Startup busca ampliar atuação de empresas no setor de vendas diretas

Desafiador e instigante, o setor de vendas diretas requer que as empresas interessadas busquem conhecimento antes de aderirem a este canal. Como montar um plano de negócios em vendas diretas? Quais são os principais desafios para as empresas que buscam entrar neste canal? Estas são perguntas que surgem logo no início da operação de uma entrante do setor.

As companhias que buscam oferecer seus produtos e serviços via vendas diretas devem procurar no mercado empresas com experiência para prestar mais do que uma consultoria.

Esta é a proposta da Onawa. A startup desenvolve ferramentas técnicas sob medida para cada cliente com o objetivo de potencializar os negócios por meio dos canais de vendas por relacionamentos.

Um dos objetivos da startup é favorecer a entrada de novas empresas no setor para expandir as categorias de produtos oferecidos aos consumidores finais.

Para isso, a empresa vai além do planejamento. Com foco na força de vendas, há um trabalho de marketing para os embaixadores, que visa divulgar novos produtos, promoções e campanhas.

Este trabalho é todo desenvolvido via aplicativos, assim, a tecnologia surge como grande aliada da startup e do setor de vendas diretas como um todo.

Com os aplicativos, a força de vendas pode cadastrar clientes, realizar vendas, receber materiais de comunicação e capacitação, além de acompanhar as bonificações.

Segundo Ítalo Queiroz, fundador e head de tecnologia “a tecnologia é fundamental para o aumento da produtividade dos embaixadores e para atração de jovens empreendedores para o modelo, só não é mais importante que o próprio relacionamento entre as pessoas.”

Fonte: Onawa

2019-12-20T14:29:25-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , , |

Natura aposta na inovação para vencer a concorrência

Empresa busca a ajuda de startups para desenvolver produtos mais inovadores

 

Em busca de desenvolver produtos cada vez mais inovadores e importantes para o dia a dia dos seus clientes, a Natura firmou uma parceria estratégica com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). A ideia do projeto é encurtar a distância da empresa com pequenos negócios que carreguem a inovação e a tecnologia como parte principal de seus DNAs.

 

A empresa convidou startups e solicitou que fornecessem informações básicas sobre os trabalhos que desenvolviam e que descrevessem uma proposta com a sua aplicabilidade junto à Natura. Dentro as competências solicitadas junto às pequenas empresas, destaque para:

 

  • Aparelhos e dispositivos para aplicação de produtos cosméticos ou para tratamento e diagnósticos da pele e do cabelo capazes de melhorar a experiência e o benefício ao usuário;

 

  • Aplicativos e tecnologias que promovam interatividade e ampliem a experiência dos consumidores com os produtos e serviços da Natura;

 

  • Tecnologias de ingredientes, como emulsões, tensoativos, proteção solar, óleos e emolientes;

 

  • Tecnologias de formulações cosméticas;

 

  • Tecnologias de embalagens que possibilitem novas formas de aplicação e experiências do usuário.

No ano passado, a Natura firmou um contrato de financiamento com a Agência Brasileira de Inovação (Finep) e realizou um hackathon em parceria com o MIT. A companhia segue uma tendência de mercado já iniciada por empresas como Bradesco, Mastercard e Coca-Cola e investe na sustentabilidade para trazer ainda mais credibilidade para a sua marca.

2019-12-20T15:01:43-03:00maio 29th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |
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