Você tem coragem?

Conheça histórias de mulheres que nos inspiram a ter coragem na nova campanha da Mary Kay

“Todos nós temos a opção e a coragem de viver destemidamente”
Lynsey Dyer

Em março, a Mary Kay lançou a coleção de fragrâncias Fearlessly, inspirada nas histórias de mulheres que tiveram coragem, entre elas, a própria fundadora que realizou seu sonho de enriquecer a vida de consultoras. Para divulgar o lançamento, a marca está promovendo a campanha “Eu tenho coragem MK”, que conta história de corajosas que ousaram ir atrás de seus sonhos, e o movimento #eutenhocoragemMK.

A protagonista da campanha é a esquiadora, cineasta, fotógrafa, viajante, artista Lynsey Dyer, que, além de ser esportista, incentiva a participação de mulheres em atividades outdoor, por meio da ONG SheJumps. Confira a história dela:

Além disso, a campanha conta com o site, onde você pode ler história de mulheres corajosas, entre elas a cantora brasileira Luiza Possi, e mandar mensagens para quem inspira você a ter coragem.

Fonte: Revista Publicitta

2019-12-20T15:10:30-03:00abril 8th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Big Data: Como os dados podem auxiliar as vendas diretas

Confira dicas para melhorar a experiência do cliente e sua estratégia de venda

O Big Data é uma das grandes características do mundo conectado de hoje em dia. Com a explosão do uso da internet e das redes sociais, há uma enorme nuvem de dados que está sendo gerada sobre nossas cabeças e crescendo a uma taxa exponencial.

Até recentemente, o Big Data era uma forma de coleta de dados restrita às grandes empresas. No entanto, a tecnologia avançou consideravelmente e, agora, mesmo as pequenas empresas podem explorar o poder do Big Data para melhorar a experiência do cliente e sua estratégia de vendas.

No post de hoje, vou falar justamente sobre o casamento entre Big Data e vendas. Me acompanhe e venha descobrir como você pode usar o Big Data a favor do seu negócio.

Como usar o Big Data?

O conceito de Big Data é algo bastante amplo. Os dados são coletados a partir de qualquer ação executada por um usuário em um dispositivo ligado à internet, seja encaminhado um e-mail, postando mensagens nas redes sociais, comentando em blogs ou até mesmo utilizando um cartão de crédito em uma loja física. Toda ação gera uma espécie de “impressão digital”, que fica armazenada em algum lugar na nuvem.

É difícil até mesmo imaginar a quantidade de dados obtidos. Para se extrair informações úteis a partir desse vasto oceano, você vai precisar de uma ferramenta de análise bastante eficiente, que lhe permita encontrar informações relevantes e exibi-las em um formato que você possa entender. Felizmente, essas ferramentas são bastante acessíveis e muitas estão disponíveis sem custo. O Google Analytics, por exemplo, é gratuito e se integra muito bem com outros sistemas, como softwares de gestão do relacionamento com os clientes.

O que sua empresa pode fazer para relacionar Big Data e vendas?

Se você tem a intenção de explorar a imensidão de informações disponíveis no Big Data, existe uma série de ações possíveis.
1. Ampliar a propagação de sua marca na internet
Você já está conectado a muitos de seus clientes através de suas diversas redes sociais ou outros meios de contato, não é? Bem, a coleta de dados não precisa parar por aí. Existem algumas opções de ferramentas que permitem que você configure alertas e notificações sempre que sua marca é mencionada na internet, assim como qualquer produto ou serviço que seu empreendimento esteja oferecendo. Uma vez que você começa a monitorar essas menções, você pode criar estratégias a partir das interações na web para otimizar a propagação de informações, gerar mais interesse em sua marca, melhorar a satisfação dos seus clientes e aumentar o engajamento de usuários.

