Início/Adicionar código antes da tag </head>. venda direta

Natura celebra 50 anos e propõe um mundo mais bonito

No último dia 14 de fevereiro, a Natura reuniu jornalistas e influenciadores digitais na Casa Natura Musical, em São Paulo, para apresentar o novo posicionamento institucional da marca:

“O Mundo É Mais Bonito Com Você”.

O show de abertura contou com a participação das rappers Drik Barbosa, Tássia Reis, Souto e Nina.

Ao apresentar o movimento que marca o reposicionamento da Natura, Andrea Álvares, vice-presidente de marketing, inovação e sustentabilidade, comentou sobre o vídeo principal que havia sido lançado nacionalmente dois dias antes e sobre outros 6 minidocumentários que são derivados da primeira peça e serão divulgados ao longo do ano.

Durante a apresentação, Andrea comentou sobre o modelo de negócios escolhido pela Natura há muitos anos: a venda direta. Para ela, esta venda por relações é composta por uma rede interconectada e isto ultrapassa a relação comercial, influenciando positivamente na vida de milhares de pessoas.

A pergunta que norteou o reposicionamento da Natura neste ano foi: O que uma marca de beleza pode fazer pelo mundo?

Ações que a Natura já realiza e ajudam a mostrar o que uma marca de beleza pode fazer pelo mundo.

 

Contra testes em animais: criou tecnologias alternativas e foi a primeira empresa da América Latina a conseguir a certificação Cruelty Free International.

Ingredientes seguros: busca incessante por segurança e monitoramento mundial para substituir possíveis ingredientes controversos.

Carbono neutro: A empresa é carbono neutro desde 2007 e o consumidor está assegurado que toda a cadeia foi compensada.

Fórmulas naturais: a natureza sempre foi a inspiração e por isso cerca de 90% dos ingredientes usados pela empresa são naturais. A natureza é fonte de inspiração para a tecnologia.

Cuidado com a origem: a empresa assegura que tira da natureza aquilo que ela pode oferecer.

Embalagens ecológicas: a empresa trabalha para reduzir a quantidade de plásticos que produz. A tecnologia dos refis, por exemplo, é de 1983 e fez da Natura uma das pioneiras neste quesito nas marcas de cosmético do mundo.

A preocupação da empresa mostra-se com resultados. Atualmente já é possível retirar do meio ambiente o equivalente a cerca de 9 milhões de garrafas pet e 1 milhão de garrafas de vidro por ano.

A empresa tem causa: Amazônia viva; Mais beleza, menos lixo; Impacto social, educação e diversidade e não quer que este trabalho fique apenas na teoria. A Natura busca ver os resultados transformadores de suas ações e vem trabalhando para modificar a vida de milhares de pessoas.

Marcado pelo respeito à natureza e à diversidade, o evento da Natura mostrou que e empresa já atua na busca por um mundo melhor e mais bonito com a preservação do meio ambiente e a luta pelos direitos iguais.

Fonte: ABEVD

Mais uma oportunidade bate na porta: a Venda Direta no atual cenário político e econômico

* Por Fernanda Cabrini

Um novo ciclo se iniciou na política brasileira e, com ele, novas esperanças e oportunidades para a venda direta. Congressistas jovens e conectados, distribuídos em uma configuração fragmentada, menos partidária e mais temática. Esta é a realidade e impele o canal da venda direta a revisitar e atualizar a estratégia de participação na formulação de políticas públicas.

O recorde de 595 proposições apresentadas só na primeira semana de legislatura, se por um lado apresenta um desafio de zelar pela qualidade e efetividade dos projetos e não perder o foco necessário para discutir temas estruturantes de nossa realidade, por outro, revelam a oportunidade de a entidade apresentar o impacto socioeconômico e dar visibilidade para a ética e todo potencial propulsor do setor para o país, sobretudo frente aos altos índices de desemprego.

Reformas estruturais, começando pela Previdência, começam a se delinear e o setor já se mobiliza para assegurar sua participação no processo, reforçando os pilares fundamentais do canal – formalidade, ética e inovação – e assegurando a independência e flexibilidade dos empreendedores da venda direta, características valorizadas e reconhecidas por eles.

Na perspectiva tributária, a entidade continuará trabalhando em prol da equidade, para evitar os atuais desequilíbrios quando comparamos a venda direta a outros canais e assegurar que, as empresas do canal continuem assumindo as obrigações fiscais dos empreendedores da venda direta perante o Fisco, mediante a prática da substituição tributária.

