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Matérias e materiais da ABEVD sobre COVID-19

CLIPPING – EXTRA – CÂMARA APROVA AMPLIAÇÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL E INCLUI EMPREENDEDORES DAS VENDAS DIRETAS

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (dia 17), o texto-base da proposta que amplia o auxílio emergencial de R$ 600 para várias categorias profissionais e abre novas opções para trabalhadores informais. O texto inclui o pagamento para mães adolescentes (antes, era preciso ter ao menos 18 anos) e inclui os pais solteiros, que, assim como as mães que são chefes de família, receberão R$ 1.200.

Entre os que poderão receber os R$ 600, desde estejam enquadrados em outros requisitos da proposta, estão pescadores; trabalhadores das artes e da cultura; cooperados ou associados em cooperativa ou associação de catadores de materiais recicláveis; taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativo; condutores de transporte escolar; entregadores de aplicativo; diaristas; barraqueiros de praia, ambulantes, feirantes e camelôs; garçons; cuidadores; babás; manicures e pedicures; cabeleireiros; pipoqueiro; professores contratados que estão sem receber salário. Veja a lista abaixo.

A proposta aprovada nesta quinta-feira ainda permite a suspensão da cobrança de parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos beneficiários que estão com pagamento em dia. A suspensão poderá chegar a duas ou quatro parcelas, a depender do tempo em que estudante participa do programa. O governo poderá ainda prorrogar esses prazos.

A redação final, segundo a Câmara e o Ministério da Economia, terá impacto de R$ 10 bilhões. Após negociação com líderes e o governo, o relator da proposta, Cezinha de Madureira (PSD-SP), retirou dois pontos do texto, que resultariam em um impacto fiscal de R$ 134 bilhões.

Por ter sofrido alterações na Câmara dos Deputados, o projeto, aprovado pelo Senado há duas semanas, retornará para a análise dos senadores, após a votação dos destaques pelos deputados. Permanece no texto da Câmara a inclusão de várias categorias de trabalhadores para o recebimento do auxílio de R$ 600 por três meses.

Temas polêmicos

A exclusão de temas polêmicos, com grande impacto fiscal, ocorreu após reunião do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com Cezinha. Um dos pontos retirados foi o programa de auxílio ao emprego para enfrentar a crise do coronavírus, que teria impacto de, pelo menos, R$ 114 bilhões.

O segundo ponto suprimido é o trecho que retomava o critério de renda de meio salário mínimo por pessoa da famíília (R$ 522,50) para a concessão do Benefício de Prestação Continuado (BPC/Loas) — auxílio pago pelo INSS, voltado para pessoas com deficiência carentes, de qualquer idade, e idosos acima de 65 anos pobres.

Esse impacto seria de R$ 20 bilhões por ano, não restrito ao período da crise, porque ampliaria o universo de pessoas que poderiam ser contempladas com o benefício assistencial. Portanto, para ter direito ao BPC/Loas, a renda exigida continuará sendo de R$ 261,25 por pessoa da família (per capita), como é hoje.

A iniciativa retira ainda a trava que impede o pagamento do auxílio emergencial a quem teve renda superior a R$ 28.559,70 em 2018, o que abre espaço para profissionais que tiveram grande perda de renda com a crise. Em contrapartida, estabelece que quem registrar rendimento superior a esse limite em 2020 deverá devolver, na declaração de Imposto de Renda do ano que vem, o valor recebido de auxílio agora.

Quem pode receber os R$ 600, desde que enquadrado em outros requisitos da proposta

– Os pescadores profissionais, os artesanais e os aquicultores; os agricultores e agricultoras familiares, os arrendatários, os extrativistas, os silvicultores, os beneficiários dos programas de crédito-fundiário, os assentados da reforma agrária, os quilombolas e os demais povos e comunidades tradicionais, e os técnicos agrícolas.

– Os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles, os autores e os artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluindo intérpretes e executantes, e os técnicos em espetáculos de diversões, ou ainda os artistas.

– Os cooperados ou os associados em cooperativa ou associação de catadores e catadoras de materiais recicláveis e os cooperados ou os associados em cooperativa ou associação.

– Os taxistas e os mototaxistas, os motoristas de aplicativo, os motoristas de transporte escolar, os trabalhadores do transporte de passageiros regular, os microempresários de vans e ônibus escolares, os caminhoneiros, os entregadores de aplicativo e as diaristas.

– Os agentes de turismo e os guias de turismo.

– Os seringueiros, os mineiros e os garimpeiros, definidos como aqueles que, individualmente ou em forma associativa, atuem diretamente no processo da extração de substâncias minerais garimpáveis.

– Os ministros de confissão religiosa e os profissionais assemelhados.

– Os profissionais autônomos de Educação Física; os trabalhadores do esporte, entre eles os atletas, os paratletas, os técnicos, os preparadores físicos, os fisioterapeutas, os nutricionistas, os psicólogos, os árbitros e os auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, incluindo aqueles trabalhadores envolvidos na realização das competições.

– Os barraqueiros de praia, os ambulantes, os feirantes, os camelôs e as baianas de acarajé, os garçons, os marisqueiros e os catadores de caranguejos, os artesãos, os expositores em feira de artesanato, os cuidadores e as babás.

– As manicures e as pedicures, os cabeleireiros, os barbeiros, os esteticistas, os depiladores e os maquiadores e os demais profissionais da beleza, os empreendedores individuais da categoria da beleza, cosméticos, terapias complementares, arte-educação e atividades similares

– Os empreendedores independentes das vendas diretas, os vendedores de pipoca que trabalhavam em frente a escolas; os vendedores de cachorro-quente que ficavam nas portas de igrejas, os vendedores do marketing multinível e os vendedores porta a porta.

– Os sócios de pessoas jurídicas inativas, dispensada a apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS) e os produtores em regime de economia solidária.

– Os professores contratados que estão sem receber salário.

2020-05-29T13:39:04-03:00abril 17th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – PROMOVIEW – NATURA CRIA PORTAL DE BEM-ESTAR PARA CONSULTORAS

A Natura acaba de colocar no ar o “Portal de Bem-Estar”, ferramenta digital para acesso exclusivo de consultoras e líderes de negócios da marca no Brasil.

