O universo cor de rosa de Mary Kay Ash

Empresária que comandou uma revolução nas vendas diretas completaria 98 anos em 2016

Uma das mulheres mais influentes das vendas diretas faria 98 anos no dia 12 de maio. Mary Kay Ash (1918 – 2001) fundou uma das principais empresas de cosméticos do mundo, em 1938, e revolucionou o setor de vendas diretas, contribuindo para a implementação de melhorias em um modelo de negócio que deu origem ao que conhecemos hoje.

Símbolo de empreendedorismo e de empoderamento feminino, Mary Kay sempre esteve à frente do seu tempo e inspira profissionais em todo o mundo até hoje. Além disso, ela foi considerada a maior mulher empreendedora dos Estados Unidos, pela Universidade de Baylor, em 2003.

Assista ao vídeo que apresenta a história, os desafios e os caminhos percorridos por essa líder visionária. Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=sgmCi47tJcc&feature=youtu.be

Clique aqui e confira, também, outras conquistas da empresária.

2019-12-20T14:53:34-03:00maio 12th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Natura adere aos princípios de empoderamento feminino da ONU

“Empoderar mulheres e promover a equidade de gênero em todas as atividades sociais e da economia são garantia para o efetivo fortalecimento das economias, o impulsionamento dos negócios, a melhoria da qualidade de vida de mulheres, homens e crianças, e para o desenvolvimento sustentável.”
Princípios de empoderamento das mulheres – ONU Mulheres e Pacto Global

No Dia Internacional da Mulher, a Natura assinou a sua adesão aos Princípios de empoderamento das mulheres, criado pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global, que são um conjunto de considerações para auxiliar a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e ao empoderamento feminino.

Ao assinar o documento, a empresa reforça seu compromisso de promover a equidade de gêneros. Para isso, estabeleceu a meta de ter 50% dos cargos da liderança (diretoria e acima) ocupados por mulheres até 2020. Atualmente, o índice é de 27% em todas as operações da marca e 32% no Brasil. Outra meta é promover a equidade salarial entre gêneros.

Além disso, a Natura possui iniciativas para facilitar o trabalho das mães em conciliar a vida particular com a profissional, oferecendo licença maternidade estendida, berçário para filhos de colaboradoras e atividades educativas para crianças até três anos.
Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:

  1. Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade entre gêneros
  2. Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho – respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação
  3. Assegurar a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras
  4. Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional para as mulheres
  5. Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres
  6. Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa
  7. Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade entre gêneros
2019-12-20T14:53:35-03:00maio 10th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Dica de leitura: O poder das mulheres fortes

Obra apresenta estratégias que ajudam o leitor a definir prioridades na vida

No livro “O poder das mulheres fortes”, Marcus Buckingham faz uma análise sobre a realidade feminina e tenta derrubar alguns mitos em torno do que elas pensam, sentem e desejam.

O autor faz uso de estratégias práticas, exemplos e depoimentos, para estimular os leitores a lidarem com o excesso de escolhas, mostrando que é possível definir prioridades, ter mais tempo de qualidade e cultivar relacionamentos mais gratificantes.

Por meio do “Teste da Vida Forte”, Buckingham ajuda a mulher a conhecer-se melhor e a fazer escolhas que reflitam seus verdadeiros desejos.

Fonte: Livraria cultura

2019-12-20T14:58:29-03:00março 30th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Do caso Fabíola à revolução da comunicação com o público feminino

Veja como a Avon tem empoderado as mulheres em suas ações

Com uma nova abordagem em suas campanhas publicitárias, a Avon tem apostado no “femvertising” para tratar de assuntos voltados para o empoderamento das mulheres. Acreditando na “Beleza que faz sentido”, a empresa estimula o desenvolvimento de suas revendedoras e proporciona a independência de muitas brasileiras.

Para a divulgação do batom Ultramatte, lançado recentemente, a Avon criou uma ação que relaciona o conforto proporcionado por um produto inovador à liberdade de escolha das mulheres.

Confira a campanha, que tem como mote principal a hastag #EuMeSintoConfortável:

Longe de ser uma ação isolada, no final de 2015 o posicionamento da empresa diante de comentários machistas sobre o caso de agressão contra Fabíola Barros. Na ocasião, empresa declarou:

A Avon não compactua com nenhuma situação que exponha ou degrade mulheres. Tendo em vista que um dos principais lemas da empresa é o empoderamento feminino, não compactuaremos com situações de violência ou slut shaming em qualquer situação.

Fonte: Exame e Catraca Livre

2019-12-20T15:10:30-03:00março 16th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

As mulheres mais influentes das Vendas Diretas

Conheça as personagens que revolucionaram o setor com iniciativas inovadoras

As vendas diretas sempre desempenharam um papel social muito importante para o empoderamento e a independência financeira da mulher. O modelo versátil e flexível incentivou a inserção feminina nos negócios de forma ampla, promovendo o crescimento do setor em todo o mundo.

