A maioria dos mercados latino-americanos registra vendas anuais superiores a US$2 bilhões.

Os países latino-americanos com maior potencial de crescimento para empreendedores na indústria de venda direta atualmente são Brasil, Colômbia, Equador, México, Peru e República Dominicana.

A informação foi divulgada durante o evento virtual “Venda direta como catalisadora do empreendedorismo na América Latina: desafios e tendências”, organizado pela multinacional Hy Cite no dia 21 de novembro, e que contou com a participação das Associações de Venda Direta do Brasil e Colômbia, bem como de empreendedores da região que compartilharam seus cases com os participantes.

“Em resposta às altas taxas de desemprego na região, que em países como Brasil chega a 7,7%, são muitas as pessoas que encontram na indústria de venda direta uma oportunidade real de prosperar economicamente e alcançar metas pessoais e profissionais”, comenta Paulo Moledo, CEO e Presidente da Hy Cite.

Brasil

Conforme a Federação Mundial de Associações de Venda Direta (World Federation of Direct Selling Associations), o Brasil é o país mais forte da região em termos de vendas, com US$7,4 bilhões, seguido pelo México com US$5,9 bilhões, Colômbia com US$2,3 bilhões e Peru com US$2 bilhões.

Outros países como o Equador estão próximos a US$900 milhões, enquanto a América Central e Caribe somam mais de US$700 milhões.

Em comparação com a economia dos Estados Unidos, onde foram feitas vendas diretas de US$40,5 bilhões em 2022, o potencial de crescimento nos países latino-americanos é grande.

“Hoje, o desafio da nossa indústria é respeitar o canal de venda, o que significa garantir que os produtos sejam comercializados pela relação direta dos vendedores com os compradores. Isto demonstra respeito pelos distribuidores, que não devem dispor de canais que concorram com eles, como comércio online ou lojas de varejo. O futuro da nossa indústria está em garantir esse relacionamento individual”, acrescentou Juan Carlos Franco, Chief Sales Officer da Hy Cite.

Fonte: Rede Jornal Contábil.