2º Congresso Nacional de Vendas Diretas: temas de palestras já definidos

Os assuntos do 2º Congresso Nacional de Vendas Diretas estão definidos e a programação, os temas e nomes dos palestrantes confirmados.

Pela primeira vez, traremos um palestrante internacional, CEO de uma das maiores empresas do mundo, que falará sobre os desafios para uma gestão de sucesso nas vendas diretas e apresentação de resultados crescentes.

Entre os painéis, destaque para o Momento Empreendedor que discutirá os desafios do empreendedorismo no Brasil e como tornar o setor competitivo em relação às demais opções de atividades existentes.

A tecnologia e o seu impacto estarão presentes no painel sobre estratégias digitais que estão sendo utilizadas pelas empresas de vendas diretas para se reinventar e acompanhar as atuais demandas do mercado.

O que os especialistas do setor esperam como desafios para os próximos anos? Com ricas experiências e perspectivas positivas, os responsáveis pelas decisões irão mostrar os principais acertos e aprendizados em relação a gestão, cultura, pessoas e planejamento.

O sistema tributário brasileiro também estará em discussão com um dos principais nomes da reforma tributária. Temos o objetivo de promover uma reflexão e debater estratégias para ajudar a destravar o crescimento do setor e do país.

Peça fundamental para as vendas diretas, a força de venda terá um espaço especial na programação. A palestra mostrará como recrutar, gerir e manter a motivação destes milhões de empreendedores de forma inspiradora.

Com o tema “Ideais que Transformam”, o Congresso Nacional terá como encerramento a palestra “A arte de viver a Transformação”, com foco motivacional e um dos palestrantes mais falados da atualidade.

E falando de mais novidades: este ano teremos a Expo ABEVD. A feira com entrada gratuita será realizada ao lado do Congresso, com a presença de importantes empresas do setor e espaço para quem busca entender melhor o funcionamento das vendas diretas.

A expectativa é que os principais veículos de comunicação estejam presentes na cobertura do evento e contamos com a participação de todas as empresas associadas e interessadas em conhecer o mercado

O Congresso Nacional de Vendas Diretas acontece no dia 7 de maio, no Villa Blue Tree, em São Paulo. As inscrições já estão abertas e para mais informações, acesse o site.

Fonte: ABEVD

Projeto de Lei nº 5521 – Potencial regulamentação das vendas diretas

Em fevereiro, a ABEVD se reuniu com o deputado Ricardo Izar, autor do Projeto de Lei nº 5521 e com o Sr. Marcio Michelasi, Presidente do Sindicato Pró-Beleza, que contribuiu com a redação desse projeto de lei.

A reunião teve como objetivo compartilhar os impactos negativos que o PL 5521 causaria no setor de vendas diretas, a exemplo da burocratização da nossa atividade com a exigência de circular os contratos de distribuição com a força de vendas em sindicato e inscrições dos empreendedores independentes em órgãos fazendários.

A ABEVD apresentou a força do setor de vendas diretas e sua ligação com a desburocratização, principalmente diante da rotatividade de empreendedores independentes e a característica de atividade de renda complementar para grande parte da força de vendas.

Ambas autoridades foram bastante sensíveis aos argumentos apresentados pela ABEVD e reforçaram seu compromisso com o incentivo ao empreendedorismo no Brasil.

Fonte: ABEVD

Vendas Direta no Mundo

4 maneiras de impactar sua organização

*Por Tony Jeary

Nesse artigo, falaremos sobre ganhar clareza estratégica sobre as coisas que mais importam. Como líder no setor de vendas diretas, você obviamente tem (ou deveria ter) clareza estratégica do resultado desejado para então ajudar seus distribuidores a obter mais distribuidores. Quero contribuir para que você amplie sua reflexão sobre quatro temas de impacto para sua organização: ferramentas, escuta, efeito cascata e atividades de alta influência.

 

Ferramentas

Pense nas ferramentas que você tem atualmente. Estão desatualizadas? São as melhores que você poderia criar? Seus distribuidores estão animados para usá-las? São fáceis de acessar (ou é simplesmente o caso contrário)?

