O Encontro de Secretários da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) realizado no final do mês de maio trouxe boas notícias para o setor de vendas diretas no Brasil.
Na reunião que aconteceu na cidade italiana de Milão, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) manteve o Gold Status concedido pela federação mundial das associações de vendas diretas.
A WFDSA exige de suas associadas padrões organizacionais de desempenho e boas práticas para equiparar as características de governança e atendimento pelo mundo afora.
São diversos os critérios analisados para manter o Status de uma associação, entre eles: padrões para cobrar conduta ética de seus associados, além de independência e imparcialidade da entidade em relação ao mercado, ter porta-voz independente, gestão executiva integralmente dedicada ao trabalho da associação, presença nas mídias sociais, contato direto com órgãos governamentais e imprensa, além de auditoria em suas contas.
“Foi com grande alegria que recebemos o Gold Status da WFDSA, pois este reconhecimento mostra que a ABEVD está no caminho certo para promover a imagem do setor de vendas diretas como uma fonte de renda e empreendedorismo para os brasileiros”, diz Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.
O evento serviu também para as associações discutirem as melhores formas de promover a imagem da indústria de venda direta, assim como desempenhar o papel educacional para as empresas no campo da ética e modelo de negócios.
Para saber mais informações, acesse o material disponível no site da ABEVD.
6º no ranking mundial – a outra boa notícia é que o Brasil permaneceu na sexta colocação da lista da WFDSA se comparados os volumes de negócios em vendas diretas.
Com a novidade da China em primeiro lugar – os asiáticos ultrapassaram os Estados Unidos – o Brasil segue atrás de Coreia do Sul, Alemanha e Japão e mantém a liderança entre os países latino-americanos.
Os números brasileiros mostram que o setor tem um grande potencial de crescimento e que há espaços para que a atividade siga se fortalecendo como uma alternativa de renda para milhões de pessoas.
Produtos mais vendidos – na lista de dados compartilhados pela WFDSA, o destaque mundial ficou novamente por conta da categoria bem-estar que liderou com 33,2% e superou cosméticos que teve 31,2%.
Estes dados comprovam a ideia de que o mercado brasileiro ainda tem muito a oferecer às companhias de vendas diretas. Algumas categorias ainda têm grandes condições de crescerem nos próximos anos.
Fonte: ABEVD