A assistente virtual do Instituto Avon ganhou voz a partir de uma série de sons emprestados. Mais de 500 mulheres – entre representantes de beleza da empresa, colaboradoras, parceiras e seguidoras do Instituto Avon nas redes sociais – foram convidadas a doarem suas vozes para a construção da voz da robô Ângela. A iniciativa faz parte da campanha 21 Dias pelo fim da violência contra as mulheres.

Ângela foi criada para apoiar o enfrentamento à violência doméstica.

O deep voice construído pela produtora Bolha. Os sons passaram por um sistema de voz que ensina máquinas como pessoas reais falam. Foram necessárias 5 horas de áudio das vozes doadas e uma adequação desses áudios para chegar a um áudio guia. A partir daí, foi desenvolvida a voz de Ângela. Para sua versão final – com boa entonação e timbre próximo do humano –, foi preciso 35 minutos de áudio guia, treinando em cerca de 300 horas.

A voz de Ângela será usada nas redes sociais do Instituto Avon em pautas relevantes para as mulheres, como liderança e igualdade, política e espaços femininos.

Fonte: Mobile Time