 

Muitas pessoas que ocupam cargos elevados não pensam estrategicamente em modos de facilitar o uso de ferramentas que maximizem sua eficiência e sua eficácia. Em todo o trabalho que fiz junto a executivos de vendas diretas, uma das maiores dificuldades que ouço é que seus distribuidores lutam para entender como fazer uso melhor de suas ferramentas – que não são fáceis de usar, aliás.

Pode acontecer de você precisar pensar estrategicamente sobre a eficácia de suas ferramentas. Quantas você tem? O que precisa ser atualizado ou jogado fora? Por acaso em suas mensagens há confusão ou distração em excesso?

 

Escuta

Você já está pensando em treinar seus distribuidores para a escuta estratégica? Trata-se de algo frequentemente ignorado. Muitas vezes pensamos sobre o que vamos promover – certo benefício do produto, certa história de sucesso – e, no entanto, uma grande peça do quebra-cabeças no mundo da construção de relacionamentos é ser estratégico na escuta.

Nas vendas diretas, você ensina seus distribuidores que, quando estão trabalhando para atrair alguém, eles estão, na verdade, ouvindo atentamente o cliente em potencial, até mesmo fazendo anotações enquanto conversam, para melhor comunicar que:

  • em primeiro lugar, o cliente foi ouvido (as pessoas querem se sentir ouvidas e, quanto melhores as notas, melhor o impacto).
  • seu produto ou serviço se aplica ao cliente, ao seu mundo e à sua visão de sucesso.
  • a união de sua equipe irá beneficiar o cliente (as pessoas querem o que querem; querem saber o porquê – os benefícios relacionados aos valores, objetivos e prioridades). Portanto, ensine sua equipe a escutar!

 

Efeito cascata

Quando você, como líder corporativo, planeja um evento, geralmente pensa estrategicamente sobre coisas como orçamento, contratação dos talentos certos, criação de uma boa programação, uso dos melhores equipamentos e todos os outros aspectos que tornam um evento espetacular.

Às vezes, no entanto, a tarefa de acompanhamento se torna uma reflexão tardia. Se a mensagem do evento for lançar uma nova campanha, uma nova direção ou uma nova oferta que atraia mais distribuidores, você precisa saber como fazer para que essa informação gere um efeito cascata (passar informações para outros níveis, no âmbito corporativo e também fora dele) e, desta forma, que você possa manter seu momentum.

O ideal é que você já tenha pensado sobre o acompanhamento. Participei de um grupo em que uma das coisas específicas sobre as quais falamos foi como preparar, antes do evento, os itens de follow-up. Esse tipo de tarefa facilita o envio imediato de e-mails, links e outras ferramentas de acompanhamento, de 24 a 48 horas após o término do evento. Quando você pensa estrategicamente para que o acompanhamento não seja feito de forma descuidada nem aconteça apenas no último minuto, você obtém um nível de impacto muito maior.

 

Atividades de alta influência

Apesar de já termos falado, na edição de janeiro, sobre as atividades de alta alavancagem, eu queria voltar novamente ao tema, porque ele ajuda os distribuidores a avaliar o uso do tempo e é uma das principais maneiras de conseguir melhorias. Certamente você já conhece e emprega esse conceito mas, no entanto, talvez não tenha pensado estrategicamente sobre como comunicar aos distribuidores o modelo completo de Atividades de Alta Influência.

Além de incluir sua filosofia nos kits de integração, talvez você possa passar para um nível maior de comunicação se incorporar à integração um treinamento que ajude seus atuais distribuidores a pensar no melhor uso do tempo. Vou dar um exemplo do funcionamento da ideia e de como ela pode atrair pessoas para seu negócio.

Sou amigo de um dos principais distribuidores de uma determinada empresa. Ele é frequentemente chamado de “o Atraidor”. Atrai pessoas para sua equipe com sua atividade de alta influência e então cria, todos os dias, o que ele chama de “Os 20 mais”, uma lista de 20 pessoas em quem ele deseja investir e que quer atrair para seu negócio. Ele reescreve sua lista regularmente e a carrega no celular ou no bolso, observando-a várias vezes ao dia para ter certeza de que está no caminho certo.