2.Coletar dados personalizados utilizando softwares de gestão de relacionamento com os clientes
São várias as opções de ferramentas com um baixo custo capazes de oferecer todos os recursos para monitorar as interações com clientes e prospects. Esses programas não só fornecem opções para a coleta de informações no Big Data como também ajudam a buscar por informações mais úteis e a utilizá-las da melhor forma. Essas plataformas também incluem a funcionalidade de administrar seus perfis em redes sociais, para que a coleta do Big Data seja mais ágil e parta de variadas fontes.

3.Monitorar a origem das chamadas dos clientes
Se você está trabalhando com linhas de telefone fixo em seu escritório, com sistema de VoIP com recurso de mobilidade ou com um call center terceirizado, as chamadas dos clientes podem ser uma importante fonte de dados. Tenha certeza de que você está coletando todos os registros de chamadas e fazendo a análise da forma correta. As informações dos atendimentos aos clientes podem ajudá-lo a descobrir dados demográficos de quem está interessado em falar com você, assim como a identificar os problemas mais comuns que resultam em um telefonema, o que é muito útil para que você tome decisões de forma a melhorar seus serviços o apontamento de suas estratégias de atuação e de vendas.

Conseguiu visualizar uma forma de o seu negócio tirar proveito do Big Data? Já tem feito uso de alguma dessas estratégias? Vamos lá, deixe um comentário e me conte suas experiências e dúvidas!

Fonte: guiaempreendedor.com

2019-12-20T14:58:28-03:00abril 1st, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Seja um consultor e multiplique as suas vendas

Entenda a importância de criar redes de relacionamento e satisfazer os interesses dos clientes

Em tempos em que os consumidores buscam por diferenciais na hora da compra, o profissional de venda direta precisa posicionar-se como um especialista para conquistar a sua confiança e garantir o êxito nas vendas.

Atuar com serviços de consultoria permite a melhor compreensão das reais necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, atende às demandas e ao planejamento de vendas do profissional. Por isso, a evolução do mercado vem se concretizando e muitas pessoas têm investido esforços para potencializar a sua atuação no mercado de venda direta.

A mudança de posicionamento, no entanto, exige a compreensão de uma nova lógica de trabalho, em que o profissional passa a fornecer soluções e torna-se mais influente nas relações com o cliente. O contato mais próximo também possibilita a criação de redes de relacionamento, onde o seus serviços passa a ser reconhecido por clientes fiéis.

Fonte: Iap Vendas

2019-12-20T14:58:30-03:00março 18th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Omnichannel: Cinco razões para investir neste conceito

Entenda por que as empresas de vendas diretas estão mais preparadas para explorar essa tendência

Utilizar os potenciais oferecidos pelas redes sociais para proporcionar melhores experiências de pré e pós-venda é a base para o bom aproveitamento do conceito omnichannel.

Primordial para as vendas diretas, novo comportamento fortalece as relações entre vendedores e clientes, transmite confiança aos negócios e cria um ambiente de crescimento pessoal livre de estresse.

Confira cinco razões para investir no conceito omnichannel:

1) Produtores e distribuidores dos próprios produtos
As empresas de vendas diretas e sua rede de revendedores controlam toda a experiência do consumidor e as questões que envolvem a sua marca.

2) Experiência de consumo continua
A dinâmica das vendas diretas promove a renovação dos ciclos de compras e o estreitamento da relação entre consumidores e marcas. Por meio das informações passadas pelos revendedores, as empresas conseguem oferecer novos produtos e oportunidades de compra para o cliente constantemente.

3) Informações
O grande número de informações sobre o mercado e o consumidor facilitam o desenvolvimento de estratégias de marketing e de comunicação. Dessa forma, é possível promover ações segmentadas para conquistar ainda mais o público consumidor.

4) Efeito Matrix
Ao contrário dos modelos tradicionais do varejo, as vendas diretas permitem a rápida implementação de ações e a obtenção de resultados para o vendedor direto.

