Executivos das nossas empresas associadas avaliaram o artigo publicado na The World Of Direct Selling News, que abordou a importância de  simplificar e concentrar-se em três métricas principais para acompanhar o desempenho dos empreendedores independentes e, consequentemente,  prever e determinar a saúde dos negócios de Venda Direta. Conheça as métricas e o que nossas empresas associadas têm a dizer:

  1. Empreendedores que venderam para um cliente

Faça o acompanhamento de quantos empreendedores venderam para pelo menos um cliente em um mês – seja novo ou já registrado na base. Algumas empresas chamam esses empreendedores de “ativos”. Independentemente de como você os chame, defina sua linha de base sobre quantos empreendedores normalmente agem como empreendedores/consultores em um mês e, em seguida, monte programas e campanhas para aumentar esse número.

Saiba qual a porcentagem de empreendedores ativos, que realizaram uma ou mais vendas em um mês, bem como quantos empreendedores venderam para dois ou mais clientes.

  1. Empreendedores que “patrocinam” outro empreendedor

Semelhante ao monitoramento de vendas, é crucial rastrear quantos empreendedores patrocinaram outros, indicando qual a periodicidade e produtividade. Ter estas informações em mãos elucidam sobre o grau de envolvimento que o consultor tem no negócio.

  1. Número de clientes que fizeram seu segundo pedido

Monitorar quantos clientes realizam seu segundo pedido significa retenção de clientes. A repetição de pedidos é crucial para o sucesso financeiro. Por isso, a importância em concentrar esforços na obtenção do segundo pedido de novos clientes.

Importante ressaltar que para acompanhar as métricas propostas no artigo, é necessário que o Empreendedor determine como e quem acompanhará essas novas métricas, comparar mensalmente, aplique essas métricas para cada mês de 2023 para servir como linha de base e reserve 30 minutos por mês para revisar seus números, comparando-os com os do ano passado para tomar decisões de como pode melhorá-los em 2024.

Opinião dos executivos de Venda Direta sobre as métricas sugeridas

Paulo Moledo, CEO da Hy Cite:

“O artigo fornece uma visão interessante sobre a gestão de negócios no cenário de 2024, destacando a crescente complexidade que é lidar com informações em meio ao amplo acesso a dados e inteligência artificial, algo que cada vez mais se tornará uma realidade no mercado como um todo, não só na Venda Direta. É realmente muito importante termos métricas para podermos monitorar os processos e orientar decisões estratégicas. A ênfase em empreendedores ativos que efetivamente vendem para clientes, o patrocínio entre empreendedores e a retenção de clientes através do segundo pedido e acompanhamento pós-venda oferece uma abordagem abrangente para avaliar a saúde de um negócio. Além disso, o artigo fornece um guia prático claro, indicando passos específicos para implementar e acompanhar essas métricas ao longo do tempo que podem servir de base e a apoio para aqueles que ainda não sabem por onde começar. Essa abordagem pragmática e direcionada pode ser valiosa para as empresas que buscam navegar no ambiente competitivo de 2024 e impulsionar o sucesso na Venda Direta”.

Bernardo Dutra, Gerente de Marketing da Forever Living

“Mensurar resultados sempre foi fundamental e, hoje, isso se torna ainda mais relevante no ambiente digital. Entender o comportamento de consumidores e parceiros e fornecer o maior suporte e benefícios possíveis para públicos cada vez mais específicos só é viável se mantivermos o foco em métricas essenciais e que realmente fazem a diferença.”

Marisol Ahumada, Vice-President Regional Sales SAMCAM da Herbalife

“Na verdade, a retenção de clientes tornou-se um dos maiores objetivos de qualquer negócio de venda direta. O custo de aquisição de um novo cliente versus o poder de uma indicação de um cliente retido é incomparável. Esse equilíbrio entre prospecção e retenção com indicação é um dos grandes diferenciais para o êxito do negócio.”

Igor Carvalho, Diretor Comercial da Herbalife do Brasil

“O artigo realmente reforça a máxima de que, em qualquer negócio, não se controla aquilo que não se mede. O negócio de venda direta se caracteriza pela sua emoção, vibração e principalmente pelos reconhecimentos, porém os líderes de mais destaque são aqueles que comemoram os pequenos progressos com a visão de longo prazo. Isso só é possível criando patamares evolutivos através dos dados, como o LTV por nível (lifetime value do nosso público, ou seja, o lucro líquido que cada cliente/distribuidor nos aporta)”.

Ronnie Piovezan, Diretor comercial do Hinode Group

“Nos últimos anos temos investido forte em transformação digital e ferramentas tecnológicas, e seguiremos com muitas inovações para o ano de 2024. Esse avanço nos traz uma visibilidade maior dos dados gerais de todas as áreas da empresa, e ter métricas assertivas são essenciais para transformar essa informação em estratégias que contribuem para o crescimento do nosso negócio e o desenvolvimento dos nossos empreendedores. Conseguimos mapear o desempenho de nosso consultor, verificar suas necessidades e oferecer ferramentas para que possa obter melhores resultados. Aqui no Hinode Group não abrimos mão da tecnologia, mas todas as atualizações são feitas exclusivamente pensando em nossos consultores, pois eles são a nossa maior força de venda”.

Fonte: Assessoria de imprensa da ABEVD.