A iniciativa é uma das ações da empresa para cuidar das pessoas e mitigar o impacto do Covid-19. Pelo aplicativo ‘Consultoria’, mais de uma milhão de pessoas poderão ter acesso a informações confiáveis sobre a prevenção do novo Coronavírus, assim como conteúdos para manter a saúde e o equilíbrio emocional.

Uma parceria exclusiva com a startup Zenklub lança acesso gratuito a mais de 100 conteúdos como vídeos, testes e exercícios para o bem-estar.

Além disso, valores especiais serão concedidos para as consultoras de beleza e seus familiares em sessões de 30 minutos, com psicólogos, no primeiro mês da ação.

O vice-presidente da Plataforma de Negócios da Natura, Agenor Leão, afirma que a empresa está focada em diminuir os desafios individuais e coletivos gerados pelo Covid-19.

“Nossos times estão empenhados em encontrar as melhores soluções digitais para mantermos a economia circulando, mas também proporcionar bem-estar e equilíbrio para toda a rede. Buscamos sempre manter um olhar atencioso, especialmente neste momento.”, explica o executivo.

A diretora de vendas Brasil, Cida Franco, explica que os outros serviços estarão disponíveis no Portal em breve. “Queremos selecionar serviços que irão trazer mais consciência, conforto, praticidade e segurança para o dia a dia da consultora. Estamos estudando outras parcerias em frentes como educação para a Consultora e seus filhos; arte e entretenimento; e temas como a violência doméstica.”, afirma.

O Portal de Bem-Estar já disponibiliza acesso direto ao app ‘Meditação Natura’. O aplicativo foi desenvolvido em 2018, em conjunto com especialistas em mindfulness do Instituto do Cérebro do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e a Associação Palas Athena, para a redução de sintomas de estresse.

A solução digital conta com um programa de treinamento de oito semanas, meditações guiadas em áudios de até dez minutos, além de paisagens sonoras autorais com sons que levam ao relaxamento. O app também está disponível para todos os públicos nos sistemas operacionais Android e IOS.

Outros aplicativos conectados ao Portal de Bem-Estar são o do SUS, que fornece informações atualizadas para o combate do novo coronavírus e da bot Nat, que dá dicas de organização da rotina pessoal.

“Este momento de isolamento social requer cuidados extras com a nossa rede de relações. A crise do coronavírus é passageira, mas precisamos apoiar as pessoas agora. Firmar parcerias com startups é uma forma eficiente de sermos inovadores, através de soluções ágeis e de impacto para todos.”, conclui Cida Franco.

Fonte: PromoView

2020-05-29T13:37:50-03:00abril 17th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

EMPRESÁRIOS, NÃO DEMITAM! ESTA CRISE VAI PASSAR

Movimento #NãoDemita lança site e convida empresários para aderir à campanha.

Segundo o movimento #NãoDemita, “a primeira responsabilidade social de uma companhia é retribuir à sociedade o que ela proporciona a você – começando pelas pessoas que dedicam suas vidas, todo dia, ao sucesso do seu negócio. É por isso que nossa maior responsabilidade, agora, é manter nosso quadro de funcionários”.

Para os idealizadores do manifesto da campanha, que inclui a gigante das vendas diretas Natura, o ato de coragem dos empresários é outro: cuidar dos funcionários que dependem de seus salários e das empresas.

“Por isso, fazemos este chamamento e assumimos, nós mesmos, este compromisso: empresários, mantenham seus quadros pelo menos nos próximos dois meses”.

Além das 41 empresas que começaram o movimento, outras 3303 já aderiram ao #NãoDemita.

Acesse e conheça: www.naodemita.com

2020-05-29T13:33:32-03:00abril 16th, 2020|Categories: Corona, Notícias|

SUSPENSÃO DA EXIGÊNCIA DO CPF REGULAR PARA RECEBIMENTO DO AUXÍLIO-EMERGENCIAL

Na noite desta quarta-feira (15.04), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1) suspendeu como condição para receber o benefício do auxílio-emergencial estar com o cadastro regular no CPF em todo território nacional. A Caixa Econômica Federal e a Secretaria da Receita Federal têm 48 horas para implantar essa medida.

A ABEVD tem acompanhado com muita preocupação as aglomerações nas agências da Receita Federal por pessoas que buscam regularizar seus CPFs e, assim, conseguirem ter acesso ao auxílio-emergencial de R$ 600,00. O benefício foi implantado para proteger essas pessoas que são justamente as que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.

o juiz Ilan Presser, do TRF 1, fundamentou sua decisão: “As aglomerações, com sérios e graves riscos à saúde pública, continuam a se realizar, o que tem o condão de provocar o crescimento exponencial e acelerado da curva epidêmica, para atender à finalidade exigida pelo decreto regulamentar: de que sejam regularizadas as indigitadas pendências alusivas aos CPFs dos beneficiários junto à Receita Federal (…) A verba foi criada justamente para compensar e proteger pessoas em situação da vulnerabilidade. Com efeito, estas foram obrigadas a tomar medidas de distanciamento social como medida emergencial, que concretiza o princípio da precaução. Na presente demanda, se o escopo foi garantir o isolamento não há qualquer sentido em forçar a aglomeração nos postos dos Correios ou da Receita Federal”

A decisão é acertada e traz um alívio já que o auxílio-emergencial teve como objetivo levar algum conforto nessa crise sem precedente para a população vulnerável, não se justificando a exigência de estar com o CPF regular. Esperamos que com essa decisão e o cumprimento pela Caixa e a Receita Federal as pessoas que não conseguiram se cadastrar por conta dessa pendência possam fazê-lo a partir da semana que vem.

Por fim, lembramos que se trata de uma decisão liminar e a Advocacia Geral da União (AGU) pode recorrer. Vamos torcer para que essa decisão se mantenha!

