcular a redução proporcional de jornada e salário, feita por acordos previstos na Medida Provisória nº 936.

A ferramenta online e gratuita permite que se faça simulações de acordos de redução de jornada e salário em todas as faixas previstas na norma. Com os dados preenchidos, a calculadora informa o valor a ser pago pelo empregador, o valor da ajuda compensatória – se houver –, o valor do benefício emergencial e total que o trabalhador receberá.

Suspensão de contratos de trabalho
Outra possibilidade trazida pela MP 936 para as empresas é a suspensão do contrato de trabalho de seus empregados.

Com duração máxima de 60 dias, esse instrumento tem exigências distintas para empresas que tiveram faturamento acima ou abaixo de R$ 4,8 milhões em 2019.

Para ambas as situações, a Calculadora MP 936 oferece os valores a serem pagos pela empresa, pelo governo – a título de benefício emergencial – e o salário que o trabalhador receberá.

Fonte: Agência Brasil

2020-05-29T13:40:13-03:00abril 17th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – EXTRA – CÂMARA APROVA AMPLIAÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL E INCLUI EMPREENDEDORES DAS VENDAS DIRETAS

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (dia 17), o texto-base da proposta que amplia o auxílio emergencial de R$ 600 para várias categorias profissionais e abre novas opções para trabalhadores informais. O texto inclui o pagamento para mães adolescentes (antes, era preciso ter ao menos 18 anos) e inclui os pais solteiros, que, assim como as mães que são chefes de família, receberão R$ 1.200.

Entre os que poderão receber os R$ 600, desde estejam enquadrados em outros requisitos da proposta, estão pescadores; trabalhadores das artes e da cultura; cooperados ou associados em cooperativa ou associação de catadores de materiais recicláveis; taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativo; condutores de transporte escolar; entregadores de aplicativo; diaristas; barraqueiros de praia, ambulantes, feirantes e camelôs; garçons; cuidadores; babás; manicures e pedicures; cabeleireiros; pipoqueiro; professores contratados que estão sem receber salário. Veja a lista abaixo.

A proposta aprovada nesta quinta-feira ainda permite a suspensão da cobrança de parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos beneficiários que estão com pagamento em dia. A suspensão poderá chegar a duas ou quatro parcelas, a depender do tempo em que estudante participa do programa. O governo poderá ainda prorrogar esses prazos.

A redação final, segundo a Câmara e o Ministério da Economia, terá impacto de R$ 10 bilhões. Após negociação com líderes e o governo, o relator da proposta, Cezinha de Madureira (PSD-SP), retirou dois pontos do texto, que resultariam em um impacto fiscal de R$ 134 bilhões.

Por ter sofrido alterações na Câmara dos Deputados, o projeto, aprovado pelo Senado há duas semanas, retornará para a análise dos senadores, após a votação dos destaques pelos deputados. Permanece no texto da Câmara a inclusão de várias categorias de trabalhadores para o recebimento do auxílio de R$ 600 por três meses.

Temas polêmicos

A exclusão de temas polêmicos, com grande impacto fiscal, ocorreu após reunião do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com Cezinha. Um dos pontos retirados foi o programa de auxílio ao emprego para enfrentar a crise do coronavírus, que teria impacto de, pelo menos, R$ 114 bilhões.

O segundo ponto suprimido é o trecho que retomava o critério de renda de meio salário mínimo por pessoa da famíília (R$ 522,50) para a concessão do Benefício de Prestação Continuado (BPC/Loas) — auxílio pago pelo INSS, voltado para pessoas com deficiência carentes, de qualquer idade, e idosos acima de 65 anos pobres.

Esse impacto seria de R$ 20 bilhões por ano, não restrito ao período da crise, porque ampliaria o universo de pessoas que poderiam ser contempladas com o benefício assistencial. Portanto, para ter direito ao BPC/Loas, a renda exigida continuará sendo de R$ 261,25 por pessoa da família (per capita), como é hoje.

A iniciativa retira ainda a trava que impede o pagamento do auxílio emergencial a quem teve renda superior a R$ 28.559,70 em 2018, o que abre espaço para profissionais que tiveram grande perda de renda com a crise. Em contrapartida, estabelece que quem registrar rendimento superior a esse limite em 2020 deverá devolver, na declaração de Imposto de Renda do ano que vem, o valor recebido de auxílio agora.

Quem pode receber os R$ 600, desde que enquadrado em outros requisitos da proposta

– Os pescadores profissionais, os artesanais e os aquicultores; os agricultores e agricultoras familiares, os arrendatários, os extrativistas, os silvicultores, os beneficiários dos programas de crédito-fundiário, os assentados da reforma agrária, os quilombolas e os demais povos e comunidades tradicionais, e os técnicos agrícolas.

– Os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles, os autores e os artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluindo intérpretes e executantes, e os técnicos em espetáculos de diversões, ou ainda os artistas.

– Os cooperados ou os associados em cooperativa ou associação de catadores e catadoras de materiais recicláveis e os cooperados ou os associados em cooperativa ou associação.

– Os taxistas e os mototaxistas, os motoristas de aplicativo, os motoristas de transporte escolar, os trabalhadores do transporte de passageiros regular, os microempresários de vans e ônibus escolares, os caminhoneiros, os entregadores de aplicativo e as diaristas.

– Os agentes de turismo e os guias de turismo.

– Os seringueiros, os mineiros e os garimpeiros, definidos como aqueles que, individualmente ou em forma associativa, atuem diretamente no processo da extração de substâncias minerais garimpáveis.

– Os ministros de confissão religiosa e os profissionais assemelhados.

– Os profissionais autônomos de Educação Física; os trabalhadores do esporte, entre eles os atletas, os paratletas, os técnicos, os preparadores físicos, os fisioterapeutas, os nutricionistas, os psicólogos, os árbitros e os auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, incluindo aqueles trabalhadores envolvidos na realização das competições.

– Os barraqueiros de praia, os ambulantes, os feirantes, os camelôs e as baianas de acarajé, os garçons, os marisqueiros e os catadores de caranguejos, os artesãos, os expositores em feira de artesanato, os cuidadores e as babás.

– As manicures e as pedicures, os cabeleireiros, os barbeiros, os esteticistas, os depiladores e os maquiadores e os demais profissionais da beleza, os empreendedores individuais da categoria da beleza, cosméticos, terapias complementares, arte-educação e atividades similares

– Os empreendedores independentes das vendas diretas, os vendedores de pipoca que trabalhavam em frente a escolas; os vendedores de cachorro-quente que ficavam nas portas de igrejas, os vendedores do marketing multinível e os vendedores porta a porta.

– Os sócios de pessoas jurídicas inativas, dispensada a apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS) e os produtores em regime de economia solidária.

– Os professores contratados que estão sem receber salário.

2020-05-29T13:39:04-03:00abril 17th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|
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