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ABEVD mantém certificação Gold Status da WFDSA em 2019

ABEVD mantém certificação Gold Status da WFDSA em 2019

Condecoração mundial premia boas práticas da associação

 A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) obteve, em 2019, a certificação Gold Status conferida pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) às associações de vendas diretas ao redor do mundo.

Representada pela presidente executiva, Adriana Colloca, a ABEVD recebeu a condecoração no Encontro de Secretários da federação mundial, realizado na cidade de Milão, na Itália, na semana passada.

Sexto colocado no ranking de venda direta no mundo, o Brasil segue como um dos principais mercados do setor e as boas práticas desenvolvidas pela ABEVD fizeram com que a associação mantivesse o status conquistado em anos anteriores.

Gold Status – A WFDSA desenvolveu padrões organizacionais de desempenho e boas práticas para equiparar as características de governança e atendimento das associações de venda direta pelo mundo afora. Desta forma, a federação mundial busca fortalecer as entidades ao redor do mundo na busca pela excelência no trabalho desenvolvido e promoção da imagem da venda direta em todas as partes.

Entre os critérios analisados estão: padrões éticos, de independência e imparcialidade em relação ao seu quadro de associados e ao mercado, como por exemplo: exigir padrões éticos de seus associados, porta-voz independente, gestão executiva integralmente dedicada ao trabalho da associação, presença nas mídias sociais, contato direto com órgãos governamentais e imprensa, além de auditoria em sua conta bancária, entre outros.

“Esta certificação muito nos orgulha:  à ABEVD e a todo o setor de vendas diretas no Brasil. Ela ratifica que realizamos boas práticas, operamos de forma transparente e profissional à frente da associação. Com isso, podemos seguir cada vez melhores em busca de nossos objetivos,” ressalta Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

O setor de vendas diretas tem mais de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil e para assegurar que as empresas, revendedores e consumidores estejam sempre em harmonia, a ABEVD exige que seus associados sigam o Código de Ética com critérios rígidos a fim de manter a consonância do mercado.

Fonte: Lvba

2019-12-20T14:26:54-03:00junho 4th, 2019|Categories: ABEVD News|Tags: , , , , |

ABEVD mantém certificação Gold Status da WFDSA em 2019

Condecoração mundial premia boas práticas da associação

 

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) obteve, em 2019, a certificação Gold Status conferida pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) às associações de vendas diretas ao redor do mundo.

Representada pela presidente executiva, Adriana Colloca, a ABEVD recebeu a condecoração no Encontro de Secretários da federação mundial, realizado na cidade de Milão, na Itália, na semana passada.

Sexto colocado no ranking de venda direta no mundo, o Brasil segue como um dos principais mercados do setor e as boas práticas desenvolvidas pela ABEVD fizeram com que a associação mantivesse o status conquistado em anos anteriores.

Gold Status – A WFDSA desenvolveu padrões organizacionais de desempenho e boas práticas para equiparar as características de governança e atendimento das associações de venda direta pelo mundo afora. Desta forma, a federação mundial busca fortalecer as entidades ao redor do mundo na busca pela excelência no trabalho desenvolvido e promoção da imagem da venda direta em todas as partes.

Entre os critérios analisados estão: padrões éticos, de independência e imparcialidade em relação ao seu quadro de associados e ao mercado, como por exemplo: exigir padrões éticos de seus associados, porta-voz independente, gestão executiva integralmente dedicada ao trabalho da associação, presença nas mídias sociais, contato direto com órgãos governamentais e imprensa, além de auditoria em sua conta bancária, entre outros.

“Esta certificação muito nos orgulha:  à ABEVD e a todo o setor de vendas diretas no Brasil. Ela ratifica que realizamos boas práticas, operamos de forma transparente e profissional à frente da associação. Com isso, podemos seguir cada vez melhores em busca de nossos objetivos,” ressalta Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

O setor de vendas diretas tem mais de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil e para assegurar que as empresas, revendedores e consumidores estejam sempre em harmonia, a ABEVD exige que seus associados sigam o Código de Ética com critérios rígidos a fim de manter a consonância do mercado.