2020-05-29T13:23:43-03:00abril 16th, 2020|Categories: Corona, Notícias|

Instituto Mary Kay faz doação para o governo do Estado de São Paulo para a compra de dois respiradores e seus monitores, sendo que cada um é capaz de salvar dez vidas

A compra dos aparelhos, fundamentais no tratamento da Covid-19, complementa o apoio da marca, como a doação para a Fundação Oswaldo Cruz para a fabricação de cerca de 5.000 testes modernos para a detecção da doença, e produção de álcool em gel em sua Fábrica Global, no Texas

Cumprindo o propósito e valores que caminham com a marca em toda sua trajetória, o Instituto Mary Kay anuncia mais uma medida de apoio para o combate à Covid-19, uma grande doação para o Governo do Estado de São Paulo, onde temos o maior índice de infectados. O apoio viabiliza a compra de dois respiradores e seus monitores, aparelhos fundamentais no tratamento da doença, sendo que cada respirador é capaz de salvar dez vidas. A ação complementa o apoio da Mary Kay ao cenário atual.

“O Espírito de Ajuda, refletido em colaboração e solidariedade, é um valor que está enraizado na história da Mary Kay. Neste momento, não poderia ser diferente. Continuamos trabalhando junto às autoridades a fim de entender e realizar outras ações relevantes nesse momento, confiantes de que, juntos, venceremos esse desafio, e sairemos ainda mais fortalecidos. Seguimos trabalhando em iniciativas para o bem comum, assim como em diversas ações para continuar apoiando o negócio das Consultoras de Beleza Independentes.” complementa Alvaro Polanco, Diretor Geral da Mary Kay Brasil.

Fabricação de álcool em gel
A Mary Kay Inc. anunciou que a empresa dedicará parte de sua cadeia de suprimentos e instalações da Fábrica Global, localizada no Texas, para produção de álcool em gel, extremamente necessário neste momento. Os primeiros lotes produzidos serão doados para aqueles que estão nas linhas de frente, em clínicas e hospitais, que lutam contra a pandemia do COVID-19.

“Embora enfrentemos desafios extraordinários durante a pandemia global do COVID-19, o mundo está encontrando maneiras de se adaptar – com pouco ou nenhum aviso prévio”, disse David Holl, presidente e CEO da Mary Kay Inc. “Produzindo álcool em gel para combater esta crise é como podemos apoiar aqueles que estão nas linhas de frente.

“O Centro de Controle e Prevenção de Doenças, uma agência do departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos que trabalha na proteção de saúde pública, recomenda o uso do antisséptico em gel para prevenir infecções, mas devido à demanda do consumidor, houve uma grande escassez do item recomendado pelo CDC em residências e estabelecimentos de saúde.

A Mary Kay tem trabalhado desde a semana passada para iniciar a produção, adquirindo matérias-primas, determinando a disponibilidade de embalagens, preparando as linhas de produção e garantindo o transporte do produto.

O primeiro lote de produtos será doado à Fundação Baylor Scott & White Dallas, que é o maior sistema de saúde sem fins lucrativos do Texas e um dos maiores dos Estados Unidos. Composto por: 52 hospitais, mais de 800 centros de atendimento a pacientes, 7.500 médicos ativos e mais de 47.000 funcionários.

“Durante esse período inesperado, nossa equipe médica continua dedicada a servir fielmente aqueles que mais precisam de nós”, disse Kristi Sherrill Hoyl, diretora de políticas e comunidade da Baylor Scott & White Health. “Agradecemos humildemente a iniciativa generosa da Mary Kay de iniciar a produção de um ativo crítico para nossos pacientes e funcionários. É inspirador trabalhar com organizações da nossa comunidade que possuem um forte desejo de fazer a diferença.

Doação para a Fundação Oswaldo Cruz: fabricação de 5.000 testes modernos
No Brasil, no momento em que estamos vivendo, em que estão faltando testes para detecção do COVID-19, a Mary Kay tomou a decisão de usar parte da verba do Instituto Mary Kay – que tem como maior objetivo apoiar causas que combatem a violência contra a mulher, além de apoiar mulheres e crianças que sofrem violência doméstica – para fazer uma grande doação para a FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz, que atualmente é a Instituição de Ciência e Tecnologia em Saúde com maior destaque da América Latina. O ato permitirá a fabricação de cerca de 5.000 testes modernos, com resultados rápidos, do COVID-19, que serão distribuídos por hospitais públicos em todo o Brasil.

Além disso, a marca está realizando uma doação adicional para a Associação Fala Mulher, para que possam comprar os materiais necessários de prevenção (como álcool em gel, luvas e máscaras) garantindo a continuidade do atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Desde sua fundação, em 2004, a Associação já atendeu mais de 25 mil mulheres vítimas de violência doméstica, desenvolvendo ações para coibir a violência contra a mulher, e atuando diretamente na garantia e defesa dos direitos humanos de mulheres, crianças adolescentes, adultos e idosos.

Apoio total às Consultoras de Beleza Independente
Além destas iniciativas, a Mary Kay, mas do que nunca, está trabalhando e desenvolvendo diversas iniciativas para apoiar o negócio das suas Consultoras de Beleza Independentes. Prorrogação de promoções, revisão de requisitos para programas e campanhas, intensificação de conteúdo de educação online, isenção dado valor da assinatura do Meu Site Mary Kay Plus, onde elas podem receber encomendas online, além de claro, entrega de diversos materiais para suportar a dinâmica da consultoria de beleza de forma virtual. Outras ações estão sendo pensadas diariamente com o objetivo claro de manter viva nossa missão de enriquecer e transformar a vida das Mulheres.