Ainda está em jogo a capacidade do Governo Federal se sustentar e conseguir as aprovações de reformas estruturais, assim como dar vazão aos 35 itens da pauta prioritária. Os 100 primeiros dias de Governo serão decisivos para consolidar o cenário, mas, com a definição das comissões no Legislativo, as táticas de negociação ficam mais claras para todos os atores.

Enquanto canal de venda direta, nos cabe evidenciar para os mais diversos stakeholders, o robusto impacto socioeconômico que a atividade traz para mais de 4,1 milhões de pessoas no Brasil, assim como continuar zelando por níveis de conduta ética para que as relações entre empresas associadas, empreendedores diretos e consumidores sigam baseadas na confiança e na integridade.

Desta forma, a ABEVD deve se fazer presente nas importantes discussões que definirão os rumos do país e continuar apoiando o setor não só na defesa de interesses do canal, mas também na promoção de mudanças estruturais que garantam a segurança jurídica necessária para o setor seguir em uma crescente.

* Fernanda Cabrini é gerente de relações governamentais da Avon é Coordenadora do Comitê de Assuntos Institucionais da ABEVD 

2019-12-20T14:33:44-03:00fevereiro 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Como impactar e conectar pessoas fortalece as vendas direta

*Por Angélica Kanashiro, Vice-Presidente de Relacionamento da Tupperware Brands Brasil

 Todos nós sabemos que, ao longo da vida, conhecemos inúmeras pessoas e, muitas vezes, criamos laços duradouros que nos impactam diretamente. O processo de cultivar relacionamentos é uma fonte poderosa para se obter sucesso tanto no âmbito pessoal, quanto no profissional, afinal, nos ajuda a olhar as situações a partir de diferentes perspectivas e nos abre portas para novos contatos e possibilidades.

Talvez, para algumas pessoas, o termo networking possa parecer algo exclusivo do mundo corporativo, mas, na verdade, fazemos isso todos os dias nos mais variados lugares que frequentamos, seja na escola dos filhos, na fila do supermercado, em eventos familiares e até mesmo no salão de beleza. Paralelamente, vale citar as redes sociais e os grupos em que lá estamos inseridos.

Levando todas essas oportunidades de contatos em consideração, encontramos as portas abertas que nos possibilitam a criação da nossa base de potenciais clientes para a venda direta. A partir daí, devemos então investir na nossa imagem e em nosso conhecimento sobre os produtos, pois estes são os fatores fundamentais para o encantamento de clientes.

A primeira impressão é de grande valia! Para reforçar a sua imagem, é indispensável que, ao criar conexões, você seja confiante, a ponto de estender a mão ao outro e se apresentar. Confirmamos essa questão na pesquisa realizada pela Tupperware, em parceria com a Universidade de Georgetown (USA), em que comprovamos que as vendedoras autônomas mais confiantes vendem 22% a mais do que as outras e são 24% mais propícias a superar desafios encontrados no trabalho. Com o laço estabelecido, demonstrar produtos, fechar vendas e atrair novos Consultores para a sua equipe são consequências que surgem mais facilmente e se tornam práticas diárias.  A postura e o brilho nos olhos fazem toda a diferença para aumentar a sua credibilidade.

Certamente, encantar o cliente em um primeiro contato é muito importante, porém, tão importante quanto o encantamento é a fidelização para que assim obtenha sucesso como na carreira de empreendedor. Isso só é possível quando se tem empatia, permitindo então identificar as preferências e necessidades de cada cliente. Além de aprofundar seu vínculo pessoal, permitirá que você ofereça um excelente atendimento e experiências de valor, trazendo soluções para o dia a dia de cada um por meio dos produtos.

Na Tupperware, oferecemos constantemente treinamentos à Força de Vendas com o objetivo de levar o máximo de conhecimento necessário para que se sintam preparados a sugerir produtos e demonstrá-los de forma a agregar valor e gerar vendas. Além disso, treinamentos focados em gestão de negócios e nos crescimentos pessoal e profissional são oferecidos para lhe proporcionarem confiança para alçar novos voos e alcançar o sucesso de maneira constante, sendo que a base está sempre nos relacionamentos construídos e nutridos ao longo do tempo.