5) Social Media – O efeito comunidade

Explorar a experiências das marcas nas redes sociais é fundamental para a adoção do conceito omnichannel. Por meio das informações obtidas e da identificação de oportunidades a partir da manifestação dos consumidores, é possível impulsionar ações que envolvam todas as pontas do negócio, contemplando as necessidades da marca, dos consultores e, principalmente, dos clientes.

 

2019-12-20T14:58:31-03:00março 11th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Quatro tendências do mercado de beleza para a próxima década

Pesquisa aponta fatores que serão determinantes para o setor até 2025

Inovar é o caminho para as marcas de beleza continuarem a se destacar nos negócios. Essa é a recomendação de uma pesquisa realizada pelo departamento de Beleza e Cuidados Pessoais, da Mintel, agência de inteligência de mercado. Além disso, os dados apontam as quatro tendências principais para a próximas décadas.

Até 2025, espera-se que a integração entre os métodos tradicionais de vendas e os dispositivos tecnológicos desenvolva novos modelos de negócio, envolvendo questões econômicas e socioambientais. Além do consumo consciente e do desafio de crescer no mercado de beleza, as grandes marcas terão que atentar para os seguintes fatores:

O humano aumentado
Cada vez mais, os consumidores têm optado por marcas de beleza que oferecem, além de seus produtos tradicionais, dispositivos eletrônicos que ajudem os usuários a monitorar a saúde e o bem-estar.

Os padrões de qualidade e nível de exigência dos clientes têm mudado e, inevitavelmente, as organizações vão ter que investir em tecnologia e centros de estudos. Por isso, o desenvolvimento de produtos em realidade aumentada será cada vez mais comum nos próximos anos.

Água: o novo luxo
Para limitar a dependência de água, as marcas de beleza terão que alterar o modo como fabricam e formulam seus produtos. Diante da inviabilidade de manter os padrões de consumo adotados hoje, as empresas que desenvolverem ações que evitam o desperdício e contribuem para a preservação do recurso natural irão se destacar. Dessa forma, esses novos produtos vão se tornar diferenciais de mercado, com uma nova proposta que prioriza a qualidade, a exclusividade e a sustentabilidade.

O poder do jogo
Em geral, os consumidores buscam melhorar a saúde e o bem-estar. Por isso, as marcas precisam mostrar como seus produtos podem ajudar no desempenho e no vigor de seus clientes. Mais do que criar produtos que combatem a fadiga, é preciso promover a parceria com empresas de alimento, bebida e lazer para criar variantes de produtos que promovam um estilo de vida saudável.

Aproveitar as oportunidades e a potencialidade do mercado é, inclusive, uma das principais tendências para a próxima década.

Gastronomia
Com o passar dos anos será comum observar que, cada vez mais, os produtos de beleza sairão das sombras dos laboratórios e ganharão os balcões das cozinhas dos consumidores. Essa tendência é impulsionada por um desejo dos consumidores de se sentirem no controle dos produtos que usam.

Pensando nisso, as marcas terão que mudar o foco de suas atividades e realçar os processos artesanais de produção. Além disso, é importante envolver os consumidores nas etapas de criação, garantindo, assim, que os produtos de beleza e cuidados pessoais sejam mais pessoais e atraentes.

Fonte: Mintel

2019-12-20T14:58:35-03:00fevereiro 4th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Mercado de vendas diretas se rende ao conceito omnichannel

Entenda o novo comportamento do consumidor e ofereça diferenciais em suas vendas

Com o avanço das facilidades proporcionadas pela tecnologia, o mercado de vendas diretas buscou alternativas para adaptar-se à nova realidade. Nesse cenário de mudanças, o conceito omnichannel transformou-se em uma excelente alternativa para o setor.

O reforço na hora da venda é configurado a partir da realidade das tecnologias digitais móveis, ou seja, prevê um envolvimento maior entre quem vende, que precisa prestar um atendimento de excelência presencialmente ou no mundo digital, e quem compra, pessoas ávidas por conveniência, com poder de compra e aderência às novidades.

