Assunto foi tema de debate organizado pela Mercado&Consumo e que contou com a presença de executivos do varejo
Os acontecimentos dos últimos anos moldaram os novos hábitos de consumo e a experiência de compra do consumidor. Consequência direta da pandemia, que fez o cliente se acostumar com a facilidade e a conveniência do mundo online, a transformação também gerou impacto no varejo físico. A grande incógnita de agora é: como transportar a experiência do e-commerce para as lojas físicas e tornar o seu negócio omnicanal?
Este assunto foi tema de debate organizado pela Mercado&Consumo com oferecimento da Scandit, líder global em captura inteligente de dados. Para dialogar sobre essa questão, estiveram presentes Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil. A apresentadora e mediadora da mesa foi a editora-chefe do portal, Aiana Freitas.
“Despois da pandemia, percebeu-se que há muita tecnologia que pode fazer o que o varejo físico não conseguia”, destaca Ebina. O executivo citou o exemplo da modalidade “clique e retire”, que permite que o cliente compre um produto online e retire na loja. Ela não era ofertada pelas empresas antes dessa transformação digital, mas agora é comum.
Ainda sobre alternativas inovadoras, Ebina comentou sobre o uso de Realidade Aumentada. A Scandit oferece a possibilidade de usar a RA para obter avaliações e informações sobre os produtos utilizando o celular, melhorando a experiência de compra também na loja física. “Com esse tipo de solução, a gente está possibilitando essa interação do cliente, que pode ter a informação de que necessita na hora que precisa”, complementa.
Na mesma linha, Alexandre Gyurkovits menciona o QR Code como uma ferramenta simples para informar o cliente e integrar os canais de venda físicos e digitais. “Ela permite dar informação para o cliente para que ele consiga tomar uma decisão de compra mais saudável, mais prática ou mais fácil”, comenta.
Debate Scandit Mercado&Consumo. Imagem ReproduçãoAiana Freitas, editora-chefe da Mercado&Consumo, Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil
Aiana Freitas, editora-chefe da Mercado&Consumo, Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil
O diretor do Carrefour ainda explicou ser necessário utilizar a loja física como uma extensão do online e oferecer as mesmas conveniências. “O cliente mais valioso para o varejista não é o que só compra no online e nem o que só compra no físico. O mais valioso é o que compra nos dois canais simultaneamente porque ele está explorando todo seu ecossistema.”
Para Fabiano Rustice é necessário que a conveniência que surgiu com o online esteja presente no físico. Mas ele faz um alerta. “O grande desafio na loja é dar essa fluidez também. Diminuir o atrito na hora do pagamento, na fila e na compra. Trazer essa comodidade que existe no online para o físico”, comentou.
Por fim, o CIO da Pernambucanas abordou a importância dos programas de fidelidade e destacou que eles têm uma função importante nas estratégias omnichannel. “Eles são uma forma de gerar recorrência de compra. É uma estratégia cruzada, tanto na hora de você gerar o gatilho que te traz o cashback, quanto na hora de usar. Nós também cruzamos isso nos dois mundos, físico e digital”, finaliza.
Fonte: Mercado e Consumo