Fonte: Tupperware

2019-12-20T15:05:35-03:00janeiro 28th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Após queda, setor de venda direta espera fechar o ano com alta de até 3%

Marcas investem nos representantes de venda; expectativa é que consumidor volte a comprar

Após registrar queda no faturamento de 2016 e 2017, o setor de venda direta espera ter um aumento entre 2% e 3%, segundo dados da Abved (Associação Brasileira de Vendas Direta).

Em 2015, o setor movimentou como um todo R$ 46,3 bilhões. Nos anos seguintes, esse valo

Consultor da Hinode recebe passagens para um cruzeiro como prêmio por bater as metas de venda – Divulgação

r caiu para R$ R$ 45,8 bilhões (2016) e R$ 45,2 bilhões (2017). A Abved vê como estabilidade, devido à alta registrada em 2013 e 2014, e os valores estariam retornando aqueles vistos antes da crise.

“Assim como os demais setores da economia, a ABEVD acredita que o ano de 2019 será positivo para as vendas diretas. A tendência é de crescimento tanto em 2018 quanto em 2019, com o aumento da renda e da confiança do consumidor” explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Nos últimos anos, o total de revendedores também ficou estabilizado. Ao contrário do que se pode imaginar, o forte aumento do desemprego nem sempre faz com que mais pessoas buscassem a venda direta.

Fonte: Folha de S. Paulo

Para ler a matéria completa, clique AQUI.

2019-12-20T14:47:23-03:00janeiro 3rd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Autoconfiança, conhecimento e bom relacionamento: três fatores-chave para o sucesso na venda direta

* Por Rodrigo Senday

Muito se fala no meio empresarial sobre a importância de se ter coragem, curiosidade, iniciativa para seguir uma carreira promissora. Na venda direta não é diferente e três fatores são fundamentais para o sucesso.

O primeiro é a autoconfiança. Acreditar em si e em projetos que convirjam com seus anseios profissionais auxilia, não só no aumento das vendas, como a alcançar metas definidas para o negócio e realizar sonhos da vida pessoal. Comprovamos em pesquisa realizada pela Tupperware, em parceria com a Universidade Georgetown (USA), que as vendedoras autônomas que se sentem confiantes vendem 22% a mais do que as outras e são 24% mais propícias a superar desafios encontrados no trabalho.

Como segundo ponto, enfatizo sempre que tanto os vendedores diretos que estão iniciando quanto os mais experientes, precisam estar motivados e em constante busca de novos conhecimentos e treinamentos, ainda mais que a venda direta não exige formação específica ou mesmo não necessita de grandes investimentos. Com isso, uma vez que esse profissional adquire novos aprendizados, ele ganha repertório, aperfeiçoamento de técnicas e, claro, aumenta seus ganhos mensais.

Líderes e mentores de excelência que te inspiram a atrair novas pessoas ao negócio e a reter equipe, motivando-os a chegarem onde quiserem é valiosíssimo neste processo. Na Tupperware, por exemplo, o apoio começa já no papel da Líder direta, passando pela Empresária e Distribuidora, que se empenham em levar informação, conhecimento e inspiração para os Consultores, movendo assim, toda a cadeia da empresa.

Para completar essa tríade, pontuo o relacionamento interpessoal como fator essencial para o crescimento das vendas. Redes de contatos sempre atualizadas facilitam negócios e quando ampliadas geram novas oportunidades. Por isso, o relacionamento é uma etapa fundamental para a geração de vendas. É preciso cultivar o vínculo e entender exatamente o que o outro precisa para manter a fidelidade do seu público.

É exatamente esse o propósito de negócio da Tupperware, que além de incentivos, promove o desenvolvimento profissional da equipe da Força de Vendas composta por pessoas que tendo ou não especialização para o mercado de trabalho, abraçam essa oportunidade, desenvolvem seu lado empreendedor e atingem o sucesso.

A venda direta, ao gerar uma aproximação entre os produtos e o consumidor, via Consultor, humaniza todo processo e garante vantagens como atendimento personalizado o que torna o sistema sempre atual, em crescimento e atrai novos interessados a empreender ano após ano.

* Rodrigo Senday é vice-presidente de vendas da Tupperware Brands Brasil

2019-12-20T14:37:16-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Diretora executiva da ABEVD fala sobre os novos desafios das vendas diretas

Em entrevista, Roberta Kuruzu, ressalta mudanças no setor e reforça a importância do empreendedorismo dentro do modelo de negócio

Por ser uma alternativa aos momentos de crise, as vendas diretas, cada vez mais, têm atraído empreendedores que procuram por novas oportunidades de negócios. Por isso, o setor tem se reinventado para suprir as demandas de mercado e continuar crescendo.