Sobre a Mary Kay
Uma mulher a frente do seu tempo, Mary Kay Ash fundou sua empresa de beleza há mais de 56 anos com três objetivos: desenvolver oportunidades gratificantes para as mulheres, oferecer produtos irresistíveis e tornar o mundo um lugar melhor. Esse sonho se transformou em uma empresa multibilionária com milhões de membros independentes da força de vendas em quase 40 países. A Mary Kay se dedica a investir na ciência por trás da beleza fabricando produtos inovadores de cuidados com a pele, cosméticos variados e perfumes. A Mary Kay está comprometida em empoderar mulheres e suas famílias através de parcerias com organizações de todo o mundo, concentrando-se em apoiar pesquisas sobre o câncer, proteger sobreviventes de abuso doméstico, embelezar nossas comunidades e incentivar as crianças a seguir seus sonhos. A visão original de Mary Kay Ash continua a brilhar – um batom de cada vez. Saiba mais em http://www.marykay.com.br

Sobre o Instituto Mary Kay
Criado em 2014, o Instituto Mary Kay tem como objetivo promover o bem-estar em todas as fases da vida de mulheres e suas famílias, e desenvolve projetos voltados para a saúde, educação, família e desenvolvimento profissional e social. No Brasil, o foco do trabalho é a atuação no combate à violência doméstica, enquanto nos EUA, a Mary Kay Foundation está comprometida em ajudar na prevenção sobre o câncer de mama, alcançar o fim da violência doméstica e oferecer melhores condições de vida para muitas mulheres. Milhões de dólares já foram doados para diversas organizações sociais com o objetivo de ajudar mulheres e crianças em todo o mundo. Para conhecer mais sobre o Instituto Mary Kay, acesse: www.institutomarykay.org.br

Sobre Baylor Scott & White Health
Sendo o maior sistema de saúde sem fins lucrativos do estado do Texas, a Baylor Scott & White Health promove a saúde e o bem-estar de todos os indivíduos, famílias e comunidades a que serve. Com uma rede integrada de atendimento, o sistema inclui o Plano de Saúde Scott e White, o Instituto de Pesquisa Baylor Scott & White e a Aliança de Qualidade Baylor Scott & White. Através de 52 hospitais e mais de 1.000 pontos de acesso, incluindo os principais centros médicos acadêmicos em Dallas e Temple. O sistema oferece todo o atendimento contínuo, do atendimento primário ao atendimento especializado premiado, em todo o Texas, e através de pontos de contato virtuais. Se sua área de serviço fosse um estado, seria o oitavo maior, prestando atendimento a uma população maior que a do estado da Geórgia. Fundado como um ministério cristão de cura, a Baylor Scott & White orgulha-se de honrar seu legado de um século através do seu compromisso de melhorar a acessibilidade e a experiência do cliente para todos. Para mais informações, visite BSWHealth.com.

Fonte: Mary Kay

2020-04-09T14:16:32-03:00abril 9th, 2020|Categories: Associados, Corona, Notícias|

Clipping – Exame – Mais digital, (ainda) mais social e unida à Avon: a Natura na covid-19

Companhia se comprometeu a não demitir, passou a fabricar álcool em gel e acelerou a modernização de seu negócio em meio à pandemia do coronavírus

Na fabricante de cosméticos Natura, o custo total da paralisação econômica em razão dos esforços contra a pandemia do coronavírus ainda não está estimado. Mas, em três semanas de crise, a empresa já tem certeza de qual será o legado: a digitalização acelerada dos canais de vendas e uma maior agilidade nos processos e decisões. Cabe nessa lista também a expectativa de fortalecimento das marcas pelas iniciativas sociais na fase aguda dos problemas.

O grupo entrou para o rol das maiores companhias globais puras no segmento de higiene e beleza. Dono das marcas The Body Shop e Aesop, concluiu em janeiro a compra da Avon e a combinação societária das empresas. A aquisição da centenária americana representa um salto importante nos negócios.

A receita líquida consolidada no ano passado foi de 14,5 bilhões de reais. Com a Avon, esse total teria mais que dobrado e alcançado 33 bilhões de reais, segundo indicadores pró-forma apresentados pela própria Natura. O Ebitda, que foi de 1,99 bilhão de reais em 2019, seria de 3,5 bilhões de reais.

Junto com o anúncio da finalização da incorporação da Avon, logo nos primeiros dias de janeiro, a companhia também ampliava a expectativa de sinergias com a união das empresas para uma faixa entre 200 milhões e 300 milhões de dólares ao ano, a serem plenamente capturadas a partir do terceiro ano. A covid-19, então, ainda nem tinha nome. Era um surto de uma doença misteriosa em uma região da China.

Agora, com o novo cenário global, não se sabe quando números equivalentes ao das empresas combinadas em 2019 poderão ser oficialmente registrados no balanço do grupo. A estimativa das sinergias, contudo, está mantida, por enquanto. Já os números para este ano, todos em análise.

“Tudo sobre 2020 está em revisão. Receita, investimento, alavancagem. Mas tenho certeza que, para além dos efeitos econômicos do momento, vamos sair melhor disso tudo”, afirmou João Paulo Ferreira, presidente da Natura&Co América Latina, em entrevista à EXAME. O otimismo do executivo, que se contrapõe ao pessimismo que predomina em diversos setores da economia, se refere à eficiência operacional e à percepção da marca.

Quando questionado sobre o valor do impacto do coronavírus ou mesmo o custo das mudanças que anunciou, Ferreira disse que o assunto está sendo acompanhado todos os dias. “Temos um grupo de pessoas estudando tudo isso. Mas não tem nada pronto. Por enquanto, é um acompanhamento diário dos acontecimentos.”

Desde o fim de março, tudo mudou na produção do grupo, que possui um total de dez fábricas – cinco na Europa e Ásia e mais cinco na América Latina.

No Hemisfério Norte, só a unidade da Polônia está funcionando. Na América Latina, o perfil de produção foi todo alterado. O foco está em produtos de higiene de primeira necessidade, como sabonetes e shampoos. As linhas de maquiagem estão paradas.

E as fábricas de perfume, da noite para o dia, passaram a produzir álcool em gel e líquido para doação a partir de uma lista de fornecedores que começou com Usina São Martinho e depois incluiu Raízen, Basf e segue crescendo.

Até o fim dessa semana, a primeira onda de produção, nas unidades fabris da Avon, terá gerado 200.000 embalagens de álcool líquido (750 ml cada) e 150.000 unidades de álcool em geral (embalagens com 100 gramas cada). Em uma segunda onda, em Cajamar, na linha da própria Natura, serão produzidos mais 75.000 frascos de álcool em gel e cerca de 500.000 de álcool líquido.

O grupo doou ainda 2,8 milhões de unidades de sabonetes, com ajuda de Organizações Não Governamentais (ONGs) e da Cruz Vermelha.