Conheça algumas mulheres que revolucionaram as vendas diretas:

Mrs. P.F.E. Albee (1836-1914)
Pioneira, Persis Albee foi a primeira revendedora da Avon. Em 1886, ela iniciou uma nova carreira com a venda de perfumes para David McConnell. Para isso, ela desenvolveu o hábito de visitar as pessoas em casa e oferecer, porta-a-porta, os seus perfumes. A nova atividade abriu caminho para a atuação das mulheres no mercado e apresentou-se como uma alternativa de complementar a renda de sua família.

Mary Kay Ash (1918-2001)
Inconformada com as injustiças encontradas no ambiente corporativo das organizações, Mary Kay Ash largou o emprego, em 1963, e lançou uma das principais empresas de cosméticos do mundo. Com uma política que estimula programas de reconhecimento e planos de remuneração, a empresária revolucionou as vendas diretas e contribuiu para a implementação do modelo que conhecemos hoje.

Doris Christopher
Pioneira no modelo “party plan”, Doris Christopher desenvolveu, nos anos 1980, uma metodologia diferenciada para vender seus utensílios de cozinha de alta qualidade. A empreendedora incentivava seus consultores a promover festas em casa para fazer demonstração dos produtos para os clientes. A The Pampered Chef prosperou tanto que, em 2003, foi comprada pelo investidor Warren Buffet.

Mary Crowley (1915-1987)
Diante da dificuldade de criar os filhos sozinha, Mary Crowley descobriu o seu talento para as vendas e, juntamente com a amiga Mary Kay Ash, começou a trabalhar na Stanley Home Products. As vendas de produtos para a casa fizeram com que ela investisse em seu próprio negócio, a Home Interiors & Gifts, que a transformou em uma potência no mercado e ultrapassou 850 milhões de dólares em vendas, no início dos anos 1990.

Brownie Wise (1913-1992)
Nomeada vice-presidente da Tupperware em 1951, Brownie Wise liderou as equipes de vendas da organização e coordenou uma estratégia de marketing que melhorou as condições das vendedoras ao desenvolver um programa de recompensas e um sistema de reconhecimento das mulheres. Em 1954, Wise foi a primeira mulher na capa da revista Business Week.

Clique aqui e conheça outras empreendedoras que fizeram histórias no mercado de vendas diretas.

2019-12-20T14:58:32-03:00março 8th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Mulheres são maioria na venda direta

Mercado brasileiro é formado por 90% de mão de obra feminina

No Brasil, a venda direta cresce em média 7% ao ano e existem mais de 4,5 milhões de revendedores autônomos atuando no mercado. Mais de 90% da força de venda é formada por mulheres e o principal setor em que atuam é o de produtos de beleza. Entretanto, há outros setores mais voltados às mulheres, com amplo potencial de expansão, que podem ser ainda melhor explorados, como: semijoias, cintos, calçados, eletrodomésticos, entre outros.

A participação da mulher na venda direta está relacionada a sua história de conquistas no mercado de trabalho. Foi esse modelo de venda que proporcionou a primeira oportunidade formal para a mulher empreender, não só no Brasil, como no mundo.

Quando a venda direta ganhou força, a mulher ainda precisava cuidar exclusivamente de todas as responsabilidades do lar, dos filhos e do marido; essa é considerada uma das razões do modelo ter sido o mais conveniente, já que é um ramo que não exige formação, domínio de idiomas, pós-graduação, habilidade técnica, nem horário ou local fixo de trabalho.

Mas mesmo com o passar dos anos e a evolução da atividade (do comércio de porta em porta para uma venda feita por meio das relações pessoais), a mulher manteve o seu destaque no setor. E o perfil da mulher que trabalha neste segmento é primeiramente o de dona de casa. “Anteriormente a dona de casa não pertencia a nenhum grupo de estudo ou de trabalho. Com a venda direta, ela passou a pertencer, no mínimo, a um grupo de empreendedoras, passando a ter acesso a cursos e programas de incentivos das empresas. Esse perfil continua muito forte”, afirma Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD.

 

2019-12-20T14:05:38-03:00abril 21st, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Quando a venda direta se torna social

Conheça a história da empresária americana que trocou o escritório pela venda direta de uma marca de joias que ela mesma criou

Um ano antes de começar a faculdade, Chantel Waterbury andou por todo o nordeste da Califórnia, nos Estados Unidos, vendendo faqueiros. Na época ela não percebeu, mas essa experiência trouxe um impacto para a sua vida atual, tanto profissional, quanto pessoal, pois em 2011 Chantel criou a sua própria empresa, a Chloe and Isabel.

Apesar de suas conexões no mercado de varejo Chantel optou pelo mercado de venda direta e desenvolveu a sua própria marca de joias.

A decisão dependeu, em grande parte, do seu desejo de ir além do vender joias. “Minha visão maior era empoderar mulheres ao dar a elas uma oportunidade de ganhar dinheiro e aprender habilidades que podem ser usadas em outros lugares”, conta Chantel.

Hoje, a empresa – que tem sede em Nova Iorque – emprega 85 funcionários e tem uma rede de revendedores com mais de 5 mil pessoas sendo que75% tem menos de 35 anos de idade.

 

Fonte: Revista Entrepreneur

2019-12-20T12:34:43-03:00março 20th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |
Ir ao Topo