Um novo cenário vem sendo estruturado com novas perspectivas e desafios para as vendas diretas. Pensando nisso, entrevistamos a diretora executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, Roberta Kuruzu, para falar sobre a representatividade e os caminhos para o setor em 2017. Confira:

Depois de um ano de crise, quais são as perspectivas para o mercado de vendas diretas neste ano?

O setor de vendas diretas tem um potencial de crescimento para a base de empreendedores. É um setor que oferece uma real oportunidade de empreender com baixo risco e baixo investimento. Dado ao grande número de pessoas que estão fora do mercado de trabalho, as empresas de vendas diretas terão a oportunidade de dirigir suas estratégias para atrair novos empreendedores.

Quais foram as principais mudanças no setor ao longo do último ano?

Observamos que novas categorias de produtos estão implementando a distribuição de produtos pelo canal de vendas diretas e acompanhando a tendência da multicanalidade para atendimento de seus consumidores.

O setor de vendas diretas se destaca dos demais pela capacidade de superar adversidades socioeconômicas e proporcionar oportunidades para os profissionais. As empresas e os empreendedores devem esperar melhorias no mercado?

As empresas de vendas diretas tem se dedicado a oferecer cada vez mais oportunidades para os empreendedores, tanto na forma de treinamento sobre produtos e gestão de negócios, como oferecendo inovação e novas tecnologias para facilitar o dia-a-dia dos profissionais independentes.

Com os empreendedores mais capacitados e com ferramentas tecnológicas que facilitam a gestão de seus negócios, a tendência é a de melhoria nas vendas e qualidade nas relações com os clientes finais.

Como a ABEVD vê o surgimento de novos modelos de negócios de venda direta? De que maneira isso melhora a representatividade do setor?

Assim como a venda direta evoluiu do modelo door-to-door para a venda por relacionamento e vendas em rede, entendemos que outras inovações, principalmente tecnológicas têm contribuído para o crescimento do canal globalmente. As pessoas jamais deixarão de se relacionar e confiar na indicação ou recomendação de uma outra pessoa, seja em uma relação pessoal ou virtual.

2019-12-20T11:04:44-03:00março 14th, 2017|Categories: ABEVD News|Tags: , , , , |

Nove dicas para identificar uma pirâmide financeira

Veja como identificar ilegalidades e fuja das armadilhas que existem no mercado

Não caia no golpe! As famosas pirâmides financeiras são operações que se sustentam através do estelionato contra o cidadão e pela fraude contra o sistema financeiro em níveis setoriais.
A prática, muito comum nos anos 1990, voltou a crescer no Brasil devido à crise financeira. Pensando nisso, separamos algumas dicas para que você não caia no golpe e possa identificar uma companhia que está adotando pirâmide financeira. Confira:

1 – Atuação com um forte esquema de autopromoção de líderes
Normalmente são pessoas escolhidas estrategicamente para iniciar e propagar o golpe (são os únicos que de fato ganham dinheiro nas negociações).

2 – Promessa de recompensas grandiosas durante o recrutamento
Desconfie dos negócios que oferecem recompensas grandiosas como contrapartida para você entrar na equipe e para o desenvolvimento de novas redes.

3 – Rentabilidade absurdamente encantadora
É impossível que um negócio regulamentado consiga, em tão pouco tempo, resultado extraordinariamente acima da média praticada no mercado.

4 – Remuneração da empresa baseada na entrada de novas pessoas para o negócio
A sua remuneração deve estar relacionada à venda de produtos e serviços. Se você estiver em um negócio em que o pagamento é diretamente proporcional ao número de novas pessoas que você traz para a empresa, cuidado, você pode estar em uma pirâmide financeira.

5 – Atividades parcialmente ou totalmente ilícitas
Antes de atuar em qualquer empresa, verifique se as operações empresariais estão registradas no Município, Estado ou União. Pesquise também se existem denúncias ou relatos sobre atividades irregulares relacionadas a companhia.

6 – Ausência da emissão de nota fiscal na compra ou venda de produtos/serviços
Toda empresa precisa prestar contas sobre a origem de seus produtos e serviços, sem isso, o negócio fica desvinculado de obrigações legais e, você, desprotegido diante de situações adversas.

