Revendedores encontram oportunidades nas vendas diretas como modelo de negócio que considera viabilidade financeira e diferentes formas de apresentação ao mercado

A venda direta conta com contingente de 4,3 milhões de trabalhadores em atividade por todo o Brasil. De acordo com o último estudo realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o mercado – que já movimentou R$ 38,8 bilhões em volume de negócios em 2012 – continuou crescendo e fechou o 1º semestre de 2013 com R$ R$ 18,4 bilhões.

Assim, homens e mulheres buscam nas vendas diretas oportunidades para complementar a renda e empreender – como num negócio próprio – até mesmo com equipes treinadas e níveis hierárquicos para compensação financeira, como é o caso do modelo de negócios de marketing multinível.

Segundo o Sebrae, o empreendedorismo é responsável por 25% do PIB no Brasil. O brasileiro, aliás, é um dos povos mais empreendedores do mundo, conforme apontou a pesquisa feita pela GEM (Global Entrepreunership Monitor) em 2013 com 197 mil pessoas de 70 países: 84,6% dos brasileiros com idade entre 18 e 64 anos acreditam que o empreendedorismo é uma boa chance de carreira no país. Segundo os parceiros do levantamento no Brasil, Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e produtividade (IBQP), é importante ressaltar que a pesquisa tem como foco principal o indivíduo empreendedor, mais do que o empreendimento em si. Nela, entende-se como empreendedorismo qualquer tentativa de criação de um novo empreendimento, como por exemplo: uma atividade autônoma, uma nova empresa ou a expansão de um empreendimento existente. É neste cenário que encontramos os novos empreendedores nas vendas diretas.

Para a presidente da ABEVD, Lucilene Prado, “o termo ‘empreendedor’ define alguém versátil, com habilidades para saber produzir, reunir recursos financeiros, organizar as operações internas e realizar as vendas de sua empresa. Também envolve valores, dedicação de tempo e esforço bem como assumir riscos para atingir seus objetivos. Neste sentido, impulsionados pelo espírito das vendas diretas, os revendedores valorizam a confiança, o diálogo, a personalização e a inovação como diferenciais para seus negócios”.

Falando em inovação, a tecnologia moderna pode ajudar no trabalho do revendedor, facilitando a administração de pedidos, entregas, faturas e cobranças, bem como controlar tarefas e equipes. A forma de apresentar seu negócio ao mercado também pode ser diferenciada no sentido do contato pessoal, experimentação, construção de relacionamento por meio de visitas, venda por catálogo, como consultor ou mesmo party plan – reuniões de demonstração informais realizadas nas casas de “anfitriãs”.

O setor de vendas diretas continua pujante no Brasil, não só pela economia em desenvolvimento, como também pelo fator cultural e humano do brasileiro, que combina a vontade de empreender com a facilidade de se relacionar. “O revendedor tem afinidade pessoal com o negócio e com as pessoas, ultrapassando apenas as relações tipicamente comerciais ou financeiras que predominam no varejo tradicional, por exemplo. São exemplos que reforçam que a relação humana pode ser produtiva e lucrativa, sem deixar de ser calorosa, sincera e divertida”, completa Lucilene.

Sobre a ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1980 com o objetivo de promover a e desenvolver as Vendas Diretas no Brasil. Com empresas associadas dos mais diversos setores, a ABEVD busca essencialmente a prática da relação saudável entre consumidores e revendedores e o oferecimento de produtos de alta qualidade por um preço competitivo e alinhado com as necessidades dos clientes.

Todas as suas ações são apoiadas nos Códigos de Ética das Vendas Diretas e que contém disposições relacionadas à conduta das empresas nos relacionamentos com os vendedores diretos, assim como no relacionamento entre as próprias empresas e consumidores e visam contribuir para a promoção da concorrência leal, respeitando a livre iniciativa e melhorar a percepção da sociedade sobre a Venda Direta como sendo uma oportunidade de trabalho e geração de renda.

Os Códigos de Ética da ABEVD estão alinhados com o Código de Ética mundial adotado pela WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations, da qual é associada. Para mais informações acesse – www.staging7.abevd.org.br

Informações para a Imprensa

G&A Comunicação Empresarial
Rogério Gama – (11) 3037-3219 – [email protected]
Isadora Ferreira – (11) 3037-3229 – [email protected]