Nenhuma habilidade nem hábito algum têm impacto mais poderoso nos resultados do que a capacidade de eliminar distrações (atividades de baixa influência) e se concentrar em suas atividades de alta influência. Transmitir essa ideia para seus distribuidores pode surtir um efeito enorme em toda a organização. * Tony Jeary é estrategista e autor renomado em busca de resultados.

* Tony Jeary é estrategista e autor renomado em busca de resultados.

Fonte: DSN

Engenharia de Dados: a importância para o seu negócio

* Por Rubens Monteiro, com a colaboração de Felipe Tchilian

Em um mundo cada vez mais digital, com um fluxo constante de dados e informações, é impossível imaginar uma empresa que não esteja imersa no ecossistema do Big Data, com uma produção de dados exaustiva – e muitas vezes até assustadora.

Neste cenário, surge a questão: como captar e processar um grande volume de dados com a rapidez que o mundo digital exige? Além da tecnologia, é preciso ter mão de obra ultra especializada, e grande parte das empresas já entendeu que não basta ter somente analistas de dados. Está claro que a era do Big Data exige mais do que isso.

Engenheiros de Dados

Atualmente, contar com engenheiros de dados capazes de tornar os dados mais legíveis para outras gamas de profissionais, que necessitam destas mesmas informações para um determinado fim – como é o caso dos profissionais de Analytics da ClearSale, por exemplo – é fundamental para tornar cada tomada de decisão mais inteligente e eficiente para o negócio.

Vale ressaltar que o Engenheiro de Dados é um profissional mais voltado à tecnologia, mas que entende, seja superficialmente ou de maneira mais aprofundada, qual a real necessidade do Cientista de Dados, e como traduzir tanta informação para uma estrutura ‘consumível’ de dados.

Benefícios da Engenharia de Dados

Ao ter um especialista de Engenharia de Dados, os ganhos são diversos, e vão desde escalabilidade em tempo real e possibilidade de deixar o trabalho criativo mais livre, até a completa capacidade de entender melhor clientes, produtos e processos dentro de uma organização.

A junção entre Engenharia de Dados, Ciência de Dados e Inteligência Estatística permite que uma empresa não apenas tenha clareza no significado de dados atuais, mas que também seja capaz de prever o que estes mesmos dados podem representar no futuro do negócio.

Normalmente, Cientistas de Dados gastam boa parte de seu tempo limpando e processando dados. Com o trabalho dos engenheiros desta área, estes dados chegam aos cientistas ‘pré-prontos’ para consumo, o que aumenta consideravelmente o tempo útil para outras tarefas mais específicas da função.

Engenharia de Dados na ClearSale

No contexto do core business da ClearSale, a Engenharia de Dados é fundamental. O time desta área é responsável por captar, organizar e processar toda a informação que será utilizada pelos Cientistas de Dados e pela equipe de Analytics, em um trabalho contínuo de melhoria de tecnologia e modelos estatísticos.

A sinergia entre profissionais dessas áreas faz com que a empresa ganhe eficiência, rapidez e escalabilidade para cuidar da segurança de seus clientes, tanto na maior capacidade na detecção de fraudes quanto na geração de insights que ajudem no desenvolvimento do trabalho.

* Rubens Monteiro é head de Engenharia de Dados da ClearSale.

2019-12-20T14:32:06-03:00março 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Reflexões sobre o ICMS-ST da venda direta após a decisão do STF sobre o ressarcimento dos recolhimentos a maior

Por Maurício Barros e Raphael Rodrigues

Como sabido, as linhas gerais do ICMS-ST nas operações de venda direta são tratadas no Convênio ICMS 45/99 e nas legislações internas dos estados. De acordo com o Convênio e a maioria das legislações estaduais, as empresas que assim operam costumam ser responsáveis pelo recolhimento do ICMS na condição de substitutas tributárias, ocasião em que recolhem não apenas o imposto devido nas operações próprias, mas também o ICMS que incidiria nas vendas a consumidor final efetuada pelos distribuidores.