Fonte: Lvba

2019-12-20T14:28:27-03:00junho 4th, 2019|Categories: ABEVD News|Tags: , , , , |

Vendas diretas: setor mostra força em Congresso em São Paulo

A 2ª edição do Congresso Nacional de Vendas Diretas, realizada no último dia 7 de maio, foi um verdadeiro sucesso. Mais de 400 pessoas se reuniram no Villa Blue Tree, em São Paulo, para debater tendências, conhecer experiências e adquirir conhecimentos sobre este fascinante setor.

Convidada para proferir a palavra da autoridade, a deputada federal Soraya Santos (PR-RJ), 1ª secretária da Câmara dos Deputados e ex-líder da bancada feminina, ressaltou a força empreendedora do setor e falou sobre como mulheres inspiradoras encontram nas vendas diretas a autoestima necessária para enfrentar as dificuldades do dia a dia. Segundo a deputada, as vendas diretas podem ser uma excelente ferramenta para ajudar o Brasil a encarar a crise econômica.

Palestrante internacional – Pela primeira vez, a ABEVD trouxe um palestrante internacional para os eventos do nosso setor. Direto dos EUA, o co-presidente e Chief Health and Nutrition Officer da Herbalife Nutrition, John Agwunobi, impactou o público com sua palestra “Reflexão de uma gestão de Sucesso nas Vendas Diretas”.

O executivo apresentou os números que fazem da Herbalife Nutrition a marca número 1 no mundo em shakes substitutos de refeição e proteína e a 3ª maior empresa de venda direta no mundo. Com vendas líquidas de US$ 4,9 bilhões em 2018, explicou durante sua palestra o sucesso do negócio que tem como drive o foco em incentivar o estilo de vida saudável e ativo e proporcionar uma experiência positiva para seus consumidores e consultores independentes.

Durante sua fala, Agwunobi explicou a estratégia de segmentação que a empresa está lançando no Brasil e das mudanças estruturais na dinâmica do negócio. Nessa segmentação, eles fazem uma distinção entre os cadastrados que tem o perfil de clientes e consultores independentes.

“Na Herbalife Nutrition, temos muitas pessoas que se cadastram como consultores, mas, na verdade, são clientes fidelizados que querem adquirir produtos com desconto. A estratégia de segmentação vai além da forma de cadastro e está proporcionando uma experiência e dinâmica distintas para ambos os públicos com comunicações de marca personalizadas e customizadas”, afirma. No mundo, a empresa está presente em 94 países e o Brasil será o terceiro a implementar a segmentação.

De acordo com o executivo, as perspectivas são muito positivas. Na segmentação, a relação dos consultores e clientes será preservada, mesmo que o cliente possa comprar os produtos diretamente da empresa. “Temos mais de 4,4 milhões de consultores independentes no mundo e eles são o nosso diferencial. Eles seguirão acompanhando e motivando os clientes a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo e dando suporte para que façam boas escolhas nutricionais ao oferecerem produtos de nutrição e suplementação de qualidade”, completa.

Ao citar o mercado nacional, Agwunobi comentou que o “Brasil é a joia da coroa” da Herbalife Nutrition e que a empresa “tem muito orgulho de atender a população brasileira”. Em relação ao portfólio, o executivo apresentou diversos produtos de nutrição inovadores que a empresa tem no mundo e ainda reforçou que a estratégia é aumentar cada vez mais o valor agregado para os consumidores. Seja oferecendo sabores customizados para cada país que está presente, dando também maior praticidade no consumo e preparo e, para atrair novos consumidores, estão ampliando momentos de consumo, com lançamentos em novas categorias e com foco também em nutrição esportiva.

Para finalizar, Agwunobi citou que a empresa tem normas e padrões de conduta ética mais rígidos do que os códigos de ética das associações de vendas diretas no mundo. Para exemplificar, listou diversas práticas e indicadores que demonstram o porquê da empresa estar presente há 39 anos no mundo e ser líder em diversas categorias de produtos que disponibiliza no mercado.

Fonte: ABEVD

Líderes apontam caminhos para a venda direta no Brasil

Reunidos no painel “Estratégias dos Líderes das Empresas de Vendas Diretas” mediado pela presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, o presidente da Avon Brasil, José Vicente Marino, o vice-presidente de venda direta da Natura, Erasmo Toledo e o presidente da Mary Kay Brasil, Alvaro Polanco, apresentaram ideias e perspectivas para o setor no país.