A gestão de tudo está sendo conduzida remotamente. A companhia tem 18.000 funcionários na América Latina. Desse total, metade está trabalhando a partir de suas casas. Cerca de 20% foi colocado de licença remunerada ou férias. Nas fábricas, dedicados à produção de itens essenciais, estão os demais 30% dos funcionários. A companhia foi uma das primeiras a garantir estabilidade de emprego por 60 dias.

Ferreira disse que não houve grandes cálculos e estimativas para a definição desse conjunto de iniciativas. “Tomamos a decisão com a tranquilidade de quem colocou em seu estatuto social nosso compromisso com o social e o ambiental”, enfatizou.

Josie Romero, vice-presidente de operações e logística, contou que entre a ligação da usina sucroalcooleira São Martinho (a primeira a se voluntariar na doação da matéria-prima) e o início da produção se passaram apenas 36 horas. “Foi o tempo de definir onde, quais embalagens poderiam ser usadas e preparar o rótulo.” A executiva reforçou que a velocidade das decisões tem se mostrado essencial nessas últimas semanas.

A crença de Ferreira sobre o legado positivo, além da agilidade que a gestão está testando, vem do histórico de digitalização da empresa até aqui e dos novos planos, que estão vindo desse aprendizado. A companhia começou a implantar uma plataforma própria eletrônica em 2012.

Como resultado disso, sem considerar a Avon, a Natura tem hoje 1,7 milhão de revendedoras. Dessas 1,1 milhão ficam no Brasil e mais de 900.000 delas já registram os pedidos de forma totalmente eletrônica, o que faz com que quase 98% das encomendas venham dos canais digitais. Mais de 700.000 têm sua própria loja on-line, conforme ferramentas que a Natura ensina e disponibiliza.

Essa base está permitindo que a empresa não pare, apesar da inevitável retração para todos os setores, e do impacto direto sobre o varejo físico. O que o grupo tem em estoque atualmente atende a cerca de um mês de vendas normais ou pouco mais. Um tempo maior de paralisação poderia, portanto, comprometer o abastecimento. Considerando o consolidado de todas as marcas, ao fim de dezembro – após a campanha de Natal, portanto – havia 1,2 bilhão de reais em produtos acabados marcados como estoque no balanço da empresa.

Com a compra da Avon, o objetivo é acelerar a adoção dos canais digitais sobre uma base de nada menos do que mais 5 milhões de revendedoras espalhadas pelo mundo. O grupo não forneceu dados dos índices de digitalização na marca de origem americana. Agenor Leão, vice-presidente de negócios digitais, enfatizou que os planos nesse sentido, após a experiência da pandemia, serão acelerados. Porém, sem revelar qual deve ser o ritmo.

O grupo guarda a sete-chaves a divisão da receita por origem – lojas no varejo, vendedoras e canais digitais diretos – mas as revendedoras estão no berço das marcas Natura e Avon. “Somos e fomos criados como uma rede social off-line”, enfatizou o Ferreira, ao ressaltar que isso hoje favorece a empresa.

A companhia chamou atenção da gestora carioca Dynamo, uma das mais tradicionais do mercado e que em março ampliou a compra de ações e superou uma participação de 5% no negócio. Ao fim da semana passada, o valor de mercado da Natura&Co estava em 28,3 bilhões de reais, pouco mais que a metade dos 54 bilhões de reais que o preço em bolsa marcava no fechamento de fevereiro.

“Mesmo já tendo uma base digital, a crise mostrou que há espaço para aumento da eficiência nesse canal, fruto da necessidade do momento”, comentou Josie Romero. Antes, explicou ela, as revendedoras ficavam presas a um ciclo de produtos que dependia de uma revista impressa e que durava 21 dias, pois era assim que a empresa se organizava.

Agora, como tudo que é físico foi minimizado, o tempo está encurtando. As situações e as ofertas podem reagir à demanda e ao estoque. “A situação está nos levando, e às próprias vendedoras, a arriscar mais nas decisões, a testar estratégias, e isso tem sido bom. Antes passávamos longos períodos planejando”, completou ela.

Fonte: Exame

2020-04-09T14:14:56-03:00abril 9th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Associados, Corona, Notícias|

Clipping – Valor Econômico – DeMillus doará 100 mil máscaras cirúrgicas para Estado do Rio de Janeiro

A DeMillus vai doar 100 mil máscaras cirúrgicas e deslocará parte de sua produção para confeccioná-las. A empresa de lingerie se prepara para iniciar a fabricação e terá capacidade de oferecer até 1,2 milhão de unidades por mês.

A marca está viabilizando também a produção de aventais. As máscaras serão doadas para o Estado do Rio de Janeiro, e foi criado um grupo com o governo do Estado e a Fitesa, que produz o material.

Clique para ler a reportagem completa.

Fonte: Valor Econômico 

2020-04-09T14:13:25-03:00abril 9th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Associados, Corona, Notícias|

Clipping – NeoFeed – “O eixo do consumo mudou completamente”, diz João Appolinário, CEO da Polishop

O fechamento abrupto de lojas e shoppings ao redor do Brasil criou dois problemas para o empresário João Appolinário, CEO e fundador da Polishop e uma das estrelas do programa Shark Tank Brasil.

O primeiro foi o de interromper as vendas do varejo físico, que representavam 78% do faturamento da empresa. O segundo foi o de ter de mudar boa parte de seu modelo de negócios.

A Polishop, com 278 lojas espalhadas pelo País, trabalha no melhor estilo omnichannel. Dentre os vários formatos, ela vende na internet e usa a loja como um ponto de distribuição.

Justamente por isso, 60% de seu estoque estava nos pontos de venda que foram fechados. Para conseguir atender seus clientes, ele teve de montar uma operação de guerra, retirar os produtos das lojas e voltá-los para o Centro de Distribuição da empresa.

Agora, trabalha para fortalecer outros canais de venda e preservar os empregos de seus 3,2 mil funcionários. Ao mesmo tempo, começa a exercer o seu otimismo e enxergar novos tempos para a Polishop depois dessa crise.

