Nota de Esclarecimento

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) comunica que a rede varejista Marisa não faz mais parte da associação

A rede varejista Marisa informou nesta segunda-feira (28) que decidiu encerrar operações com venda direta (vendas feitas diretamente por consultoras a consumidores) para concentrar esforços da empresa em negócios mais maduros e reduzir custos, diante do aumento do nível de incerteza e da deterioração do cenário econômico atual.

“A crise econômica enfrentada pelo país, sem precedentes na nossa história recente, foi fator decisivo para descontinuarmos a operação de venda direta”, disse em comunicado o presidente da companhia, Marcio Goldfarb.

A companhia iniciou a atividade de venda direta em 2012, afirma em nota Adalberto Santos, CFO da empresa. “No entanto, a degradação acelerada do ambiente de consumo faz com que o retorno do projeto se torne por demasiado longo”, afirmou. “É importante mantermos o foco na busca de eficiência nas nossas operações mais maduras e ampliarmos a nossa capacidade de geração de caixa”.

Apesar desse cenário incerto, dados da associação mostram que o setor registrou R$ 19,5 bilhões em volume de negócios no primeiro semestre de 2015 – crescimento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior – entre empresas associadas e não associadas à ABEVD. Ainda segundo o estudo, o número de revendedores diretos – profissionais autônomos atuantes – segue estável com, aproximadamente 4,5 milhões de pessoas.

2019-12-20T11:25:06-03:00outubro 1st, 2015|Categories: ABEVD News|Tags: , , , , |

Grandes empresas investem no modelo de venda direta

Em 2013, esse setor movimentou R$ 41,6 bilhões no país

O mercado de venda direta continua com boas previsões para este ano. Com movimentação de R$ 41,6 bilhões em 2013, muitas pessoas se tornam revendedores para complementar a renda e acabam transformando o trabalho na principal fonte.

O setor, que possui mais de 4,5 milhões de revendedores, permite uma maior flexibilidade de horários, não há gastos fixos, como os que envolvem manter uma loja. O retorno para quem investe varia, uma vez que cada revendedor faz o seu horário e tem um determinada cartela de clientes.

Em 2012, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo que mostrou, na época, que o lucro médio mensal dos consultores brasileiros era de R$ 323,15. O destaque ficou por conta do Rio de Janeiro, onde 53% dos revendedores tinham na venda direta a sua única fonte de renda.

Grandes empresas entram para a venda direta

Em 2013, a Marisa começou a investir na venda direta com um projeto-piloto de 700 consultoras que vendem roupas femininas por meio de catálogos. Hoje, em todo país, são mais de 90 mil consultoras. Outra empresa que também decidiu investir nesse mercado foi a Polishop, que possui 80 mil revendedores cadastrados e não vê concorrência entre o catálogo com as lojas físicas, e-commerce ou televendas.

Essa mudança de empresas de diferentes áreas para a venda por catálogo é uma tendência no Brasil. Atualmente, existem empresas que vendem livros, cursos de idiomas, itens para animais de estimação e utilidades para o lar por meio do contato pessoal fora de um lugar fixo. Com isso, as empresas conseguem atrair consumidores que gostam de praticidade.

 

2019-12-20T14:05:39-03:00abril 16th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Marisa chega a 60 mil consultores

Varejista planeja expandir e faturar cerca de R$ 500 milhões com a venda direta até 2017

Em dezembro de 2012, a varejista de moda Marisa, implementou a venda direta em seu modelo de negócio. Hoje, a marca alcançou o número de mais de 60 mil consultoras de moda e estilo, distribuídas em 19 estados do Brasil e com uma meta de atingir todos os estados do país até o fim de 2015.
Inspirada nas grandes empresas de cosméticos, a experiência da rede com a venda direta iniciou com 700 consultoras treinadas e a empresa fornece mensalmente um encontro de capacitação em vendas a fim de que todas estejam aptas a representarem a marca. As consultoras de moda e estilo da empresa são pessoas físicas e podem revender qualquer outra marca ou atuar por todo território nacional. A consultoria também permite a possibilidade de ganhos ilimitados, em um trabalho com horários flexíveis.
A rede, que começou em 1948 na capital paulista e hoje tem 413 lojas, vê nessa estratégia uma forma de chegar aos consumidores em cidades onde não existe a loja física. Agora, uma das próximas metas a serem alcançadas é atingir até o fim de 2017 o faturamento de R$ 500 milhões com a venda direta.
 

2019-12-20T15:12:59-03:00outubro 24th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |
Ir ao Topo