Questionado sobre o atual cenário econômico nacional, José Vicente cravou: “A venda direta vai crescer quando a economia voltar a crescer”. Ou seja, apesar de termos controlado os índices de inflação, ainda há outro dado macroeconômico que impacta diretamente no setor: a renda disponível para consumo. Segundo ele, as vendas esse ano devem continuar estáveis e próximas ao crescimento do PIB.

Com os índices de desemprego em alta, o setor de vendas diretas encara um cenário paradoxo: há mais chances das pessoas buscarem a atividade como alternativa de renda, mas por outro lado, com o baixo potencial de consumo, fica mais difícil realizar as vendas.

“A força das relações vem muito do estilo do brasileiro”, falou Erasmo Toledo, ao explicar um dos motivos que fazem a venda direta ser valorizada no Brasil. Para o executivo, o segredo está na proximidade que as vendas por relações proporcionam. Além disso há as oportunidades geradas pelo setor – principalmente para as mulheres – e a classe empresária do país que é competente.

Alvaro Polanco comentou sobre os desafios enfrentados pelo setor. Para ele, que sempre teve a impressão de que o “Brasil é o país da venda direta por seu potencial”, a queda no consumo pode ser vista como a maior barreira atualmente.

Para encarar esta situação, Alvaro comentou que a empresa trabalha pela valorização da mulher, mostrando o potencial de cada empreendedora para, assim, fortalecer o negócio e ajudar o país a voltar a crescer.

Ao analisar o atual mercado brasileiro de venda direta e o seu crescimento, José Vicente Marino, falou que muitas empresas entraram no setor nos últimos anos e com isso “o mercado hoje é muito mais competitivo do que foi no passado”. Demanda mais sabedoria dos players atuais.

Em plena evolução, segundo José Vicente, a venda direta atual é impactada pela tecnologia que serve como aliada e pela hiperconectividade que vem transformando as relações de venda no setor.

A mudança provocada pela tecnologia e vivenciada pelas vendas diretas pode ser vista por meio das conexões no mundo virtual. Segundo Erasmo Toledo, as vendas diretas podem ser consideradas redes sociais que quando se digitalizam potencializam e reforçam a rede.

“Reunir líderes como José Vicente, Erasmo e Alvaro no mesmo palco foi uma grande alegria. Com eles, que são profissionais super experientes na área, foi possível ver a visão de algumas das maiores empresas para o futuro, como a digitalização está sendo implementada, além é claro de conversar sobre a paixão que move o setor de vendas diretas. Além do conhecimento, os três são acessíveis e práticos. Acredito que assim como eu, todos saíram do painel com belos exemplos de liderança para a vida”, reflete Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:28:53-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Desafios tributários e entraves para as vendas diretas

Tema em alta no cenário econômico brasileiro, a reforma tributária foi tema da palestra comandada pelo economista Bernard Appy. Ao apresentar a sua proposta – já encaminhada ao Congresso Nacional – o especialista explicou como seria o IBS – Imposto sobre Bens e Serviços.

Bernard Appy se uniu ao diretor jurídico e de relações governamentais da Mary Kay Brasil, Eduardo Vilhena e ao diretor jurídico da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Hélcio Honda, para debater sobre a reforma tributária e como ela pode impactar o setor de vendas diretas no Brasil.

Eduardo iniciou sua fala lembrando que o setor tem uma alta taxa de tributação e fez uma breve explicação sobre o ICMS-ST, sistema de arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por substituição tributária. Para explicar: as empresas de vendas diretas pagam quando vendem para os empreendedores independentes o ICMS que eles deveriam recolher no momento da venda do produto.

Para calcular o ICMS-ST é preciso negociar com cada um dos estados da federação e com o Distrito Federal a MVA (Margem de Valor Agregado), ou seja, a margem de lucro que o empreendedor deveria ter.

A pergunta é: como ficaria o ICMS-ST para venda direta com a Reforma Tributária? Há duas possibilidades: os empreendedores independentes podem ser considerados pequenos empreendimentos e a tributação seria paga na venda do distribuidor para o empreendedor ou caso seja mantida a regra de substituição tributária haveria apenas uma norma para o Brasil inteiro com uma única alíquota.