“O eixo do consumo daquilo que as pessoas valorizam mudou completamente”, diz Appolinário ao NeoFeed. E prossegue. “O hábito mudou, as pessoas estão valorizando produtos inovadores como os que vendemos.”

Na entrevista que segue, ele diz que vai adotar o home office em vários departamentos mesmo depois de a pandemia passar, fala sobre a operação, o que está fazendo para manter a empresa e o que espera do governo. Acompanhe:

Passadas essas duas semanas de shoppings fechados e lojas fechadas, qual é situação?
As lojas físicas até então representavam entre 73% e 78% do total das nossas vendas. E é onde nós temos a maior vertical de pessoas e o maior custo de aluguel.

São quantas lojas no total?
São 278 lojas. Mas é importante dizer que, dentro do nosso modelo, que é omnichannel, as nossas lojas são integradas com outros canais de venda. Ou seja, a pessoa compra pelo site e busca na loja, compra pelo site e recebe da loja mais próxima para ter uma entrega mais rápida. Os vendedores do porta em porta se abastecem com os produtos da loja. Os nossos canais não são independentes. Não tenho um e-commerce independente da minha loja, não tenho um porta em porta independente da loja. Usávamos as lojas para atender outros canais. Todo o processo de omnichannel é integrado. Na hora que tem o fechamento de lojas, você quebra a engrenagem.

Então o fechamento das lojas não prejudicou apenas as vendas do varejo físico, também mexeu com as vendas online…
Exatamente isso. O modelo omnichannel não previa fechar todas as lojas, ao mesmo tempo, da noite para o dia. Tenho, por exemplo, produtos que estão nos estoques das minhas lojas, mas que acabaram no nosso centro de distribuição.

Mas você não pode buscar esses produtos nas lojas?
Nas lojas mais próximas, estamos fazendo uma logística reversa. Mas é meio que uma operação de guerra. Você ir lá, desmontar uma loja, pegar todo o estoque e trazer de volta para o seu Centro de Distribuição já é um custo e uma operação bem complicada. Tem de fazer notas de devolução, negociar com os shoppings que estão trancados, que não te permitem entrar.

Vocês não podem entrar nos shoppings onde têm lojas e pegar os produtos?
Eles permitem, mas não é algo automático que você chega lá e entra. Você tem que pedir autorização e não é um processo simples. E cada shopping tem uma regra específica. Acho que houve uma falha porque deveria fechar o shopping para o público e não para os lojistas.

O que isso representaria?
As lojas poderiam mandar um representante e todas aquelas vendas feitas pelo aplicativo poderiam ser entregues pelas lojas. Poderiam virar lojas delivery. Os restaurantes não fizeram isso? As lojas poderiam ter feito também.

E produtos que estão em outros Estados, como trazer para o seu Centro de Distribuição?
Quando você manda um produto para outro Estado você tem que recolher o imposto antecipadamente. Ou seja, paguei o imposto para ir para aquele Estado e agora tenho de trazer ele de volta. Nesse momento de dificuldade de caixa, se eu vender, tenho de pagar o imposto novamente. Tem uma parte tributária a ser verificada e isso também significa custo. Essas engrenagens não foram discutidas com os setores para ver como seria feito o fechamento. Não foi tomado esse tipo de cuidado.

Quais outras dificuldades você tem encontrado?
Estamos tendo problemas de logística com os caminhões nas estradas. Estamos tendo muita dificuldade em trazer essas mercadorias de volta e na entrega do produto vendido pelo e-commerce. Estamos tendo de administrar produto a produto, caso a caso.

Quanto do seu estoque estava em loja?
Algo ao redor de 60%. Quando digo loja são produtos que já não estavam no meu Centro de Distribuição. Tem muita coisa em transportadora, em trânsito. Nessas duas últimas semanas tivemos de mudar toda a estrutura da empresa. Mas tem coisas boas.

Quais coisas boas?
Descobrimos que existem departamentos e situações que existem no nosso escritório que nunca mais teremos internamente no nosso espaço porque não precisa. Estão tendo performance tão boa ou melhor até do que se estivessem no próprio escritório.

Quais áreas?
Por exemplo, o nosso call center, que conta com cerca de 300 pessoas. Passamos ele para home office, as pessoas vão lá, se logam e hoje têm apresentado uma performance muito melhor trabalhando de casa. Imagina que muitos levavam duas horas de transporte para chegar no trabalho, ficavam no escritório por um turno de seis horas e levavam mais duas horas para chegar em casa. Ou seja, para trabalhar seis horas, ficavam quatro horas se locomovendo. O mundo está descobrindo oportunidades num momento de crise. A crise sempre traz benefícios, por mais que seja uma crise.

Então, passada a crise, eles começarão a trabalhar em casa?
Sim, vai permanecer o que está acontecendo hoje. O SAC também ficará em home office. E a empresa terá economia de vale transporte, os funcionários terão economia de tempo. Estamos estudando também para que a nossa agência interna de propaganda e criação faça o mesmo. Isso não é novidade, já sabíamos disso, mas não tínhamos vivido isso na prática. E está dando certo. São vários paradigmas que estão sendo quebrados. Aquela necessidade de ter todo mundo ali, os funcionários entrando e saindo, mudou.

O que mais essa crise trouxe de mudança para o seu negócio?
Olhando no médio e no longo prazos, acho que a Polishop será mais valorizada do que ela é hoje. Nossa preocupação sempre foi vender benefícios para as pessoas. As pessoas nem sempre valorizavam os produtos inovadores que tínhamos, achavam que eram inúteis ou supérfluos. Por quê? Porque no Brasil a gente tem uma mão-de-obra barata, tinham pessoas fazendo aquilo, as pessoas não tinham tempo para ver a cozinha, o piso. Agora, as pessoas estão preocupadas com isso, estão dando valor para esses produtos que têm benefício, como máquinas que higienizam com vapor, panelas elétricas, aspirador de pó que é um robô.

