Como uma atividade que existe desde o século 19 pode ser tão atual e promissora nos dias de hoje

Foi-se o tempo em que ter um emprego estável com rotina definida era garantia de sucesso profissional. Com o passar dos anos, a sociedade se transformou e agora as novas gerações já buscam no empreendedorismo a forma de aliar qualidade de vida com autonomia financeira.

Levantamento feito pela consultoria britânica Euromonitor, em 2018, mostra que 60% dos “millennials”, pessoas nascidas entre a década de 1980 e o começo dos anos 2000, querem trabalhar de forma autônoma e independente, ou seja, há anseios por mais liberdade, flexibilidade de horários e autonomia. Preocupa também o alto nível de desemprego atual no Brasil, assim como futurólogos e pesquisas que apontam que mais de 50% das profissões atuais se tornarão obsoletas.

Esta busca por novos caminhos tem levado as pessoas a se dedicarem às vendas diretas. Atividade desenvolvida ainda no século 19, a partir da venda de enciclopédias, o setor atravessou as décadas e chega a 2019 como uma atividade do futuro, democrática e que é escolhida cada vez mais por pessoas de todas as idades, níveis culturais e sociais.

Esta tendência fica evidente ao verificar dados da pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) que mostra que dos mais de 4 milhões de empreendedores independentes que atuam no Brasil, 48,3% tinham entre 18 e 29 anos, superando todas as outras faixas etárias.

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