Já Dr. Honda comentou sobre a perspectiva positiva que há no Congresso Nacional e as chances de aprovação da reforma tributária, após a tramitação da Previdência.

No entanto, o especialista apontou que antes da reforma propriamente dita é possível fazer mais na questão dos tributos no Brasil. Ele defendeu a simplificação de regras e comentou que a questão da MVA nunca expressa a margem real, penalizando as empresas e empreendedores e sendo um fator de inibição do crescimento do setor.

Honda falou da incompreensão das autoridades sobre o tema e lembrou que antes da reforma macro é preciso resolver assuntos mais simples.

Fonte: ABEVD

Expo ABEVD reúne executivos, empreendedores e fornecedores de Vendas Diretas

Simultaneamente ao Congresso Nacional de Vendas Diretas, a ABEVD realizou, pela primeira vez, uma feira do setor. A Expo ABEVD reuniu executivos, empreendedores e fornecedores das vendas diretas e se mostrou uma grande oportunidade para troca de informações e realização de novos negócios.

Entre os expositores estavam grandes empresas de vendas diretas e de fornecedores que apresentaram e divulgaram projetos, produtos, novidades e tendências para o setor. A Expo ABEVD foi aberta ao público em geral e recebeu ainda outros interessados em conhecer mais sobre o mercado, identificar players e oportunidades.

Fonte: ABEVD

Flexibilidade de horários é maior desejo de profissionais

Pesquisa realizada pela Hays, líder mundial em recrutamento, com mais de 2.600 pessoas mostrou que os benefícios mais valorizados pelos profissionais são a flexibilidade de horários e o home office.

Estes benefícios são cada vez mais procurados pela nova geração dos millenialls, jovens com pouco mais de 30 anos, que buscam o tão sonhado equilíbrio entre a carreira profissional e a vida pessoal.

72% dos entrevistados buscam alternativas de flexibilidade de horário, rompendo com a tendência do século 20, que pregava uma jornada fixa. Já 53% das pessoas desejam fazer o trabalho home office ou à distância.

A entrevista foi realizada com profissionais de mais de 400 empresas de todos os portes e dos principais ramos de atividade da economia brasileira.

Vendas diretas e a flexibilidade de horários – Empreendedor por natureza, o setor de vendas diretas se destaca por oferecer aos interessados a flexibilidade de horários tão desejada pelos profissionais.

Responsáveis pela gestão da própria carreira, os empreendedores independentes não têm chefes e escolhem qual a carga horária semanal que vão realizar – de acordo com os resultados que esperam alcançar. Vale lembrar que a remuneração é de acordo com o esforço empreendido.

Além de definir as próprias metas, os empreendedores independentes contam com o desenvolvimento pessoal proporcionado pelos treinamentos e dicas compartilhados pelas empresas do setor.

Com baixo valor de entrada, o setor é democrático e inclusivo, pois qualquer pessoa com mais de 18 anos pode aderir às vendas diretas. Basta ter vontade de empreender e gosto por vender.

Mais que um vendedor – Ao empreender em vendas diretas, a pessoa precisa ter em mente que não vende apenas um produto ou um serviço.

O profissional transforma a venda em uma experiência e passa a prestar uma espécie de consultoria ao cliente, indicando o que é mais apropriado para cada tipo de pessoa.

Fonte: ABEVD

Startup busca ampliar atuação de empresas no setor de vendas diretas

Desafiador e instigante, o setor de vendas diretas requer que as empresas interessadas busquem conhecimento antes de aderirem a este canal. Como montar um plano de negócios em vendas diretas? Quais são os principais desafios para as empresas que buscam entrar neste canal? Estas são perguntas que surgem logo no início da operação de uma entrante do setor.

As companhias que buscam oferecer seus produtos e serviços via vendas diretas devem procurar no mercado empresas com experiência para prestar mais do que uma consultoria.

Esta é a proposta da Onawa. A startup desenvolve ferramentas técnicas sob medida para cada cliente com o objetivo de potencializar os negócios por meio dos canais de vendas por relacionamentos.

Um dos objetivos da startup é favorecer a entrada de novas empresas no setor para expandir as categorias de produtos oferecidos aos consumidores finais.

Para isso, a empresa vai além do planejamento. Com foco na força de vendas, há um trabalho de marketing para os embaixadores, que visa divulgar novos produtos, promoções e campanhas.