Você acha que isso vai ficar?
Acho que o eixo do consumo mudou completamente. As pessoas estão valorizando outras coisas. Você acha que as pessoas vão deixar de comprar álcool em gel quando essa pandemia passar? Provavelmente não. As pessoas mudaram seus hábitos. É a mesma coisa com os equipamentos de ginástica que passamos a vender bastante agora nessa crise, as pessoas estão fazendo exercício em casa. Não vejo, no dia seguinte ao fim dessa crise do coronavírus, todo mundo indo nas academias. Ali você tem contato com o suor dos outros, tocando em todos os aparelhos, respirando no mesmo lugar, e você começou a dar valor para a sua saúde de uma forma diferente do que você dava antes.

Essa crise é ruim, mas você está conseguindo enxergar oportunidade…
O que eu vejo é que está tendo uma aceleração na percepção de valor da inovação. A indústria investe milhões por ano em inovação e, muitas vezes, essa inovação não é valorizada no dia seguinte. As pessoas estão entendendo mais aquela inovação e o benefício que traz para elas.

As vendas do e-commerce estão conseguindo suprir as vendas do varejo físico?
No Brasil, as vendas online representam entre 4% e 5% das vendas do varejo. No nosso caso, estamos tendo crescimento grande no online e no call center. Antes, as vendas fora dos estabelecimentos físicos representavam 22% e agora já representam 32%. Mas o varejo físico, as lojas, são muito importantes, são quase 300 lojas.

Aliás, qual foi a política adotada com os funcionários das lojas?
Pagamos banco de horas, colocamos outros em férias e a minha prioridade é manter as pessoas. Até onde der, evidente que isso não é infinito, quero preservar os empregos. Até agora não tomamos nenhuma decisão de corte. Ainda. Porque também temos limite e temos de preservar o nosso caixa hoje para poder pagar os salários das pessoas amanhã. Não temos claro se vai ter uma ajuda do governo em relação a isso, mas tenho na minha cabeça que não posso deixar as pessoas sem comer. E, localmente, cada loja tem seu Instagram, mantendo contato com os seus clientes, fazendo um trabalho virtual com os públicos que eles atendem.

Você tem caixa para aguentar quanto tempo?
O varejo trabalha da mesma forma: não pode parar de vender. Estou priorizando o meu caixa com as pessoas, pequenos fornecedores. Por enquanto foram duas semanas, estamos entrando no mês de abril e temos um comitê de crise para avaliar. Nossas resoluções são diárias. Falo internamente que temos que pensar no curto, médio e longo prazos. Mas as nossas ações têm de ser diárias. Todo dia nos reunimos as 14h, cinco pessoas apenas, e saímos de lá com os deveres de casa do que faremos no dia seguinte.

Como você está enxergando a atuação do governo nesse processo?
Estou procurando hoje manter o meu negócio sustentável porque ali tenho, direta e indiretamente, uma grande quantidade de vidas que dependem dele. A nossa decisão interna é ‘temos que olhar o dia a dia o que está acontecendo de fato, não o que estão falando’. Não quero saber o que estão falando, só aquilo que virou norma. Já falaram que tem dinheiro, um monte de coisa. Mas não é nisso que estou me baseando, apenas no que é concreto. Por isso, nossas medidas e decisões estão acontecendo diariamente.

E as medidas do governo têm sido concretas?
Por enquanto, na ponta, chegou muito pouco. As medidas foram tomadas, mas acho que o governo vai operacionalizar essas medidas.

Sob o ponto de vista de postura dos governos, faz o lockdown ou não faz? É uma gripezinha ou não é?
Eu procuro me colocar da seguinte forma: na minha empresa, eu tenho especialistas. Tenho o diretor financeiro, o diretor comercial, o diretor de RH, o diretor jurídico. Então, por mais que eu seja o coordenador disso tudo como CEO, eu escuto o que esses especialistas falam. Os governadores, estão cada um deles, escutando os seus especialistas na área de saúde. Não quero tirar conclusões minhas sobre isso. Agora está cheio de palpiteiros e todos viraram “especialistas” em vírus e bactérias, já tenho problema para resolver. Vamos seguir o que cada Estado disser o que temos de fazer.

Falando em especialista, o ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta) é um especialista e o presidente não segue as recomendações dele. Saiu às ruas, no fim de semana passado, em Brasília…
O especialista vê o problema só médico e também tem o problema econômico. É uma situação muito complicada, não condeno e nem aplaudo. Já está faltando alimento na boca do povo. Quando o presidente saiu, ele foi perguntar para o povo sobre o que estava acontecendo.

Mas não dá para minimizar os efeitos da doença, dizer que é uma gripezinha…
Não, de jeito nenhum. Não acho que seja e as pessoas não têm como saber. Para muitas pessoas, de fato, é um resfriadinho. Mas para outras pessoas é letal, isso já está sendo comprovado. Se você pegar uma pessoa que mexe com estatística, ela vai dizer que a fome mata mais do que o vírus. Mas não é por causa disso que vai deixar o vírus entrar. Como eu já tenho decisões muito difíceis para tomar, para as pessoas que estão do meu lado e para quem depende diretamente do negócio Polishop, estou me limitando a cuidar desse assunto. Não estou entrando no outro assunto, não vai resolver ficar tendo histerismo de um lado ou do outro. Temos de acreditar nos nossos governantes e lá na frente veremos o que vai acontecer.

Como você definiria a situação que estamos vivendo?
É uma coisa jamais imaginável.

Fonte: NeoFeed

2020-04-03T11:51:54-03:00abril 3rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

Webinar discute os efeitos da Covid-19 no setor de vendas diretas

Promovido pela ABEVD, debate abordou as medidas implementadas pelo Poder Público e as perspectivas do setor industrial

A ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas promoveu na manhã desta quinta-feira (02.04), um Webinar com o tema “Covid-19 e os Efeitos para o Setor de Vendas Diretas”. O debate foi moderado pela Diretora de Assuntos Institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi, e contou com as participações do Secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa Vieira, e do Gerente Executivo de Gestão de Defesa de Interesses da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Cesário.

Vieira iniciou o debate explicando que a atual situação do Brasil pode ser comparada a uma guerra. “Os médicos e enfermeiros são os soldados e nós do Ministério da Infraestrutura também temos os nossos soldados, que são os motoristas, os operadores de aeroportos, portos, os que operam a logística em si. Enquanto boa parte da população está recolhida em suas casas, esses trabalhadores da infraestrutura precisam continuar com suas operações. E passam a ser, com isso, elementos que precisam de um tratamento diferenciado”.