7 – Utilização de plataformas de pagamento não constituídas legalmente no Brasil
Certifique-se que a empresa segue plataformas legais para pagamento e registro de operações.

8 – Contratos falhos ou leoninos
Fuja de cláusulas contratuais abusivas, em que existem itens inseridos unilateralmente num contrato que lesa os direitos da outra parte, aproveitando-se normalmente de uma situação desigual entre contratado e contratante.

9 – Motivação acima da razão
Acima de qualquer outro fator, desconfie de organizações que não possuem uma razão bem definida. Dentro de um negócio, a motivação é importante, mas não pode ser maior que a missão e razão social da empresa.

Fonte: Estadão

2019-12-20T14:52:33-03:00janeiro 26th, 2017|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Novos caminhos para a venda direta

Durante evento realizado em Brasília, especialistas discutiram a importância do setor para a vida das pessoas e para a economia nacional

Diante de uma plateia com mais de 120 pessoas, o jornal Correio Braziliense e a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveram, no último dia 22,  o evento “Debate Empreendedorismo: A força da venda direta no Brasil”, em Brasília.

abevd

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ministro Ives Gandra, fez a abertura do evento, seguido da presidente da ABEVD, Ana Costa, destacando o impacto positivo que o setor tem promovido nas vidas de milhões de pessoas.

No decorrer de três painéis, David Legher (Avon), André Spínola (Sebrae), o ministro do TST, Guilherme Augusto Caputo, o deputado federal, Luiz Carlos Hauly, o diretor do Departamento de Fiscalização do Trabalho, do Ministério do Trabalho, João Paulo Ferreira Machado, Odmar Almeida Filho (Amway) e a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes, abordaram os impactos socioeconômicos, as legislações trabalhista e tributária e os impactos no setor, além da venda direta como oportunidade para as pessoas.

Uma das convidadas para o debate, Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD, ressaltou a força das vendas diretas e do poder que essas atividades têm de promover melhorias na vida das pessoas e na sociedade. “Com um contingente de 4,6 milhões de profissionais atuantes no setor e somando R$ 41,6 bilhões em volumes de negócios no ano de 2015, o segmento de vendas diretas é uma alternativa de renda rápida e democrática para todos”, destacou.

Fonte: Fecomércio e Correio Braziliense

2019-12-20T11:05:18-03:00dezembro 2nd, 2016|Categories: ABEVD News|Tags: , , , , , , , |

Correio debate estratégias para garantir o empreendedorismo

Evento está marcado para 22 de novembro. Participe!

Em tempos em que a redução de gastos é um dos discursos mais utilizados pelo governo federal para a saída da crise, as discussões sobra a importância de simplificar o empreendedorismo como força motriz para a retomada da atividade ganham mais peso. Uma parceria da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) e do Correio Braziliense trará o tema à tona. No próximo dia 22, promoverão o evento Empreendedorismo: A força da venda direta no Brasil, com debates sobre reforma trabalhista, simplificação tributária, segurança jurídica do segmento como forma de fomentar empregos, consumo e, consequentemente, alavancar a economia.

O encontro ocorrerá no auditório do Correio para mais de 120 convidados, a partir das 9h, com inscrições gratuitas. Participarão do evento a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, o diretor-presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), Antônio Correia de Almeida, além do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos, do TST, e representantes do segmento de vendas direta.

Com enorme potencial para criação de oportunidades, o setor foi responsável por absorver 200 mil pessoas somente em 2015, trabalhadores que, não fosse pelas vendas diretas, estariam na fileira de desempregados que a crise gerou. Esse número de geração de oportunidades, entretanto, poderá ser bem maior, caso o governo federal, legisladores e o próprio Judiciário atuaem em conjunto pela aprovação e conscientização da população para a importância da aprovação das reformas estruturais no país, avalia a diretora executiva da ABEVD, Roberta Kuruzu.

“É algo que o mundo inteiro está discutindo. De fato, as sociedades são complexas e não necessariamente as relações de trabalho têm que ser de emprego. É preciso reconhecer, sim, que as pessoas tenham direito de empreender”, sustenta. Em um país como os Estados Unidos, onde as legislações trabalhistas são mais flexíveis, há quase 10 milhões de pessoas trabalhando com venda direta. No Brasil, são 4,6 milhões de empreendedores. Essa diferença desmente, na opinião dela, uma falsa ideia de que o modelo do setor é ótimo para países pobres. “Apenas Brasil e China figuram entre os seis maiores líderes mundiais”, afirma.