Este trabalho é todo desenvolvido via aplicativos, assim, a tecnologia surge como grande aliada da startup e do setor de vendas diretas como um todo.

Com os aplicativos, a força de vendas pode cadastrar clientes, realizar vendas, receber materiais de comunicação e capacitação, além de acompanhar as bonificações.

Segundo Ítalo Queiroz, fundador e head de tecnologia “a tecnologia é fundamental para o aumento da produtividade dos embaixadores e para atração de jovens empreendedores para o modelo, só não é mais importante que o próprio relacionamento entre as pessoas.”

Fonte: Onawa

2019-12-20T14:29:25-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , , |

As 100 principais empresas de vendas diretas do mundo

A Direct Selling News (DSN), mais respeitável e reconhecida publicação sobre o setor no mundo, publica desde 2009 a lista com as 100 principais empresas de vendas diretas no mundo.

Vale ressaltar que os dados para a pesquisa são colhidos de forma voluntária e empresas importantes no mercado podem não figurar entre as mais bem posicionadas por não divulgarem as informações.

Os dados da pesquisa são referentes a 2018 e trazem a Amway como líder mundial de vendas diretas com US$ 8,8 bilhões de receita. Na segunda posição vem a Avon Products com US$ 5,57 bilhões e em terceiro a Herbalife Nutrition com US$ 4,9 bilhões.

Entre as 10 primeiras colocadas, a Natura ocupa a 6ª colocação no ranking com receita de US$ 3,67 bilhões e a Tupperware vem no 9º posto com faturamento de US$ 2 bilhões.

Para conferir a lista completa com as 100 maiores empresas de vendas diretas do mundo, clique aqui.

Fonte: DSN

2019-12-20T14:29:52-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , , |

Empresas divulgam resultados do 1º trimestre de 2019

No início do mês de maio Herbalife, Natura e Avon divulgaram os resultados financeiros referentes ao 1º trimestre de 2019.

A Herbalife Nutrition registrou vendas líquidas de US$ 1,2 bilhão no trimestre encerrado em 31 de março deste ano.

Houve um crescimento em quatro das seis regiões – Ásia-Pacífico, América do Norte, EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e México e o resultado ficou praticamente estável na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Com exceção da China, as vendas líquidas tiveram uma alta de 6% no comparativo com o mesmo período de 2018.

“No primeiro trimestre de 2019, o impulso de nossos negócios geograficamente diversificados continuou com o crescimento das vendas líquidas em quatro de nossas seis regiões. Estamos confiantes de que nossas estratégias impulsionarão o crescimento de volume em 2019,” disse Michael O. Johnson, presidente e CEO da Herbalife Nutrition em comunicado.

Lucro líquido da Natura & CO cresce 72,8%

O grupo Natura & CO apresentou outro sólido conjunto de resultados positivos no primeiro trimestre de 2019. Apesar das condições desafiadoras em alguns mercados-chave, principalmente no Brasil, o lucro líquido subiu 72,8%, para R$ 41,9 milhões nos 3 primeiros meses do ano demonstrando a resiliência do grupo e os benefícios de sua presença geográfica.

Duas marcas do grupo registraram crescimento de vendas: a receita líquida da Body Shop cresceu 10,2% no primeiro trimestre e a Aesop apresentou mais um trimestre de crescimento sólido de dois dígitos.

Já a Natura cresceu 10% na América Latina no primeiro trimestre de 2019. A empresa ainda registrou aumento da produtividade de suas consultoras em 1,5%. Se pensarmos que 60% delas já estão usando meios digitais para alavancar as vendas, a produtividade tende a ser ainda mais alta.

Avon Brasil mostra recuperação no 1º trimestre

A norte-americana Avon Products reportou prejuízo de US$ 32,7 milhões no período, uma alta de 61% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Em nota o presidente da companhia, Jan Zijderveld afirmou que “está satisfeito com o progresso no primeiro trimestre. A empresa teve melhora na receita em dólares constantes em três dos nossos quatro segmentos geográficos”.

De acordo com o relatório da empresa, as quedas na Europa, Oriente Médio e África foram compensados por aumentos de receita na Ásia-Pacífico, América do Sul e América do Norte.

Fonte: DSN

2019-12-20T14:30:40-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |
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