Para cálculo do ICMS-ST, os estados costumam determinar que os substitutos utilizem bases de cálculo presumidas. Essas bases costumam ser os preços praticados pelos substitutos acrescidos de frete, seguro, impostos e de Margens de Valor Agregado (MVAs). As MVAs são percentuais divulgados pelo Fisco que, acrescidos ao valor das operações praticadas pela empresa, deveriam refletir o valor final de venda dos produtos aos consumidores finais.

Ocorre que, muitas vezes, o fato gerador presumido (no caso, a venda a consumidor final) não se concretiza ou ocorre em valor inferior ao presumido, o que faz com que o ICMS-ST recolhido pelo substituto seja parcial ou totalmente “indevido”. Como medida para neutralizar esse problema, o art. 150, § 7º, da CF, assegura a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido.

Com relação à não ocorrência do fato gerador presumido (ex.: perda da mercadoria ou venda a contribuintes de outros estados), o ressarcimento sempre foi permitido, embora nem sempre a sua concretização seja facilitada pelos estados. Contudo, no caso de recolhimentos superiores aos efetivos preços de venda a consumidor final, o ressarcimento vinha sendo negado, com base em uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2002 que entendia que o recolhimento do ICMS-ST era definitivo na figura do substituto.

Contudo, em julgamento ocorrido no final de 2016, o STF mudou seu entendimento, para assegurar aos contribuintes substituídos o ressarcimento do ICMS-ST recolhido a maior no caso de diferença entre as bases de cálculo presumida e a efetiva, tendo em vista a inocorrência do fato gerador presumido (ao menos em sua integralidade).

O STF entendeu que a tributação por base presumida só encontraria justificativa se houvesse a possibilidade de o contribuinte reaver o tributo pago a maior em razão da não ocorrência do fato gerador ou de sua ocorrência por um valor menor do que o presumido. Se não houver esse ressarcimento, a sistemática da substituição tributária se torna inconstitucional.

Esse ressarcimento é pleiteado pelo contribuinte substituído, já que e é ele quem suporta o ônus financeiro do ICMS-ST (essa é a lógica da legislação). Desse modo, no caso das operações porta a porta, em sendo o distribuidor o contribuinte substituído, ele teria o direito a reaver o ICMS-ST recolhido a maior.

Entretanto, essa não é a realidade das vendas diretas, uma vez que os distribuidores, na ampla maioria das situações, são pessoas físicas que não apuram ICMS e, portanto, não têm como reaver qualquer quantia (ao menos não nos procedimentos atualmente previstos).

Diante do exposto, a adoção do ICMS-ST para as operações porta a porta, ao menos após a decisão de 2016 do STF, passou a ter uma fragilidade, na medida em que o imposto recolhido pelas empresas acaba se tornando definitivo, independentemente do efetivo valor de venda praticado pelos distribuidores, pelo simples fato de eles não terem como se ressarcir, o que não está em linha com a decisão do STF.

* Maurício Barros é sócio e Raphael Rodrigues é advogado sênior do escritório Gaia Silva Gaede Advogados

2019-12-20T14:32:07-03:00março 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Resultados da Natura em 2018

A Natura registrou forte crescimento em 2018. No ano passado, a receita líquida reportada cresceu 36% em relação ao ano anterior, para R$ 13,4 bilhões, e a receita líquida ajustada (que inclui 12 meses da The Body Shop como se tivesse feito parte da Natura &Co em todo o ano de 2017) subiu 13,5%. O lucro líquido reportado no quarto trimestre subiu 48,7%, para R$ 381,7 milhões.

A Natura apresentou o trimestre mais forte de sua história em receita líquida, atingindo R$ 2,7 bilhões, alta de 15,7% no quarto trimestre e 9,9% no ano, graças às fortes campanhas de Natal no Brasil e na América Latina. No Brasil, as vendas reportadas cresceram 12,9% no quarto trimestre, com ganhos contínuos em participação de mercado.