A ABEVD defende que o setor precisa de uma legislação trabalhista segura que não fragilize as relações de trabalho e fomente o empreendedorismo. Por isso, defende a eliminação do vínculo trabalhista na relação entre empresas e revendedoras e distribuidores. “O setor assegura uma forma de complementação de renda de maneira até complementar e flexível para algumas pessoas, que não podem correr o risco de ter o trabalho extinto pela instabilidade das relações trabalhistas”, avalia Roberta. Dessa forma, uma reforma trabalhista pode contribuir para que mais jovens e idosos possam obter, na venda direta, uma fonte de renda. Em um cenário de crise, principalmente, ela entende que isso seria essencial para a criação de mais oportunidades de trabalho.

Correio Debate

Empreendedorismo: A Força da Venda Direta no Brasil

Painéis
1. Os impactos socioeconômicos da venda direta e suas histórias de valor, com David Legher, presidente da Avon Brasil

2. As legislações trabalhista e tributária e os impactos no setor, com Antonio Correia de Almeida, secretário executivo do Ministério do Trabalho, deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR) e Guilherme Augusto Caputo Bastos, ministro do Tribunal Superior do Trabalho

3. Venda direta: uma oportunidade para todos, com Ana Fontes, Rede Mulher Empreendedora

Data: 22/11/2016
Local: Auditório do Correio Brasiliense
Inscrições: gratuitas, no correiobraziliense.com.br/correiodebate, até 21/11/2016

Fonte: Correio Braziliense

2019-12-20T12:41:30-03:00novembro 16th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

6 dicas para liderança de equipes

Confira as qualidades essenciais para quem deseja ser líder

Quem trabalha com vendas diretas sabe que toda grande rede de pessoas precisa de um líder que saiba aproveitar o que cada um possui de melhor. Nessa função, não são apenas as habilidades com o cliente que contam. Ter a confiança das pessoas é fundamental para atingir os resultados e lucrar.

Porém, aquela ideia de “chefe” que tenta tudo na base da intimidação e pressão ficou no século 20. Agora, é preciso ter qualidades totalmente opostas para ser digno de liderar uma equipe. Visão de negócios, paixão e integridade são as mais citadas, mas não são as únicas características que garantem o sucesso na empreitada.

Confira mais seis qualidades que são necessárias para ser um bom líder de equipes:

Empatia
A habilidade de entender e compartilhar dos sentimentos de outras pessoas é o que chamamos de empatia. Essa é uma característica extremamente importante em qualquer ambiente e ajuda a gerir conflitos e relacionamentos. Além disso, ter empatia auxilia a entender melhor as necessidades dos clientes e ganhar a confiança das pessoas.

Otimismo
Muitos acreditam que otimismo é simplesmente se manter esperançoso, mas, na verdade, é uma qualidade que também indica confiança no sucesso, o que inclui o sucesso de outras pessoas. Óbvio que o otimismo exagerado não é bom, mas líderes otimistas inspiram e motivam as pessoas.

Altruísmo
Altruísmo significa que você se importa com o bem-estar dos outros. Nos negócios, isso significa que as pessoas a sua volta fazem melhor, se sentem melhor e produzem melhor. Isso é uma qualidade incrível para lideranças e que, geralmente, não é associada com poder e força. Mas é.

Eloquência
A habilidade de falar e escrever de forma persuasiva ganhou importância com a chegada da era comunicação digital. Pessoas esperam que seus líderes se comuniquem e querem ficar fascinadas com o discurso. Por isso, uma fala ou um texto eloquente pode dissipar medos, resolver dissidências ou inspirar pessoas a atingir novos níveis.

Discernimento
Saber fazer um julgamento certo, seja entre pessoas, situações ou decisões de negócios, é uma habilidade fundamental para um líder. Saber tomar o tempo certo para entender um problema e pensar em diversas soluções até encontrar a melhor. Ações de um verdadeiro líder que sabe o que está fazendo.

Modéstia
Ninguém aguenta ouvir o quanto outra pessoa é sensacional o tempo todo. Especialmente quando vem da própria. Deixe que a sua atitude fale por você. Confiança é algo bom, mas precisa vir junto com a modéstia. Dessa forma, ela irá contar ao seu favor, e não contra.

2019-12-20T14:52:38-03:00novembro 11th, 2016|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |
Ir ao Topo