Conforme os dados da vacinação divulgados até quarta-feira (25), 165.639.167 pessoas (cerca de 82,76% da população vacinável) estão totalmente imunizadas contra a COVID-19. A dose de reforço foi aplicada em 91.218.006 pessoas (56,39% da população vacinável). Ainda, vale mencionar que 6.435.992 crianças entre 5 e 11 anos estão imunizadas (31,39 % deste grupo). Adicionalmente, nas últimas 24 horas, foram registrados 6.000 novos casos conhecidos, fazendo o Brasil alcançar a marca de 30.838.912 contaminados pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. O país também registrou 157 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 666.112 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel nos últimos 7 dias é de 105 mortes, a mesma variação em relação há 2 semanas, indicando tendência de estabilidade nos óbitos.

AVALIAÇÃO BMJ

Com esse panorama, apesar de um aumento pouco significativo no número de casos, o Brasil encontra-se em um patamar estável referente à pandemia de coronavirus. Com isso, o presidente Jair Bolsonaro revogou, nesta segunda-feira (23), decretos que continham medidas de combate à pandemia de COVID-19 editados em 2021 e 2020. Entre eles está o decreto que deu origem ao Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia, colegiado criado um ano depois da chegada do vírus ao Brasil. O grupo discutia não só medidas contra a doença, mas também contra os “problemas econômicos, fiscais, sociais e de saúde decorrentes”. Depois da primeira reunião do grupo, o governo se posicionou contra as medidas de lockdown adotadas pela maioria dos estados no auge da pandemia. Além dessas revogações, Marcelo Queiroga assinou o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) causada pela pandemia, confirmando a desmobilização completa das medidas emergenciais adotadas pelo governo e o controle da pandemia de COVID-19 no Brasil. As revogações foram publicadas no Diário Oficial da União.