Venda direta é opção democrática de empreendedorismo

14 de novembro de 2019

Na contramão dos dados nacionais sobre empreendedores, que mostram um disparate de renda entre negros e brancos que empreendem, no segmento de vendas diretas os profissionais têm acesso às mesmas oportunidades

No setor de vendas diretas todos os empreendedores independentes, não importando classe social, etnia ou grau de escolaridade, têm acesso às mesmas oportunidades para crescerem no segmento. Um cenário bem diferente dos dados nacionais sobre esses profissionais, que revelam ainda uma grande desigualdade racial: mesmo sendo maioria entre empreendedores no País, negros ainda faturam menos que os brancos e empreendem mais por necessidade, que oportunidade, segundo os dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

De acordo com a pesquisa, os empreendedores negros têm, em média, menor grau de escolaridade e, por empreenderem mais por necessidade, possuem menos tempo também para planejar o negócio e estudar o mercado. Nas vendas diretas, entretanto, o investimento inicial é baixo, cada empreendedor recebe treinamento para atuar com vendas, o que democratiza o empreendimento.

“O que torna as vendas diretas um negócio acessível é justamente que todos podem usufruir de orientação. Então, logo no começo são dadas ferramentas para que o empreendedor independente possa trabalhar de igual para igual com todos os outros”, afirma Adriana Colloca, presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

De acordo com dados da ABEVD, a renda familiar mensal dos empreendedores independentes é de R$ 3.230,00, com a atividade impactando aproximadamente 40% no orçamento dessas famílias. “É uma alternativa para quem deseja empreender, mas não dispõe de capital para investimento. Além de já chegar no mercado oferecendo produtos de renome”, declara a executiva.

Fonte: Assessoria de Imprensa