Dessa forma, o revendedor direto precisa utilizar os potenciais oferecidos pelas redes sociais para proporcionar experiências de pré e pós-venda. Não há mais espaço para a distinção da qualidade das relações e das experiências em diferentes ambientes. Seja no mundo virtual ou nas relações pessoais, a excelência é essencial.

Um estudo feito pela IBM classificou os consumidores omnichannel em quatro tipos distintos, confira:

  • 19% dos consumidores entrevistados praticamente não usam tecnologia para fazer compras.
  • 40% usam as mídias sociais, a geolocalização e a mobilidade para pesquisar informação, mas não as usam para a compra dos produtos.
  • 29% usam as mídias sociais, a geolocalização e a tecnologia de mobilidade para pesquisar produtos e realizar compras de bens.
  • 12% foram classificados como exploradores e pioneiros. Eles usam essas novas tecnologias de forma massiva em todos os canais, inclusive para a escolha da empresa ou marca.

Além disso, o estudo identificou as principais prioridades dos consumidores omnichannel:

  1. Preço consistente entre os diversos canais.
  2. Capacidade de envio de itens “fora de estoque” na loja, diretamente para a sua casa.
  3. Opção de tracking de seu pedido.
  4. O mesmo portfólio de produtos, consistente em todos os canais.
  5. Capacidade de devolução de compras realizadas on-line, na loja física.

Sabendo disso, é preciso manter-se informado e se preparar para lidar com um cenário de compartilhamento intenso de opiniões e novidades, em que a internet é um ambiente de troca de experiências e aprendizado em relação aos produtos e marcas.

Fonte: Matteria

2019-12-20T14:59:37-03:00janeiro 26th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Facebook ajuda no crescimento das vendas diretas

Plataforma reúne cerca de 1,35 bilhão de pessoas em todo o mundo, e tem como um dos seus príncipais objetivos auxiliar no crescimento dos negócios de empresas

Em novembro, vice-presidente de Soluções Globais de Marketing para PMEs do Facebook,  Dan Levy, participou de palestra no XIV Congresso Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas, que foi realizado no Rio de Janeiro. Segundo Levy, “o Facebook é uma extensão da vida das pessoas e um importante canal para conexão entre consultores e consumidores, que cria infinitas oportunidades para pequenos e médios empresários ampliarem suas relações e fazerem seus negócios crescerem”.

Atualmente, mais de 30 milhões de pequenas e médias empresas, o que inclui distribuidores de venda direta, estão presentes no Facebook com páginas próprias. Além disso, 70% das pessoas na rede social estão conectadas a empresas desse porte. “Um empreendedor com uma página no Facebook e um smartphone em mãos tem à disposição uma ferramenta com grande alcance e alto potencial para o desenvolvimento de seus negócios, com agilidade e efetividade”, afirma Levy.

A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, reafirmou a importância da rede social para ampliar as vendas diretas. “Por meio do Facebook, é possível segmentar as ações de marketing exatamente de acordo com as características e preferências de seus diferentes públicos-alvo. Os consultores já fazem isso há muito tempo, pelo contato pessoal com seus clientes, conhecendo-os profundamente e atendendo-os de maneira personalizada. O Facebook pode ajudar os pequenos empresários a escalonarem seus conhecimentos e suas experiências com vendas por relacionamento”, disse.​

Para Dan Levy, o Facebook abre importantes possibilidades para as marcas das empresas, “dando visibilidade e potencializando as conexões que já existem no mundo real para o ambiente virtual”. A rede social pode, portanto, ser mais um instrumento para estender relações e alavancar as vendas do setor.

Composto por empresas de diversas atividades, como cuidados pessoais, utensílios domésticos, suplementos nutricionais, serviços, entre outros, o setor de vendas diretas movimentou no ano passado cerca de US$ 180 bilhões em todo o mundo e mais de R$ 30,6 bilhões apenas no Brasil, crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. O país está entre os cinco maiores mercados de vendas diretas no mundo.

2019-12-20T14:05:46-03:00novembro 24th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |
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