O nono trimestre consecutivo de ganhos de produtividade por parte das consultoras também demonstrou o vigor do modelo comercial de Venda por Relações.

Para saber mais detalhes, confira a matéria completa aqui.

Fonte: Natura

 

2019-12-20T14:32:07-03:00março 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Avon lança programa para mudar vidas de 100 milhões de mulheres por ano

A Avon lançou recentemente o plano global #PorEla com o objetivo de enfrentar algumas das maiores barreiras que impedem as mulheres de atingir seu pleno potencial.

Como parte da sua estratégia de negócios, a ação global visa transformar as vidas de 100 milhões de mulheres por ano em todo o mundo, favorecendo sua liberdade para que conquistem seu próprio caminho, possam se expressar plenamente e viver uma vida segura e saudável.

Estudo realizado pela Avon com levantamento da Oxford Economics mostrou que as mulheres ainda não se sentem encorajadas para empreender. Mais da metade das mulheres não têm recursos financeiros para criar o próprio negócio, o que pode representar uma perda potencial no PIB global de US$ 12 a 18 trilhões por ano.

Ainda de acordo com a pesquisa, 77% das mulheres afirmaram que trabalhar aumenta sua confiança, 65% disseram que o trabalho melhorou a forma como são tratadas pelos outros e 74% falaram que o trabalho aumentou sua capacidade de ser um modelo para seus filhos

Para saber mais sobre o programa, clique aqui e acesse a notícia na íntegra.

Fonte: Avon

2019-12-20T14:32:08-03:00março 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Vendas globais da Amway superam US$ 8,8 bilhões em 2018

Em seu 60º ano de atividade, a Amway encerrou 2018 com vendas globais de US$ 8,8 bilhões, um aumento de dois por cento sobre os números de vendas de 2017.

A Amway atribui o crescimento nas vendas aos investimentos significativos em ferramentas digitais e experiências em mobile, bem como em inovações de produtos que ajudaram os empreendedores a atrair e reter mais clientes. Isso inclui a ativação de mais comércio eletrônico, conectando mais produtos a experiências digitais e personalizando mais produtos de nutrição e beleza.

Todos esses produtos e lançamentos levaram ao crescimento geral da Amway, especialmente nas categorias de nutrição e beleza. As vendas em nutrição e bem-estar foram 52% das vendas no mercado da Amway, um aumento de 3% em relação a 2017. A beleza e os cuidados pessoais foram de 26%,

Fábio D’Avila Carvalho é novo presidente da Jequiti

Há duas semanas, a Jequiti Cosméticos tem um novo presidente. Fábio D’Avila Carvalho assumiu o posto após a saída de Antonio Mônaco, em fevereiro.

Carvalho já havia atuado no Grupo Silvio Santos, como diretor financeiro do SBT, entre fevereiro de 2016 e novembro de 2017.

O executivo estava na área financeira da empresa de serviços ambientais Estre e traz como experiência a atuação como presidente da Tegma Gestão Logística, além de atuação na Abril Educação, Grupo Abril e Banco Fibra.

Fonte: Jequiti

2019-12-20T14:32:09-03:00março 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Racco realiza evento e cruzeiro para líderes no Rio de Janeiro

No dia 23 de fevereiro, a Racco realizou o VipShow RJ com aproximadamente 4 mil consultores e no dia seguinte, 24/2, 200 pessoas embarcaram no Cruzeiro Racco. Em ambos, houve treinamentos, premiações e lançamentos de produtos.

O palco foi comandado por Rigueto Neto, que recebeu líderes regionais para apresentar os lançamentos das novas linhas de produtos. Os treinamentos ficaram por conta de Cleber Campos,

Em seguida foi a vez de Juliano Kaimoto com o tema Nutrição Inteligente, tratando da necessidade em alimentar-se bem, mesmo com todos os desafios do dia-a-dia.

Já no domingo, os consultores Diamantes embarcaram para o Cruzeiro Racco. Esse foi o 6º Cruzeiro organizado pela empresa.

Fonte: Racco

Ir ao Topo