O Secretário também relatou que foi firmado um acordo com o Ministério da Saúde para que esses profissionais sejam incluídos nos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe. “Os sintomas são muito semelhantes. Um operador de transporte ou um motorista que tenha uma febre ou qualquer outro sintoma de gripe, sem saber se é Covid ou Influenza, por precaução ele vai parar e ficará em quarentena por 14 dias. Então, se ele estiver vacinado, a gente já pode retirar da suspeita de gripe comum”.

Alguns índices divulgados durante o Webinar mostram ainda como a pandemia já está refletindo nas rodovias e transporte de cargas em geral: o transporte rodoviário apresentou uma queda na ordem de 26 a 30%; redução de cerca de 40% no transporte de trigo para padarias; 61% a menos de veículos leves trafegando nas rodovias do país; 85% menos ônibus de passageiros; redução de 89% de voos domésticos e de 76% de voos internacionais. O sistema de portos é o único que segue em operação normal.

Pablo Cesário deu detalhes de uma pesquisa realizada entre os dias 27 e 29 de março com 700 empresas, que constatou que 83% delas foram afetadas pela queda na demanda. Das 700, apenas 15% não relataram nenhum problema com a obtenção de insumos, mas 37% já estão em situação crítica nesse ponto. Pelo menos 4 entre 10 empresas estão completamente paradas.

“Estamos jogando de dois lados ao mesmo tempo. De um lado queremos garantir o abastecimento e do outro queremos ver como as bases industriais se adaptam. Uma empresa que construía compressores, passou a produzir respiradores. Só que isso significa refazer produtos, refazer linhas de produção, significa conseguir todas as autorizações em questão de dias”, afirmou.

O Gerente da CNI explicou ainda que com a aprovação das medidas emergenciais pelos governos federal e estaduais, a preocupação muda de foco. “Agora que o risco de desabastecimento parece controlado, o risco agora passa a ser de como a gente reduz os danos econômicos disso tudo. As medidas que estão sendo colocadas pelo Governo têm a ver como a gente diminui o nosso gasto, evitando ao máximo demissões, porque demissão também custa caro”.

Cesário também recordou algumas perspectivas divulgadas pelo Ministério da Saúde. “O pico da Covid nós encontraremos entre os meses de junho e julho e a reversão vai começar somente em setembro, o que significa que do ponto de vista da produção, a gente vai ter um ano não difícil, mas dificílimo”.

Adriana Angelozzi encerrou o painel falando sobre a aprovação de medidas e a retomada de um cenário de esperança. “Vimos que já saíram as medidas de auxílio que eram tão aguardadas por nós. Afinal, nossa força de vendas, que são cerca de 4 milhões de famílias, são trabalhadores autônomos”.

O Webinar foi encerrado com as respostas aos questionamentos enviados pelo público. Para assisti-lo novamente clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-04-02T17:28:00-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

Clipping – Ric Mais – Coronavírus: Mary Kay produz álcool em gel para auxiliar no combate à pandemia

No Brasil, a marca faz doação para a Fundação Oswaldo Cruz, que possibilitará a fabricação de cerca de 5.000 testes modernos para a detectação da doença

Diante da crise do coronavírus, a Mary Kay Inc. anunciou que dedicará parte de suas instalações da Fábrica Global, localizada no Texas, para produção de álcool em gel. Extremamente necessário neste momento, os primeiros lotes do produto serão doados para profissionais em clínicas e hospitais, que lutam contra a pandemia do coronavírus COVID-19.

“Embora enfrentemos desafios extraordinários durante a pandemia global do COVID-19, o mundo está encontrando maneiras de se adaptar – com pouco ou nenhum aviso prévio”, disse David Holl, presidente e CEO da Mary Kay Inc. “Produzindo álcool em gel para combater esta crise é como podemos apoiar aqueles que estão nas linhas de frente. ”

Empresa de maquiagens prepara a produção do álcool em gel
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças recomenda o uso do antisséptico em gel para prevenir infecções, mas devido à demanda do consumidor, houve uma grande escassez do item recomendado pelo CDC em residências e estabelecimentos de saúde.

Por isso, a Mary Kay tem trabalhado desde a semana passada para iniciar a produção, adquirindo matérias-primas, determinando a disponibilidade de embalagens, preparando as linhas de produção e garantindo o transporte do produto.

O primeiro lote de produtos será doado à Fundação Baylor Scott & White Dallas, que é o maior sistema de saúde sem fins lucrativos do Texas e um dos maiores dos Estados Unidos. Composto por: 52 hospitais, mais de 800 centros de atendimento a pacientes, 7.500 médicos ativos e mais de 47.000 funcionários.

“Durante esse período inesperado, nossa equipe médica continua dedicada a servir fielmente aqueles que mais precisam de nós”, disse Kristi Sherrill Hoyl, diretora de políticas e comunidade da Baylor Scott & White Health. “Agradecemos humildemente a iniciativa generosa da Mary Kay de iniciar a produção de um ativo crítico para nossos pacientes e funcionários. É inspirador trabalhar com organizações da nossa comunidade que possuem um forte desejo de fazer a diferença.”

Mary Kay irá doar verba para Fundação Oswaldo Cruz
No Brasil, a Mary Kay irá usar parte da verba do Instituto Mary Kay – que tem como objetivo apoiar causas que combatem a violência contra a mulher – para fazer uma grande doação. A causa escolhida é a FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz, que atualmente é a Instituição de Ciência e Tecnologia em Saúde com maior destaque da América Latina. Dessa forma, o ato permitirá a fabricação de cerca de 5.000 testes modernos, com resultados rápidos, do COVID-19, que serão distribuídos por hospitais públicos em todo o Brasil.

Além disso, a marca está realizando uma doação adicional para a Associação Fala Mulher, para que possam comprar os materiais necessários de prevenção (como álcool em gel, luvas e máscaras). Assim, o intuito é de dar continuidade do atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Ric Mais

2020-04-01T10:44:46-03:00abril 1st, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|
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