Vendas diretas são oportunidade de renda para driblar o desemprego

21 de agosto de 2019

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no dia 15.08, mais de um quarto dos desempregados (26,2%) procuram trabalho há, no mínimo, dois anos, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas nessa condição. É o maior aumento desde 2012, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Entre as soluções encontradas pelos profissionais que estão tentando driblar o desemprego, a venda direta é uma oportunidade de renda, com diversas vantagens, como a flexibilidade de horário.

Em 2018, o setor de vendas diretas movimentou R$ 45 bilhões no país e envolveu cerca de 4 milhões de empreendedores independentes, que atuam como revendedores de produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros.

E, ao contrário do que se pensa, a venda direta atrai muitos jovens e quase 100% dos empreendedores individuais estão na faixa etária classificada como economicamente ativa, ou seja, possuem idade entre 15 e 59 anos.

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) 48,9% dos empreendedores individuais possuem idade entre 18 e 29 anos; 46,8% entre 30 e 55 anos; e 4,9% mais de 55 anos. Sendo, 56,7% mulheres e 43,3% homens. Além disso, 53,1% possuem o ensino médio completo; 31,3% ensino superior; e 15,6% o fundamental.

Os números globais em relação a força de vendas em 2018 apontam 118,4 milhões de pessoas atuantes, sendo as Américas a n° 2 em força de vendas, com 31 milhões de pessoas, atrás apenas da Ásia. O número de empreendedores individuais também cresceu. Em 2017, 116,6 milhões de pessoas se dedicavam à atividade de venda direta em todo o mundo. Em 2018 o número chegou a 118,4 milhões de pessoas, um crescimento de 1.6%.

A venda direta é um modelo de negócios utilizado tanto pelas grandes marcas como por pequenas empresas para vender seus produtos e serviços diretamente aos consumidores finais, sem a necessidade de um estabelecimento comercial fixo e eliminando, assim, uma cadeia de intermediários e de custos. O contato com os potenciais clientes é feito por meio de empreendedores independentes, que são chamados de revendedores, consultores, distribuidores, agentes, entre outros.

“O segmento é uma ótima oportunidade de negócio para quem quer construir uma carreira profissional como empreendedor, com horários flexíveis e autonomia de decisões, ou ainda para quem busca apenas uma renda extra no seu orçamento. Para grande parte dos envolvidos é uma possibilidade de independência financeira, prosperidade, melhora de autoestima, possibilitando um empoderamento e o sentimento de fazer e cuidar da própria vida”, declarou a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Venda Diretas (ABEVD), Adriana Colloca.

Além de oferecer oportunidade de empreender com baixo investimento inicial, grande parte das empresas de vendas diretas oferece treinamento constante para os empreendedores. “Eles adquirem conhecimento sobre o produto que estão vendendo e, também, sobre técnica de vendas, construção de carteira de clientes e até mesmo de como falar em público, ou seja, conhecimento que não se restringe somente ao exercício da venda direta, mas em qualquer atividade profissional. A ABEVD também contribui com o mercado disponibilizando benefícios para as empresas associadas, como cursos, descontos em produtos e serviços, entre outros”, completa Colloca.

Sobre a ABEVD
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada, em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais.

Fonte: Assessoria de Imprensa